Boneco não tão diabólico...

Depois de ter compartilhado minhas últimas experiências, vocês devem estar esperando que eu conte o que rolou durante minhas férias. Espero não decepcionar, mas não aconteceu absolutamente nada, pelo menos nada que valha a pena contar.
Preciso ser sincera e admitir que me diverti pra caralho com meu marido, e não tô falando só do lado das férias, mas também do sexual.
Depois de muito, muito tempo, voltei a ter orgasmos de verdade com ele, sem precisar fingir, recuperando aquela libido que eu já achava que tinha perdido, tanto que a gente transava quase toda noite e muitas manhãs também.
Não tínhamos um sexo tão bom desde... nem lembro mais desde quando, e por incrível que pareça, pela primeira vez em anos não sentia vontade de estar com mais ninguém além dele.
Mas... sempre tem um "mas", né?
As férias acabaram, voltamos pra casa e... Não sei o que é, se é Buenos Aires, a rotina, a poluição da cidade ou uma combinação de tudo isso, mas poucos dias depois de estar de volta nessas ruazinhas portenhas, me deu uma vontade de..., de..., bom, de comer meio mundo.
Como a Scarlett Johansson disse muito bem, monogamia é chato pra caralho, e eu já tava ficando bem entediada.
Foi nesse momento que recebi a mensagem do Fernando e a proposta de continuar aquela "conversa" que a gente tinha deixado no meio. Mas mesmo depois de ter ficado com os colegas do meu marido, eu ainda tava com o fogo no rabo.
Na real, o que eu tava afim mesmo era de transar com o Pablo de novo.
Durante os últimos dias das minhas férias, fiquei pensando bastante nele, sentia que devia uma explicação por ter sumido tão de repente depois da festa de aniversário dele, na noite em que a festa acabei sendo eu.
Já tinha até decidido fazer uma visita assim que voltasse pra Buenos Aires, mas aí surgiu a parada do trio e o assunto foi sendo adiado cada vez mais, até que um belo dia eu me decidi. Não aguentava mais. Tava ansiosa, com vontade, com um tesão do caralho. Precisava que o Pablo me cogê-lo, sentir ele mais uma vez dentro de mim, pulsando, inquieto, rasgando.
Desde a noite do aniversário dele que não o via, e já fazia quase três meses. Tempo demais pra ficar longe de alguém que soube me comer tão bem. Por isso achava que já era hora de um reencontro. De sentir de novo a força primal dele me destruindo a porradas.
Como se fosse uma viciada, meu corpo (usa a palavra: buceta) pedia aos berros uma nova dose de pau, do pau do Pablo.
Em vez de ir pro escritório, desço na avenida San Juan, compro umas facturas na padaria que fica na frente da casa dele e atravesso a rua com toda minha ansiedade à flor da pele. Não quero olhar, mas parece que vou respingando o asfalto e a calçada com minha vontade.
Abro a porta da rua com a chave que ele mesmo me deu, batendo salto no corredor e nos degraus pra ele me ouvir chegar, mas tudo em vão. Ninguém responde. O Pablo não tá em casa.
