O que peguei na viagem do meu filho 2
Com o selo de marcar e morbo…
Olá a todos, galera porongueira, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim, com vocês… este, como todos meus relatos, é feito para vocês, para seu prazer, mas preciso esclarecer algumas coisas: muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras sim, outras são fantasias que eu tive ou alguém próximo a mim me confessou, outras são reais mas não minhas – relatos de outras pessoas que me confessam e no final eu convenço elas a me deixar publicar, claro com nomes e lugares diferentes para proteger a identidade delas. Por isso não digo quem é quem, qual é meu ou qual não é, qual é real e qual não é. Acho que isso deixa mais interessante e faz a gente pensar. São muitas histórias que tenho, mas pouco tempo para contar. Espero que as que posso publicar sejam do seu agrado. Sem mais a dizer, aproveitem.
Parei de me masturbar e levei a mão dela até a base do meu pau novamente, e sem parar de me olhar nos olhos, ela começou a enfiar toda minha pica na boca. No começo fazia devagar, depois começou a fazer mais rápido, mas mantendo uma velocidade constante que me derretia… ela já estava mais desinibida e mais liberada para seus prazeres. Meu pau era grande demais, a boca dela estava cheia da minha pica, de um jeito que quando ela enfiava, um pouco de saliva caía no chão. Ela não conseguia enfiar tudo, chegava até pouco antes da base, mas fazia de um jeito espetacular, sem nenhum tipo de remorso. Sem dúvidas, ela era uma mestra no boquete, com todas as letras, e dava para ver a fascinação que ela tinha por chupar meu pau. Ela enfiava minha pica o máximo que podia, voltava sem tirar da boca, meu pau estava quase todo coberto pela saliva dela. Mesmo com a água, era difícil enfiar tudo, mas eu estava determinada a engasgar ela com ele. A cara de esforço que ela fazia para conseguir chegar até aquele ponto do meu pau… Era algo que me comovia e excitava muito. O tamanho do meu pau era considerável, mesmo assim ela fazia.
—Agora você vai me chupar bem. —Eu disse. —Você faz bem, Carmen, continua assim.
Agarrei seu cabelo com as duas mãos, segurei firme e com certa violência comecei a guiá-la no seu trabalho de chupadora, enfiava sua boca com força no meu pau e a puxava repetidas vezes, eu gemía constantemente enquanto seus engasgos começavam a ficar cada vez mais sonoros. Ela se esforçava para arrancar meus gemidos, eu por outro lado curtia e adorava aquilo.
—Ah, ah, ah, ah, ah, ah, haaaaa… assim, assim, assim, assim, é assim que você faz bem, Carmen. —Eu dizia excitado. —Aaay sim, que bom que você chupa, puta, você gosta de pau, não é, puta?
Apertei com ainda mais força seu cabelo e com violência a levei até a base do meu pau, os engasgos se tornaram constantes nela, que não conseguia aguentar aquele pau tão grande na sua garganta, eu por minha parte gemía como nunca, ela emitia sons de sufocamento constantes e cada vez mais fortes e tentava se soltar usando as mãos, o que foi novamente inútil, ela batia em mim com as mãos, tentando se livrar do meu pau, mas foi uma tentativa falha, pude ver ainda um par de lágrimas escapando dos seus olhos.
—Aaaa sim, puta, muito bem até o fundo, chupa ele inteiro, vou encher toda sua boca. —Dei um par de tapas nela e depois a soltei.
Ela começou a respirar ofegante, limpou a boca com o braço e me olhou pedindo piedade, mas isso só estava começando, peguei seu cabelo de novo e fiz ela chupar meu pau outra vez.
—Agora quero que você mesma se masturbe. —Ela me olhou incrédula com o que eu disse, eu balancei a cabeça confirmando. —O que você ouviu. —Ela não dizia nada. —Sim… enfia, os dedinhos na buceta, assim você vai ficando molhada, Carmen. —E com o olhar fixo em mim, com um gesto de raiva, mas excitação também, ela fez.
—Não, por favor! —Ela disse aterrorizada, isso eu não entendi.
—Eu disse para fazer!… É para o seu bem, assim… Vai doer menos. - Olhei para ela, que parecia um pouco irritada com o pau na boca, ela demorou mas no final fez exatamente como eu disse, levei a mão dela entre as pernas e ela começou a acariciá-las.
— Muito bem, putinha, assim que eu gosto.
Continuei fazendo ela chupar meu pau, e fiz ela engolir tudo, decidi tirar depois de algumas mamadas, tirei meu pau da boca dela, ela exalou com dificuldade, estava ofegante, eu curtia o que via, era lindo tê-la à minha mercê.
— Sabe, você é boa nisso…! Talvez devesse se dedicar a isso, Carmen!? - Ela não respondeu nada, como era normal, eu sorri quando ela me olhou. — Tira os dedinhos da buceta e chupa eles, quero que prove, aposto que vai gostar. - Ela fez imediatamente, e eu a encarei fixamente. — Que tal?
— É, gostei. - Disse envergonhada. Depois disso comecei a me masturbar na cara dela, não demorou muito, eu já estava no meu limite. Peguei ela pelo cabelo com a outra mão, gozei na cara dela. — Não! - Ela reclamou.
— Ah sim, quero que você lamba os lábios e limpe a cara chupando tudo isso.
— Não, por favor. - Já não era a Senhora Carmen, arrogante e ranzinza, mandona, era Carmen a Submissa, a putinha.
— Será que é a primeira vez que engole?
— É! - Disse confessando, para mim era uma loucura, claramente tinha que ser a primeira vez.
— Bom, não é tão grave, você vai gostar, faz. - Ela balançou a cabeça negando, mas eu agarrei forte os cabelos dela.
Ela começou com suas mãos delicadas, limpando o sêmen do rosto e levando à boca, depois teve que chupar os lábios, o rosto dela estava pegajoso, não tinha sobrado muito de qualquer forma, a água tinha escorrido bastante, mas ela pôde saborear algo, e algo ainda mais importante, o rosto dela, dava pra notar que ela gostou da coisa, e como eu suspeitava que era a primeira vez, e ela mostrava essa expressão, era um bom sinal, mesmo que me desse nojo que essa boca tão doce, esses lábios tão… Mas essa noite sua mulher seria toda minha em todos os sentidos, isso só estava começando. Depois disso, eu só precisei encostar a cabeça do meu pau nela, e ela já começou a chupar sozinha. Minha pica entrou na boca dela muito fácil, ela estava quase dormindo, mas quando começou a lamber e chupar literalmente todo o meu leite, meu pau ficou duro de novo. Eu via ela engolindo a porra.
—É, gosta, né, sua putinha? —Ela não disse nada, a boca tava ocupada. Os olhos fechados, o cabelo colado no rosto, molhado. As mãos dela no meu pau e nas minhas bolas, acariciando. Eu gozei mais duas jorradas na boca dela e falei: —Não desperdiça nada, amor, nem uma gota dessa porra, ou eu te castigo! —Ela não falou, não me olhou, e continuou no que tava fazendo. Não perdeu nada. Quando terminou de mamar, ela mesma tirou meu pau da boca. Eu acariciei a cabeça dela, como um sinal de que ela fez bem. Parecia uma gatinha.
Peguei meu pau, todo molhado da saliva dela e da água do chuveiro, e comecei a bater na cara dela com ele. Ela ainda estava ajoelhada, ficou toda melada com a própria saliva. Ela fez uma cara de desgosto, mas eu fiz mesmo assim. Agarrei o cabelo dela de novo e levantei, ela ficou em pé, bem na minha frente.
—Bom, acho que já paguei a penitência. —Eu me surpreendi ao ouvir ela falar tão calma, depois de tudo. E o que mais me surpreendeu foi que ela ainda lembrava disso. Eu sorri.
—Ah, não sinto muito, Carmen, mas sua penitência por ser uma jogadora ruim ainda não acabou.
—Ah, não! —Ela arregalou os olhos. —Isso já acabou, você não pode me humilhar mais, sou uma mulher casada! —Ela soltou essa bobagem de novo.
—E carente. —Eu a abracei, colando o corpo molhado dela no meu. —Faz quanto tempo que não te comem, hein? Faz quanto tempo que não te dão uma boa fodida? Que não te fazem sentir mulher! Aquele corno do seu marido, tenho certeza que a rola não sobra!
—Para de insultá-lo, ele é um bom homem! —Ela disse, baixando a cabeça. E eu a tinha exatamente onde queria.
—E eu já te disse: uma coisa é ser um bom homem, e outra coisa é ser um amante. Isso não significa nada, vou te explicar… ser um bom amante é uma Coisa, ser um bom marido é outra. Eu sou um mau marido mas um bom amante, por isso me divorciei, e mesmo assim minha ex-mulher me procura de vez em quando. Carmen parecia não acreditar, mas é verdade. Sou um bom pai e um excelente chefe! Mas não sou um bom homem, nesse mundo tem de tudo, e isso não muda nada, você é uma mulher carente de carinho, de um macho de verdade, que te faça gritar, e eu te disse antes, te levarei ao Nirvana, hoje você não vai dormir, acredite, vou te comer até o amanhecer. Depois do que eu disse e da determinação das minhas palavras e do jeito fixo que eu olhava nos olhos dela, senti o corpo dela esquentar nos meus braços. Eu continuei com o que estava fazendo.
Virei ela e sua bunda maravilhosa ficou bem na minha frente, dei umas palmadas naquele rabo redondo, ela gemeu, e isso me deixou ainda mais excitado, ela se apoiou na parede do banheiro com as duas mãos, eu com meus pés abri um pouco as pernas dela, no melhor estilo dos policiais, já não aguentava mais de vontade de comer aquele rabo, e então apertei e belisquei repetidas vezes, abri as nádegas e me inclinei um pouco, podia ver sua buceta grande e suculenta, a coisa mais linda do mundo. A melhor bunda do mundo! Meu pau pedia aos gritos para enfiar nela.
Você não tem ideia do que vou fazer com você, mas acredite, você vai gostar de verdade! Agarre seus dois braços por trás das costas e comecei a dar palmadas nela com muita força.
Por favor não, não faça isso. Ela suplicava. Haaaa, Haaaaaa, Haaaaaa, Haaaa, ha, ha, ha, ha, hah, ha, ha, ha, haaaa, hooo… não ha, ha, ha, não, não, não, não, não, não, não…. Ha, ha, a não me bata, Dário, não, não ha, ha, ha, haaaaa não me bata.
Não faça o quê?! Perguntei me fazendo de bobo.
Já é suficiente, não me bata! Quase suplicando, quase chorando.
Isso é por dizer mentiras! Gritei, sem parar.
Mentiras. Repetiu.
Sim, por dizer que não quer.
Não quero isso. Disse soluçando.
Mente ainda mais. Continuei dando palmadas, soava duro pela água. Soava forte o Plact, consecutivo.
Haaaaa, ha ha ha, não, não, não, não me bate não não não por favor Dário chega não.
—Confesse seus desejos e eu paro.
—Não, não, não, ha ha ha ha ha ha ha!!!
—Até você falar direito e não com mentiras… eu sei que você quer que eu meta.
—Não! —Ela disse de novo com a voz assustada. —Ha haa haaa para haaa, ha, haaa não… dói. —Já tinha as grandes e redondas nádegas brancas bem vermelhas. E a minha mão doía, eu tinha uma mão grande e dura, pra ela devia doer muito, sem eu me esforçar muito.
—Claro que dói. —Falei calmo.
—TÁ BEM!… eu admito, sim, eu gosto, e sim, eu quero que você me coma, sim, eu gosto, e sim, meu marido não me faz amor há anos, e sim, eu quero me sentir amada e desejada por um homem, mas por favor não me bate. Dos olhos dela notei umas lágrimas saindo, talvez uma mistura da dor que sentia mais a confissão, aquilo vinha do fundo do coração.
