Desflorando uma Virgem de 22 Anos

Desflora uma Virgem de 22 Anos
Com o Selo de Prazer e Tesão…

Olá a todos, pessoal tarado, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… Este, como todos os meus relatos, é feito pra vocês, pro seu prazer, mas preciso esclarecer algumas coisas. Muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras sim, outras são fantasias que eu ou alguém próximo a mim teve e me confessou, outras são reais mas não minhas, relatos de outras pessoas que me contam e no fim eu consigo convencê-las a deixar eu publicar, claro com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso que não digo quem é quem, qual é minha ou qual não é, qual é real e qual não é. Acho que isso torna mais interessante e faz a gente pensar. São muitas histórias que tenho, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do agrado de vocês. Sem mais delongas, aproveitem.

Essa é uma história que tem como centro uma colega de trabalho, a Samanta, que não era bonita, na verdade beirava o feio. Uns 22 anos, era uma mulher pouco atraente, magra, sem muito peito ou bunda. O que me chamava a atenção é que toda vez que a gente se encontrava, só de eu chegar perto ela ficava nervosa, virava o rosto ou ficava vermelha, o que dava a impressão de ser muito tímida. Um dia, com poucas desculpas, ela me pediu o número do celular. Sem problemas, eu dei. Ela disse:

— Se a gente pudesse se falar no chat. — Eu falei:
— Sim.

