Acordei descansado… a luz do dia entrava pela janela, o canto dos pássaros, era um dia quente com uma brisa fresca, tudo parecia perfeito… mas eu estava sozinho… cadê a Mili?... de novo o alarme paranoico disparou na minha cabeça sobre o que a Vane podia fazer ou falar….
Aquela maluca podia mudar de humor e planos fácil, se ouviu a gente ontem à noite no banheiro e ficou com ciúmes… podia contar tudo pra Mili… já que era dia e ela podia vazar quando quisesse no carro dela… pulei da cama e já ia sair procurar a Mili…
- Aonde cê vai?... perguntou uma voz atrás de mim.
- Uffa… que susto… ia te procurar… respondi vendo a Mili na porta do banheiro.
Ela sorriu safada e voltou pro banheiro… acho que depois de todas as vezes que eu comi ela naquele clube de todo jeito… ela tava bem satisfeita e acordou de bom humor… eu, mais aliviado, ainda tinha a dúvida de onde a Vane tava… então arranquei a informação do meu jeito.
Cheguei perto do banheiro, a Mili agora tava com uma camiseta transparente, que mal batia na metade da bunda, deixando ver as nádegas gordas dela, a camisola da noite anterior tava destruída num canto… a Mili, orgulhosa do que as curvas dela causavam em mim, me olhava pelo espelho da pia…
- Tamo sozinhos?... perguntei, abraçando ela por trás e sentindo as curvas.
- Hummm… sim… disse ela, satisfeita de me sentir, e completou… o Guille veio buscar a Vane cedo, acho que pra se desculpar, saíram juntos, devem estar tomando café…
Eu comecei a acariciar ela por cima da roupa curta e fina… a Mili tentava se fazer de difícil, de desentendida… mas vendo a cara dela no espelho, sabia que ela tava cedendo… ainda mais quando eu, com a clássica ereção matinal, tentava abrir as nádegas gordas dela…
- Ai… para… não bastou você abusar de mim ontem à noite… reclamou ela de safada, me afastando um pouco.
Pra falar a verdade, ela me deu uma bundada foda. Me fez recuar e me deu uma graça. A Mili estava com o cabelo todo bagunçado, parecia uma vassoura velha... percebendo isso, pegou um elástico e, levantando os braços, foi arrumando o cabelo até formar um coque... enquanto eu me esfregava de tesão olhando pro outro coque dela, o daquela bunda gostosa.
Quando levantei o olhar e vi o sorriso dela enquanto procurava a pasta de dente lá embaixo... percebi que a Mili cometeu o erro de, ao fazer o coque no cabelo, deixar o pescoço dela descoberto, aquele ponto fraco que eu ia aproveitar pra abusar de novo daquele outro coque fofinho.
Abracei ela por trás de novo, empurrando a barriga dela com as minhas mãos pra fazer a bunda dela afundar na minha virilha outra vez... e beijei o pescoço nu dela... aquele ponto fraco que fez a pele dela se arrepiar e ela ficar nervosa... ela largou a escova e a pasta de dente.
— Que terrível você é... — respondeu ela com os olhos semicerrados.
— Vai ser a última antes da gente ir — insisti, porque a gente tinha que partir mais tarde.
— Nããooo... espera um pouquinhooo... — contestou a Mili.
Com certeza queria que eu me segurasse até ela terminar de se arrumar, pra se sentir melhor... mas pra mim aquele era o momento... A Mili tentou não prestar atenção em mim, mesmo com meu pau duro dividindo aqueles glúteos gordos. Ela continuou colocando pasta na escova e depois meteu na boca...
Aquela espuma branca que se formava nos lábios dela me lembrou como na noite anterior meu gozo espirrou na cara dela toda e até entrou na boca dela... não aguentei mais... abaixei meu short, levantei um pouco a blusa dela e meu pau foi fuçar entre aquelas nádegas inchadas...
— Ohhhh... — exclamou surpresa ao me sentir pele com pele.
Naquele instante, a mistura de água e pasta de dente escapou da boca dela e foi parar nos peitos dela, que já apareciam por baixo da blusa fina... mas agora molhados, se mostravam em todo o esplendor, ainda mais com o mamilo dela durinho...
Ela olhou pra aqueles melões enormes com satisfação, tentando resistir àquela excitação febril... Com um dedo, peguei um pouco da pasta que tinha escorrido no peito esquerdo dela e enfiei na boca dela, quase chupando o dedo… numa imagem provocadora de parar o coração… era o fim… não aguentava mais…
- Aiii… ouuu… Mili gemeu quando sentiu meu pau enfiando nela de novo no lugar que ela mais gostava.
