No caminho de volta pra casa, eu não conseguia assimilar o que aconteceu na praia. Ainda sentia meu pau um pouco molhado pela chupada que minha própria mãe me deu. Nunca imaginei que ela conseguisse me dar tanto prazer. Era como se ela adorasse saborear e engolir meu pau inteiro, pelo menos foi isso que ela demonstrou.
Descobri uma nova forma de sentir prazer que não é com minha própria mão, mas com minha mãe. Aquela mulher com peitões e uma bunda inacreditável estava morando na minha própria casa e eu não tinha percebido. Ou talvez eu nunca tivesse reparado nela como uma mulher ou objeto de satisfação. Sempre olhei pras minhas colegas de escola ou pras garotas que vejo nas ruas - umas magrinhas, outras com pernas grandes mas sem bunda ou peitos grandes. Mas sempre acabava em imaginações falsas, e mal podia esperar pra chegar em casa e me trancar no quarto pra bater uma.
É estranho ver minha mãe sentada no banco do carona agora. Aquele sorriso é de quem conseguiu algo e está feliz. Meu pai olhava pra ela de vez em quando com uma cara estranha, sem entender o que estava acontecendo.
- Eli, o que foi? - Ele disse com os olhos na estrada.
- Hã? Você disse algo? - Sinceramente, minha mãe estava em outro mundo.
- Esquece, mulher.
Isso me deu vontade de rir. Minha mãe com certeza estava com o pensamento ainda na praia, igual a mim. Ao lembrar de tudo que aconteceu, eu estava ficando excitado de novo. Estar no banco de trás, por sorte, me permitiu ajustar bem meu pacote pra não me incomodar tanto e pra ninguém ver. Quando terminei de fazer isso, olhei pra minha mãe pelo espelhinho do meio que meu pai usa pra ver se vem carro atrás, e pude ver que ela estava me olhando com um sorriso peculiar. Merda! Ela me viu enquanto eu me ajustava e percebeu.
Eu estava prestes a dizer algo pra sair dessa cena vergonhosa quando de repente meu celular tocou. Olhei quem era e era meu amigo Max. Ele perguntou o que eu estava fazendo e que estava entediado esses dias, então me sugeriu se podia vir aqui em casa pra gente zoar. Perguntei pros meus pais e eles disseram que não tinha problema, aliás, minha mãe ia fazer um bolo pra gente, então falei pro meu amigo vir amanhã à tarde.
- Que pena, filho, não vou poder ver o Max antes de ir embora – Era verdade, tinha esquecido, meu pai vai embora amanhã de manhã de volta, mas dessa vez pra Espanha.
Finalmente chegamos em casa, eram 21:50 da noite e todo mundo estava cansado, minha mãe esquentou algo rápido pra comer e jantamos. Fomos nos deitar, tava com muita vontade de fazer outra travessura com minha mãe mas não podia, ter meu pai em casa é perigoso, então tive que ir dormir com um pau durasso.
No dia seguinte acordei mais cedo que o normal, assim como meu pau, doía de tão duro que estava, levantei e notei algo diferente em mim, já não sentia dor no corpo, tava muito feliz, podia mexer meus braços de novo sem nenhum incômodo, também vou poder fazer mais coisas com minha mãe que antes não podia. Milhares de ideias vieram na minha cabeça na hora, a vontade de ver minha mãe era imensa, nunca pensei que podia ficar tão impaciente pra ver minha progenitora.
Desci as escadas quase correndo, tinha cheiro de comida, tenho certeza absoluta que minha mãe tá na cozinha, mal entrei e fiquei em choque, minha mãe tava com um fio dental preto que não cobria nada das nádegas, deixava aquele rabão espetacular à mostra, aquele tecido quase não servia pra nada, só um triângulo minúsculo na parte de cima aparecia, era incrível ver aquele panorama de manhã, dava vontade de acordar assim todo dia. Minha mãe se virou pra buscar um ingrediente pro bolo que estava preparando e se deparou com a presença do filho, parecia hipnotizado, levantei um pouco a vista e pude ver seu avental branco de cozinha que chegava até suas... Peitos deixando um grande decote à vista, pude ver grande parte dos seus peitos pela lateral do seu avental, e percebi que ela não estava usando sutiã!! O avental só cobria um pouco seus seios até a metade da coxa, mas na parte de trás não cobria nada, apenas algumas tiras do avental que se amarravam nas suas costas. Era de não acreditar.
