Por um bom tempo, acho que mais de um ano, eu olhava, admirava, fantasiava e queria conhecer a Denise. Ela é uma travesti que posta num site conhecido. Pelas fotos que já tinham me rendido centenas de punhetas, ela é muito feminina e tem uma pica descomunal de 20x5. Linda e perfeita. Daquelas que dá vontade de mimar, tocar e tirar fotos. Eu lia as experiências de outros caras no site e todos concordavam que ela era dominadora, super ativa, mas acima de tudo uma gênia na hora de te comer com um pau desse tamanho.
Eu hesitei mil vezes em ligar pra ela. Não sabia se ia aguentar tanta pica, já que as que eu tinha experimentado eram de tamanho padrão pra baixo. Mas como sempre, chega o dia em que o tesão fala mais alto que o medo.
Tendo saído mais cedo do trabalho, liguei pra ela. Atendeu uma voz de moça linda, me passou os preços e fui direto encontrá-la, no apê particular dela.
Caminhei pela rua Esmeralda, todo excitado, com a ansiedade de ver aquela pica que eu tanto tinha visto em foto. Toquei a campainha e subi direto no elevador. Ao descer, bati na porta e ela abriu na hora. Uma figura linda de 1,70. Pernas e peitos lindos e durinhos. Rosto bonito, igualzinho às fotos do site.
Ela me recebeu vestida de roupa esportiva. Gostei que não estava montada. Era ainda mais real. Me convidou pro banheiro, onde lavei minha pica, as bolas e o cu. Saí limpo, mas ainda vestido. Ela estava na cama, pelada, esfregando a pica mole que já era grande por si só.
Eu: "Uffff... isso é grande hein"
Denise: "Já te comeram alguma vez?"
Eu: "Sim"
Denise: "Então entra... tira a roupa"
Obedeci. Tirei a roupa e me aproximei dela e da pica mole dela. Coloquei na boca e rapidamente começou a endurecer. De longe, era a pica mais grande que já chupei na vida. Ovos enormes, lindos. Nada de pelo. Comecei a sentir ela ficar no auge do esplendor. Um pauzão enorme, com uma cabeça perfeita, um gosto delicioso. Ninguém no mundo deveria se privar disso. chupar uma rola assim.
Fiquei um tempão chupando aquele pedaço. Tentando engolir tudo. Lambendo essas bolas perfeitas. Chupando aquela cabeça. Eu engasgava e isso deixava a rola mais dura, e com minha baba ela ficava brilhosa e cada vez mais tentadora.
Chupei ela por um bom tempo. Até que ela me disse…
Denise: “Deita de barriga pra cima e coloca a cabeça pendurada na cama.”
Me ajeitei do jeito que ela queria, ela colocou a rola na minha boca e começou a foder minha boca com gosto. As lágrimas caíam, eu engasgava muito, de vez em quando tinha que tirar da boca pra respirar. Sentia a rola avançando sobre minha língua e entrando fundo na minha garganta. As bolas batiam no meu nariz. Quando tirava da boca, ela pegava e batia uma. A rola tava dura igual um cacete. Perfeita, cheia de veias.
Denise: “Quero te comer.”
Eu: “Espero que entre…”
Denise: “Vem, fica de quatro na beirada da cama e bota a bunda pra fora.”
Enquanto falava isso, pegava camisinha e lubrificante. Eu me ajeitei, botei a bunda pra fora. Tava entregue demais. Ela colocou a camisinha e lubrificou a rola. Passou mais um pouco no meu cu.
Eu: “Devagar, por favor.”
Enquanto eu falava, ela já brincava com a rola na porta do meu cu. Começou a empurrar. Mesmo estando muito tesuda, a rola dela tava meio dura, como sempre quando vão me comer. Acho que um pouco pelo medo de uma rola daquelas, meu cu fechou um pouco e, com a entrada da Denise, começou a arder e doer muito.
Eu: “Não, não, para, que tá doendo muito.”
Denise tirou na hora.
Denise: “Calma, relaxa. Eu encosto e você vai enfiando, ok?”
Eu: “Fechou.”
Ela encostou a rola na entrada do meu cu dolorido, que se recusava a ir embora sem ser bem comido. Devagar, ela começou a empurrar pra frente, enquanto eu empurrava pra trás. Aos poucos, entrou aquela porra de pica enorme. Quando tava tudo dentro, dava pra sentir até o fundo. Nunca uma rola tinha chegado tão longe.
Ela começou a me comer devagar, pra eu dilatar. Aos poucos, foi aumentando. velocidade. Acho que foi a primeira ou segunda vez que não me toquei enquanto me comiam. Meu pau foi ficando duro, mas não completamente. Resisti à tentação de me masturbar, mais uma vez. Senti que as investidas dela estavam mais rápidas e profundas. Eu comecei a empurrar pra trás, então sentia ela ainda mais fundo. O prazer me invadia em ondas.
Eu: “Para, para, que não quero gozar”
Me joguei pra frente pra que o pau dela saísse do meu cu, e me masturbei um pouco.
Denise: “Quer continuar?”
Eu: “Sim”
Enquanto falava isso, entregava a bunda e parava de me masturbar. Ela colocou de novo, agora sem problemas, entrou perfeito. Eu sentia o cu aberto, e ela me comia forte e firme. De novo as ondas vinham. Eu me segurava pra não gozar naqueles momentos, e eu não queria gozar. Parei de novo e tirei o pau dela do meu cu. Ela foi pro banheiro tirar a camisinha.
Esperei ela com o pau duro na cama. Ela se aproximou e me ofereceu o pau dela pra chupar. E foi o que fiz. Chupei por um bom tempo enquanto me masturbava. Naquele boquete, a tesão me venceu e eu gozei.