Ela largou a pasta de dente e a escova de novo, dessa vez nem tentou pegar, só se agarrou na borda da pia sentindo as entranhas sendo invadidas pela minha ereção matinal… os olhos semicerrados, cara de tesão, ainda escorria um pouco de espuma entre o queixo e os peitos…
- Nããão… já chega… não… Mili insistia, resistindo ao inevitável.
Tentei segurar a escova de novo, como se fosse continuar escovando os dentes… abriu a torneira pra enxaguar a boca, se inclinou pra pegar água e fez isso… mas foi uma jogada ruim pra ela e boa pra mim… nessa inclinada, a bunda dela se abriu toda e eu não perdi a chance de enterrar mais uns centímetros daquela estaca dura, apertando ela mais contra mim com as mãos na cintura…
- Uff… ouuu… uhmmm… gemeu quase se engasgando.
Com essa enfiada bruta, a barriga dela se contraiu, fazendo ela cuspir toda a água que tinha acabado de pegar pra enxaguar… de novo o peito dela ficou molhado, a blusa já parecia daquelas de concurso de camiseta molhada… onde dá pra ver os peitos inteiros…
Não resisti e apertei aqueles peitos deliciosos… Mili me olhava surpresa pelo espelho, ainda respirando com dificuldade… depois virou o rosto, ainda de boca aberta… o corpo dela tinha acordado fazia pouco e aquela avalanche de sensações estava inundando ela e tirando ela do sério…
- Aiii… o que você tá fazendo comigo?… uhmmm… choramingou surpresa, quase sem voz.
Eu tinha Mili presa por todos os lados, igual um polvo: uma mão segurando a barriga dela e puxando ela contra minha virilha que por sua vez apertava a bunda carnuda dela, minha outra mão amassava os peitos dela que inchavam com a respiração ofegante dela… e claro, meu pau empalando docemente o cu apertado dela…
Mili, em vez de tentar fugir, esfregava o corpo no meu nervosamente, produto da excitação dela… tanto que quase me fez perder o equilíbrio porque se apoiava demais em mim… numa manobra rápida, me recomponho, me firmando melhor… mas praticamente levantei ela um pouco… fiquei com ela como uma bandeira hasteada e, em vez de reclamar, ela adorou…
- Ahhh… uhm…
Na minha nova posição, por causa da diferença de altura, até ela mesma se empinou um pouco pra se ajustar, pra evitar que meu pau saísse do cu dela… queria manter cada centímetro preenchendo até a raiz… nessa posição estranha, a bunda dela se abria ainda mais…
Meu pau entalado nas entranhas dela era nosso ponto de apoio, os peitos dela subiam e desciam com a respiração ofegante… no entanto, ela deu um jeito de virar o rosto e me roubar um beijo gostoso e desesperado, mistura de todas as sensações que ela curtia… pelo menos agora o hálito dela era de menta fresca…
Quando não aguentei mais, ela se apoiou de novo na pia, eu abri um pouco as pernas pra não deixar ela empinada naquela posição forçada… ela se rendeu sozinha, já tinha esquecido a escova e a pasta, aquela tarefa ficou pela metade, deixando marcas brancas nos lábios, queixo e peitos…
- Aiii… adoro o que você me faz sentir… uhm… disse com a voz abafada.
Mili, sozinha, foi se inclinando e empinando a bunda gorda, pra eu fustigar numa cavalgada feroz, dessa vez com os cotovelos e braços apoiados na pia e as mãos agarradas na borda, pra aguentar tudo.
Não precisei de mais consentimento pra começar a furar o cu quente dela, que já pulsava ansioso no meu pau… peguei ela pela cintura e comecei a socar contra a pia. Era cedo, tinha descansado bem e tava com toda a energia, com as coisas mais claras em relação à Mili, eu adorava ela.
- Uiii… que delícia… assim… uhm… exclamava satisfeita.
Em Aquela posição meio agachada deixava a bunda dela na minha mercê, pra eu arrebentar ela à vontade… enquanto via os peitos dela pulando… a cada investida via as nádegas dela se amassarem na minha virilha e quicar, eu tava agarrado na cintura fina dela que por uns momentos parecia que ia quebrar…
Coloquei minhas mãos nas laterais da pia pra me apoiar e ganhar impulso, agora as passadas do meu pau nas entranhas dela não eram tão longas, eram mais rápidas e curtas, mas com muito mais impacto…
- Aiii deusss… que forteee… você me parteee… siii… uhmmm… ela gemia louca.
Ela me olhava surpresa, com a boca aberta numa expressão entre assustada e gostosa… eu tava completamente vidrado nas nádegas dela quicando em mim, naquela fricção doce que me dava… mas senti que ela tava me olhando… e foi pior pra ela…
Percebi que a outra bunda dela, a do cabelo, também pulava com a força que eu tava metendo naquele rabão enorme… pensei: "Por que não?"… peguei ela pelo cabelo com uma mão e puxei pra trás, a outra mão apoiei na cintura dela pra evitar que ela saísse daquela posição…
- Ahhh… ouuu… ela reclamou leve pela minha atitude.
Na real, com essa manobra eu tava arqueando as costas dela… ela, submissa, me seguia em tudo que eu fazia, sabia que também ia se beneficiar, que ia sentir mais prazer… com as mãos ainda firmes na pia, os peitos pulando, ela lacrimejava de tesão…
Naquela posição, eu tava montando ela no sentido mais completo da palavra… ela de novo se contorcia de prazer… parecia que tava esperando eu gozar pra se deixar levar… mas o corpo dela não aguentou e, em espasmos violentos mas gostosos, terminou a doce agonia num orgasmo violento…
- Uhmmm… uffff… uhmmm… ela bufou finalmente satisfeita.
- Não, amorrr espera… reclamei sentindo que tava perto de gozar.
- Sim… sim… Vem… ela disse.
Claro que aquele rabão inchado e o esfínter guloso dela tavam sensíveis depois daquele orgasmo brutal… percebi isso e soltei. um pouco as rédeas, dando certa liberdade…
- O que você tá fazendo?... exclamei ao vê-la agir de forma incomum.
Ela se soltou de mim rapidamente, ainda a via agitada… mas imediatamente se ajoelhou na minha frente… ao ver que eu não reagia ou não entrava na dela… inacreditavelmente… começou a me punhetar e chupar meu pau… terminando o serviço que a bunda deliciosa dela quase finalizou…
- Ai, merda… vou gozar… avisei.
Mas ela não ligou, meu pau explodiu na garganta dela, quando começou a se engasgar, afastei ela um pouco… mas sem parar de punhetar pra ela cuspir tudo… não tava nem aí se sujasse o rosto, dessa vez espalhou mais que no dia anterior por toda a cara dela…
- Ohhh… ufff… ufff… você é louca… ufff… exclamei satisfeito.
De novo, em agradecimento pelo orgasmo foda que eu dei nela… começou a limpar meu pau, espremendo até a última gota de porra em mim… depois se afastou sorrindo, ainda com gozo escorrendo pelo rosto… pegou um pouco do queixo e meteu na boca com o dedo…
Isso me fez soltar mais uma gota que ela limpou com a língua… antes tinha engolido meu leite, acho que dessa vez quis provar… naquele momento de prazer e loucura, soltamos as rédeas pra curtir sem frescura nem limites… ela tava me enlouquecendo…
Acho que no dia anterior, ao notar como a porra na boca dela me excitava pra caralho, a Mili quis repetir aquilo… se eu fazia de tudo pra satisfazer ela no cu, por que ela não podia me agradar desse jeito…
Tinha uma reciprocidade nisso… eu fazia o esforço físico, subjugando ela pra dar prazer, e ela me causava um impacto visual com as curvas, a entrega e agora com os boquetes e engolindo porra…
Também acho que tinha uma competição por causa da Vane… a Mili queria se mostrar mais ousada e safada comigo no sexo, coisa que com certeza a branquela sem graça da Vane não teria… então a Mili decidiu se soltar de vez pra me dar a melhor experiência possível e não Olha pros outros lados…
Por outro lado, depois ela me disse que se arriscou naquilo porque tinha medo de que eu me cansasse dela, que o corpo dela parasse de me excitar… já que em algumas vezes no clube eu fiz ela gozar 2 vezes (no rio e na festa) e ela só me fez gozar uma vez… então ela pensou que talvez eu estivesse ficando imune aos encantos dela… que precisava encontrar outras formas de me fazer gozar com ela…
Bom, não podia dizer pra ela que aquelas vezes que demorei mais foi porque eu tava com a cabeça em outro lugar por causa da Vane… no fim, graças a ela consegui mais satisfação com a Mili… acho que em parte eu devia agradecer porque a presença da Vane ajudou a melhorar meus encontros sexuais com a Mili…
Voltando ao relato, eu e a Mili tínhamos ficado extasiados no banheiro, recuperando o fôlego, os dois sem parar de se olhar e sorrir satisfeitos… eu tava feliz, encontrar uma mulher que faz de tudo pra te agradar é foda… a gente tava tão abstraído, perdido nos olhares e sorrisos, que nada mais importava… mas…
- Aii… vocês são… são uns porcos… aff… exclamou a Vane com cara de nojo.