—Você quer que eu te coma. —Falei baixinho.
—Sim. —Ela disse finalmente, como se saísse do mais profundo do coração.
—Até o amanhecer.
—Sim. —Ela falou suave.
—Nesse caso… Hoje eu vou arrombar seu cu, me escutou?! Vou arrombar seu cu, e fazer você gritar, como ninguém na sua vida vai fazer de novo, você não vai conseguir sentar de tanto que vou te comer! —Ela se assustou e se virou automaticamente quando eu disse isso. E quando olhar pro seu marido vai sentir raiva porque ele nunca vai te dar o que eu vou, você vai ver, no final vai pedir gritando.
—Não por favor, a bunda não. —Ela disse assustada. E como imaginei, se ela não tinha engolido quando chupava, era óbvio que muito menos pela bunda.
—Shhh cala a boca, puta, você já falou, então vou te dar. —Ela se virou pra me olhar na cara, tava aterrorizada.
—Eu te imploro não…
—Falei cala a boca! —Falei dando um tapa nela. —Você vai voltar pedindo pra eu arrombar de novo, com um por favor incluso, você vai ver.
—Não! —Ela negava com a cabeça, mas tudo já tava decidido.
Virei ela de novo pra ficar de frente pra mim, agarrei Beijei seu rosto, beijei com paixão, enfiei minha língua até não aguentar mais, foi divertido, coloquei ela de volta na posição, de costas para mim, continuei assim, apertei com força suas nádegas avermelhadas. Ela olhou para mim por cima do ombro e seus olhos suplicavam 'por favor...!' Eu ignorei completamente. Algo extraordinário que aumentava minha vontade de comê-la era sua bunda linda, comecei a acariciar seu ânus, seu buraquinho suavemente com as pontas dos dedos, sentia ela tremer ao meu toque, mas contive meu desejo, queria aproveitar todos os sentidos.
--Mmmm, olha só o que temos aqui. -Abri suas duas nádegas e me deparei com a preciosidade, seu ânus e sua buceta totalmente perfeitos.
--Isso é lindo. -Peguei sua bolsa.
Essa putinha que tinha caído do céu, tudo graças a essa viagem do meu filho, eu devia dar um prêmio pra ela depois, com certeza. Abri suas nádegas e ela reclamou, vi aquele rabo, aquele buraquinho, tão lindo.
--Por qualquer ângulo que se olhe é simplesmente lindo seu cuzinho Carmen, sabia? ... que coisa linda. -Ao mesmo tempo levei minha mão até sua buceta, que estava bem molhadinha, de excitação e da água, tanto fazia naquele momento, enfiei um dedo e comecei a massagear.
--Aaaay para, haa, ha, ha, ha, ha, ha Darío por favor para. -Dei uma palmada forte na sua bunda.
--Haaaaaaaaaaaaa. -Ela gemeu com minha carícia, era isso que eu queria, preparando o terreno para a verdadeira diversão.
--Mmmm, você tá bem molhadinha, né Carmen? Ou devia dizer que você tá molhadinha, putinha... Parece que tá gostando! -Continuei meu trabalho manual, massageei bastante aquela buceta, era uma vagina perfeita, moldada de um jeito incrível. De vez em quando conseguia ouvir uns gemidos ou sons baixos da Carmen.
--Ah, ah, ah, haaaaa, haaaaa, aiiiiii, haaa, haaa, haaa, haaaa, haaa, ha, ha, ha aii, aii, ha, ha, aii, ha, ha, ha, ha, ha, aii, ha, aii, ha.... Aii, aii aiiiiii, aiiiiii, haa, aii, haaaaa... Mmnnn, Mmnnn.... Haaaaaaaaaaaa. -Ela gemeu, sua buceta rapidamente ficou encharcada, sua buceta pulsava. Jatos de vez em quando, me surpreendeu que só de tocar ela já estava ficando molhada e tão quente.
— E aí, putinha, gosta que acariciem sua buceta? — Comecei a aumentar a velocidade dos movimentos e os gemidos começaram a ficar mais intensos.
— Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, aaaaaah, Mmmmnnnnnnn.
— Agora vamos ver se você gosta disso. — Tirei minha mão, estava encharcada, mas não fiz nada com ela, automaticamente levei até seu cu e bem devagar comecei a introduzir.
— Aaaaai, Aaaai para, por aí não, por aí não. — Ela tentou sair, mas eu impedi, continuei metendo e tirando meu dedo constantemente. — Para! Para por favor, está doendo!
— Cala a boca! Sei que não estou te machucando, então aproveita.
— Não é verdade haa, ha, ha, haaaaaa.
— Não fiz nada, relaxa.
— Haaa, haaa, haaa ai não ha, ha, haaaaa, ai! Ai!! Ai!!! Não, não nãooooooooo haaaa, haaa, haaaa, haaa, haaaa, ha, haaaa, ha, ha, haaa, ha haaa, haaaa, ha, ai, ai…!! — Com uma das mãos, segurei firme as duas mãos dela para que não se mexesse, era desconfortável, mas eu tinha mais força que ela. — Haaaaaaaaaaaaaaaaaa. — Ela soltou um gemido forte e começou a gozar, o jorro caiu no meu peito, foi mais intenso, sua buceta se abria e fechava no ritmo da respiração pesada, eu com as pontas dos dedos continuei, com meu pau ardendo.
— Viu que você queria, precisava disso, você mesma disse, fazia anos que não fazia.
Conseguia sentir o cheiro facilmente… Cheirei seu aroma, o aroma de uma mulher pedindo pau, pedindo carne, com meus anos de experiência isso era óbvio, e eu daria a ela, estava à minha mercê. Tinha que tê-la agora, meu pau já doía, latejava.
— Agora se prepara porque vou te dar o que você quer, o que deseja, o que o corno do seu marido não te dá, vou te deixar de cadeira de rodas, te levo ao céu e depois ao chão, vou te fazer gritar como nunca! — Minha excitação crescia cada vez mais. Ela ainda estava deitada no chão do banheiro. Eu a levantei do chão, segurando seus ombros, e ela já assumiu que estava entregue e que eu ia fazer o que quisesse com ela, qualquer coisa que eu desejasse. Me aproximei massageando meu pau, virei ela de costas, me abaixei e novamente abri suas nádegas, e assim comecei a chupar com vontade sua buceta linda, era uma delícia, a coisa mais gostosa do mundo, deixei bem ensalivada para facilitar a entrada e saída do meu pau.
—Haaaa, ha, haaa, ha, haaaa, Mmnnnns, Mmnnnns, Mmmmm, Mnnn, Mmnnnn, ha, haaaa, haaa ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, haaa. —Ela gemía, não me dizia nada, não pedia para parar, só gemía.
—Vou te comer assim, de pé, e quero te comer bem gostoso, então se prepara.
Ela não respondeu.
Diante dos meus olhos estava a melhor bunda do mundo, olhei pro meu pau, estava enorme, rapidamente coloquei uma camisinha que tinha guardado, cuspi cuidadosamente e com minha mão espalhei toda a saliva ao longo dela, segurei a base com uma mão e abri suas nádegas com a outra e assim enfiei muito cuidadosamente a cabeça do meu pau na sua vagina deliciosa.
—Haaaay cuidado, por favor. —Ela conseguiu dizer. —Ha, ha, haaaa, ha, haaaaa, ha, haaaa, ha, ha, haaaa… —Não tinha feito muito e ela já estava gemendo, tinha acabado só com meus toques, estava muito quente, ela precisava mais do que eu.
—Uuuuuf, que buceta gostosa que você tem! —Lentamente enfiei o resto do meu pau na sua vagina com minha mão na sua cintura, soltando junto um suspiro longo.
—Aaaaaaaaaaaaay siiiii. —Ela disse. —Já estava se comportando como a putinha que era.
Ela respondeu com gemidos baixos e curtos, tinha as costas arqueadas de novo, o que fazia sua bunda poder ser aberta de um jeito mais bonito. Comecei a me mover pra dentro e pra fora repetidas vezes, primeiro devagar e depois cada vez um pouco mais rápido, seus gemidos e os meus começaram a crescer, estava comendo ela de pé, não é meu jeito preferido de transar. alguém, acabei me cansando rápido, mas não tinha outra opção, no chão do banheiro dos motéis eu podia pegar alguma doença. Peguei com uma das minhas mãos bem forte o cabelo dela e puxei pra mim, enquanto com a outra agarrava firme a bunda dela.
—Aaaaah Aaaah assim, você gosta que eu te coma?
—Haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haa, haaaa, ha, haaaa, haaa. Ela só gemía.
—Você gosta que eu te coma com esse pau?
—aaaaah aaaah aaaaay…. Ah, ahhhh, ah, haaaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaa.
—Me responde! Você gosta que um desconhecido te coma?
—aaaah, aaaah, haaaaaaa, haaaa, ha, haaaaa, ha, ha siiii, eu gosto que um desconhecido me comaaa. —Ela dizia, sem parar, agora ela estava se comportando como uma puta de verdade.
—Husss assim que eu gosto, puta. Eu disse. —A cem quilômetros do seu maridinho, eu tô te dando a foda do século, isso te excita, pode ser que ele esteja te colocando chifre nesse momento, ou pode que não, mas no final é o que é, um corno.
—Ha, ha, haaaa, haaa, haaaa, ha, haaa, ha, haaaa. —Ela não respondia, só gemía.
—Você gosta do meu pau, puta aaaah?! —Eu tinha que endurecer meu corpo, deixar ele rígido, e apertar os dentes pra falar.
—¡aaaah, aaay sii eu adoro seu pau! Ela gritou com força, estava se submetendo aos seus desejos.
—Melhor que a do corno do seu marido?
—Sim, melhor! Muito melhor haa ha, ha, ha, ha, ha haaaaaaaaaaaaa…. Aaah, aaaah eu adoro seu pau…. Ha, haaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, ha, haaaa... continua, continua, continua.
—Que puta que você é, meu Deus, como você gosta de pirocaaaaa!
A força e a rapidez com que meu pau entrava e saía da sua buceta já eram inimagináveis, uma coisa de louco, isso acompanhado pelos constantes e crescentes gemidos tanto meus quanto dela. Ela não fez nada, só continuou gemendo como a puta que é. Soltei o cabelo dela e ao mesmo tempo levei minhas duas mãos ao pescoço dela, que agarrei com pouca força, e nessa posição continuei metendo com muita rapidez e força.
—Me pede pau! —Eu disse.
—aaaah aaah me dá pau por favor, haaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha sim ha, ha, haaa… me dá mais… haaaaaaaaaaaaaaaa
—Me pede pra te dar mais forte! — repeti, apertando os dentes.
—Haaah me dá mais forte, me dá mais forte!… Eu sou… Eu sou… sou, sou toda sua, me dá mais, mais, maiss… haaaaaa sim que gostoso. — Ela estava tão louca que me surpreendeu. HAAAAAAAAAAAAAA…… ha, ha, ha, ha, ha que gostoso ha, haaaa, haaa, haaa, haaaa, ha, ha, haaaaa.
Automaticamente, pelo nível de excitação, ela abriu as pernas sozinha, me afastei do pescoço dela e juntei suas pernas de novo para que meu pau ficasse mais apertado e ela sentisse mais prazer, ver sua bunda de cima fez aumentar minha velocidade. Seguimos assim por um tempo, não sei quanto, eu apertava os dentes e a agarrava bem forte, enquanto ela gemia como uma louca, mais e decidi mudar de posição, tirei meu pau e ambos soltamos um gemido de satisfação.
