É boa contar que nossa situação real começa no Brasil, Arrail, mas precisamente, perto do Rio de Janeiro, antes de Buzios. Um companheiro de trabalho me aconselhou, pois havia ido o ano anterior e lhe encantou, se conseguiam todos baratos se reservassem com antecedência. Isso fizemos para setembro, contratamos com nossos amigos Carolina e Miguel, hiriamos os quatro, para o que alugamos um apartamento com dois ambientes, para quatro pessoas, quase à frente da praia.
Eu me chamo Karina e meu namorado Pablo, chegamos nos últimos dias de janeiro, havíamos alugado uma semana com possibilidade de se gostasse podíamos ficar alguns dias mais.
De entrada pareceu tranquilo, embora a praia muito linda, com duas montanhas formando um baía que fazia que as ondas fossem suaves, a praia ideal para caminhar, com água de temperatura linda.
Quando chegamos eu e Caro, saímos a comprar em um supermercado, para preencher a geladeira, e os meninos foram comprar bebidas e outras coisas, quando chegaram estavam os dois na habitação, única que havia, depois havia um sofá-cama e uma cozinha separada do living, um banheiro, isso era tudo, isso se, um lindo balcão com churrasqueira, era o que nos havia agradado, especialmente para os meninos, conto que andamos entre 23 e 25 anos os quatro, e estamos quase as duas casais, em 2 ou 3 anos juntos.
Miguel e Pablo são amigos desde crianças, nós com Carolina, nos conhecemos já sendo parceiros e logo congeniamos, assim que costumamos compartilhar muitas atividades, cinema, saídas, baile etc etc.
Nós nos conhecemos muito bem porque além disso era a terceira vez que tínhamos férias juntos, claro que as outras vezes foi na Argentina. Nos dávamos barbaro e tínhamos muitas coisas em comum.
Os chamamos os meninos quando chegaram e Miguel desde a habitação, rindo nos disse: M: fechem os olhos que temos uma surpresa C: dale saiam que surpresa têm tarados... saíram os dois com zungas, se haviam comparado para joder e de Passo usarla em Brasil, desfilaron haciendose os maricones nos reimos os quatro, parecem dois putos lhes dissemos, embora tenhamos que dizer que no Brasil, quase todos os homens a usam, nós não estamos acostumbrados, nos reimos a carcajadas. M: as vimos e dissemos, aqui todo mundo a usa, porque não, nos saíram baratas, as tiramos quando não valiamos, em Argentina isso não se pode usar. A verdade lhes quedava bem, aos dois, o único que como a que compraram era barata, o material era muito fino, se notava tudo, por isso os carregamos, nos reimos os quatro e só nisso ficou, mas me impressiono o bulto que lhe fazia a Miguel, parece que está muito bem dotado, pensei, porque além disso, a que se comprou era de cor clara, em differência da Pablo, que era negra, a de ele, era um gris muito claro e lhe marcava tudo, parecia que estava nu, os mandamos mudar, e seguimos com a organização do departamento, e a geladeira. Al outro dia nos levantamos cedo e à praia, normalmente te alugam uma sombrinha com mesa de plástico e quatro cadeiras, clássica, sobretudo nas praias desses lados, para depois se queres pedir para beber e comer, não é caro, a usas inclusive as vas correndo para tomar sol. Nos tocava o primeiro, um dia maravilhoso, nós duas com nossas correspondentes bikinis, bunda fora, tínhamos ambas um lindo bunda parada e firme, eu tenho um pouco mais que Caro mas ela tem um pouco mais de tetas que eu, os meninos que apareceram com short, mas depois se o sacaram e ficaram com as ridículas zungas que se haviam comprado. Todo perfeito, o mar, o paisagem, nós estávamos nas duas sombrilhas que nos deram super confortáveis, os meninos se compraram uma barrenadora de tergopol, e saíram a nadar, aos dois gostam muito da água, são bons nadadores, e os dois a verdade têm lindo corpo, não demasiados musculosos, mas firmes e se lhe marca bem tudo. Nós duas nos quedamos sob a sombrinha, o sol. Estava forte e não queríamos matar-nos no primeiro dia, nos embadurnamos com protetor e tomamos sol devagar, sob a sombrilla espiando a cara.
Sentimos chegar, vinham super molhados, Caro seguiu com os olhos fechados tomando sol, eu com os óculos de sol postos, o que vi, me perturbou, estavam os dois recém-saídos do mar, molhados, com as zungas grudadas ao corpo, era como ver-los nus, a ambos, a Pablo eu conhecia, assim não me surpreendi, mas Miguel sim, se notava toda a cock, grande, muito grande, e não estava excitado, ao contrário recém-saído do água fria, o que tinha tudo estava ali, pareceu-me grosso, e para mais a zunga gris claro, era como se estivesse nu, eu estava com os óculos, por sorte. Ninguém se deu conta de como eu o olhei, era uma preciosura, disse para mim mesmo. Que sorte Caro.....
O dia seguiu como todo dia de praia, tomamos cerveja, muita, saímos a caminhar com Caro, jogamos às cartas e pedimos um peixe fresco recém-feito que era barato, com todos os ingredientes para quatro, nos trouxeram uma segunda mesa para que comêssemos mais comodos, e assim o fizemos, eu fiquei frente a Miguel e ao lado meu Pablo, meu namorado, estávamos em pleno almoço, e Miguel se levantou para agarrar seus óculos de sol que os deixaram pendurados da sombrilla que estava justo atrás de mim, os buscou, e eu não sei por quê, girei meu corpo para acomodar a cadeira que havia afundido na areia, justo quando agarrei o respaldar da cadeira, Miguel que girou, e me apoiou sem querer toda a cock na mão, me olhou como se pedisse permissão, mas eu esbocei uma sonrisa, como se estivesse dizendo não passa nada, tudo foi rápido, fugaz, só nós o advertimos, havia sido uma feita casual, sem segundas intenções.
Claro que Miguel não pensou o mesmo, achou que eu o fiz adrede, isso deduzi quando se sentou frente a mim, apoio, como sem querer seu pé, acima do meu, não me perguntam por quê, mas em vez de correr minha perna, a deixei ali. Comemos. Nós ríamos e tomávamos, e os pés continuavam ali, na mesma posição, num momento sinto que o meu pé é movido como acariciando o meu, deixo, devia ter tirado, não fiz, seguiu o franejamento cada vez mais intenso e mais lascivo, o meu seguia ali, como se não sentisse, a tudo isso conversávamos sobre os planos para a noite, do que comêríamos e outras coisas, não me perguntem por quê, mas o meu pé continuava ali, e na minha mente estava o pacote de Miguel na zunga cinza clara, de repente sinto que sobe muito lentamente pela minha panturrilha, muito devagar, para ver como eu reagiria, ou era o efeito da cerveja, ou não sei, mas eu não movia a minha perna, tudo se desenvolvia abaixo da mesa plástica, mas se conhecemos há anos, reflexionava, nunca me insinuei nada, sempre foi muito correto, sempre me tratou como a namorada do melhor amigo dele, porque isso agora, talvez o álcool, o toque, a zunga, se deu conta que eu o olhava com cara de puta, ?? a verdade não sabia o que pensar, mas a minha perna não se movia, até que num momento as separei, as habriei, me estirei, já havia terminado de comer, me sentei quase no bordo da cadeira, sempre conversando, vejo que ele põe suas duas pernas dentro das minhas, também esticadas, os dois despatarrados, separava as dele e com o toque separava as minhas, suave muito devagar, e eu accedia, estávamos nos levando ao caralho, pensei, isso não está mal, está remel, me levante de golpe, disse a Caro, vamos para a água, faz um calor terrível. E se esperar resposta, fui sozinha, precisava refrescar-me, sacar-me da calentura e recapacitar, por sorte ninguém me acompanhou, pus-me a nadar, queria esquecer-me da loucura que acabara de fazer, eu queria muito a Caro e não podia fazer isso com o melhor amigo de Pablo.
Estava parada já olhando o mar descansando das braçadas, e sinto debaixo do meu, como se algo me tocasse, miro, não vejo nada, a mão de alguém que me apertava forte, hundindo-se em minha use the word: pussy. Malla, pense em Pablo, não aparecia ninguém, e de repente, como a dois metros meu, emergiu Miguel.
M: Olá, preciosa, está fria a água?
YO: Foste você o que me tocou?
M: Não te vou mentir, se fui eu, desculpe-me, me fizeste louco na mesa, pense...
YO: Pensastes mal, Miguel. O que fazes? Estamos loucos, somos amigos.
M: E...? Que tem a ver com a calentura? Nos calentamos e pronto.
YO: Qual sorte têm os homens! Calentamos, coitamos e aqui não passa nada. Somos amigos de anos, você é um boludo.
M: Porque deixaste a perna, eu a estive roçando todo o almoço e não a movias.
YO: (Não sabia o que lhe dizer), a dei porque também sou uma boluda. Faz de conta que aqui não passa nada. Recém começamos as férias, não as arruinemos.
M: Não precisamos arruinar, me gustas desde sempre, te respeito como a namorada do meu melhor amigo, mas me calentas mal, sempre, e agora mais, não te imaginas como...
YO: Olhe você, esqueça-se. Então eu estou barbara com Pablo, não preciso de ninguém mais, e você também não precisa de ninguém. Você tem a Caro.
M: Nada de espalda, me diz da nada.
YO: Que?
M: Que nadem um minuto de espalha.
Como uma boluda, pus-me a nadar como me disse, agarrou uma perna e me levou ao seu pau, estava nu, com o pau duro, e me fez acariciar com todo o meu pé.
YO: O que fazes? Está louco. Podem nos ver.
M: Viste como te tenho, a tenho redura por você, e não te preocupes que eu os miro. Eles estão os dois deitados, tomando sol.
YO: Tchau, vejo que se tornou louco...
Tentei ir-me, e de repente o senti debaixo da água, acariciando-me outra vez a entreperna, estava me exitando mal. Não sei o que fazia, não apenas não saía, mas também seguia refregando a use the word: pussy com a mão.
Usei os últimos atisbos de cordura que me restavam e saí da água correndo até as sombrilhas.
Pus-me a tomar sol com os óculos escuros, e ele apareceu recém aos quinze minutos. Era impressionante ver-lo com essa zunga, e agora me a mostrava descaradamente. Tinha uma morocha que era realmente digna de tirar uma foto, presenteou minha amiga Caro, pensei, pensamento de puta, disse a mim mesmo e fechei os olhos, estava bêbada, era isso, certo.
Fiquei meio adormecida e eles desabafados na cadeira, eu e Caro jogamos um pareo na areia e nos sentamos para tomar sol, eles nas cadeiras, quando acordamos, não estavam lá, haviam voltado a nadar. Por sorte, logo chegaram, preparávamos mate, sentadas na lona, recém saídas da água, a verdade é que as zungas eram escandalosas, não apenas para eles, mas para todos que as usam, e sendo baratas e de material fino.
Miguel sentou-se à minha frente e disimuladamente se ajustava, era desonesto, eu com óculos, o observava embelezada, que burra sou, pensei, porque ele se deu conta e o fazia mais evidente, tinha medo que Pablo ou Caro suspeitassem algo, me pus a nervosa e decidi levantar-me e dizer que ia cruzar o caminho.
Estava a 50 metros da praia, procurando uma pastilha para o dor de cabeça e voltava, precisava reflexionar sozinha, pus um pareo e fui.
Voltei mais calma, sentei-me em uma cadeira para tomar mate também. Eles continuavam na mesma posição, tomando sol, o desabafado tocando-se como passava, quando percebia que eu o observava, minha mente dizia não, e meu entreperna estava molhada, dizia sim, era loucura, realmente me havia aquecido mal.
Não sei como fiz e quando me olhei, fiz o mesmo que ele, pus a mão na minha use the word: pussy com as pernas abertas e com o dedo indicador eu apertei, o sorriso, havia notado. Estava mais louca do que de costume.
Vamos para a água, disse, Pablo por sorte essa vez me acompanhou, estávamos nadando, dandonos beijos, metia mão debaixo da água, precisava disso, um cock urgente, mas o tarado quando apareceu seu amigo, foram nadar e me deixaram sozinha, logo senti outra vez a mão na minha use the word: pussy, olhei e outra vez apareceu a dois metros de Miguel, não disse nada, ele tampouco, saí e fiquei na orla, pondo o rosto para... Sólo, saem os dois quando eles saem eu volto a entrar, queria estar sozinha, passam 15 ou 20 minutos que eu fique jogando com as ondas e outra vez a mão, e volta a aparecer aos dois metros. M: não sabes como me tens, não posso sair do água com essa malha, estou duro, preciso descargar sim, sinto vergonha. YO: problema seu, vamos ver, se insistis. M: eu os miro, estão os dois tomando sol na lona, deixe-me cúm pelo menos, toquem-na que acabo. YO
ya descontrolada) só uma vez, estirei não te aproximes muito
me acerco a chota, agarrei-a forte com a mão, não podia abraçá-la toda, era grossa, muito e um pouco mais longa que a de Pablo, movi-a um pouco para terminar rapidamente o procedimento, mas eu me aqueci mal e continuei a pajeá-la, estava renervosa
M: como você vai me gozar, vou apenas um minuto e acabo, dale Kari, me disse, só uma ponidita, acabo e vamos para a sombrilla, não te jodo mais, rogava como um menino pedindo um caramelito
YO: você está louco
M: louco por você, dale que te custa, é um segundo e saímos, eu vigio, afasto-me um pouco aqui, nesta zona, não há ninguém, estamos quase sozinhos
YO: você está louco, o único que disse
De repente sinto novamente a mão dele em minha use the word: pussy, se havia mergulhado outra vez, agora deixo mais tempo e eu separo bem as pernas, me corri a malha e não sei como fez, apenas saiu um segundo para tomar ar, e de repente senti o pene dele na entrada da minha use the word: pussy, não sei que volta ele deu que apareceu atrás de mim, com o pene no meio das minhas pernas, me pus mirando as sombrillas, queria ver se Caro ou Pablo podiam nos ver, separa as pernas e eu mesma corri a malha, o água facilitou tudo, em dois segundos a tinha toda dentro, era um prazer infinito. só gemi e acabei, fui eu, antes que ele, me bombeio várias vezes, como eu gozava, sentia tudo diferente, me enchia toda e não acabava
YO: acaba comigo por favor, quero ir, mentiu
M: não me deixa assim, se isso é o que você está gozando como eu, tranquilo que não nos vemos
me disse isso e continuou bombeando, já estava por meu segundo orgasmo, quando senti a cum calorente de Miguel, inundando minha use the word: pussy, fiquei um minuto assim, com as pernas abertas e ele atrás de mim, queria ficar ali, para viver, mas saí rapidamente do água, correndo para as sombrillas
Me sentia a mais puta de todas as mulheres......
Terminamos nosso primeiro dia de praia, e quase não nos olhamos mais, eles secaram e se Puseram as malhas acima das zungas, tudo se acalmou, menos minha cabeça, que continuava na água.
No dt., foi tudo complicado já, não só eu rosava quando podia, mas também me mandava mano agarrando meu cu, e eu deixava, seguia muito quente, em Buenos Aires, com certeza teríamos resolvido com uma escapada para algum hotel, e pronto, ficaria num aventura passageira, mas aqui com nossos respectivos, era tudo complicado.