Ela percebeu minha expressão e gostou, mas fingiu que não estava notando, pegou o ingrediente e se virou novamente. Seu grande rabo ficou à minha vista outra vez, não aguentava mais, essa mulher estava me provocando vestindo-se assim, eu tinha que fazer algo, não podia ficar ali parado sem fazer nada. Caminhei até tê-la na minha frente, pude sentir seu perfume, era um aroma penetrante e tão gostoso, fui descendo até me ajoelhar, minha mãe não percebeu, continuava no seu trabalho. Era a primeira vez que eu tinha a bunda dela na frente da minha cara, parecia ainda maior do que já era, ter aquela voluptuosidade diante dos meus olhos era surpreendente, estava a ponto de tirar uma foto naquele momento, pena que deixei meu celular no quarto, levei minhas mãos para os lados da sua calcinha fio dental e fui puxando-a devagar, pensei que ela ia dizer algo, mas como não vi nenhuma reclamação dela, continuei com minha façanha, já estava na metade do seu rabo quando olhei para minha mãe por precaução, ela estava na dela continuando o bolo, a pessoa mais feliz do mundo, então continuei com meu objetivo, como suas pernas estavam juntas, foi um pouco difícil puxar a calcinha, minha mãe entendeu na hora minha dificuldade e abriu um pouco as pernas, foi como se lesse meus pensamentos, não podia acreditar, minha mãe estava deixando eu tirar a calcinha dela, era um sonho, estava impaciente para ver minha mãe sem nenhuma peça cobrindo seu rabo, e assim foi, consegui tirar completamente sua calcinha, era tão pequena aquela peça que parecia apenas uns fios, quase caí para trás ao ver o que tanto desejei, aquele rabão enorme na minha frente sem nada cobrindo, me deu água na boca, aquela... A redondez me deixava louco. Levei minhas mãos às duas nádegas e as separei, diante dos meus olhos surgiu uma imagem tremenda que nunca vou esquecer: estava completamente depilada, sua bocetinha rosa com aqueles lábios grandes a tornavam ainda mais apetitosa aos olhos, e seu cu, nem se fala. Aquele buraquinho se abriu um pouco quando separei suas nádegas, tinha uma cor rosada que era a coisa mais preciosa que já vi. Tinha que aproveitar essa oportunidade o mais rápido possível, me joguei sobre sua bunda e enfiei minha língua, comecei a lamber seu cu como um selvagem.
- Ahhhh – ouvi o gemido da minha mãe
Era sinal de que ela estava gostando, o que me motivou ainda mais no meu trabalho. Aquele sabor da minha mãe era delicioso, nunca imaginei que sua bunda fosse tão viciante. Enfiava minha língua um pouco naquele buraquinho e o mais incrível era que ele cedia, se abria um pouco cada vez que eu o penetrava com minha língua. Em um momento, me afastei para admirar aquela obra de arte, com minhas mãos em ambas as nádegas as mantive abertas até que as soltei. Ao fazer isso, suas nádegas se juntaram imediatamente, provocando um som lindo “Paff”, era como se estivessem batendo palmas. Queria ouvir de novo, então levei minhas mãos de volta ao seu pãozinho e as separei o máximo que pude. Diante dos meus olhos reapareceram seus dois buracos, tão apetitosos como sempre. Enterrei meu rosto e dei uma lambida longa de sua vagina até seu cu. Me afastei e as fechei de novo, e assim uma e outra vez, “Paff” “Paff” “Paff” “Paff”. Cada vez que as abria, dava uma deliciosa passada com minha língua. Ela gemia cada vez que minha língua fazia contato com suas partes íntimas. Suas nádegas faziam uma espécie de onda cada vez que se chocavam, aquele movimento me parecia tão intoxicante. Nem quero imaginar como seria ver isso quando minha mãe está correndo ou pulando. Olhei para minha mãe e ela estava com a boca entreaberta e a respiração um pouco ofegante, tentando continuar com o bolo. Estava com o cabelo preso, deixando todo seu pescoço à vista, ela estava... Ela estava tão sensual. Abri seus lábios e cuspi em cima de sua buceta, minha saliva e seu líquido vaginal deixaram sua ppk bem lubrificada, levei minha mão até lá e enfiei um dedo em sua xota, tive dificuldade para entrar, aparentemente ela estava bem fechada, parece que minha mãe não fazia sexo há tempos, que idiota meu pai, o que ele estava perdendo. Fui enfiando meu dedo aos poucos até ter ele todo dentro, deixei quieta um tempo para ela se acostumar, minha mãe só respirava mais fundo, comecei a meter e sacar meu dedo, cada vez ficava mais fácil então era hora de colocar um segundo dedo e até um terceiro.
- Aiii filho, mais devagar! ….. Ahhhh!!
