Faz 2 meses que comecei um projeto pra um casal de devoto que quer construir num condomínio fechado em San Vicente.
A gente teve várias reuniões, os três juntos, às vezes só com ele e outras só com ela, tudo seguia normal. Sábado passado a gente se encontrou de manhã pra ver uns detalhes do projeto. Apesar do calor, ela apareceu com um biquíni minúsculo e um pareô. Mesmo sem piscina, eles tinham um quintal com um deck onde ela claramente pegava sol direto, porque tava com um bronzeado lindo.
Ela me cumprimentou e foi pra espreguiçadeira, deitou de bruços pra pegar sol, deixando uma vista linda da bunda dela nua. Tentei me controlar, mas escapei o olhar umas vezes, e numa dessas o Jorge fala: "Bunda bonita, né?"
Sem tanta intimidade entre a gente, não sabia como reagir. Se eu falasse que não, era mentira e ia passar por otário; se falasse que sim, ficava sem saída e assumia que tava olhando o rabo da mulher dele. Então fui na verdade e falei: "Sim, é uma obra de arte. Quem não gosta de arte?"
Ele riu e disse: "Boa, você se saiu bem, haha. Te explico: a gente é do swing, e a Sofi se interessou por você. Sei que você é casado, mas vou jogar a ideia mesmo assim. Não somos viciados em swing, mas de vez em quando a gente faz algo quando rola. Se quiser, tranquilo. Eu sou hétero e não vou te tocar", explicou, como se assumisse que eu não tenho nada a ver com o meio e talvez ficasse desconfortável com a situação.
Pra mim, tudo bem, falei: "Ninguém morre por um doce", e a gente riu.
"Vai, ela tá te esperando", e eu fui pro quintal.
Me aproximei e perguntei: "O que houve? Hoje você não participa do projeto?" Sem se virar, ela respondeu: "É que hoje eu tô com outro projeto na cabeça." Sentei na espreguiçadeira e comecei a percorrer a perna dela delicadamente, dos tornozelos pra cima. "Fico feliz que você também possa participar desse projeto", falei. Já chegando na bunda, pausei um pouquinho e continuei até a alça do biquíni, desabotoando pra descer de novo até a bunda dela e dar um belo massagem. Ela continuava sem me olhar, e eu... Ele disse: "Você sempre traz algo pra gente ver. Tem alguma coisa que possa me interessar agora?" Já de pau duro, baixei a bermuda dela e encostei a rola na boca dela. Ela continuava de olhos fechados, mas começou a lamber com a língua até abrir a boca. Só que tava muito desconfortável, não dava pra chegar mais perto, então ela abriu os olhos e sentou na espreguiçadeira pra poder chupar de verdade. Depois de uns minutos, ela falou: "Vem, quero ficar mais à vontade", e me pegou pela mão pra dentro. Passamos pela cozinha, onde ele tava, e ela disse: "Vou levar ele um pouquinho pra cima, que o ar-condicionado tá ligado. Vem depois, love, com uma coisa geladinha." E aí subimos. Ela me sentou na cama e continuou me chupando. Pegou uma camisinha da mesinha de cabeceira, colocou em mim, sentou em cima, enfiou de uma vez até o fundo, suspirou por um segundo e começou a rebolar enquanto massageava e beijava os próprios peitos. Depois de um tempo, comecei a tomar o controle, coloquei ela de quatro e continuei metendo. Soltei um tapa que foi bem recebido, então vieram mais alguns, com uns elogios pra bunda dela e a intenção de preparar o terreno pra comer o cu dela. Coloquei o travesseiro debaixo da barriga dela e deixei ela cair, deixando a bundinha bem empinada. Me agachei na cama e continuei metendo na buceta dela, já de forma violenta, saindo tudo e enfiando de uma vez, fazendo ela gemer a cada entrada. Nisso, ele entra e fala: "Ah, legal!! Deixa ela inteira que eu também quero comer ela." Ela pediu a rola dele e começou a chupar, e em dois minutos ele já tava comendo a boca dela. Eu saí um pouco, não queria gozar, e deixei ele comer ela por um tempo. Tirei a camisinha e dei pra ela chupar. Depois, ela subiu em cima dele e fez sinal pra eu entrar também na buceta dela. Fiquei por trás, ele parou de se mexer e abriu bem as nádegas dela com as mãos pra eu não errar o alvo. Entrei devagar e começamos a bombar alternadamente por um tempo. Quando já tava perto de gozar, perguntei onde ela queria que eu terminasse. Tava com muita vontade de encher a boca dela. deu leite mas me disse pra gozar ali na camisinha e eu falei pra ele goza quando quiser que eu já tô pronto, ele começou a meter forte e eu também até gozar na camisinha, quando gozei ele gozou também.
no meio disso já era quase 1 da manhã, e aí, o que achou? espetacular, falei, haha, ainda não viu nada, vai ficar pra comer né?, já acendi o fogo, claro, até porque a gente conversou pouco sobre a casa e deu umas risadas.
ele desceu pra colocar a carne, a gente foi se lavar e ficou na cama morrendo de preguiça e trocando uns amassos, depois descemos ela só de fio dental e eu de cueca, a parada não ia terminar aí mas conto em outra parte porque já tá muito longo.
