Na minha juventude, viajei muito pelo país, muitas vezes sozinho. Mas dessa vez viajei com meu amigo e o primo dele, Hiron. Um cara já chegando nos 35 anos; muitos anos de vida na rua o transformaram num personagem bem singular, e se a gente somar isso ao físico e à aparência dele, tá tudo dito. Pra descrever ele, é só pensar num urso completamente depilado, uma mole gigante, desengonçado, com pelos meio claros, crespos e bagunçados, barba áspera, mãos enormes e braços muito fortes, bem trabalhados. Não dava pra dizer o mesmo da barriga dele: um barril grotesco, mas duro, o corpo todo parecia firme. A personalidade desse baita sujeito era de um carisma extremamente pegajoso, quase insuportável, e a confiança exagerada dele o tornava uma pessoa não muito agradável pra passar uns dias viajando. Enfim, foi o que deu naquela vez.
Sem mais delongas e indo direto ao que interessa: numa cidadezinha pequena e sem saída, paramos num hostel. Por azar, não tinha quartos individuais, só um de casal e um duplo. Gerônimo (meu amigo) ficou com o de casal; a gente sabia que ele ia dar um jeito de arranjar alguma fresta, ele era um ímã pra mulheres.
Depois de comer e descansar, fomos pra um antro caçar umas presas frescas da cidade. Gerônimo fez a parte dele: pegou uma loira magrinha, cabelo curto, peitos firmes, e foi direto pro quarto. A minha parte foi catastrófica: uma latinha de Red Bull na mão e pra cama. Mas pra minha surpresa, quando eu já tava pegando no primeiro sono, ouço a porta do quarto. Entra Hiron com uma acompanhante pequenininha, devia ter uns 18 anos, muito magra, sem peitos, mas parecia super profissional no assunto. A roupa dela sumiu num piscar de olhos, os dois se jogaram na cama do lado e se cobriram inteiros com os lençóis, eu não conseguia ver nada. Já no auge, a cama mal aguentava os movimentos do urso depilado, eu não entendia em que posição eles estavam, só dava pra ouvir os beijos e as lambidas que trocavam. Decidi deixar a magia rolar e tentar... voltar a dormir. Mas o que a pequena Chapeuzinho disse não me deixou.Não!!!-exclamei-é uma piada?- já não era mais um sussurro -Isso é o teu pau? Não, não, não.-Vai fundo—disse Hiron—Não tem problema, uma vez que você se acostuma, depois vai querer mais.—tentando abaixar a voz—
os beijos voltaram a ser ouvidos, a cama se mexia mais. minha atenção estava cem por cento neles. A jovem não conseguia falar baixo, estava numa negação pouco convincente, os "não" tinham tom de "por favor, sim". O prazer daquela garota eu nunca esqueci. Em gritos controlados, parecia que ela recebia algo de proporções imensas, seu choro se fez ouvir, mas não era um estupro, era uma penetração profunda e ela gozava de uma dor tão prazerosa que me fez gozar sem me tocar, meu sêmen simplesmente jorrou do meu pau, que sem eu perceber estava duro como pedra debaixo do cobertor que me cobria. Num transe de culpa e pontadas no estômago, ouvi quando eles terminaram juntos. A inveja e a curiosidade me invadiram.
Depois de dez anos dessa experiência, nunca mais vi Hiron. Segundo meu amigo, ele tinha ido morar no Brasil. Já casado e com filhos, minha vida era normal. No nosso casamento, estávamos na fase de nos redescobrir, nossos filhos já estavam grandinhos e tinham idade pra visitar amiguinhos e nos dar a privacidade amorosa que tinha se perdido. Fogosos como coelhos, a gente trepava em cada canto assim que ficávamos sozinhos. Laura era muito sensual. O olhar, o jeito de andar, o cheiro atraíam os olhares dos homens. Um metro e cinquenta de pura sensualidade, peitos do tamanho da palma da mão, bunda redonda e nem preciso falar daqueles lábios. Aqueles lábios que, pra quem entende, você sabe que ela chupa bem.
