sexo en la estancia. Parte tres

Depois da foda incrível que o Fabrício me deu, fiquei obcecada pelo pau dele, queria mais mas não pudemos nos ver muito. Sábado à noite era o casamento, nesse dia não aguentei, levantei super cedo sabendo que tinha que preparar os cavalos para a carruagem dos noivos.

Coloquei uma saia jeans sem nada por baixo e uma regata preta meio larga, sem sutiã. Só queria rola e ele não se surpreendeu ao me ver, virou-se e sentou sem dizer nada. Caminhei até ele e me abaixei para chupar aquela delícia de pau. Enfiei aquela cabecinha gostosa na minha boca enquanto apalpava o tronco e as bolas dele com as mãos, devagar fui enfiando tudo, chegou até a garganta mas aguentei, deixei lá. Minha língua brincava, sentia ele pulsar, mas do nada ele puxa e me levanta. "Vai marcar seus joelhos", ele diz e trocamos de lugar. Agora eu estou sentada e ele percorre minha buceta com a língua, chupa, passa a língua e depois enfia na minha vagina e mexe. Não consigo evitar e gozo, e ele chupa tudo de maneira luxuriosa.

Ele se levanta, me pega pela cintura e enquanto me apoia, caminhamos até um canto onde as selas estão apoiadas num tronco. Ele me apoia em uma, levanta minha saia e enfia de uma vez. Eu empino um pouco mais a bunda e ele entra até o fundo, deixa lá um momento, me fazendo desejar. Me movimento suavemente e ele agarra meu quadril forte e começa a me foder com força. Gozo de novo e ele me fode mais enquanto sinto ele meter um dedo no meu cu, me deixa ainda mais excitada. Ele continua fodendo, se aproxima e sussurra no meu ouvido: "Está ficando tarde, amanhã de manhã todo mundo vai estar dormindo e vamos pro campo". Ele dá mais duas estocadas, desce e me dá um beijo no cu, um beijo longo. Ajeita minha saia, me viro e digo até amanhã, beijando o pau dele.

