TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADERELATÓRIO ANTERIOR:http://www.poringa.net/posts/relatos/2961325/De-vacaciones-con-mi-Hermana-menor-11.htmlDurante o almoço, interrompida por uma ligação telefônica dos meus pais para nos lembrar do que podíamos fazer para o almoço pois eles estavam comendo num povoado próximo com alguns amigos, estávamos conversando sobre como estava indo o verão. Poco a pouco a conversa foi derivando para o estado em que havia ficado minha irmã após as ejaculações que lhe havíamos dado.
- Joder, estava que me faltava o ar, um pouco mais e me daria algo -comentou.
- Se é que com estes dois, por quê quer uma mais -disse Alicia, dirigindo sua preciosa sonrisa para Manu e para mim. E segundo soltou o comentário notei um pé descalço que tateava meu pacote nu por debaixo da mesa-
A ver se para depois de comer vos recuperareis um pouco...
- Valiente par de viciosas -soltou Manu rindo-. Já levamos dois descargas e tão somente são as duas e meia da tarde. Estas ao final do dia nos matam.
Os quatro reímos e contemplamos a possibilidade de echar um terceiro megapolvo antes que voltassem nossos pais.
Alicia monopolizou então a conversa pedindo-nos um favor. Manu e eu nos miramos pensando novamente no que se lhe podia estar passando pela cabeça.
- Eh, um momento -protestei eu supondo suas intenções-. Somos nós os que colocamos as condições. Lembre-se de que quando este e eu -disse apontando para Manu- nos pelamos o um ao outro, pus como condição que vossas teríeis que fazer algo a troca, e ainda não temos claro o que vos pediremos...
Alicia aproximou-se de mim e me calou com um beijo muito doce.
- E sabes que faremos o que nos pedireis, por raro que pareça -disse dirigindo sua mirada primeiro para mim e depois para minha irmã, que assentiu com a cabeça-. O que nos pedireis, qualquer coisa por vós dois. Crê que não há nada que proponhais que não cumpramos. O favor que vos peço agora é apenas que após o almoço, e se Laura não lhe importa, dediquéis-vos apenas a mim, os dois, e Laura também se quiser. O único que Quero é que me deixem como ela está hoje. Quero emborrachar-me de sexo, que me lembrem ao limite por dizer isso de algum modo. Que me façam correr-me de uma forma brutal. Não é que não tenha desfrutado até agora como poucas mulheres, mas quero que, quando eu pedir que parem porque creio que não vou aguentar mais, sigam, não parem até que eu esteja prestes a desmaiar.
Segundo dizia essas palavras, Alicia me acariciava o peito e alongava o braço para fazer o mesmo com seu irmão.
- Eu sei que ainda vos resta um bom tempo para estar como estávamos há um par de horas, mas com as vossas bocas, as vossas mãos e com qualquer parte do vosso corpo posso dar-vos muito prazer - continuou.
Minha mirada procurava os olhos da minha irmã, os de Manu e acabava nos olhos de Alicia. Só suas palavras, apenas susurros, não faziam mais que me excitarem, e notava a excitação dos demais como aumentava ante a proposição da vizinha. A seguir, todo foi silêncio. Levantei-me, ordenando a minha morcilla que me havia provocado com suas palavras. Manu fez o mesmo, pedimos às meninas que fossem ao quarto dos meus pais e recolhemos a mesa. Não haviam passado nem dois minutos quando os dois nos dirigimos para a habitação. Alicia estava deitada sobre a cama de casal, com as pernas abertas, enquanto minha irmã, meio incorporada, lhe ia acariciando com ambas as mãos os tornozelos, subindo para as panturrilhas e para os muslos com cuidado de não tocar o pubis imberbe da vizinha. Manu e eu nos colocamos a ambos os lados de Alicia, que ante as carícias da minha irmã emitia pequenos gemidos que interrompiam sua respiração. As mãos do seu irmão começaram a percorrer seu pescoço e ombros, enquanto eu me inclinei para beijá-la lentamente, sem pressa. Separei-me de seus lábios para centrar minhas carícias em seu abdome, também com o devido cuidado de não tocar seus peitos, se queríamos prolongar o prazer, tínhamos que ter cuidado em deixar para mais tarde as Atenções às suas zonas erógenas, que curiosamente, nesse momento, se estendiam por toda sua pele, por seus tornozelos, suas pernas, a parte posterior dos joelhos, a curva das coxelas, seu abdome, os arredores do umbigo, a zona lombar, a parte alta do peito, seus ombros, suas axilas, seus braços, o interior de seus cotovelos, as palmas das mãos, os dedos, o cabelo, as faces, os párpados, a barba, sua boca... não deixamos um centímetro de sua pele por acariciar, deleitando-nos em cada recanto, suavemente, com delicadeza. A respiração de Alicia respondia a cada nova atenção em cada pliegue da pele, morena e extremamente suave. Ela tinha os olhos fechados, e na sua cara lia-se uma expressão de prazer, de se encontrar muito à vontade entre as mãos dos outros três, fazendo-se mais evidente quando nos aproximávamos demais de seus preciosos peitos e para seu sexo que começava a brilhar em delicadas pérolas devido à excitação que a embargava.