Me despedi com um beijo na bochecha perto da boca pra ver a reação dela. Ela mostrou o reflexo típico de uma tímida e insegura. Quando começou a me chamar no chat e me contou o que não conseguia confessar pessoalmente: que eu sou muito atraente, além disso, que eu gosto dela, que a beijei, mas que ao mesmo tempo sente uma vergonha escondida. Falei pra ela quebrar essa timidez total no chat. Se quiser, a gente conversa ou, se ela se animar, a gente pode fazer uma sacanagem. Imaginei que aos 22 anos ela já não era mais virgem. Pra mim, divorciado e sem muito apego a nenhuma mulher. Um sexo casual é sempre bem-vindo. Ela me responde que gostaria de avançar na safadeza. Então começo a conversar de forma sexual, minha primeira pergunta é o que ela gostaria de fazer ou que experiência já teve. Ela não me dá muita pista do que faria se decidíssemos fazer uma sacanagem. Nesse momento, vou fundo e começo a dizer que chuparia os peitos dela e acariciaria a virilha dela, um começo suave, porque ela não me dizia nada sexual, se comportava tímida e me diz que gosta e se só isso eu faria, e eu disse:
—Não, coloca uma figura imaginária.
Continuei no clima sexual, para dizer a ela: depois de acariciar seu corpo, minhas mãos com suavidade tirariam uma a uma suas roupas, acompanhando com minha boca, meus lábios, minha língua. Eu chuparia você até ficar molhada, e quando estivesse bem molhada, aproximaria meu pau, passando por todos os seus lábios da buceta, para, aos poucos, ir enfiando, até sentir como sua buceta molhada me faria sentir o prazer que te causaria. Só de te falar, meu pau sedento pela sua buceta bate desmedidamente. Sei que nesse momento sua respiração está profunda, e acho que, se você se tocar, está molhada.
—Como nunca, ai não, faz, não para.
Leva sua mão e sente como é gostoso. Acho que você vai pra casa toda ensopada, mas escolhe o caminho. Mesmo que não me diga, sei que está ensopada. Amanhã, quando voltar a trabalhar, vem pensando em prazer, vamos continuar assim conversando. No dia seguinte, quando abro o computador, o chat já estava aberto. Voltamos a conversar, eu abro dizendo: estava me esperando? Sim, a verdade é que sim. E você gostou do tom da minha proposta? Sim, um pouco intenso, mas isso não foi grave. Hoje não serei tão discreto, vou despertar mais seu tesão. Ela continua tímida, mas começa a se soltar, diz que quer saber o que mais eu faria. Aí descarrego toda a bateria do meu repertório, faço isso de forma sublime, delicada. Você está se tocando? Não. E se eu me tocar? Nunca igual. Acho que ela fez mais que isso, pra mim ela se masturbou, depois de uma longa... Pausa, ela sai com aquela dúvida se eu realmente faria tudo o que falo (era uma investida pesada), e eu digo: "Me testa, não vou te decepcionar. Vou te fazer gozar tanto que você vai querer repetir." Ela me diz que gostaria de experimentar. O dia termina, era fim de semana, sábado trabalhava só meio período, não deu tempo de conversar. Então, doido que sou, vou atrás dela. Ela estava num setor de escritórios, de expedição, onde eu sabia que não tinha ninguém. Encontro ela de frente, ela com cara de espanto e surpresa, não queria me encarar, virava o rosto de vergonha. Mas como estávamos a sós, encosto ela na parede e dou um beijo na boca, repeti bem fundo. Para minha surpresa, é ela que começa a me devorar a boca.
— Tava muito excitada — ela diz. — Só nos meus sonhos um homem me beijava assim.
— Viu, sou de carne e osso.
Então, chega de chat e vamos aproveitar que hoje trabalhamos só meio período. Avancei nela e, depois de alguma hesitação, ela diz que sim. Na saída, olho para ela, estava rodeada pelos amigos. Chamo ela sem me mostrar, ela atende e diz que os amigos a convidaram para almoçar, como sempre fazem aos sábados. Não sabia o que dizer para escapar. Isso me irritou pra caralho, já tinha feito todo um filme na cabeça. Mesmo sendo meio feinha, para mim era questão de ter ficado excitado. Digo a ela: "Decide o que quer fazer. Se for com seus amigos, tudo bem." Ela não diz que me deseja. Falo: "Inventa uma desculpa, vou te esperar." Meu pau estava explodindo, um vulcão. Uma hora depois esperando, vejo ela chegar nervosa, com muita vergonha. Meu rosto já mudou, assim como meu humor. Quando ela sobe, beijo ela bem fundo. Ligo o carro e sigo direto para um motel. Ao chegar, ela começa a vacilar, diz que nunca entrou num lugar desses, e acho que começa a amarelar. Fala para eu entender, queria ligar no celular, não sei para quem, a mão tremia, o rosto dela estava vermelho tomate. Digo: "Se não quer nada comigo, fala." Ela responde que quer. Meto ela para dentro. Quarto. Quando entro e fecho a porta, tiro o celular da mão dela. Falo pra ela não pegar senão eu fico bravo. Ela, com medo e receio, me diz que o medo era de ficar sozinha com um homem num quarto pela primeira vez. Pensei que era por ser reservada e inexperiente. Começo a beijá-la, do jeito que ela gosta, e ela responde fundo. Cruzamos nossas línguas, lábios. Passo minhas mãos pela bunda e cintura dela. Ela se empolga. Começamos a nos devorar de beijo, brincando. Arranco a blusa dela, tiro a minha, e ela pede pra apagar a luz. Digo:
—Quero te ver. Ela tá tão nervosa.
Atendo, apago a luz. Tiro a regata dela devagar enquanto beijo o pescoço e os peitos dela. Pros tamanhos, eram dois pequenos. O corpo dela era assim: uma mulher magrinha, sem muita bunda e sem muito peso. Rosto não muito bonito. Mesmo assim, dava pra ver que ela tava afim de mim. De uma vez, abaixo a calça dela, e ela fica super nervosa. Subo pra beijá-la e relaxá-la. Deito ela na cama e começo a acariciar a entreperna dela, a tocar o clitóris devagar, em círculos. Ela tava molhada e tava gostando.
—Ah, ah, ah, ah, ah, ah, aaaaaaaaaaaah.
A cara que ela fazia era de surpresa e prazer. Pergunto baixinho se ela é virgem. Ela diz que sim, mas tava com vergonha. Falo que não precisa, porque se ela tivesse dito antes, eu teria sido mais compreensivo e carinhoso. Começo a chupar os peitos dela, que cabem na minha boca. Ela geme de prazer e diz que gosta, que não sabia que era tão gostoso assim. Enquanto acaricio a entreperna dela, desço até a barriga e começo a beijar esse ventre. Ela só fala que faz cócegas, mas que gosta. Aproveito que ela fica nervosa e tiro a calcinha dela. Ela só tá de calcinha. Falo pra ela não ter vergonha e tiro devagar. Ela fica super nervosa. Digo que ela é uma mulher linda e acaricio a vulva dela com a mão, até o clitóris, e começo a chupar. Ela se estremece e começa a gemer baixinho, mexendo o quadril. Eu só continuo chupando devagar. Ela tá respirando. Rápido e com cara de prazer.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, haa, haa é, é tasty haaaaaaa.

Com a língua começo a meter dentro da buceta dela, lamber os lábios vaginais, o prazer dela aumenta, abro os lábios da vagina dela, fico mais excitado só de pensar em penetrar ela, meu pau tá duro e ela me excita, é um sonho se realizando. Tiro meu pau, aproximo do rosto dela e ela fica tipo impactada, falo pra ela pegar e ela pega, peço pra ela beijar e ela dá um beijo, assim não, peço pra ela chupar.

—Não sei o que tô fazendo. —Falo.
—Como um picolé. —Com os olhos fechados, ela enfia meu pau na boca dela e começa a chupar, chupava bem, um pouco rápido e eu falei sua boca dá prazer.

—Gosto do jeito que você faz, chupava muito melhor. —Ficava excitado porque era tudo primeira vez dela, empurrava ela a se esforçar cada vez mais, gritei.
—Adoro como você mama, continua assim, é lindo.

Ela mamava com vontade de ter ele, claro, num momento, eu tava quase gozando, mando ela parar, porque a ideia de desvirginar a buceta dela me consumia, foi aí que eu deito ela de novo, falo pra ela abrir as pernas, ela abre mas pouco, com um pouco de medo, falo pra ela sentir meu pau e ela diz que sim, começo a esfregar, na buceta dela ela fala.

—É tasty, gostei. —Começa a ficar molhada, esfrego entrando, um pouco no clitóris dela, falo.
—Love, vai doer um pouco no começo, você tem que aguentar um pouco, é só um pouquinho, depois você vai gostar. —Ela me diz.
—Faz, faz tempo que sonho com esse momento, e que era você quem tava fazendo.

Já penetro ela, ela se solta, no rosto dela já se via o prazer, sinto como meu pau entra mais fácil, como a buceta dela se molda ao meu pau e começa a lubrificar, dou uma pausa, invertemos, ela fica por cima de mim, enfio de novo, peço pra ela devagar, vai e vem, pego os dois peitos dela, começo a mamar neles, mamo como se fossem jorrar leite, os gemidos e palavras de prazer dela eram música pros meus ouvidos.

—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, haha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaa.
Já entregue ao prazer, ela se mexia como se quisesse sentir o máximo do tesão. Comecei a ver a cara de êxtase dela, sem dizer nada, sem gemer, só com a boca aberta e os olhos fixos no meu rosto de prazer. Seguimos por mais um tempo, até que ela se contraiu. Deixei ela aproveitar o primeiro orgasmo. Ela ficou parada um pouco, mas eu ainda não tinha gozado. Falei pra ela:

— Linda, você teve seu orgasmo.
— Sim, foi muito gostoso.
— Pois é, mas eu ainda não consegui terminar. Preciso que isso seja um prazer pros dois, poder soltar o meu também.
— E o que eu faço se quero me satisfazer?!

Bom… quero colocar um pouquinho do meu pau no seu cuzinho. — Ela disse.
— Isso se faz. — Falei.
— Claro! Mas você é boba, como assim "se faz"? Claro que sim! E como tudo, no começo custa, mas depois é gostoso. Além disso, eu gosto muito e, se você for uma boa menina, quero fazer tudo em você. — Ela.
— Beleza, vamos fazer. — Falei.
— Fica de quatro, igual cachorrinha.

Enquanto isso, corri pro banheiro, peguei o condicionador de cabelo — é um bom lubrificante —, passei bem no meu pedaço, me posicionei atrás da bundinha dela, segurei na cintura dela, puxei um pouco pra trás, até que o buraquinho dela ficou à mercê do meu pau. Tava bem escorregadio, até que encaixou. O grito que ela deu quando entrei de uma vez com a cabeça toda. Ela gritava:

— Tira, tira, tá doendo! — Eu fiz o contrário. Segurei firme na cintura dela.
— Aguenta, por favor, já vou gozar. — Enquanto deslizava tudo pro fundo da bunda dela, meu sabre inteiro.
— Seja boazinha, tá doendo muito. — Recuei um pouco, mas tava tão excitado que fui de novo pra frente.