A gente teve várias reuniões, os três juntos, às vezes só com ele e outras só com ela, tudo seguia normal. Sábado passado a gente se encontrou de manhã pra ver uns detalhes do projeto. Apesar do calor, ela apareceu com um biquíni minúsculo e um pareô. Mesmo sem piscina, eles tinham um quintal com um deck onde ela claramente pegava sol direto, porque tava com um bronzeado lindo.
Ela me cumprimentou e foi pra espreguiçadeira, deitou de bruços pra pegar sol, deixando uma vista linda da bunda dela nua. Tentei me controlar, mas escapei o olhar umas vezes, e numa dessas o Jorge fala: "Bunda bonita, né?"
Sem tanta intimidade entre a gente, não sabia como reagir. Se eu falasse que não, era mentira e ia passar por otário; se falasse que sim, ficava sem saída e assumia que tava olhando o rabo da mulher dele. Então fui na verdade e falei: "Sim, é uma obra de arte. Quem não gosta de arte?"
Ele riu e disse: "Boa, você se saiu bem, haha. Te explico: a gente é do swing, e a Sofi se interessou por você. Sei que você é casado, mas vou jogar a ideia mesmo assim. Não somos viciados em swing, mas de vez em quando a gente faz algo quando rola. Se quiser, tranquilo. Eu sou hétero e não vou te tocar", explicou, como se assumisse que eu não tenho nada a ver com o meio e talvez ficasse desconfortável com a situação.
Pra mim, tudo bem, falei: "Ninguém morre por um doce", e a gente riu.
"Vai, ela tá te esperando", e eu fui pro quintal.
Me aproximei e perguntei: "O que houve? Hoje você não participa do projeto?" Sem se virar, ela respondeu: "É que hoje eu tô com outro projeto na cabeça." Sentei na espreguiçadeira e comecei a percorrer a perna dela delicadamente, dos tornozelos pra cima. "Fico feliz que você também possa participar desse projeto", falei. Já chegando na bunda, pausei um pouquinho e continuei até a alça do biquíni, desabotoando pra descer de novo até a bunda dela e dar um belo massagem. Ela continuava sem me olhar, e eu... Ele disse: "Você sempre traz algo pra gente ver. Tem alguma coisa que possa me interessar agora?" Já de pau duro, baixei a bermuda dela e encostei a rola na boca dela. Ela continuava de olhos fechados, mas começou a lamber com a língua até abrir a boca. Só que tava muito desconfortável, não dava pra chegar mais perto, então ela abriu os olhos e sentou na espreguiçadeira pra poder chupar de verdade. Depois de uns minutos, ela falou: "Vem, quero ficar mais à vontade", e me pegou pela mão pra dentro. Passamos pela cozinha, onde ele tava, e ela disse: "Vou levar ele um pouquinho pra cima, que o ar-condicionado tá ligado. Vem depois, love, com uma coisa geladinha." E aí subimos. Ela me sentou na cama e continuou me chupando. Pegou uma camisinha da mesinha de cabeceira, colocou em mim, sentou em cima, enfiou de uma vez até o fundo, suspirou por um segundo e começou a rebolar enquanto massageava e beijava os próprios peitos. Depois de um tempo, comecei a tomar o controle, coloquei ela de quatro e continuei metendo. Soltei um tapa que foi bem recebido, então vieram mais alguns, com uns elogios pra bunda dela e a intenção de preparar o terreno pra comer o cu dela. Coloquei o travesseiro debaixo da barriga dela e deixei ela cair, deixando a bundinha bem empinada. Me agachei na cama e continuei metendo na buceta dela, já de forma violenta, saindo tudo e enfiando de uma vez, fazendo ela gemer a cada entrada. Nisso, ele entra e fala: "Ah, legal!! Deixa ela inteira que eu também quero comer ela." Ela pediu a rola dele e começou a chupar, e em dois minutos ele já tava comendo a boca dela. Eu saí um pouco, não queria gozar, e deixei ele comer ela por um tempo. Tirei a camisinha e dei pra ela chupar. Depois, ela subiu em cima dele e fez sinal pra eu entrar também na buceta dela. Fiquei por trás, ele parou de se mexer e abriu bem as nádegas dela com as mãos pra eu não errar o alvo. Entrei devagar e começamos a bombar alternadamente por um tempo. Quando já tava perto de gozar, perguntei onde ela queria que eu terminasse. Tava com muita vontade de encher a boca dela. deu leite mas me disse pra gozar ali na camisinha e eu falei pra ele goza quando quiser que eu já tô pronto, ele começou a meter forte e eu também até gozar na camisinha, quando gozei ele gozou também.
no meio disso já era quase 1 da manhã, e aí, o que achou? espetacular, falei, haha, ainda não viu nada, vai ficar pra comer né?, já acendi o fogo, claro, até porque a gente conversou pouco sobre a casa e deu umas risadas.
ele desceu pra colocar a carne, a gente foi se lavar e ficou na cama morrendo de preguiça e trocando uns amassos, depois descemos ela só de fio dental e eu de cueca, a parada não ia terminar aí mas conto em outra parte porque já tá muito longo.
3 comentários - Novos clientes, mas puta velha
Buenìsimo 👏 👏 👏
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos.