Minha mãe, minha irmã e a festa de aniversário 2

Minha mãe, minha irmã e a festa de aniversário

TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESSA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHAR COM A COMUNIDADE PORINGUEIRA

CAPÍTULO I (A surpresa) Continuação...CAPÍTULO ANTERIOR:http://www.poringa.net/posts/relatos/2961722/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-1.htmlPassei o dia inteiro matutando pra descobrir o que as duas estão tramando, mas não faço ideia, embora tenha certeza de que vai ser algo especial, condizente com meus dezoito anos. Minha mãe sempre me disse que, nessa idade, a gente já tem que começar a pensar por conta própria, sair um pouco das saias dela e pensar numa vida nova, conhecer garotas e tal. Por um momento passou pela minha cabeça que podia ser a moto que pedi meses atrás, mas depois descarto porque isso apavora a mamãe, tipo, a scooter, nem fodendo.

Não consigo me concentrar na aula praticamente nada, nem com a professora gostosa de inglês e sua calça jeans apertada, mas é que hoje só penso na surpresa que tão me preparando em casa e, além dessa curiosidade, ainda tenho gravada a imagem da minha mãe e da minha irmã me beijando daquele jeito tão sensual na boca. Uma vestida com uma camisola fininha, que quase deixa ver os bicos dos peitos e dá pra adivinhar um corpaço por baixo do tecido leve, e a outra com umas leggings tão coladas no corpo que são quase uma segunda pele. Isso é demais pra qualquer ser vivo, ainda mais pra um tarado pervertido como eu. Minha pica deu outra sacudida lembrando daquele momento. Ela tá sempre pronta. Desde que eu raspei ela junto com as bolas, tá brincalhona e querendo festa. Não culpo ela, eu também tô. Por mais que eu tente tirar da cabeça esse jeito sujo de ver minhas "meninas", meu equipamento não parece concordar e continua crescendo sem parar por baixo da minha calça.

É meu colega de mesa que me avisa que eu tô me distraindo e a professora tá me perguntando sei lá o quê. Ela me olha com cara de poucos amigos ao ver que eu travei. Tô achando que vou tirar mais um zero em inglês. Não consigo nem me concentrar no treino de hoje, e olha que é um dos As coisas que eu mais gosto. Só tô pensando nos beijos e nos corpos das minhas duas mulheres em casa. Por que caralhos eu tenho que ter uma mãe tão gostosa e uma irmã que também é fora de série?

Chego em casa finalmente nesta tarde do meu aniversário, louco pra rever minhas musas, cada dia mais desejadas… Ouço minha mãe mexendo na cozinha e, quando espio, vejo a Carla também. As duas tão preparando uns canapés e bolinhos pro meu aniversário.

Porra!, olho bem pra elas e não acredito, tão sensacionais. As duas tão de vestido, mas tão mais arrumadas que o normal, quase diria que muito elegantes e extremamente sexys ao mesmo tempo. Já imaginava que meus dezoito iam ser celebrados quase como minha formatura, mas isso supera todas as expectativas.

Mamãe tá com um vestido longo, quase até o chão e bem justinho, cor de bege, que realça poderosamente as curvas dela, especialmente os quadris e, claro, os peitos. O decote destaca as tetas dela mais do que o normal — que já são grandes por si só, agora tão enormes. Ela calçou uns sapatos de salto que nunca vi antes. No cabelo, fez um coque bem charmoso, os olhos maquiados, lábios vermelhos e algumas joias: um colar, brincos combinando, anéis e pulseiras pra todo lado. Tá linda, parece que tem quinze anos a menos.

Carla tá igualmente de tirar o fôlego. Tá com um vestido bem justinho, mas esse é bem curtinho, daqueles que se ela se abaixa mostra tudo. Já falei que minissaia cai superbem nela? Com esse vestido vermelho de lycra, que também nunca vi antes, as curvas dela ficam ainda mais marcadas e com um decote generoso, bem diferente do colchão impressionante da mamãe, mas ela tá extremamente sexy. O cabelo cacheado, que ela deve ter feito com chapinha na mesma tarde, os lábios pintados de rosa chiclete e umas sandálias de salto altíssimo que deixam ela quase da minha altura. Também tá com uns brincos grandes de Aro, várias pulseiras e uma tornozeleira no alto do braço dela. Tá de dar água na boca. Ela sempre tá divina, mas nunca tinha visto ela tão arrebatadora.

