Depois daquele sábado do shopping que a gente terminou na casa dela, que foi tudo maravilhoso, eu mandei um zap durante a semana e nada, nem liam. Depois me bloquearam.
E é isso, às vezes acontece. A gente acha que deixou a mina louca, mas ela só tava contando os minutos pra acabar (por sorte, esse não foi o caso). E como não vou pra onde não sou querido, ficou por isso mesmo. Me incomodava a gente não ter resolvido a parada conversando, com tudo que tinha rolado, eu esperava pelo menos isso. Mas fazer o quê, cada um lida do jeito que quer ou pode.
O negócio é que depois de um tempo, vi os dois online no site e mandei uma mensagem — na verdade, várias — até que ele respondeu. O rolê foi que foi tudo muito intenso pro Martín, o ciúme bateu forte. Ele não queria perder ela nem deixar as coisas escaparem do controle, e quando viu a Flor tão entregue, se assustou. Isso sem contar que ele teve que fechar o kiosque e tavam cheio de problemas.
Ele me passou o novo número e eu falei que queria encontrar ele pra conversar numa boa. Ele tava sem trampo, então tinha horário livre.
Fui pra Martínez e nos encontramos num posto da YPF na Panamericana. Conversamos como dois amigos que se conheciam há muito tempo. A intimidade que a gente teve nos aproximou.
Ficou mais que claro que ele não corria risco nenhum de perder ela. Eu falei: "Por que a Flor vai te largar? Por minha causa? Se ela me tem, vou dar pica quando quiser. E se quiser com outro, também vai ter. E se eu quiser botar ela num suruba com um amigo, também vai rolar. Sabe que não tô atrás de namorada."
Ele ficou mais tranquilo. Aí perguntei: "Tá procurando trampo? Do quê?"
"Qualquer coisa", ele disse.
"E o que você sabe fazer?"
"Qualquer coisa, me viro."
"Quer pintar uns apartamentos? Topa? É pintar os forros de madeira. Não é muito complicado, só precisa ser caprichoso e cumpridor."
"Tô esperando a vistoria do gás e a gente precisa começar com a pintura. Vem aqui, dá uma olhada no serviço, faz um orçamento pra mim, depois eu alinho com os sócios. Se não passar de uma bobagem, o trampo é seu."
"Vem no dia 3. Sábado que aí não trabalham e você vê, de passagem me traz a menina, que deve estar bem precisando de pica, mas não fala que você vem me ver, pra ser surpresa.
E bom, vieram no sábado, eu vi eles chegarem lá de cima e quando a Flor viu a caminhonete na porta, pude ver que ela olhou estranho pra ele, começou a rir e deu um empurrãozinho nele, e falou, por que não me avisou, idiota, ou algo assim.
Quando abri a porta, falei como senti sua falta, gata!! Eu também, papai, ela disse, me abraçou e me comeu a boca. Comprimentei o Martin e subimos.
Os apartamentos estão vazios, então a gente percorreu eles e mostrei o que tinha que fazer, falei pra eles darem uma olhada tranquilos e fui com a Flor pra um deles. Coloquei ela na bancada da cozinha e começamos a nos beijar, ela de pernas abertas com o short jeans dela subido e eu em pé beijando e acariciando os peitos dela. Comecei a despir ela, tirei minha bermuda, coloquei uma camisinha e ela deslizou até ficar empalada em cima de mim. Me virei e me apoiei na bancada, e ela subia e descia, uma delícia ver os peitos dela balançando. Depois de um tempinho, o Martin apareceu e ficou na porta olhando. Aí eu a baixei e apoiei ela contra a bancada, e por trás continuei penetrando ela, enfiando uns dedos na bunda dela. Quando ela já tava dilatada, meti na bunda dela e falei pra ela se apoiar no Martin, pra ele sentir o vai e vem. Falei pra ela despir ele e pedi pro Martin chupar a buceta dela enquanto eu comia o cu dela. A gente tava meio desconfortável, mas ele deu um jeito de dar uns linguados. Depois falei pra ela chupar um pouco ele e bater uma punheta até ele gozar.
Quando o Martin gozou, eu já tava perto de gozar também, então mandei eles se ajoelharem e ela começou a me chupar. Ele olhava a uns 20cm como ela comia minha pica. Depois de 5 minutos, enchi a boca e a cara dela de porra, e eles se beijaram com gosto de leite.
