Com a gostosa - Por Ernesto

Conheci ela quando era bem novinha, no aniversário de outra amiga. Na hora ela chegou falando e rindo das minhas piadas, e me fez tocar a barriguinha dela, pra eu ver como tava fazendo ela rir. Era muito óbvio que a mina tava afim de mim, e isso sobe um pouco o ego, mas quando descobri a idade dela, me fiz de sonso. Ela era menor 😞

Mas os anos passaram e, cidade pequena, eu esbarrava nela direto. Trocamos números, e depois Facebook, só pra zoar. E continuamos em contato. Contato virtual.

Ela cresceu. Tinha 19 quando cruzei com ela de novo. Tava muito gostosa. Tava namorando. Eu tinha acabado de separar. Ela veio me ver e a gente comeu. Ficou até tarde. Falou umas coisas muito doces. Me deu um beijo e foi embora. Eu solteiro e ela com namorado. Foda.

Agora eu tô namorando, e ela tem 23. Veio morar na mesma cidade que eu. Nos encontramos de novo. Somos amigos. O tempo passa, e um dia a gente se pegou feio numa escola.

Ela falou pra eu ir visitar ela. Me deu o endereço e disse: "Vem na terça que eu tô sozinha até as 18Cheguei e ela tava com um vestidinho, que na real era uma camiseta enorme. Ela abriu a porta e me comeu a boca. Na hora eu já tinha metido a mão na bunda dela, e por trás, a buceta dela não podia estar mais molhada. Fechei a porta e fomos andando assim, se apertando, até o quarto dela e direto pra cama.

Ela é uma gatinha, bem magrinha e tem o corpo naturalmente definido, mesmo sem fazer exercício nenhum. Tem várias tatuagens. Tem uns peitões bons pra ser uma gatinha magra. O rosto dela é bem delicado, cheio de sardas, e o cabelo preto bem cacheado, e ela é tão linda com a pele branca que você não acredita.

Eu mal tinha desabotoado a calça e já tinha tirado a única peça de roupa dela. Tinha ela ali, pelada, depois de tantos anos pensando que não podia rolar, que não ia rolar, e até de conseguir não desejá-la. Tinha ela ali, tão branca, firme, tatuada e cacheada. Tão feliz e tão tesuda, mas era muito melhor do que qualquer coisa que eu pudesse imaginar, porque a gata era uma mulher. Uma mulher de verdade.

Foi vê-la assim, e descer pra chupar a buceta dela. Toda lisinha, macia, embora um pouco inesperadamente grande, os lábios eram bem delicados e fininhos, que não sobressaíam em lugar nenhum. Uma buceta caprichada. E gostosa.

Aproveitei que tava ali pra tirar o resto da roupa, e quando fiquei pelado subi pra comer a cara dela, e meti de frente, enquanto ela tava deitada e eu por cima dela. Estilo papai-e-mamãe.

Como se eu fosse um adolescente, eu transava sem parar enquanto metia forte, e às vezes me surpreendia tão empolgado com os beijos. Num momento eu reagi e parei pra olhar pra ela. Tava toda vermelha, com os olhos virados, a cara virada pro lado, e o corpo dela se mexia só pelo movimento do quadril dela e da minha bombada regular.

Era um daqueles dias de onda de calor, não tinha ar condicionado nem ventilador. Então ela falou pra gente ir beber água, que ela já tinha gozado umas 3 vezes. Fomos rapidinho cozinha, e transei ela ali, encostada na mesa. ela ria, e às vezes ficava sem fala.
daí ela corre, foge, e vai pra cama dela. deita de lado. eu subo e meto de novo, e me viro pra chupar os peitos dela também. ela geme e grita pela primeira vez, e me fala que gozou de novo. fala isso porque tá pasma.

então eu tiro, e começo a apontar e empurrar no cu. devagar vai entrando, e ela não fala nada. nada mesmo. consigo enfiar tudo, só lubrificado pelo suor e pelo fluxo feminino, e meto bem fundo, mas ultra devagar. ela fala: "devagar, gato, ainda não sei se gosto". não falo nada e começo a bombar. é uma arte o cu quase virgem, tem que manejar com cuidado, bem devagar, e fazer ela se mexer mais que a gente. e deu certo. 20 minutos de bomba na bunda. ela começou a gritar, mas não era de dor, tava nas nuvens.

daí ela pede um descanso, e eu tiro com todo cuidado. limpinha, e a bunda dela aberta, dilatada, tão simétrica, meio vermelha, uma bunda naturalmente lisa e linda. por pouco não gozei dentro.

ela foi beber água, e eu saí pra ver ela andar pelada, e quando voltou falou: "sobe no sofá".
sentei, e ela sentou em cima de mim. começou a cavalgar que dava cãibra, e a se contorcer e gritar.
eu tinha que segurar a pica, porque tava saindo (não sou super dotado) e isso tinha que evitar.
então eu descansava, minha pica tava cada vez mais dura, e essa deusa do Olimpo tava fazendo todo o trabalho, com os peitos na minha cara e o cabelo preto na minha cabeça.
não sei quanto tempo ficamos assim, mas ela gozou e gozou. e eu me segurei como um campeão: "se não gozo, não tenho por que parar de foder".

porra, e ela chupa meus dedos, como se fossem paus, o que me mostra que fantasia com ménage. já vou tocar no assunto. cai saliva da boca dela. tá fora de si. chupo os peitos dela, o pescoço, a cara, ela chupa meus dedos, minha mão, e fode, e cavalga, e tá vermelha, roxa, sei lá. e Explode. Ela goza como uma gostosa, e sinto como se ela tivesse mijado.
Acabou sendo uma daquelas poucas mulheres capazes de fazer squirt, e fez isso de um jeito foda.
Ela me diz: "É assim que eu gozo. Te incomoda?" Não, gata, você me deixou louco de tesão, sou o homem mais feliz. Ver você aproveitar assim, uau, nem sei o que dizer!

Ela fica ali, sentada no meu pau, enquanto estamos molhados, unidos por todo aquele líquido quente, e a gente respira. Eu volto a mim, não gozei, e não sei se ela aguenta mais. Faço ela sair, coloco de quatro, e meto. Meto por dois minutos, tiro fora, e jorro nas costas dela 😃

Não preciso de mais detalhes, fomos tomar banho e já eram 17:45, transamos umas 4 horas, e meu corpo doeu inteiro até três dias depois.
Ela diz que só faz squirt quando se toca, porque é muito punheteira e se masturba muito, que sou um dos poucos caras que fez ela conseguir isso transando. Diz que tá doendo tudo, e que as pernas dela tão tremendo. E que quer que eu vá comer ela pelo menos uma vez por semana. Não sei como vou dar conta...
então
demorei 10 anos pra comer ela. juro que não era minha intenção 🙂

(agora, já peguei ela 3 vezes. acho que é a melhor head master que tem)

2 comentários - Com a gostosa - Por Ernesto

anfora
Lindo relato ernesto, sos profe?
no, pero estábamos en una escuela donde yo cursaba unas materias de un terciario, y ella también, a pesar de la enorme diferencia de edad, estábamos haciendo la misma carrera.