Não dei bola, meus dedos entravam e saíam daquela caverna tão rápido que dava para ouvir o som dos fluidos da sua vagina respingando, era tão excitante que minha própria mãe se entregou ao prazer, ela gemia cada vez que eu a penetrava, queria dar ainda mais prazer a ela, então aproximei meu rosto e comecei a lamber seu ânus, passava minha língua por todo o buraco enquanto meus dedos faziam seu trabalho em sua ppk.
Minha mãe largou a massa e apoiou as mãos na bancada, já não conseguia se concentrar em cozinhar pelo prazer que seu filho estava dando. Olhei para ela e estava de olhos fechados, seus seios cobertos apenas pelo avental subindo e descendo pela respiração ofegante. Senti as paredes de sua buceta se contraírem apertando meus três dedos e suas costas se arquearem, ela estava chegando ao orgasmo, sem dúvidas, então aumentei as lambidas e a penetrei mais rápido, era incrível como minha língua entrava fundo em seu cu.
- Assimmm filho, assim!! Mais rápido, bebê!! Mmmm....
Ela falava tão alto que fiquei com medo dos vizinhos ouvirem, seus gemidos aumentavam junto com o ritmo dos meus dedos. Minha mãe levantava cada vez mais sua bunda para facilitar minha tarefa, eu poderia ficar dias comendo seus buracos, era a minha... novo néctar.
- Aiii, você tá me deixando louca!!.... Ahhhh
As pernas dela tremiam, continuei por mais 5 segundos assim até que ela gozou, fluidos atrás de fluidos não paravam de sair da sua buceta, tirei meus dedos e comecei a lamber toda a sua racha, não parava de provar e passar minha língua por suas partes, aquele sabor doce me pareceu uma delícia, encheu toda minha boca e queixo da sua umidade até que ela terminou de gozar, me afastei da sua bunda e observei como o interior das suas coxas também estavam molhados pelos seus fluidos. Dei uma palmada bem sonora e me levantei, eu ainda estava com meu pau duro ao máximo, ela se virou e me disse
- Obrigada, filho – E me deu um beijinho na boca – Fazia tempo que eu não… tinha um orgasmo tão intenso como esse, você deixou a mamãe muito feliz e por isso você vai ter sua recompensa.
Ela foi descendo e ficou ajoelhada sobre seus saltos altos, com as mãos pegou sua franja e colocou atrás da orelha para não atrapalhar, começou a abaixar meu short junto com a cueca e aos poucos foi aparecendo minha virilidade, ela me olhava com aquele sorriso tão provocante nos olhos, ela parecia tão mais safada do que o normal com aqueles lábios pintados de vermelho forte.
- E nos encontramos de novo – Ela acrescentou
Ela se aproximou e deu um beijo na pontinha, passou saliva por todo meu tronco, pôs a língua para fora passando desde a base até a ponta, quando terminou colocou as mãos em cada uma das minhas pernas e em seguida abriu a boca suficientemente grande para engolir meu pau centímetro por centímetro, foi difícil mas ela se ajudou com os braços nas minhas pernas, meus 21 cm ficaram todos dentro da sua boca e garganta, ela manteve ali por alguns segundos e foi tirando lentamente, ainda não conseguia acreditar que minha mãe engolia com tanta facilidade todo meu pau, parecia uma experiente.
Eu estava endemoniado, precisava sentir mais prazer como aquele agora, agarrei sua cabeça com minhas mãos.
- Se prepara, mãe
Ela sabia no que eu Referi e sorri como pude com meu pau na boca dela, enfiei minha vara de carne até o fundo e puxei de volta, fios de saliva se desprendendo dali, uma e outra vez entrava naquela cavidade e saía, comecei a penetrar com força e rapidez, minha mãe só tinha a boca aberta recebendo até a garganta, era tão prazeroso e úmido. Tirei por completo e dei batidinhas no rosto dela com meu pau, ela só gozava em saborear, botava a língua pra fora toda vez que meu pau se aproximava do rosto, meus desejos iam além disso, queria mais, queria desfrutar dessa mulher tremenda com um corpaço, queria penetrá-la agora mesmo.
- Te quiero foder, mãe, não aguento mais – Ela me olhou e não disse nada
Fiz um gesto para que se levantasse e ela obedeceu, levei minhas mãos para trás da sua bunda e a levantei, minha mãe rapidamente envolveu minhas pernas ao redor da minha cintura para se segurar, na verdade não pesava nada, mas a dor nas minhas pernas e braços ficou presente da fratura da qual eu estava me recuperando, a carreguei e a fiz sentar na mesa da cozinha, bem ao lado de onde estava preparando seu bolo. Ainda estava de avental, desfiz o mais rápido que pude as tiras que tinha nas costas e tirei logo, diante dos meus olhos apareceram seus magníficos seios, apalpei com uma mão um peito, apertava e beliscava seu mamilo, com a outra agarrei meu pau e o direcionei à sua vagina, ela suspirou ao sentir o toque que provoquei, estar tão perto fazia sentir o calor que emanava de sua boceta. Fui passando a ponta da minha glande ao longo de sua fenda, mal minha glande roçou seu clitóris, provocou em minha mãe uma corrente de prazer que fez tremer suas pernas.