Com muita delicadeza, minha irmã foi dando a volta muito lentamente. Com Alicia deitada de costas, as mãos de Laura começaram a recorrer suas pernas, começando pelos dedos dos pés, passando a acariciar as plantas, devagar, sem pressa por seguir em direção à parte superior com as unhas dos dedos. As mãos de Laura recorriam então as panturrilhas, subiam até parar nas curvas das coxelas, e em perfeita sincronia suas duas mãos iam ascendendo até suas nádegas, para voltar a descender. As mãos de Manu se moviam devagaramente apenas roçando a pele da parte superior da espinha, traçando pequenos círculos que se estendiam até os ombros, que acariciavam o cabelo e muito suavemente a cara, ladeada e com uma expressão de felicidade e paz insondáveis. Por minha parte, meus dedos jogueteavam na zona dos rins, suavemente, seguindo a sinuosa curva que ascendia até suas nádegas, cuja pele eriçada respondia às carícias que lhe brindavam minhas mãos. Dirigi-lhe uma mirada. A minha irmã, que continuava acariciando suas pernas completamente encantada, fascinada pelo corpo da sua amiga. Estou seguro de que a expressão seria a mesma se o corpo de Alicia nesse momento fosse o de qualquer um de nós. Me inclinei em direção a ela sem parar de prestar atenção ao corpo da vizinha e me fundi nos seus lábios.
O beijo da minha irmã era mais húmido, mais passional que o que lhe dei a Alicia apenas um momento antes. Suas mãos percorriam agora a totalidade das suas pernas, começando pelos tornozelos e perdendo-se em frente pela face interna dos músculos, aproximando cada vez mais seus dedos ao sexo da vizinha, o que fazia seus jadeios mais evidentes. Minha ereção nesse momento era total, olhei para Manu e também ele dava mostras de poder continuar com o sexo o que havíamos começado com as mãos. Mas ainda não, ainda era demasiado cedo. Continuamos acariciando a parte posterior do seu corpo durante um bom tempo mais, até que, com Laura como mestra da cerimônia, decidimos dar-lhe a volta novamente para deixar a vizinha completamente exposta aos nossos instintos.
Alicia fez um gesto de dirigir uma das suas mãos ao seu sexo, do qual resbalava em pequenas gotas que salpicavam as sábanas um fio húmido que respondia ao estado de excitação que ela tinha nesse momento. Manu deteve a mão da sua irmã, dando-lhe entender que satisfazer suas necessidades era coisa nossa. Quando tanto o vizinho como eu cremos que íamos continuar acariciando com tacto e sensualidade a Alicia, minha irmã nos surpreendeu agarrando fortemente esta por suas coxas e hundindo sua cabeça entre seus músculos rapidamente, com ansiedade de que a vizinha alcançasse um primeiro orgasmo brutal. No mesmo momento em que Alicia notou o contato da língua de Laura no seu sexo, seus gemidos se converteram em gritos enquanto seu corpo começava a convulsionar e a bater sobre a cama. Manu e eu tivemos que segurá-la, agarrando-a pelos braços e apoiando nosso Peso sobre ela para que não saísse disparada em direção ao chão de tanto que se movia. Um grito agudo e que devia ser ouvido até no estrangeiro foi o reflexo do clímax que alcançava Alicia enquanto a língua da minha irmã se dedicava a recorrer seu clitóris e explorar o que dava de si em seu interior. Poco a pouco, os movimentos e gritos de Alicia foram diminuindo em volume, embora não chegassem a desvanecer, pois minha irmã prosseguia com a boca presa ao sexo da vizinha. Aquilo já me tinha a 100, assim que decidi começar a masturbar-me tranquilamente, sem pressa, apenas para poder recrear-me com a visão do corpo nu de Alicia, recém corrida, com a cabeça da minha irmã enterrada entre seus muslos.
O movimento que imprimia ao meu cock com uma das mãos enquanto com a outra seguia acariciando o corpo de Alicia, fez que esta se percatasse. Se não a havíamos deixado que se masturbasse sozinha, não iria permitir o mesmo em nosso caso, assim que com ambas as mãos, nos agarrou a Manu e a mim pelas pollas e começou a menear-nas tranquilamente, algo realmente difícil devido ao ritmo com que acompanhava os lametos da minha irmã em seus baixos, muito mais rápido. As mãos do seu irmão e as minhas haviam abandonado já todo o decoro com que evitávamos seus pontos fracos para ir avançando em direção a seus peitos, para primeiro amassá-los, o que não fazia senão mais evidente nas palmas das mãos a dureza que os mamilos de Alicia haviam alcançado. Começamos a pellizcar com avidez, primeiro com cuidado e depois com mais força, correspondendo ao beneplácito que nos oferecia com seus gemidos, cada vez mais profundos, a vizinha. Sujetando-os entre o indicador e o polegar, tanto Manu como eu, os asseíamos com força para estirá-los em direção à cima, até escaparem dos dedos para voltar à sua posição inicial, algo que, embora fizesse a própria vizinha se estrmecer, não a fazia vacilar no ritmo com o qual nos masturbar. Em um momento, minha irmã se incorporou entre os membros de Alicia, em uma imagem que nos excitava ainda mais, tinha toda a cara encharcada nos fluxos daquela e se inclinou para frente para beijar Manu, que recolheu com a língua de cada canto do rosto de Laura os restos da corrida de sua irmã. Deu-lhe uma mão e o vizinho ocupou o lugar que até havia um instante ocupava ela, só que essa vez, Manu não lhe brindaria sua irmã com um cunnilingus. Situou-se entre suas pernas e de um certero pollazo começou a follar-lhe. Alicia começou novamente a gritar de prazer e a bater como uma louca na cama. Laura, que havia ocupado o lugar de Manu, aplacou seus movimentos tombando-se sobre ela, e soltando a mão de Alicia