Comi Minhas Enteadas 1
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Salve, galera tarada, sou um cara que quer compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… esse, como todos os meus relatos, é feito pra vocês, pro seu prazer, mas preciso esclarecer umas paradas. Muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras são, outras são fantasias que eu ou alguém próximo a mim teve e me confessou, outras são reais mas não minhas, relatos de outras pessoas que me contam e no fim eu consigo convencer elas a deixarem eu publicar, claro com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso que não falo quem é quem, qual é minha ou não, qual é real e qual não é. Acho que isso deixa mais interessante e faz a galera pensar. Tenho muitas histórias, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do agrado de vocês. Sem mais delongas, aproveitem.
Já fazia um tempo que eu tinha casado com a Laura. No geral, ela era uma boa esposa. Tenho que confessar que eu não era um bom marido, de jeito nenhum, não como ela queria, mas ela ainda aguentava meu jeito. Na minha juventude era a mesma coisa. As namoradas não duravam muito comigo, e as esposas menos ainda. Por sorte, com as três anteriores não tive filhos, senão a coisa ia ser foda. Me divorciei de todas pelo mesmo motivo: meus erros, minhas traições. Só isso, porque em casa nunca faltou nada. Eu era gerente numa montadora, e tinha minhas próprias pequenas empresas de peças de carro, ferragens e acrílicos, entre outras coisas, além de várias casas alugadas. Financeiramente eu ia bem. Meus vícios por álcool e mulher deixavam loucas as pessoas ao meu lado, mais o de mulher do que o de álcool. Se vocês vissem, eu não bebia tanto quanto me metia com mulher. Mais de uma vez a Laura me pegou em alguma traição.
— Já não aguento mais isso, seu merda, olha que essa menina podia ser sua filha! Gritava muitas vezes ou também. —Essa foxy é uma velha, pelo menos me põe chifre com alguém que preste, levar ela pra cama assim, não acha, seu merda? —Mas mesmo assim, não passava de uns gritos e lágrimas dela, e eu de uns beijos e carícias quando terminava comendo ela com toda força, enfiando toda a minha pica bem fundo. No dia seguinte, trazia um presentinho e ela agia como se nada tivesse acontecido.
Quando conheci Laura, ela era divorciada. O marido dela, um inútil, pelo que diziam, era um idiota, embora as filhas dissessem o contrário — amor de filhas, suponho! Naquela época, ela já tinha suas duas filhas: Mariana, de 18 anos, e Anaïs, de 19. As duas eram mulheres de pele branca como a mãe, com quadris largos, peitos pequenos, do tamanho de umas laranjas, mais ou menos, mas isso sim, ambas tinham uma bunda descomunal, igual à da mãe. A única coisa que as diferenciava um pouco era a altura, porque até o cabelo era igual, enfim, os mesmos olhos, ou seja, pareciam gêmeas, ou trigêmeas se contar a mãe. Só que Mariana, a mais nova, mal chegava a 1,50m de altura, e Anaïs, a mais velha, quase batia 1,70m.
Eu, por outro lado, era um homem maduro de 48 anos, mas ainda com uma virilidade que muitos jovens de 19 queriam ter — a boa vida e a herança, suponho. Alto, cabelo preto, com algumas rugas no rosto, tipo pés de galinha, mas na minha idade isso era normal. Pele branca, olhos claros, mas com uma pica grande e grossa: 20 centímetros de comprimento e 16 de circunferência. Lembro que quando chegaram na minha casa, agora delas, Laura e as duas filhas passavam o dia de roupa íntima. Fazia tempo que não tinha um homem em casa, então havia uma certa intimidade entre elas pra andar assim pela casa toda. Dava pra vê-las passeando de calcinhas minúsculas, mostrando aquelas bundonas, ou de regata. Às vezes até deixavam as portas dos quartos abertas quando se... trocavam de roupa, e até a porta do banheiro ficava aberta. Eu vi várias vezes a Anaïs completamente pelada debaixo do chuveiro. Ficava tão excitado vendo ela que não conseguia me segurar e já ia pro quarto da mãe dela e metia nela como um louco. A coitada da Laura aguentava como podia, não imaginava que eu tava fodendo ela pensando que era a filha dela, a Anaïs.
— Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah… hooo, ho, ho, ho, ho… haaa, ha, ha, ha, ha, ho, ho, ha, ha ho, haaaa, ha, haaa, hhha… Luis… ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, haaaaa lusissssssss, deusssss ha, ha, ha, ha, haaaa sim, sissssss…. Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. — Ela não parava de gemer, e a Laura achava que era por causa dela, mas a verdade era por causa da filha mais velha.
Embora naquela época a Laura ainda tivesse um corpo dos sonhos, nada a invejar do corpo das duas filhas. Mesmo elas sendo mais novas que a mãe, ela mantinha a firmeza e a vontade sexual de uma mulher jovem, apesar de ter dado à luz duas filhas de parto normal. Mas ela continuava gostosa pra caralho. Lembro que nos primeiros dias de casados, quando a gente entrava no quarto, a Laura se ajoelhava na hora, tirava minha pica e chupava que nem uma desesperada. Quando já tava bem dura, ela corria e subia na cama, ficava de quatro e abria a bunda sozinha. Eu metia tão forte que a bunda branca dela ficava toda vermelha de tanto mete e sai. Quando dava vontade de comer o cu dela, aí os gritos eram ainda mais altos, mas ela adorava.
— Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ai, ai, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha… eu gosto ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa… sim, me dá mais forte, sim, minha buceta é sua ha, ha, ha, haaa, ha, assim ah, ah, ah, ah, ah, ah, haaaaa, sim, papai ah, ah, haaa, haaa, ha, haaa, ha, ha, ha.
Ela adorava. No começo doía pra caralho, tinha dias que ela não saía da cama de tanta dor no cu. Chorava e pedia desculpa como se eu tivesse que perdoar ela. Depois me dizia:
— Chega, papai, chega. Mais, isso dói.
Como ela gemia e gritava, a putinha, parecia que eu estava batendo nela, de tanto berro que soltava. Mais de uma vez, Anaïs e Mariana bateram na nossa porta pra perguntar se tava tudo bem. Laura, com meu pau enfiado entre as nádegas dela, bem metido no cu, mal conseguia responder.
— Haaa… Tá tudo bem, filhas, durmam… tá tudo bem.
Acho que depois as filhas dela sacaram o que realmente tava rolando e pararam de encher o saco. A relação com Anaïs e Mariana era meio estranha ou peculiar. Na real, nunca me chamaram de pai, só me chamavam de Luis. E, pra ser sincero, eu preferia assim. As duas já estavam bem grandinhas pra me chamar daquele jeito, e eu não gostava, verdade. Não sou um cara paterno, vocês já perceberam, né? Mas nem imaginem que ela pedia dinheiro. No começo foi aos poucos, e quem diria que no final elas iam acabar me chamando de papai? Já vou contar como aconteceu. A primeira a me chamar assim foi a Mariana. Isso mesmo, a mais nova, de 18 anos. Mariana, como já falei, era de pele branca e baixinha, media só 1,50. A testa dela batia pouco acima do meu umbigo — eu tenho 1,90. E, embora quase conseguisse envolver a cintura dela com uma mão só, pra pegar na bunda dela precisava das duas. Não que eu tivesse feito isso, mas a gente calcula. Eu tava casado com a mãe dela já uns 6 meses e a gente tinha um relacionamento de 1 ano, então já conhecia ela há um tempo. Mas isso começou quando elas vieram morar na minha casa, e aí eu via elas mais todo dia.
Enfim, vamos continuar. O cabelo longo e preto dela batia na bunda, e as pernas, embora curtas, eram bem torneadas. Ela tinha os lábios mais grossos das três. A voz chiada era o único defeito que eu via naquela gostosa, mas no final não era tão chato — dava pra se acostumar. Isso começou num dia qualquer, numa sexta à tarde, quando eu tava no quintal. Tava arrumando o jardim quando a Mariana saiu de casa pra pegar um sol. A sem-vergonha saiu de biquíni, duas peças, cor de rosa, com florcitas brancas e amarelas, ficava tão bem nela… eu não tinha prestado tanta atenção, de vez em quando virava pra olhar ela, mas sem nenhuma intenção, isso eu juro, mas quando ela virou de bruços pra pegar sol nas costas, não consegui evitar me aproximar pra ver bem aquele par de bundão grande e redondinho, perfeitamente, um cuzão da porra da minha Mariana, imenso, gordo e bem redondo. O biquíni deixava à mostra aquelas nalgotas que nem de milagre conseguia esconder aquele par de peitos, o biquíni era minúsculo pra ela. Entrei em casa pra pegar um copo d'água, notei que não tinha ninguém, lembrei que era o dia em que Laura fazia as compras e não sei por que a Anaïs ainda não tinha chegado da escola, então voltei pro quintal, tirei a camiseta e me deitei do lado da Mariana.
— Posso pegar sol com você? — falei, ela sorriu pra mim, com óculos escuros, eu não via os olhos dela.
— Sim, Luís, claro, fica à vontade. — Mariana me disse.
Eu me coloquei do lado dela na poltrona pra ficar o mais perto possível e continuar vendo aquele rabo dela, de repente, acho que ela sentiu meu olhar e virou de barriga pra cima. Eu tinha que foder ela, mas precisava fazer direito, afinal era filha da minha mulher, já tinha comido garotas da idade dela e até mais novas, e eram umas diabinhas as garotas dessa época, mas com ela tinha que ter cuidado. Era o que eu pensava uma e outra vez, então coloquei meu plano em ação, perguntei:
— Ei, Mariana, quer um pouco de bronzeador? … Pô, o sol tá forte, não acha? — Mostrei o frasco de protetor solar que ela mesma tinha colocado na mesa do jardim, eu tinha pegado, tava ainda mais perto que ela. Ela baixou os óculos escuros e me olhou de um jeito safado, a putinha, e sorriu.
— Ah, claro, Luís, obrigada!
— Não, não, imagina, eu passo em você! — Me apressei a passar.