Fico esperando ele sentada na escada, comendo umas facturas, até que, frustrada e resignada, vou embora. Deixo o saco da padaria na porta dele e saio, mais tesuda do que quando cheguei.
Compro uma garrafa d'água no posto de gasolina que fica na esquina e vou pra San Juan pegar o metrô, pra retomar a viagem rumo ao meu trabalho. Tô distraída, revirando a bolsa atrás do cartão de transporte quando ouço alguém me chamar:
— ¡Mariela?!
Por um instante me iludo que seja o Pablo, mas me frustro de novo quando viro e vejo um cara carregando duas latas de tinta. Ele me parece familiar, mas não consigo lembrar de onde.
— Sou eu, Mario — ele fala ao ver que não o reconheço.
— Mario? — pergunto ainda na dúvida.
— Chuky — ele se corrige.
— Chuky! — exclamo surpresa, e me aproximo pra dar um beijo nele, pedindo desculpas por não ter reconhecido antes.
Não falo pra ele, mas se estivesse pelado e de pau duro, eu sacava na hora.
— Tá procurando o Pablo? — ele pergunta.
— Acabei de passar. Pela casa dele, mas não tá - comento.
- Teve que viajar urgente pra Tucumã, sei lá, algum problema de família - me informa.
Conhecendo o Pablo, suspeito que deve ser uma treta de saia.
- Sabe quando ele volta? - pergunto, esperançosa que não seja uma ausência muito longa.
- Nem ideia, é a única coisa que sei, que foi correndo, algo de última hora.
- Poxa! Justo agora que precisava ver ele - lamento, sentindo aquele vazio dentro de mim ficar cada vez maior.
- Bom, mas aqui tem eu, se tiver algo que eu possa ajudar, é só falar - propõe o Chuky com um meio sorriso que dispensa tradução.
Será que dava pra perceber o quanto eu tava afim de ser comida?
- Tô achando ou você tá querendo pegar a gatinha do seu amigo? - respondo, fazendo a surpresa.
- Contanto que ele não descubra - ele sorri - Além disso, tá em Tucumã, quem vai contar?
- Haha, é verdade, que se foda por ter ido, né? - falo, celebrando a sacada dele.
- Tô hospedado aqui perto, se quiser a gente pode ir e, sei lá, tomar algo, o que acha? - ele propõe, agora sim, se jogando de vez na cantada.
- Pra mim tá de boa, mas você não tá trampando? - respondo, na clara alusão às latas de tinta que ele carrega.
- Tô, trabalho naquela loja de tintas ali - ele diz, apontando com a cabeça - Mas faço essa entrega e tô livre.
- Tem certeza?
- Certeza.
- Olha que não quero que você arrume problema por minha causa.
- Imagina, mesmo que por você eu ponho a cabeça na guilhotina.
- Hahaha! - rio toda melosa - Valeu, mas acho que não precisa chegar a tanto.
O lugar onde ele tem que deixar a tinta é por ali perto, uma loja de ferragens na esquina da Humberto Primo com Solís, então vou com ele e espero enquanto faz a entrega. Quando termina, vamos direto pro lugar onde ele tá morando, um hotel na rua Salta. Um hotel pra viajantes e famílias, segundo o letreiro na lateral da porta.
Entramos e subimos pro Primeiro andar. O quarto dele é o segundo começando pela escada. Tem vários outros quartos, todos com portas e janelas dando pro corredor.