Pra transar com ela não precisava de estímulo, ela sabia tocar, era um manjar.
Numa dessas noites de verão, as crianças tinham organizado um acampamento de três dias, a casa era nossa. Na sexta de manhã, fui comprar um brinquedinho sexual, pra continuar despertando os ratos. Cheguei em casa, fizemos a rotina e a noite chegou. Os olhares e as carícias não demoraram, as mãos dela sabiam como deixar meu pau duro, a boca devorava o sorvete de carne num ritmo frenético. Num instante de luxúria, tirei de entre as... travesseiros, um consolo de proporções muito boas. Ela viu e a cara dela mudou. Não tava mais exalando feromônios sexuais, era mais um olhar de caçadora, de desafio, de mãe. Meu pau entendeu e baixou na hora.Você não gosta de mim?— falei, embora já soubesse —O que você acha que vai fazer com isso?- Me recrimino, a tensão tomou conta do quarto. A festa tinha acabado, minha surpresa foi rejeitada. Dormimos com uma boa frustração naquela noite, mas no dia seguinte já tínhamos superado. Saímos para caminhar, mate no meio, a conversa ficou putaria, e ela confessou que nunca tinha sido penetrada por um pau maior que o meu. E entre nós, meu pau não era pequeno, mas também não dava pra colocar na prateleira dos grandes. Isso me surpreendeu, meu ego cresceu, e consegui entender o motivo da raiva dela. O brinquedo era grande demais.
Se a vida gosta de fazer as coisas de um jeito estranho, o que aconteceu depois foi o mais estranho de tudo: terminamos aquela conversa quando ouço alguém me chamando de longe.Ei!- se ouviu-Ei. Você lembra de mim?como esquecer. era o Hiron, um pouco mais velho mas a aparência não tinha mudado nada. me abraçou, seguido de uma autoapresentação pra minha esposa que também abraçou, um pouco mais de tempo do que um abraço normal. na sequência, se convidou sozinho pra ir em casa, continuar com o mate e botar o papo em dia. não consegui controlar muito a situação. me pegou de surpresa e meu medo de falar nãoNão.Ele voltou. Então, a gente tava voltando pra casa. Hiron, minha esposa, e aquela sensação de estômago embrulhado.
A tarde passou de estranha pra um episódio da dimensão desconhecida. As histórias das viagens do Hiron não paravam e, pra minha surpresa, a Laura tava caidinha nos encantos dele, escutava com interesse e dava aquela risadinha de adolescente idiota. Ela não era assim, gente como esse cara ela chamava de insuportável.
A sala foi ficando meio escura, a tarde caía e mesmo com as persianas ainda levantadas, tava difícil de enxergar, mas não era motivo pra parar de escutar esse sujeito. Levantei do sofá pra fechar as cortinas e acender a luz, e esse foi o pretexto perfeito pro urso carismático trocar de lugar rapidinho. Sem vergonha nenhuma, sentou do lado da minha esposa, entre frases sem graça e risadinhas enfeitadas, eu consegui ver da janela a LAURA. Aquela Laura encantada por comentários batidos que transformavam um conto pra viajantes aventureiros, mas no fundo dos olhos dela dava pra ver uma mulher bolando planos de mulher. Bem quando eu tava focado nesse detalhe, vejo o Hiron, bem sutil, passar a mãozona dele no joelho da minha esposa. Mesmo eu tendo visto em câmera lenta, o susto foi o mesmo. Soltei uma tossida rouca pra me fazer notado e soltei o comentário que qualquer um faria com visita indesejada.Laura já é tarde, né? Tem que fazer a janta e tal...— Meu comentário foi como um som agudo estragando uma doce melodia. A mão se retirou. As caras mudaram, as posturas mais eretas e um suspiro modificou a cena.Beleza, e o que a gente come?- Disse Hiron, Com um sorriso cúmplice Laura respondeu -não sei- Levanto um ombro e pude ver com toda a força do meu ciúme como ela levantava uma sobrancelha. Com esse gesto bastava pra cair no abismo da loucura.
Não sei o que jantamos, só sentia náusea e pó dos meus dentes trincados. Chegou a hora de parar com isso, era hora de ir dormir. Como de costume, íamos juntinhos pra cama, mas meus pesadelos se tornaram realidade: minha esposa pergunta pra visita insuportável onde ela ia passar a noite. Nem lento nem preguiçoso, Hiron responde —Aqui, é claro.Com uma risadinha boba, Laura me olha, intuindo que meu estado era puro ciúme, e responde sem hesitar:Sim, o quarto dos meninos tá livre, fica do lado do nosso quarto.O calvário queimava dentro de mim. Com muito controle e sono, mostro o quarto pro Hiron, enquanto falava que tinha TV e tal. Caminhava em direção à minha cama, mas pra minha surpresa, minha esposa tão amada (até aquele momento) me diz —vou daqui a pouco, não tô com sono— Só pra não ficar mal e me fazer de superior, dei um beijo na testa dela e desejei boa noite pros dois.
Já na cama, coberto até o pescoço, de barriga pra cima olhando o teto. Eu ouvia a Laura rindo baixinho, minha imaginação dizia que ela tinha uma mão pesada na perna tonificada dela, graças às aulas de zumba de segunda, quarta e sexta que eu pagava. O que tava rolando, o que eles tavam fazendo? Como é que eu fui parar nessa situação? Será que eu era um corno consciente? Lutei com todas as forças pra não dormir, tinha que ficar acordado tentando decifrar as palavras que eles sussurravam, mas o cansaço venceu e me fez piscar os olhos. Não sei quanto tempo passou, mas quando abri os olhos, a Laura tava dormindo do meu lado, de costas, com um ombro descoberto. Eu cheirei ela. Cheirei igual um cachorro fareja a sua mulher. Minha primeira reação foi procurar cheiro de outra pessoa, só pra confirmar que minha idiotice era real, mas só sentia o doce aroma dela. Minha desesperação só piorou, não parei por aí, levantei o lençol devagar e meu nariz sugou até a última partícula pra distinguir qualquer cheiro estranho. E pra minha má sorte, a Laura acordou, me olhou e a expressão dela dizia tudo. Ela entendeu o que o marido maníaco tava fazendo debaixo dos lençóis, e a raiva feminina surgiu na hora. Entre reclamações, ela se afastava da cama, e eu não conseguia parar de olhar aquele corpo gostoso. Ela tava usando uma regata branca macia que destacava os bicos duros e empinados, e um shortinho estampado bem justinho que deixava a bunda dela ainda mais redonda. Ela tentava me dar um sermão, mas meu tesão misturado com ciúme não me deixava ouvir. Minha cara de idiota fez ela entender que não tinha jeito.Chega!!- gritoQuer ser um corno? Quer que eu seja uma puta? Então tá, aqui está uma puta pra você.- concluo o desabafo com um puta portão, só tive reação pra olhar pra porta. O silêncio foi quebrado pela voz do Hiron, isso me fez tremer. Não sei quanto tempo demorei pra chegar no corredor e a Laura já não tava mais lá. Automaticamente, minha cabeça encostou na porta do quarto dos caras, e com meu ouvido consegui escutar que ela tava com ele, os dois de roupa íntima. Tentei abrir a porta, mas uma moral mal compreendida me segurou. Chamei ela,Laura!!- Aumentando a voz -Você tá aí?- pergunta ridícula -O que você quer?— ela me diz com um tom desafiador —Estou com um homem agora.- réplica -E você vai ouvir como eu fodo, como eu gozo com uma boa rola, uma rola gostosa, só pra você sentir na pele aquilo que busca nas suas fantasias de depravado.- Ela tinha razão, mas não com ele —pensei—. Minha moral e minha ética se foram. Bem na hora em que decido abrir a porta, ouço um barulho forte: era ela sendo apertada do outro lado contra a porta. Ele devia estar apalpando ela. Congelei na hora. Com certeza ela estava com a raba empinada, sendo apoiada e lambida nas costas, enquanto Hiron fazia ela sentir o pau incrível dele, e com as mãos gigantes imitava uma bombeada gostosa. Ela só gemia. As expressões de prazer ficavam cada vez mais fortes. Eu continuei congelado no corredor, até ouvir Hiron mandar minha esposa chupar ele. Isso me fez cair na real. Gritei bem alto pra Laura não fazer aquilo, batendo na porta desesperadamente. Fez um silêncio... e aí se ouve:mmm. pera, é de verdade? tá me zoando?— diz Laura.É muito grande, não vai caber em mim, não, melhor nem tentar.Meus nervos estavam saindo do controle, eu temia um colapso nervoso, não sabia se deixava a Laura no meio do caminho ou defendia minha carne. A briga quem ganhou foi o macho, dava pra ouvir minha mina gozando com um apalpamento, e como ele esfregava o pau na cara dela, parecia que tentava fazer um oral nela sem sucesso, mas os gemidos de tesão ecoavam.Você tá toda molhada, gostosa.- diz Hiron com tom forte e debochado - com certeza ela estaria batendo punheta com as duas mãos no maior pau que já tinha visto. fez o mesmo comentário que aquela novinha no hotel. ouviram-se passos, com certeza iam pra cama, ele ouvia os gemidos dela e ela dizia com toda a safadeza -Vai, mete em mim, quero sentir essa bestialidade de pica venosa dentro de mim, me abre, me abre bem, faz entrar fundo.- atônito no corredor, acho que tava indo pro quartoescuta, forro- réplica lauraEstou de bruços, de quatro, com a "sua bundinha" empinada, toda molhada, com a calcinha no meio do caminho, pronta pra essa fera me empalar.— me congele de novo.vai Hiron, enfia, me come— Já com a voz mais trêmula, com certeza o moleque tinha encostado a rola dele na buceta dela, que já tava naturalmente molhada. Eu não tinha coragem de ver aquela cena, mas meu cérebro já tinha imaginado. O grito desesperador ecoou pelo bairro, e eu ouvi de novo aquele prazer misturado com choro e pedidos de mais e mais. Não tinha mais volta, Laura estava sendo penetrada por um pau gigante e eu estava do outro lado, e pra minha surpresa, eu tinha uma ereção com vestígios de porra. Nem eu conseguia controlar meu próprio corpo, eu imaginava a Laura. Não sei quanto tempo passou, mas o silêncio voltou. A porta se abriu e o Hiron saiu vestido com a mochila dele, me olhou, sorriu e disse:que rabão que a tua mina tem, amigo- Ele deu dois tapinhas no meu ombro e foi embora. Lembrei que ele nos deu uma hipótese de como os humanos deveriam transar, e o quanto estávamos errados. A maioria fazia na posição missionária clássica, mas aquilo não era o certo. Para Hiron, a mulher tinha que ficar de quatro ou de bruços, o homem por trás montando a gostosa. Segurando firme na cintura dela, para ter controle absoluto da bombada e da profundidade que o pau devia alcançar. Isso faria com que os testículos, aquelas bolsas penduradas, estimulassem constantemente o clitóris da mulher, deixando a experiência mais prazerosa. Além disso, dava pra ver como a buceta ficava mais aberta. E com um pau bom, você consegue apreciar como a dilatação fica, exatamente do jeito que você deixou na última penetrada.