—¡HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! — Soltamos os dois quando gozamos, foi uma loucura, não sei quanto tempo ficamos transando ali, mas foi excitante.
Me afastei um pouco dela enquanto descansava e pegava ar, com minhas mãos apoiadas na parede, ela na minha frente no chão. Eu saí do banheiro e me sentei num móvel que tinha no quarto. Ela saiu do banheiro, depois de uns minutos, saiu, encharcada, não tinha se enxugado, estava me olhando, não disse nada, eu não disse nada. Sozinha, ela mesma colocou meu pau na sua buceta, incrivelmente, e logo depois começou a pular, enrolou meus braços no pescoço, devorava meu pau sentando.
—Haaaaaaaaaaaaaa. — Ela soltou quando meu pau entrou completamente dentro dela.
Enquanto obviamente gemia e mantinha os olhos fechados para conseguir aguentar o prazer, pulava no meu pau bem rápido, mas fazia muito bem, só o, PLAC, PALC, PALC, PLAC, PALC, PLAC. Se misturava com seus gemidos. PLAC, PALC, PALC, PLAC, PALC, PLAC…
—HA, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, Haaaaaaaaaaaaaa, HA, HA, HA, HAAAAAAAAAAAA. Eu segurei ela pela cintura com minha mão pra ela não cair, ela continuou com o que estava fazendo, balançando aquele bumbum no meu pau, pulando nele. Entre gemidos e pulos, ela sentou completamente em mim, deixando meu pau 100% metido na sua buceta, abriu os olhos e me olhou bem sensual, mordendo o lábio inferior e começou a rebolando aquele rabinho com meu pau dentro dela, acompanhado de gemidos longos e sensuais. Nesse ponto eu não fazia nada, só curtia, era como se algo dentro dela tivesse despertado, que era exatamente o que eu queria que despertasse.
--Mmmmmmm, hummm… haaaa, ha, haaaa, haaa, ha, haaa, haaaa, haaaa, ha, ha, ha, ha, ha…. gostoso ha, ha, haaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. -Ela crava o olhar em mim e eu nela, naquele momento eu soube que ela estava entregue e que na verdade estava gostando de ser comida por mim, depois de um tempo rebolando. --Ha, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaa, haaaa, ha, haaaa.
Enquanto ela pulava no meu pau, eu devorava seus peitos, seus deliciosos mamilos eram minha propriedade agora, eu apertava, saboreava e puxava o quanto quisesse, era divino o que ela fazia, eram duros e macios ao mesmo tempo, ela só gemida, não reclamava quando eu beliscava seus mamilos, eram de um rosa forte, sua auréola era grande e seus mamilos, estavam bem, bem durinhos.
--Ah, ah, ah, aaaah, ah, aaah, ah, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaa, ha, haaaa, haaaa, haaa, haaaaa, haaaaaaaaaa, haaaaa, haaa, haaa, haaa, haaa, haaa, haaa, ha, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha haaaay Deusssss ha, haaaa, ha, haaaaa deusssssssssssssssss ha, haaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaa, haaaay, haaaay, hay, haaaa, haaaa, haaaaay, haaaay, haaaaa haaa, Munnnnn. -Ela gemida como louca, eu faria o mesmo se não tivesse minha boca ocupada com seus peitos,
--¿mmm você adorou, né? ¿Já assumiu? -Ela não disse nada e continuou dando. Ela me olhou com um sorriso no rosto, o que despertou novamente minha violência. Levantei com ela no meu pau, ergui-a e a estampei contra a parede. Ali, segurando-a em meus braços, comecei a meter cada vez mais forte. Agora era eu quem controlava a situação.
— Aaaah, aaaah, para, por favor — ela me suplicou. — Vai me matar, vou desmaiar.
Eu soltei uma risada, mesmo cansado e com todo o corpo rígido, os músculos do meu rosto se moveram. — Haaaa, haaaa, haaaa, haa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaa, haaaaa.
— Toma, puta, toma! Isso é o que você merece… Dá pra ver que não te trataram bem ultimamente, não te deram o que você merece. Seu maridinho não te come direito, nem deve tocar em você, isso é óbvio. Você não vai desmaiar, isso é só prazer, o prazer que satisfaz uma puta como você.
— Nãããão! — Ela gritou, não sei com que intenção, se era para negar o que eu dizia ou por outra coisa. Haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, ha, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaaaa.
Ela fechou os olhos novamente e gemeu enquanto eu apertava os dentes, beijava seu pescoço enquanto a fodia com loucura. Continuei fazendo ela se mover, pular no meu pau. Ela me abraçou mais forte, cravando as unhas no meu pescoço. Perdoei aquilo, porque estava me dando do jeito que eu queria.
— Aaaay, para, você vai me machucar — ela disse. — Ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaa, ha, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaaaa, haaaa, haaaaaaa, haaaaaaa, haaaaaaaaaaaaa.
— Ssssshhh, cala a boca e continua sendo comida — respondi, aumentando a velocidade.
— Haaaaah aaaah… ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaaa, haaaaa, haaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaa, ha, haaa, haaaa, haa, haaaa, hoooo, ho, hoooo, hooo, hooo, ha, ha, ha, haaaa, haaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, dói, ha, haaaa, haaaa, ha, haaa, Deus, Deus, Deus… Haaaaaaaaa, ha, haaaa, ha, haaa, haaaa, haaaa, Haaaaaaaaa.
— O meu pau é maior que o do seu marido não? - Perguntei.
-- Aaah aaah… Ha, haaa, ha, haaa, haaaa… Ha, haaa. - Ela não respondia.
-- Me responde, sua vagabunda barata, é maior?
-- Sii aaah é muito maior. - Ela me disse no final. -- Haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaa, haaa, ha, haaaa, ha… muito ha, haaaa, ha, haaaa muito, ha, haaa, ha, haaaa, haa, haaaaa… muito maior ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaa.
-- Qual você gosta mais?
-- A sua eu gosto mais aaah a sua. - Ela gemeu como uma louca. -- A sua, Deus… é maior ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaa, haaaaaaaa.
-- Você é muito vagabunda, mas toma, fode com a minha pica, é mais grossa não?
-- Sim, é muito grossa. - Voltei a beijar seu pescoço para depois beijar seus peitos enquanto a fodia com mais violência. Haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaa, haaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. Terminei gozando de novo e uns segundos depois ela gozou também, eu a soltei e ela caiu no chão, no tapete do quarto.
Ela se contorcia de prazer no chão. Tirei minha pica da sua buceta, assim que ela caiu, estava toda encharcada com os fluidos da Carmen, me ajoelhei diante dela, ela me olhou ainda respirando pesadamente.
-- Agora vira de costas e fica de quatro. - Ela obedeceu na hora, virou e deixou sua bunda contra minha pica, se colocou na posição de cachorrinha e virou a cabeça para me ver.
-- Sabe o que vem agora, vagabunda?
-- O que vem, Dário? - Disse realmente perguntando com sinceridade. A ingenuidade dessa mulher era uma loucura.
-- Vou arrombar bem, bem esse rabo lindo que você tem. - A cara que ela fez foi incrível, mas eu sorri acariciando suas nádegas.
-- Não, não, por favor vai doer, pela bunda não. - Ela me pedia quase aos gritos.
-- Diga o que quiser, mas isso não muda, vou te foder por esse cuzinho lindo.
-- Tenha piedade por favor Dário, não por aí, vai doer. - Eu adorava como ela me suplicava.
Olhei para minha pica e cuspi nela, espalhei a saliva com minha mão por todo o comprimento e largura, depois aproximei minha boca do seu cu e comecei a chupar, enchi de saliva, dava pra ouvir uns gemidos e dava pra notar que a Carmen levantava um pouco os pés quando eu fazia isso, me afastei de novo e enfiei meu dedo indicador de volta no cu dela
—Aaaaaaaai! —Ela soltou um grito forte.
Ela gritava, meu dedo massageava constantemente o interior do cu dela que era bem apertado e quentinho. Levantei a perna dela, queria fazer uma posição que era uma das minhas favoritas.
—Antes de rachar esse rabo… subi a perna dela no meu ombro. —Ela me olhou surpresa, virei ela e foi isso. E comecei a me mover rápido sem parar, ela não falava nada, mordia os lábios, dela só saíam os gemidos.
—Ah, aaaah, aaah, ah, aaaah, ah, aaaah, ah, aaah, ah, aaah, aaaah, ah aiiiiii, haaaa, ha, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaai, haaaa, haaa, ha, haaa Deus haaaai Deus ha, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaaa….. Ah, aaaah, haaaa, haaaa, ha, ha, haaaa, ha Deus…. ha, haaaa, ha, haaaa, ha, ha….haaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaa Deusssssssss haaaaaaaaaaaaaa. —O último foi um gemido forte que ela soltou.
Quando ela terminou de gozar, eu soltei a perna dela, eu tinha gozado também, tava cansado sim, mas a vontade de foder aquele cu era ainda maior… não podia desistir agora de comer aquele rabo, tinha que ser meu, tinha que rachar agora. Depois de um tempo em que a gente respirava ofegante, eu peguei força e falei.
—Arqueia mais um pouco as costas que vou aproveitar esse cu. —Cuspi no cu da Carmen e peguei na base da minha rola, ela tava vendo o que eu ia fazer.
—Para, por favor. —Ela falou assustada. —Não, por favor, Dário, não por aí, não.
—Shhh. —Acalmei. Dei um tapa na bunda com uma mão, pra ela entender que, mesmo depois de soltar as amarras, ela ainda tava sob meu controle. Com a outra mão agarrei o quadril dela e aproximei a cabeça enorme do meu pau do cu dela, e aí comecei a pressionar, a Carmen desviou o olhar pra frente e fechou os olhos forte, fazendo uma cara de dor enquanto se debatia um pouco e depois de alguns segundos depois de pressionar minha cabecinha da glande, entrei na sua bunda linda.
--¡¡¡AAAAAAAAAAY TIRA, TIRA AGORAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA DOI, DOI, DOI, DOI, DOI!!!
--Aaaaaaah uf, no começo vai doer, mas depois você vai vir pedir pra eu fazer de novo, você vai gostar, putinha. -Ela mantinha os olhos fechados e a carinha franzida de dor, se virava de vez em quando pra olhar. Meti até a metade do meu pau na sua bunda linda.
--¡¡¡NÃO, DOI MUITO NÃO, CHEGA, DOI MUITO!!!…….. ¡¡¡TIRA, TÁ ARDENDO!!! -Ela me olhava suplicando, mas já era tarde demais.
Eu não dei atenção aos pedidos dela. Estar dentro dela, num buraco tão apertado e quente, era o melhor. Comer essa mulher egoísta pelo cu, depois disso ela não ia ser tão metida e convencida na minha frente, porque saberia que eu estive lá e a peguei como quis. E esse era só um dos benefícios de comer uma mulher pela bunda. O final do jogo era o que eu mais queria, e consegui na primeira noite. O melhor era que podia repetir, porque sem dúvida ia se repetir no futuro. Tinha mais duas noites pra continuar com isso, pra terminar de tê-la pra mim. Segurei firme com as duas mãos nos seus quadris e empurrei até o fundo, meu pau ficando só com a virilha colada nas suas nádegas grandes.
--¡¡¡AAAAAAY TIRA, NÃO AGUENTO MAIS, HAAAAAA TÁ ARDENDO, TÁ ARDENDO, CHEGA POR FAVOR PERDOA HAAAAA ARDE!!! -Me surpreendeu que a dor era tanta que ela me pedia perdão, coitada. Mas já feito, feito estava, não ia parar.
--Isso só tá começando, agora você vai começar a gostar. -Devia ser horrível pra ela, porque deve ser doloroso ter um pauzão desses metido até o fundo no cu.
