Depois da porrada violenta que o Fabrício me deu, fiquei obcecada pela pica dele. Queria mais, mas não deu pra gente se ver por muito tempo. Sábado à noite era o casamento, e naquele dia eu não aguentei. Acordei cedíssimo, sabia que tinha que preparar os cavalos pra carroça dos noivos.
Vesti uma saia jeans sem nada por baixo e uma regata preta meio solta, sem sutiã. Só queria pica mesmo. Ele nem se surpreendeu ao me ver, se virou e sentou sem dizer nada. Caminhei até ele, me agachei e comecei a chupar aquela pica gostosa. Enfiei aquela cabeça deliciosa na minha boca enquanto passava a mão devagar no tronco dele e nas bolas. Fui enfiando tudo, chegou até minha garganta, mas aguentei. Segurei ela lá, minha língua brincando, sentia ela pulsando. Mas do nada ele tirou e me levantou. "Seus joelhos vão ficar marcados", ele disse, e trocamos de lugar. Agora eu tava sentada, e ele tava passando a língua na minha buceta, chupando. Passou a língua e depois meteu dentro de mim, mexendo. Não consegui evitar e gozei, e ele chupou tudo com gosto. Ele se levantou, me pegou pela cintura e, enquanto me apoiava, a gente foi andando até um canto onde as selas descansavam num tronco. Me apoiou numa delas, levantou minha saia e meteu de uma vez. Eu empinei um pouco mais a raba e ele foi até o fundo. Deixou ela lá parada, me fazendo desejar. Me mexi devagar, e ele segurou firme minha cintura e começou a me comer com força, com força. Gozei de novo, e ele continuou me fodendo enquanto sentia ele enfiar um dedo no meu cu. Me deixou mais excitada. Continuou comendo, se aproximou e sussurrou no meu ouvido: "Tá ficando tarde. Amanhã de manhã, todo mundo vai dormir, e a gente vai pro campo." Deu mais duas estocadas, abaixou e me deu um beijo na bunda. Um beijo longo. Ajeitou minha saia, me virei e falei "até amanhã", e beijei a pica dele.
O casamento rolou, foi uma festa do caralho. A Pia, a família e os amigos estavam todos super felizes. Eu só pensava na manhã seguinte. Simulei uma dor de cabeça e falei que tava muito triste por ter que ir dormir cedo. Três e meia da manhã eu tava na cama, e como tinha tomado vários copos de vinho, dormi rápido. mas não sem antes colocar o despertador pras 7.
Acordei e tomei banho, tinha um silêncio absoluto no lugar. Fui até os currais e lá estava ele, "você é boa, vestiu roupa pra montar, pega esse cavalo" e fomos campo adentro, chegamos até uma parte rodeada de árvores, não dava pra ver nada ao redor por fora, estávamos longe o suficiente, então me senti tranquila.
Ele tirou uns cobertores, na minha sela tinha água e coisas pra comer, tiramos tudo. Depois ele pegou uma bolsinha de couro e tirou cordas. "Vai me amarrar?" perguntei, "já vai ver" respondeu.
Olhava com curiosidade cada coisa e me excitava. Ele foi até uma árvore e amarrou a corda. "Tira a roupa" e obedeci, fiquei nua e ele veio até mim, comeu minha boca, meus peitos enquanto me punhetava com uma mão, me levou até os cobertores e ali estava eu, jogada nua no meio do nada com aquele homem percorrendo com a boca todo o meu corpo. De repente sinto algo grosso na minha pussy depilada, ele me abre e derrama mais daquilo, olho e é mel. "Vou tomar café da manhã" disse e começou a comer todo o mel da minha pussy, me deixou ali não sei quanto tempo, não parava de chupar ela. Me virou e derramou nas minhas costas e na minha bunda, percorreu minhas costas pra tirar todo o fio de mel e chegou no meu buraco, afundava a língua enquanto enfiava dedos na minha pussy super molhada. "Me fode" implorei, mas ele não fez.
Parou, se despiu na minha frente e sentou. "Agora você vai tomar café da manhã". Passou mel na cock e eu comi, aproveitei cada gota de mel, primeiro só com a língua, depois desci até os ovos, chupei eles enquanto fazia uma masturbação nele, depois chupei ela toda, que gostoso, molhado, só de pensar naquele momento comi tudo até não ter mais gosto de mel. E montei nele, tava louca, subia e descia naquela pijota gigante, a cada estocada me abria mais. Depois ele me segurou pra eu ficar quieta e ele se movia dentro de mim enquanto colocava dedo na minha tiny ass, primeiro um, depois dois, depois três, tava louca, me fez explodir, parte disse e eu fiz, mesmo assim. Minhas pernas tremiam.
A gente parou, ele me pegou pelas mãos e amarrou elas. Fiquei de braços pra cima e de pé. Ele comeu meus peitos, mordia e tentava colocar quase inteiros na boca dele. Me pegou pelas pernas de um jeito que eu rodeei a cintura dele e me comeu assim, suspensa na árvore. Continuava estimulando meu buraco. "Mais, mais, mais, me dá mais, empurra, me dá... ahhh, aaaaaaaaaaah, ahhaaaaaaaah" e gozei de novo. Ele me soltou e me virou. Começou a roçar a cabeça na minha bunda. Pra ser sincera, me assustava um pouco que uma coisa daquelas entrasse na minha bunda. "Agora sim você vai ficar bem domada" e começou a meter a cabeça devagar, bem devagar. Era uma mistura de dor e prazer até que senti ela dentro de mim, toda dentro, e ele começou a se mover devagar, bem devagar. Tirava completamente, deixando só a cabeça dentro, e metia de novo suavemente. Eu me sentia nas nuvens. Ele fez isso várias vezes e do nada acelerou sem piedade. Minha bunda estava aberta e ele sabia disso. Uffff, que trepada gostosa que ele me deu. Ele me comia, me agarrava os peitos, me batia. "Me agarra os peitos mais forte, não, mais forte, filho da puta" e ele fez isso. Apertou meus peitos com as duas mãos e me meteu a pica no cu. Gostosa essa sensação quando ele consegue me fazer gozar. Ele me desamarrou, me segurou, se deitou de barriga pra cima, se ajeitou e colocou minha perninha no ombro, cuspiu na piroca dele e meteu de novo na minha bunda. Fechei os olhos e me concentrei em sentir toda aquela carne dentro de mim. Passou um tempão e sinto algo como outra pica na minha buceta. Era a de couro trançado. Prazer duplo. Fiz a maior cara de puta e me agarrava os peitos. No olhar dele dava pra ver como ele gostava. "Me dá mais pica, quero mais, mais pica, ayyyy sim, mais, mais" eu dizia enquanto não parava de tocar meus peitos até que puff, senti um grande jato de porra na minha bunda. Um líquido quente saía do meu buraco e se misturava com os fluidos da minha buceta. Quando me recompus, olhei ao redor e o sol estava super alto. Comemos umas frutas, os dois nus, nos lavamos com... A água que levamos, fizemos um belo 69 por um tempo. "Por favor, me dá o cock", eu pedi. Fiquei de quatro e olhei pra ele com minha melhor cara de puta. Sem hesitar, ele me comeu gostoso. "Sou uma gostosa sexy, me dá, me dá", falei. "Então você é uma putinha", ele disse. "Éguas vadias são castigadas." E me deu tapas fortes enquanto me comia. Senti ele agindo como um animal, me batendo e me dando mais. Aí ele enfia o dedo de novo e fala: "Vamos ver se com isso você se comporta." E mete de uma vez, me fodeu, me fodeu até gozar. Tira e coloca na minha pussy molhadíssima, me dando estocadas e palmadas ao mesmo tempo. Tira, deita e ordena: "Monta, putinha, até eu não aguentar mais." Eu montei até acabar minhas forças. Quando eu parava o ritmo, ele batia nos meus peitos: "Monta, eu disse." E eu montei, montei, montei. Gozei três vezes, não aguentava mais. Aí ele gozou dessa vez na minha pussy. "Vem, vou te limpar e você me limpa." De novo outro 69, como tínhamos começado a segunda rodada, dessa vez pra fechar o dia.