A porta se abriu quando Hiron fechou a da entrada, e isso me deixou ver minha esposa, de quatro, com a calcinha no meio da bunda, apoiada na cama, exausta, chorando de prazer, e aquela buceta. Aquela buceta com uma dilatação do tamanho da circunferência do pau monstruoso que tinha comido, e um jato de esperma saindo, branco, formando uma poça no tapete. Uma imagem que me excita até hoje.
Sem mais delongas e indo direto ao que interessa: numa cidadezinha pequena e sem saída, paramos num hostel. Por azar, não tinha quartos individuais, só um de casal e um duplo. Gerônimo (meu amigo) ficou com o de casal; a gente sabia que ele ia dar um jeito de arranjar alguma fresta, ele era um ímã pra mulheres.
Depois de comer e descansar, fomos pra um antro caçar umas presas frescas da cidade. Gerônimo fez a parte dele: pegou uma loira magrinha, cabelo curto, peitos firmes, e foi direto pro quarto. A minha parte foi catastrófica: uma latinha de Red Bull na mão e pra cama. Mas pra minha surpresa, quando eu já tava pegando no primeiro sono, ouço a porta do quarto. Entra Hiron com uma acompanhante pequenininha, devia ter uns 18 anos, muito magra, sem peitos, mas parecia super profissional no assunto. A roupa dela sumiu num piscar de olhos, os dois se jogaram na cama do lado e se cobriram inteiros com os lençóis, eu não conseguia ver nada. Já no auge, a cama mal aguentava os movimentos do urso depilado, eu não entendia em que posição eles estavam, só dava pra ouvir os beijos e as lambidas que trocavam. Decidi deixar a magia rolar e tentar... voltar a dormir. Mas o que a pequena Chapeuzinho disse não me deixou.Não!!!-exclamei-é uma piada?- já não era mais um sussurro -Isso é o teu pau? Não, não, não.-Vai fundo—disse Hiron—Não tem problema, uma vez que você se acostuma, depois vai querer mais.—tentando abaixar a voz—
os beijos voltaram a ser ouvidos, a cama se mexia mais. minha atenção estava cem por cento neles. A jovem não conseguia falar baixo, estava numa negação pouco convincente, os "não" tinham tom de "por favor, sim". O prazer daquela garota eu nunca esqueci. Em gritos controlados, parecia que ela recebia algo de proporções imensas, seu choro se fez ouvir, mas não era um estupro, era uma penetração profunda e ela gozava de uma dor tão prazerosa que me fez gozar sem me tocar, meu sêmen simplesmente jorrou do meu pau, que sem eu perceber estava duro como pedra debaixo do cobertor que me cobria. Num transe de culpa e pontadas no estômago, ouvi quando eles terminaram juntos. A inveja e a curiosidade me invadiram.
Depois de dez anos dessa experiência, nunca mais vi Hiron. Segundo meu amigo, ele tinha ido morar no Brasil. Já casado e com filhos, minha vida era normal. No nosso casamento, estávamos na fase de nos redescobrir, nossos filhos já estavam grandinhos e tinham idade pra visitar amiguinhos e nos dar a privacidade amorosa que tinha se perdido. Fogosos como coelhos, a gente trepava em cada canto assim que ficávamos sozinhos. Laura era muito sensual. O olhar, o jeito de andar, o cheiro atraíam os olhares dos homens. Um metro e cinquenta de pura sensualidade, peitos do tamanho da palma da mão, bunda redonda e nem preciso falar daqueles lábios. Aqueles lábios que, pra quem entende, você sabe que ela chupa bem.
Pra transar com ela não precisava de estímulo, ela sabia tocar, era um manjar.
Numa dessas noites de verão, as crianças tinham organizado um acampamento de três dias, a casa era nossa. Na sexta de manhã, fui comprar um brinquedinho sexual, pra continuar despertando os ratos. Cheguei em casa, fizemos a rotina e a noite chegou. Os olhares e as carícias não demoraram, as mãos dela sabiam como deixar meu pau duro, a boca devorava o sorvete de carne num ritmo frenético. Num instante de luxúria, tirei de entre as... travesseiros, um consolo de proporções muito boas. Ela viu e a cara dela mudou. Não tava mais exalando feromônios sexuais, era mais um olhar de caçadora, de desafio, de mãe. Meu pau entendeu e baixou na hora.Você não gosta de mim?— falei, embora já soubesse —O que você acha que vai fazer com isso?- Me recrimino, a tensão tomou conta do quarto. A festa tinha acabado, minha surpresa foi rejeitada. Dormimos com uma boa frustração naquela noite, mas no dia seguinte já tínhamos superado. Saímos para caminhar, mate no meio, a conversa ficou putaria, e ela confessou que nunca tinha sido penetrada por um pau maior que o meu. E entre nós, meu pau não era pequeno, mas também não dava pra colocar na prateleira dos grandes. Isso me surpreendeu, meu ego cresceu, e consegui entender o motivo da raiva dela. O brinquedo era grande demais.
Se a vida gosta de fazer as coisas de um jeito estranho, o que aconteceu depois foi o mais estranho de tudo: terminamos aquela conversa quando ouço alguém me chamando de longe.Ei!- se ouviu-Ei. Você lembra de mim?como esquecer. era o Hiron, um pouco mais velho mas a aparência não tinha mudado nada. me abraçou, seguido de uma autoapresentação pra minha esposa que também abraçou, um pouco mais de tempo do que um abraço normal. na sequência, se convidou sozinho pra ir em casa, continuar com o mate e botar o papo em dia. não consegui controlar muito a situação. me pegou de surpresa e meu medo de falar nãoNão.Ele voltou. Então, a gente tava voltando pra casa. Hiron, minha esposa, e aquela sensação de estômago embrulhado.
A tarde passou de estranha pra um episódio da dimensão desconhecida. As histórias das viagens do Hiron não paravam e, pra minha surpresa, a Laura tava caidinha nos encantos dele, escutava com interesse e dava aquela risadinha de adolescente idiota. Ela não era assim, gente como esse cara ela chamava de insuportável.
A sala foi ficando meio escura, a tarde caía e mesmo com as persianas ainda levantadas, tava difícil de enxergar, mas não era motivo pra parar de escutar esse sujeito. Levantei do sofá pra fechar as cortinas e acender a luz, e esse foi o pretexto perfeito pro urso carismático trocar de lugar rapidinho. Sem vergonha nenhuma, sentou do lado da minha esposa, entre frases sem graça e risadinhas enfeitadas, eu consegui ver da janela a LAURA. Aquela Laura encantada por comentários batidos que transformavam um conto pra viajantes aventureiros, mas no fundo dos olhos dela dava pra ver uma mulher bolando planos de mulher. Bem quando eu tava focado nesse detalhe, vejo o Hiron, bem sutil, passar a mãozona dele no joelho da minha esposa. Mesmo eu tendo visto em câmera lenta, o susto foi o mesmo. Soltei uma tossida rouca pra me fazer notado e soltei o comentário que qualquer um faria com visita indesejada.Laura já é tarde, né? Tem que fazer a janta e tal...— Meu comentário foi como um som agudo estragando uma doce melodia. A mão se retirou. As caras mudaram, as posturas mais eretas e um suspiro modificou a cena.Beleza, e o que a gente come?- Disse Hiron, Com um sorriso cúmplice Laura respondeu -não sei- Levanto um ombro e pude ver com toda a força do meu ciúme como ela levantava uma sobrancelha. Com esse gesto bastava pra cair no abismo da loucura.
Não sei o que jantamos, só sentia náusea e pó dos meus dentes trincados. Chegou a hora de parar com isso, era hora de ir dormir. Como de costume, íamos juntinhos pra cama, mas meus pesadelos se tornaram realidade: minha esposa pergunta pra visita insuportável onde ela ia passar a noite. Nem lento nem preguiçoso, Hiron responde —Aqui, é claro.Com uma risadinha boba, Laura me olha, intuindo que meu estado era puro ciúme, e responde sem hesitar:Sim, o quarto dos meninos tá livre, fica do lado do nosso quarto.O calvário queimava dentro de mim. Com muito controle e sono, mostro o quarto pro Hiron, enquanto falava que tinha TV e tal. Caminhava em direção à minha cama, mas pra minha surpresa, minha esposa tão amada (até aquele momento) me diz —vou daqui a pouco, não tô com sono— Só pra não ficar mal e me fazer de superior, dei um beijo na testa dela e desejei boa noite pros dois.
Já na cama, coberto até o pescoço, de barriga pra cima olhando o teto. Eu ouvia a Laura rindo baixinho, minha imaginação dizia que ela tinha uma mão pesada na perna tonificada dela, graças às aulas de zumba de segunda, quarta e sexta que eu pagava. O que tava rolando, o que eles tavam fazendo? Como é que eu fui parar nessa situação? Será que eu era um corno consciente? Lutei com todas as forças pra não dormir, tinha que ficar acordado tentando decifrar as palavras que eles sussurravam, mas o cansaço venceu e me fez piscar os olhos. Não sei quanto tempo passou, mas quando abri os olhos, a Laura tava dormindo do meu lado, de costas, com um ombro descoberto. Eu cheirei ela. Cheirei igual um cachorro fareja a sua mulher. Minha primeira reação foi procurar cheiro de outra pessoa, só pra confirmar que minha idiotice era real, mas só sentia o doce aroma dela. Minha desesperação só piorou, não parei por aí, levantei o lençol devagar e meu nariz sugou até a última partícula pra distinguir qualquer cheiro estranho. E pra minha má sorte, a Laura acordou, me olhou e a expressão dela dizia tudo. Ela entendeu o que o marido maníaco tava fazendo debaixo dos lençóis, e a raiva feminina surgiu na hora. Entre reclamações, ela se afastava da cama, e eu não conseguia parar de olhar aquele corpo gostoso. Ela tava usando uma regata branca macia que destacava os bicos duros e empinados, e um shortinho estampado bem justinho que deixava a bunda dela ainda mais redonda. Ela tentava me dar um sermão, mas meu tesão misturado com ciúme não me deixava ouvir. Minha cara de idiota fez ela entender que não tinha jeito.Chega!!- gritoQuer ser um corno? Quer que eu seja uma puta? Então tá, aqui está uma puta pra você.- concluo o desabafo com um puta portão, só tive reação pra olhar pra porta. O silêncio foi quebrado pela voz do Hiron, isso me fez tremer. Não sei quanto tempo demorei pra chegar no corredor e a Laura já não tava mais lá. Automaticamente, minha cabeça encostou na porta do quarto dos caras, e com meu ouvido consegui escutar que ela tava com ele, os dois de roupa íntima. Tentei abrir a porta, mas uma moral mal compreendida me segurou. Chamei ela,Laura!!- Aumentando a voz -Você tá aí?- pergunta ridícula -O que você quer?— ela me diz com um tom desafiador —Estou com um homem agora.- réplica -E você vai ouvir como eu fodo, como eu gozo com uma boa rola, uma rola gostosa, só pra você sentir na pele aquilo que busca nas suas fantasias de depravado.- Ela tinha razão, mas não com ele —pensei—. Minha moral e minha ética se foram. Bem na hora em que decido abrir a porta, ouço um barulho forte: era ela sendo apertada do outro lado contra a porta. Ele devia estar apalpando ela. Congelei na hora. Com certeza ela estava com a raba empinada, sendo apoiada e lambida nas costas, enquanto Hiron fazia ela sentir o pau incrível dele, e com as mãos gigantes imitava uma bombeada gostosa. Ela só gemia. As expressões de prazer ficavam cada vez mais fortes. Eu continuei congelado no corredor, até ouvir Hiron mandar minha esposa chupar ele. Isso me fez cair na real. Gritei bem alto pra Laura não fazer aquilo, batendo na porta desesperadamente. Fez um silêncio... e aí se ouve:mmm. pera, é de verdade? tá me zoando?— diz Laura.É muito grande, não vai caber em mim, não, melhor nem tentar.Meus nervos estavam saindo do controle, eu temia um colapso nervoso, não sabia se deixava a Laura no meio do caminho ou defendia minha carne. A briga quem ganhou foi o macho, dava pra ouvir minha mina gozando com um apalpamento, e como ele esfregava o pau na cara dela, parecia que tentava fazer um oral nela sem sucesso, mas os gemidos de tesão ecoavam.Você tá toda molhada, gostosa.- diz Hiron com tom forte e debochado - com certeza ela estaria batendo punheta com as duas mãos no maior pau que já tinha visto. fez o mesmo comentário que aquela novinha no hotel. ouviram-se passos, com certeza iam pra cama, ele ouvia os gemidos dela e ela dizia com toda a safadeza -Vai, mete em mim, quero sentir essa bestialidade de pica venosa dentro de mim, me abre, me abre bem, faz entrar fundo.- atônito no corredor, acho que tava indo pro quartoescuta, forro- réplica lauraEstou de bruços, de quatro, com a "sua bundinha" empinada, toda molhada, com a calcinha no meio do caminho, pronta pra essa fera me empalar.— me congele de novo.vai Hiron, enfia, me come— Já com a voz mais trêmula, com certeza o moleque tinha encostado a rola dele na buceta dela, que já tava naturalmente molhada. Eu não tinha coragem de ver aquela cena, mas meu cérebro já tinha imaginado. O grito desesperador ecoou pelo bairro, e eu ouvi de novo aquele prazer misturado com choro e pedidos de mais e mais. Não tinha mais volta, Laura estava sendo penetrada por um pau gigante e eu estava do outro lado, e pra minha surpresa, eu tinha uma ereção com vestígios de porra. Nem eu conseguia controlar meu próprio corpo, eu imaginava a Laura. Não sei quanto tempo passou, mas o silêncio voltou. A porta se abriu e o Hiron saiu vestido com a mochila dele, me olhou, sorriu e disse:que rabão que a tua mina tem, amigo- Ele deu dois tapinhas no meu ombro e foi embora. Lembrei que ele nos deu uma hipótese de como os humanos deveriam transar, e o quanto estávamos errados. A maioria fazia na posição missionária clássica, mas aquilo não era o certo. Para Hiron, a mulher tinha que ficar de quatro ou de bruços, o homem por trás montando a gostosa. Segurando firme na cintura dela, para ter controle absoluto da bombada e da profundidade que o pau devia alcançar. Isso faria com que os testículos, aquelas bolsas penduradas, estimulassem constantemente o clitóris da mulher, deixando a experiência mais prazerosa. Além disso, dava pra ver como a buceta ficava mais aberta. E com um pau bom, você consegue apreciar como a dilatação fica, exatamente do jeito que você deixou na última penetrada.
A porta se abriu quando Hiron fechou a da entrada, e isso me deixou ver minha esposa, de quatro, com a calcinha no meio da bunda, apoiada na cama, exausta, chorando de prazer, e aquela buceta. Aquela buceta com uma dilatação do tamanho da circunferência do pau monstruoso que tinha comido, e um jato de esperma saindo, branco, formando uma poça no tapete. Uma imagem que me excita até hoje.
3 comentários - Cornudo consciente, foderam minha esposa
Yo he visto a mi mujer cojer con otros pero todo fue hablado sin pasar uno sobre el otro y acá ambos te faltaron el respeto .
Disculpa mi crítica pero no podía no hacerlo .
Un cornudo es un cornudo y vos sos el rey de los cornudos.
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos.