Já tinham se passado dois dias desde a feliz visita dos gasistas, que tinham me "consertado" de cabo a rabo, e eu já começava a sentir uma inquietação e uma coceira na entreperna. Antes desse encontro, eu não era assim, era uma mulher tranquila, que dava conta do meu marido quando ele pedia e só, uma fantasia sexual aqui e acolá e pronto. Agora a coisa era diferente, tinha provado a fruta proibida e ficava louca, só de pensar no Paco e nos rapazes dele já ficava com o cuzinho ardendo.
Lembrei do que ele tinha me dito:
"Se precisar de um eletricista, vai falar com o Júlio, é o melhor do bairro, o rei da corrente, ele vai te 'eletrificar', he he."
E não pensei duas vezes, fazia tempo que o banheiro precisava de luzes novas, queria uns spots halógenos e agora ia conseguir.
Por via das dúvidas, me preparei a capricho, ele ia me eletrificar, mas eu ia deixar ele pasmo. Enchi a banheira de água quentinha e joguei sais de banho à vontade, me afundei na espuma, estava tão gostoso que quase não queria sair, mas a obrigação vem antes da devoção.
Passei hidratante no corpo todo, principalmente nos peitos, na bunda e na barriga, pra ficar bem macia. Umas gotinhas de perfume... e hora de vestir... Escolhi um conjunto de fio dental e sutiã grená, com renda cinza escuro... O fio dental era o mínimo possível, o pelo aparecia um pouquinho e eu pensei: isso tem que resolver, agora não tenho tempo, mas pro próximo "conserto" vou depilar... Com certeza eu estava virando uma puta, ainda não tinham consertado a luz e eu já estava pensando na obra... O sutiã era do tipo wonderbra, juntava meus peitos e levantava eles, já não eram pequenos, ou seja, assim, eu estava arrasadora...
Por cima, vesti uma regata branca, curta, deixando o umbigo de fora, e uma saia de lycra azul elétrico, salto alto e fui pra rua...
No elevador, encontrei o vizinho de cima, solteirão convicto de uns 35 anos, os olhos Os olhos saltavam das órbitas e a mão no bolso da calça não parava...
Bom dia, Maria, você está lindíssima hoje... Quem sabe um dia desses a gente não sai pra jantar, assim a senhora não fica tão sozinha enquanto seu marido está por esses mundos de Deus...
Acho ótimo, Artur, que tal amanhã?
E por que não hoje mesmo, Maria?
Ai, hoje não sei se vai dar, olha, se eu chegar cedo em casa, te ligo e a gente combina, combinado?
Combinado, seus desejos são ordens pra mim.
Que cavalheiro, pensei eu, depois dos operários meio brutos e grosseiros, não me faria mal um "cavaleiro andante" como esse, já tinha o Artur, só faltava a mesa redonda pra me divertir de verdade.
Fui caminhando até "A Chispa Alegre" e tive que ouvir de tudo pelo caminho, verdade seja dita, os saltos altos me obrigavam a reboltar a bunda de um jeito pecaminoso... Que rebolado, segundo o que falavam na rua.
Entrei na "Chispa", tinham acabado de abrir e a porta de enrolar ainda estava meio abaixada.
O Sr. Júlio, por favor.
Sou eu mesmo, senhora, pode falar.
Caramba, o Júlio, não devia ter mais de 30, loiro, altíssimo e fortíssimo.
O Paco me mandou, ele fez uns reparos anteontem e me aconselhou que pra questões elétricas ninguém melhor que o senhor.
Sim, senhora, o Paco já me disse que a senhora provavelmente viria aqui, mas não esperava tão cedo, achei que o "reparo" duraria um pouco mais, mas fico muito feliz em conhecê-la.
O filho da puta do Paco com certeza tinha contado tudo e esse já estava se lambendo só de pensar no que vinha pela frente. Me deu vontade de ir embora, mas esperei um pouco passar, ele era gostoso demais pra desperdiçar por um orgulho idiota.
E então, Maria, você se chama Maria, né? O que você deseja?
Queria colocar uns halógenos no banheiro e vim ver as amostras pra escolher.
Muito bem, Maria, vamos ter que passar pros fundos, lá tenho os mostruários e o escritório, vamos ficar mais à vontade. Deixa eu baixar a Fecha, porque hoje a balconista não pode vir e assim não vamos ser incomodados.
Ao ouvir isso, não pude evitar um leve desconforto, estava me arriscando demais, eu aqui sozinha com esse baita homem, que não conhecia de nada, trancados, ele poderia fazer de mim o que quisesse e ninguém ficaria sabendo, mas se o Paco tinha me recomendado, não podia ser má pessoa.
Vamos, Maria, entra pra dentro. E me pegando pela cintura, acompanhou as palavras com a ação, me empurrando pra sala dos fundos.
Essa é a sala? Que sala do caralho, uma mesinha minúscula e um sofá imenso, que depois viraria uma cama de lascar.
Sim, passo muitas horas aqui e gosto de ficar confortável, senta, enquanto coloco uma música. Quer beber alguma coisa?
Pô, são dez da manhã, não sei o que tomar.
Uma taça de champanhe sempre cai bem. Dito e feito, de uma geladeira de camping tirou uma garrafa bem gelada e serviu duas taças. Tava preparado, não devia ser a primeira que passava por aqui, mas não sou ciumenta.
Enquanto isso, sentada na beira do sofá, minha saia tinha subido até quase mostrar minha calcinha fio dental e eu não fazia nada pra evitar.
Quer escolher os refletores? Te recomendo esses, são os mais caros, são alemães, mas vão te dar um resultado foda. Problema resolvido, agora um gole. À sua saúde, gostosa...
À sua... Nossos rostos estavam cada vez mais perto e nossos lábios a pouco mais de uns dois centímetros, e aí ele esticou a língua, passando pelos meus lábios. Eu entreabri a boca e fechei os olhos, nossas línguas se enroscaram numa luta sensual, enquanto as mãos dele começavam a acariciar minhas coxas.
Num instante, ele me tirou o top e a saia. Os sutiãs não duraram muito. Eu não fiquei atrás, tirei a camiseta e a calça dele num piscar de olhos.
Deixa a calcinha e os sapatos, gosto muito de mulher assim... Você é uma putinha gostosa, tenho uma surpresa pra você, puta. O sofá já era cama, ele me deitou de bruços. Subiu e começou a chupar meus mamilos, que logo ficaram durinhos e tesos. Aí ele se levantou e disse: "fecha os olhos..." Eu deixei um olho aberto e vi ele pegar do chão uma bateria de carro, com aqueles cabos de chupeta pra dar partida. Colocou tudo em cima da cama e pegou a taça de champanhe, molhando meus peitos. Em seguida, prendeu uma chupeta em cada mamilo.
"Gostou, hein, putinha? Tá sentindo a corrente nas suas tetas?"
"Sim, sim." A verdade é que era uma sensação estranhíssima, e o Júlio não perdia tempo: molhou minha virilha com champanhe e começou a beber, depois chacoalhou a garrafa e enfiou na minha buceta — que lavagem de baixo-ventre, hein, com pressão!!! As chupetas apertavam cada vez mais, a dor e o prazer se misturavam.
"Agora você vai engolir todo o meu pau, gostosa..."
"Sim, me dá ele todo..." Comecei a lamber ele de cima a baixo, cada vez mais imponente...
"Depois a gente vai te comer de cu, já sei que você adora..."
"Esse Paco contou tudo, né, mas tudo bem, melhor assim."
"O que você quiser, meu dono, tô à sua disposição."
"Vai, fica de quatro, putinha. Tá no cio? Você sempre tá, né?"
Me ajoelhei com a cabeça na cama esperando a investida, não demorou: ele enfiou o pau na minha buceta de uma vez e começou a bombar como um selvagem. "Se ele fizer isso no meu cu, eu tô ferrada", pensei comigo. Mas não era hora de pensar, e eu acompanhei as reboladas com as dele. As bolas dele batiam nas minhas coxas. Ele pegava nas minhas tetas, beliscando meus mamilos...
"Isso, aperta, belisca... Me morde." Nisso, senti o dedo dele no meu cu, empurrando. Fazia só dois dias que eu era virgem no segundo buraco, e agora já viu...
"Devagar, por favor... Não me machuca."
"Fica tranquila, você vai adorar."
Dois dedos, entrando e saindo. Ele tirou o pau da minha boceta e colocou no meu cu, começou a empurrar e, de uma só enfiada, meteu até o fundo.
"Aaah, você vai me destruir." Eu tava empalada, achava que ia chegar no estômago. na garganta. Começou a se mexer bem devagar, em círculos, pra depois empurrar com tudo, enfiava dois dedos na minha bucetinha e me acariciava o clitóris.
Vou gozar. Mas como se não fosse com ele, continuava metendo como se não houvesse amanhã. Eu já tinha tido mais de quatro orgasmos e ele não parava. Tirou o pau de dentro de mim de repente e se jogou em cima de mim, me virando de bruços na cama, e esporrou tudo no meu cu e nas minhas costas.
Vai, putinha, limpa ele, chupa tudo. Me virei e enfiei ele na boca, deixando brilhando.
Maria, você é uma puta mesmo, uma máquina de foder. Por hoje, te pago os holofotes e o que você quiser. E já vou falar com meus colegas pra ver se você precisa de mais algum trampo...
Mas, vê se você é mais discreto que o Paco, tenho medo do meu marido descobrir.
Fica tranquila, a gente é todo muito discreto. E vamos te dar uns serviços completos.