Dentro do quarto, ele me pergunta se quero beber algo.
— O que você tiver — respondo, olhando a mobília escassa, só uma cama que mais parece um catre, uma cômoda, uma TV daquelas antigas que parecem uma caixa, um par de cadeiras e um frigobar. Deste último, ele tira duas latas de cerveja e me oferece uma. Abro e dou um gole enquanto bisbilhoto as fotos em cima da cômoda, perto da TV. Os retratos mostram uma família. Chucky com uma mulher e duas crianças.
— Você é casado? — pergunto surpresa, já que naquele quarto não vejo nada que sugira que morem outras pessoas além dele.
— Sim, mas não se preocupa que elas não vão aparecer. Tão no Sul, em Trenque Lauquen, eu vim há uns meses atrás de trampo pra poder trazê-las mais pra frente — ele conta.
— Ah, olha só, e de quebra se diverte fodendo portenhas — falo num tom de recriminação.
— Haha, não, aquela vez foi algo especial, o Pablo me convidou pro aniversário dele, não sabia que ia rolar o que rolou, juro que nunca tinha estado em algo assim — ele garante, na óbvia referência à noite do Gangbang.
— Mas foi bom, né? — falo num tom cúmplice.
— Demais! — ele concorda.
Ele dá um longo gole na cerveja e, deixando a lata em cima da cômoda, se aproxima de mim. Coloca uma mão na minha cintura e, com um tom provocante, pergunta:
— E aquela noite, o que achou de mim? Digo, entre todos os outros...
— Você foi de longe o melhor, adorei principalmente o jeito que você chupou minha buceta — confesso, pegando a outra mão dele e fazendo com que me agarre com as duas.
— Tá falando sério?
— Muito sério, ou senão por que você acha que tô aqui?
Dou um gole e, segurando a cerveja na boca, dou um beijo longo e profundo, passando o líquido pra ele tomar.
— Mmmhhh...! Assim fica muito mais gostoso — ele exclama, bebendo até o último gole. Última gota.
Voltamos a nos beijar, dessa vez sem cerveja no meio, mordendo os lábios, chupando as línguas. Rápido com as mãos, ele me agarra pela bunda e me pressiona contra o corpo dele, se esfregando em mim, fazendo eu sentir a dureza que já pulsa debaixo da braguilha dele.
— Senti como você me deixou, garota — ele diz, pressionando ainda mais a virilha dele contra a minha.
Se eu fizesse ele sentir como eu estou, os dedos dele derreteriam.
— Então você gostou de como eu chupei sua buceta? — ele pergunta num sussurro.
— Adorei! — confirmo com um sorriso cúmplice.
— É que você tem uma buceta muito gostosa — ele garante.
— Sabe que eu não lembro se a sua era gostosa? Foram muitos paus naquele dia — falo enquanto acaricio o volume pronunciado que já está formando a ereção dele.
— Acho que primeiro vou ter que provar ela — completo enquanto vou desabotoando o cinto dele, sentindo o tempo todo a pressão indomável que já luta para explodir.
Abaixo o zíper da braguilha e, abrindo as dobras da calça, meto a mão dentro da cueca, agarrando em toda a sua magnificência essa energia viva e pulsante que até queima meus dedos de tão quente que está.
Olho nos olhos dele, sorrio e, puxando pra fora, bato uma punheta forte, sentindo a tensão nas veias ficar ainda mais poderosa e marcada. Sem soltar, me agacho no chão e dou uma longa e lenta lambida, da base até a ponta, provocando um arrepio que ecoa na minha língua toda. Abro a boca, meto ele pra dentro e chupo com toda a vontade.
Meu marido não é muito chegado a sexo oral, então já tava sentindo falta de ter uma rola pra matar a vontade. Então me permito, recuperando com o pau do Chuky o tempo perdido durante as férias.
Enquanto continuo chupando, ele acaricia meus peitos por cima da roupa, apertando forte, como se quisesse conferir a consistência.
— Que peitos gostosos você tem, por favor — ele exclama. fascinado.
—Cê quer me comer? —falo, pelando elas e oferecendo.
Ela se abaixa um instante e chupa, mordendo meus bicos com violência. Aí levanta, encaixa a pica no meio e, apertando uma na outra, me fode com frenesi e entusiasmo, deixando aquela área toda vermelha de tanto roçar.
Quando tira, a pica fica vibrando no ar, dura e entorpecida, com aquela curvatura no meio bem mais acentuada.
Sem tirar os olhos dela, levanto, tiro a saia, a calcinha, e me jogando na cama, abro as pernas, me oferecendo toda molhada e ansiosa. Tô com a buceta pegando fogo de tão quente que tô.
—Vem, agora chupa você eu! —falo num sussurro.
Já pelada, Chuky vem na minha direção, se acomoda entre minhas pernas e começa a lamber minha buceta de cima pra baixo, cutucando meu clitóris toda vez que chega naquela área tão ativa do meu corpo. Rosno, ofego, esperneio quando ela mete a língua e começa a mexer como se fosse uma pá, sugando o suquinho que jorra como uma fonte de vida e prazer.
—Ahhhhh..., siiiiiiiii..., chupa, morde, me come toda...! —peço entre ofegos roucos, me segurando nas coxas e me abrindo ainda mais.
Chuky abre bem a boca e fecha sobre minha intimidade carnuda, sugando com força tudo que consegue prender entre os lábios. Depois me chupa e sinto o prazer jorrando, molhando a cara dela com aquela efusão pura que espirra pra todo lado. Isso era o que eu mais gostava no amigo do Pablo, o jeito dele de chupar minha buceta. Tinha uma habilidade especial que agora confirmava, e de sobra, adicionando mais e melhores variações, já que sem ter que me dividir, podia usar todo o arsenal linguístico com total conforto. Sem pressa nem correria.
Com a língua, descreve uns arabescos incríveis, subindo, descendo, alternando entre morder e chupar, sugando tudo que está ao seu alcance. Parece que tivesse a língua do KISS, de tão fundo que me atinge, serpenteando entre as dobras da minha buceta, cutucando com a pontinha naqueles lugares onde as sensações são mais intensas.
Me deixa a ppk num estado de graça, com os lábios pulsando de tesão e o clitóris inchado e vermelho de tanta excitação.
— Por favor..., coloca a camisinha e me come! — peço com a desesperação mais intensa impregnando cada palavra.
Tão ou mais necessitado que eu, Chuky vem na minha direção, se coloca entre minhas pernas e mete com aquela cadência que me tinha abalado tanto naquela noite não tão distante.
O jeito dele de me comer, aquele ritmo entre firme e pausado que ele imprime em cada penetrada, a maneira de me olhar nos olhos e de me acariciar enquanto me bombeia, tudo isso contribuiu para que, no meio do Gangbang, se estabelecesse entre nós uma conexão especial. Eu senti isso e tenho certeza de que ele também. Pablo era meu homem, a razão de eu me entregar aos amigos dele como presente de aniversário, mas Chuky era quem tinha me arrancado as melhores gozadas. E agora eu o tinha só para mim, com exclusividade, sem ter que dividir meus buracos com mais ninguém.
Ao tê-lo dentro, grande, grosso, inchado, sinto que não estou errada em estar ali. Enquanto durar a ausência de Pablo, o amigo dele será um ótimo substituto.
Arqueio as costas e empurro a pélvis para frente, para senti-lo ainda mais fundo, me movendo no ritmo dele quando ele começa a me foder.
A curva que ele tem no meio e que dá ao pau dele uma torção gostosa, esfrega no meu clitóris a cada metida e sacada, me provocando sensações gloriosas. A cada golpe eu tremo, me desmanchando em espasmos cada vez mais violentos.
— Vai, me come..., me dá tudo! — incito ele debaixo do corpo dele.
Chuky arremete com tudo, mas sem sacrificar aquela postura que tinha me seduzido tanto. Ele me olha nos olhos e me beija amorosamente enquanto me fode. metendo ela toda, exatamente como ele pedia, selando cada penetração com um empurrãozinho final que ecoa até na minha alma.
Eu me movo com ele, ondulando meus quadris no ritmo que ele imprime de cima, quase nos pegando com amor, sentindo fluir dentro de nós o prazer mais intenso e supremo.
Nós dois gememos, ofegamos e suspiramos, tentando canalizar de alguma forma esse turbilhão de sensações que nos envolve e agita. Foi aí que demos a primeira trepada, e digo "demos" porque gozamos juntos, explodindo numa agonia mútua e compartilhada.
— Assim... sim... mmmhhh... que gostoso! — consigo murmurar enquanto ele goza dentro de mim, dentro da camisinha, claro, mas me deixando sentir aqueles jatos que, com a potência, parecem quase vencer a resistência do látex.
— Que pedaço de mulher! — exclama Chuky me olhando encantado, ainda sem sair de dentro.
— Que pedaço de homem! — respondo, agarrando ele pelas nádegas e apertando ainda mais contra meu corpo, como se quisesse enfiar ele mais fundo.
Deitamos, bem juntinhos, porque a cama é muito estreita, e dividimos outra cerveja. Ele me fala de Trenque Lauquen, da família dele, da esperança de encontrar um emprego melhor para trazê-los o mais rápido possível.
— E quando eles estiverem aqui, você vai continuar comendo umas paulistanas? — pergunto, irônica.
— Você é a única paulistana que eu comi, então se quiser continuar... foda-se, pra mim não tem problema — responde com um sorriso debochado.
— Pra mim também não — respondo com um beijo.
Enquanto nos beijamos, língua contra língua, pego no pau dele e começo a masturbar. Não preciso fazer muito para deixar ele duro de novo, com aquela torção que o torna ainda mais tentador. Desço beijando os mamilos, as omoplatas, o umbigo, enrolando minha língua na pelagem grossa que cobre boa parte da barriga dele. Dou uma lambida da cabeça aos pés, para subir de novo e chupar até um pouco mais da metade. Envolvo os ovos dele com uma mão e chupo gostoso. bem forte enquanto com a outra mão começo a me masturbar. Em questão de segundos estamos os dois fervendo de paixão. Coloco uma camisinha e subo em cima dele, montando, enfiando bem fundo, soltando um suspiro longo e profundo enquanto ele vai me preenchendo. Esfrego os peitos na cara dele e começo a cavalgar, subindo e descendo num ritmo forte e intenso, me cravando toda nessa vara dura e nervosa que estoura meu útero a cada golpe.

Tentando participar mais ativamente, Chuky me agarra pela bunda e começa a impulsionar de baixo, mas rápida nos reflexos, seguro as mãos dele e coloco elas acima da cabeça, deixando claro que sou eu quem está no controle da foda. Sem resistir, o amigo do Pablo deixa eu montar nele, curtindo a visão excitante dos meus peitos balançando de um lado pro outro. Então paro e beijo ele de língua.

— Me fode! — falo soltando as mãos dele.

Ele me agarra pela bunda de novo e agora sim, começa a meter com tudo, me fazendo pular a cada pica. Grito, xingo, esperneio, até não aguentar mais, sinto que minha barriga vai explodir. Então pulo pra fora, e fico ali em pé, deixando tudo escorrer pra fora, um jato atrás do outro de gozo. Parece que tô mijando, mas não, tô gozando que nem uma gostosa.

Apesar da puta trepada que acabei de dar, continuo com tesão. Muito tesão. Com vontade de ele continuar me arrebentando de pica.

Me apoio no criado-mudo e jogando a bunda pra trás, peço praticamente aos gritos:

— Vem, arrebenta meu cu!

Com a pica soltando faísca, Chuky levanta e vem na minha direção com um único objetivo na mente, o buraquinho apertado que pulsa entre minhas nádegas.

Ele lubrifica com bastante cuspe, enfiando os dedos e abrindo eles como uma pinça, pra depois ir colocando devagar. Não tem pressa, pelo contrário, me penetra com suavidade, como se tivesse medo de romper algum tendão ou nervo. Embora seja exatamente isso O que eu quero é que me arrebente, que me destrua, que me desmonte na pancada.
—Vai, me arrebenta toda! — peço já no auge do tesão, colocando a mão na cintura dele e provocando pra ele me dar com tudo que tem.
Atento às minhas urgências, o Chuky mete sem dó, me fulminando de pica, usando e abusando dessa impunidade com que ele se aproveita do meu corpo.
Ele enfia até onde dobra, entrando e saindo com força do meu cu, sem pausa nem respiro, me dando e me dando, como se dessas estocadas dependesse a própria sobrevivência dele.
—Ahhhhhh...! Siiiiiiiii...! Arrebenta bem o meu cu! Arrebenta tudo! — grito, sentindo que a qualquer momento ele vai me desmontar, e arrancar a rola do outro lado de tão forte que tá me comendo.
Por causa dos nossos movimentos agitados, as fotos de família que estão em cima da cômoda caem, mas eu levanto pra ele ter bem na cara a imagem da esposa e dos filhos de Neuquén enquanto come essa portenha putinha.
Gozo, gozo de novo feito uma gostosa, me mijando toda, escorrendo pra caralho enquanto sinto que ele também tá prestes a gozar.
Eu incentivo, provoco, instigo:
—Vai, vai, vai...!
Ele me come mais umas quantas vezes e, deixando bem cravada no meu cu, goza com uma força impressionante. Consigo sentir o impacto da descarga e a porra toda se acumulando na camisinha.
Ficamos um tempo ali, bem encaixados, compartilhando a agonia e o êxtase, curtindo até o último segundo de prazer.
Quando ele tira, vou pro banheiro, que por sorte fica no mesmo quarto, e tomo um banho. Daí a pouco saio, nua e molhada, secando o cabelo com uma toalha, e sugiro que a gente tome um mate. Já é quase meio-dia, não faz sentido eu ir trabalhar a essa hora, então planejo passar o resto do dia com ele.
—Dentro da cômoda tem uma chaleira, a cozinha é do outro lado do corredor — ele me indica, largado na cama. catre, como se tivesse levado um tiro.
Visto uma camisa dele, calço um par de havaianas e saio pra esquentar a água. Sou boa de chimarrão, então o resto da tarde passamos mateando, comendo bolachinha de banha e falando de tudo um pouco. Até que acabaram as bolachinhas...
— Tenho uma coisa que você pode gostar — falo, levantando a camisa e oferecendo minha buceta carnuda.
Tamo sentados no catre, então, sem esperar resposta, subo em cima dele e, encaixando minha virilha na altura da boca dele, entrego de novo meu pedaço mais íntimo.
A chupada que ele me deu merecia outra história, mas já me estendi demais. Só quero acrescentar que combinamos de nos ver de novo no meio daquela mesma semana. E é que, além de substituir o Pablo, eu precisava do Chuky pra outra coisa, mas não vou adiantar nada por enquanto — vocês vão saber na hora certa.
Beijos e até a próxima...

