Reencontro de duas amigas gostosas

Olá, depois de muito tempo, trago pra vocês essa história maravilhosa sobre a primeira vez dela com uma mulher, a melhor amiga dela.

Carla é uma pessoa muito dedicada à família, tem um marido trabalhador e é mãe de duas filhas lindas. Ela é dona de casa dedicada em tempo integral.

Ela passava o dia inteiro cuidando das tarefas de casa e da família. Tinha se descuidado bastante da aparência pessoal, mas ainda era uma mulher muito gostosa.

Ela transava uma ou duas vezes por mês com o marido. Sentia que não era bonita o suficiente e isso a impedia de se entregar 100% pro marido, que era o amor da vida dela.

Apesar de tudo que ela sentia, continuava sendo muito gata. Usava umas calcinhas fio-dental de renda lindas, e a bunda dela era um esplendor, como as nádegas dela se destacavam e se afundavam naquela renda.

O marido dela vivia com tesão nela, passava o dia todo apalpando e agarrando ela sem parar. Mas ela não conseguia dar pro marido amado a foda que ele merecia.

Apesar de todas as dificuldades, ela ainda mantinha contato com a única amiga que tinha sobrado do colégio. Analía mandava mensagem pra ela quase todo dia, e era a única pessoa que a entendia.

Analía era a típica mulher com um corpão de dar inveja, que ainda não tinha sido mãe, com curvas de adolescente. Uns peitos empinados, uma cintura fina e uma raba que fazia qualquer calça jeans ou short ficar estourando.

Um dia, Analía convidou ela pra tomar alguma coisa na casa dela. Justo naquele dia, o marido dela tinha viajado com os amigos e ela ia ficar sozinha, mas Carla não imaginava o que a amiga tinha preparado pra ela.

Carla ficou surpresa com o convite, porque elas só conversavam por mensagem e, por mais que ela quisesse ver a amiga, não conseguia por causa das tarefas de casa e da família, e também porque se sentia feia e não queria que a amiga a visse daquele jeito.

O marido disse pra Carla: "Meu amor, você se dedica 100% pra gente, vai ver sua amiga." Mas ela, como era muito responsável, sentia que não podia deixar Deixou o marido sozinho com tudo.

Por tanta insistência do marido pra ela ir, finalmente se decidiu a visitar a Analía. Mandou uma mensagem pra ela, dizendo que iria na casa dela. Isso foi num sábado, umas 16 horas, depois de ter deixado tudo arrumado em casa.

Começou a escolher a roupa pra sair, mas nada ficava bom nela. Vestiu uma calcinha fio-dental preta que combinava com o sutiã. Ficava linda nela, mas, se olhando no espelho, ela achava que tudo ficava horrível. Era inacreditável ver ela de lingerie, como a bunda dela era enorme e desejável, mas ela não sentia o mesmo.

Finalmente chegou a hora de ir, se despediu dos seus entes queridos com muita tristeza, sentindo culpa, como se não merecesse sair e se divertir um pouco como uma jovem que vive a vida.

Enquanto isso, Analía era o oposto dela: era fogosa, vivia a vida ao máximo, adorava se masturbar o tempo todo e se sentia plena como mulher. Tinha muitos brinquedos sexuais, sua fraqueza era o cu, adorava enfiar coisas lá.

Tinha feito todos os preparativos pro grande encontro com a melhor amiga, tinha bebida e um petisco pra essa reunião, e no pensamento dela queria que a Carla ficasse a noite toda com ela. Teve uma ideia de falar com o marido da amiga pra pedir que ela dormisse na casa dela. Mas pediu pra ele não contar nada pra ela, senão ela não viria.

Finalmente a Carla chega na casa da Analía, ela morava num apartamento em Caballito, dois cômodos bem bonitos.

Voltando ao assunto, ela ouve a campainha e desce rápido pelo elevador, passa pelo corredor do prédio até chegar na porta da entrada.

Estava usando umas calças que marcavam toda a bunda grande que ela tem, os lábios da buceta também apareciam, sob o olhar da Carla pelos vidros da porta de entrada.

Num momento inesperado, sente um formigamento na buceta de excitação, caíram as primeiras gotinhas da buceta da Carla e ela ficou vermelha. Analía, ao observar a situação, ficou surpresa com o que viu, percebeu tudo.

Chega o tão esperado reencontro de duas amigas que não se viam há muito tempo.
Elas se cumprimentam com um abraço forte, e suas tetonas enormes se chocam. A propósito, não contei que Carla estava usando um vestido preto.

Ela estava linda, Lucía, com suas pernas finas e seus atributos enormes bem destacados, parecia muito sexy. A bunda dela era enorme, e o vestido ficava curto demais — Analía percebeu isso. Ela diz: "Você está linda, amiga". Quando Carla vira, Analía dá um tapa na bunda dela, e Carla, nervosa, dá uma risada.

Elas sobem no elevador, e dava pra sentir a tensão no ar. Carla mal podia esperar pra chegar em casa, enquanto Analía curtia cada segundo daquela visão linda.