Sem dúvida foi a primeira grande trepada que levei. Uma das que mais curti até aquele momento. E com certeza, mas com certeza, o maior pau que já comi.
Esse relato é baseado numa história real!
Eu hesitei mil vezes em ligar pra ela. Não sabia se ia aguentar tanta pica, já que as que eu tinha experimentado eram de tamanho padrão pra baixo. Mas como sempre, chega o dia em que o tesão fala mais alto que o medo.
Tendo saído mais cedo do trabalho, liguei pra ela. Atendeu uma voz de moça linda, me passou os preços e fui direto encontrá-la, no apê particular dela.
Caminhei pela rua Esmeralda, todo excitado, com a ansiedade de ver aquela pica que eu tanto tinha visto em foto. Toquei a campainha e subi direto no elevador. Ao descer, bati na porta e ela abriu na hora. Uma figura linda de 1,70. Pernas e peitos lindos e durinhos. Rosto bonito, igualzinho às fotos do site.
Ela me recebeu vestida de roupa esportiva. Gostei que não estava montada. Era ainda mais real. Me convidou pro banheiro, onde lavei minha pica, as bolas e o cu. Saí limpo, mas ainda vestido. Ela estava na cama, pelada, esfregando a pica mole que já era grande por si só.
Eu: "Uffff... isso é grande hein"
Denise: "Já te comeram alguma vez?"
Eu: "Sim"
Denise: "Então entra... tira a roupa"
Obedeci. Tirei a roupa e me aproximei dela e da pica mole dela. Coloquei na boca e rapidamente começou a endurecer. De longe, era a pica mais grande que já chupei na vida. Ovos enormes, lindos. Nada de pelo. Comecei a sentir ela ficar no auge do esplendor. Um pauzão enorme, com uma cabeça perfeita, um gosto delicioso. Ninguém no mundo deveria se privar disso. chupar uma rola assim.
Fiquei um tempão chupando aquele pedaço. Tentando engolir tudo. Lambendo essas bolas perfeitas. Chupando aquela cabeça. Eu engasgava e isso deixava a rola mais dura, e com minha baba ela ficava brilhosa e cada vez mais tentadora.
Chupei ela por um bom tempo. Até que ela me disse…
Denise: “Deita de barriga pra cima e coloca a cabeça pendurada na cama.”
Me ajeitei do jeito que ela queria, ela colocou a rola na minha boca e começou a foder minha boca com gosto. As lágrimas caíam, eu engasgava muito, de vez em quando tinha que tirar da boca pra respirar. Sentia a rola avançando sobre minha língua e entrando fundo na minha garganta. As bolas batiam no meu nariz. Quando tirava da boca, ela pegava e batia uma. A rola tava dura igual um cacete. Perfeita, cheia de veias.
Denise: “Quero te comer.”
Eu: “Espero que entre…”
Denise: “Vem, fica de quatro na beirada da cama e bota a bunda pra fora.”
Enquanto falava isso, pegava camisinha e lubrificante. Eu me ajeitei, botei a bunda pra fora. Tava entregue demais. Ela colocou a camisinha e lubrificou a rola. Passou mais um pouco no meu cu.
Eu: “Devagar, por favor.”
Enquanto eu falava, ela já brincava com a rola na porta do meu cu. Começou a empurrar. Mesmo estando muito tesuda, a rola dela tava meio dura, como sempre quando vão me comer. Acho que um pouco pelo medo de uma rola daquelas, meu cu fechou um pouco e, com a entrada da Denise, começou a arder e doer muito.
Eu: “Não, não, para, que tá doendo muito.”
Denise tirou na hora.
Denise: “Calma, relaxa. Eu encosto e você vai enfiando, ok?”
Eu: “Fechou.”
Ela encostou a rola na entrada do meu cu dolorido, que se recusava a ir embora sem ser bem comido. Devagar, ela começou a empurrar pra frente, enquanto eu empurrava pra trás. Aos poucos, entrou aquela porra de pica enorme. Quando tava tudo dentro, dava pra sentir até o fundo. Nunca uma rola tinha chegado tão longe.
Ela começou a me comer devagar, pra eu dilatar. Aos poucos, foi aumentando. velocidade. Acho que foi a primeira ou segunda vez que não me toquei enquanto me comiam. Meu pau foi ficando duro, mas não completamente. Resisti à tentação de me masturbar, mais uma vez. Senti que as investidas dela estavam mais rápidas e profundas. Eu comecei a empurrar pra trás, então sentia ela ainda mais fundo. O prazer me invadia em ondas.
Eu: “Para, para, que não quero gozar”
Me joguei pra frente pra que o pau dela saísse do meu cu, e me masturbei um pouco.
Denise: “Quer continuar?”
Eu: “Sim”
Enquanto falava isso, entregava a bunda e parava de me masturbar. Ela colocou de novo, agora sem problemas, entrou perfeito. Eu sentia o cu aberto, e ela me comia forte e firme. De novo as ondas vinham. Eu me segurava pra não gozar naqueles momentos, e eu não queria gozar. Parei de novo e tirei o pau dela do meu cu. Ela foi pro banheiro tirar a camisinha.
Esperei ela com o pau duro na cama. Ela se aproximou e me ofereceu o pau dela pra chupar. E foi o que fiz. Chupei por um bom tempo enquanto me masturbava. Naquele boquete, a tesão me venceu e eu gozei.
Sem dúvida foi a primeira grande trepada que levei. Uma das que mais curti até aquele momento. E com certeza, mas com certeza, o maior pau que já comi.
Esse relato é baseado numa história real!
2 comentários - Denise e meu primeiro pauzão