que seguia se masturbando com dor, engoliu meu cock até praticamente a base. Com uma das mãos tinha agarrada a nuca da minha irmã para acompasar o ritmo da mamada que me estava fazendo, e não sabendo o que fazer com a outra, tentei deslizar-la por detrás da espalda de Laura, procurando seu bum, mas ela mesma me deteve. Este polvo era apenas de Alicia. Assim, após um tempo, e apesar do prazer infinito que me proporcionava na cock a boca de Laura, decidi satisfazer o favor que havia reclamado aquela durante a comida. Ao ver-me incorporar da cama, Manu compreendeu que também queria recrear-se no corpo de sua irmã, assim se retirou dela. Laura ajudou-a a incorporar e foi o vizinho quem ficou estendido na cama, Alicia subiu sobre ele e se enfiou seu membro no depilado coño. As mãos da minha irmã a empurraram suavemente para frente, para deixar o bum da vizinha exposto, mas antes de que se retirasse para que eu pudesse fazê-lo com Alicia desde atrás, agarrei Laura pela cabeça e dirigi-la para o apetecível ânus de sua amiga. Por enésima vez os gritos de Alicia voltaram a inundar a habitação ao sentir ao mesmo tempo a cock de seu irmão devorando-a por dentro e a língua de Laura recorria concienzudamente cada pliegue do seu buraquinho de trás. Sentiu a enorme tentação de elevar minha irmã pelas cadeiras e sem deixar que separe sua boquinha da vizinha, cravá-la pelo cu para poder seguir presenciando como espectador privilegiado o espetáculo que eu tinha à frente. Mas me contive, era o bum de Alicia que requeria os meus serviços nesse momento. A cabeça de Laura oscilava para a frente e para trás, introduzindo sua língua em cada investida no escuro buraquinho de trás de Alicia. Minha irmã havia deixado claro que era o turno da vizinha, e vendo que me custaria resistir-me para comer o bum da primeira, que balanceava as cadeiras com o cu na pompa em perfeita sincronia com o que fazia sua boca no corpo da outra, decidi apartá-la para ser eu quem catasse com a boca o que mais tarde ia tragar meu empinadísimo cock. Coloquei a cabeça justo atrás de Alicia, que com cada bote que pegava pelas investidas do seu irmão, passava uma e outra vez a rajita do seu cu na minha cara. Antes de sacar a língua para proporcionar-lhe o prazer que segundos antes havia estado providenciando minha irmã, deixei que minha cara fosse acariciada por aquele perfeito cu que subia e descia e aspirava profundamente o cheiro do sexo que emanava, notava húmido e quente na narina em cada passo, e quando não pude esperar mais, hundiu a língua tanto quanto pude e agarrei-me aos muslos para fazer-la permanecer dentro da vizinha tanto tempo quanto pude. Empurrava mais e mais, notando o movimento do cock de Manu no seu interior. Em um momento dado, Alicia, que seguia gemendo como uma louca, subiu mais do normal, o que fez a cock do seu irmão sair-se do cuíto, e estando eu na posição em que estava, ela foi parar de cheio na minha boca. Não me resultou desagradável, mas com aquele corpo de mulher que pedia toda guerra do mundo, descartei experimentar coisas novas, tão logo o sexo da vizinha entrou na minha boca. Saiu novamente após um leve 'perdão' pronunciado por Manu entre jadeos pelo pó que lhe estava dando à sua irmã. Então decidi que havia chegado o momento de utilizar a cock no benefício da curiosidade de Alicia. Pediu a Manu para parar um momento e não se saciar com sua irmã. Então coloquei a ponta da cock na bunda da vizinha. Apenas custou que o oscuro buraco engolisse o capuz. Notava tanto a cock do vizinho através da parede que separava os dois orifícios, como as palpitações, os latidos do coração de Alicia que bombavam sangue até nas diminutas veias que surcavam seu esfíncter. Poco a pouco, fui introduzindo meu sexo no cu de Alicia, lentamente foi desaparecendo entre suas nádegas enquanto ela proferia um lento e agonizante gemido ao tempo em que se eriçava a pele de todo o corpo. Depois de três investidas, Manu começou novamente com o mete-saca, os dois fomos acompasando os movimentos até fazer que ao tempo que a cock de um saía, a do outro entrava no orifício contrário. Para fazer minhas investidas mais profundas, alonguei os braços e agarrei as tetas de Alicia por trás. Minhas mãos retorciam seus pezones, aplastavam seus pequenos peitos. Em um momento notei outras mãos que se divertiam no mesmo lugar, eram as minhas irmãs, que meio recostada na cama, alternava as carícias entre as tetas de Alicia e seu próprio sexo. Sem deixar de se masturbar, Laura buscou os lábios da vizinha, e ambas se fundiram em um beijo húmido, no qual via perfeitamente suas línguas brincando. Ao tempo que se separavam, deixando escapar um fio de saliva pela comissura de seus lábios, minha irmã me empurrou suavemente, pondo uma mão sobre meu peito com o devido cuidado para que não deixasse de meter-se à vizinha pelo cu. Uma vez feita isso, lançou uma mão ao ar e atizou a vizinha em uma das nádegas uma bofetada que ressoou com eco entre as paredes da habitação. - O quê...? O que...? Follan esses dois? -le recriminou à vizinha para excitá-la ainda mais. Se bem comigo já havia utilizado linguagem suja enquanto me lambeava, era novo que fizesse o mesmo com sua amiga. Outra mão voou no ar e aterrou com força na outra nádega.
- Te gusta? Agora és nossa puta - disse entre dentes minha irmã arrancando um gemido mais à Alicia, que fazia aumentar sua desbordada excitação-. Terias que ver como meu irmão te está reventando o cu, veremos se após isso podes voltar a sentar hoje -!Zas!, outra cachetada, e novo gemido profundo da vizinha.
- Síiii - conseguiu dizer Alicia com os olhos fechados e levantando ligeiramente o corpo para cima.
- E quando esses dois se correrem, estás muito equivocada se pensas que isso vai terminar assim. Quando teu irmão se correr dentro do teu coninho será minha boca a que recolherá todo seu sêmen de dentro de ti, e não pararei até que você corra mais uma vez - ordenava minha irmã.
Alicia estava já fora de si, as duas pollas e a voz de minha irmã estavam subindo ao sétimo céu. Seus movimentos estavam já fora de controle, e com um tremendo grito e saltando da cama, saiu dos dois sexos e se derrumbou sobre o corpo do seu irmão. Sua espalda subia e descia rapidamente por os jadeos nos quais se havia convertido sua respiração.
Dez segundos demos de trégua. Não havia recuperado o fôlego quando Manu a elevou apenas para deixá-la cair sobre seu cock. Em seguida foi minha vez que voltou a rasgar seu bum, seus gemidos se transformaram em lamentos longos e graves.
Ainda que lhe faltassem ganhas para gritar, parecia predispuesta a ser fodida mais uma vez por nós três. Meu cock entrava e saía de seu cu cada vez com maior facilidade, parecia manteiga que resbalava para o interior de um buraco cada vez mais enrojecido.
Laura se colocou atrás de mim e me retirou do bum de Alicia, novamente colocou sua cabeça entre as nádegas da vizinha e voltou a trabalhar-lhe com fruição. Fiz aquela Se echasse hacia adelante, quase grudada ao corpo de Manu para que me engulisse o pau com o único orifício livre nesse momento, sua boca. Tan pronto minha irmã notou que os gemidos de Alicia se transformavam em sons guturais, voltou à carga.
- Sim, come a cock do meu irmãozinho, você gosta do seu sabor? É o sabor da sua bunda, pedaço de puta - soltou minha irmã ao mesmo tempo que lhe cruzava uma bofetada na nádegas. Com essas palavras, os sons que saíam de algum lugar da garganta de Alicia se tornaram mais graves. Ela gostava. Sabia que ia explodir novamente.
- Vou correr - anunciou Manu desde debaixo de sua irmã.
- De isso nada - soltou rapidamente Laura, e retirou a cock do cu da sua irmã.
Nos separou os dois e jogou Alicia de costas. Com os braços, saparou as pernas dela e sua cabeça se hundiu entre os músculos das suas amigas. Com a vizinha ocupada, aproveitei para colocar-me de joelhos atrás de minha irmã e propinar-lhe um lametão que foi desde o seu sexo molhado até o ânus quente que desejava perfurar. Laura não opôs resistência e se deixou fazer enquanto não parava de mover a língua no sexo de Alicia.
Antes de decidir meter-me em minha irmã por trás, foi ela quem se jogou, com a vizinha em cima fazendo um perfeito 69. A nossa disposição ficou o pussy e o bum de Alicia, que, de costas sobre minha irmã, parecia não ter forças para corresponder aos lametos que lhe dedicava ela no seu sexo. Sem esperar mais, coloquei a ponta do pau em esfíncter dilatado de Alicia, justo acima da cara de minha irmã que devorava com vontade o pussy. Empurrei e fui acelerando o ritmo. Era incrível, não só estava enculando a vizinha como também, a língua de minha irmã traçava longas passadas que iam do sexo dela até repassar por inteiro meus testículos.
Por sua parte, Manu se masturbava devagar esperando seu turno.
De novo senti convulsões no corpo de Alicia, ela estava correndo novamente. Não baixei o ritmo e ia... empurrando cada vez mais. A vizinha gritava como se estivessem matando. Mas sabia que não era isso o que estava sentindo. A língua de Laura e o dilatado e ardente ânus de Alicia pressagiavam o final da minha contribuição ao desejo inicial dela. Comecei a correr, empurrando como não havia podido fazer, enchendo de sêmen os intestinos da vizinha, que se retorcía nesse momento de prazer e de notar-se inundada. Ainda após ejacular, estive um par de minutos bombando, já quase sem forças até que decidi retire-me para que Manu também se corresse no culos de sua irmã. Ao sair do corpo de Alicia, vi como Laura seguia concentrada no cunnilingus que lhe estava fazendo. Rodeei as duas e me coloquei entre as pernas da minha irmã, onde jazia a cabeça de Alicia, quase inerte, não podia mais. Voltou a gritar quando seu irmão tomou meu relevo e começou a enculara. Minha resposta foi beijá-la, alternando as carícias da minha boca com a sua no sexo da minha irmã, que, devido ao estado em que se encontrava a vizinha, não havia recebido praticamente atenção. Em alguns minutos, durante os quais notei como o sexo de Laura agradecia minhas atenções segregando fluidos que resvalavam da minha barba e se fundiam nos lábios de Alicia quando a beijava, os dois irmãos, Alicia e Manu, estouraram em um orgasmo simultâneo que se saldou com muito mais sêmen inundando o interior da vizinha e um alarido dessa que quase nos assustou a todos. Os quatro nos deitamos como pudemos sobre a cama.
Bem é certo que desde essa tarde até hoje eu lancei ejaculações gloriosas, selvagens, incríveis, nas quais não disse não a nada, mas não me lembro de um em que me quedasse tão relaxado após vazar as bolas como nessa ocasião. Não fez falta um como você está? ou coisas semelhantes. Depois de alguns minutos, alguém se moveu, Alicia começou a repartir beijos em silêncio, voltamos a relaxar-nos, nos vestimos sem pressa e passamos o resto da tarde esticados ao sol. Chegamos a comentar Como superar a façanha e comecei a maquinar em que se iria materializar a dívida que ainda tinham contraída as meninas con nós. Ao cair a tarde, pouco após que chegassem meus pais e que os vizinhos se recolhessem, já tinha a ideia, que por momento não revelei nem à minha irmã nem aos vizinhos. Já haveria tempo. Mas isso é outra história...
