Desflore uma Virgem de 22 Anos
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Olá a todos, pessoal porungueiro, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… Essa, como todos os meus relatos, é feita para vocês, para o prazer de vocês, mas preciso esclarecer algumas coisas: muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras sim, outras são fantasias que eu ou alguém próximo a mim teve e me confessou, outras são reais, mas não minhas — relatos de outras pessoas que me contam e que no fim eu consigo convencer a deixar eu publicar, claro com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso que não digo quem é quem, qual é minha ou qual não é, qual é real e qual não é. Acho que isso torna tudo mais interessante e faz a gente pensar. São muitas histórias que tenho, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do agrado de vocês. Sem mais delongas, aproveitem.
Essa é uma história que tem como centro uma colega de trabalho, a Samanta, que não era bonita, na verdade beirava o feio. Uns 22 anos, era uma mulher pouco atraente, magra, sem muito peito ou bunda. O que me chamava a atenção é que toda vez que a gente se encontrava, só de eu chegar perto ela ficava nervosa, virava o rosto ou ficava vermelha, o que dava a impressão de ser muito tímida. Um dia, com poucas desculpas, ela me pediu o número do celular. Sem problemas, eu dei. Ela disse:
— Se a gente pudesse conversar pelo chat. — Eu falei:
— Sim.
Me despedi com um beijo na bochecha, perto da boca, pra ver a reação dela. Ela mostrou aquele reflexo típico de uma tímida e insegura. Quando a gente começou a conversar pelo chat, ela me contou o que não conseguia confessar pessoalmente: que eu sou muito atraente, que ela gosta de mim, que queria que eu a beijasse, mas ao mesmo tempo sente uma vergonha escondida. Eu disse pra ela quebrar essa timidez total pelo chat. Se ela quisesse, a gente podia conversar ou até fazer uma sacanagem se ela se animasse. Imaginei que, com 22 anos, ela já não era mais virgem. Pra mim, divorciado e sem muito apego a nenhuma mulher… Uma transa casual é sempre bem-vinda. Ela me responde que gostaria de avançar na safadeza. Então começo a conversar de forma sexual, minha primeira pergunta: o que ela gostaria de fazer ou que experiência já tinha tido. Ela não me dá muita pista do que faria se decidíssemos aprontar. Aí vou fundo e começo a dizer que chuparia os peitos dela e acariciaria a virilha dela, um começo suave, porque ela não falava nada sexual, agia tímida, e me diz que gosta e se era só isso que eu faria. Eu falei:
—Não, coloca uma figura imaginária.
Continuei no clima sexual, pra dizer: depois de acariciar seu corpo, minhas mãos, com suavidade, tirariam uma por uma suas roupas, acompanhando com minha boca, meus lábios, minha língua. Eu chuparia até ficar molhada, e quando estivesse bem molhada, aproximaria meu pau, passando por todos os seus lábios da buceta, pra, aos poucos, ir enfiando, até sentir como sua buceta molhada me faria sentir o prazer que te daria. Só de te falar, meu pau sedento pela sua buceta pulsa sem parar. Sei que nesse momento sua respiração tá pesada, e acho que, se você se tocar, tá molhada.
—Como nunca, ai não, faz, não para.
Leva sua mão e sente como é gostoso. Acho que você vai pra casa ensopada, mas escolhe o caminho. Mesmo que não me diga, sei que tá encharcada. Amanhã, quando voltar a trabalhar, vem pensando em prazer, vamos continuar assim conversando. No dia seguinte, quando abro o computador, o chat já tava aberto. Voltamos a conversar, começo dizendo: tava me esperando? Sim, a verdade é que sim. E você gostou do tom da minha proposta? Sim, um pouco pesado, mas não foi grave. Hoje não serei tão discreto, vou despertar mais sua safadeza. Ela continua tímida, mas começa a se soltar, diz que quer saber o que mais eu faria. Aí descarrego toda a bateria do meu repertório. Faço isso de forma sublime, delicada. Você tá se tocando? Não. E se eu me tocar? Nunca igual. Acho que ela fez mais que isso, pra mim se masturbou, depois de uma longa... Pausa, ela sai com aquele papo de se eu realmente faria tudo o que digo (era uma investida pesada), e eu falo: "Me testa, não vou te decepcionar, vou te fazer gozar tanto que você vai querer repetir". Ela me diz que gostaria de experimentar. O dia termina, era fim de semana, sábado trabalhava só meio dia, não deu tempo de conversar. Então, doido que sou, vou atrás dela. Ela tava num setor de escritórios, de expedição, onde eu sabia que não tinha ninguém. Encontro ela de frente, ela com cara de espanto e surpresa, não queria me encarar, virava o rosto de vergonha. Mas como tava sozinho com ela, encosto ela na parede e dou um beijo na boca, repeti bem fundo. Aí, pra minha surpresa, é ela que começa a me chupar a boca.