Finalmente chegam ao segundo andar. A porta do elevador abre e, de repente, os peitos delas se chocam de novo — de propósito, por parte de Analía, que estava adorando tudo aquilo.

Ela entra em casa e diz pra Carla se sentir à vontade.
Carla estava toda molhada e não entendia por quê. Pede pra ir ao banheiro. "Claro, amiga", responde Analía, "vai, não precisa me pedir permissão. Fica à vontade e não me peça permissão de novo. Age como se estivesse na sua casa."

No banheiro, Carla se senta, sufocada, sem entender por que estava tão molhada. Demora muitos minutos pra sair. Até que ouve uma voz: "Vai demorar muito, amiga? Tá tudo bem aí?" A calcinha fio-dental dela estava úmida, e ela não acreditava no que estava acontecendo.

Finalmente, ela sai do banheiro e vai pro sofá. Carla diz: "Já era hora, amiga", e ri.

Antes de tudo isso, Analía, sentada no sofá da sala de jantar, pensa na amiga e começa a se tocar. Ela apalpa o próprio corpo, passa a mão na buceta, nos peitos, até abaixar a legging e enfiar um dedo no cu, sem se importar com nada.

Na sala de jantar, ela tinha preparado uma tábua de frios com uma cerveja bem gelada, do jeito que Carla gostava. Amiga, olha o que eu preparei pra você, tudo que você gosta.

Aí ela responde: amiga, não posso ficar muito tempo, tenho uma família que tá me esperando. Aí a Carla responde: amiga, há um tempinho eu falei com seu marido e ele disse que você podia ficar o dia inteiro, até dormir aqui. E que não fizesse drama, que ele tinha tudo sob controle, que você aproveitasse essa noite de amigas.

Carla responde: por que você fez isso? Analía responde: era necessário, senão você ia embora na hora. Aí ela responde: você sabe que minha família precisa de mim e não posso falhar com eles.

Você precisa de um tempo pra você, é jovem, gostosa, tem uma bunda grande, uns peitos enormes, e tem que aproveitar a vida.

Então chega de pensar tanto e começa a aproveitar esse dia, o que eu preparei pra você.

Elas conversaram muito, comeram e beberam muita cerveja até quase meia-noite, o dia passou rápido, a noite tava só começando. Carla tava mamada, enquanto Analía tava de boa.

Carla não aguentava mais e fala: amiga, não quero mais, tô em pedo. E Analía responde: fica tranquila que você tá comigo, eu vou cuidar de você.

Te proponho uma coisa, diz Analía. O quê, amiga? responde Carla. Quer jogar cartas? Tenho um jogo que a gente vai se cagar de rir. Valeu, fala Carla.

Cada mão que a gente joga, quem perde faz uma prenda, valeu. E nisso, Analía sabia que ia ganhar. E ia chegar no que ela queria. Carla nem imaginava o que a melhor amiga dela tinha em mente.

Desde que viu a Carla lá embaixo, Analía ficou com um tesão danado, tinha tudo planejado pra seduzir ela. Sentia um calor na buceta molhada só de olhar pra ela, a única coisa que queria era comer a melhor amiga dela.

Carla não fazia ideia do que ia rolar naquela noite. Nunca pensaria que a amiga tivesse essas intenções com ela.

Voltando ao assunto, ela decide jogar o jogo sem esperar as consequências.

Na primeira mão, Analía se faz de perdedora, e Carla, bem inocente... decide sua prenda,
Analía, como você perdeu? Tira os sapatos. Ela ao ouvir isso responde: ok, amiga.

Voltando ao jogo, Carla perde a mão seguinte, e é a vez de Analía escolher a prenda. Já que você perdeu, é minha vez de decidir. Carla responde: fala aí, qual vai ser sua prenda? Analía diz: quero que você tire o vestido. Que isso? Carla fala pra Analía:
Sério, quero que você tire o vestido.

Não, amiga, responde pra Analía, e ela diz: você perdeu e tem que obedecer minha prenda, amiga.
Carla responde: tô com vergonha e me sinto feia.
Analía diz: você é linda, Carla, para de encher o saco e tira o vestido. Depois de vários minutos conversando, ela tira o vestido e fica só de calcinha molhada e sutiã.

Carla continua perdendo, tira depois o sutiã, os sapatos, até ficar pelada. Ganhou, fala pra Analía. Não, amiga, ainda não. Falta o relógio, rindo.

Ela faz questão de perder as mãos seguintes, e é a vez de Carla decidir. E o que você vai me pedir?
Primeiro foi a camiseta, depois o tênis, a legging. Analía ri, sabendo que ela tava perdendo de propósito. Voltando ao assunto, o jogo continuava.

Ela tira o sutiã e, por último, a calcinha vermelha que tava usando.

Até que as duas ficam peladas, duas mulheres gostosas, o clima tava tenso, qualquer coisa podia rolar. Carla achava que o jogo tinha acabado. Mas não, o jogo tava só começando... Continua.

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