Mas pra mim era o melhor do mundo e não ia tirar. Assim mesmo, devagar, acompanhado de cuspidinhas suaves pra lubrificar, fui metendo e tirando meu pau grosso do cu da Carmen, que aos poucos foi cedendo. Ela por parte se retorcia de dor, e de fato soltou algumas lágrimas, porém seus gemidos de dor e prazer combinados me excitavam de uma maneira desproporcional.
—Ah, ah, ah, haaaa, haaaa, ha, ha, haaaa, aaah, aaaah, aaaah, ah, aaah, ah, aaah…. Hoooo, hoooo, ho, hoooo, aaaah, ah, aaaah, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haa hay haaaa, ha, ha, haaaaa, ho, ho, ha, ha, ha hoooo, hoooo, hoooo, hooo, haaaay, haaaay, ah haaaay, haaaay, haaaay, ha, ha, haaaa, hay, ah, hay, ha, hay, hoooo, ho, ho, hooo, hoooo…. haaa, haaa, haaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaa, haaaa, ha, haaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa….
Pouco a pouco, o prazer derrotou a dor e Carmen começou a curtir, voltavam a se ouvir os gemidos que ela soltava antes. Eu seguia com minhas investidas duras, fortes e rápidas, enfiava até o fundo e tirava um pouco só pra pegar impulso.
—Viu que eu tinha razão. —Disse. —Não pode simplesmente negar, sei que você gosta, fala.
—Haaaaaa, haaaa, haaaa, haaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, ha, haaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa.
—Vamos, fala, fala, diz que você gosta que eu te coma pelo cu.
—Aaaaaaah aaaaay… ah, ah, ah, ah, haaa, ha, ha, ha, haaa, haaa, haaa, ha, ha, ha, ha, haaaa, ha, ha, ha, ha. —Ela gemía, não me respondia, mas se movia ritmicamente e ela começava a mexer a bunda, por conta própria. Ha, ha, ha, ha, Deus… ha, haaaa, haaaa, ha, Deus… ha, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, Deus…. ha, haaaa, haaaa, haaaaaaaa… Deus ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaaa… Siiiiii.
—Você gosta que eu te estrague o cu?
—Siii aaah, aaah eu gosto. —Disse no final. —Eu gosto pra caralho haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaaa, ha, haaaa, haaa, haaaa, haaaaaa.
—Gosta do quê?! —Voltei a perguntar.
—Eu gosto que você me estrague o cu! —No final se confessou.
Agarrei seu cabelo com força e puxei, com a outra mão dava palmadas intensas, sua bunda ficou vermelhinha de tantas que dei, ela gemía descontrolada, e eu estava ainda mais excitado com a arrombada anal que estava dando. --Aaaaah me arrebenta o cu, por favor! Isso, assim, siiiim, siiiim, eu gosto ha, haaaa, haaaa, haaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaaa, ho, hoooo, ho, haaaaayyyyy, haaaay, haaaay, haay, eu gosto muito ha, ha, haaaa, me arrebenta haaaa, ha, haaaa, haaaaa… que gostoso, siim, ha, haaa, ha, haaaa, haaaa, ha, ha, haaaa, haaaaa…. Haaaa, haaaa, haaa, haaaa, haaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaa, haa, haaaa, haaaa, aaaaay. --Toma! Toma! Toma! Tirei meu pau depois de um tempo, apoiei entre as duas nádegas dela e comecei a esfregar, enquanto cuspia nela, depois me aproximei e desamarrei suas mãos, voltei à minha posição e continuei metendo com tudo, de maneira rápida e forte, seus gemidos não demoraram a voltar. Me surpreendia que ela mesma me pedisse, mas era claro que ela já estava nas minhas mãos, a coitada, fazia as coisas que eu queria sem eu nem precisar perguntar, ela fazia. Por exemplo, levou a mão até a buceta e começou a se tocar, enquanto eu a fodia pela bunda, eu não parava meus movimentos, continuava puxando seu cabelo e dando palmadas. Pouco tempo depois, se ouviu. --Aaaaay Aaaaaahh não aguento maaais! -No mesmo instante, uma enxurrada de gozo jorrou da sua buceta, Carmen tinha gozado, e muito. Haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaaaa, haaaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaaaa. --Aaaaah, você gosta que eu arrebente seu cu, gosta de ser tratada como a puta que você é, não é? --Siiim aaah, eu adoro! -Disse ofegante, juro que ela quase sorriu. --Você é uma puta das boas. -Isso me deixou com muito tesão e fez eu meter com toda minha força. Suas pernas começaram a tremer e logo ela cedeu, ficando deitada de bruços no chão. --Aaaah, agora você que decide as posições? Bom, vou te foder com força contra o chão. Deitei em cima dela, abri suas nádegas e enfiei meu pau de novo no seu cu, tanto eu quanto ela gememos de satisfação e prazer. Voltei ao ritmo com que estava fodendo ela antes, seus gemidos voltaram como os de uma loba no cio. —Você entrega essa raba pro seu marido?
—Não, nuncaaa aaah, ah, haaaa, haaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa. Ha, ha, ha, ha jamais haaaa, haaaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaaa.
—Pobre corno, do que ele tá perdendo. —Disse quase rindo, mas não ri, na verdade já estava além do meu limite.
—Ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaaa, ha, haaaa, haa, haaaa, haaaaa… não aguento ha, ha, haa, haaaaaa, ha, ha, haaaaaa… gostoso demais ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, haaa, ha. —Ela estava totalmente entregue a mim.
—Que puta safada, escuta, de agora em diante você só vai entregar essa buceta pra mim, e pra mais ninguém.
—Sim ha, ha, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haa, aaaah, aaaah só pra você.
—Esse rabo é meu, tá me ouvindo?
—Só seu aaaaah seu e de mais ninguém. —Dizia entre gemidos. —Ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaaaa.
—Muito bem… Agora vem aqui que eu quero comer seu cu de novo.
Me levantei e ela automaticamente também apoiou os braços na cama, deixando sua bunda à minha disposição. Sem pensar duas vezes, enfiei meu pau de novo no seu cu e comecei a meter com força, arrombando bem o cuzinho dela sem piedade. Puxei seus braços para trás e me segurei neles para pegá-la com mais potência, fazendo com que ela arqueasse as costas e levantasse a bunda. E de repente, os gemidos da Carmen começaram a ficar cada vez mais constantes.
—Aaaaaah, Aaaaaaah, aaaaah, haaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaa, haaaa, haaaa, haa, aaaah, aaah, aaah, aaaaah, aaaah, aaaaah, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaa, ha, haaaa, haaa, haaa, haaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaaa, aaaah, aaah, aaaah, aaaah, aaaah, aaaah, aaah, ha, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, haaaaa, ha, haaaa, haaa aaah, aaaah, aaaah, aaah, aaah, aaaah, aaah, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaaaa, aaaah, aaaah, aaah, hoooo, hooo, hoooo, hooo, ho, hoooo, ho, hoooo, ho, hoooo, hooo, ho, hoooo, ho, hoooo, ho, hoooo, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaa, aaaah, aaah, aaah, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, aaaah, aaah, aaaah, aaaah, aaaah… haaaaaaaaaaaaa. -Gozei no seu cu, a sensação não era nova pra mim, mas sempre é como se fosse a primeira vez, quando é um cu diferente. Ela arqueou as costas e gemeu com vontade, eu não parei, mesmo quando minhas pernas tremiam, não queria parar. Queria ver até onde podia chegar. –Haaaaaaaaaaaaaa, ah, aaaaah, ah, aaaah, ah, aaaah, aaaah, aaaah, ah, aaaaah, haaaa… ha, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaa, haaaaaa…. Deus ha, ha, ha, haaaa, ha, ha, haaaa, haaaa, haaa, ha, haaaa, ha, ha, haaaa, haaaa, ha, haaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha haaaa, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
—O que foi? — perguntei, apertando os dentes. Depois de um tempo, ela ofegante falou.
—É… É… é que você tem o pau muito grosso.
—E daí?
—Você tá destruindo minha bunda.
—Vamos continuar então.
—Espe… Haaaa, haaa, haaa, haaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, aaaaay aaaah. —Ela virou o rosto, nos beijamos mais uma vez e, num momento, senti que não aguentava mais. —Haaaaaaaaaaaaaaaaaaa
—Ajoelha, puta, que vou te dar o leite. —Ela seguiu minhas ordens e se ajoelhou bem na frente do meu pau, fazendo uma cara de puta terrível que me matava de tesão, comecei a me masturbar pra poder encharcar toda a minha porra na carinha dela. Quer?
—Siiim, me dá. —Nossa, ela era mesmo uma puta.
—Me pede direito, puta. --Me dá todo o leite, por favor, me dá tudo. --Ela suplicou.
--Então me masturba. --Eu me sentei na beirada da cama, e a puta se ajoelhou na minha frente. Ela começou a me punhetar suavemente enquanto encarava meus olhos com uma cara de vadia que me deixava louco, acompanhada de frases como:
--Me dá tudo… me dá tudo. --Dizia aquela vadia.
Sem parar de me masturbar, ela acariciava minha perna com a cabeça e, logo depois, enfiou minha glande na boca por um tempo e começou a chupar sem que eu pedisse, o olhar dela continuava fixo em mim. Ela brincava com a linguinha em toda a minha glande, depois de alguns segundos de contato entre a língua da Carmen e minha glande, ela se afastou do meu pau e me disse enquanto me masturbava:
--Vai, Darío haaaaaa! Me dá o leite, tô com muita fome. --Ela tinha virado uma puta, a senhora arrogante, depois que eu tinha arrombado o cu dela, era como se fosse outra personalidade.
--Quer o leite, vadia?
--Sim, quero tudo. --Ela me disse com desespero nos olhos.
--Onde você quer? (com a voz falhando e ofegante de excitação)
--Na cara. --Agarrei meu pau e, com a calcinha ainda nela, balancei por mais alguns segundos, tirei a camisinha e joguei na cara dela e, depois de um tempo, não aguentei mais.
--TOMA!
Uma quantidade inimaginável de porra jorrou do meu pau grosso, nem eu acreditava, era jato atrás de jato de leite sem parar. Ao sair o primeiro jato, Carmen fechou os olhos e a boca, deixando toda a porra encharcar seu rosto lindo, e eu, por minha vez, me dediquei a gemer e a ver como meu sêmen a engolia, o que dava, claro. Deixei até a última gota, sacudindo meu pau para sair tudo, continuei massageando meu pau mais um pouco e, depois de alguns segundos, ela abriu os olhos e fez uma cara sorridente e, entre risadas, disse:
--Nossa, quanta porra.
--Aaaaah, você mereceu, vadia. --Com a boca, limpou o que tinha ao redor e, com as mãos, o que tinha nos olhos.
--Opa, olha como ficou meu pau, vem aqui e me limpa. Ela se aproximou e, sem reclamar, limpou meu pau usando a boca. Eu não conseguia acreditar. Não só tinha transado com Carmen, uma mulher casada e com uma filha linda. Depois disso, ajudei ela a se levantar e disse:
— A noite ainda é jovem para desperdiçá-la. Eu disse que ia te comer até o amanhecer, e eu sempre cumpro minhas promessas.
Nem preciso dizer que foi o que fiz. Comi ela em todas as posições que me vieram à cabeça, não poupei nada. Sempre que estávamos exaustos, descansávamos um pouco, mas só um pouco para depois continuar. Fodemos como coelhos, sem parar até ficarmos completamente esgotados no dia seguinte. E no outro dia... bem, essa já é outra história que conto depois.