- Siiiii, que gostooo!!!! - Gemeu com delicadeza minha mãe
São tão macios seus lábios vaginais, passava toda a extensão do meu tronco fazendo com que se encharcassem com seus fluidos. Ela estava com a cabeça para trás e os olhos revirados, só gemendo. Direcionei meu pau à sua entrei e ao fazer isso minha glande desliza imediatamente na sua fenda, comecei a empurrar e cada toque era incrível, as paredes da sua vagina se abriam diante de mim e me abraçavam, aquela calor que sentia era impressionante, não tinha mais volta, minha mãe está de pernas abertas esperando que eu encha sua bucetinha, me enchi de energia e investi com meu pau todo fazendo ele entrar por completo, os dois gememos nessa união entre mãe e filho, mas o gemido dela foi muito mais forte do que o normal e me assustou.
- Tá bem, mãe? - pergunto
Ela balança a cabeça, era óbvio que custava um pouco alguém invadir sua vagina depois de tanto tempo, então puxei meu pau e ao fazer isso sinto uma sensação que adoro, cada movimento que faço é um caminho para o paraíso, tirei até deixar só minha glande dentro da sua xoxota, então voltei à carga de novo e enfiei meu pau todo até o fundo, ao fazer isso minhas bolas batem na sua bunda que provocou outra onda de prazer mas dessa vez nos dois. Peguei suas pernas e coloquei nos meus ombros, me agarrei na sua cintura e começo a entrar e sair da sua buceta, vendo a beleza do seu rosto soltando gemidos cada vez que meu pau entra no fundo da sua fenda. Penetro devagar para poder aproveitar mais o momento. Nessa hora me atrevo a beijá-la, que por sinal não recusa, sentir aqueles lábios carnudos pintados de um vermelho forte era um momento único, nossas línguas se entrelaçavam enquanto a penetrava.
Me afastei tanto que meu pau saiu da sua cavidade com uns fios de fluidos, peguei minha mãe pelos quadris e a fiz descer da mesa e imediatamente a viro me entregando aquele bundão enorme à minha disposição, me agacho até ficar com o rosto de novo na sua bunda e começo a lamber seu ânus.
- Aih filho, não pensei que você me daria tanto prazer – enfio minha língua um pouco dentro do seu buraco – Você vai me fazer gozar!!!
Tirei meu rosto das suas Olho as nádegas dela e vejo o bolo ao lado, uma ideia me vem à cabeça, não sei se vai funcionar ou se ela vai gostar, mas preciso tentar. Pego com o dedo uma boa porção do recheio que estava no bolo e levo até a bunda da minha mãe, afasto com uma mão uma das nádegas, deixando à vista seu cuzinho, então passo toda a crema por cima e ao redor do seu ânus, deixando-o cheio de creme. Ela sente o frio da crema e suspira, afasto com as duas mãos suas nádegas enormes e começo a lamber e chupar seu cu, minha língua passava por todo lado sem deixar nenhum vestígio de creme, então pego outro pedaço maior de creme e enfio dentro do seu buraco, minha mãe começa a gemer com a pequena penetração no seu delicado rabo, enfio dois dedos fazendo-os entrar e sair, mamãe estava morrendo de prazer, mantive a penetração até que seu cu não fazia tanta pressão e enfiei um terceiro dedo, era incrível como ela recebia. Então me levanto e passo meu pau por toda sua buceta para juntar seus fluidos e coloco a ponta no seu ânus, ela ao sentir esse toque abriu os olhos e se assustou.
- Shhh, calma – eu disse enquanto levava minha mão até sua buceta para acariciar seu clitóris
- Mas filho.... Mmmmm – ela gemeu ao sentir minha mão no seu clitóris – É... que.... nun...ca antes Ahhhh …. me fize... fizeram por …. o cu
O quê? Não podia acreditar, meu pai nunca tinha comido o cu da minha mãe, mesmo ela tendo uma bunda tão gostosa que dá vontade de partir. Não conseguia assimilar que minha mãe era virgem de cu.
- Não se preocupa, não vai doer, te prometo, depois você vai sentir como é gostoso transar por aí – acrescento
Minha mãe não diz nada, só se agarra mais na mesa, leva uma mão ao seu peito e aperta seu mamilo enquanto eu estou tocando seu clitóris inchado, peguei a base do meu pau e direcionei novamente ao seu cu, podia sentir o quão quente estava sua entrada, quase gozei, fiz um pouco de pressão e sua O cu abriu um pouco, deixando parte da minha glande entrar. Olhei para minha mãe e ela estava de olhos fechados, tentando se concentrar no prazer da sua boceta. Empurrei mais um pouco e entrou mais um pedaço. Era muito difícil entrar naquele buraco. Seu cu me apertava de um jeito muito forte e ao mesmo tempo prazeroso, sentia muito melhor que a boceta dela. Entrei centímetro por centímetro até deixar meu pau enterrado até a metade. Minha mãe soltou um gemido de dor e prazer ao mesmo tempo, tentando aguentar o que seu cu estava sentindo. Fiquei parado por alguns minutos para seu cu se adaptar. Depois de esperar um pouco, a pressão no cu dela diminuiu e foi se acostumando ao novo invasor. Inclinei-me até ficar perto do pescoço dela e disse:
- Tá preparada, mãe? - acrescentei bem perto da orelha dela.
- Siiim, meu amor, enche o cu da sua mãe - com a respiração ofegante.
Não hesitei nem um segundo. Comecei a beijar seu pescoço enquanto enfiava meu pau devagar. Seu cu cedia como podia, abrindo caminho. De novo começou a me apertar e parei. Juntei um pouco de saliva e passei na beirada do cu dela e no meu pau. Tentei entrar mais um pouco e dessa vez deslizou com mais facilidade. Minha mãe não parava de gemer. Dei um último empurrão e meu pau entrou completamente no seu delicioso cu. Ainda não conseguia acreditar. Enfiei toda minha virilidade no ânus dela. Minhas bolas tocaram na vagina, tinha minha mãe toda empalada. Comecei a meter e tirar devagar. Levei minhas mãos até seus peitões e os apertei enquanto enfiava meu pau por trás. Minha mãe não aguentou ficar tanto tempo em pé e foi caindo no chão. Eu a acompanhei sem abandonar seu cu. Minha mãe colocou o rosto contra o chão da cozinha enquanto empinava a bunda para eu foder como quisesse. Cada movimento que fazia dentro dela era incrível, indescritível. Como seu cu abraçava meu pau enquanto eu enfiava até o fundo para depois... Puxei completamente e voltei à carga. Olhei para sua bunda e a imagem era uma obra de arte, suas tremendas nádegas em forma de coração eram divididas pelo meu tronco que saía e entrava naquele buraco tão apertado. Tirei toda minha pica do seu cu e pude testemunhar a coisa mais linda que já vi na vida: seu cuzinho que até pouco tempo era virgem agora estava bem aberto. Queria arrombar seu cu o máximo possível, peguei o saco que tinha o creme do bolo e joguei em cima do seu ânus, uma parte entrou e o resto ficou na entrada do seu rabo, levei minha pica até lá e enfiei de novo, o creme servia de lubrificante, enfiava e puxava completamente para admirar toda hora como seu cu ficava aberto. Minha mãe estava no céu, não sabia se tinha desmaiado ou o quê, os olhos revirados e a boca aberta gemendo como uma louca, percebi na hora que ela estava tendo outro orgasmo, fluidos saíam da buceta tremenda encharcando toda minha perna. Peguei minha pica e enfiei até o fundo da sua vagina que entrava fácil com a ajuda dos seus líquidos, tirei e meti no seu cu, e assim ia penetrando, uma investida em cada buraco, alternando.
- Ahhhh!!! Ahhhh!!! Ahhh!!! - Minha mãe gritava quando enfiava fundo nos seus buracos - Você está me partindo, filhooo!
Eu já não aguentava mais, senti que ia gozar, então coloquei ambas as pernas ao lado da minha mãe como se estivesse montando nela e enfiei no seu cu, comecei a perfurar seu rabo o mais forte que podia, minha mãe já não tinha força, tinha gozado tantas vezes que nem sabia mais o que saía da sua buceta, ela estava quase deitando de bruços completamente mas não deixei, agarrei sua cintura e segurei assim para sua bunda não cair, tive que segurá-la com meus braços enquanto a penetrava, cada investida minha pelve batia na parte de cima do seu rabo produzindo um som tão erótico que era música para meus... ouvidos, senti que ia gozar, enfiei mais quatro vezes e enterrei até o fundo do seu cu e jorrei, jatos atrás de jatos saíam do meu pau enchendo o cu dela de porra, minha mãe gemeu o mais alto que pôde ao sentir seu ânus se enchendo e teve mais um orgasmo.
