Minha sobrinha mimada!!!

Ela morava com os pais e os irmãos na mesma cidade, e eu tinha acabado de me separar da minha mulher. Aluguei um apartamento só pra mim, já que a minha ex ficou com o apartamento e as meninas.

Aí aconteceu que, depois que me instalei, surgiu um compromisso fora da cidade e pedi pro meu irmão passar lá naqueles dias pra cuidar do cachorro. Eu tava pensando em sair na sexta e voltar no domingo. Só que a Ana, minha sobrinha, ficou sabendo da minha ausência e se ofereceu pra cuidar do cachorro. Mas de quebra, já ia marcar um encontro com um amiguinho. Ela passou dois dias antes e eu dei as chaves e as instruções.

Saí da cidade na sexta às 7, rumo ao aeroporto, com ideia de embarcar umas 9. Tava na espera quando recebi uma ligação me avisando que o evento que eu ia participar tinha sido cancelado. Sem mais, voltei pra casa.

Qual não foi minha surpresa quando cheguei e encontrei a Ana e o amiguinho dela abraçados na frente da TV.

A Ana levou um susto e o moleque se mandou assustado na hora. Ela tentou me dar explicações que eu nem precisava, porque de certa forma eu entendia. Depois que ela se acalmou, convidei ela pra ficar um pouco e ela aceitou meio resignada, dizendo que tinha pedido umas pizzas.

Peguei umas cervejas e a gente comeu as pizzas. A noite foi passando, e entre uma cerveja e outra, a gente ria da situação e acabou contando umas putarias. E aí chegou no assunto sexo...

A Ana acabou confessando que era virgem, e eu respondi dizendo que não entendia, porque ela era uma verdadeira gostosa. Ela me explicou que tinha um pouco de medo e que também não queria se deitar com qualquer um.

Eu expliquei que ela não precisava ter medo se tomasse as precauções certas e toda essa conversa. E ela não parava de falar um monte de besteira (a cerveja faz um efeito danado nela...).

Também entramos no assunto do meu caso, e ela me incentivava a procurar uma nova parceira. Eu respondi pra ela se preocupar com ela mesma, que eu ia atrás do cara com quem ela tinha marcado, e Ela começou a rir escandalosamente. Me explicou que não gostava muito dele, que pra ela era um imaturo e que procurava gente bem mais velha.

— Igual você — disparou.

— Como? Igual eu? Mas se eu tenho o dobro da sua idade, Ana! Haha, essas cervejas...

— Tito, se você soubesse o que passa pela minha cabeça...

— Fala logo, fala, aposto que é alguma besteira.

— Besteira? Não! Loucura, na verdade... Dá pra imaginar...

— Bufff, de você qualquer coisa. Fala logo que eu quero rir, anda, fala.

— Não, não posso. Talvez você me mande embora se eu disser.

— Que vou te mandar embora...???

A gente tava rindo e eu peguei ela pela cintura do jeito mais inocente pra forçar ela a me contar, tentando fazer cócegas, e ela se defendia se soltando de mim, até que a gente tava no sofá se revirando quando não teve outra ideia senão me dar um beijão na boca. Eu fiquei duro (igual meu pau).

— Você e eu, já sabe...

— O quê? O que você tá dizendo? Ana?

— É o que eu tava pensando, que você e eu... já sabe.

— Ana, você me deixa sem chão.

— Quero fazer com alguém de confiança, que seja maduro e tenha um corpo bom. Igual você...

— Qual o problema? A gente transa e amanhã não aconteceu nada. Sério, Tito, é o que eu mais quero na vida, transar!!! E se for com você, melhor ainda.

— Ana, você tem noção do que tá falando?

— Vamos, Tito, sei que você também quer... Vai deixar passar uma oportunidade dessas? Uma garota nova se oferecendo pra você...

— Ana, eu sou seu tio, pelo amor de Deus!!! O que eu preciso não é da sua conta.

— Titoooooo, quero fazer com alguém experiente, não com qualquer moleque que só quer meter e tirar pra poder se gabar.

— Tá tirando sarro da minha cara, né? É isso?

— Agora vou te mostrar.

Na mesma hora, ela se jogou de costas no sofá e desabotoou minha calça. Acariciou meu pau suavemente, ainda com a cueca. Eu queria fazer, mas não conseguia acreditar direito. Tava nessa quando a Ana tinha meu pau completamente duro a dois palmos da boca dela. - Você vai ver... Ana, você vai ver...

Ver, ela não via... Só lambia e relambia o objeto do desejo dela. Eu fiquei parado todo esse tempo, curtindo a situação. De vez em quando, acariciava a bunda perfeita dela. Quando a Ana conseguiu me fazer gozar, agarrei ela pela cintura e levei pra cama pra gente aproveitar mais confortável. Mandei ela ligar pro meu irmão pra dizer que não voltava pra casa pra dormir. A Ana fez isso enquanto eu ia tirando a roupa dela. Assim que terminou a ligação, ela terminou de me despir e se jogou de novo na cama. Eu subi em cima dela e a gente se beijava e se acariciava. Ela procurava meu pau atrapalhada.

Tito, quero que me trate como uma mulher. Não tenha medo de mim...

Cala a boca, Ana, cala a boca.

A Ana era uma garota bem magrinha, alta, com uns peitos não muito grandes, pra ser sincero. Diria que pequenos, mas brincalhões e gostosos. Aos poucos, a gente se virou e ela ficou na altura do meu pau e começou a chupar ele loucamente. Quando vi que era a hora, mandei ela se levantar e colocar a cintura na altura do pau (ou seja, montada em mim).

Anaaa, calma, hein? Devagar, vai metendo devagarzinho.

Ela segurava o pau firme, mas eu segurava ela bem forte pela cintura pra poder mexer do meu jeito. Ela reclamava da dureza, mas eu não desistia.

Coloca ele na entrada da sua bucetinha e segura firme, se deixa cair, não faz força não, que eu faço o resto.

Tá bom, Tito, vai doer? É que ele é muito grande.

Calma, esfrega um pouco a coisinha...

De vez em quando, eu soltava uma mão e ajudava ela a se esfregar. Enfiava a mão na boca dela e, com a mesma mão, esfregava de leve.

Vamos agora, Ana, segura firme.

Vai, Tito, me mete logo!

A Ana enfiou só a pontinha do meu pau e desistiu por causa da dor. Na segunda tentativa, conseguiu enfiar a "cabeça" do pau quase toda, mas também desistiu. Eu não fazia força, só segurava ela. Ela começou a chorar.

Vamos, Ana, na terceira é a vez!

É muito grande. Tito, é muito grande, tá machucando, não cabe, Tito

Não fala besteira, vai enfiando devagar que você vai ver como entra, calma, bem devagar

Na terceira tentativa, a Ana não queria enfiar muito mais, mas depois que a "cabeça" entrou, eu apertei bem forte e consegui enfiar tudo. Ela gemeu muito e chorava. A gente ficou um tempinho assim até que ela, com a dor, tentou tirar, mas quando se deu conta, já tava dentro de novo. Ela tentou tirar de novo, mas eu insistia. Foi quando a Ana descobriu que a dor tava virando prazer, e aí parou de chorar e só gemia de tesão. Eu parei de forçar porque ela começou a fazer tudo sozinha. E foi nessa que eu gozei, e ela sentiu como um calafrio de verdade.

— Dentro, você gozou dentro, Tito

— Fica tranquila, Ana

Depois que o ato acabou, ela se deitou do meu lado e encostou a cabeça no meu peito, me beijando com carinho.

— Tito, eu gostei, gostei pra caralho, se não fizesse eu ia explodir

Eu ria enquanto acariciava os peitos lindos dela (pequenininhos, mas bem bonitos). Enfim, era uma menininha...

Desci minhas mãos até a cintura dela e vi que tinha deixado marcas da força que fiz. Beijei a bochecha dela.

— Poxa, acho que te machuquei, né? Aqui?

— Não importa, Tito, na próxima vez você não vai precisar fazer força.

— Próxima vez? Já tá pensando em outra? Porra, garota, você é insaciável!!!

— Você sabe, Tito... a gente tem o fim de semana inteiro, eu falei que tô na casa de uma amiga, então...

— Então o quê? Que a gente vai passar o fim de semana inteiro na cama?

— Por mim, adoraria

— Porra, garota...

— Me fala, Tito, não vou engravidar, né? Tô a uns dias da menstruação, mas...

— Fica tranquila, mas outras vezes a gente vai ter que tomar cuidado, hein? Só faltava ferrar com tudo. Imagina a merda que ia ser com seu pai...

— Bom... se você me acolher, acho que ele não ia falar muito...

— Como assim? Te acolher? Se você engravidar, acho que não daria pra ter um filho, não. Seu pai entra e te expulsa de casa, mas me castra.
Titoooo, se eu engravidar, eu fico com o filho e vou morar com você, hein?
Vai, para de falar besteira, que aqui não vai rolar nada. Mesmo assim, você podia tomar aquela pílula.
Tito, eu te amo, vou ser sua empregada, sua mulher, seu brinquedo, o que você quiser...
Falando assim, Ana dormiu em 5 minutos. Eu a vesti um pouco e na mesma hora apaguei.
No dia seguinte, quando acordei, Ana não estava na cama. Levantei e a encontrei terminando de fazer o café da manhã.
Bom dia, Tito, volta pra cama que agora eu levo tudo pra lá.
Bom dia, Ana, você é a mulher mais...
Café da manhã na cama e assim passamos parte do dia conversando e nos beijando. O que tinha começado como uma loucura acabou virando um relacionamento lindo. Pedimos comida chinesa pro almoço e, aos poucos, aquele dia frio passou. De noite, depois de soltar umas duas gozadas, Ana começou a pedir coisas que não eram boas pro meu coração.
Você já comeu alguém por trás?
Porra, e de onde veio isso?
Ah, nada, mas sim ou não?
Não, por quê?
Porque quero experimentar.
Você entrou aqui como uma menininha e vai sair sei lá como...
Haha, mas você faria isso comigo?
Puta merda, Ana, não é o que mais me atrai, pra ser sincero.
Mas se a sua sobrinha preferida te pedir?
Não curto muito, pra falar a verdade. Você é muito magrinha e pode doer pra caralho, você vai ter tempo pra isso, mas pra mim, por frente é melhor.
E por que a gente não tenta?
Sem me dar tempo de reagir, ela se levantou e ficou de quatro.
Nãooo, Ana, não.
Vai, você tá morrendo de vontade, olha, olha que buraquinho mais bonito...
Muito pequeno, Ana, ia te machucar muito.
Levantei da cama e fiz um sinal pra ela esperar. Fui ao banheiro e procurei vaselina, mesmo sabendo que tinha. Como não achei, fui na cozinha e peguei manteiga.
Isso pode ajudar.
Abri o pote e, com um dedo, comecei a espalhar suavemente na abertura do ânus. Com movimentos circulares, lambuzei. toda a cavidade apertadinha enquanto ela se esbaldava. Enquanto ela, numa posição desconfortável, me mexia o pau. Depois de terminar a preparação, fiquei de joelhos na cama, segurei o pau com uma mão e com a outra a cinturinha dela. Coloquei o pau na frente da entradinha e fui pressionando devagar. Ela gemia e gritava pra caralho. Não conseguia enfiar porque o buraco era muito pequeno e ainda queria fazer com cuidado. Parei um instante para acariciar o cu de novo e enfiei uns dois dedos. Quando vi que tava um pouco dilatado, agarrei a cintura dela com o braço inteiro e com a outra mão consegui enfiar a "cabeça" do pau. Ela gritou com toda a força e eu dei um tapa na bunda dela, lembrando que tinha vizinhos. Ela começou a chorar, achando que era impossível. Nessa hora, pressionei com força e consegui enfiar quase até o fundo.

Com movimentos rápidos, tirava um pouco o pau pra meter de novo, uma vez e outra, até gozar gostoso pra caralho.

Pronto, é isso que você queria, né?

Ela, entre soluços, conseguia dizer que tava doendo pra cacete. Mandei ela deitar pra se recuperar. Aos poucos, ela se acalmou e ficou quieta por um bom tempo.

Por causa dessa prática, ela passou parte do domingo bem dolorida. É normal, já que ela é magra demais. Desde aquele dia, nunca mais pediu pra eu comer o cu dela. Depois de conversar o resto da noite, Ana dormiu.

No dia seguinte, fui eu quem acordei primeiro. Queria fazer o café da manhã, mas antes fui tomar um banho. Tava nessa quando notei que Ana tinha entrado no chuveiro. Fiquei massageando a parte dolorida dela e depois consegui que sobrasse força pra fazer de novo. Ela subiu em cima de mim e, nessa posição, conseguiu se ajeitar o suficiente pra aguentar um bom tempo. Depois, nos lavamos um ao outro, tomamos café e saímos pra passear com o cachorro. Mais tarde, fomos tomar algo e depois voltamos pra casa, ela preparou o almoço e, depois de comer, foi embora pra casa dela.

Nosso relacionamento se Foi se ajeitando aos poucos, mas a diferença de idade e os parentes dificultavam pra caralho. Depois de um ano, a gente começou a oficializar devagar. A família demorou pra engolir, principalmente meu irmão. Minha cunhada, por outro lado, ficou toda feliz. A Ana conciliava os estudos com um trampo que eu arrumei pra ela. Quando faltavam três meses pra ela terminar os estudos, aconteceu o que tinha que acontecer: ela engravidou. Não sei por que rolou, já que a gente tomava cuidado, mas acho que a Ana deu uma relaxada de propósito. Na época, ela morava na casa dela, mas queria vir morar na minha, e tanto eu quanto o pai dela éramos contra. Pois é, com 21 anos ela engravidou. A gente tentou manter segredo no começo, mas no final todo mundo ficou sabendo. Meu irmão, que já tinha encarado tudo isso bem mal e achava que era passageiro, ficou puto da vida, e não tive outra escolha senão trazê-la pra minha casa. Na mesma hora, pedi o divórcio da minha ex pra poder casar com a Ana. A gente casou no civil, e a Ana teve uma menina.

Assim chegamos até hoje. Vivo mais ou menos feliz com a Ana, mas por segurança ela fez a laqueadura pra não ter mais filhos, já que com 21 anos ela é muito fogosa na cama pra mim.

FIM

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