— Tava muito quente. — Ela diz. — Só nos meus sonhos um homem me beijava.
— Viu, sou de carne e osso.
Então, vamos largar o chat e aproveitar que hoje trabalhamos meio dia. Avancei nela e, depois de alguma hesitação, ela me diz que sim. Na saída, olho pra ela, tava rodeada pelos amigos, e chamo ela sem me mostrar. Ela atende e me diz que os amigos convidaram ela pra almoçar, como sempre faziam aos sábados. Não sabia o que dizer pra escapar. Isso me irritou pra caralho, já tinha feito todo um filme na cabeça, mesmo sendo meio feinha, pra mim era questão de ter ficado excitado. Falo pra ela decidir o que quer fazer: se ir com os amigos. Ela não me diz que me deseja. Falo: "Inventa uma desculpa, vou te esperar". Meu pau tava explodindo, um vulcão. Uma hora depois de esperar, vejo ela chegar nervosa, com muita vergonha.
Meu rosto já mudou, assim como meu humor. Quando ela sobe, beijo ela bem fundo, ligo o carro e sigo direto pra um motel. Ao chegar no motel, ela começa a vacilar, diz que nunca entrou num desses, e acho que começa a amarelar. Fala pra eu entender, queria falar no celular, não sei com quem, a mão tremia, o rosto dela tava vermelho tomate. Digo: "Se não quer nada comigo, fala". E ela diz que quer. Meto ela pra dentro. Quarto. Quando entro e fecho a porta, tiro o celular da mão dela. Falo pra ela não pegar, senão eu fico bravo. Ela, com medo e receio, me diz que o medo era de ficar sozinha com um homem num quarto pela primeira vez. Pensei que era por ser reservada e inexperiente. Começo a beijá-la, do jeito que ela gosta, e ela responde fundo. Cruzamos nossas línguas, lábios. Passo minhas mãos pela bunda e cintura dela, ela se empolga. Começamos a nos devorar de beijo, brincando. Arranco a camisa dela, tiro a minha, e ela me pede pra apagar a luz. Digo:
— Quero te ver. Ela tá tão nervosa.
Atendo, apago. Tiro a regata dela devagar enquanto beijo seu pescoço e seus peitos. Pro tamanho dela, eram dois pequenos. O corpo dela era assim: uma mulher magrinha, sem muita bunda e sem muito peso. Rosto não muito bonito, mas mesmo assim dava pra ver que tava afim de mim. De uma vez, puxo a calça dela pra baixo, e ela tá super nervosa. Subo pra beijá-la e relaxá-la. Deito ela na cama e começo a acariciar a entreperna dela, tocando o clitóris suavemente em círculos. Ela tava molhada e tava gostando.
— Ah, ah, ah, ah, ah, ah, aaaaaaaaaaaah.
A cara que ela fazia era de surpresa e prazer. Pergunto baixinho se ela é virgem, e ela diz que sim, mas tava com vergonha. Falo que não precisa, porque se ela tivesse me falado antes, eu teria sido mais compreensivo e carinhoso. Começo a chupar os peitos dela, que cabem na minha boca, e ela geme de prazer. Ela me diz que gosta, que não sabia que era tão gostoso assim, enquanto acaricio a entreperna dela. Desço até a barriga dela e começo a beijar aquele ventre. Ela só fala que tô fazendo cócegas, mas que gosta. Aproveito que ela fica nervosa e tiro a calcinha dela. Ela só tá de calcinha. Falo pra ela não ter vergonha e tiro devagar. Ela tá super nervosa. Digo que ela é uma mulher linda e acaricio a vulva dela com a mão, até o clitóris, e começo a chupar. Ela se arrepia e começa a gemer baixinho, mexendo o quadril. Eu só continuo chupando devagar. Ela tá respirando. Rápido e com cara de prazer.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, haa, haa é, é tasty haaaaaaa.