Continua...
E é isso, às vezes acontece. A gente acha que deixou a mina louca, mas ela só tava contando os minutos pra acabar (por sorte, esse não foi o caso). E como não vou pra onde não sou querido, ficou por isso mesmo. Me incomodava a gente não ter resolvido a parada conversando, com tudo que tinha rolado, eu esperava pelo menos isso. Mas fazer o quê, cada um lida do jeito que quer ou pode.
O negócio é que depois de um tempo, vi os dois online no site e mandei uma mensagem — na verdade, várias — até que ele respondeu. O rolê foi que foi tudo muito intenso pro Martín, o ciúme bateu forte. Ele não queria perder ela nem deixar as coisas escaparem do controle, e quando viu a Flor tão entregue, se assustou. Isso sem contar que ele teve que fechar o kiosque e tavam cheio de problemas.
Ele me passou o novo número e eu falei que queria encontrar ele pra conversar numa boa. Ele tava sem trampo, então tinha horário livre.
Fui pra Martínez e nos encontramos num posto da YPF na Panamericana. Conversamos como dois amigos que se conheciam há muito tempo. A intimidade que a gente teve nos aproximou.
Ficou mais que claro que ele não corria risco nenhum de perder ela. Eu falei: "Por que a Flor vai te largar? Por minha causa? Se ela me tem, vou dar pica quando quiser. E se quiser com outro, também vai ter. E se eu quiser botar ela num suruba com um amigo, também vai rolar. Sabe que não tô atrás de namorada."
Ele ficou mais tranquilo. Aí perguntei: "Tá procurando trampo? Do quê?"
"Qualquer coisa", ele disse.
"E o que você sabe fazer?"
"Qualquer coisa, me viro."
"Quer pintar uns apartamentos? Topa? É pintar os forros de madeira. Não é muito complicado, só precisa ser caprichoso e cumpridor."
"Tô esperando a vistoria do gás e a gente precisa começar com a pintura. Vem aqui, dá uma olhada no serviço, faz um orçamento pra mim, depois eu alinho com os sócios. Se não passar de uma bobagem, o trampo é seu."
"Vem no dia 3. Sábado que aí não trabalham e você vê, de passagem me traz a menina, que deve estar bem precisando de pica, mas não fala que você vem me ver, pra ser surpresa.
E bom, vieram no sábado, eu vi eles chegarem lá de cima e quando a Flor viu a caminhonete na porta, pude ver que ela olhou estranho pra ele, começou a rir e deu um empurrãozinho nele, e falou, por que não me avisou, idiota, ou algo assim.
Quando abri a porta, falei como senti sua falta, gata!! Eu também, papai, ela disse, me abraçou e me comeu a boca. Comprimentei o Martin e subimos.
Os apartamentos estão vazios, então a gente percorreu eles e mostrei o que tinha que fazer, falei pra eles darem uma olhada tranquilos e fui com a Flor pra um deles. Coloquei ela na bancada da cozinha e começamos a nos beijar, ela de pernas abertas com o short jeans dela subido e eu em pé beijando e acariciando os peitos dela. Comecei a despir ela, tirei minha bermuda, coloquei uma camisinha e ela deslizou até ficar empalada em cima de mim. Me virei e me apoiei na bancada, e ela subia e descia, uma delícia ver os peitos dela balançando. Depois de um tempinho, o Martin apareceu e ficou na porta olhando. Aí eu a baixei e apoiei ela contra a bancada, e por trás continuei penetrando ela, enfiando uns dedos na bunda dela. Quando ela já tava dilatada, meti na bunda dela e falei pra ela se apoiar no Martin, pra ele sentir o vai e vem. Falei pra ela despir ele e pedi pro Martin chupar a buceta dela enquanto eu comia o cu dela. A gente tava meio desconfortável, mas ele deu um jeito de dar uns linguados. Depois falei pra ela chupar um pouco ele e bater uma punheta até ele gozar.
Quando o Martin gozou, eu já tava perto de gozar também, então mandei eles se ajoelharem e ela começou a me chupar. Ele olhava a uns 20cm como ela comia minha pica. Depois de 5 minutos, enchi a boca e a cara dela de porra, e eles se beijaram com gosto de leite.
Continua...
3 comentários - despues de un par de meses aparecio la parejita cuckold