Era uma sexta-feira quente de janeiro e fui visitar a cidade da minha juventude. Depois de um tempo, encontrei Pedro e sua parceira, Ana, num bar. Sentamos pra conversar e beber algo, entre papos e risadas, já tinha passado umas hora quando, pela porta do lugar, vejo se aproximando da nossa mesa uma mulher, vestida com macacão e calça branca, olhos verdes, cabelo castanho claro, pele bronzeada e um corpo que acionou todos os meus hormônios. Balançando aquela cintura bem desenhada, com quadris largos e uns peitos bem definidos, ela chegou perto da Ana e deu um beijo nela. Me olhou sorrindo e disse: "Ué, não lembra de mim, ... Max? ... eu pensei..." Quis enfiar a cara no chão, e respondi na hora: "Claaaaaaro que sim!" Enquanto minha mente trabalhava a mil tentando descobrir de onde eu conhecia aquela gostosa. Ela me encarou e falou: "Lembra do meu nome?" Aí sim que fiquei vermelho... Minha memória não dava conta. "Uuuggg, bom, verdade, não lembro, mas tenho certeza que você era colega de turma da Marce (uma das minhas namoradinhas do colégio)." Ela sorriu e respondeu toda provocante: "Siiiiim, vejo que tem boa memória, embora naquela época você nem me olhava, né?" Isso era uma verdade terrível, pelo que lembrava, naquela época ela era bonita, mas meio gordinha, nunca imaginei que viraria aquela mulher voluptuosa que tinha na minha frente. Olhei pra ela, sorri... e claro, menti sem vergonha: "É que eu não tinha olhos pra mais ninguém." Enquanto isso, Pedro e Ana estavam totalmente de fora da conversa, e por mais que tentassem, não conseguiram romper nem por um instante nosso diálogo quente de olhares e sorrisos. Depois de um tempo, convidei ela pra beber algo e ela aceitou de boa. A partir daí, ela me contou que tinha casado uns 5 anos antes com um cara que eu conhecia do colégio. Naquele dia, tinham tido uma briguinha e ela decidiu sair por um tempo. Copo e copo, e cada vez mais intensamente, nossos olhares se encontravam e mostravam uma puta excitação. Lá pras 11 da noite, ela olha pra gente e fala... que pena... já tenho que ir... e me olha com uma malícia especial. Nem besta nem preguiçoso, levanto na hora, peço a conta... e falo todo atrapalhado: Não se preocupa, eu te levo em casa, ok? Tchau, Pedro. Tchau, Ana... a gente se vê outro dia. Caminhamos de boa até meu carro e corri pra abrir a porta pra ela, todo cavalheiro. Já dentro do carro, quando eu ia dar a partida... ela sorriu pra mim e encostou os lábios quentinhos na minha bochecha, me dando um beijo molhado... que prometia muitos mais, enquanto falava: obrigada, você é um cavalheiro.
Naquela hora, eu podia ser tudo, menos cavalheiro. Meu corpo ardia de paixão, desejo e tesão, já não conseguia tirar os olhos do decote ousado dela, que mostrava a curva suave de uns peitos redondos e durinhos. Pra onde a gente vai agora? — perguntei desafiador. Ela não respondeu, mas sorriu. Então... vamos dançar um pouco... de novo, silêncio. Dei a partida no carro e dirigi rápido pra uma balada na saída da cidade...
Quando chegamos na balada e descemos, me aproximei dela, peguei na cintura e fui puxando devagar pro meu corpo quente. Nossos rostos ficaram a centímetros de distância, e os lábios molhados dela me convidavam a chegar mais perto ainda. Beijei ela de leve nos lábios e depois a gente se perdeu num beijo apaixonado que deve ter durado uns 2 minutos, no mínimo. Minhas mãos tentavam percorrer cada curva daquele corpo gostoso... Finalmente, meio a contragosto, a gente se separou e foi pra entrada. Já dentro, pedimos uns drinks e fomos dançar. Quando a gente se aproximava da pista, começaram os primeiros acordes de um merengue... então, na hora, nossos corpos começaram a rebolar no ritmo excitante, Ele me seguiu, e depois outro, e mais outro ritmo tropical... e o corpo dela, cada vez mais perto do meu, se movia com uma sensualidade extrema. Num dado momento, ela vira de costas e se aproxima, rebolando o quadril até ficar colada na minha pele... tenho certeza de que ela percebeu claramente a puta ereção que eu tava tendo há um bom tempo. Mesmo assim, ela se apertou ainda mais e virou o rostinho angelical, sorrindo descaradamente. Não consegui me controlar e comecei a mexer meu quadril, buscando o dela em movimentos lentos e cadenciados, enquanto beijava seu pescoço e mordiscava suas orelhas. Minhas mãos seguravam firme sua cintura, e de vez em quando subiam pelas laterais, em busca do contato quente dos peitos dela.
Quando aquele disco acabou, peguei ela com força pelas mãos, levei até nossa mesa e pedi pra ela pegar as coisas... porque a gente ia vazar dali. Ela me sorriu e me abraçou quentinho enquanto saíamos daquele lugar. Sem trocar uma palavra, dirigi rápido por umas duas quadras e entrei num motel conhecido da região.
Ela me olhou e disse, num tom de puta raiva: — Seu sem-vergonha! Nem me perguntou nada!
Não dei a menor bola, desci do carro, fechei o portão, abri a porta do quarto e entrei... Ela me seguiu em silêncio e, assim que entramos, nossos corpos não demoraram nem um segundo pra se encontrar e se torcer no ritmo de beijos quentes e carícias... Nossa roupa foi caindo devagar no chão, revelando corpos quentes e suados...
Beijando os ombros dela, fui tirando o sutiã e comecei a beijar e lamber o mamilo direito, enquanto minhas mãos apertavam aquela bunda gostosa... Logo estávamos de pé, completamente pelados. Ela foi me empurrando em direção à cama, onde caí de costas. Depois, subiu em cima de mim e começou a percorrer meu corpo com os lábios e a língua. Eu me contorcia de prazer e tentei retribuir, virando ela numa posição onde eu também pudesse aproveitar seu corpo quente... eu percorria ele com minhas mãos, minha boca e minha língua, logo encontrei sua buceta molhada e me afundei nela, percorrendo ela por inteiro enquanto ela gemia e me apertava entre suas pernas, me segurando com a mão na minha cabeça, por momentos quase não conseguia respirar, de repente senti que ela apertava forte meu pau, quase o estrangulava com a mão, me causando certo prazer mas também dor. Me deitei ao lado dela abraçando e beijando, logo ela estava em cima de mim e ambos procurávamos iniciar a penetração, essa foi rápida já que estávamos bem lubrificados e em pouco tempo sentia as nádegas dela quicando forte sobre minhas bolas, enquanto eu lambia seu pescoço, seus ombros e suas tetas gostosas, minhas mãos rodeavam sua bunda ajudando ela a subir e descer... não durou muito, ambos gozamos logo num orgasmo simultâneo,
o qual curti como poucas vezes. Exaustos, suados e momentaneamente satisfeitos, nos deitamos na cama pra tomar algo e fumar um cigarro.
Uns minutos depois, estávamos novamente nos beijando e nos acariciando intensamente, ela me masturbava suavemente buscando outra ereção, me beijou e chupou, e logo meu corpo respondeu ao jogo dela, abracei ela por trás enquanto minha mão fuçava entre as pernas dela, massageando suavemente seus pelos crespos e seus lábios molhados até encontrar e obter seus primeiros suspiros de prazer no que imagino ser seu clitóris, enquanto isso acontecia, meu inseparável companheiro de jogos há tempos estava muito bem posicionado entre suas nádegas duras buscando mais e mais prazer, em momentos ela esticava a mão pra trás pra acariciar e apertar minhas bolas, o que fazia aumentar meu prazer, e fazia minha ereção ficar ainda mais potente.
Ela se remexia cada vez mais forte no ritmo das minhas carícias, e meus dedos já se afundavam sem nenhum problema no fundo da buceta dela, que parecia pulsar igual meu coração. Eu beijava suas costas, lambia sua pescoço e apertava ela contra mim, quase sem perceber, meu pau, que tinha vida própria, começou uma penetração difícil, ela gemia cada vez mais alto enquanto as mãos dela apertavam minha mão na buceta dela e pedia pra eu não parar......... Naquele momento, eu não teria parado por nada... tava curtindo ela ao máximo e só queria mais e mais prazer....... Ficamos subindo e descendo uma montanha de prazer por um bom tempo... quando ela avisou que já tava gozando.... não resisti aquelas sensações gostosas e explodi num novo e longo orgasmo.
Naquela noite, ainda fizemos mais uma vez, já tava amanhecendo quando, exaustos, satisfeitos e meio doloridos, conseguimos descansar. Eu já não tinha nem uma gota nos meus testículos. Mesmo assim, continuamos nos beijando e nos acariciando por um bom tempo antes de perceber que já era dia. Depois fui deixar ela, quando nos despedimos com um beijo longo e apaixonado, ela pediu que eu nunca tentasse vê-la de novo....... era melhor guardar na memória aquela noite incrível que a gente tinha curtido, já que nós dois tínhamos nossas vidas feitas.
Naquela hora, eu podia ser tudo, menos cavalheiro. Meu corpo ardia de paixão, desejo e tesão, já não conseguia tirar os olhos do decote ousado dela, que mostrava a curva suave de uns peitos redondos e durinhos. Pra onde a gente vai agora? — perguntei desafiador. Ela não respondeu, mas sorriu. Então... vamos dançar um pouco... de novo, silêncio. Dei a partida no carro e dirigi rápido pra uma balada na saída da cidade...
Quando chegamos na balada e descemos, me aproximei dela, peguei na cintura e fui puxando devagar pro meu corpo quente. Nossos rostos ficaram a centímetros de distância, e os lábios molhados dela me convidavam a chegar mais perto ainda. Beijei ela de leve nos lábios e depois a gente se perdeu num beijo apaixonado que deve ter durado uns 2 minutos, no mínimo. Minhas mãos tentavam percorrer cada curva daquele corpo gostoso... Finalmente, meio a contragosto, a gente se separou e foi pra entrada. Já dentro, pedimos uns drinks e fomos dançar. Quando a gente se aproximava da pista, começaram os primeiros acordes de um merengue... então, na hora, nossos corpos começaram a rebolar no ritmo excitante, Ele me seguiu, e depois outro, e mais outro ritmo tropical... e o corpo dela, cada vez mais perto do meu, se movia com uma sensualidade extrema. Num dado momento, ela vira de costas e se aproxima, rebolando o quadril até ficar colada na minha pele... tenho certeza de que ela percebeu claramente a puta ereção que eu tava tendo há um bom tempo. Mesmo assim, ela se apertou ainda mais e virou o rostinho angelical, sorrindo descaradamente. Não consegui me controlar e comecei a mexer meu quadril, buscando o dela em movimentos lentos e cadenciados, enquanto beijava seu pescoço e mordiscava suas orelhas. Minhas mãos seguravam firme sua cintura, e de vez em quando subiam pelas laterais, em busca do contato quente dos peitos dela.
Quando aquele disco acabou, peguei ela com força pelas mãos, levei até nossa mesa e pedi pra ela pegar as coisas... porque a gente ia vazar dali. Ela me sorriu e me abraçou quentinho enquanto saíamos daquele lugar. Sem trocar uma palavra, dirigi rápido por umas duas quadras e entrei num motel conhecido da região.
Ela me olhou e disse, num tom de puta raiva: — Seu sem-vergonha! Nem me perguntou nada!
Não dei a menor bola, desci do carro, fechei o portão, abri a porta do quarto e entrei... Ela me seguiu em silêncio e, assim que entramos, nossos corpos não demoraram nem um segundo pra se encontrar e se torcer no ritmo de beijos quentes e carícias... Nossa roupa foi caindo devagar no chão, revelando corpos quentes e suados...
Beijando os ombros dela, fui tirando o sutiã e comecei a beijar e lamber o mamilo direito, enquanto minhas mãos apertavam aquela bunda gostosa... Logo estávamos de pé, completamente pelados. Ela foi me empurrando em direção à cama, onde caí de costas. Depois, subiu em cima de mim e começou a percorrer meu corpo com os lábios e a língua. Eu me contorcia de prazer e tentei retribuir, virando ela numa posição onde eu também pudesse aproveitar seu corpo quente... eu percorria ele com minhas mãos, minha boca e minha língua, logo encontrei sua buceta molhada e me afundei nela, percorrendo ela por inteiro enquanto ela gemia e me apertava entre suas pernas, me segurando com a mão na minha cabeça, por momentos quase não conseguia respirar, de repente senti que ela apertava forte meu pau, quase o estrangulava com a mão, me causando certo prazer mas também dor. Me deitei ao lado dela abraçando e beijando, logo ela estava em cima de mim e ambos procurávamos iniciar a penetração, essa foi rápida já que estávamos bem lubrificados e em pouco tempo sentia as nádegas dela quicando forte sobre minhas bolas, enquanto eu lambia seu pescoço, seus ombros e suas tetas gostosas, minhas mãos rodeavam sua bunda ajudando ela a subir e descer... não durou muito, ambos gozamos logo num orgasmo simultâneo,
o qual curti como poucas vezes. Exaustos, suados e momentaneamente satisfeitos, nos deitamos na cama pra tomar algo e fumar um cigarro.
Uns minutos depois, estávamos novamente nos beijando e nos acariciando intensamente, ela me masturbava suavemente buscando outra ereção, me beijou e chupou, e logo meu corpo respondeu ao jogo dela, abracei ela por trás enquanto minha mão fuçava entre as pernas dela, massageando suavemente seus pelos crespos e seus lábios molhados até encontrar e obter seus primeiros suspiros de prazer no que imagino ser seu clitóris, enquanto isso acontecia, meu inseparável companheiro de jogos há tempos estava muito bem posicionado entre suas nádegas duras buscando mais e mais prazer, em momentos ela esticava a mão pra trás pra acariciar e apertar minhas bolas, o que fazia aumentar meu prazer, e fazia minha ereção ficar ainda mais potente.
Ela se remexia cada vez mais forte no ritmo das minhas carícias, e meus dedos já se afundavam sem nenhum problema no fundo da buceta dela, que parecia pulsar igual meu coração. Eu beijava suas costas, lambia sua pescoço e apertava ela contra mim, quase sem perceber, meu pau, que tinha vida própria, começou uma penetração difícil, ela gemia cada vez mais alto enquanto as mãos dela apertavam minha mão na buceta dela e pedia pra eu não parar......... Naquele momento, eu não teria parado por nada... tava curtindo ela ao máximo e só queria mais e mais prazer....... Ficamos subindo e descendo uma montanha de prazer por um bom tempo... quando ela avisou que já tava gozando.... não resisti aquelas sensações gostosas e explodi num novo e longo orgasmo.
Naquela noite, ainda fizemos mais uma vez, já tava amanhecendo quando, exaustos, satisfeitos e meio doloridos, conseguimos descansar. Eu já não tinha nem uma gota nos meus testículos. Mesmo assim, continuamos nos beijando e nos acariciando por um bom tempo antes de perceber que já era dia. Depois fui deixar ela, quando nos despedimos com um beijo longo e apaixonado, ela pediu que eu nunca tentasse vê-la de novo....... era melhor guardar na memória aquela noite incrível que a gente tinha curtido, já que nós dois tínhamos nossas vidas feitas.
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