Com a língua começo a meter dentro da buceta dela, lamber os lábios vaginais, levo o prazer dela ao extremo pra abrir os lábios da buceta dela, fico mais excitado só de pensar em penetrar ela, meu pau tá duro e ela me excita, é um sonho se realizando. Tiro meu pau, aproximo da cara dela e ela fica tipo impactada, falo pra ela pegar e ela pega, peço pra ela beijar e ela dá um beijo, assim não, peço pra ela chupar.
—Não sei o que tô fazendo. —Falo.
—Como um pirulito. —Com os olhos fechados, ela enfia meu pau na boca dela e começa a chupar, chupava bem, um pouco rápido e eu falei sua boca dá prazer.
—Gosto do jeito que você faz, chupava muito melhor. —Ficava excitado porque era tudo primeira vez dela, empurrava ela a se esforçar cada vez mais, gritei.
—Adoro como você mama, continua assim, é lindo.
Mamava com vontade de ter ele, claro que num momento, eu tava quase gozando, mando ela parar, porque a ideia de desvirginar a buceta dela me consumia, foi aí que eu deito ela de novo, falo pra ela abrir as pernas, ela abre mas pouco, com um pouco de medo, falo pra ela sentir meu pau e ela diz que sim, começo a esfregar, na buceta dela ela fala.
—É tasty, gostei. —Começa a ficar molhada, esfrego entrando, um pouco no clitóris dela, falo.
—Love, vai doer um pouco no começo, você tem que aguentar um pouco, é só um pouquinho, depois você vai gostar. —Ela me fala.
—Faz, faz tempo que sonho com esse momento, e que era você quem tava fazendo.
Já penetro ela, ela se solta, na cara dela já se via o prazer, sinto como meu pau entra mais confortável, como a buceta dela se molda ao meu pau e começa a lubrificar, dou uma pausa, invertemos, ela fica por cima de mim, coloco de novo, peço pra ela devagar, vai e vem, pego os dois peitos dela, começo a chupar, chupo como se fossem jorrar leite, os gemidos e palavras de prazer dela eram música pros meus ouvidos.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, haha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaa.
Já entregue ao prazer, ela se mexia como se quisesse sentir o máximo possível. Comecei a ver a cara de êxtase dela, sem dizer nada, sem gemer, só com a boca aberta e os olhos olhando pra minha cara de prazer. Seguimos por mais um tempo, até que ela se contraiu. Deixei ela aproveitar o primeiro orgasmo. Ela ficou parada um pouco, mas eu ainda não tinha gozado. Falei pra ela:
— Linda, você teve seu orgasmo.
— Foi, foi muito gostoso.
— É, mas eu ainda não consegui terminar. Preciso que isso seja um prazer pros dois, poder soltar o meu também.
— E o que eu faço se quero me satisfazer?!
Bom… quero colocar um pouquinho do meu pau no seu cuzinho. — Ela diz.
— Isso dá pra fazer. — Falo.
— Claro! Mas você é bobinha, como assim “dá pra fazer”? Claro que dá! E como tudo, no começo custa, mas depois é gostoso. Além disso, eu gosto muito e, se você for uma boa menina, quero fazer tudo em você. — Ela.
— Beleza, vamos fazer. — Falei.
— Fica de quatro, como uma cachorrinha.
Corri pro banheiro, peguei o condicionador de cabelo — é um bom lubrificante. Passei bem no meu pedaço, me coloquei atrás da bundinha dela, segurei na cintura dela, puxei um pouco pra trás, até que o buraquinho minúsculo dela ficou à mercê do meu pau. Tava escorregadio. Até que encaixou. O grito que ela deu porque entrei de uma vez com a cabeça toda. Ela gritava:
— Tira, tira, tá doendo! — Eu fiz o contrário. Segurei firme na cintura dela.
— Aguenta, por favor, já vou gozar. — Enquanto deslizava tudo pro fundo da bunda dela, todo o meu sabre.
— Sê boazinha, tá doendo muito. — Recuei um pouco. Tava tão excitado que fui de novo pra frente.
Os gritos de dor dela ficavam cada vez mais fortes. Já cheguei no fundo. Não sei se era o prazer de fazer tudo, mas minha mangueira jorrou tanta porra que chegou a transbordar. Fiquei um pouco, fui saindo devagar. Ela caiu de bruços, ficou esticada assim. Eu me deitei atrás dela, fiquei quieto, até começar a acariciar o rosto dela, o cabelo. Apoiei meu corpo e passei a brincar com os peitinhos dela, e falei: você é maravilhosa, me desculpa, eu me excedi. Da próxima vez vai ser mais suave. Doce e você vai sentir um prazer imenso. Falo pra ela que vamos lavar no banheiro, ela se levanta sem falar nada, entra no chuveiro e eu começo a brincar com meus dedos, fazer cócegas nela, ela solta um sorriso, eu continuo, ela já entra na brincadeira, eu tinha dominado ela ali. Começo a me lavar e a passar a mão nela toda, ela diz:
— Apesar de tudo, tô feliz, não quero ir embora. — Falo pra ela.
— Se você quer ficar, eu também, mas você tá disposta a fazer tudo? — Ela diz.
— Tudo. — Falo com medo.
— Beleza, terminar de moldar essa sua bunda pequenininha, meu pau e tomar meu leite, isso você gosta, claro, é um dos prazeres mais lindos que uma mulher pode me dar na vida.
Ela me diz que quer me satisfazer e, se eu gostar, quer chupar todo o sêmen que sair do meu pau. Falo que sou insaciável, com os pedidos, gosto de tudo. Ela diz que sim.
— Tudo o que você quiser, desde que não pare de me dar o prazer que eu senti hoje pela primeira vez. Quero que você encha minha buceta de sêmen. — Que ela quer continuar essa experiência e me sentir dentro dela, eu falei.
— Sim, te fazer minha vai ser completo e com tudo, como tem que ser, mas acho que por hoje já é demais. Se quiser, amanhã, domingo, vou cumprir minha promessa.
Assim, saímos no outro dia lá pela metade da manhã, nos encontramos, começamos a ir pra um albergue afastado, com o dia inteiro pela frente. Não paramos de nos acariciar, nos beijar, a gente devorava a boca uma da outra, ela tava tão ardente e tão excitada que quis pular o almoço. Me despiu assim que entramos no quarto, já pelada, caprichei em chupar ela, com minha boca na buceta dela, chupei tanto, tanto que ela gozou na minha boca, não conseguia parar de se contrair, também alternei.
— Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaa.
Colocando minha língua no buraquinho preto dela, que tava meio alargadinho. A gente se beijou, abri as pernas dela, penetrei, ela gemeu um pouco de dor, ainda tava apertada, mas logo sentiu como deslizava, ia e vinha com força, ela gozou de novo, tava eufórica. —Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Como eu não tinha terminado, ela se virou sozinha, oferecendo a bunda linda dela. Dessa vez eu trouxe um pote de vaselina. Passei em mim, coloquei devagar com meus dedos lá dentro. Ela ficou quietinha, deixou eu colocar até deixar tudo lubrificado. Quando entrei um pouco, na hora de ir pra frente, entrou tudo de uma vez só. Ela deu um grito.
—Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay.
Mas aguentou. Eu meti tanto e tão rápido que, quando já tava naquele formigamento, tirei bruscamente, assim, sujo. Virei ela e falei:
—Chupa.
Tava com cheiro, mas ela fechou os olhos, pegou, colocou na boca, chupou um pouco. Eu jorrei igual um chafariz tanta porra que ela quase engasgou, mas engoliu tudo. Esse foi o começo de uma longa putaria com aquela mulher, que era o que parecia. Mas, pra deixar ela contente e obediente:
—Você é minha mulher e minha dama dos prazeres.
—Sim, o que você disser. —Ela disse.
Fim…
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Olá a todos, pessoal porungueiro, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… Essa, como todos os meus relatos, é feita para vocês, para o prazer de vocês, mas preciso esclarecer algumas coisas: muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras sim, outras são fantasias que eu ou alguém próximo a mim teve e me confessou, outras são reais, mas não minhas — relatos de outras pessoas que me contam e que no fim eu consigo convencer a deixar eu publicar, claro com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso que não digo quem é quem, qual é minha ou qual não é, qual é real e qual não é. Acho que isso torna tudo mais interessante e faz a gente pensar. São muitas histórias que tenho, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do agrado de vocês. Sem mais delongas, aproveitem.
Essa é uma história que tem como centro uma colega de trabalho, a Samanta, que não era bonita, na verdade beirava o feio. Uns 22 anos, era uma mulher pouco atraente, magra, sem muito peito ou bunda. O que me chamava a atenção é que toda vez que a gente se encontrava, só de eu chegar perto ela ficava nervosa, virava o rosto ou ficava vermelha, o que dava a impressão de ser muito tímida. Um dia, com poucas desculpas, ela me pediu o número do celular. Sem problemas, eu dei. Ela disse:
— Se a gente pudesse conversar pelo chat. — Eu falei:
— Sim.
Me despedi com um beijo na bochecha, perto da boca, pra ver a reação dela. Ela mostrou aquele reflexo típico de uma tímida e insegura. Quando a gente começou a conversar pelo chat, ela me contou o que não conseguia confessar pessoalmente: que eu sou muito atraente, que ela gosta de mim, que queria que eu a beijasse, mas ao mesmo tempo sente uma vergonha escondida. Eu disse pra ela quebrar essa timidez total pelo chat. Se ela quisesse, a gente podia conversar ou até fazer uma sacanagem se ela se animasse. Imaginei que, com 22 anos, ela já não era mais virgem. Pra mim, divorciado e sem muito apego a nenhuma mulher… Uma transa casual é sempre bem-vinda. Ela me responde que gostaria de avançar na safadeza. Então começo a conversar de forma sexual, minha primeira pergunta: o que ela gostaria de fazer ou que experiência já tinha tido. Ela não me dá muita pista do que faria se decidíssemos aprontar. Aí vou fundo e começo a dizer que chuparia os peitos dela e acariciaria a virilha dela, um começo suave, porque ela não falava nada sexual, agia tímida, e me diz que gosta e se era só isso que eu faria. Eu falei:
—Não, coloca uma figura imaginária.
Continuei no clima sexual, pra dizer: depois de acariciar seu corpo, minhas mãos, com suavidade, tirariam uma por uma suas roupas, acompanhando com minha boca, meus lábios, minha língua. Eu chuparia até ficar molhada, e quando estivesse bem molhada, aproximaria meu pau, passando por todos os seus lábios da buceta, pra, aos poucos, ir enfiando, até sentir como sua buceta molhada me faria sentir o prazer que te daria. Só de te falar, meu pau sedento pela sua buceta pulsa sem parar. Sei que nesse momento sua respiração tá pesada, e acho que, se você se tocar, tá molhada.
—Como nunca, ai não, faz, não para.
Leva sua mão e sente como é gostoso. Acho que você vai pra casa ensopada, mas escolhe o caminho. Mesmo que não me diga, sei que tá encharcada. Amanhã, quando voltar a trabalhar, vem pensando em prazer, vamos continuar assim conversando. No dia seguinte, quando abro o computador, o chat já tava aberto. Voltamos a conversar, começo dizendo: tava me esperando? Sim, a verdade é que sim. E você gostou do tom da minha proposta? Sim, um pouco pesado, mas não foi grave. Hoje não serei tão discreto, vou despertar mais sua safadeza. Ela continua tímida, mas começa a se soltar, diz que quer saber o que mais eu faria. Aí descarrego toda a bateria do meu repertório. Faço isso de forma sublime, delicada. Você tá se tocando? Não. E se eu me tocar? Nunca igual. Acho que ela fez mais que isso, pra mim se masturbou, depois de uma longa... Pausa, ela sai com aquele papo de se eu realmente faria tudo o que digo (era uma investida pesada), e eu falo: "Me testa, não vou te decepcionar, vou te fazer gozar tanto que você vai querer repetir". Ela me diz que gostaria de experimentar. O dia termina, era fim de semana, sábado trabalhava só meio dia, não deu tempo de conversar. Então, doido que sou, vou atrás dela. Ela tava num setor de escritórios, de expedição, onde eu sabia que não tinha ninguém. Encontro ela de frente, ela com cara de espanto e surpresa, não queria me encarar, virava o rosto de vergonha. Mas como tava sozinho com ela, encosto ela na parede e dou um beijo na boca, repeti bem fundo. Aí, pra minha surpresa, é ela que começa a me chupar a boca.
— Tava muito quente. — Ela diz. — Só nos meus sonhos um homem me beijava.
— Viu, sou de carne e osso.
Então, vamos largar o chat e aproveitar que hoje trabalhamos meio dia. Avancei nela e, depois de alguma hesitação, ela me diz que sim. Na saída, olho pra ela, tava rodeada pelos amigos, e chamo ela sem me mostrar. Ela atende e me diz que os amigos convidaram ela pra almoçar, como sempre faziam aos sábados. Não sabia o que dizer pra escapar. Isso me irritou pra caralho, já tinha feito todo um filme na cabeça, mesmo sendo meio feinha, pra mim era questão de ter ficado excitado. Falo pra ela decidir o que quer fazer: se ir com os amigos. Ela não me diz que me deseja. Falo: "Inventa uma desculpa, vou te esperar". Meu pau tava explodindo, um vulcão. Uma hora depois de esperar, vejo ela chegar nervosa, com muita vergonha.
Meu rosto já mudou, assim como meu humor. Quando ela sobe, beijo ela bem fundo, ligo o carro e sigo direto pra um motel. Ao chegar no motel, ela começa a vacilar, diz que nunca entrou num desses, e acho que começa a amarelar. Fala pra eu entender, queria falar no celular, não sei com quem, a mão tremia, o rosto dela tava vermelho tomate. Digo: "Se não quer nada comigo, fala". E ela diz que quer. Meto ela pra dentro. Quarto. Quando entro e fecho a porta, tiro o celular da mão dela. Falo pra ela não pegar, senão eu fico bravo. Ela, com medo e receio, me diz que o medo era de ficar sozinha com um homem num quarto pela primeira vez. Pensei que era por ser reservada e inexperiente. Começo a beijá-la, do jeito que ela gosta, e ela responde fundo. Cruzamos nossas línguas, lábios. Passo minhas mãos pela bunda e cintura dela, ela se empolga. Começamos a nos devorar de beijo, brincando. Arranco a camisa dela, tiro a minha, e ela me pede pra apagar a luz. Digo:
— Quero te ver. Ela tá tão nervosa.
Atendo, apago. Tiro a regata dela devagar enquanto beijo seu pescoço e seus peitos. Pro tamanho dela, eram dois pequenos. O corpo dela era assim: uma mulher magrinha, sem muita bunda e sem muito peso. Rosto não muito bonito, mas mesmo assim dava pra ver que tava afim de mim. De uma vez, puxo a calça dela pra baixo, e ela tá super nervosa. Subo pra beijá-la e relaxá-la. Deito ela na cama e começo a acariciar a entreperna dela, tocando o clitóris suavemente em círculos. Ela tava molhada e tava gostando.
— Ah, ah, ah, ah, ah, ah, aaaaaaaaaaaah.
A cara que ela fazia era de surpresa e prazer. Pergunto baixinho se ela é virgem, e ela diz que sim, mas tava com vergonha. Falo que não precisa, porque se ela tivesse me falado antes, eu teria sido mais compreensivo e carinhoso. Começo a chupar os peitos dela, que cabem na minha boca, e ela geme de prazer. Ela me diz que gosta, que não sabia que era tão gostoso assim, enquanto acaricio a entreperna dela. Desço até a barriga dela e começo a beijar aquele ventre. Ela só fala que tô fazendo cócegas, mas que gosta. Aproveito que ela fica nervosa e tiro a calcinha dela. Ela só tá de calcinha. Falo pra ela não ter vergonha e tiro devagar. Ela tá super nervosa. Digo que ela é uma mulher linda e acaricio a vulva dela com a mão, até o clitóris, e começo a chupar. Ela se arrepia e começa a gemer baixinho, mexendo o quadril. Eu só continuo chupando devagar. Ela tá respirando. Rápido e com cara de prazer.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, haa, haa é, é tasty haaaaaaa.