— Que gostosas! — falo quase por inércia, mas não é um elogio vazio, elas tão divinas e eu grito realmente impressionado.

As duas levantam a cabeça e sorriem, agradecidas.

— Cês vão pra um casamento? — pergunto, me fazendo de engraçadinho.

— Não, vamos pra um aniversário — responde Carla com aquele sorriso branco dela.

— Vamos, amor, sobe pra se trocar que isso aqui já tá quase pronto. Fiz os canapés que você gosta. Não demora. — ordena a mamãe.

Subo pro meu quarto, ainda impactado com a imagem das minhas minas, e me despiro, pronto pra me trocar sem parar de pensar naquela cena da minha irmã e da minha mãe na cozinha. Elas tão realmente deslumbrantes. Meu pau confirma, porque continua durasso e quase me custou tirar a cueca. Não sei que roupa vestir, já que quero estar à altura da comemoração do meu aniversário e também à altura delas, claro. Não costumo ter roupa elegante, mas opto por uma calça jeans nova que me cai muito bem, uma camiseta vinho e um blazer de linho bege. Me olho no espelho e falo: “porra, Nacho, até que parece um homem!”. Agarro meu pau por cima da calça e digo em voz alta:

— Você, fica na boa… hein?

Quando volto pra sala, vejo que minhas minas decoraram a mesa na sala com flores e os talheres de ocasiões especiais. As portas e os quadros estão cheios de guirlandas e balões.

— Gostosão! — grita minha irmã ao me ver aparecer na sala, e dessa vez não pareceu ser com o tom sarcástico dela nem nada parecido, acho que eu também pareço tão atraente e elegante pra ela quanto ela pra mim.

— Que lindo! — acrescenta minha mãe ao sair da cozinha com uma travessa de canapés.

— Valeu, mas vocês sim que tão impressionantes.

As duas se olham e sorriem. Raramente sou tão efusivo com galanteios ou elogios pras minhas duas mulheres, mas a verdade é que digo isso com toda sinceridade e longe de ser um elogio vazio, falo como homem, atraído por duas belezas impressionantes. Meu pau confirma isso de novo com uma dessas ereções. E eu, como sempre, tentando disfarçar.
A mesa é um verdadeiro banquete, com montes de docinhos, canapés e outras gostosuras que a mamãe prepara com tanto carinho, mas também é um banquete ver aquelas duas mulheres circulando da cozinha pra sala, exibindo seus atributos mais exuberantes do que nunca.

— Serve o vinho, Nacho. — comenta minha mãe quando traz o último prato.

— Nossa, hoje vai me deixar beber, mãe? — falo animado.

— Claro, meu amor, você já é maior de idade. — responde sorrindo.
Não que eu nunca tenha bebido antes, mesmo que ela desconfie, nunca me deixou encostar em álcool na presença dela. Pelo visto, hoje é “open bar”.

O jantar segue bem divertido e meus olhos não param de ir do decote da minha mãe pras coxas da minha irmã, alucinado com aqueles dois corpos deslumbrantes.
Bebemos vinho pra caralho, com certeza demais pra todo mundo… e de repente as conversas começam a pender pro sexo.

— Me diz, filho, no assunto sexo, você ainda não estreou? — é a pergunta direta da minha mãe.
— Mãe! — protesto, sem graça.

— Tá bom, então não experimentou ainda. Já imaginava. Mas não se preocupa, com esse corpanzil, logo você encontra uma mina disposta.
Sempre tivemos muita intimidade os três, mas não a ponto de falar dessas putarias tão na cara. Tô todo encabulado e não sei onde me enfiar com essas perguntinhas. Mamãe manda outra:

— Você bate muita punheta, Nacho?
Quase engasgo com o último gole de vinho. Minha irmã tapa a boca com a mão pra gente não ver como ela tá se cagando de rir.

— Qual é, bobinho, a Carla já me confessou que é virgem e que se toca direto, não tem nada de errado. E você? Olho pra minha irmã de novo e fico de cara. Dessa vez ela não sorri mais, dá pra ver que ela também tá sem graça, tá vermelha, mas tenta me passar uma calma com um sorriso meio forçado, confirmando o que minha mãe disse. Tô alucinado: Primeiro por saber que minha irmã Carla se masturba — e com frequência! —, algo que eu não sabia e nem imaginava, mas agora que tô pensando nisso, meu pau já subiu de novo apontando pro teto. A outra coisa que me deixa transtornado é que ela contou pra mãe com tanta naturalidade. E ainda por cima virgem, com certeza quem comer ela vai viver um dos momentos mais inesquecíveis da vida dele.

— Gente, hoje é dia de todo mundo se abrir, afinal vocês já são um homem… uma mulher e eu, a mãe de vocês, que também quer ser amiga pro que precisarem e conselheira, claro…

— Mas isso é muito particular, mãe — protesto sério — é como se a gente perguntasse se você já deu pra alguém depois do que aconteceu com o pai.

Falo isso e percebo que meti os pés pelas mãos, porque isso é algo bem reservado que eu já tinha imaginado sobre minha mãe, mas claro, não posso confirmar, só imaginar. Sei que desde a morte do pai, quase quinze anos atrás, minha mãe não conseguiu ficar sem provar sexo, mesmo que nunca tenha dado pista. O engraçado é que na hora ela não se faz de rogada e responde como se fosse a coisa mais natural:

— Pois é, filho, e fico feliz em te contar que já transei com vários homens.

Se me picar, não sangro. Vários homens? Não consigo evitar imaginar minha mãe pelada sendo acariciada por uns caras aleatórios.

— Sério? — pergunta Carla, igualmente surpresa, de boca aberta.

— Claro, filha, a gente não é de pedra e precisa satisfazer as necessidades.

— Com quem, mãe? — minha irmã pergunta de novo, curiosa, nessa noite de confissões proibidas.

— Bom, com o Lorenzo, meu chefe, algumas vezes, com o Carlos, um colega do Academia que acho que vocês não conhecem e com o Adrián, o vizinho… que por sinal tem uma pica enorme e fode maravilhosamente bem.

Minha mãe não consegue continuar, porque me dá uma tosse que me faz engasgar ao ouvir o que sai da boca dela. Ela disse pica e fodeu na mesma frase, e isso é algo que ela costuma evitar até pra contar uma piada. Tô vendo a cara do meu vizinho Adrián, um cara separado que parece uma mosca morta, e vejo ele fodendo a mamãe, e me dá uma série de coisas estranhas que não consigo encaixar, entre inveja, ciúme, raiva, excitação...

Ela continua listando suas façanhas sexuais com toda a naturalidade do mundo. Carla e eu nos olhamos sem acreditar, parece impossível. Não tanto por não ser verdade o que viveu, mas pelo fato de contar com tanta facilidade. Acho que o vinho é bem forte e subiu rápido pra cabeça dela.

− É verdade, filhos, não tem nada de errado. A gente tem suas necessidades, já tô dizendo. Vocês se masturbam e em algum momento vão curtir o sexo diretamente com outra pessoa. Suponho que tão morrendo de vontade, é normal... − nos diz mamãe, bebendo outro bom gole de vinho. Eu a imito e olho pra minha pica, que continua dura como uma pedra. Depois olho pra Carla, que parece tão chocada quanto eu.

A conversa foi quase uma confissão e, da minha parte, no final tive que admitir, mais envergonhado do que tudo, como eu bato uma punheta direto, com minhas bronhas matinais, as noturnas e as que aparecerem, embora Carla também tenha reconhecido que se masturba de vez em quando, muito mais do que eu jamais imaginaria. Ela confessou que se dedilha no chuveiro e na cama mais de uma vez, algo que ainda me parece incrível, mas deve ser verdade pela forma tão sem graça como ela comenta. Minha pica fica louca de alegria e parece estar me dizendo: “bom, isso tem que ser comemorado com uma boa punheta essa noite, né?” Não tiro da cabeça a imagem da Carla acariciando a buceta dela.

Mamãe nos contado que também tem um brinquedinho com que se masturba de vez em quando: Um consolo com formato de pênis que faz ela gozar igual uma puta (palavras textuais). Ela ainda conta que tem outras coisas, como umas bolas chinesas, que às vezes usa quando sai na rua e que dão muito prazer, e um pequeno vibrador com um motorzinho que enfia na buceta de vez em quando quando "aquilo coça". Olho para a Carla e ela não acha tão estranho, pelo menos não vejo curiosidade no olhar dela, ou talvez tenha, mas disfarça. Isso é demais pra mim.

– Bom, Nacho, então a gente se arrumou toda gostosa pro seu aniversário? – comenta a mamãe enquanto se levanta com as mãos na cintura, quebrando aquele silêncio que tinha no ambiente e tentando amenizar a situação, acho que percebendo meu constrangimento.

Demoro um pouco pra responder, e é que minha mãe faz isso com um sorriso bem safado, girando em si mesma. Meu pau dá outro pulo descontrolado. Entre a conversa de putaria e a oferta dela pra confessar como estão lindas esta noite, não tem jeito:

– Vocês estão muito gostosas. Nunca vi vocês assim. – respondo, dando outro gole.

– É verdade – Carla interveio – nem no meu aniversário a gente se arrumou desse jeito.

Sinto uma certa inveja nas palavras dela, mas é verdade, quando uns meses atrás a gente celebrou os dezoito anos da Carla, não fizemos um jantar tão espetacular nem elas se vestiram tão extremamente sexys, muito menos foram tão enormemente sinceras sobre suas intimidades.

– Bom, Carla – interrompe minha mãe – a gente já comentou que no aniversário do Nacho, a gente celebra muito mais que o dia dele, a gente tá celebrando que vocês dois já são maiores de idade e que estão começando a ser adultos pra valer.

– É, mas a Carla já é maior de idade faz quase um ano – eu intervenho.

– Sim, mas por isso mesmo eu quis esperar até hoje pra fazer uma festa conjunta bem especial... Primeiro celebrar o aniversário do meu bebezinho (se referindo a mim) (comigo, carinhosamente) e, por outro lado, que vocês dois já são um homem e uma mulher. Hoje é o começo de tudo. É a festa de vocês.

Não entendo essa frase da minha mãe, porque o fato de ser maior de idade também não me faz sentir nada estranho nem uma transformação no meu corpo que eu já não tivesse dias atrás... mas enfim, hoje tudo parece estranho.

— Vamos, garotos, vamos arrumar e trazer o bolo. — ela diz.

Eu fico enrolando porque, depois da conversa tão quente que tivemos e da visão daquelas mulheres tão gostosamente vestidas, estou com uma broxa fora do normal e não quero que fique evidente. Tento com a minha mão orientar meu pau para o outro lado, mas ele me diz que quer guerra e que eu pare de besteira.

— Vamos, Nacho, não se faça de surdo, gato, que hoje também não escapa. — diz minha irmã ao meu lado.

Porra, ela está a centímetros de mim e eu fico louco, vejo a bunda redonda dela tão perto que dá vontade de passar a mão ali mesmo. Não sei se estou bêbado, mas o que é certo é que estou muito tarado. As pernas da Carla são intermináveis e, com aquelas sandálias de salto fininho que se prendem com uma fivela no tornozelo elegante dela, ficam ainda mais longas, sem falar em como o vestidinho gruda no corpo dela, na barriga lisa, nos quadris, nos peitos... Ela me olha e me manda me ligar, sem parar de sorrir.

Levanto, pego uns copos e tento ficar bem perto dela, assim ela não vai me ver e, ao mesmo tempo, a mamãe também não vai perceber minha broxa quando entrarmos na cozinha.

Assim que atravessamos a porta, vejo a mamãe curvada colocando pratos na lava-louças e a bunda dela está empinada, mostrando a forma redonda e enorme. Não parece que ela está de calcinha por baixo daquele vestido fino, pelo menos não vejo as costuras através do tecido. Os peitos dela pendem mais que o normal e, com essa imagem, me vejo agarrando ela ali mesmo e acariciando essas tetas que me deram leite anos atrás. Porra, que visão mais doida!

A Carla percebeu que fico observando bestializado a mamãe. Por um momento pensei que ela ia falar "olha o porco do seu filho". Mas Carla sorri, pela enésima vez esta noite, como se quisesse guardar meu segredo.

Chego na mesa e foda-se o bolo, colo ele na minha barriga, assim elas não percebem minha ereção monstra.

— Não, não, você vai pra sala que a gente tira o bolo, que tenho que colocar as velas. — diz nossa progenitora tirando o bolo das minhas mãos de repente. O volume da minha calça é mais que evidente e mamãe não deixa passar despercebido… Porra, ela viu!

Ela dá uma boa olhada no meu volume e depois sorri pra mim. Mas que porra tá rolando aqui essa noite? Tô alucinando. Vou pra sala e espero elas chegarem. Antes, ouço elas rindo sem parar na cozinha, acho que comentando sobre minha ereção evidente. De repente a porta da cozinha abre e aparecem minhas duas gatas com o bolo nas mãos e suas 18 velinhas. Elas vêm caminhando com muita sensualidade e cantando parabéns pra você. Fico vermelho, mas já não sei se é de vergonha, do vinho ou porque tô mais tarado que um cachorro no cio. Não sei se olho pro bolo ou pros corpos gostosos delas vindo na minha direção. De um lado as pernas longuíssimas da Carla, do outro o decotão da mãe dela.

Chega a hora de pedir um desejo e penso comigo mesmo que não é outro senão perder minha virgindade o mais rápido possível, porque já vejo sexo em tudo e pensar na minha mãe e na minha irmã parece que virou uma parada doentia. Preciso arrumar uma namorada logo. Apago as velas, entre os flashes dos celulares delas e os aplausos.

— Bravo! Isso aí! — gritam elas, me abraçando cada uma de um lado e me enchendo de beijos nas bochechas.

O mais estranho é quando mamãe aproxima de novo a boca da minha, dessa vez pousa os lábios suavemente nos meus. Ela demora mais que o normal enquanto eu fico paralisado. Sinto a A maciez daqueles lábios quentes que se encaixam suavemente nos meus. Ela se afasta e me diz quase num sussurro o clássico "Parabéns, baixinho".

Agora é minha irmã que faz o mesmo, se agarra no meu pescoço, sinto os dedos finos dela na minha nuca e adoro, mas quando sinto os lábios cor de chiclete grudarem nos meus, não consigo evitar abrir ligeiramente a boca e colocar um pouco a língua pra fora. Porra, foi um ato reflexo que deve ter sido culpa do vinho, e quando a Carla se afastar, com certeza vai me dar um tapa na boca. Mas não, ela também abre ligeiramente a boca e nossas línguas se tocam por alguns segundos. Não sei quantos, mas têm gosto de céu. Depois nos separamos enquanto mamãe aplaude animada. Minha pica continua olhando pro teto, na dela, se divertindo pra caralho. E com certeza elas têm que perceber.

— Senta aí com seu irmão e soprem as velas juntos que eu tiro uma foto. — comenta mamãe.

Carla, longe de sentar do meu lado, me manda recostar um pouco na cadeira. Em seguida, me deixando totalmente alucinado, a desgraçada vai e senta diretamente no meu colo, mas não nos meus joelhos, não — toda a rabeta dela pousa em cima do meu pacote. Me seguro surpreso na cintura finíssima dela. De novo, minha pica aparece e dessa vez ela com certeza sente diretamente debaixo da bunda dela, aliás, ela se vira e me sorri, antes de dizer:

— Um, dois e três!

A bunda da Carla se enterra um pouco mais contra minha pica e o vestidinho dela parece ainda mais fino do que o normal, porque sinto a curva das nádegas dela envolvendo meu pau duro que se posicionou bem ali, entre as bandas dela. Porra, minha irmã não se abala!, mas tem que sentir claramente minha pica inteira, assim como eu sinto toda a buceta dela roçando em mim e me deixando mais tarado do que já tô. Por um momento, tô sonhando. Me agarro na cintura dela com força, imaginando que tô comendo ela naquela posição, ela em cima de mim. Sou um depravado, eu sei, mas não consigo evitar. Pra ela pode ser algo inocente, mas eu tô muito tarado.

— Vamos, Nacho, de novo, que você não sai. — minha mãe me repreende, que depois de vários cliques com o celular dela, não conseguiu pegar meu rosto.

Minha irmã se levanta pra acender as velas, o que faz o vestidinho dela subir um pouco mais nas pernas, me dando uma visão inesquecível por trás. As coxas dela parecem se fechar lá em cima, tão perto do que já deve ser o começo da bunda dela... Ela se senta de novo em cima de mim, parece que encaixa a bunda dela pra minha tranca dura se posicionar bem no meio dos glúteos dela. Depois passa o braço direito por trás do meu pescoço e, ao fazer isso, o peito dela gruda na minha lateral enquanto a bunda dela se agarra ainda mais no meu volume. Minha mão direita continua na cintura dela, mas a outra vai pra frente pra aproveitar aquela barriga lisa que a minha linda irmã tem. Porra, como eu tô gostando!, não quero que isso acabe nunca. Saem flashes pra todo lado e parece que eu tô vendo estrelas nesse momento. Apagamos as velas e a bunda da minha irmã se enterra ainda mais em mim... Que delícia!

— Bom, agora eu. — minha mãe fala de repente. — Carla, tira a foto você.

Minha irmã se levanta, me deixando com o pau duro e a calça jeans levemente molhada, porque eu não aguento mais. Minha mãe se aproxima de mim e olha pra protuberância na minha virilha, mas longe de ficar brava, ela sorri pra mim e me dá um beijo na testa, bem carinhoso, enquanto um dos peitos dela bate no meu queixo. Porra, que tortura mais gostosa eu tô tendo hoje! Que imagens pra minha punheta noturna!

Minha mãe ocupa a posição que a Carla tinha antes e coloca a bunda enorme dela em cima de mim, encaixando levemente o rabo dela pro meu pau receber ela com gosto. Ela se joga literalmente em cima do meu volume. De novo sinto a leveza do tecido do vestido dela e sinto a maciez da bunda dela por inteiro. Minhas mãos vão rápidas pra cintura dela. Eu acaricio elas de leve. Minha mãe parece não perceber ou tá gostando da coisa, já não sei o que pensar, mas ela tem que notar que debaixo da bunda dela, bem na entrada da buceta dela, o filho dela tá com uma ereção fora do normal, dura pra caralho. Acho que vou explodir.

Volto a acariciar os quadris dela, esticando um pouco mais a mão, e percebo que ela tá de calcinha sim, mas deve ser pequenininha, pelo menos a tira é super fina.

— Vai, filho, que você não sai. — ela fala.

Eu me encosto pelo lado dela e o peito dela bate de novo na minha cara, mas dessa vez eu demoro um pouco mais pra sentir o máximo de tempo possível. Acendemos as velas pela enésima vez e minha irmã, bem na minha frente, me dá a visão da beleza extraordinária dela, enquanto minha mãe levanta uma hora e outra, apoiando a rabuda dela no meu pau, o que me tortura ainda mais, mas sarna com gosto...

Uma das vezes que ela apoia a bunda no meu pau, faz devagar, como se tivesse se esfregando, e eu não consigo evitar soltar um gemido de prazer ao sentir ela por inteiro, mas o mais surpreendente é que parece que ela também soltou um gemido leve.

Depois das velas, colocamos uma música e dançamos rindo e curtindo essa festa do caralho, onde "minhas minas" tão mais soltas e gostosas do que nunca. A primeira é a Carla, que gruda em mim e eu aproveito essa entrega pra acariciar a cintura e os quadris dela, enquanto o corpo dela cola no meu igual uma lapa, e minha mãe continua tirando fotos. Depois é a vez dela e a Carla é a fotógrafa, fazendo com que os peitões da minha mãe grudem no meu peito e eu aspire o perfume gostoso que ela passou hoje naquele pescoço que eu olho com vontade de morder e chupar. Minha mãe não para de sorrir pra mim, mesmo tendo que notar minha agitação e principalmente minha ereção palpável. Ela gruda ainda mais em mim. Maldita tortura gostosa! Essa é a melhor festa de aniversário da minha vida!

CONTINUA .....
PRÓXIMO POST:http://www.poringa.net/posts/relatos/2962222/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-3.htmlFala aí, seus poringueiros!! Quem leu o conto... queria propor um jogo... comentem com uma foto de alguém parecido com algum dos personagens. Tipo, uma foto de alguém que lembre a Carla... a mãe... e o Nacho.

4 comentários - Minha mãe, minha irmã e a festa de aniversário 2

Genial!!! No veo la hora de leer la siguiente parte
Ya hoy de noche pongo el siguiente capitulo