Os gritos de dor dela ficavam cada vez mais fortes. Cheguei no fundo — não sei se era o tesão de fazer tudo — mas minha mangueira jorrou tanta porra que chegou a transbordar. Fiquei um pouco, fui saindo devagar. Ela caiu de bruços, ficou estirada assim. Eu me deitei atrás dela, fiquei quieto, até começar a acariciar o rosto dela, o cabelo. Apoiei meu corpo e comecei a brincar com os peitinhos dela, e falei: você é maravilhosa, me desculpa, me excedi. Da próxima vez vai ser mais suave. Doce e você vai sentir um prazer imenso. Falo pra ela ir pro banheiro nos lavar, ela levanta sem falar nada, entro no chuveiro e começo a brincar com meus dedos, fazer cócegas nela, ela solta um sorriso, eu continuo, ela já entra na brincadeira, eu tinha dominado ela ali. Começo a me lavar e a passar a mão nela toda, ela diz:

— Mesmo assim, tô feliz, não quero ir embora. — Falo pra ela.
— Se você quer ficar, eu também, mas cê tá disposta a fazer tudo? — Ela diz.
— Tudo. — Falo com medo.
— Beleza, terminar de moldar essa sua bunda pequenininha, meu pau e tomar meu leite, isso você gosta, claro, é um dos prazeres mais lindos que uma mulher pode me dar na vida.

Ela me diz que quer me satisfazer e, se eu gostar, quer chupar todo o sêmen que sair do meu pau, e eu falo que sou insaciável com os pedidos, gosto de tudo, ela diz que sim.

— Tudo o que você quiser, desde que não pare de me dar o prazer que eu senti hoje pela primeira vez, quero que você encha minha buceta de sêmen. — Que ela quer continuar essa experiência e me sentir dentro dela, eu falei.
— Sim, te fazer minha vai ser completo e com tudo, como tem que ser, mas acho que por hoje já é demais. Se quiser, amanhã, domingo, vou cumprir minha promessa.

Assim, no dia seguinte, lá pelo meio da manhã, a gente se encontra. Começamos a ir pra um albergue afastado, com o dia inteiro pela frente. Não paramos de nos acariciar, nos beijar, a gente devorava a boca uma da outra, ela tava tão ardente e tão excitada que quis pular o almoço. Me despiu assim que entramos no quarto, já nua, caprichei em chupar ela, com minha boca na buceta dela, chupei tanto, tanto que ela gozou na minha boca, não conseguia parar de se contrair, também alternei.

— Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaa.

Colocando minha língua no buraquinho preto dela, que tava meio alargadinho. A gente se beijou, abri as pernas dela, penetrei, ela gemeu um pouco de dor, ainda tava apertada, mas logo sentiu como deslizava, ia e vinha com força, ela gozou de novo, tava eufórica. —Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Como eu ainda não tinha terminado, ela se virou sozinha, oferecendo a bunda linda dela. Dessa vez eu trouxe um pote de vaselina. Passei em mim, coloquei devagar com meus dedos lá dentro. Ela ficou quietinha, deixou eu colocar até deixar tudo lubrificado. Quando entrei um pouco, na hora de ir pra frente, entrou tudo de uma vez só. Ela deu um grito.
—Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay.
Mas aguentou. Eu meti tanto e tão rápido que, quando já tava naquela coceira, tirei bruscamente, assim, sujo, virei ela e falei:
—Chupa.
Tava com cheiro, mas ela fechou os olhos, pegou, colocou na boca, chupou um pouco. Eu jorrei igual um chafariz tanta porra que ela quase engasgou, mas engoliu tudo. Esse foi o começo de uma longa putaria com aquela mulher, que era o que parecia. Mas já pra deixar ela contente e obediente:
—Você é minha mulher e minha dama dos prazeres.
—Sim, o que você disser. — Ela disse.
Fim.

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