Estava respondendo alguns mensagens de WhatsApp para minha mãe, quando apareceu um de Miguel, tínhamos um grupo, mas ele me mandou apenas a mim. Ele disse: Te quiero recolher, eu respondi e disse: Como fazemos?, ele disse: Tenho uma ideia, siga a corrente e apoie-me.
M: Hoje vou preparar as melhores cahipiniñas que houveram tomado, saio para comprar limões.
YO: Bem, faz algo bom.
Não sei o que pensava fazer, mas me imaginava enquanto nos banhávamos, ele saiu sozinho para comprar, trouxe cashasa e limões especiais. Cenamos no dt., e saímos para dar uma volta, já havíamos bebido algo num barquinho, enquanto ouvíamos música, não faltou algum roce, mas estávamos as duas em minifalda.
Llegamos, preparei um caipirinha muito delicioso, eu pedi outro voltar, ia para a cozinha e trazia, havia se feito tarde, o dia de praia, estávamos cansados, o primeiro a ir dormir foi Pablo, eu e Caro o seguimos, nós dormíamos no sofá do living, mudávamos a habitacão uma noite cada um, e os outros dormiam no sofá.
Pablo caiu no sofá e, cinco minutos depois, roncava. Quando Caro foi ao banheiro, eu estava na cozinha limpando os vasos, Miguel se aproximou de trás e me apoiou, beijou meu pescoço rapidamente e disse: Me parece que nossos respectivos, hoje tomaram muito, e riu.
Fui para o banheiro, abracei Caro e fui dormir, ele foi o último a fazer isso, saiu do living, disse boa noite e desapareceu.
Teria passado talvez uma hora, eu já estava dormindo a fundo, Pablo roncava, sinal de tudo que tomou, de repente me despertei porque notava... Que me tocan a pierna, na escuridão mais absoluta, era Miguel me acariciava a pierna, eu as separei, estava de lado com a Booty para fora, passei a mão pela use the word: pussy, corri a thong e comecei a chupar a Booty e a use the word: pussy, era divino o que sentia, dei volta e ele se arrodilhou ao meu lado e nos beijamos desesperados de calor, de repente parou e sinto que me agarrou atrás da cabeça, não tenho que fazer esforço para encontrar seu cock na minha boca, chupo com muita vontade, por fim eu tinha na minha boca o motivo inicial da minha calor, era grossa, venosa, cabezona, linda como sentia porque não a via.
De repente me tomou da mão e me empurrou para que o seguisse, disse devagarinho na orelha: estas louco, ele me disse: fique tranquilo, Caro fundiu e Pablo já ouviu, eu o segui, entramos no banheiro, fechei a porta e demos rédea suelta à nossa calor, nos beijamos muito, nos tiramos a pouca roupa que havia, me fez sentar no vaso, se arrodilhou e me chupou a use the word: pussy, molhava o clítoris e mordia com os lábios, este garoto sabia o que fazia, não era que Pablo fosse mau na cama, mas este sabor proibido era mais fascinante, nos beijamos novamente e assim como estava arrodilhado me penetrou, tive que reprimir o grito, gemia mordendo os lábios para não nos escutarem, por fim a senti toda, bombear suave e forte, não nos despegávamos das bocas, fez-se interminável, lindo, fazia muito tempo que não sentia tudo o que me passava nesse momento, acabei eu duas vezes e ele continuou.
De repente disse: vou cum, onde a queres?, disse nas tetas, isso me agrada, ele me disse: não a queres na boquita?, dale se você quiser, pensava fazer o mesmo que faço quando Pablo me pede para acaba e escupo, não gosto do sabor, agachei e não passei um minuto, estava inundando a boca de cum, gostei do gosto, era doçona, traguei toda, chupe esprimindo-a, gostava da cum. De Miguel, era uma ardência extrema, não sei, mas ficamos abraçados, ele sentado no vaso sanitário e eu em cima, com as pernas abertas, continuamos beijando como dois namorados,
Eu: eu me encanto, e agora o que fazemos com isso, Miguel?
M: Nada, vivimos isso, foi lindo, é sexo, e também me encanta, você é divina e tenho que fazer mais aquele belo cu que você tem
YO: Esqueça-se, com essa bunda impossível, apenas se aguenta a de Pablo, e é metade da tua.
M: Ah, que lindo elogio, sabia que te ia gostar, eu fui o que ideou comprar as zungas, de lycra mais baratas, sabia que você precisava se aquecer, desejava tanto, não sabes as pajas que dediquei a esse cu
YO: Você está louco, nunca me dei conta disso, como vai Caro?
M: Sim, e amo, mas sabia que fazer sexo com você seria isso, maravilhoso
YO: E isso como segue?
M: Assim, meu amor, fazendo amor e amando, entre você e eu, até que se termine, o que você acha?
YO: O que você disser
Por suposto, continuamos fazendo amor todas as férias, pelo menos uma noite por semana, justamente quando Miguel se lembrava de fazer caipirinha,
Hoje, há mais de 8 meses, nós dois seguimos namorados com Caro e Pablo, mas não falta um dia por semana que não nos reunamos em nosso hotel favorito e nos matemos, as coisas que faço com Miguel, não faço com Pablo, e a ele também lhe passa o mesmo, enquanto isso durar, decidimos seguir gozando, Depois Deus dirá, estou querendo muito a Miguel, perigosamente muito
Pda: Custou-me várias vezes, até que me partiu o cu, agora fazemos sempre, eu amo quando ele me faz, me enche de leite

EU, O, ELE ME ESTÁ FAZENDO SARDEIRAS
Eu me chamo Karina e meu namorado Pablo, chegamos nos últimos dias de janeiro, havíamos alugado uma semana com possibilidade de se gostasse podíamos ficar alguns dias mais.
De entrada pareceu tranquilo, embora a praia muito linda, com duas montanhas formando um baía que fazia que as ondas fossem suaves, a praia ideal para caminhar, com água de temperatura linda.
Quando chegamos eu e Caro, saímos a comprar em um supermercado, para preencher a geladeira, e os meninos foram comprar bebidas e outras coisas, quando chegaram estavam os dois na habitação, única que havia, depois havia um sofá-cama e uma cozinha separada do living, um banheiro, isso era tudo, isso se, um lindo balcão com churrasqueira, era o que nos havia agradado, especialmente para os meninos, conto que andamos entre 23 e 25 anos os quatro, e estamos quase as duas casais, em 2 ou 3 anos juntos.
Miguel e Pablo são amigos desde crianças, nós com Carolina, nos conhecemos já sendo parceiros e logo congeniamos, assim que costumamos compartilhar muitas atividades, cinema, saídas, baile etc etc.
Nós nos conhecemos muito bem porque além disso era a terceira vez que tínhamos férias juntos, claro que as outras vezes foi na Argentina. Nos dávamos barbaro e tínhamos muitas coisas em comum.
Os chamamos os meninos quando chegaram e Miguel desde a habitação, rindo nos disse: M: fechem os olhos que temos uma surpresa C: dale saiam que surpresa têm tarados... saíram os dois com zungas, se haviam comparado para joder e de Passo usarla em Brasil, desfilaron haciendose os maricones nos reimos os quatro, parecem dois putos lhes dissemos, embora tenhamos que dizer que no Brasil, quase todos os homens a usam, nós não estamos acostumbrados, nos reimos a carcajadas. M: as vimos e dissemos, aqui todo mundo a usa, porque não, nos saíram baratas, as tiramos quando não valiamos, em Argentina isso não se pode usar. A verdade lhes quedava bem, aos dois, o único que como a que compraram era barata, o material era muito fino, se notava tudo, por isso os carregamos, nos reimos os quatro e só nisso ficou, mas me impressiono o bulto que lhe fazia a Miguel, parece que está muito bem dotado, pensei, porque além disso, a que se comprou era de cor clara, em differência da Pablo, que era negra, a de ele, era um gris muito claro e lhe marcava tudo, parecia que estava nu, os mandamos mudar, e seguimos com a organização do departamento, e a geladeira. Al outro dia nos levantamos cedo e à praia, normalmente te alugam uma sombrinha com mesa de plástico e quatro cadeiras, clássica, sobretudo nas praias desses lados, para depois se queres pedir para beber e comer, não é caro, a usas inclusive as vas correndo para tomar sol. Nos tocava o primeiro, um dia maravilhoso, nós duas com nossas correspondentes bikinis, bunda fora, tínhamos ambas um lindo bunda parada e firme, eu tenho um pouco mais que Caro mas ela tem um pouco mais de tetas que eu, os meninos que apareceram com short, mas depois se o sacaram e ficaram com as ridículas zungas que se haviam comprado. Todo perfeito, o mar, o paisagem, nós estávamos nas duas sombrilhas que nos deram super confortáveis, os meninos se compraram uma barrenadora de tergopol, e saíram a nadar, aos dois gostam muito da água, são bons nadadores, e os dois a verdade têm lindo corpo, não demasiados musculosos, mas firmes e se lhe marca bem tudo. Nós duas nos quedamos sob a sombrinha, o sol. Estava forte e não queríamos matar-nos no primeiro dia, nos embadurnamos com protetor e tomamos sol devagar, sob a sombrilla espiando a cara.
Sentimos chegar, vinham super molhados, Caro seguiu com os olhos fechados tomando sol, eu com os óculos de sol postos, o que vi, me perturbou, estavam os dois recém-saídos do mar, molhados, com as zungas grudadas ao corpo, era como ver-los nus, a ambos, a Pablo eu conhecia, assim não me surpreendi, mas Miguel sim, se notava toda a cock, grande, muito grande, e não estava excitado, ao contrário recém-saído do água fria, o que tinha tudo estava ali, pareceu-me grosso, e para mais a zunga gris claro, era como se estivesse nu, eu estava com os óculos, por sorte. Ninguém se deu conta de como eu o olhei, era uma preciosura, disse para mim mesmo. Que sorte Caro.....
O dia seguiu como todo dia de praia, tomamos cerveja, muita, saímos a caminhar com Caro, jogamos às cartas e pedimos um peixe fresco recém-feito que era barato, com todos os ingredientes para quatro, nos trouxeram uma segunda mesa para que comêssemos mais comodos, e assim o fizemos, eu fiquei frente a Miguel e ao lado meu Pablo, meu namorado, estávamos em pleno almoço, e Miguel se levantou para agarrar seus óculos de sol que os deixaram pendurados da sombrilla que estava justo atrás de mim, os buscou, e eu não sei por quê, girei meu corpo para acomodar a cadeira que havia afundido na areia, justo quando agarrei o respaldar da cadeira, Miguel que girou, e me apoiou sem querer toda a cock na mão, me olhou como se pedisse permissão, mas eu esbocei uma sonrisa, como se estivesse dizendo não passa nada, tudo foi rápido, fugaz, só nós o advertimos, havia sido uma feita casual, sem segundas intenções.
Claro que Miguel não pensou o mesmo, achou que eu o fiz adrede, isso deduzi quando se sentou frente a mim, apoio, como sem querer seu pé, acima do meu, não me perguntam por quê, mas em vez de correr minha perna, a deixei ali. Comemos. Nós ríamos e tomávamos, e os pés continuavam ali, na mesma posição, num momento sinto que o meu pé é movido como acariciando o meu, deixo, devia ter tirado, não fiz, seguiu o franejamento cada vez mais intenso e mais lascivo, o meu seguia ali, como se não sentisse, a tudo isso conversávamos sobre os planos para a noite, do que comêríamos e outras coisas, não me perguntem por quê, mas o meu pé continuava ali, e na minha mente estava o pacote de Miguel na zunga cinza clara, de repente sinto que sobe muito lentamente pela minha panturrilha, muito devagar, para ver como eu reagiria, ou era o efeito da cerveja, ou não sei, mas eu não movia a minha perna, tudo se desenvolvia abaixo da mesa plástica, mas se conhecemos há anos, reflexionava, nunca me insinuei nada, sempre foi muito correto, sempre me tratou como a namorada do melhor amigo dele, porque isso agora, talvez o álcool, o toque, a zunga, se deu conta que eu o olhava com cara de puta, ?? a verdade não sabia o que pensar, mas a minha perna não se movia, até que num momento as separei, as habriei, me estirei, já havia terminado de comer, me sentei quase no bordo da cadeira, sempre conversando, vejo que ele põe suas duas pernas dentro das minhas, também esticadas, os dois despatarrados, separava as dele e com o toque separava as minhas, suave muito devagar, e eu accedia, estávamos nos levando ao caralho, pensei, isso não está mal, está remel, me levante de golpe, disse a Caro, vamos para a água, faz um calor terrível. E se esperar resposta, fui sozinha, precisava refrescar-me, sacar-me da calentura e recapacitar, por sorte ninguém me acompanhou, pus-me a nadar, queria esquecer-me da loucura que acabara de fazer, eu queria muito a Caro e não podia fazer isso com o melhor amigo de Pablo.
Estava parada já olhando o mar descansando das braçadas, e sinto debaixo do meu, como se algo me tocasse, miro, não vejo nada, a mão de alguém que me apertava forte, hundindo-se em minha use the word: pussy. Malla, pense em Pablo, não aparecia ninguém, e de repente, como a dois metros meu, emergiu Miguel.
M: Olá, preciosa, está fria a água?
YO: Foste você o que me tocou?
M: Não te vou mentir, se fui eu, desculpe-me, me fizeste louco na mesa, pense...
YO: Pensastes mal, Miguel. O que fazes? Estamos loucos, somos amigos.
M: E...? Que tem a ver com a calentura? Nos calentamos e pronto.
YO: Qual sorte têm os homens! Calentamos, coitamos e aqui não passa nada. Somos amigos de anos, você é um boludo.
M: Porque deixaste a perna, eu a estive roçando todo o almoço e não a movias.
YO: (Não sabia o que lhe dizer), a dei porque também sou uma boluda. Faz de conta que aqui não passa nada. Recém começamos as férias, não as arruinemos.
M: Não precisamos arruinar, me gustas desde sempre, te respeito como a namorada do meu melhor amigo, mas me calentas mal, sempre, e agora mais, não te imaginas como...
YO: Olhe você, esqueça-se. Então eu estou barbara com Pablo, não preciso de ninguém mais, e você também não precisa de ninguém. Você tem a Caro.
M: Nada de espalda, me diz da nada.
YO: Que?
M: Que nadem um minuto de espalha.
Como uma boluda, pus-me a nadar como me disse, agarrou uma perna e me levou ao seu pau, estava nu, com o pau duro, e me fez acariciar com todo o meu pé.
YO: O que fazes? Está louco. Podem nos ver.
M: Viste como te tenho, a tenho redura por você, e não te preocupes que eu os miro. Eles estão os dois deitados, tomando sol.
YO: Tchau, vejo que se tornou louco...
Tentei ir-me, e de repente o senti debaixo da água, acariciando-me outra vez a entreperna, estava me exitando mal. Não sei o que fazia, não apenas não saía, mas também seguia refregando a use the word: pussy com a mão.
Usei os últimos atisbos de cordura que me restavam e saí da água correndo até as sombrilhas.
Pus-me a tomar sol com os óculos escuros, e ele apareceu recém aos quinze minutos. Era impressionante ver-lo com essa zunga, e agora me a mostrava descaradamente. Tinha uma morocha que era realmente digna de tirar uma foto, presenteou minha amiga Caro, pensei, pensamento de puta, disse a mim mesmo e fechei os olhos, estava bêbada, era isso, certo.
Fiquei meio adormecida e eles desabafados na cadeira, eu e Caro jogamos um pareo na areia e nos sentamos para tomar sol, eles nas cadeiras, quando acordamos, não estavam lá, haviam voltado a nadar. Por sorte, logo chegaram, preparávamos mate, sentadas na lona, recém saídas da água, a verdade é que as zungas eram escandalosas, não apenas para eles, mas para todos que as usam, e sendo baratas e de material fino.
Miguel sentou-se à minha frente e disimuladamente se ajustava, era desonesto, eu com óculos, o observava embelezada, que burra sou, pensei, porque ele se deu conta e o fazia mais evidente, tinha medo que Pablo ou Caro suspeitassem algo, me pus a nervosa e decidi levantar-me e dizer que ia cruzar o caminho.
Estava a 50 metros da praia, procurando uma pastilha para o dor de cabeça e voltava, precisava reflexionar sozinha, pus um pareo e fui.
Voltei mais calma, sentei-me em uma cadeira para tomar mate também. Eles continuavam na mesma posição, tomando sol, o desabafado tocando-se como passava, quando percebia que eu o observava, minha mente dizia não, e meu entreperna estava molhada, dizia sim, era loucura, realmente me havia aquecido mal.
Não sei como fiz e quando me olhei, fiz o mesmo que ele, pus a mão na minha use the word: pussy com as pernas abertas e com o dedo indicador eu apertei, o sorriso, havia notado. Estava mais louca do que de costume.
Vamos para a água, disse, Pablo por sorte essa vez me acompanhou, estávamos nadando, dandonos beijos, metia mão debaixo da água, precisava disso, um cock urgente, mas o tarado quando apareceu seu amigo, foram nadar e me deixaram sozinha, logo senti outra vez a mão na minha use the word: pussy, olhei e outra vez apareceu a dois metros de Miguel, não disse nada, ele tampouco, saí e fiquei na orla, pondo o rosto para... Sólo, saem os dois quando eles saem eu volto a entrar, queria estar sozinha, passam 15 ou 20 minutos que eu fique jogando com as ondas e outra vez a mão, e volta a aparecer aos dois metros. M: não sabes como me tens, não posso sair do água com essa malha, estou duro, preciso descargar sim, sinto vergonha. YO: problema seu, vamos ver, se insistis. M: eu os miro, estão os dois tomando sol na lona, deixe-me cúm pelo menos, toquem-na que acabo. YO
ya descontrolada) só uma vez, estirei não te aproximes muitome acerco a chota, agarrei-a forte com a mão, não podia abraçá-la toda, era grossa, muito e um pouco mais longa que a de Pablo, movi-a um pouco para terminar rapidamente o procedimento, mas eu me aqueci mal e continuei a pajeá-la, estava renervosa
M: como você vai me gozar, vou apenas um minuto e acabo, dale Kari, me disse, só uma ponidita, acabo e vamos para a sombrilla, não te jodo mais, rogava como um menino pedindo um caramelito
YO: você está louco
M: louco por você, dale que te custa, é um segundo e saímos, eu vigio, afasto-me um pouco aqui, nesta zona, não há ninguém, estamos quase sozinhos
YO: você está louco, o único que disse
De repente sinto novamente a mão dele em minha use the word: pussy, se havia mergulhado outra vez, agora deixo mais tempo e eu separo bem as pernas, me corri a malha e não sei como fez, apenas saiu um segundo para tomar ar, e de repente senti o pene dele na entrada da minha use the word: pussy, não sei que volta ele deu que apareceu atrás de mim, com o pene no meio das minhas pernas, me pus mirando as sombrillas, queria ver se Caro ou Pablo podiam nos ver, separa as pernas e eu mesma corri a malha, o água facilitou tudo, em dois segundos a tinha toda dentro, era um prazer infinito. só gemi e acabei, fui eu, antes que ele, me bombeio várias vezes, como eu gozava, sentia tudo diferente, me enchia toda e não acabava
YO: acaba comigo por favor, quero ir, mentiu
M: não me deixa assim, se isso é o que você está gozando como eu, tranquilo que não nos vemos
me disse isso e continuou bombeando, já estava por meu segundo orgasmo, quando senti a cum calorente de Miguel, inundando minha use the word: pussy, fiquei um minuto assim, com as pernas abertas e ele atrás de mim, queria ficar ali, para viver, mas saí rapidamente do água, correndo para as sombrillas
Me sentia a mais puta de todas as mulheres......
Terminamos nosso primeiro dia de praia, e quase não nos olhamos mais, eles secaram e se Puseram as malhas acima das zungas, tudo se acalmou, menos minha cabeça, que continuava na água.
No dt., foi tudo complicado já, não só eu rosava quando podia, mas também me mandava mano agarrando meu cu, e eu deixava, seguia muito quente, em Buenos Aires, com certeza teríamos resolvido com uma escapada para algum hotel, e pronto, ficaria num aventura passageira, mas aqui com nossos respectivos, era tudo complicado.
Estava respondendo alguns mensagens de WhatsApp para minha mãe, quando apareceu um de Miguel, tínhamos um grupo, mas ele me mandou apenas a mim. Ele disse: Te quiero recolher, eu respondi e disse: Como fazemos?, ele disse: Tenho uma ideia, siga a corrente e apoie-me.
M: Hoje vou preparar as melhores cahipiniñas que houveram tomado, saio para comprar limões.
YO: Bem, faz algo bom.
Não sei o que pensava fazer, mas me imaginava enquanto nos banhávamos, ele saiu sozinho para comprar, trouxe cashasa e limões especiais. Cenamos no dt., e saímos para dar uma volta, já havíamos bebido algo num barquinho, enquanto ouvíamos música, não faltou algum roce, mas estávamos as duas em minifalda.
Llegamos, preparei um caipirinha muito delicioso, eu pedi outro voltar, ia para a cozinha e trazia, havia se feito tarde, o dia de praia, estávamos cansados, o primeiro a ir dormir foi Pablo, eu e Caro o seguimos, nós dormíamos no sofá do living, mudávamos a habitacão uma noite cada um, e os outros dormiam no sofá.
Pablo caiu no sofá e, cinco minutos depois, roncava. Quando Caro foi ao banheiro, eu estava na cozinha limpando os vasos, Miguel se aproximou de trás e me apoiou, beijou meu pescoço rapidamente e disse: Me parece que nossos respectivos, hoje tomaram muito, e riu.
Fui para o banheiro, abracei Caro e fui dormir, ele foi o último a fazer isso, saiu do living, disse boa noite e desapareceu.
Teria passado talvez uma hora, eu já estava dormindo a fundo, Pablo roncava, sinal de tudo que tomou, de repente me despertei porque notava... Que me tocan a pierna, na escuridão mais absoluta, era Miguel me acariciava a pierna, eu as separei, estava de lado com a Booty para fora, passei a mão pela use the word: pussy, corri a thong e comecei a chupar a Booty e a use the word: pussy, era divino o que sentia, dei volta e ele se arrodilhou ao meu lado e nos beijamos desesperados de calor, de repente parou e sinto que me agarrou atrás da cabeça, não tenho que fazer esforço para encontrar seu cock na minha boca, chupo com muita vontade, por fim eu tinha na minha boca o motivo inicial da minha calor, era grossa, venosa, cabezona, linda como sentia porque não a via.
De repente me tomou da mão e me empurrou para que o seguisse, disse devagarinho na orelha: estas louco, ele me disse: fique tranquilo, Caro fundiu e Pablo já ouviu, eu o segui, entramos no banheiro, fechei a porta e demos rédea suelta à nossa calor, nos beijamos muito, nos tiramos a pouca roupa que havia, me fez sentar no vaso, se arrodilhou e me chupou a use the word: pussy, molhava o clítoris e mordia com os lábios, este garoto sabia o que fazia, não era que Pablo fosse mau na cama, mas este sabor proibido era mais fascinante, nos beijamos novamente e assim como estava arrodilhado me penetrou, tive que reprimir o grito, gemia mordendo os lábios para não nos escutarem, por fim a senti toda, bombear suave e forte, não nos despegávamos das bocas, fez-se interminável, lindo, fazia muito tempo que não sentia tudo o que me passava nesse momento, acabei eu duas vezes e ele continuou.
De repente disse: vou cum, onde a queres?, disse nas tetas, isso me agrada, ele me disse: não a queres na boquita?, dale se você quiser, pensava fazer o mesmo que faço quando Pablo me pede para acaba e escupo, não gosto do sabor, agachei e não passei um minuto, estava inundando a boca de cum, gostei do gosto, era doçona, traguei toda, chupe esprimindo-a, gostava da cum. De Miguel, era uma ardência extrema, não sei, mas ficamos abraçados, ele sentado no vaso sanitário e eu em cima, com as pernas abertas, continuamos beijando como dois namorados,
Eu: eu me encanto, e agora o que fazemos com isso, Miguel?
M: Nada, vivimos isso, foi lindo, é sexo, e também me encanta, você é divina e tenho que fazer mais aquele belo cu que você tem
YO: Esqueça-se, com essa bunda impossível, apenas se aguenta a de Pablo, e é metade da tua.
M: Ah, que lindo elogio, sabia que te ia gostar, eu fui o que ideou comprar as zungas, de lycra mais baratas, sabia que você precisava se aquecer, desejava tanto, não sabes as pajas que dediquei a esse cu
YO: Você está louco, nunca me dei conta disso, como vai Caro?
M: Sim, e amo, mas sabia que fazer sexo com você seria isso, maravilhoso
YO: E isso como segue?
M: Assim, meu amor, fazendo amor e amando, entre você e eu, até que se termine, o que você acha?
YO: O que você disser
Por suposto, continuamos fazendo amor todas as férias, pelo menos uma noite por semana, justamente quando Miguel se lembrava de fazer caipirinha,
Hoje, há mais de 8 meses, nós dois seguimos namorados com Caro e Pablo, mas não falta um dia por semana que não nos reunamos em nosso hotel favorito e nos matemos, as coisas que faço com Miguel, não faço com Pablo, e a ele também lhe passa o mesmo, enquanto isso durar, decidimos seguir gozando, Depois Deus dirá, estou querendo muito a Miguel, perigosamente muito
Pda: Custou-me várias vezes, até que me partiu o cu, agora fazemos sempre, eu amo quando ele me faz, me enche de leite


EU, O, ELE ME ESTÁ FAZENDO SARDEIRAS
2 comentários - Pelo motivo, cê é um filho da puta!