Fui soltando ela aos poucos, fazendo-a deitar no chão, ela estava de bruços com os seios comprimidos contra o piso, aparecendo pelas laterais por causa da pressão, olhei de novo pra sua bunda e dessa vez me pareceu maior que o normal, formando aquela curva tão volumosa e grande que fiquei excitado de novo, meu pau começou a recuperar por causa da visão tremenda que tinha na frente, e como eu estava em cima das pernas dela e meu pau na altura da bunda, abri o máximo que pude com a mão sua nádega esquerda e vi que seu ânus estava cheio de porra, guiei até seu buraquinho que estava transbordando de sêmen enquanto minha mãe estava deitada de bruços com as pernas juntas e eu em cima dela, fui enfiando, seu cu cedia facilmente, minha mãe ao sentir que a penetrava de novo soltou um gemido e levou uma mão até sua boceta, enquanto minha porra escorria até sua fenda ela foi passando no clitóris e por todos seus lábios grandes, dessa vez minha porra serviu de lubrificação enquanto a penetrava, embora não ajudasse muito porque minha mãe já tinha o cu bem aberto, meu pau foi entrando até a metade quando de repente...
*Riiiiing*
O interfone da casa tocou, os dois ficamos parados na hora, minha mãe com cara de pânico me olhou, eu com a excitação que estava nem entendia nada, meu pau estava metido até a metade no cu da mamãe quando olhei pro relógio da cozinha, reparei que marcava 13:20, o tempo passou tão rápido? Então lembrei que já era tarde, tinha combinado com meu melhor amigo Max que ele viria em casa e agora ele estava aí, a apenas uma porta de distância enquanto eu estava penetrando minha mãe e ambos nus no meio da sala. Continua....Desculpem pela demora na estreia deste capítulo, me mudei para outra província e estou sem internet por alguns dias e com o começo da faculdade fica complicado escrever. Se vocês gostaram, me avisem nos comentários e com muito prazer vou ler, me dão ânimo para continuar escrevendo.
Descobri uma nova forma de sentir prazer que não é com minha própria mão, mas com minha mãe. Aquela mulher com peitões e uma bunda inacreditável estava morando na minha própria casa e eu não tinha percebido. Ou talvez eu nunca tivesse reparado nela como uma mulher ou objeto de satisfação. Sempre olhei pras minhas colegas de escola ou pras garotas que vejo nas ruas - umas magrinhas, outras com pernas grandes mas sem bunda ou peitos grandes. Mas sempre acabava em imaginações falsas, e mal podia esperar pra chegar em casa e me trancar no quarto pra bater uma.
É estranho ver minha mãe sentada no banco do carona agora. Aquele sorriso é de quem conseguiu algo e está feliz. Meu pai olhava pra ela de vez em quando com uma cara estranha, sem entender o que estava acontecendo.
- Eli, o que foi? - Ele disse com os olhos na estrada.
- Hã? Você disse algo? - Sinceramente, minha mãe estava em outro mundo.
- Esquece, mulher.
Isso me deu vontade de rir. Minha mãe com certeza estava com o pensamento ainda na praia, igual a mim. Ao lembrar de tudo que aconteceu, eu estava ficando excitado de novo. Estar no banco de trás, por sorte, me permitiu ajustar bem meu pacote pra não me incomodar tanto e pra ninguém ver. Quando terminei de fazer isso, olhei pra minha mãe pelo espelhinho do meio que meu pai usa pra ver se vem carro atrás, e pude ver que ela estava me olhando com um sorriso peculiar. Merda! Ela me viu enquanto eu me ajustava e percebeu.
Eu estava prestes a dizer algo pra sair dessa cena vergonhosa quando de repente meu celular tocou. Olhei quem era e era meu amigo Max. Ele perguntou o que eu estava fazendo e que estava entediado esses dias, então me sugeriu se podia vir aqui em casa pra gente zoar. Perguntei pros meus pais e eles disseram que não tinha problema, aliás, minha mãe ia fazer um bolo pra gente, então falei pro meu amigo vir amanhã à tarde.
- Que pena, filho, não vou poder ver o Max antes de ir embora – Era verdade, tinha esquecido, meu pai vai embora amanhã de manhã de volta, mas dessa vez pra Espanha.
Finalmente chegamos em casa, eram 21:50 da noite e todo mundo estava cansado, minha mãe esquentou algo rápido pra comer e jantamos. Fomos nos deitar, tava com muita vontade de fazer outra travessura com minha mãe mas não podia, ter meu pai em casa é perigoso, então tive que ir dormir com um pau durasso.
No dia seguinte acordei mais cedo que o normal, assim como meu pau, doía de tão duro que estava, levantei e notei algo diferente em mim, já não sentia dor no corpo, tava muito feliz, podia mexer meus braços de novo sem nenhum incômodo, também vou poder fazer mais coisas com minha mãe que antes não podia. Milhares de ideias vieram na minha cabeça na hora, a vontade de ver minha mãe era imensa, nunca pensei que podia ficar tão impaciente pra ver minha progenitora.
Desci as escadas quase correndo, tinha cheiro de comida, tenho certeza absoluta que minha mãe tá na cozinha, mal entrei e fiquei em choque, minha mãe tava com um fio dental preto que não cobria nada das nádegas, deixava aquele rabão espetacular à mostra, aquele tecido quase não servia pra nada, só um triângulo minúsculo na parte de cima aparecia, era incrível ver aquele panorama de manhã, dava vontade de acordar assim todo dia. Minha mãe se virou pra buscar um ingrediente pro bolo que estava preparando e se deparou com a presença do filho, parecia hipnotizado, levantei um pouco a vista e pude ver seu avental branco de cozinha que chegava até suas... Peitos deixando um grande decote à vista, pude ver grande parte dos seus peitos pela lateral do seu avental, e percebi que ela não estava usando sutiã!! O avental só cobria um pouco seus seios até a metade da coxa, mas na parte de trás não cobria nada, apenas algumas tiras do avental que se amarravam nas suas costas. Era de não acreditar.
Ela percebeu minha expressão e gostou, mas fingiu que não estava notando, pegou o ingrediente e se virou novamente. Seu grande rabo ficou à minha vista outra vez, não aguentava mais, essa mulher estava me provocando vestindo-se assim, eu tinha que fazer algo, não podia ficar ali parado sem fazer nada. Caminhei até tê-la na minha frente, pude sentir seu perfume, era um aroma penetrante e tão gostoso, fui descendo até me ajoelhar, minha mãe não percebeu, continuava no seu trabalho. Era a primeira vez que eu tinha a bunda dela na frente da minha cara, parecia ainda maior do que já era, ter aquela voluptuosidade diante dos meus olhos era surpreendente, estava a ponto de tirar uma foto naquele momento, pena que deixei meu celular no quarto, levei minhas mãos para os lados da sua calcinha fio dental e fui puxando-a devagar, pensei que ela ia dizer algo, mas como não vi nenhuma reclamação dela, continuei com minha façanha, já estava na metade do seu rabo quando olhei para minha mãe por precaução, ela estava na dela continuando o bolo, a pessoa mais feliz do mundo, então continuei com meu objetivo, como suas pernas estavam juntas, foi um pouco difícil puxar a calcinha, minha mãe entendeu na hora minha dificuldade e abriu um pouco as pernas, foi como se lesse meus pensamentos, não podia acreditar, minha mãe estava deixando eu tirar a calcinha dela, era um sonho, estava impaciente para ver minha mãe sem nenhuma peça cobrindo seu rabo, e assim foi, consegui tirar completamente sua calcinha, era tão pequena aquela peça que parecia apenas uns fios, quase caí para trás ao ver o que tanto desejei, aquele rabão enorme na minha frente sem nada cobrindo, me deu água na boca, aquela... A redondez me deixava louco. Levei minhas mãos às duas nádegas e as separei, diante dos meus olhos surgiu uma imagem tremenda que nunca vou esquecer: estava completamente depilada, sua bocetinha rosa com aqueles lábios grandes a tornavam ainda mais apetitosa aos olhos, e seu cu, nem se fala. Aquele buraquinho se abriu um pouco quando separei suas nádegas, tinha uma cor rosada que era a coisa mais preciosa que já vi. Tinha que aproveitar essa oportunidade o mais rápido possível, me joguei sobre sua bunda e enfiei minha língua, comecei a lamber seu cu como um selvagem.