O casamento aconteceu, foi uma festa incrível, a Pía e sua família e amigos super felizes. Eu só pensava na manhã seguinte, fingi uma dor de cabeça e estar muito triz por ter que ir dormir cedo. Três e meia eu estava na cama e como tinha tomado várias taças de vinho, dormi rápido. não sem antes ajustar o despertador para as 7.
Acordei e tomei banho; havia um silêncio absoluto na propriedade. Fui até os currais e lá estava ele: "você é boa, veio com roupa para montar, pegue este cavalo". E fomos campo adentro, chegamos a uma parte cercada por árvores, não se via nada ao redor, estávamos suficientemente longe, então me senti tranquila.
Ele tirou algumas mantas; na minha sela havia água e coisas para comer, tiramos tudo. Depois, ele pegou uma bolsinha de couro e tirou cordas. "Você vai me amarrar?", perguntei. "Você já vai ver", respondeu.
Eu observava cada coisa com curiosidade e já estava ficando excitada. Ele foi até uma árvore e amarrou a corda. "Tire a roupa". Obedeci, fiquei nua e ele veio até mim, comeu minha boca, meus peitos, enquanto me masturbava com uma mão. Me levou até as mantas e lá estava eu, jogada nua no meio do nada, com aquele homem percorrendo todo o meu corpo com a boca. De repente, sinto algo grosso na minha **pussy** depilada, ele me abre e derrama mais daquilo. Olho e era mel. "Vou tomar café da manhã", disse, e começou a comer todo o mel da minha **pussy**. Me teve ali não sei quanto tempo, não parava de chupar. Me virou e derramou nas minhas costas, percorreu minha coluna para lamber todo o fio de mel e chegou ao meu cuzinho, enfiava a língua enquanto metia dedos na minha **pussy** super molhada. "Me come", implorei, mas ele não o fez.
Parou, se despiu na minha frente e sentou. "Agora você vai tomar café da manhã". Passou mel no **pau** e eu comi, aproveitei cada gota de mel, primeiro só com a língua, depois desci até as bolas, lambi tudo enquanto fazia uma **punheta** nele, depois chupei tudo, que delícia, fico molhada só de pensar. Comi até não ter mais gosto de mel. E montei nele, estava louca, subia e descia daquele **pauzão** gigante, a cada estocada me abria mais. Depois ele me segurou para eu ficar quieta e ele se movia dentro de mim enquanto enfiava dedos no meu **cuzinho** minúsculo, primeiro um, depois dois, depois três, estava enlouquecendo, ele me fez explodir. "Vira de lado", disse, e eu virei. minhas pernas tremiam.
paramos, ele pegou minhas mãos e amarrou, fiquei de braços pra cima e em pé, ele chupou meus peitos, mordia e tentava colocar quase inteiros na boca, pegou minhas pernas pra que eu envolvesse seus quadris e me fodeu assim, suspensa na árvore, continuou estimulando meu buraco, "mais mais mais me dá mais, empurra, me dá ahhh aaaaaaaaaaahh ahhaaaaaaaah" e gozei de novo, ele me soltou e me virou, começou a esfregar a cabeça na minha bunda, confesso que me assustei um pouco com a ideia de algo assim entrar na minha bunda. "agora você vai ficar bem domada" e começou a enfiar a cabeça devagar, bem devagar, era uma mistura de dor e prazer até sentir ela toda dentro de mim, e ele começou a se mover devagar, bem devagar, tirava quase toda, deixando só a cabecinha dentro e enfiava suavemente de novo, eu me sentia nas nuvens, ele fez assim várias vezes e do nada acelerou sem piedade, minha bunda estava aberta e ele sabia, uffffffff que foda gostosa ele me deu, me comia, agarrava meus peitos, me batia na buceta "agarra meus peitos mais forte, não, mais forte, filho da puta" e ele fez, apertou com as duas mãos e me dava pau no cu. delícia, aquela sensação quando consegui que ele gozasse, me desamarrou, me segurou deitando de costas, se ajeitou e colocou minha perninha típica no ombro, cuspiu na piroca e enfiou de novo na bunda, fechei os olhos e me concentrei em sentir toda aquela carne dentro de mim, passou um bom tempo e sinto algo tipo outro pau na minha buceta, era o de couro trançado, prazer duplo, fiz cara de puta ainda mais aberta e agarrava meus peitos, no olhar dele dava pra ver como ele gostava, "me dá mais pau, quero mais mais pau, ayyyyy siiiii mais mais" eu dizia enquanto não parava de tocar meus peitos até que pufffff senti um jato grande de porra na minha bunda, um líquido quente saía do meu buraco e se misturava com os meus fluidos da buceta, quando me recompus olhei em volta e o sol estava super alto, comemos frutas os dois pelados, nos lavamos com A água que levamos fizemos um bom 69 por um tempo. "Por favor, me dá pau" eu disse, fiquei de quatro e olhei para ele com minha melhor cara de puta. Sem hesitar, ele me deu duro. "Sou uma garota sexy, puta, me dá, me dá", "então você é puta", ele disse. "Éguas vadias são castigadas" e me deu palmadas fortes enquanto me comia. Senti como se ele não estivesse agindo como um animal, me batia e me dava mais. Aí ele mete o dedo de novo e me diz: "Vamos ver se com isso você se comporta bem" e mete de uma vez e me fode, me fode até terminar. Tira e mete na minha use the word: boceta encharcada, me dá estocadas e palmadas nas nádegas ao mesmo tempo. Tira, deita e ordena: "Monta, puta, até que não esteja mais dura". Eu fiz, montei até minhas forças acabarem. Quando diminuía o ritmo, ele batia nos meus peitos: "Monta, eu disse". E montei, montei e montei, gozei três vezes, não aguentava mais, e aí ele gozou dessa vez na minha use the word: boceta. "Vem, te limpo e você me limpa": de novo outro 69, como havíamos começado. A segunda rodada dessa vez para fechar o dia.

Nos vestimos, voltamos para a estância, já era bem na hora da sesta, tinha muita gente.

Quando cheguei, Pía me disse que estava preocupada. "Fui montar um pouco e me distraí quase o dia todo, mas já me sinto muito melhor do que ontem à noite", eu disse.

1 comentários - sexo en la estancia. Parte tres