Fim da Segunda Parte
Continua…
Com o selo de marcar e morbo…
Olá a todos, galera porongueira, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim, com vocês… este, como todos meus relatos, é feito para vocês, para seu prazer, mas preciso esclarecer algumas coisas: muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras sim, outras são fantasias que eu tive ou alguém próximo a mim me confessou, outras são reais mas não minhas – relatos de outras pessoas que me confessam e no final eu convenço elas a me deixar publicar, claro com nomes e lugares diferentes para proteger a identidade delas. Por isso não digo quem é quem, qual é meu ou qual não é, qual é real e qual não é. Acho que isso deixa mais interessante e faz a gente pensar. São muitas histórias que tenho, mas pouco tempo para contar. Espero que as que posso publicar sejam do seu agrado. Sem mais a dizer, aproveitem.
Parei de me masturbar e levei a mão dela até a base do meu pau novamente, e sem parar de me olhar nos olhos, ela começou a enfiar toda minha pica na boca. No começo fazia devagar, depois começou a fazer mais rápido, mas mantendo uma velocidade constante que me derretia… ela já estava mais desinibida e mais liberada para seus prazeres. Meu pau era grande demais, a boca dela estava cheia da minha pica, de um jeito que quando ela enfiava, um pouco de saliva caía no chão. Ela não conseguia enfiar tudo, chegava até pouco antes da base, mas fazia de um jeito espetacular, sem nenhum tipo de remorso. Sem dúvidas, ela era uma mestra no boquete, com todas as letras, e dava para ver a fascinação que ela tinha por chupar meu pau. Ela enfiava minha pica o máximo que podia, voltava sem tirar da boca, meu pau estava quase todo coberto pela saliva dela. Mesmo com a água, era difícil enfiar tudo, mas eu estava determinada a engasgar ela com ele. A cara de esforço que ela fazia para conseguir chegar até aquele ponto do meu pau… Era algo que me comovia e excitava muito. O tamanho do meu pau era considerável, mesmo assim ela fazia.
—Agora você vai me chupar bem. —Eu disse. —Você faz bem, Carmen, continua assim.
Agarrei seu cabelo com as duas mãos, segurei firme e com certa violência comecei a guiá-la no seu trabalho de chupadora, enfiava sua boca com força no meu pau e a puxava repetidas vezes, eu gemía constantemente enquanto seus engasgos começavam a ficar cada vez mais sonoros. Ela se esforçava para arrancar meus gemidos, eu por outro lado curtia e adorava aquilo.
—Ah, ah, ah, ah, ah, ah, haaaaa… assim, assim, assim, assim, é assim que você faz bem, Carmen. —Eu dizia excitado. —Aaay sim, que bom que você chupa, puta, você gosta de pau, não é, puta?
Apertei com ainda mais força seu cabelo e com violência a levei até a base do meu pau, os engasgos se tornaram constantes nela, que não conseguia aguentar aquele pau tão grande na sua garganta, eu por minha parte gemía como nunca, ela emitia sons de sufocamento constantes e cada vez mais fortes e tentava se soltar usando as mãos, o que foi novamente inútil, ela batia em mim com as mãos, tentando se livrar do meu pau, mas foi uma tentativa falha, pude ver ainda um par de lágrimas escapando dos seus olhos.
—Aaaa sim, puta, muito bem até o fundo, chupa ele inteiro, vou encher toda sua boca. —Dei um par de tapas nela e depois a soltei.
Ela começou a respirar ofegante, limpou a boca com o braço e me olhou pedindo piedade, mas isso só estava começando, peguei seu cabelo de novo e fiz ela chupar meu pau outra vez.
—Agora quero que você mesma se masturbe. —Ela me olhou incrédula com o que eu disse, eu balancei a cabeça confirmando. —O que você ouviu. —Ela não dizia nada. —Sim… enfia, os dedinhos na buceta, assim você vai ficando molhada, Carmen. —E com o olhar fixo em mim, com um gesto de raiva, mas excitação também, ela fez.
—Não, por favor! —Ela disse aterrorizada, isso eu não entendi.
—Eu disse para fazer!… É para o seu bem, assim… Vai doer menos. - Olhei para ela, que parecia um pouco irritada com o pau na boca, ela demorou mas no final fez exatamente como eu disse, levei a mão dela entre as pernas e ela começou a acariciá-las.
— Muito bem, putinha, assim que eu gosto.
Continuei fazendo ela chupar meu pau, e fiz ela engolir tudo, decidi tirar depois de algumas mamadas, tirei meu pau da boca dela, ela exalou com dificuldade, estava ofegante, eu curtia o que via, era lindo tê-la à minha mercê.
— Sabe, você é boa nisso…! Talvez devesse se dedicar a isso, Carmen!? - Ela não respondeu nada, como era normal, eu sorri quando ela me olhou. — Tira os dedinhos da buceta e chupa eles, quero que prove, aposto que vai gostar. - Ela fez imediatamente, e eu a encarei fixamente. — Que tal?
— É, gostei. - Disse envergonhada. Depois disso comecei a me masturbar na cara dela, não demorou muito, eu já estava no meu limite. Peguei ela pelo cabelo com a outra mão, gozei na cara dela. — Não! - Ela reclamou.
— Ah sim, quero que você lamba os lábios e limpe a cara chupando tudo isso.
— Não, por favor. - Já não era a Senhora Carmen, arrogante e ranzinza, mandona, era Carmen a Submissa, a putinha.
— Será que é a primeira vez que engole?
— É! - Disse confessando, para mim era uma loucura, claramente tinha que ser a primeira vez.
— Bom, não é tão grave, você vai gostar, faz. - Ela balançou a cabeça negando, mas eu agarrei forte os cabelos dela.
Ela começou com suas mãos delicadas, limpando o sêmen do rosto e levando à boca, depois teve que chupar os lábios, o rosto dela estava pegajoso, não tinha sobrado muito de qualquer forma, a água tinha escorrido bastante, mas ela pôde saborear algo, e algo ainda mais importante, o rosto dela, dava pra notar que ela gostou da coisa, e como eu suspeitava que era a primeira vez, e ela mostrava essa expressão, era um bom sinal, mesmo que me desse nojo que essa boca tão doce, esses lábios tão… Mas essa noite sua mulher seria toda minha em todos os sentidos, isso só estava começando. Depois disso, eu só precisei encostar a cabeça do meu pau nela, e ela já começou a chupar sozinha. Minha pica entrou na boca dela muito fácil, ela estava quase dormindo, mas quando começou a lamber e chupar literalmente todo o meu leite, meu pau ficou duro de novo. Eu via ela engolindo a porra.
—É, gosta, né, sua putinha? —Ela não disse nada, a boca tava ocupada. Os olhos fechados, o cabelo colado no rosto, molhado. As mãos dela no meu pau e nas minhas bolas, acariciando. Eu gozei mais duas jorradas na boca dela e falei: —Não desperdiça nada, amor, nem uma gota dessa porra, ou eu te castigo! —Ela não falou, não me olhou, e continuou no que tava fazendo. Não perdeu nada. Quando terminou de mamar, ela mesma tirou meu pau da boca. Eu acariciei a cabeça dela, como um sinal de que ela fez bem. Parecia uma gatinha.
Peguei meu pau, todo molhado da saliva dela e da água do chuveiro, e comecei a bater na cara dela com ele. Ela ainda estava ajoelhada, ficou toda melada com a própria saliva. Ela fez uma cara de desgosto, mas eu fiz mesmo assim. Agarrei o cabelo dela de novo e levantei, ela ficou em pé, bem na minha frente.
—Bom, acho que já paguei a penitência. —Eu me surpreendi ao ouvir ela falar tão calma, depois de tudo. E o que mais me surpreendeu foi que ela ainda lembrava disso. Eu sorri.
—Ah, não sinto muito, Carmen, mas sua penitência por ser uma jogadora ruim ainda não acabou.
—Ah, não! —Ela arregalou os olhos. —Isso já acabou, você não pode me humilhar mais, sou uma mulher casada! —Ela soltou essa bobagem de novo.
—E carente. —Eu a abracei, colando o corpo molhado dela no meu. —Faz quanto tempo que não te comem, hein? Faz quanto tempo que não te dão uma boa fodida? Que não te fazem sentir mulher! Aquele corno do seu marido, tenho certeza que a rola não sobra!
—Para de insultá-lo, ele é um bom homem! —Ela disse, baixando a cabeça. E eu a tinha exatamente onde queria.
—E eu já te disse: uma coisa é ser um bom homem, e outra coisa é ser um amante. Isso não significa nada, vou te explicar… ser um bom amante é uma Coisa, ser um bom marido é outra. Eu sou um mau marido mas um bom amante, por isso me divorciei, e mesmo assim minha ex-mulher me procura de vez em quando. Carmen parecia não acreditar, mas é verdade. Sou um bom pai e um excelente chefe! Mas não sou um bom homem, nesse mundo tem de tudo, e isso não muda nada, você é uma mulher carente de carinho, de um macho de verdade, que te faça gritar, e eu te disse antes, te levarei ao Nirvana, hoje você não vai dormir, acredite, vou te comer até o amanhecer. Depois do que eu disse e da determinação das minhas palavras e do jeito fixo que eu olhava nos olhos dela, senti o corpo dela esquentar nos meus braços. Eu continuei com o que estava fazendo.
Virei ela e sua bunda maravilhosa ficou bem na minha frente, dei umas palmadas naquele rabo redondo, ela gemeu, e isso me deixou ainda mais excitado, ela se apoiou na parede do banheiro com as duas mãos, eu com meus pés abri um pouco as pernas dela, no melhor estilo dos policiais, já não aguentava mais de vontade de comer aquele rabo, e então apertei e belisquei repetidas vezes, abri as nádegas e me inclinei um pouco, podia ver sua buceta grande e suculenta, a coisa mais linda do mundo. A melhor bunda do mundo! Meu pau pedia aos gritos para enfiar nela.
Você não tem ideia do que vou fazer com você, mas acredite, você vai gostar de verdade! Agarre seus dois braços por trás das costas e comecei a dar palmadas nela com muita força.
Por favor não, não faça isso. Ela suplicava. Haaaa, Haaaaaa, Haaaaaa, Haaaa, ha, ha, ha, ha, hah, ha, ha, ha, haaaa, hooo… não ha, ha, ha, não, não, não, não, não, não, não…. Ha, ha, a não me bata, Dário, não, não ha, ha, ha, haaaaa não me bata.
Não faça o quê?! Perguntei me fazendo de bobo.
Já é suficiente, não me bata! Quase suplicando, quase chorando.
Isso é por dizer mentiras! Gritei, sem parar.
Mentiras. Repetiu.
Sim, por dizer que não quer.
Não quero isso. Disse soluçando.
Mente ainda mais. Continuei dando palmadas, soava duro pela água. Soava forte o Plact, consecutivo.
Haaaaa, ha ha ha, não, não, não, não me bate não não não por favor Dário chega não.
—Confesse seus desejos e eu paro.
—Não, não, não, ha ha ha ha ha ha ha!!!
—Até você falar direito e não com mentiras… eu sei que você quer que eu meta.
—Não! —Ela disse de novo com a voz assustada. —Ha haa haaa para haaa, ha, haaa não… dói. —Já tinha as grandes e redondas nádegas brancas bem vermelhas. E a minha mão doía, eu tinha uma mão grande e dura, pra ela devia doer muito, sem eu me esforçar muito.
—Claro que dói. —Falei calmo.
—TÁ BEM!… eu admito, sim, eu gosto, e sim, eu quero que você me coma, sim, eu gosto, e sim, meu marido não me faz amor há anos, e sim, eu quero me sentir amada e desejada por um homem, mas por favor não me bate. Dos olhos dela notei umas lágrimas saindo, talvez uma mistura da dor que sentia mais a confissão, aquilo vinha do fundo do coração.