Nos vestimos, voltamos pra fazenda já era bem tarde da tarde, tinha muita gente. Quando cheguei, Pía disse que estava preocupada. "Fui montar um pouco e me distraí quase o dia todo, mas já me sinto muito melhor do que ontem à noite", falei.
Vesti uma saia jeans sem nada por baixo e uma regata preta meio solta, sem sutiã. Só queria pica mesmo. Ele nem se surpreendeu ao me ver, se virou e sentou sem dizer nada. Caminhei até ele, me agachei e comecei a chupar aquela pica gostosa. Enfiei aquela cabeça deliciosa na minha boca enquanto passava a mão devagar no tronco dele e nas bolas. Fui enfiando tudo, chegou até minha garganta, mas aguentei. Segurei ela lá, minha língua brincando, sentia ela pulsando. Mas do nada ele tirou e me levantou. "Seus joelhos vão ficar marcados", ele disse, e trocamos de lugar. Agora eu tava sentada, e ele tava passando a língua na minha buceta, chupando. Passou a língua e depois meteu dentro de mim, mexendo. Não consegui evitar e gozei, e ele chupou tudo com gosto. Ele se levantou, me pegou pela cintura e, enquanto me apoiava, a gente foi andando até um canto onde as selas descansavam num tronco. Me apoiou numa delas, levantou minha saia e meteu de uma vez. Eu empinei um pouco mais a raba e ele foi até o fundo. Deixou ela lá parada, me fazendo desejar. Me mexi devagar, e ele segurou firme minha cintura e começou a me comer com força, com força. Gozei de novo, e ele continuou me fodendo enquanto sentia ele enfiar um dedo no meu cu. Me deixou mais excitada. Continuou comendo, se aproximou e sussurrou no meu ouvido: "Tá ficando tarde. Amanhã de manhã, todo mundo vai dormir, e a gente vai pro campo." Deu mais duas estocadas, abaixou e me deu um beijo na bunda. Um beijo longo. Ajeitou minha saia, me virei e falei "até amanhã", e beijei a pica dele.
O casamento rolou, foi uma festa do caralho. A Pia, a família e os amigos estavam todos super felizes. Eu só pensava na manhã seguinte. Simulei uma dor de cabeça e falei que tava muito triste por ter que ir dormir cedo. Três e meia da manhã eu tava na cama, e como tinha tomado vários copos de vinho, dormi rápido. mas não sem antes colocar o despertador pras 7.
Acordei e tomei banho, tinha um silêncio absoluto no lugar. Fui até os currais e lá estava ele, "você é boa, vestiu roupa pra montar, pega esse cavalo" e fomos campo adentro, chegamos até uma parte rodeada de árvores, não dava pra ver nada ao redor por fora, estávamos longe o suficiente, então me senti tranquila.
Ele tirou uns cobertores, na minha sela tinha água e coisas pra comer, tiramos tudo. Depois ele pegou uma bolsinha de couro e tirou cordas. "Vai me amarrar?" perguntei, "já vai ver" respondeu.
Olhava com curiosidade cada coisa e me excitava. Ele foi até uma árvore e amarrou a corda. "Tira a roupa" e obedeci, fiquei nua e ele veio até mim, comeu minha boca, meus peitos enquanto me punhetava com uma mão, me levou até os cobertores e ali estava eu, jogada nua no meio do nada com aquele homem percorrendo com a boca todo o meu corpo. De repente sinto algo grosso na minha pussy depilada, ele me abre e derrama mais daquilo, olho e é mel. "Vou tomar café da manhã" disse e começou a comer todo o mel da minha pussy, me deixou ali não sei quanto tempo, não parava de chupar ela. Me virou e derramou nas minhas costas e na minha bunda, percorreu minhas costas pra tirar todo o fio de mel e chegou no meu buraco, afundava a língua enquanto enfiava dedos na minha pussy super molhada. "Me fode" implorei, mas ele não fez.
Parou, se despiu na minha frente e sentou. "Agora você vai tomar café da manhã". Passou mel na cock e eu comi, aproveitei cada gota de mel, primeiro só com a língua, depois desci até os ovos, chupei eles enquanto fazia uma masturbação nele, depois chupei ela toda, que gostoso, molhado, só de pensar naquele momento comi tudo até não ter mais gosto de mel. E montei nele, tava louca, subia e descia naquela pijota gigante, a cada estocada me abria mais. Depois ele me segurou pra eu ficar quieta e ele se movia dentro de mim enquanto colocava dedo na minha tiny ass, primeiro um, depois dois, depois três, tava louca, me fez explodir, parte disse e eu fiz, mesmo assim. Minhas pernas tremiam.
A gente parou, ele me pegou pelas mãos e amarrou elas. Fiquei de braços pra cima e de pé. Ele comeu meus peitos, mordia e tentava colocar quase inteiros na boca dele. Me pegou pelas pernas de um jeito que eu rodeei a cintura dele e me comeu assim, suspensa na árvore. Continuava estimulando meu buraco. "Mais, mais, mais, me dá mais, empurra, me dá... ahhh, aaaaaaaaaaah, ahhaaaaaaaah" e gozei de novo. Ele me soltou e me virou. Começou a roçar a cabeça na minha bunda. Pra ser sincera, me assustava um pouco que uma coisa daquelas entrasse na minha bunda. "Agora sim você vai ficar bem domada" e começou a meter a cabeça devagar, bem devagar. Era uma mistura de dor e prazer até que senti ela dentro de mim, toda dentro, e ele começou a se mover devagar, bem devagar. Tirava completamente, deixando só a cabeça dentro, e metia de novo suavemente. Eu me sentia nas nuvens. Ele fez isso várias vezes e do nada acelerou sem piedade. Minha bunda estava aberta e ele sabia disso. Uffff, que trepada gostosa que ele me deu. Ele me comia, me agarrava os peitos, me batia. "Me agarra os peitos mais forte, não, mais forte, filho da puta" e ele fez isso. Apertou meus peitos com as duas mãos e me meteu a pica no cu. Gostosa essa sensação quando ele consegue me fazer gozar. Ele me desamarrou, me segurou, se deitou de barriga pra cima, se ajeitou e colocou minha perninha no ombro, cuspiu na piroca dele e meteu de novo na minha bunda. Fechei os olhos e me concentrei em sentir toda aquela carne dentro de mim. Passou um tempão e sinto algo como outra pica na minha buceta. Era a de couro trançado. Prazer duplo. Fiz a maior cara de puta e me agarrava os peitos. No olhar dele dava pra ver como ele gostava. "Me dá mais pica, quero mais, mais pica, ayyyy sim, mais, mais" eu dizia enquanto não parava de tocar meus peitos até que puff, senti um grande jato de porra na minha bunda. Um líquido quente saía do meu buraco e se misturava com os fluidos da minha buceta. Quando me recompus, olhei ao redor e o sol estava super alto. Comemos umas frutas, os dois nus, nos lavamos com... A água que levamos, fizemos um belo 69 por um tempo. "Por favor, me dá o cock", eu pedi. Fiquei de quatro e olhei pra ele com minha melhor cara de puta. Sem hesitar, ele me comeu gostoso. "Sou uma gostosa sexy, me dá, me dá", falei. "Então você é uma putinha", ele disse. "Éguas vadias são castigadas." E me deu tapas fortes enquanto me comia. Senti ele agindo como um animal, me batendo e me dando mais. Aí ele enfia o dedo de novo e fala: "Vamos ver se com isso você se comporta." E mete de uma vez, me fodeu, me fodeu até gozar. Tira e coloca na minha pussy molhadíssima, me dando estocadas e palmadas ao mesmo tempo. Tira, deita e ordena: "Monta, putinha, até eu não aguentar mais." Eu montei até acabar minhas forças. Quando eu parava o ritmo, ele batia nos meus peitos: "Monta, eu disse." E eu montei, montei, montei. Gozei três vezes, não aguentava mais. Aí ele gozou dessa vez na minha pussy. "Vem, vou te limpar e você me limpa." De novo outro 69, como tínhamos começado a segunda rodada, dessa vez pra fechar o dia.
Nos vestimos, voltamos pra fazenda já era bem tarde da tarde, tinha muita gente. Quando cheguei, Pía disse que estava preocupada. "Fui montar um pouco e me distraí quase o dia todo, mas já me sinto muito melhor do que ontem à noite", falei.
1 comentários - Sexo na fazenda. Parte três