19 comentários - Boneco não tão diabólico...

Si es que cuando falta el titular hay que buscarse un buen sustituto jajjajajaja Boludo tu maridito, mira que no gustarle que se la chupen
Buen relato, van diez puntos
No seas malo, no es que no le guste, es que dice que cuando se la chupo lo hago acabar rápido, por eso prefiere que le haga unos mimos y después disfrutar mas cogiendome... en cuanto a lo primero que decías... no sé mucho de fútbol pero dicen que a veces el suplente juega mejor que el titular... jajaja...
@maritainfiel Osea que eres tan buen chupando jajajajaja Bueno, eso es cuestión de controlar el orgasmo jajajja
Yo de futbol ni idea, no me gusta jajajajaja
Boneco não tão diabólico...


Marita querida, hacía rato que no leía nada de tus aventuras.
Veo que no cambiaste, ni en lo calentona ni en la excelente forma de relatar.
Van 10 y te agendo para ponerme al día.
Besos.

Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
anmar9
Impresionante como siempre!!!!. Como no te mandan un día a Santa Fe, así podría cruzarte en algún lado!!!, jaja. Besos Preciosa. Terrible relatos como siempre
Cada día me sorprendes lo puta que estas ... Saludos marita
FAS CI NAN TE, lo bien que escribís!!!! Me hiciste ver y vivir todo, al lado tuyo y de Chucky.
Mereces 100.000 puntos.... solo te puedo dar 10...
Besitossss
¡Que mujeron que sos marita! Sos increible flaca, y me encanta la nueva foto que tenes de perfil 😉 🤤
Como siempre me dejas al palo bb, segui aportando y me gusta q cambies la foto de perfil y podrias subir fotos de como estabas vestida ese dia.
...empieza a lamerme el tajo de arriba abajo, punteándome el clítoris cada vez que llega a esa zona tan activa de mi cuerpo. Gruño, jadeo, pataleo cuando mete la lengua

-¡Ahhhhh..., siiiiiiiii..., chupame, mordeme, comeme toda...!- le pido entre roncos jadeos..."

Eso era lo que más me había gustado del amigo de Pablo, su forma de chuparme la concha.

Le envuelvo los huevos con una mano y se la chupo bien fuerte mientras que con la otra mano empiezo a pajearme

dejo que me salga todo de adentro, un chorro tras otro de flujo. Parece que me estoy meando, pero no, estoy acabando como una yegua.
[/i]:F:F
Como me encanta y me re calienta tu forma de describir cada detalle de tus "garche-aventuras" querida amiga, y por eso seguirás siendo la mejor por siempre preciosa!!

"A causa de nuestros agitados movimientos, las fotos familiares que están sobre la cómoda se caen, pero las levanto para que tenga presente en todo momento la imagen de su esposa e hijos neuquinos mientras se culea a ésta porteña emputecida."[/i] :):)
Pero esta parte ME ENCANTO, ES GENIAL, jajaja, viste estos pequeños detalles hacen tan especiales y diferentes tus relatos, y por eso me declaro tu fan número uno, y como dije ERES GENIAL!!:):)
Excelente trabajo como ya nos tienes acostumbrados linda, FELICITACIONES!! 👏 👏 +10
Demás está decirte que espero con ansias tu próxima "garche-aventura"
Besitos querida 💋
LEO


chifres
Muy buen relato Marita, que lindo poder estar entre tus suplentes, hay algún libro donde anotarse? ?
Siempre me dejas tan caliente Marita! Me muero de ganas por cruzarte y pegarte una buena cojida algún día
Imposible no admirar la belleza de tan hermoso para de tetas en tu foto de perfil
Muy buen relato! quede prendido fuego.. voy a ver todos tus relatos, con un extinguidor al lado . Besos
Muy bueno termine re caliente casi no puedo terminar de leerlo felicitaciones!!!
Stooge
excelente relato, una diosa de mujer. +10. besos
infidelidade