—Você quer que eu te coma. —Falei baixinho.
—Sim. —Ela disse finalmente, como se saísse do mais profundo do coração.
—Até o amanhecer.
—Sim. —Ela falou suave.
—Nesse caso… Hoje eu vou arrombar seu cu, me escutou?! Vou arrombar seu cu, e fazer você gritar, como ninguém na sua vida vai fazer de novo, você não vai conseguir sentar de tanto que vou te comer! —Ela se assustou e se virou automaticamente quando eu disse isso. E quando olhar pro seu marido vai sentir raiva porque ele nunca vai te dar o que eu vou, você vai ver, no final vai pedir gritando.
—Não por favor, a bunda não. —Ela disse assustada. E como imaginei, se ela não tinha engolido quando chupava, era óbvio que muito menos pela bunda.
—Shhh cala a boca, puta, você já falou, então vou te dar. —Ela se virou pra me olhar na cara, tava aterrorizada.
—Eu te imploro não…
—Falei cala a boca! —Falei dando um tapa nela. —Você vai voltar pedindo pra eu arrombar de novo, com um por favor incluso, você vai ver.
—Não! —Ela negava com a cabeça, mas tudo já tava decidido.
Virei ela de novo pra ficar de frente pra mim, agarrei Beijei seu rosto, beijei com paixão, enfiei minha língua até não aguentar mais, foi divertido, coloquei ela de volta na posição, de costas para mim, continuei assim, apertei com força suas nádegas avermelhadas. Ela olhou para mim por cima do ombro e seus olhos suplicavam 'por favor...!' Eu ignorei completamente. Algo extraordinário que aumentava minha vontade de comê-la era sua bunda linda, comecei a acariciar seu ânus, seu buraquinho suavemente com as pontas dos dedos, sentia ela tremer ao meu toque, mas contive meu desejo, queria aproveitar todos os sentidos.
--Mmmm, olha só o que temos aqui. -Abri suas duas nádegas e me deparei com a preciosidade, seu ânus e sua buceta totalmente perfeitos.
--Isso é lindo. -Peguei sua bolsa.
Essa putinha que tinha caído do céu, tudo graças a essa viagem do meu filho, eu devia dar um prêmio pra ela depois, com certeza. Abri suas nádegas e ela reclamou, vi aquele rabo, aquele buraquinho, tão lindo.
--Por qualquer ângulo que se olhe é simplesmente lindo seu cuzinho Carmen, sabia? ... que coisa linda. -Ao mesmo tempo levei minha mão até sua buceta, que estava bem molhadinha, de excitação e da água, tanto fazia naquele momento, enfiei um dedo e comecei a massagear.
--Aaaay para, haa, ha, ha, ha, ha, ha Darío por favor para. -Dei uma palmada forte na sua bunda.
--Haaaaaaaaaaaaa. -Ela gemeu com minha carícia, era isso que eu queria, preparando o terreno para a verdadeira diversão.
--Mmmm, você tá bem molhadinha, né Carmen? Ou devia dizer que você tá molhadinha, putinha... Parece que tá gostando! -Continuei meu trabalho manual, massageei bastante aquela buceta, era uma vagina perfeita, moldada de um jeito incrível. De vez em quando conseguia ouvir uns gemidos ou sons baixos da Carmen.
--Ah, ah, ah, haaaaa, haaaaa, aiiiiii, haaa, haaa, haaa, haaaa, haaa, ha, ha, ha aii, aii, ha, ha, aii, ha, ha, ha, ha, ha, aii, ha, aii, ha.... Aii, aii aiiiiii, aiiiiii, haa, aii, haaaaa... Mmnnn, Mmnnn.... Haaaaaaaaaaaa. -Ela gemeu, sua buceta rapidamente ficou encharcada, sua buceta pulsava. Jatos de vez em quando, me surpreendeu que só de tocar ela já estava ficando molhada e tão quente.
— E aí, putinha, gosta que acariciem sua buceta? — Comecei a aumentar a velocidade dos movimentos e os gemidos começaram a ficar mais intensos.
— Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, aaaaaah, Mmmmnnnnnnn.
— Agora vamos ver se você gosta disso. — Tirei minha mão, estava encharcada, mas não fiz nada com ela, automaticamente levei até seu cu e bem devagar comecei a introduzir.
— Aaaaai, Aaaai para, por aí não, por aí não. — Ela tentou sair, mas eu impedi, continuei metendo e tirando meu dedo constantemente. — Para! Para por favor, está doendo!
— Cala a boca! Sei que não estou te machucando, então aproveita.
— Não é verdade haa, ha, ha, haaaaaa.
— Não fiz nada, relaxa.
— Haaa, haaa, haaa ai não ha, ha, haaaaa, ai! Ai!! Ai!!! Não, não nãooooooooo haaaa, haaa, haaaa, haaa, haaaa, ha, haaaa, ha, ha, haaa, ha haaa, haaaa, ha, ai, ai…!! — Com uma das mãos, segurei firme as duas mãos dela para que não se mexesse, era desconfortável, mas eu tinha mais força que ela. — Haaaaaaaaaaaaaaaaaa. — Ela soltou um gemido forte e começou a gozar, o jorro caiu no meu peito, foi mais intenso, sua buceta se abria e fechava no ritmo da respiração pesada, eu com as pontas dos dedos continuei, com meu pau ardendo.
— Viu que você queria, precisava disso, você mesma disse, fazia anos que não fazia.
Conseguia sentir o cheiro facilmente… Cheirei seu aroma, o aroma de uma mulher pedindo pau, pedindo carne, com meus anos de experiência isso era óbvio, e eu daria a ela, estava à minha mercê. Tinha que tê-la agora, meu pau já doía, latejava.
— Agora se prepara porque vou te dar o que você quer, o que deseja, o que o corno do seu marido não te dá, vou te deixar de cadeira de rodas, te levo ao céu e depois ao chão, vou te fazer gritar como nunca! — Minha excitação crescia cada vez mais. Ela ainda estava deitada no chão do banheiro. Eu a levantei do chão, segurando seus ombros, e ela já assumiu que estava entregue e que eu ia fazer o que quisesse com ela, qualquer coisa que eu desejasse. Me aproximei massageando meu pau, virei ela de costas, me abaixei e novamente abri suas nádegas, e assim comecei a chupar com vontade sua buceta linda, era uma delícia, a coisa mais gostosa do mundo, deixei bem ensalivada para facilitar a entrada e saída do meu pau.
—Haaaa, ha, haaa, ha, haaaa, Mmnnnns, Mmnnnns, Mmmmm, Mnnn, Mmnnnn, ha, haaaa, haaa ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, haaa. —Ela gemía, não me dizia nada, não pedia para parar, só gemía.
—Vou te comer assim, de pé, e quero te comer bem gostoso, então se prepara.
Ela não respondeu.
Diante dos meus olhos estava a melhor bunda do mundo, olhei pro meu pau, estava enorme, rapidamente coloquei uma camisinha que tinha guardado, cuspi cuidadosamente e com minha mão espalhei toda a saliva ao longo dela, segurei a base com uma mão e abri suas nádegas com a outra e assim enfiei muito cuidadosamente a cabeça do meu pau na sua vagina deliciosa.
—Haaaay cuidado, por favor. —Ela conseguiu dizer. —Ha, ha, haaaa, ha, haaaaa, ha, haaaa, ha, ha, haaaa… —Não tinha feito muito e ela já estava gemendo, tinha acabado só com meus toques, estava muito quente, ela precisava mais do que eu.
—Uuuuuf, que buceta gostosa que você tem! —Lentamente enfiei o resto do meu pau na sua vagina com minha mão na sua cintura, soltando junto um suspiro longo.
—Aaaaaaaaaaaaay siiiii. —Ela disse. —Já estava se comportando como a putinha que era.
Ela respondeu com gemidos baixos e curtos, tinha as costas arqueadas de novo, o que fazia sua bunda poder ser aberta de um jeito mais bonito. Comecei a me mover pra dentro e pra fora repetidas vezes, primeiro devagar e depois cada vez um pouco mais rápido, seus gemidos e os meus começaram a crescer, estava comendo ela de pé, não é meu jeito preferido de transar. alguém, acabei me cansando rápido, mas não tinha outra opção, no chão do banheiro dos motéis eu podia pegar alguma doença. Peguei com uma das minhas mãos bem forte o cabelo dela e puxei pra mim, enquanto com a outra agarrava firme a bunda dela.
—Aaaaah Aaaah assim, você gosta que eu te coma?
—Haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haa, haaaa, ha, haaaa, haaa. Ela só gemía.
—Você gosta que eu te coma com esse pau?
—aaaaah aaaah aaaaay…. Ah, ahhhh, ah, haaaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaa.
—Me responde! Você gosta que um desconhecido te coma?
—aaaah, aaaah, haaaaaaa, haaaa, ha, haaaaa, ha, ha siiii, eu gosto que um desconhecido me comaaa. —Ela dizia, sem parar, agora ela estava se comportando como uma puta de verdade.
—Husss assim que eu gosto, puta. Eu disse. —A cem quilômetros do seu maridinho, eu tô te dando a foda do século, isso te excita, pode ser que ele esteja te colocando chifre nesse momento, ou pode que não, mas no final é o que é, um corno.
—Ha, ha, haaaa, haaa, haaaa, ha, haaa, ha, haaaa. —Ela não respondia, só gemía.
—Você gosta do meu pau, puta aaaah?! —Eu tinha que endurecer meu corpo, deixar ele rígido, e apertar os dentes pra falar.
—¡aaaah, aaay sii eu adoro seu pau! Ela gritou com força, estava se submetendo aos seus desejos.
—Melhor que a do corno do seu marido?
—Sim, melhor! Muito melhor haa ha, ha, ha, ha, ha haaaaaaaaaaaaa…. Aaah, aaaah eu adoro seu pau…. Ha, haaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, ha, haaaa... continua, continua, continua.
—Que puta que você é, meu Deus, como você gosta de pirocaaaaa!
A força e a rapidez com que meu pau entrava e saía da sua buceta já eram inimagináveis, uma coisa de louco, isso acompanhado pelos constantes e crescentes gemidos tanto meus quanto dela. Ela não fez nada, só continuou gemendo como a puta que é. Soltei o cabelo dela e ao mesmo tempo levei minhas duas mãos ao pescoço dela, que agarrei com pouca força, e nessa posição continuei metendo com muita rapidez e força.
—Me pede pau! —Eu disse.
—aaaah aaah me dá pau por favor, haaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha sim ha, ha, haaa… me dá mais… haaaaaaaaaaaaaaaa
—Me pede pra te dar mais forte! — repeti, apertando os dentes.
—Haaah me dá mais forte, me dá mais forte!… Eu sou… Eu sou… sou, sou toda sua, me dá mais, mais, maiss… haaaaaa sim que gostoso. — Ela estava tão louca que me surpreendeu. HAAAAAAAAAAAAAA…… ha, ha, ha, ha, ha que gostoso ha, haaaa, haaa, haaa, haaaa, ha, ha, haaaaa.
Automaticamente, pelo nível de excitação, ela abriu as pernas sozinha, me afastei do pescoço dela e juntei suas pernas de novo para que meu pau ficasse mais apertado e ela sentisse mais prazer, ver sua bunda de cima fez aumentar minha velocidade. Seguimos assim por um tempo, não sei quanto, eu apertava os dentes e a agarrava bem forte, enquanto ela gemia como uma louca, mais e decidi mudar de posição, tirei meu pau e ambos soltamos um gemido de satisfação.
—¡HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! — Soltamos os dois quando gozamos, foi uma loucura, não sei quanto tempo ficamos transando ali, mas foi excitante.
Me afastei um pouco dela enquanto descansava e pegava ar, com minhas mãos apoiadas na parede, ela na minha frente no chão. Eu saí do banheiro e me sentei num móvel que tinha no quarto. Ela saiu do banheiro, depois de uns minutos, saiu, encharcada, não tinha se enxugado, estava me olhando, não disse nada, eu não disse nada. Sozinha, ela mesma colocou meu pau na sua buceta, incrivelmente, e logo depois começou a pular, enrolou meus braços no pescoço, devorava meu pau sentando.
—Haaaaaaaaaaaaaa. — Ela soltou quando meu pau entrou completamente dentro dela.
Enquanto obviamente gemia e mantinha os olhos fechados para conseguir aguentar o prazer, pulava no meu pau bem rápido, mas fazia muito bem, só o, PLAC, PALC, PALC, PLAC, PALC, PLAC. Se misturava com seus gemidos. PLAC, PALC, PALC, PLAC, PALC, PLAC…
—HA, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, Haaaaaaaaaaaaaa, HA, HA, HA, HAAAAAAAAAAAA. Eu segurei ela pela cintura com minha mão pra ela não cair, ela continuou com o que estava fazendo, balançando aquele bumbum no meu pau, pulando nele. Entre gemidos e pulos, ela sentou completamente em mim, deixando meu pau 100% metido na sua buceta, abriu os olhos e me olhou bem sensual, mordendo o lábio inferior e começou a rebolando aquele rabinho com meu pau dentro dela, acompanhado de gemidos longos e sensuais. Nesse ponto eu não fazia nada, só curtia, era como se algo dentro dela tivesse despertado, que era exatamente o que eu queria que despertasse.
--Mmmmmmm, hummm… haaaa, ha, haaaa, haaa, ha, haaa, haaaa, haaaa, ha, ha, ha, ha, ha…. gostoso ha, ha, haaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. -Ela crava o olhar em mim e eu nela, naquele momento eu soube que ela estava entregue e que na verdade estava gostando de ser comida por mim, depois de um tempo rebolando. --Ha, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaa, haaaa, ha, haaaa.
Enquanto ela pulava no meu pau, eu devorava seus peitos, seus deliciosos mamilos eram minha propriedade agora, eu apertava, saboreava e puxava o quanto quisesse, era divino o que ela fazia, eram duros e macios ao mesmo tempo, ela só gemida, não reclamava quando eu beliscava seus mamilos, eram de um rosa forte, sua auréola era grande e seus mamilos, estavam bem, bem durinhos.
--Ah, ah, ah, aaaah, ah, aaah, ah, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaa, ha, haaaa, haaaa, haaa, haaaaa, haaaaaaaaaa, haaaaa, haaa, haaa, haaa, haaa, haaa, haaa, ha, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha haaaay Deusssss ha, haaaa, ha, haaaaa deusssssssssssssssss ha, haaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaa, haaaay, haaaay, hay, haaaa, haaaa, haaaaay, haaaay, haaaaa haaa, Munnnnn. -Ela gemida como louca, eu faria o mesmo se não tivesse minha boca ocupada com seus peitos,
--¿mmm você adorou, né? ¿Já assumiu? -Ela não disse nada e continuou dando. Ela me olhou com um sorriso no rosto, o que despertou novamente minha violência. Levantei com ela no meu pau, ergui-a e a estampei contra a parede. Ali, segurando-a em meus braços, comecei a meter cada vez mais forte. Agora era eu quem controlava a situação.
— Aaaah, aaaah, para, por favor — ela me suplicou. — Vai me matar, vou desmaiar.
Eu soltei uma risada, mesmo cansado e com todo o corpo rígido, os músculos do meu rosto se moveram. — Haaaa, haaaa, haaaa, haa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaa, haaaaa.
— Toma, puta, toma! Isso é o que você merece… Dá pra ver que não te trataram bem ultimamente, não te deram o que você merece. Seu maridinho não te come direito, nem deve tocar em você, isso é óbvio. Você não vai desmaiar, isso é só prazer, o prazer que satisfaz uma puta como você.
— Nãããão! — Ela gritou, não sei com que intenção, se era para negar o que eu dizia ou por outra coisa. Haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, ha, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaaaa.
Ela fechou os olhos novamente e gemeu enquanto eu apertava os dentes, beijava seu pescoço enquanto a fodia com loucura. Continuei fazendo ela se mover, pular no meu pau. Ela me abraçou mais forte, cravando as unhas no meu pescoço. Perdoei aquilo, porque estava me dando do jeito que eu queria.
— Aaaay, para, você vai me machucar — ela disse. — Ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaa, ha, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaaaa, haaaa, haaaaaaa, haaaaaaa, haaaaaaaaaaaaa.
— Ssssshhh, cala a boca e continua sendo comida — respondi, aumentando a velocidade.
— Haaaaah aaaah… ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaaa, haaaaa, haaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaa, ha, haaa, haaaa, haa, haaaa, hoooo, ho, hoooo, hooo, hooo, ha, ha, ha, haaaa, haaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, dói, ha, haaaa, haaaa, ha, haaa, Deus, Deus, Deus… Haaaaaaaaa, ha, haaaa, ha, haaa, haaaa, haaaa, Haaaaaaaaa.
— O meu pau é maior que o do seu marido não? - Perguntei.
-- Aaah aaah… Ha, haaa, ha, haaa, haaaa… Ha, haaa. - Ela não respondia.
-- Me responde, sua vagabunda barata, é maior?
-- Sii aaah é muito maior. - Ela me disse no final. -- Haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaa, haaa, ha, haaaa, ha… muito ha, haaaa, ha, haaaa muito, ha, haaa, ha, haaaa, haa, haaaaa… muito maior ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaa.
-- Qual você gosta mais?
-- A sua eu gosto mais aaah a sua. - Ela gemeu como uma louca. -- A sua, Deus… é maior ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaa, haaaaaaaa.
-- Você é muito vagabunda, mas toma, fode com a minha pica, é mais grossa não?
-- Sim, é muito grossa. - Voltei a beijar seu pescoço para depois beijar seus peitos enquanto a fodia com mais violência. Haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaa, haaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. Terminei gozando de novo e uns segundos depois ela gozou também, eu a soltei e ela caiu no chão, no tapete do quarto.
Ela se contorcia de prazer no chão. Tirei minha pica da sua buceta, assim que ela caiu, estava toda encharcada com os fluidos da Carmen, me ajoelhei diante dela, ela me olhou ainda respirando pesadamente.
-- Agora vira de costas e fica de quatro. - Ela obedeceu na hora, virou e deixou sua bunda contra minha pica, se colocou na posição de cachorrinha e virou a cabeça para me ver.
-- Sabe o que vem agora, vagabunda?
-- O que vem, Dário? - Disse realmente perguntando com sinceridade. A ingenuidade dessa mulher era uma loucura.
-- Vou arrombar bem, bem esse rabo lindo que você tem. - A cara que ela fez foi incrível, mas eu sorri acariciando suas nádegas.
-- Não, não, por favor vai doer, pela bunda não. - Ela me pedia quase aos gritos.
-- Diga o que quiser, mas isso não muda, vou te foder por esse cuzinho lindo.
-- Tenha piedade por favor Dário, não por aí, vai doer. - Eu adorava como ela me suplicava.
Olhei para minha pica e cuspi nela, espalhei a saliva com minha mão por todo o comprimento e largura, depois aproximei minha boca do seu cu e comecei a chupar, enchi de saliva, dava pra ouvir uns gemidos e dava pra notar que a Carmen levantava um pouco os pés quando eu fazia isso, me afastei de novo e enfiei meu dedo indicador de volta no cu dela
—Aaaaaaaai! —Ela soltou um grito forte.
Ela gritava, meu dedo massageava constantemente o interior do cu dela que era bem apertado e quentinho. Levantei a perna dela, queria fazer uma posição que era uma das minhas favoritas.
—Antes de rachar esse rabo… subi a perna dela no meu ombro. —Ela me olhou surpresa, virei ela e foi isso. E comecei a me mover rápido sem parar, ela não falava nada, mordia os lábios, dela só saíam os gemidos.
—Ah, aaaah, aaah, ah, aaaah, ah, aaaah, ah, aaah, ah, aaah, aaaah, ah aiiiiii, haaaa, ha, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaai, haaaa, haaa, ha, haaa Deus haaaai Deus ha, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaaa….. Ah, aaaah, haaaa, haaaa, ha, ha, haaaa, ha Deus…. ha, haaaa, ha, haaaa, ha, ha….haaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaa Deusssssssss haaaaaaaaaaaaaa. —O último foi um gemido forte que ela soltou.
Quando ela terminou de gozar, eu soltei a perna dela, eu tinha gozado também, tava cansado sim, mas a vontade de foder aquele cu era ainda maior… não podia desistir agora de comer aquele rabo, tinha que ser meu, tinha que rachar agora. Depois de um tempo em que a gente respirava ofegante, eu peguei força e falei.
—Arqueia mais um pouco as costas que vou aproveitar esse cu. —Cuspi no cu da Carmen e peguei na base da minha rola, ela tava vendo o que eu ia fazer.
—Para, por favor. —Ela falou assustada. —Não, por favor, Dário, não por aí, não.
—Shhh. —Acalmei. Dei um tapa na bunda com uma mão, pra ela entender que, mesmo depois de soltar as amarras, ela ainda tava sob meu controle. Com a outra mão agarrei o quadril dela e aproximei a cabeça enorme do meu pau do cu dela, e aí comecei a pressionar, a Carmen desviou o olhar pra frente e fechou os olhos forte, fazendo uma cara de dor enquanto se debatia um pouco e depois de alguns segundos depois de pressionar minha cabecinha da glande, entrei na sua bunda linda.
--¡¡¡AAAAAAAAAAY TIRA, TIRA AGORAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA DOI, DOI, DOI, DOI, DOI!!!
--Aaaaaaah uf, no começo vai doer, mas depois você vai vir pedir pra eu fazer de novo, você vai gostar, putinha. -Ela mantinha os olhos fechados e a carinha franzida de dor, se virava de vez em quando pra olhar. Meti até a metade do meu pau na sua bunda linda.
--¡¡¡NÃO, DOI MUITO NÃO, CHEGA, DOI MUITO!!!…….. ¡¡¡TIRA, TÁ ARDENDO!!! -Ela me olhava suplicando, mas já era tarde demais.
Eu não dei atenção aos pedidos dela. Estar dentro dela, num buraco tão apertado e quente, era o melhor. Comer essa mulher egoísta pelo cu, depois disso ela não ia ser tão metida e convencida na minha frente, porque saberia que eu estive lá e a peguei como quis. E esse era só um dos benefícios de comer uma mulher pela bunda. O final do jogo era o que eu mais queria, e consegui na primeira noite. O melhor era que podia repetir, porque sem dúvida ia se repetir no futuro. Tinha mais duas noites pra continuar com isso, pra terminar de tê-la pra mim. Segurei firme com as duas mãos nos seus quadris e empurrei até o fundo, meu pau ficando só com a virilha colada nas suas nádegas grandes.
--¡¡¡AAAAAAY TIRA, NÃO AGUENTO MAIS, HAAAAAA TÁ ARDENDO, TÁ ARDENDO, CHEGA POR FAVOR PERDOA HAAAAA ARDE!!! -Me surpreendeu que a dor era tanta que ela me pedia perdão, coitada. Mas já feito, feito estava, não ia parar.
--Isso só tá começando, agora você vai começar a gostar. -Devia ser horrível pra ela, porque deve ser doloroso ter um pauzão desses metido até o fundo no cu.
