Monse trae amigo a casa

Bom, então agora vou contar uma parada que aconteceu uns dias atrás.

A Monse me disse que queria convidar um amigo pra casa.
Já tinha ele escolhido a dedo.
O José Luís, médico também.

Falei que tudo bem, que me avisasse pra eu chegar na hora certa.

Não sabia como ela ia fazer pra trazer ele.

Mas até aquele dia eu descobri como.
Minha esposa fingiu que o carro dela tinha quebrado.

Monse: José Luís, cê vai pra sua casa?

J. Luís: Sim, Monse, por quê?

Monse: Meu carro quebrou e o mecânico
só pode vir segunda-feira.
Cê acha que dá pra me levar ou deixar perto?

J. Luís: Claro, Monse, cê sabe que fica no meu caminho.
Sem problema nenhum.

Monse: Vou pegar minhas coisas, valeu!

Nisso ela me mandou uma mensagem e disse: "Ele vai me levar,
o José Luís, pra casa.
Vou tentar fazer ele ficar, vamos ver no que dá."

Eu: "Ok, vou sair pra caminhar. Me avisa quando chegar pra eu voltar e entrar pelos fundos."

O José Luís também é médico, novo, quase 30 anos.
Magro, uns 1,75 mais ou menos.
Físico normal, moreno claro.

E minha esposa, já falei como ela é.

Passou um tempo, chegou uma mensagem no celular.
Da Monse: "Já tô em casa e o J. Luís entrou pra tomar
uma cerveja. Convenci ele, agora vou seduzir ele."

Passaram mais alguns minutos, e eu entrei pela porta dos fundos,
sem fazer barulho.

Eles estavam na sala conversando, e eu escondido,
ouvindo a Monse tentando convencer ele
a tomar mais uma cerveja. O Luís não queria,
até que aceitou.

A Monse foi pra cozinha e me viu. Perguntou: "O que cê tá fazendo aqui?"

Eu: "Vendo como você faz pra me meter outro chifre."

Monse: Rindo, hehe.

A Monse voltou pra sala e disse pro Luís: "Aqui, sua cerveja.
Já volto, vou subir pro quarto."

Demorou só uns minutos e desceu com uma camiseta
bem justinha que deixava ver as tetonas dela
e um shortinho também apertado e curto.

Monse: "Desculpa, Luís, fui me trocar pra ficar mais à vontade.
Cê não acha que fica melhor na camiseta do que no jaleco?"
Se referindo às peitudas.

J. Luís: Hehe.

J. Luís: "Tá suave, não esquenta. Acho que vou... Tenho que ir, não quero que seu marido chegue e você acabe tendo um problema.

Monse: não se preocupa, mas como você quiser.

A putinha da Monse, descaradamente, fala:
"Só queria ver o que você tem debaixo da calça."
Ela se aproxima e acaricia a pica dele por cima da calça.

Monse: Huuummm, nada mal.

Ela tenta abaixar o zíper, mas Luis, muito nervoso, quis se levantar e talvez ir embora, mas não foi.

Luis: Monse, seu marido pode chegar.

Monse: Não se preocupa, talvez ele nem volte agora.

Monse abaixa a cueca dele e solta uma pica. Não era daquelas grandonas que a Monse gosta. Era de tamanho normal, entre 16 ou 18 centímetros.

Monse: Não é grande, mas tem boa aparência.
Ela começa a esfregar devagar, de cima pra baixo.

Luis estava em choque, imóvel. Mas ao mesmo tempo, tinha cara de quem tava gostando.

Monse, depois de um tempo, do nada, começou a chupar ele.

Primeiro devagar, depois umas chupadas de puta que ela dava. Dava pra ouvir como se fosse uma criança chupando pirulito. Ela dava uns chupões enormes na cabeça, e Luis só gemia: haaaaa haaaaa huuummm.

Passaram-se alguns minutos assim. Eu já tava com a pica bem dura e não queria esperar mais, então decidi sair pra sala.

O Luis não percebeu que eu tava ali. Até que eu falei:

"Que beleza, se divertindo com os outros, hein, seus filhos da puta?"

Luis empurrou a cabeça da Monse e tentou esconder a pica.

Eu: "O quê? Não gostou do jeito que ela chupa?"

Luis não falou nada, ficou paralisado.

"Se não gostou, pode ir embora. Mas parecia que você tava curtindo. Agora, se gostou, pra que vai embora? Termina ou vai deixar ela assim, toda excitada?"

Monse, com uma cara de putíssima e um sorriso no rosto, só passava a língua nos lábios.

Monse: "Viu, Luis? Não tem problema."

E ela se joga de novo naquela chupada violenta que tava dando.

Sentei na frente deles, e a Monse deixava eu ver a bunda dela. Dava pra ver o fiozinho minúsculo que ela tava usando por baixo do short.

Monse se levanta e arranca a blusa.

E continuava chupando a pica dele. Luis, que até aquele momento ainda não dizia nada
Levantei e fiquei atrás dela, tirei o sutiã
Pra saírem umas tetonas enormes

Vamos, Luis, toca nelas ou não gosta?
Faz com ela o que quiser, sua puta
Não se assusta, que eu só vou olhar

Entrou um pouco mais na confiança, Luis
Começou a acariciar os peitos
Da Monse, e ela, puta, como tava gostando

Luis levantou, tirou a calça e a camisa
Ficando só de cueca, no meio da bunda
Levanta e levanta a Monse

Começou a chupar os peitos dela
E uma mão acariciava a bunda dela, que ficava na minha frente

Monse: que gostoso, cê tá gostando do que vê, corno?

Não sei o que deu em mim, fiquei mais excitado
Abri minha calça
Tirei a pica e comecei a bater uma
E falei: não dá pra ver que eu tô gostando?

Luis abaixou o short dela, deitou ela no sofá, levantou as pernas, ainda com a calcinha fio dental que ela tava, afastou e começou a chupar a buceta da Monse
A puta bufava, puxava a cabeça dele pra ele se enfiar mais entre as pernas dela
Levantou um pouco mais as pernas dela e deu
Umas lambidas no cu dela

Isso me excitou pra caralho, eu batendo uma ainda mais rápido

Monse: caralho, cê tá gostando, corno?
Luis, já me come

Levantei e dei um camisinha pro Luis

Ele colocou e, sem mais, aproximou ela da entrada da buceta dela

Aí eu falei: quero que primeiro arrebente o cu dela, sua puta
Monse gritou que gostoso começar pelo cu

Ele ajeitou ela com as pernas pra cima, chupou mais um pouco, enfiou um dedo, depois dois
Quando já tava meio dilatada, ele apontou
A ponta da pica no cu dela

E começou a meter devagar, a Monse reclamou um pouco e se queixou
Mas em uns segundos se adaptou à pica e a
Puta começou a se mexer
Mexia a cintura e com as pernas empurrava ele pra dentro, pra entrar toda a pica

Monse: aaaafff que gostoso, me dá mais forte, arrebenta meu cu
Hmm, mais forte
Aiiii, hmmm, que gostoso

Luis só bufava
Se mexia mais rápido Monse gemia, gritava
E eu batendo uma, de tão gostosa que ela tava sendo comida

Luis começou a gritar "toma, gostosa, toma"
Chamou minha esposa de puta no começo, tipo, fiquei meio bolado, mas em segundos
Me deixou de pau duro pra caralho ouvir que a puta da minha esposa era divina

Luis se tensou e gozou
Levantei, já tava quase explodindo

Monse
Tava com cara de satisfeita. Mas mais de puta ainda

Cheguei perto, coloquei meu pau na boca dela e enchi de porra
Caiu um pouco nas tetas enormes dela

A puta engoliu tudo e disse "que gostoso, você gozou"

Me deixou de pau duro pra caralho ver ela me arrombando de novo
Porque você gozou a jato

E a real é que talvez sim

Ela levantou

Monse: "vem, Luis, vamos pro chuveiro
Nos lavar e já descemos"
Foram sozinhos
Demoraram uns minutos

Desceram os dois com os corpos ainda molhados

Monse levou ele pro sofá
Chupou o pau dele uns segundos
E a puta montou de costas

Na minha frente, a gente gozava os dois
Eu de ver como ela tava sendo comida, a cara de puta que ela tinha
E ela de ver como eu também tava curtindo, me gritava
"cuck"

Ela lambia os lábios
Me dizia "você gosta que eu seja tão puta assim?"
Eu só balançava a cabeça

Ficaram assim um tempo até que
Luis colocou ela de quatro e meteu forte até que Monse
Se jogou no sofá
Se contorcia, gritava, bufava
Com certeza teve um orgasmo

Luis lambiu a bunda e as costas dela

Luis foi pro banheiro, se arrumou e foi embora

Eu levei Monse
Transamos gostoso e dormimos

Agora, Monse me pediu
Pra comer com três
Não sei se quero ver ou só ouvir
Como foi

Não sei se ela já tem em mente com quem
Ou se vai procurar
Depois conto se animei
E como foi!

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