Do jeito que deu, me arrumei e voltei pra casa. No caminho, ficava pensando no Arturo e no convite dele pra jantar. Nesse passo, ia chegar em casa com a buceta ardendo, mas não ia dar um fora nele, né?
Lembrei do que ele tinha me dito:
"Se precisar de um eletricista, vai falar com o Júlio, é o melhor do bairro, o rei da corrente, ele vai te 'eletrificar', he he."
E não pensei duas vezes, fazia tempo que o banheiro precisava de luzes novas, queria uns spots halógenos e agora ia conseguir.
Por via das dúvidas, me preparei a capricho, ele ia me eletrificar, mas eu ia deixar ele pasmo. Enchi a banheira de água quentinha e joguei sais de banho à vontade, me afundei na espuma, estava tão gostoso que quase não queria sair, mas a obrigação vem antes da devoção.
Passei hidratante no corpo todo, principalmente nos peitos, na bunda e na barriga, pra ficar bem macia. Umas gotinhas de perfume... e hora de vestir... Escolhi um conjunto de fio dental e sutiã grená, com renda cinza escuro... O fio dental era o mínimo possível, o pelo aparecia um pouquinho e eu pensei: isso tem que resolver, agora não tenho tempo, mas pro próximo "conserto" vou depilar... Com certeza eu estava virando uma puta, ainda não tinham consertado a luz e eu já estava pensando na obra... O sutiã era do tipo wonderbra, juntava meus peitos e levantava eles, já não eram pequenos, ou seja, assim, eu estava arrasadora...
Por cima, vesti uma regata branca, curta, deixando o umbigo de fora, e uma saia de lycra azul elétrico, salto alto e fui pra rua...
No elevador, encontrei o vizinho de cima, solteirão convicto de uns 35 anos, os olhos Os olhos saltavam das órbitas e a mão no bolso da calça não parava...
Bom dia, Maria, você está lindíssima hoje... Quem sabe um dia desses a gente não sai pra jantar, assim a senhora não fica tão sozinha enquanto seu marido está por esses mundos de Deus...
Acho ótimo, Artur, que tal amanhã?
E por que não hoje mesmo, Maria?
Ai, hoje não sei se vai dar, olha, se eu chegar cedo em casa, te ligo e a gente combina, combinado?
Combinado, seus desejos são ordens pra mim.
Que cavalheiro, pensei eu, depois dos operários meio brutos e grosseiros, não me faria mal um "cavaleiro andante" como esse, já tinha o Artur, só faltava a mesa redonda pra me divertir de verdade.
Fui caminhando até "A Chispa Alegre" e tive que ouvir de tudo pelo caminho, verdade seja dita, os saltos altos me obrigavam a reboltar a bunda de um jeito pecaminoso... Que rebolado, segundo o que falavam na rua.
Entrei na "Chispa", tinham acabado de abrir e a porta de enrolar ainda estava meio abaixada.
O Sr. Júlio, por favor.
Sou eu mesmo, senhora, pode falar.
Caramba, o Júlio, não devia ter mais de 30, loiro, altíssimo e fortíssimo.
O Paco me mandou, ele fez uns reparos anteontem e me aconselhou que pra questões elétricas ninguém melhor que o senhor.
Sim, senhora, o Paco já me disse que a senhora provavelmente viria aqui, mas não esperava tão cedo, achei que o "reparo" duraria um pouco mais, mas fico muito feliz em conhecê-la.
O filho da puta do Paco com certeza tinha contado tudo e esse já estava se lambendo só de pensar no que vinha pela frente. Me deu vontade de ir embora, mas esperei um pouco passar, ele era gostoso demais pra desperdiçar por um orgulho idiota.
E então, Maria, você se chama Maria, né? O que você deseja?
Queria colocar uns halógenos no banheiro e vim ver as amostras pra escolher.
Muito bem, Maria, vamos ter que passar pros fundos, lá tenho os mostruários e o escritório, vamos ficar mais à vontade. Deixa eu baixar a Fecha, porque hoje a balconista não pode vir e assim não vamos ser incomodados.
Ao ouvir isso, não pude evitar um leve desconforto, estava me arriscando demais, eu aqui sozinha com esse baita homem, que não conhecia de nada, trancados, ele poderia fazer de mim o que quisesse e ninguém ficaria sabendo, mas se o Paco tinha me recomendado, não podia ser má pessoa.
Vamos, Maria, entra pra dentro. E me pegando pela cintura, acompanhou as palavras com a ação, me empurrando pra sala dos fundos.
Essa é a sala? Que sala do caralho, uma mesinha minúscula e um sofá imenso, que depois viraria uma cama de lascar.
Sim, passo muitas horas aqui e gosto de ficar confortável, senta, enquanto coloco uma música. Quer beber alguma coisa?