Mas pra mim era o melhor do mundo e não ia tirar. Assim mesmo, devagar, acompanhado de cuspidinhas suaves pra lubrificar, fui metendo e tirando meu pau grosso do cu da Carmen, que aos poucos foi cedendo. Ela por parte se retorcia de dor, e de fato soltou algumas lágrimas, porém seus gemidos de dor e prazer combinados me excitavam de uma maneira desproporcional.
—Ah, ah, ah, haaaa, haaaa, ha, ha, haaaa, aaah, aaaah, aaaah, ah, aaah, ah, aaah…. Hoooo, hoooo, ho, hoooo, aaaah, ah, aaaah, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haa hay haaaa, ha, ha, haaaaa, ho, ho, ha, ha, ha hoooo, hoooo, hoooo, hooo, haaaay, haaaay, ah haaaay, haaaay, haaaay, ha, ha, haaaa, hay, ah, hay, ha, hay, hoooo, ho, ho, hooo, hoooo…. haaa, haaa, haaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaa, haaaa, ha, haaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa….
Pouco a pouco, o prazer derrotou a dor e Carmen começou a curtir, voltavam a se ouvir os gemidos que ela soltava antes. Eu seguia com minhas investidas duras, fortes e rápidas, enfiava até o fundo e tirava um pouco só pra pegar impulso.
—Viu que eu tinha razão. —Disse. —Não pode simplesmente negar, sei que você gosta, fala.
—Haaaaaa, haaaa, haaaa, haaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, ha, haaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa.
—Vamos, fala, fala, diz que você gosta que eu te coma pelo cu.
—Aaaaaaah aaaaay… ah, ah, ah, ah, haaa, ha, ha, ha, haaa, haaa, haaa, ha, ha, ha, ha, haaaa, ha, ha, ha, ha. —Ela gemía, não me respondia, mas se movia ritmicamente e ela começava a mexer a bunda, por conta própria. Ha, ha, ha, ha, Deus… ha, haaaa, haaaa, ha, Deus… ha, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, Deus…. ha, haaaa, haaaa, haaaaaaaa… Deus ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaaa… Siiiiii.
—Você gosta que eu te estrague o cu?
—Siii aaah, aaah eu gosto. —Disse no final. —Eu gosto pra caralho haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaaa, ha, haaaa, haaa, haaaa, haaaaaa.
—Gosta do quê?! —Voltei a perguntar.
—Eu gosto que você me estrague o cu! —No final se confessou.
Agarrei seu cabelo com força e puxei, com a outra mão dava palmadas intensas, sua bunda ficou vermelhinha de tantas que dei, ela gemía descontrolada, e eu estava ainda mais excitado com a arrombada anal que estava dando. --Aaaaah me arrebenta o cu, por favor! Isso, assim, siiiim, siiiim, eu gosto ha, haaaa, haaaa, haaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaaa, ho, hoooo, ho, haaaaayyyyy, haaaay, haaaay, haay, eu gosto muito ha, ha, haaaa, me arrebenta haaaa, ha, haaaa, haaaaa… que gostoso, siim, ha, haaa, ha, haaaa, haaaa, ha, ha, haaaa, haaaaa…. Haaaa, haaaa, haaa, haaaa, haaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaa, haa, haaaa, haaaa, aaaaay. --Toma! Toma! Toma! Tirei meu pau depois de um tempo, apoiei entre as duas nádegas dela e comecei a esfregar, enquanto cuspia nela, depois me aproximei e desamarrei suas mãos, voltei à minha posição e continuei metendo com tudo, de maneira rápida e forte, seus gemidos não demoraram a voltar. Me surpreendia que ela mesma me pedisse, mas era claro que ela já estava nas minhas mãos, a coitada, fazia as coisas que eu queria sem eu nem precisar perguntar, ela fazia. Por exemplo, levou a mão até a buceta e começou a se tocar, enquanto eu a fodia pela bunda, eu não parava meus movimentos, continuava puxando seu cabelo e dando palmadas. Pouco tempo depois, se ouviu. --Aaaaay Aaaaaahh não aguento maaais! -No mesmo instante, uma enxurrada de gozo jorrou da sua buceta, Carmen tinha gozado, e muito. Haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaaaa, haaaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaaaa. --Aaaaah, você gosta que eu arrebente seu cu, gosta de ser tratada como a puta que você é, não é? --Siiim aaah, eu adoro! -Disse ofegante, juro que ela quase sorriu. --Você é uma puta das boas. -Isso me deixou com muito tesão e fez eu meter com toda minha força. Suas pernas começaram a tremer e logo ela cedeu, ficando deitada de bruços no chão. --Aaaah, agora você que decide as posições? Bom, vou te foder com força contra o chão. Deitei em cima dela, abri suas nádegas e enfiei meu pau de novo no seu cu, tanto eu quanto ela gememos de satisfação e prazer. Voltei ao ritmo com que estava fodendo ela antes, seus gemidos voltaram como os de uma loba no cio. —Você entrega essa raba pro seu marido?
—Não, nuncaaa aaah, ah, haaaa, haaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa. Ha, ha, ha, ha jamais haaaa, haaaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaaa.
—Pobre corno, do que ele tá perdendo. —Disse quase rindo, mas não ri, na verdade já estava além do meu limite.
—Ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaaa, ha, haaaa, haa, haaaa, haaaaa… não aguento ha, ha, haa, haaaaaa, ha, ha, haaaaaa… gostoso demais ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, haaa, ha. —Ela estava totalmente entregue a mim.
—Que puta safada, escuta, de agora em diante você só vai entregar essa buceta pra mim, e pra mais ninguém.
—Sim ha, ha, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haa, aaaah, aaaah só pra você.
—Esse rabo é meu, tá me ouvindo?
—Só seu aaaaah seu e de mais ninguém. —Dizia entre gemidos. —Ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaaaa.
—Muito bem… Agora vem aqui que eu quero comer seu cu de novo.
Me levantei e ela automaticamente também apoiou os braços na cama, deixando sua bunda à minha disposição. Sem pensar duas vezes, enfiei meu pau de novo no seu cu e comecei a meter com força, arrombando bem o cuzinho dela sem piedade. Puxei seus braços para trás e me segurei neles para pegá-la com mais potência, fazendo com que ela arqueasse as costas e levantasse a bunda. E de repente, os gemidos da Carmen começaram a ficar cada vez mais constantes.
—Aaaaaah, Aaaaaaah, aaaaah, haaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaa, haaaa, haaaa, haa, aaaah, aaah, aaah, aaaaah, aaaah, aaaaah, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaa, ha, haaaa, haaa, haaa, haaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaaa, aaaah, aaah, aaaah, aaaah, aaaah, aaaah, aaah, ha, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, haaaaa, ha, haaaa, haaa aaah, aaaah, aaaah, aaah, aaah, aaaah, aaah, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaaaa, aaaah, aaaah, aaah, hoooo, hooo, hoooo, hooo, ho, hoooo, ho, hoooo, ho, hoooo, hooo, ho, hoooo, ho, hoooo, ho, hoooo, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaa, aaaah, aaah, aaah, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, ho, aaaah, aaah, aaaah, aaaah, aaaah… haaaaaaaaaaaaa. -Gozei no seu cu, a sensação não era nova pra mim, mas sempre é como se fosse a primeira vez, quando é um cu diferente. Ela arqueou as costas e gemeu com vontade, eu não parei, mesmo quando minhas pernas tremiam, não queria parar. Queria ver até onde podia chegar. –Haaaaaaaaaaaaaa, ah, aaaaah, ah, aaaah, ah, aaaah, aaaah, aaaah, ah, aaaaah, haaaa… ha, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaa, haaaaaa…. Deus ha, ha, ha, haaaa, ha, ha, haaaa, haaaa, haaa, ha, haaaa, ha, ha, haaaa, haaaa, ha, haaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha haaaa, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
—O que foi? — perguntei, apertando os dentes. Depois de um tempo, ela ofegante falou.
—É… É… é que você tem o pau muito grosso.
—E daí?
—Você tá destruindo minha bunda.
—Vamos continuar então.
—Espe… Haaaa, haaa, haaa, haaa, haaaa, ha, haaaa, haaaa, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaa, aaaaay aaaah. —Ela virou o rosto, nos beijamos mais uma vez e, num momento, senti que não aguentava mais. —Haaaaaaaaaaaaaaaaaaa
—Ajoelha, puta, que vou te dar o leite. —Ela seguiu minhas ordens e se ajoelhou bem na frente do meu pau, fazendo uma cara de puta terrível que me matava de tesão, comecei a me masturbar pra poder encharcar toda a minha porra na carinha dela. Quer?
—Siiim, me dá. —Nossa, ela era mesmo uma puta.
—Me pede direito, puta. --Me dá todo o leite, por favor, me dá tudo. --Ela suplicou.
--Então me masturba. --Eu me sentei na beirada da cama, e a puta se ajoelhou na minha frente. Ela começou a me punhetar suavemente enquanto encarava meus olhos com uma cara de vadia que me deixava louco, acompanhada de frases como:
--Me dá tudo… me dá tudo. --Dizia aquela vadia.
Sem parar de me masturbar, ela acariciava minha perna com a cabeça e, logo depois, enfiou minha glande na boca por um tempo e começou a chupar sem que eu pedisse, o olhar dela continuava fixo em mim. Ela brincava com a linguinha em toda a minha glande, depois de alguns segundos de contato entre a língua da Carmen e minha glande, ela se afastou do meu pau e me disse enquanto me masturbava:
--Vai, Darío haaaaaa! Me dá o leite, tô com muita fome. --Ela tinha virado uma puta, a senhora arrogante, depois que eu tinha arrombado o cu dela, era como se fosse outra personalidade.
--Quer o leite, vadia?
--Sim, quero tudo. --Ela me disse com desespero nos olhos.
--Onde você quer? (com a voz falhando e ofegante de excitação)
--Na cara. --Agarrei meu pau e, com a calcinha ainda nela, balancei por mais alguns segundos, tirei a camisinha e joguei na cara dela e, depois de um tempo, não aguentei mais.
--TOMA!
Uma quantidade inimaginável de porra jorrou do meu pau grosso, nem eu acreditava, era jato atrás de jato de leite sem parar. Ao sair o primeiro jato, Carmen fechou os olhos e a boca, deixando toda a porra encharcar seu rosto lindo, e eu, por minha vez, me dediquei a gemer e a ver como meu sêmen a engolia, o que dava, claro. Deixei até a última gota, sacudindo meu pau para sair tudo, continuei massageando meu pau mais um pouco e, depois de alguns segundos, ela abriu os olhos e fez uma cara sorridente e, entre risadas, disse:
--Nossa, quanta porra.
--Aaaaah, você mereceu, vadia. --Com a boca, limpou o que tinha ao redor e, com as mãos, o que tinha nos olhos.
--Opa, olha como ficou meu pau, vem aqui e me limpa. Ela se aproximou e, sem reclamar, limpou meu pau usando a boca. Eu não conseguia acreditar. Não só tinha transado com Carmen, uma mulher casada e com uma filha linda. Depois disso, ajudei ela a se levantar e disse:
— A noite ainda é jovem para desperdiçá-la. Eu disse que ia te comer até o amanhecer, e eu sempre cumpro minhas promessas.
Nem preciso dizer que foi o que fiz. Comi ela em todas as posições que me vieram à cabeça, não poupei nada. Sempre que estávamos exaustos, descansávamos um pouco, mas só um pouco para depois continuar. Fodemos como coelhos, sem parar até ficarmos completamente esgotados no dia seguinte. E no outro dia... bem, essa já é outra história que conto depois.
Fim da Segunda Parte
Continua…
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