Comecei a acariciar a bunda dela de uma vez, mas suavemente, ela não disse nada, então continuei, passei minha mão pelo corpo dela devagar, espalhava o protetor solar suavemente e Mariana se entregou, relaxou, porque aquelas mãos… Grandes não eram nada desajeitados. Quando baixei a guarda, foi quando percebi e ataquei, e foi assim que fiz. Minhas mãos grandes e firmes, eu sabia muito bem o que devia ser feito, já tinha experiência. Começo primeiro a relaxar Mariana aos poucos, segurando minha vontade de devorar. Na minha juventude, já tinha perdido muitas presas, muitas fêmeas por minha impaciência. Dessa vez, o velho lobo não era só ardente e desejoso, mas também precavido. Suas mãos se concentraram nos ombros dela, depois nas costas, desciam suavemente passando o protetor solar devagar enquanto sua gostosa filhinha gemia relaxada, sabendo o que ia rolar. Suas mãos se moviam suavemente, mas com firmeza ao mesmo tempo. Mariana se entregou e curtiu; comecei a acariciar suas costas, sua cintura, medindo com as mãos, depois desci para suas pernas firmes e torneadas, massageando até as panturrilhas, até os dedos dos pés. Eu era bom dando massagem nos pés, ela gemia baixinho, eu sorri. Isso não era só passar protetor solar, era muito mais, com certeza. Mas eu queria ainda mais. Continuei com o meu devagar, depois subi até os ombros dela, deixei uma das minhas mãos ali, a esquerda, e com a direita desci até a axila dela, a esquerda seguiu pela outra. Roscaram os seios dela, me surpreendi que ao toque eram grandes, talvez fosse minha excitação. Mariana não disse nada, era a hora. Subi minhas mãos até os ombros dela, deixei firme a esquerda e a direita, bom, essa mão deslizou até a bunda dela, as nádegas, mas por baixo do biquíni. Foi aí que Mariana se agitou, tentou se levantar de repente, mas não conseguiu, não conseguiu porque eu tinha minha mão esquerda bem firme sobre ela.
— Haaaaa, o que é, haaaaaa Luis ha, ha, ha, haaaaa.
— Só relaxa, Mariana, e aproveita, só aproveita. — Falei, descendo meus dedos ainda mais, meus dedos grandes, longos e grossos bem dentro das nádegas dela, acariciando o cu dela e a buceta, fazendo Mariana gemer sem saber o que fazer. Ela sentiu medo, sem dúvida alguma. Eu sentia o cheiro dela, mas também sentia êxtase, muito êxtase, isso eu também notava... E o melhor de tudo, eu sentia o cheiro. Esfregava as pontas dos meus dedos na buceta dela, no cu dela.
—É melhor você parar, Luis haaaa, hooo. —Gemia Mariana. —Ha, haaaa, Hoooo, haaaaa. —Ela gemia, apertando os dentes, mordendo os lábios. —Por favoooor, paraaaa haaaaa hooo Meu Deusss. —Ela gemeu, estava quase gozando, mas eu parei, esse é o momento perfeito para soltá-la, é como pescar: quando o peixe morde, você não puxa na hora, senão o anzol não prende, a linha pode arrebentar, você tem que deixar ele um tempo, fazer ele lutar e se cansar, e aí puxar, depois soltar, e aí puxar, brigar com o bicho até ele cansar.
Eu fiquei tranquilo, sem dizer ou fazer nada, depois fui pra cozinha e fiz uma limonada, peguei um copo de limonada bem gelada e doce e levei até lá. Quando ela me olhou, estava com o rosto vermelho e me encarava inquieta, a primeira parte do meu plano estava feita.
—Mariana, não quer um pouco de limonada?
—Quero! —Ela disse enérgica, claro que queria. Eu servi um copo pra ela e ela tomou de uma vez. Depois de um tempo, vi ela olhando pro celular, era um celular pequeno e antigo, eu sorri pra ela.
—Pô, Luis, tá sofrendo com esse troço?
—É muito velho. —Ela disse frustrada, eu sorri pra ela.
—Pensei que você tivesse um moderno.
—Tinha, mas roubaram, lembra?
—Ah, tá bom, eu posso te ajudar com isso!
—Sério?
—Sim, mas em troca de algo. —Ela ficou muito séria, pensando por um momento, e depois perguntou.
—O que você quer, Luis?
—Me dá um beijo. —Respondi.
—Só um beijo? —Ela me perguntou de novo.
—Sim, Mariana. —Respondi bem sério. Ela me olhou, como se analisasse o que um beijo implicava.
Ela se levantou, eu não tinha dito onde queria, mas ela foi direto nos meus lábios, o beijo foi doce e calmo, mas sentir o corpo dela junto ao meu deixou minha piroca duríssima, e eu meti a mão dentro da roupa de banho dela, nas bundas dela, foi a primeira vez que apertei aquilo. Culo redondo e firme, ela quis se virar pra trás mas já era tarde, com minha mão direita peguei ela pelo pescoço apertando ela mais contra mim, e com a mão esquerda apertava a bunda dela enfiando meus dedos cada vez mais fundo, continuei beijando ela e depois acariciei a buceta dela, gorda e molhada, tava depilada, ela gemeu na hora, e eu encostei meu pau na barriga dela.
— Haa, haaaa, haaaaaa.
— Agora você vai chupar meu pau pra poder falar com suas amigas! — falei no ouvido dela, e aí tirei meu pau, ela ficou séria e surpresa, pensei que ia sair correndo ou me dar um tapa gritando que eu era um merda, mas ela tava com a cara vermelha, excitada, e tremia nas minhas mãos, eu ainda segurava ela pelos ombros, mas finalmente ela se ajoelhou, terminou de tirar meu pau do meu short e ficou olhando pra ele por um tempo, aí eu falei:
— É grande sim e você vai gostar, amor! — Ela não respondeu, só começou.
Enfiou meu pau na boca dela o melhor que conseguiu, ela se esforçou, tenho que admitir, tentava, mas claramente não tinha muita experiência, isso me surpreendeu, desabotoei a parte de cima do biquíni dela e vi aqueles pezões rosados e grossos à mostra, eles tavam duros e empinados, ela tentou se cobrir com o braço, mas eu abaixava e acariciava a cabeça dela.
— Que isso, não treina com seu namorado, Mariana?! Não pensei que você ia fazer melhor, parece que não quer aquele celular?! — Ela me olhou sem parar de chupar, depois pegou meu pau com as duas mãos e começou a fazer um pouco melhor, pelo visto era a primeira vez dela ou algo assim.
Ela chupava meu pau bem gostoso, meio atrapalhada, mas se esforçava pra enfiar tudo na boca quase inteiro, eu tava durasso e quase gozando quando me acomodei na poltrona, aí gozei na boca dela, fiz ela ficar com meu pau na boca, mas no final soltei, ela cuspiu um pouco no chão mas claramente tinha engolido um pouco, ela me olhou mas nos olhos dela não tinha raiva nem nada do tipo, então eu falei:
— Vem cá, Mariana! — Ela se aproximou e sem que Eu nem disse nada, ela já tirou a parte de baixo do biquíni, e aí ela falou pra mim:
—Mete com cuidado, você tem ele bem grande. —Eu ainda não acreditava, era fácil demais, aquele par de bundas finalmente estava sentando no meu pau. Enquanto ela dizia: —Devagarzinho, por favor, devagaaaar… Huussss, huuuussss, husssss haaaaa.
Eu fiquei parado, vendo aquele par de bundas engolir meu pau, foi ela quem marcou o ritmo e depois acelerou. Às vezes eu sentia que ia gozar a qualquer momento, segurava ela pela cintura e ela sentava com tudo no meu pau.
—Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ha, ha, ha, haa, ha. —Ela aumentava o ritmo cada vez mais enquanto eu beijava o pescoço dela, a orelha, chupava os peitos dela. Não eram tão grandes, então cabiam na minha boca sem problema. Ela cravava as unhas nas minhas costas ou nos meus ombros, isso ia me dar problema se minha mulher visse. —Já vai gozar! Haaa haa, haa, haaa, se vai ah, ah, ah, ah, ah, gozar… —Ela dizia.
A cada sentada, ela perguntava igual uma chata: já vai gozar! E os gemidos dela, e metia de novo: já vai gozar! E os gemidos, repetia, toda hora com a respiração ofegante.
—Já quer que eu goze!? —Perguntei.
—Sim, sim, ha, haaa, vai, goza logo! —Ela falou.
Segurei os peitos dela e comecei a me mexer mais rápido, ela se esqueceu de tudo por um momento e começou a aproveitar ainda mais e gemer.
—Por que isso é tão divertido!?
—Haaa ha, haaaaa, ha, ha, haaaa, ha, ha, ha, haaaaayyyyy, ha, ha, ha, ha, haaaaaa, não aguento, me haaaaa, ha, ha, ha, ha, gozo ha, ha, haaaaa, haaaaa… já não aguento ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaa.
Segurei ela ainda mais forte pela cintura e fiz ela sentar fundo, ela gemeu ainda mais alto.
—HAAAAAA… ha, ha, ha, ha, haaaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaa.
Quando estava quase gozando e sabia que ia ser enorme, levantei ela de mim, queria evitar gozar dentro dela, mas não sabia se ela se cuidava e não queria deixar ela grávida, nunca tinha me importado de engravidar qualquer puta por aí, mas ela era diferente, a filha da minha mulher, bom, não queria foder o futuro dela e além disso, se fizesse isso, talvez ela não quisesse mais continuar trepando comigo.
— Onde você quer?! — perguntei exausto e excitado, já não aguentava mais. Ela, de joelhos na grama, me disse:
— Na cara, na cara agora! — falou, soltando um jorro de lubrificação vaginal, tinha gozado. — Haaaaaaaaaaaaa, pelo amor, Luís, Haaaaaaaaaaaa. Eu gozei na cara dela, jorros e jorros, pra caralho, na real. Acertei a carinha toda dela, sem dúvida também na boca dela, óbvio, nos peitinhos vermelhos dela, no chão, ela comeu o que conseguiu, depois me olhou e nos olhos dela vi medo e arrependimento, tinha que agir rápido.
— O que aconteceu ninguém vai saber, Mariana, simples assim! — falei com autoridade. — O que tá feito, tá feito, e o que eu digo é o que vale, e ninguém vai saber, e vou te dar o que é seu, gostosa! — disse, acariciando o rosto pegajoso dela e devolvendo o biquíni dela, a parte de cima, ela concordou com a cabeça.
Enquanto ela se recuperava, eu a via vermelha e muito agitada, não era pra tanto, eu também tava meio assim, ajustei meu short e sentei do lado dela. Ela olhou pro chão e disse algo que me fez sorrir por dentro.
— E o que a gente vai fazer pra repetir isso, Luís? — Eu sorri, sabia que era uma puta e que queria mais, no final, era filha da Laura, era idêntica.
— Bom, primeiro a gente tem que fingir que nada aconteceu, entendeu? — falei, e ela concordou com a cabeça, selamos com um beijo. E foi o começo de tudo isso.
Fim da Primeira Parte.
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Salve, galera tarada, sou um cara que quer compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… esse, como todos os meus relatos, é feito pra vocês, pro seu prazer, mas preciso esclarecer umas paradas. Muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras são, outras são fantasias que eu ou alguém próximo a mim teve e me confessou, outras são reais mas não minhas, relatos de outras pessoas que me contam e no fim eu consigo convencer elas a deixarem eu publicar, claro com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso que não falo quem é quem, qual é minha ou não, qual é real e qual não é. Acho que isso deixa mais interessante e faz a galera pensar. Tenho muitas histórias, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do agrado de vocês. Sem mais delongas, aproveitem.
Já fazia um tempo que eu tinha casado com a Laura. No geral, ela era uma boa esposa. Tenho que confessar que eu não era um bom marido, de jeito nenhum, não como ela queria, mas ela ainda aguentava meu jeito. Na minha juventude era a mesma coisa. As namoradas não duravam muito comigo, e as esposas menos ainda. Por sorte, com as três anteriores não tive filhos, senão a coisa ia ser foda. Me divorciei de todas pelo mesmo motivo: meus erros, minhas traições. Só isso, porque em casa nunca faltou nada. Eu era gerente numa montadora, e tinha minhas próprias pequenas empresas de peças de carro, ferragens e acrílicos, entre outras coisas, além de várias casas alugadas. Financeiramente eu ia bem. Meus vícios por álcool e mulher deixavam loucas as pessoas ao meu lado, mais o de mulher do que o de álcool. Se vocês vissem, eu não bebia tanto quanto me metia com mulher. Mais de uma vez a Laura me pegou em alguma traição.
— Já não aguento mais isso, seu merda, olha que essa menina podia ser sua filha! Gritava muitas vezes ou também. —Essa foxy é uma velha, pelo menos me põe chifre com alguém que preste, levar ela pra cama assim, não acha, seu merda? —Mas mesmo assim, não passava de uns gritos e lágrimas dela, e eu de uns beijos e carícias quando terminava comendo ela com toda força, enfiando toda a minha pica bem fundo. No dia seguinte, trazia um presentinho e ela agia como se nada tivesse acontecido.
Quando conheci Laura, ela era divorciada. O marido dela, um inútil, pelo que diziam, era um idiota, embora as filhas dissessem o contrário — amor de filhas, suponho! Naquela época, ela já tinha suas duas filhas: Mariana, de 18 anos, e Anaïs, de 19. As duas eram mulheres de pele branca como a mãe, com quadris largos, peitos pequenos, do tamanho de umas laranjas, mais ou menos, mas isso sim, ambas tinham uma bunda descomunal, igual à da mãe. A única coisa que as diferenciava um pouco era a altura, porque até o cabelo era igual, enfim, os mesmos olhos, ou seja, pareciam gêmeas, ou trigêmeas se contar a mãe. Só que Mariana, a mais nova, mal chegava a 1,50m de altura, e Anaïs, a mais velha, quase batia 1,70m.
Eu, por outro lado, era um homem maduro de 48 anos, mas ainda com uma virilidade que muitos jovens de 19 queriam ter — a boa vida e a herança, suponho. Alto, cabelo preto, com algumas rugas no rosto, tipo pés de galinha, mas na minha idade isso era normal. Pele branca, olhos claros, mas com uma pica grande e grossa: 20 centímetros de comprimento e 16 de circunferência. Lembro que quando chegaram na minha casa, agora delas, Laura e as duas filhas passavam o dia de roupa íntima. Fazia tempo que não tinha um homem em casa, então havia uma certa intimidade entre elas pra andar assim pela casa toda. Dava pra vê-las passeando de calcinhas minúsculas, mostrando aquelas bundonas, ou de regata. Às vezes até deixavam as portas dos quartos abertas quando se... trocavam de roupa, e até a porta do banheiro ficava aberta. Eu vi várias vezes a Anaïs completamente pelada debaixo do chuveiro. Ficava tão excitado vendo ela que não conseguia me segurar e já ia pro quarto da mãe dela e metia nela como um louco. A coitada da Laura aguentava como podia, não imaginava que eu tava fodendo ela pensando que era a filha dela, a Anaïs.
— Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah… hooo, ho, ho, ho, ho… haaa, ha, ha, ha, ha, ho, ho, ha, ha ho, haaaa, ha, haaa, hhha… Luis… ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, haaaaa lusissssssss, deusssss ha, ha, ha, ha, haaaa sim, sissssss…. Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. — Ela não parava de gemer, e a Laura achava que era por causa dela, mas a verdade era por causa da filha mais velha.
Embora naquela época a Laura ainda tivesse um corpo dos sonhos, nada a invejar do corpo das duas filhas. Mesmo elas sendo mais novas que a mãe, ela mantinha a firmeza e a vontade sexual de uma mulher jovem, apesar de ter dado à luz duas filhas de parto normal. Mas ela continuava gostosa pra caralho. Lembro que nos primeiros dias de casados, quando a gente entrava no quarto, a Laura se ajoelhava na hora, tirava minha pica e chupava que nem uma desesperada. Quando já tava bem dura, ela corria e subia na cama, ficava de quatro e abria a bunda sozinha. Eu metia tão forte que a bunda branca dela ficava toda vermelha de tanto mete e sai. Quando dava vontade de comer o cu dela, aí os gritos eram ainda mais altos, mas ela adorava.
— Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ai, ai, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha… eu gosto ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa… sim, me dá mais forte, sim, minha buceta é sua ha, ha, ha, haaa, ha, assim ah, ah, ah, ah, ah, ah, haaaaa, sim, papai ah, ah, haaa, haaa, ha, haaa, ha, ha, ha.
Ela adorava. No começo doía pra caralho, tinha dias que ela não saía da cama de tanta dor no cu. Chorava e pedia desculpa como se eu tivesse que perdoar ela. Depois me dizia:
— Chega, papai, chega. Mais, isso dói.
Como ela gemia e gritava, a putinha, parecia que eu estava batendo nela, de tanto berro que soltava. Mais de uma vez, Anaïs e Mariana bateram na nossa porta pra perguntar se tava tudo bem. Laura, com meu pau enfiado entre as nádegas dela, bem metido no cu, mal conseguia responder.
— Haaa… Tá tudo bem, filhas, durmam… tá tudo bem.
Acho que depois as filhas dela sacaram o que realmente tava rolando e pararam de encher o saco. A relação com Anaïs e Mariana era meio estranha ou peculiar. Na real, nunca me chamaram de pai, só me chamavam de Luis. E, pra ser sincero, eu preferia assim. As duas já estavam bem grandinhas pra me chamar daquele jeito, e eu não gostava, verdade. Não sou um cara paterno, vocês já perceberam, né? Mas nem imaginem que ela pedia dinheiro. No começo foi aos poucos, e quem diria que no final elas iam acabar me chamando de papai? Já vou contar como aconteceu. A primeira a me chamar assim foi a Mariana. Isso mesmo, a mais nova, de 18 anos. Mariana, como já falei, era de pele branca e baixinha, media só 1,50. A testa dela batia pouco acima do meu umbigo — eu tenho 1,90. E, embora quase conseguisse envolver a cintura dela com uma mão só, pra pegar na bunda dela precisava das duas. Não que eu tivesse feito isso, mas a gente calcula. Eu tava casado com a mãe dela já uns 6 meses e a gente tinha um relacionamento de 1 ano, então já conhecia ela há um tempo. Mas isso começou quando elas vieram morar na minha casa, e aí eu via elas mais todo dia.
Enfim, vamos continuar. O cabelo longo e preto dela batia na bunda, e as pernas, embora curtas, eram bem torneadas. Ela tinha os lábios mais grossos das três. A voz chiada era o único defeito que eu via naquela gostosa, mas no final não era tão chato — dava pra se acostumar. Isso começou num dia qualquer, numa sexta à tarde, quando eu tava no quintal. Tava arrumando o jardim quando a Mariana saiu de casa pra pegar um sol. A sem-vergonha saiu de biquíni, duas peças, cor de rosa, com florcitas brancas e amarelas, ficava tão bem nela… eu não tinha prestado tanta atenção, de vez em quando virava pra olhar ela, mas sem nenhuma intenção, isso eu juro, mas quando ela virou de bruços pra pegar sol nas costas, não consegui evitar me aproximar pra ver bem aquele par de bundão grande e redondinho, perfeitamente, um cuzão da porra da minha Mariana, imenso, gordo e bem redondo. O biquíni deixava à mostra aquelas nalgotas que nem de milagre conseguia esconder aquele par de peitos, o biquíni era minúsculo pra ela. Entrei em casa pra pegar um copo d'água, notei que não tinha ninguém, lembrei que era o dia em que Laura fazia as compras e não sei por que a Anaïs ainda não tinha chegado da escola, então voltei pro quintal, tirei a camiseta e me deitei do lado da Mariana.
— Posso pegar sol com você? — falei, ela sorriu pra mim, com óculos escuros, eu não via os olhos dela.
— Sim, Luís, claro, fica à vontade. — Mariana me disse.
Eu me coloquei do lado dela na poltrona pra ficar o mais perto possível e continuar vendo aquele rabo dela, de repente, acho que ela sentiu meu olhar e virou de barriga pra cima. Eu tinha que foder ela, mas precisava fazer direito, afinal era filha da minha mulher, já tinha comido garotas da idade dela e até mais novas, e eram umas diabinhas as garotas dessa época, mas com ela tinha que ter cuidado. Era o que eu pensava uma e outra vez, então coloquei meu plano em ação, perguntei:
— Ei, Mariana, quer um pouco de bronzeador? … Pô, o sol tá forte, não acha? — Mostrei o frasco de protetor solar que ela mesma tinha colocado na mesa do jardim, eu tinha pegado, tava ainda mais perto que ela. Ela baixou os óculos escuros e me olhou de um jeito safado, a putinha, e sorriu.
— Ah, claro, Luís, obrigada!
— Não, não, imagina, eu passo em você! — Me apressei a passar.
Comecei a acariciar a bunda dela de uma vez, mas suavemente, ela não disse nada, então continuei, passei minha mão pelo corpo dela devagar, espalhava o protetor solar suavemente e Mariana se entregou, relaxou, porque aquelas mãos… Grandes não eram nada desajeitados. Quando baixei a guarda, foi quando percebi e ataquei, e foi assim que fiz. Minhas mãos grandes e firmes, eu sabia muito bem o que devia ser feito, já tinha experiência. Começo primeiro a relaxar Mariana aos poucos, segurando minha vontade de devorar. Na minha juventude, já tinha perdido muitas presas, muitas fêmeas por minha impaciência. Dessa vez, o velho lobo não era só ardente e desejoso, mas também precavido. Suas mãos se concentraram nos ombros dela, depois nas costas, desciam suavemente passando o protetor solar devagar enquanto sua gostosa filhinha gemia relaxada, sabendo o que ia rolar. Suas mãos se moviam suavemente, mas com firmeza ao mesmo tempo. Mariana se entregou e curtiu; comecei a acariciar suas costas, sua cintura, medindo com as mãos, depois desci para suas pernas firmes e torneadas, massageando até as panturrilhas, até os dedos dos pés. Eu era bom dando massagem nos pés, ela gemia baixinho, eu sorri. Isso não era só passar protetor solar, era muito mais, com certeza. Mas eu queria ainda mais. Continuei com o meu devagar, depois subi até os ombros dela, deixei uma das minhas mãos ali, a esquerda, e com a direita desci até a axila dela, a esquerda seguiu pela outra. Roscaram os seios dela, me surpreendi que ao toque eram grandes, talvez fosse minha excitação. Mariana não disse nada, era a hora. Subi minhas mãos até os ombros dela, deixei firme a esquerda e a direita, bom, essa mão deslizou até a bunda dela, as nádegas, mas por baixo do biquíni. Foi aí que Mariana se agitou, tentou se levantar de repente, mas não conseguiu, não conseguiu porque eu tinha minha mão esquerda bem firme sobre ela.
— Haaaaa, o que é, haaaaaa Luis ha, ha, ha, haaaaa.
— Só relaxa, Mariana, e aproveita, só aproveita. — Falei, descendo meus dedos ainda mais, meus dedos grandes, longos e grossos bem dentro das nádegas dela, acariciando o cu dela e a buceta, fazendo Mariana gemer sem saber o que fazer. Ela sentiu medo, sem dúvida alguma. Eu sentia o cheiro dela, mas também sentia êxtase, muito êxtase, isso eu também notava... E o melhor de tudo, eu sentia o cheiro. Esfregava as pontas dos meus dedos na buceta dela, no cu dela.
—É melhor você parar, Luis haaaa, hooo. —Gemia Mariana. —Ha, haaaa, Hoooo, haaaaa. —Ela gemia, apertando os dentes, mordendo os lábios. —Por favoooor, paraaaa haaaaa hooo Meu Deusss. —Ela gemeu, estava quase gozando, mas eu parei, esse é o momento perfeito para soltá-la, é como pescar: quando o peixe morde, você não puxa na hora, senão o anzol não prende, a linha pode arrebentar, você tem que deixar ele um tempo, fazer ele lutar e se cansar, e aí puxar, depois soltar, e aí puxar, brigar com o bicho até ele cansar.
Eu fiquei tranquilo, sem dizer ou fazer nada, depois fui pra cozinha e fiz uma limonada, peguei um copo de limonada bem gelada e doce e levei até lá. Quando ela me olhou, estava com o rosto vermelho e me encarava inquieta, a primeira parte do meu plano estava feita.
—Mariana, não quer um pouco de limonada?
—Quero! —Ela disse enérgica, claro que queria. Eu servi um copo pra ela e ela tomou de uma vez. Depois de um tempo, vi ela olhando pro celular, era um celular pequeno e antigo, eu sorri pra ela.
—Pô, Luis, tá sofrendo com esse troço?
—É muito velho. —Ela disse frustrada, eu sorri pra ela.
—Pensei que você tivesse um moderno.
—Tinha, mas roubaram, lembra?
—Ah, tá bom, eu posso te ajudar com isso!
—Sério?
—Sim, mas em troca de algo. —Ela ficou muito séria, pensando por um momento, e depois perguntou.
—O que você quer, Luis?
—Me dá um beijo. —Respondi.
—Só um beijo? —Ela me perguntou de novo.
—Sim, Mariana. —Respondi bem sério. Ela me olhou, como se analisasse o que um beijo implicava.
Ela se levantou, eu não tinha dito onde queria, mas ela foi direto nos meus lábios, o beijo foi doce e calmo, mas sentir o corpo dela junto ao meu deixou minha piroca duríssima, e eu meti a mão dentro da roupa de banho dela, nas bundas dela, foi a primeira vez que apertei aquilo. Culo redondo e firme, ela quis se virar pra trás mas já era tarde, com minha mão direita peguei ela pelo pescoço apertando ela mais contra mim, e com a mão esquerda apertava a bunda dela enfiando meus dedos cada vez mais fundo, continuei beijando ela e depois acariciei a buceta dela, gorda e molhada, tava depilada, ela gemeu na hora, e eu encostei meu pau na barriga dela.
— Haa, haaaa, haaaaaa.
— Agora você vai chupar meu pau pra poder falar com suas amigas! — falei no ouvido dela, e aí tirei meu pau, ela ficou séria e surpresa, pensei que ia sair correndo ou me dar um tapa gritando que eu era um merda, mas ela tava com a cara vermelha, excitada, e tremia nas minhas mãos, eu ainda segurava ela pelos ombros, mas finalmente ela se ajoelhou, terminou de tirar meu pau do meu short e ficou olhando pra ele por um tempo, aí eu falei:
— É grande sim e você vai gostar, amor! — Ela não respondeu, só começou.
Enfiou meu pau na boca dela o melhor que conseguiu, ela se esforçou, tenho que admitir, tentava, mas claramente não tinha muita experiência, isso me surpreendeu, desabotoei a parte de cima do biquíni dela e vi aqueles pezões rosados e grossos à mostra, eles tavam duros e empinados, ela tentou se cobrir com o braço, mas eu abaixava e acariciava a cabeça dela.
— Que isso, não treina com seu namorado, Mariana?! Não pensei que você ia fazer melhor, parece que não quer aquele celular?! — Ela me olhou sem parar de chupar, depois pegou meu pau com as duas mãos e começou a fazer um pouco melhor, pelo visto era a primeira vez dela ou algo assim.
Ela chupava meu pau bem gostoso, meio atrapalhada, mas se esforçava pra enfiar tudo na boca quase inteiro, eu tava durasso e quase gozando quando me acomodei na poltrona, aí gozei na boca dela, fiz ela ficar com meu pau na boca, mas no final soltei, ela cuspiu um pouco no chão mas claramente tinha engolido um pouco, ela me olhou mas nos olhos dela não tinha raiva nem nada do tipo, então eu falei:
— Vem cá, Mariana! — Ela se aproximou e sem que Eu nem disse nada, ela já tirou a parte de baixo do biquíni, e aí ela falou pra mim:
—Mete com cuidado, você tem ele bem grande. —Eu ainda não acreditava, era fácil demais, aquele par de bundas finalmente estava sentando no meu pau. Enquanto ela dizia: —Devagarzinho, por favor, devagaaaar… Huussss, huuuussss, husssss haaaaa.
Eu fiquei parado, vendo aquele par de bundas engolir meu pau, foi ela quem marcou o ritmo e depois acelerou. Às vezes eu sentia que ia gozar a qualquer momento, segurava ela pela cintura e ela sentava com tudo no meu pau.
—Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ha, ha, ha, haa, ha. —Ela aumentava o ritmo cada vez mais enquanto eu beijava o pescoço dela, a orelha, chupava os peitos dela. Não eram tão grandes, então cabiam na minha boca sem problema. Ela cravava as unhas nas minhas costas ou nos meus ombros, isso ia me dar problema se minha mulher visse. —Já vai gozar! Haaa haa, haa, haaa, se vai ah, ah, ah, ah, ah, gozar… —Ela dizia.
A cada sentada, ela perguntava igual uma chata: já vai gozar! E os gemidos dela, e metia de novo: já vai gozar! E os gemidos, repetia, toda hora com a respiração ofegante.
—Já quer que eu goze!? —Perguntei.
—Sim, sim, ha, haaa, vai, goza logo! —Ela falou.
Segurei os peitos dela e comecei a me mexer mais rápido, ela se esqueceu de tudo por um momento e começou a aproveitar ainda mais e gemer.
—Por que isso é tão divertido!?
—Haaa ha, haaaaa, ha, ha, haaaa, ha, ha, ha, haaaaayyyyy, ha, ha, ha, ha, haaaaaa, não aguento, me haaaaa, ha, ha, ha, ha, gozo ha, ha, haaaaa, haaaaa… já não aguento ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaa.
Segurei ela ainda mais forte pela cintura e fiz ela sentar fundo, ela gemeu ainda mais alto.
—HAAAAAA… ha, ha, ha, ha, haaaaa, ha, haaaa, haaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaa.
Quando estava quase gozando e sabia que ia ser enorme, levantei ela de mim, queria evitar gozar dentro dela, mas não sabia se ela se cuidava e não queria deixar ela grávida, nunca tinha me importado de engravidar qualquer puta por aí, mas ela era diferente, a filha da minha mulher, bom, não queria foder o futuro dela e além disso, se fizesse isso, talvez ela não quisesse mais continuar trepando comigo.
— Onde você quer?! — perguntei exausto e excitado, já não aguentava mais. Ela, de joelhos na grama, me disse:
— Na cara, na cara agora! — falou, soltando um jorro de lubrificação vaginal, tinha gozado. — Haaaaaaaaaaaaa, pelo amor, Luís, Haaaaaaaaaaaa. Eu gozei na cara dela, jorros e jorros, pra caralho, na real. Acertei a carinha toda dela, sem dúvida também na boca dela, óbvio, nos peitinhos vermelhos dela, no chão, ela comeu o que conseguiu, depois me olhou e nos olhos dela vi medo e arrependimento, tinha que agir rápido.
— O que aconteceu ninguém vai saber, Mariana, simples assim! — falei com autoridade. — O que tá feito, tá feito, e o que eu digo é o que vale, e ninguém vai saber, e vou te dar o que é seu, gostosa! — disse, acariciando o rosto pegajoso dela e devolvendo o biquíni dela, a parte de cima, ela concordou com a cabeça.
Enquanto ela se recuperava, eu a via vermelha e muito agitada, não era pra tanto, eu também tava meio assim, ajustei meu short e sentei do lado dela. Ela olhou pro chão e disse algo que me fez sorrir por dentro.
— E o que a gente vai fazer pra repetir isso, Luís? — Eu sorri, sabia que era uma puta e que queria mais, no final, era filha da Laura, era idêntica.
— Bom, primeiro a gente tem que fingir que nada aconteceu, entendeu? — falei, e ela concordou com a cabeça, selamos com um beijo. E foi o começo de tudo isso.
Fim da Primeira Parte.
2 comentários - Fodi Minhas Enteadas 1
Supongo q las haces de 18 y 19 para poder publicar, no? Seria mejor si fueran más chicas