Pô, são dez da manhã, não sei o que tomar.
Uma taça de champanhe sempre cai bem. Dito e feito, de uma geladeira de camping tirou uma garrafa bem gelada e serviu duas taças. Tava preparado, não devia ser a primeira que passava por aqui, mas não sou ciumenta.
Enquanto isso, sentada na beira do sofá, minha saia tinha subido até quase mostrar minha calcinha fio dental e eu não fazia nada pra evitar.
Quer escolher os refletores? Te recomendo esses, são os mais caros, são alemães, mas vão te dar um resultado foda. Problema resolvido, agora um gole. À sua saúde, gostosa...
À sua... Nossos rostos estavam cada vez mais perto e nossos lábios a pouco mais de uns dois centímetros, e aí ele esticou a língua, passando pelos meus lábios. Eu entreabri a boca e fechei os olhos, nossas línguas se enroscaram numa luta sensual, enquanto as mãos dele começavam a acariciar minhas coxas.
Num instante, ele me tirou o top e a saia. Os sutiãs não duraram muito. Eu não fiquei atrás, tirei a camiseta e a calça dele num piscar de olhos.
Deixa a calcinha e os sapatos, gosto muito de mulher assim... Você é uma putinha gostosa, tenho uma surpresa pra você, puta. O sofá já era cama, ele me deitou de bruços. Subiu e começou a chupar meus mamilos, que logo ficaram durinhos e tesos. Aí ele se levantou e disse: "fecha os olhos..." Eu deixei um olho aberto e vi ele pegar do chão uma bateria de carro, com aqueles cabos de chupeta pra dar partida. Colocou tudo em cima da cama e pegou a taça de champanhe, molhando meus peitos. Em seguida, prendeu uma chupeta em cada mamilo.
"Gostou, hein, putinha? Tá sentindo a corrente nas suas tetas?"
"Sim, sim." A verdade é que era uma sensação estranhíssima, e o Júlio não perdia tempo: molhou minha virilha com champanhe e começou a beber, depois chacoalhou a garrafa e enfiou na minha buceta — que lavagem de baixo-ventre, hein, com pressão!!! As chupetas apertavam cada vez mais, a dor e o prazer se misturavam.
"Agora você vai engolir todo o meu pau, gostosa..."
"Sim, me dá ele todo..." Comecei a lamber ele de cima a baixo, cada vez mais imponente...
"Depois a gente vai te comer de cu, já sei que você adora..."
"Esse Paco contou tudo, né, mas tudo bem, melhor assim."
"O que você quiser, meu dono, tô à sua disposição."
"Vai, fica de quatro, putinha. Tá no cio? Você sempre tá, né?"
Me ajoelhei com a cabeça na cama esperando a investida, não demorou: ele enfiou o pau na minha buceta de uma vez e começou a bombar como um selvagem. "Se ele fizer isso no meu cu, eu tô ferrada", pensei comigo. Mas não era hora de pensar, e eu acompanhei as reboladas com as dele. As bolas dele batiam nas minhas coxas. Ele pegava nas minhas tetas, beliscando meus mamilos...
"Isso, aperta, belisca... Me morde." Nisso, senti o dedo dele no meu cu, empurrando. Fazia só dois dias que eu era virgem no segundo buraco, e agora já viu...
"Devagar, por favor... Não me machuca."
"Fica tranquila, você vai adorar."
Dois dedos, entrando e saindo. Ele tirou o pau da minha boceta e colocou no meu cu, começou a empurrar e, de uma só enfiada, meteu até o fundo.
"Aaah, você vai me destruir." Eu tava empalada, achava que ia chegar no estômago. na garganta. Começou a se mexer bem devagar, em círculos, pra depois empurrar com tudo, enfiava dois dedos na minha bucetinha e me acariciava o clitóris.
Vou gozar. Mas como se não fosse com ele, continuava metendo como se não houvesse amanhã. Eu já tinha tido mais de quatro orgasmos e ele não parava. Tirou o pau de dentro de mim de repente e se jogou em cima de mim, me virando de bruços na cama, e esporrou tudo no meu cu e nas minhas costas.
Vai, putinha, limpa ele, chupa tudo. Me virei e enfiei ele na boca, deixando brilhando.
Maria, você é uma puta mesmo, uma máquina de foder. Por hoje, te pago os holofotes e o que você quiser. E já vou falar com meus colegas pra ver se você precisa de mais algum trampo...
Mas, vê se você é mais discreto que o Paco, tenho medo do meu marido descobrir.
Fica tranquila, a gente é todo muito discreto. E vamos te dar uns serviços completos.
Do jeito que deu, me arrumei e voltei pra casa. No caminho, ficava pensando no Arturo e no convite dele pra jantar. Nesse passo, ia chegar em casa com a buceta ardendo, mas não ia dar um fora nele, né?
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