A gente nem percebeu que a Vane bateu na porta do quarto, nem os passos dela indo pro banheiro… a imagem que ela encontrou foi: eu ainda de pé, exausto, encostado na parede com meu pau ainda duro e a Mili ajoelhada na minha frente com todo meu líquido escorrendo pelo rosto dela, principalmente na boca e nos lábios, e também nos peitos dela…
- Não liga pra essa reprimida, amor… falou a Mili baixinho, e completou: ela tá com inveja porque só consegue gozar assim nos sonhos molhados dela…
- Kkkk… sério?… ri nervoso, lembrando e me fazendo de desentendido sobre o que rolou ontem.
- Na real, acho que… ela ficou se masturbando ontem… o quarto dela tava com um cheiro terrível… falou a Mili.
- Ah sim… com certeza… completei, seguindo o papo da Mili e aliviado por ela pensar assim.
Não quis me aprofundar mais no que aconteceu. Ontem à noite, não tava a fim... só deixei claro pra Mili que pouco importava o que a maluca da Vane pensava (afinal, cada um curte sua sexualidade como quiser)... fechamos a porta, só por precaução, caso o intrometido do Guille aparecesse... depois rimos da situação... A Vane parecia destinada a nos pegar nos momentos mais íntimos, só pra aumentar a inveja dela...
Ouvimos lá fora a voz curiosa do Guille perguntando o que tinha acontecido... mas percebemos que eles se afastaram da cabana pra nos dar nosso espaço. Depois ficamos sabendo que tinham ido nos procurar preocupados porque a gente não apareceu no restaurante pra tomar café... Além disso, tínhamos que sair das cabanas ao meio-dia, precisávamos arrumar nossas coisas pra voltar pra cidade.
Eu e a Mili nos arrumamos rapidinho e fomos pro restaurante devorar o café... ninguém tirava a cara de felicidade da gente. Também ninguém tirava a expressão estranha da Vane, uma mistura de irritação e nojo... com certeza ela lembrava do que tinha visto... no fundo foi bom, porque por causa dessa repulsa que sentia por nós, ela tinha grudado mais no Guille e isso a inibiu de me mandar indiretas...
O problema é que a Vane, no começo, também sentiu nojo de nos ver trepando feito cachorros na casa do Guille e no escritório do professor, mas depois deu vontade nela de fazer o mesmo comigo, até me chantageou... agora, segundo ela, eu tava devendo algo pra ela... só esperava que não fosse aquilo... a essa altura, torcia pra que, com o choque que causamos nela, ela tivesse esquecido disso...
Colocamos nossas coisas no carro da Vane, agora o problema é quem ia dirigir... A Vane, dizendo que tava muito cansada, não queria dirigir, foi uma indireta que ela me mandou, sorrindo, por causa da minha visita inesperada do dia anterior... por sorte, a Mili entendeu como se a gente não tivesse deixado ela dormir, e, bom, a Mili também não tinha carteira de motorista.
O Guille era o mais descansado, queria continuar se aproximando da Vane, se ela não dirigisse, era óbvio que iria no banco de trás, e ele... iria com ela… entendendo isso, me ofereci pra dirigir… só esperava que meus reflexos não fossem cobrados pelo pouco que dormi, tudo que bebi e o muito que comi aqueles dias…
Com as coisas no carro e o motorista definido, almoçamos no clube como despedida e confraternização… esperava que depois disso, não ficássemos tanto tempo juntos de novo, principalmente por causa da Vane, que com suas loucuras e enroscos desestabilizava o grupo…
Peguei a estrada de volta, com a Mili sorridente no banho do carona. Em poucos minutos, por causa do calor e da comida, meus colegas caíram no sono. Pouco depois percebi que o retrovisor na minha frente não estava ajustado pra mim, ia mexer.
Foi quando notei o olhar safado da Vane, que tinha acordado e me encarava quase me despindo… não quis me distrair olhando pra ela… mas senti o olhar dela insistindo… quando virei de novo, notei que ela mostrava 2 dedos, em forma de V… depois fez uma careta como se desse um beijo entre eles…
Entendendo os sinais dela, tinham sido 2 vezes que a gente ficou junto no clube, melhor dizendo, enganchados sexualmente nas cabanas… bom, pra mim aquilo tinha ficado pra trás… mas a Vane insistia em me distrair… de novo, quando olhei pelo retrovisor, ela fez os gestos que eu temia…
— Você me deve uma… disse baixinho, depois fez um punho e moveu a mão como quem chupa um sorvete, com a boca aberta e língua pra fora, num gesto de boquete.
Parecia que, no fim das contas, a Vane, apesar do que disse enquanto dançávamos, não ia deixar as coisas resolvidas no clube e que, de novo, apesar de todo o nojo que mostrou… ela ficou com vontade do que viu…
A Vane queria prolongar minha agonia na cidade… eu suspeitava que aquilo não ia acabar bem pra ninguém…
Continua…
Aquela maluca podia mudar de humor e planos fácil, se ouviu a gente ontem à noite no banheiro e ficou com ciúmes… podia contar tudo pra Mili… já que era dia e ela podia vazar quando quisesse no carro dela… pulei da cama e já ia sair procurar a Mili…
- Aonde cê vai?... perguntou uma voz atrás de mim.
- Uffa… que susto… ia te procurar… respondi vendo a Mili na porta do banheiro.
Ela sorriu safada e voltou pro banheiro… acho que depois de todas as vezes que eu comi ela naquele clube de todo jeito… ela tava bem satisfeita e acordou de bom humor… eu, mais aliviado, ainda tinha a dúvida de onde a Vane tava… então arranquei a informação do meu jeito.
Cheguei perto do banheiro, a Mili agora tava com uma camiseta transparente, que mal batia na metade da bunda, deixando ver as nádegas gordas dela, a camisola da noite anterior tava destruída num canto… a Mili, orgulhosa do que as curvas dela causavam em mim, me olhava pelo espelho da pia…
- Tamo sozinhos?... perguntei, abraçando ela por trás e sentindo as curvas.
- Hummm… sim… disse ela, satisfeita de me sentir, e completou… o Guille veio buscar a Vane cedo, acho que pra se desculpar, saíram juntos, devem estar tomando café…
Eu comecei a acariciar ela por cima da roupa curta e fina… a Mili tentava se fazer de difícil, de desentendida… mas vendo a cara dela no espelho, sabia que ela tava cedendo… ainda mais quando eu, com a clássica ereção matinal, tentava abrir as nádegas gordas dela…
- Ai… para… não bastou você abusar de mim ontem à noite… reclamou ela de safada, me afastando um pouco.
Pra falar a verdade, ela me deu uma bundada foda. Me fez recuar e me deu uma graça. A Mili estava com o cabelo todo bagunçado, parecia uma vassoura velha... percebendo isso, pegou um elástico e, levantando os braços, foi arrumando o cabelo até formar um coque... enquanto eu me esfregava de tesão olhando pro outro coque dela, o daquela bunda gostosa.
Quando levantei o olhar e vi o sorriso dela enquanto procurava a pasta de dente lá embaixo... percebi que a Mili cometeu o erro de, ao fazer o coque no cabelo, deixar o pescoço dela descoberto, aquele ponto fraco que eu ia aproveitar pra abusar de novo daquele outro coque fofinho.
Abracei ela por trás de novo, empurrando a barriga dela com as minhas mãos pra fazer a bunda dela afundar na minha virilha outra vez... e beijei o pescoço nu dela... aquele ponto fraco que fez a pele dela se arrepiar e ela ficar nervosa... ela largou a escova e a pasta de dente.
— Que terrível você é... — respondeu ela com os olhos semicerrados.
— Vai ser a última antes da gente ir — insisti, porque a gente tinha que partir mais tarde.
— Nããooo... espera um pouquinhooo... — contestou a Mili.
Com certeza queria que eu me segurasse até ela terminar de se arrumar, pra se sentir melhor... mas pra mim aquele era o momento... A Mili tentou não prestar atenção em mim, mesmo com meu pau duro dividindo aqueles glúteos gordos. Ela continuou colocando pasta na escova e depois meteu na boca...
Aquela espuma branca que se formava nos lábios dela me lembrou como na noite anterior meu gozo espirrou na cara dela toda e até entrou na boca dela... não aguentei mais... abaixei meu short, levantei um pouco a blusa dela e meu pau foi fuçar entre aquelas nádegas inchadas...
— Ohhhh... — exclamou surpresa ao me sentir pele com pele.
Naquele instante, a mistura de água e pasta de dente escapou da boca dela e foi parar nos peitos dela, que já apareciam por baixo da blusa fina... mas agora molhados, se mostravam em todo o esplendor, ainda mais com o mamilo dela durinho...
Ela olhou pra aqueles melões enormes com satisfação, tentando resistir àquela excitação febril... Com um dedo, peguei um pouco da pasta que tinha escorrido no peito esquerdo dela e enfiei na boca dela, quase chupando o dedo… numa imagem provocadora de parar o coração… era o fim… não aguentava mais…
- Aiii… ouuu… Mili gemeu quando sentiu meu pau enfiando nela de novo no lugar que ela mais gostava.
Ela largou a pasta de dente e a escova de novo, dessa vez nem tentou pegar, só se agarrou na borda da pia sentindo as entranhas sendo invadidas pela minha ereção matinal… os olhos semicerrados, cara de tesão, ainda escorria um pouco de espuma entre o queixo e os peitos…
- Nããão… já chega… não… Mili insistia, resistindo ao inevitável.
Tentei segurar a escova de novo, como se fosse continuar escovando os dentes… abriu a torneira pra enxaguar a boca, se inclinou pra pegar água e fez isso… mas foi uma jogada ruim pra ela e boa pra mim… nessa inclinada, a bunda dela se abriu toda e eu não perdi a chance de enterrar mais uns centímetros daquela estaca dura, apertando ela mais contra mim com as mãos na cintura…
- Uff… ouuu… uhmmm… gemeu quase se engasgando.
Com essa enfiada bruta, a barriga dela se contraiu, fazendo ela cuspir toda a água que tinha acabado de pegar pra enxaguar… de novo o peito dela ficou molhado, a blusa já parecia daquelas de concurso de camiseta molhada… onde dá pra ver os peitos inteiros…
Não resisti e apertei aqueles peitos deliciosos… Mili me olhava surpresa pelo espelho, ainda respirando com dificuldade… depois virou o rosto, ainda de boca aberta… o corpo dela tinha acordado fazia pouco e aquela avalanche de sensações estava inundando ela e tirando ela do sério…
- Aiii… o que você tá fazendo comigo?… uhmmm… choramingou surpresa, quase sem voz.
Eu tinha Mili presa por todos os lados, igual um polvo: uma mão segurando a barriga dela e puxando ela contra minha virilha que por sua vez apertava a bunda carnuda dela, minha outra mão amassava os peitos dela que inchavam com a respiração ofegante dela… e claro, meu pau empalando docemente o cu apertado dela…
Mili, em vez de tentar fugir, esfregava o corpo no meu nervosamente, produto da excitação dela… tanto que quase me fez perder o equilíbrio porque se apoiava demais em mim… numa manobra rápida, me recomponho, me firmando melhor… mas praticamente levantei ela um pouco… fiquei com ela como uma bandeira hasteada e, em vez de reclamar, ela adorou…
- Ahhh… uhm…
Na minha nova posição, por causa da diferença de altura, até ela mesma se empinou um pouco pra se ajustar, pra evitar que meu pau saísse do cu dela… queria manter cada centímetro preenchendo até a raiz… nessa posição estranha, a bunda dela se abria ainda mais…
Meu pau entalado nas entranhas dela era nosso ponto de apoio, os peitos dela subiam e desciam com a respiração ofegante… no entanto, ela deu um jeito de virar o rosto e me roubar um beijo gostoso e desesperado, mistura de todas as sensações que ela curtia… pelo menos agora o hálito dela era de menta fresca…
Quando não aguentei mais, ela se apoiou de novo na pia, eu abri um pouco as pernas pra não deixar ela empinada naquela posição forçada… ela se rendeu sozinha, já tinha esquecido a escova e a pasta, aquela tarefa ficou pela metade, deixando marcas brancas nos lábios, queixo e peitos…
- Aiii… adoro o que você me faz sentir… uhm… disse com a voz abafada.
Mili, sozinha, foi se inclinando e empinando a bunda gorda, pra eu fustigar numa cavalgada feroz, dessa vez com os cotovelos e braços apoiados na pia e as mãos agarradas na borda, pra aguentar tudo.
Não precisei de mais consentimento pra começar a furar o cu quente dela, que já pulsava ansioso no meu pau… peguei ela pela cintura e comecei a socar contra a pia. Era cedo, tinha descansado bem e tava com toda a energia, com as coisas mais claras em relação à Mili, eu adorava ela.
- Uiii… que delícia… assim… uhm… exclamava satisfeita.
Em Aquela posição meio agachada deixava a bunda dela na minha mercê, pra eu arrebentar ela à vontade… enquanto via os peitos dela pulando… a cada investida via as nádegas dela se amassarem na minha virilha e quicar, eu tava agarrado na cintura fina dela que por uns momentos parecia que ia quebrar…
Coloquei minhas mãos nas laterais da pia pra me apoiar e ganhar impulso, agora as passadas do meu pau nas entranhas dela não eram tão longas, eram mais rápidas e curtas, mas com muito mais impacto…
- Aiii deusss… que forteee… você me parteee… siii… uhmmm… ela gemia louca.
Ela me olhava surpresa, com a boca aberta numa expressão entre assustada e gostosa… eu tava completamente vidrado nas nádegas dela quicando em mim, naquela fricção doce que me dava… mas senti que ela tava me olhando… e foi pior pra ela…
Percebi que a outra bunda dela, a do cabelo, também pulava com a força que eu tava metendo naquele rabão enorme… pensei: "Por que não?"… peguei ela pelo cabelo com uma mão e puxei pra trás, a outra mão apoiei na cintura dela pra evitar que ela saísse daquela posição…
- Ahhh… ouuu… ela reclamou leve pela minha atitude.
Na real, com essa manobra eu tava arqueando as costas dela… ela, submissa, me seguia em tudo que eu fazia, sabia que também ia se beneficiar, que ia sentir mais prazer… com as mãos ainda firmes na pia, os peitos pulando, ela lacrimejava de tesão…
Naquela posição, eu tava montando ela no sentido mais completo da palavra… ela de novo se contorcia de prazer… parecia que tava esperando eu gozar pra se deixar levar… mas o corpo dela não aguentou e, em espasmos violentos mas gostosos, terminou a doce agonia num orgasmo violento…
- Uhmmm… uffff… uhmmm… ela bufou finalmente satisfeita.
- Não, amorrr espera… reclamei sentindo que tava perto de gozar.
- Sim… sim… Vem… ela disse.
Claro que aquele rabão inchado e o esfínter guloso dela tavam sensíveis depois daquele orgasmo brutal… percebi isso e soltei. um pouco as rédeas, dando certa liberdade…
- O que você tá fazendo?... exclamei ao vê-la agir de forma incomum.
Ela se soltou de mim rapidamente, ainda a via agitada… mas imediatamente se ajoelhou na minha frente… ao ver que eu não reagia ou não entrava na dela… inacreditavelmente… começou a me punhetar e chupar meu pau… terminando o serviço que a bunda deliciosa dela quase finalizou…
- Ai, merda… vou gozar… avisei.
Mas ela não ligou, meu pau explodiu na garganta dela, quando começou a se engasgar, afastei ela um pouco… mas sem parar de punhetar pra ela cuspir tudo… não tava nem aí se sujasse o rosto, dessa vez espalhou mais que no dia anterior por toda a cara dela…
- Ohhh… ufff… ufff… você é louca… ufff… exclamei satisfeito.
De novo, em agradecimento pelo orgasmo foda que eu dei nela… começou a limpar meu pau, espremendo até a última gota de porra em mim… depois se afastou sorrindo, ainda com gozo escorrendo pelo rosto… pegou um pouco do queixo e meteu na boca com o dedo…
Isso me fez soltar mais uma gota que ela limpou com a língua… antes tinha engolido meu leite, acho que dessa vez quis provar… naquele momento de prazer e loucura, soltamos as rédeas pra curtir sem frescura nem limites… ela tava me enlouquecendo…
Acho que no dia anterior, ao notar como a porra na boca dela me excitava pra caralho, a Mili quis repetir aquilo… se eu fazia de tudo pra satisfazer ela no cu, por que ela não podia me agradar desse jeito…
Tinha uma reciprocidade nisso… eu fazia o esforço físico, subjugando ela pra dar prazer, e ela me causava um impacto visual com as curvas, a entrega e agora com os boquetes e engolindo porra…
Também acho que tinha uma competição por causa da Vane… a Mili queria se mostrar mais ousada e safada comigo no sexo, coisa que com certeza a branquela sem graça da Vane não teria… então a Mili decidiu se soltar de vez pra me dar a melhor experiência possível e não Olha pros outros lados…
Por outro lado, depois ela me disse que se arriscou naquilo porque tinha medo de que eu me cansasse dela, que o corpo dela parasse de me excitar… já que em algumas vezes no clube eu fiz ela gozar 2 vezes (no rio e na festa) e ela só me fez gozar uma vez… então ela pensou que talvez eu estivesse ficando imune aos encantos dela… que precisava encontrar outras formas de me fazer gozar com ela…
Bom, não podia dizer pra ela que aquelas vezes que demorei mais foi porque eu tava com a cabeça em outro lugar por causa da Vane… no fim, graças a ela consegui mais satisfação com a Mili… acho que em parte eu devia agradecer porque a presença da Vane ajudou a melhorar meus encontros sexuais com a Mili…
Voltando ao relato, eu e a Mili tínhamos ficado extasiados no banheiro, recuperando o fôlego, os dois sem parar de se olhar e sorrir satisfeitos… eu tava feliz, encontrar uma mulher que faz de tudo pra te agradar é foda… a gente tava tão abstraído, perdido nos olhares e sorrisos, que nada mais importava… mas…
- Aii… vocês são… são uns porcos… aff… exclamou a Vane com cara de nojo.
A gente nem percebeu que a Vane bateu na porta do quarto, nem os passos dela indo pro banheiro… a imagem que ela encontrou foi: eu ainda de pé, exausto, encostado na parede com meu pau ainda duro e a Mili ajoelhada na minha frente com todo meu líquido escorrendo pelo rosto dela, principalmente na boca e nos lábios, e também nos peitos dela…
- Não liga pra essa reprimida, amor… falou a Mili baixinho, e completou: ela tá com inveja porque só consegue gozar assim nos sonhos molhados dela…
- Kkkk… sério?… ri nervoso, lembrando e me fazendo de desentendido sobre o que rolou ontem.
- Na real, acho que… ela ficou se masturbando ontem… o quarto dela tava com um cheiro terrível… falou a Mili.
- Ah sim… com certeza… completei, seguindo o papo da Mili e aliviado por ela pensar assim.
Não quis me aprofundar mais no que aconteceu. Ontem à noite, não tava a fim... só deixei claro pra Mili que pouco importava o que a maluca da Vane pensava (afinal, cada um curte sua sexualidade como quiser)... fechamos a porta, só por precaução, caso o intrometido do Guille aparecesse... depois rimos da situação... A Vane parecia destinada a nos pegar nos momentos mais íntimos, só pra aumentar a inveja dela...
Ouvimos lá fora a voz curiosa do Guille perguntando o que tinha acontecido... mas percebemos que eles se afastaram da cabana pra nos dar nosso espaço. Depois ficamos sabendo que tinham ido nos procurar preocupados porque a gente não apareceu no restaurante pra tomar café... Além disso, tínhamos que sair das cabanas ao meio-dia, precisávamos arrumar nossas coisas pra voltar pra cidade.
Eu e a Mili nos arrumamos rapidinho e fomos pro restaurante devorar o café... ninguém tirava a cara de felicidade da gente. Também ninguém tirava a expressão estranha da Vane, uma mistura de irritação e nojo... com certeza ela lembrava do que tinha visto... no fundo foi bom, porque por causa dessa repulsa que sentia por nós, ela tinha grudado mais no Guille e isso a inibiu de me mandar indiretas...
O problema é que a Vane, no começo, também sentiu nojo de nos ver trepando feito cachorros na casa do Guille e no escritório do professor, mas depois deu vontade nela de fazer o mesmo comigo, até me chantageou... agora, segundo ela, eu tava devendo algo pra ela... só esperava que não fosse aquilo... a essa altura, torcia pra que, com o choque que causamos nela, ela tivesse esquecido disso...
Colocamos nossas coisas no carro da Vane, agora o problema é quem ia dirigir... A Vane, dizendo que tava muito cansada, não queria dirigir, foi uma indireta que ela me mandou, sorrindo, por causa da minha visita inesperada do dia anterior... por sorte, a Mili entendeu como se a gente não tivesse deixado ela dormir, e, bom, a Mili também não tinha carteira de motorista.
O Guille era o mais descansado, queria continuar se aproximando da Vane, se ela não dirigisse, era óbvio que iria no banco de trás, e ele... iria com ela… entendendo isso, me ofereci pra dirigir… só esperava que meus reflexos não fossem cobrados pelo pouco que dormi, tudo que bebi e o muito que comi aqueles dias…
Com as coisas no carro e o motorista definido, almoçamos no clube como despedida e confraternização… esperava que depois disso, não ficássemos tanto tempo juntos de novo, principalmente por causa da Vane, que com suas loucuras e enroscos desestabilizava o grupo…
Peguei a estrada de volta, com a Mili sorridente no banho do carona. Em poucos minutos, por causa do calor e da comida, meus colegas caíram no sono. Pouco depois percebi que o retrovisor na minha frente não estava ajustado pra mim, ia mexer.
Foi quando notei o olhar safado da Vane, que tinha acordado e me encarava quase me despindo… não quis me distrair olhando pra ela… mas senti o olhar dela insistindo… quando virei de novo, notei que ela mostrava 2 dedos, em forma de V… depois fez uma careta como se desse um beijo entre eles…
Entendendo os sinais dela, tinham sido 2 vezes que a gente ficou junto no clube, melhor dizendo, enganchados sexualmente nas cabanas… bom, pra mim aquilo tinha ficado pra trás… mas a Vane insistia em me distrair… de novo, quando olhei pelo retrovisor, ela fez os gestos que eu temia…
— Você me deve uma… disse baixinho, depois fez um punho e moveu a mão como quem chupa um sorvete, com a boca aberta e língua pra fora, num gesto de boquete.
Parecia que, no fim das contas, a Vane, apesar do que disse enquanto dançávamos, não ia deixar as coisas resolvidas no clube e que, de novo, apesar de todo o nojo que mostrou… ela ficou com vontade do que viu…
A Vane queria prolongar minha agonia na cidade… eu suspeitava que aquilo não ia acabar bem pra ninguém…
Continua…
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