Com a língua começo a meter dentro da buceta dela, lamber os lábios vaginais, levo o prazer dela ao extremo pra abrir os lábios da buceta dela, fico mais excitado só de pensar em penetrar ela, meu pau tá duro e ela me excita, é um sonho se realizando. Tiro meu pau, aproximo da cara dela e ela fica tipo impactada, falo pra ela pegar e ela pega, peço pra ela beijar e ela dá um beijo, assim não, peço pra ela chupar.
—Não sei o que tô fazendo. —Falo.
—Como um pirulito. —Com os olhos fechados, ela enfia meu pau na boca dela e começa a chupar, chupava bem, um pouco rápido e eu falei sua boca dá prazer.
—Gosto do jeito que você faz, chupava muito melhor. —Ficava excitado porque era tudo primeira vez dela, empurrava ela a se esforçar cada vez mais, gritei.
—Adoro como você mama, continua assim, é lindo.
Mamava com vontade de ter ele, claro que num momento, eu tava quase gozando, mando ela parar, porque a ideia de desvirginar a buceta dela me consumia, foi aí que eu deito ela de novo, falo pra ela abrir as pernas, ela abre mas pouco, com um pouco de medo, falo pra ela sentir meu pau e ela diz que sim, começo a esfregar, na buceta dela ela fala.
—É tasty, gostei. —Começa a ficar molhada, esfrego entrando, um pouco no clitóris dela, falo.
—Love, vai doer um pouco no começo, você tem que aguentar um pouco, é só um pouquinho, depois você vai gostar. —Ela me fala.
—Faz, faz tempo que sonho com esse momento, e que era você quem tava fazendo.
Já penetro ela, ela se solta, na cara dela já se via o prazer, sinto como meu pau entra mais confortável, como a buceta dela se molda ao meu pau e começa a lubrificar, dou uma pausa, invertemos, ela fica por cima de mim, coloco de novo, peço pra ela devagar, vai e vem, pego os dois peitos dela, começo a chupar, chupo como se fossem jorrar leite, os gemidos e palavras de prazer dela eram música pros meus ouvidos.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, haha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaa.
Já entregue ao prazer, ela se mexia como se quisesse sentir o máximo possível. Comecei a ver a cara de êxtase dela, sem dizer nada, sem gemer, só com a boca aberta e os olhos olhando pra minha cara de prazer. Seguimos por mais um tempo, até que ela se contraiu. Deixei ela aproveitar o primeiro orgasmo. Ela ficou parada um pouco, mas eu ainda não tinha gozado. Falei pra ela:
— Linda, você teve seu orgasmo.
— Foi, foi muito gostoso.
— É, mas eu ainda não consegui terminar. Preciso que isso seja um prazer pros dois, poder soltar o meu também.
— E o que eu faço se quero me satisfazer?!
Bom… quero colocar um pouquinho do meu pau no seu cuzinho. — Ela diz.
— Isso dá pra fazer. — Falo.
— Claro! Mas você é bobinha, como assim “dá pra fazer”? Claro que dá! E como tudo, no começo custa, mas depois é gostoso. Além disso, eu gosto muito e, se você for uma boa menina, quero fazer tudo em você. — Ela.
— Beleza, vamos fazer. — Falei.
— Fica de quatro, como uma cachorrinha.
Corri pro banheiro, peguei o condicionador de cabelo — é um bom lubrificante. Passei bem no meu pedaço, me coloquei atrás da bundinha dela, segurei na cintura dela, puxei um pouco pra trás, até que o buraquinho minúsculo dela ficou à mercê do meu pau. Tava escorregadio. Até que encaixou. O grito que ela deu porque entrei de uma vez com a cabeça toda. Ela gritava:
— Tira, tira, tá doendo! — Eu fiz o contrário. Segurei firme na cintura dela.
— Aguenta, por favor, já vou gozar. — Enquanto deslizava tudo pro fundo da bunda dela, todo o meu sabre.
— Sê boazinha, tá doendo muito. — Recuei um pouco. Tava tão excitado que fui de novo pra frente.
Os gritos de dor dela ficavam cada vez mais fortes. Já cheguei no fundo. Não sei se era o prazer de fazer tudo, mas minha mangueira jorrou tanta porra que chegou a transbordar. Fiquei um pouco, fui saindo devagar. Ela caiu de bruços, ficou esticada assim. Eu me deitei atrás dela, fiquei quieto, até começar a acariciar o rosto dela, o cabelo. Apoiei meu corpo e passei a brincar com os peitinhos dela, e falei: você é maravilhosa, me desculpa, eu me excedi. Da próxima vez vai ser mais suave. Doce e você vai sentir um prazer imenso. Falo pra ela que vamos lavar no banheiro, ela se levanta sem falar nada, entra no chuveiro e eu começo a brincar com meus dedos, fazer cócegas nela, ela solta um sorriso, eu continuo, ela já entra na brincadeira, eu tinha dominado ela ali. Começo a me lavar e a passar a mão nela toda, ela diz:
— Apesar de tudo, tô feliz, não quero ir embora. — Falo pra ela.
— Se você quer ficar, eu também, mas você tá disposta a fazer tudo? — Ela diz.
— Tudo. — Falo com medo.
— Beleza, terminar de moldar essa sua bunda pequenininha, meu pau e tomar meu leite, isso você gosta, claro, é um dos prazeres mais lindos que uma mulher pode me dar na vida.
Ela me diz que quer me satisfazer e, se eu gostar, quer chupar todo o sêmen que sair do meu pau. Falo que sou insaciável, com os pedidos, gosto de tudo. Ela diz que sim.
— Tudo o que você quiser, desde que não pare de me dar o prazer que eu senti hoje pela primeira vez. Quero que você encha minha buceta de sêmen. — Que ela quer continuar essa experiência e me sentir dentro dela, eu falei.
— Sim, te fazer minha vai ser completo e com tudo, como tem que ser, mas acho que por hoje já é demais. Se quiser, amanhã, domingo, vou cumprir minha promessa.
Assim, saímos no outro dia lá pela metade da manhã, nos encontramos, começamos a ir pra um albergue afastado, com o dia inteiro pela frente. Não paramos de nos acariciar, nos beijar, a gente devorava a boca uma da outra, ela tava tão ardente e tão excitada que quis pular o almoço. Me despiu assim que entramos no quarto, já pelada, caprichei em chupar ela, com minha boca na buceta dela, chupei tanto, tanto que ela gozou na minha boca, não conseguia parar de se contrair, também alternei.
— Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaa.
Colocando minha língua no buraquinho preto dela, que tava meio alargadinho. A gente se beijou, abri as pernas dela, penetrei, ela gemeu um pouco de dor, ainda tava apertada, mas logo sentiu como deslizava, ia e vinha com força, ela gozou de novo, tava eufórica. —Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Como eu não tinha terminado, ela se virou sozinha, oferecendo a bunda linda dela. Dessa vez eu trouxe um pote de vaselina. Passei em mim, coloquei devagar com meus dedos lá dentro. Ela ficou quietinha, deixou eu colocar até deixar tudo lubrificado. Quando entrei um pouco, na hora de ir pra frente, entrou tudo de uma vez só. Ela deu um grito.
—Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay.
Mas aguentou. Eu meti tanto e tão rápido que, quando já tava naquele formigamento, tirei bruscamente, assim, sujo. Virei ela e falei:
—Chupa.
Tava com cheiro, mas ela fechou os olhos, pegou, colocou na boca, chupou um pouco. Eu jorrei igual um chafariz tanta porra que ela quase engasgou, mas engoliu tudo. Esse foi o começo de uma longa putaria com aquela mulher, que era o que parecia. Mas, pra deixar ela contente e obediente:
—Você é minha mulher e minha dama dos prazeres.
—Sim, o que você disser. —Ela disse.
Fim…
1 comentários - Desflorar uma virgem de 22 anos