- Joder, estava que me faltava o ar, um pouco mais e me daria algo -comentou.
- Se é que com estes dois, por quê quer uma mais -disse Alicia, dirigindo sua preciosa sonrisa para Manu e para mim. E segundo soltou o comentário notei um pé descalço que tateava meu pacote nu por debaixo da mesa-
A ver se para depois de comer vos recuperareis um pouco...
- Valiente par de viciosas -soltou Manu rindo-. Já levamos dois descargas e tão somente são as duas e meia da tarde. Estas ao final do dia nos matam.
Os quatro reímos e contemplamos a possibilidade de echar um terceiro megapolvo antes que voltassem nossos pais.
Alicia monopolizou então a conversa pedindo-nos um favor. Manu e eu nos miramos pensando novamente no que se lhe podia estar passando pela cabeça.
- Eh, um momento -protestei eu supondo suas intenções-. Somos nós os que colocamos as condições. Lembre-se de que quando este e eu -disse apontando para Manu- nos pelamos o um ao outro, pus como condição que vossas teríeis que fazer algo a troca, e ainda não temos claro o que vos pediremos...
Alicia aproximou-se de mim e me calou com um beijo muito doce.
- E sabes que faremos o que nos pedireis, por raro que pareça -disse dirigindo sua mirada primeiro para mim e depois para minha irmã, que assentiu com a cabeça-. O que nos pedireis, qualquer coisa por vós dois. Crê que não há nada que proponhais que não cumpramos. O favor que vos peço agora é apenas que após o almoço, e se Laura não lhe importa, dediquéis-vos apenas a mim, os dois, e Laura também se quiser. O único que Quero é que me deixem como ela está hoje. Quero emborrachar-me de sexo, que me lembrem ao limite por dizer isso de algum modo. Que me façam correr-me de uma forma brutal. Não é que não tenha desfrutado até agora como poucas mulheres, mas quero que, quando eu pedir que parem porque creio que não vou aguentar mais, sigam, não parem até que eu esteja prestes a desmaiar.
Segundo dizia essas palavras, Alicia me acariciava o peito e alongava o braço para fazer o mesmo com seu irmão.
- Eu sei que ainda vos resta um bom tempo para estar como estávamos há um par de horas, mas com as vossas bocas, as vossas mãos e com qualquer parte do vosso corpo posso dar-vos muito prazer - continuou.
Minha mirada procurava os olhos da minha irmã, os de Manu e acabava nos olhos de Alicia. Só suas palavras, apenas susurros, não faziam mais que me excitarem, e notava a excitação dos demais como aumentava ante a proposição da vizinha. A seguir, todo foi silêncio. Levantei-me, ordenando a minha morcilla que me havia provocado com suas palavras. Manu fez o mesmo, pedimos às meninas que fossem ao quarto dos meus pais e recolhemos a mesa. Não haviam passado nem dois minutos quando os dois nos dirigimos para a habitação. Alicia estava deitada sobre a cama de casal, com as pernas abertas, enquanto minha irmã, meio incorporada, lhe ia acariciando com ambas as mãos os tornozelos, subindo para as panturrilhas e para os muslos com cuidado de não tocar o pubis imberbe da vizinha. Manu e eu nos colocamos a ambos os lados de Alicia, que ante as carícias da minha irmã emitia pequenos gemidos que interrompiam sua respiração. As mãos do seu irmão começaram a percorrer seu pescoço e ombros, enquanto eu me inclinei para beijá-la lentamente, sem pressa. Separei-me de seus lábios para centrar minhas carícias em seu abdome, também com o devido cuidado de não tocar seus peitos, se queríamos prolongar o prazer, tínhamos que ter cuidado em deixar para mais tarde as Atenções às suas zonas erógenas, que curiosamente, nesse momento, se estendiam por toda sua pele, por seus tornozelos, suas pernas, a parte posterior dos joelhos, a curva das coxelas, seu abdome, os arredores do umbigo, a zona lombar, a parte alta do peito, seus ombros, suas axilas, seus braços, o interior de seus cotovelos, as palmas das mãos, os dedos, o cabelo, as faces, os párpados, a barba, sua boca... não deixamos um centímetro de sua pele por acariciar, deleitando-nos em cada recanto, suavemente, com delicadeza. A respiração de Alicia respondia a cada nova atenção em cada pliegue da pele, morena e extremamente suave. Ela tinha os olhos fechados, e na sua cara lia-se uma expressão de prazer, de se encontrar muito à vontade entre as mãos dos outros três, fazendo-se mais evidente quando nos aproximávamos demais de seus preciosos peitos e para seu sexo que começava a brilhar em delicadas pérolas devido à excitação que a embargava.
Com muita delicadeza, minha irmã foi dando a volta muito lentamente. Com Alicia deitada de costas, as mãos de Laura começaram a recorrer suas pernas, começando pelos dedos dos pés, passando a acariciar as plantas, devagar, sem pressa por seguir em direção à parte superior com as unhas dos dedos. As mãos de Laura recorriam então as panturrilhas, subiam até parar nas curvas das coxelas, e em perfeita sincronia suas duas mãos iam ascendendo até suas nádegas, para voltar a descender. As mãos de Manu se moviam devagaramente apenas roçando a pele da parte superior da espinha, traçando pequenos círculos que se estendiam até os ombros, que acariciavam o cabelo e muito suavemente a cara, ladeada e com uma expressão de felicidade e paz insondáveis. Por minha parte, meus dedos jogueteavam na zona dos rins, suavemente, seguindo a sinuosa curva que ascendia até suas nádegas, cuja pele eriçada respondia às carícias que lhe brindavam minhas mãos. Dirigi-lhe uma mirada. A minha irmã, que continuava acariciando suas pernas completamente encantada, fascinada pelo corpo da sua amiga. Estou seguro de que a expressão seria a mesma se o corpo de Alicia nesse momento fosse o de qualquer um de nós. Me inclinei em direção a ela sem parar de prestar atenção ao corpo da vizinha e me fundi nos seus lábios.
O beijo da minha irmã era mais húmido, mais passional que o que lhe dei a Alicia apenas um momento antes. Suas mãos percorriam agora a totalidade das suas pernas, começando pelos tornozelos e perdendo-se em frente pela face interna dos músculos, aproximando cada vez mais seus dedos ao sexo da vizinha, o que fazia seus jadeios mais evidentes. Minha ereção nesse momento era total, olhei para Manu e também ele dava mostras de poder continuar com o sexo o que havíamos começado com as mãos. Mas ainda não, ainda era demasiado cedo. Continuamos acariciando a parte posterior do seu corpo durante um bom tempo mais, até que, com Laura como mestra da cerimônia, decidimos dar-lhe a volta novamente para deixar a vizinha completamente exposta aos nossos instintos.
Alicia fez um gesto de dirigir uma das suas mãos ao seu sexo, do qual resbalava em pequenas gotas que salpicavam as sábanas um fio húmido que respondia ao estado de excitação que ela tinha nesse momento. Manu deteve a mão da sua irmã, dando-lhe entender que satisfazer suas necessidades era coisa nossa. Quando tanto o vizinho como eu cremos que íamos continuar acariciando com tacto e sensualidade a Alicia, minha irmã nos surpreendeu agarrando fortemente esta por suas coxas e hundindo sua cabeça entre seus músculos rapidamente, com ansiedade de que a vizinha alcançasse um primeiro orgasmo brutal. No mesmo momento em que Alicia notou o contato da língua de Laura no seu sexo, seus gemidos se converteram em gritos enquanto seu corpo começava a convulsionar e a bater sobre a cama. Manu e eu tivemos que segurá-la, agarrando-a pelos braços e apoiando nosso Peso sobre ela para que não saísse disparada em direção ao chão de tanto que se movia. Um grito agudo e que devia ser ouvido até no estrangeiro foi o reflexo do clímax que alcançava Alicia enquanto a língua da minha irmã se dedicava a recorrer seu clitóris e explorar o que dava de si em seu interior. Poco a pouco, os movimentos e gritos de Alicia foram diminuindo em volume, embora não chegassem a desvanecer, pois minha irmã prosseguia com a boca presa ao sexo da vizinha. Aquilo já me tinha a 100, assim que decidi começar a masturbar-me tranquilamente, sem pressa, apenas para poder recrear-me com a visão do corpo nu de Alicia, recém corrida, com a cabeça da minha irmã enterrada entre seus muslos.
O movimento que imprimia ao meu cock com uma das mãos enquanto com a outra seguia acariciando o corpo de Alicia, fez que esta se percatasse. Se não a havíamos deixado que se masturbasse sozinha, não iria permitir o mesmo em nosso caso, assim que com ambas as mãos, nos agarrou a Manu e a mim pelas pollas e começou a menear-nas tranquilamente, algo realmente difícil devido ao ritmo com que acompanhava os lametos da minha irmã em seus baixos, muito mais rápido. As mãos do seu irmão e as minhas haviam abandonado já todo o decoro com que evitávamos seus pontos fracos para ir avançando em direção a seus peitos, para primeiro amassá-los, o que não fazia senão mais evidente nas palmas das mãos a dureza que os mamilos de Alicia haviam alcançado. Começamos a pellizcar com avidez, primeiro com cuidado e depois com mais força, correspondendo ao beneplácito que nos oferecia com seus gemidos, cada vez mais profundos, a vizinha. Sujetando-os entre o indicador e o polegar, tanto Manu como eu, os asseíamos com força para estirá-los em direção à cima, até escaparem dos dedos para voltar à sua posição inicial, algo que, embora fizesse a própria vizinha se estrmecer, não a fazia vacilar no ritmo com o qual nos masturbar. Em um momento, minha irmã se incorporou entre os membros de Alicia, em uma imagem que nos excitava ainda mais, tinha toda a cara encharcada nos fluxos daquela e se inclinou para frente para beijar Manu, que recolheu com a língua de cada canto do rosto de Laura os restos da corrida de sua irmã. Deu-lhe uma mão e o vizinho ocupou o lugar que até havia um instante ocupava ela, só que essa vez, Manu não lhe brindaria sua irmã com um cunnilingus. Situou-se entre suas pernas e de um certero pollazo começou a follar-lhe. Alicia começou novamente a gritar de prazer e a bater como uma louca na cama. Laura, que havia ocupado o lugar de Manu, aplacou seus movimentos tombando-se sobre ela, e soltando a mão de Alicia que seguia se masturbando com dor, engoliu meu cock até praticamente a base. Com uma das mãos tinha agarrada a nuca da minha irmã para acompasar o ritmo da mamada que me estava fazendo, e não sabendo o que fazer com a outra, tentei deslizar-la por detrás da espalda de Laura, procurando seu bum, mas ela mesma me deteve. Este polvo era apenas de Alicia. Assim, após um tempo, e apesar do prazer infinito que me proporcionava na cock a boca de Laura, decidi satisfazer o favor que havia reclamado aquela durante a comida. Ao ver-me incorporar da cama, Manu compreendeu que também queria recrear-se no corpo de sua irmã, assim se retirou dela. Laura ajudou-a a incorporar e foi o vizinho quem ficou estendido na cama, Alicia subiu sobre ele e se enfiou seu membro no depilado coño. As mãos da minha irmã a empurraram suavemente para frente, para deixar o bum da vizinha exposto, mas antes de que se retirasse para que eu pudesse fazê-lo com Alicia desde atrás, agarrei Laura pela cabeça e dirigi-la para o apetecível ânus de sua amiga. Por enésima vez os gritos de Alicia voltaram a inundar a habitação ao sentir ao mesmo tempo a cock de seu irmão devorando-a por dentro e a língua de Laura recorria concienzudamente cada pliegue do seu buraquinho de trás. Sentiu a enorme tentação de elevar minha irmã pelas cadeiras e sem deixar que separe sua boquinha da vizinha, cravá-la pelo cu para poder seguir presenciando como espectador privilegiado o espetáculo que eu tinha à frente. Mas me contive, era o bum de Alicia que requeria os meus serviços nesse momento. A cabeça de Laura oscilava para a frente e para trás, introduzindo sua língua em cada investida no escuro buraquinho de trás de Alicia. Minha irmã havia deixado claro que era o turno da vizinha, e vendo que me custaria resistir-me para comer o bum da primeira, que balanceava as cadeiras com o cu na pompa em perfeita sincronia com o que fazia sua boca no corpo da outra, decidi apartá-la para ser eu quem catasse com a boca o que mais tarde ia tragar meu empinadísimo cock. Coloquei a cabeça justo atrás de Alicia, que com cada bote que pegava pelas investidas do seu irmão, passava uma e outra vez a rajita do seu cu na minha cara. Antes de sacar a língua para proporcionar-lhe o prazer que segundos antes havia estado providenciando minha irmã, deixei que minha cara fosse acariciada por aquele perfeito cu que subia e descia e aspirava profundamente o cheiro do sexo que emanava, notava húmido e quente na narina em cada passo, e quando não pude esperar mais, hundiu a língua tanto quanto pude e agarrei-me aos muslos para fazer-la permanecer dentro da vizinha tanto tempo quanto pude. Empurrava mais e mais, notando o movimento do cock de Manu no seu interior. Em um momento dado, Alicia, que seguia gemendo como uma louca, subiu mais do normal, o que fez a cock do seu irmão sair-se do cuíto, e estando eu na posição em que estava, ela foi parar de cheio na minha boca. Não me resultou desagradável, mas com aquele corpo de mulher que pedia toda guerra do mundo, descartei experimentar coisas novas, tão logo o sexo da vizinha entrou na minha boca. Saiu novamente após um leve 'perdão' pronunciado por Manu entre jadeos pelo pó que lhe estava dando à sua irmã. Então decidi que havia chegado o momento de utilizar a cock no benefício da curiosidade de Alicia. Pediu a Manu para parar um momento e não se saciar com sua irmã. Então coloquei a ponta da cock na bunda da vizinha. Apenas custou que o oscuro buraco engolisse o capuz. Notava tanto a cock do vizinho através da parede que separava os dois orifícios, como as palpitações, os latidos do coração de Alicia que bombavam sangue até nas diminutas veias que surcavam seu esfíncter. Poco a pouco, fui introduzindo meu sexo no cu de Alicia, lentamente foi desaparecendo entre suas nádegas enquanto ela proferia um lento e agonizante gemido ao tempo em que se eriçava a pele de todo o corpo. Depois de três investidas, Manu começou novamente com o mete-saca, os dois fomos acompasando os movimentos até fazer que ao tempo que a cock de um saía, a do outro entrava no orifício contrário. Para fazer minhas investidas mais profundas, alonguei os braços e agarrei as tetas de Alicia por trás. Minhas mãos retorciam seus pezones, aplastavam seus pequenos peitos. Em um momento notei outras mãos que se divertiam no mesmo lugar, eram as minhas irmãs, que meio recostada na cama, alternava as carícias entre as tetas de Alicia e seu próprio sexo. Sem deixar de se masturbar, Laura buscou os lábios da vizinha, e ambas se fundiram em um beijo húmido, no qual via perfeitamente suas línguas brincando. Ao tempo que se separavam, deixando escapar um fio de saliva pela comissura de seus lábios, minha irmã me empurrou suavemente, pondo uma mão sobre meu peito com o devido cuidado para que não deixasse de meter-se à vizinha pelo cu. Uma vez feita isso, lançou uma mão ao ar e atizou a vizinha em uma das nádegas uma bofetada que ressoou com eco entre as paredes da habitação. - O quê...? O que...? Follan esses dois? -le recriminou à vizinha para excitá-la ainda mais. Se bem comigo já havia utilizado linguagem suja enquanto me lambeava, era novo que fizesse o mesmo com sua amiga. Outra mão voou no ar e aterrou com força na outra nádega.
- Te gusta? Agora és nossa puta - disse entre dentes minha irmã arrancando um gemido mais à Alicia, que fazia aumentar sua desbordada excitação-. Terias que ver como meu irmão te está reventando o cu, veremos se após isso podes voltar a sentar hoje -!Zas!, outra cachetada, e novo gemido profundo da vizinha.
- Síiii - conseguiu dizer Alicia com os olhos fechados e levantando ligeiramente o corpo para cima.
- E quando esses dois se correrem, estás muito equivocada se pensas que isso vai terminar assim. Quando teu irmão se correr dentro do teu coninho será minha boca a que recolherá todo seu sêmen de dentro de ti, e não pararei até que você corra mais uma vez - ordenava minha irmã.
Alicia estava já fora de si, as duas pollas e a voz de minha irmã estavam subindo ao sétimo céu. Seus movimentos estavam já fora de controle, e com um tremendo grito e saltando da cama, saiu dos dois sexos e se derrumbou sobre o corpo do seu irmão. Sua espalda subia e descia rapidamente por os jadeos nos quais se havia convertido sua respiração.
Dez segundos demos de trégua. Não havia recuperado o fôlego quando Manu a elevou apenas para deixá-la cair sobre seu cock. Em seguida foi minha vez que voltou a rasgar seu bum, seus gemidos se transformaram em lamentos longos e graves.
Ainda que lhe faltassem ganhas para gritar, parecia predispuesta a ser fodida mais uma vez por nós três. Meu cock entrava e saía de seu cu cada vez com maior facilidade, parecia manteiga que resbalava para o interior de um buraco cada vez mais enrojecido.
Laura se colocou atrás de mim e me retirou do bum de Alicia, novamente colocou sua cabeça entre as nádegas da vizinha e voltou a trabalhar-lhe com fruição. Fiz aquela Se echasse hacia adelante, quase grudada ao corpo de Manu para que me engulisse o pau com o único orifício livre nesse momento, sua boca. Tan pronto minha irmã notou que os gemidos de Alicia se transformavam em sons guturais, voltou à carga.
- Sim, come a cock do meu irmãozinho, você gosta do seu sabor? É o sabor da sua bunda, pedaço de puta - soltou minha irmã ao mesmo tempo que lhe cruzava uma bofetada na nádegas. Com essas palavras, os sons que saíam de algum lugar da garganta de Alicia se tornaram mais graves. Ela gostava. Sabia que ia explodir novamente.
- Vou correr - anunciou Manu desde debaixo de sua irmã.
- De isso nada - soltou rapidamente Laura, e retirou a cock do cu da sua irmã.
Nos separou os dois e jogou Alicia de costas. Com os braços, saparou as pernas dela e sua cabeça se hundiu entre os músculos das suas amigas. Com a vizinha ocupada, aproveitei para colocar-me de joelhos atrás de minha irmã e propinar-lhe um lametão que foi desde o seu sexo molhado até o ânus quente que desejava perfurar. Laura não opôs resistência e se deixou fazer enquanto não parava de mover a língua no sexo de Alicia.
Antes de decidir meter-me em minha irmã por trás, foi ela quem se jogou, com a vizinha em cima fazendo um perfeito 69. A nossa disposição ficou o pussy e o bum de Alicia, que, de costas sobre minha irmã, parecia não ter forças para corresponder aos lametos que lhe dedicava ela no seu sexo. Sem esperar mais, coloquei a ponta do pau em esfíncter dilatado de Alicia, justo acima da cara de minha irmã que devorava com vontade o pussy. Empurrei e fui acelerando o ritmo. Era incrível, não só estava enculando a vizinha como também, a língua de minha irmã traçava longas passadas que iam do sexo dela até repassar por inteiro meus testículos.
Por sua parte, Manu se masturbava devagar esperando seu turno.
De novo senti convulsões no corpo de Alicia, ela estava correndo novamente. Não baixei o ritmo e ia... empurrando cada vez mais. A vizinha gritava como se estivessem matando. Mas sabia que não era isso o que estava sentindo. A língua de Laura e o dilatado e ardente ânus de Alicia pressagiavam o final da minha contribuição ao desejo inicial dela. Comecei a correr, empurrando como não havia podido fazer, enchendo de sêmen os intestinos da vizinha, que se retorcía nesse momento de prazer e de notar-se inundada. Ainda após ejacular, estive um par de minutos bombando, já quase sem forças até que decidi retire-me para que Manu também se corresse no culos de sua irmã. Ao sair do corpo de Alicia, vi como Laura seguia concentrada no cunnilingus que lhe estava fazendo. Rodeei as duas e me coloquei entre as pernas da minha irmã, onde jazia a cabeça de Alicia, quase inerte, não podia mais. Voltou a gritar quando seu irmão tomou meu relevo e começou a enculara. Minha resposta foi beijá-la, alternando as carícias da minha boca com a sua no sexo da minha irmã, que, devido ao estado em que se encontrava a vizinha, não havia recebido praticamente atenção. Em alguns minutos, durante os quais notei como o sexo de Laura agradecia minhas atenções segregando fluidos que resvalavam da minha barba e se fundiam nos lábios de Alicia quando a beijava, os dois irmãos, Alicia e Manu, estouraram em um orgasmo simultâneo que se saldou com muito mais sêmen inundando o interior da vizinha e um alarido dessa que quase nos assustou a todos. Os quatro nos deitamos como pudemos sobre a cama.
Bem é certo que desde essa tarde até hoje eu lancei ejaculações gloriosas, selvagens, incríveis, nas quais não disse não a nada, mas não me lembro de um em que me quedasse tão relaxado após vazar as bolas como nessa ocasião. Não fez falta um como você está? ou coisas semelhantes. Depois de alguns minutos, alguém se moveu, Alicia começou a repartir beijos em silêncio, voltamos a relaxar-nos, nos vestimos sem pressa e passamos o resto da tarde esticados ao sol. Chegamos a comentar Como superar a façanha e comecei a maquinar em que se iria materializar a dívida que ainda tinham contraída as meninas con nós. Ao cair a tarde, pouco após que chegassem meus pais e que os vizinhos se recolhessem, já tinha a ideia, que por momento não revelei nem à minha irmã nem aos vizinhos. Já haveria tempo. Mas isso é outra história...
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