- Ahhhh – ouvi o gemido da minha mãe
Era sinal de que ela estava gostando, o que me motivou ainda mais no meu trabalho. Aquele sabor da minha mãe era delicioso, nunca imaginei que sua bunda fosse tão viciante. Enfiava minha língua um pouco naquele buraquinho e o mais incrível era que ele cedia, se abria um pouco cada vez que eu o penetrava com minha língua. Em um momento, me afastei para admirar aquela obra de arte, com minhas mãos em ambas as nádegas as mantive abertas até que as soltei. Ao fazer isso, suas nádegas se juntaram imediatamente, provocando um som lindo “Paff”, era como se estivessem batendo palmas. Queria ouvir de novo, então levei minhas mãos de volta ao seu pãozinho e as separei o máximo que pude. Diante dos meus olhos reapareceram seus dois buracos, tão apetitosos como sempre. Enterrei meu rosto e dei uma lambida longa de sua vagina até seu cu. Me afastei e as fechei de novo, e assim uma e outra vez, “Paff” “Paff” “Paff” “Paff”. Cada vez que as abria, dava uma deliciosa passada com minha língua. Ela gemia cada vez que minha língua fazia contato com suas partes íntimas. Suas nádegas faziam uma espécie de onda cada vez que se chocavam, aquele movimento me parecia tão intoxicante. Nem quero imaginar como seria ver isso quando minha mãe está correndo ou pulando. Olhei para minha mãe e ela estava com a boca entreaberta e a respiração um pouco ofegante, tentando continuar com o bolo. Estava com o cabelo preso, deixando todo seu pescoço à vista, ela estava... Ela estava tão sensual. Abri seus lábios e cuspi em cima de sua buceta, minha saliva e seu líquido vaginal deixaram sua ppk bem lubrificada, levei minha mão até lá e enfiei um dedo em sua xota, tive dificuldade para entrar, aparentemente ela estava bem fechada, parece que minha mãe não fazia sexo há tempos, que idiota meu pai, o que ele estava perdendo. Fui enfiando meu dedo aos poucos até ter ele todo dentro, deixei quieta um tempo para ela se acostumar, minha mãe só respirava mais fundo, comecei a meter e sacar meu dedo, cada vez ficava mais fácil então era hora de colocar um segundo dedo e até um terceiro.
- Aiii filho, mais devagar! ….. Ahhhh!!
Não dei bola, meus dedos entravam e saíam daquela caverna tão rápido que dava para ouvir o som dos fluidos da sua vagina respingando, era tão excitante que minha própria mãe se entregou ao prazer, ela gemia cada vez que eu a penetrava, queria dar ainda mais prazer a ela, então aproximei meu rosto e comecei a lamber seu ânus, passava minha língua por todo o buraco enquanto meus dedos faziam seu trabalho em sua ppk.
Minha mãe largou a massa e apoiou as mãos na bancada, já não conseguia se concentrar em cozinhar pelo prazer que seu filho estava dando. Olhei para ela e estava de olhos fechados, seus seios cobertos apenas pelo avental subindo e descendo pela respiração ofegante. Senti as paredes de sua buceta se contraírem apertando meus três dedos e suas costas se arquearem, ela estava chegando ao orgasmo, sem dúvidas, então aumentei as lambidas e a penetrei mais rápido, era incrível como minha língua entrava fundo em seu cu.
- Assimmm filho, assim!! Mais rápido, bebê!! Mmmm....
Ela falava tão alto que fiquei com medo dos vizinhos ouvirem, seus gemidos aumentavam junto com o ritmo dos meus dedos. Minha mãe levantava cada vez mais sua bunda para facilitar minha tarefa, eu poderia ficar dias comendo seus buracos, era a minha... novo néctar.
- Aiii, você tá me deixando louca!!.... Ahhhh
As pernas dela tremiam, continuei por mais 5 segundos assim até que ela gozou, fluidos atrás de fluidos não paravam de sair da sua buceta, tirei meus dedos e comecei a lamber toda a sua racha, não parava de provar e passar minha língua por suas partes, aquele sabor doce me pareceu uma delícia, encheu toda minha boca e queixo da sua umidade até que ela terminou de gozar, me afastei da sua bunda e observei como o interior das suas coxas também estavam molhados pelos seus fluidos. Dei uma palmada bem sonora e me levantei, eu ainda estava com meu pau duro ao máximo, ela se virou e me disse
- Obrigada, filho – E me deu um beijinho na boca – Fazia tempo que eu não… tinha um orgasmo tão intenso como esse, você deixou a mamãe muito feliz e por isso você vai ter sua recompensa.
Ela foi descendo e ficou ajoelhada sobre seus saltos altos, com as mãos pegou sua franja e colocou atrás da orelha para não atrapalhar, começou a abaixar meu short junto com a cueca e aos poucos foi aparecendo minha virilidade, ela me olhava com aquele sorriso tão provocante nos olhos, ela parecia tão mais safada do que o normal com aqueles lábios pintados de vermelho forte.
- E nos encontramos de novo – Ela acrescentou
Ela se aproximou e deu um beijo na pontinha, passou saliva por todo meu tronco, pôs a língua para fora passando desde a base até a ponta, quando terminou colocou as mãos em cada uma das minhas pernas e em seguida abriu a boca suficientemente grande para engolir meu pau centímetro por centímetro, foi difícil mas ela se ajudou com os braços nas minhas pernas, meus 21 cm ficaram todos dentro da sua boca e garganta, ela manteve ali por alguns segundos e foi tirando lentamente, ainda não conseguia acreditar que minha mãe engolia com tanta facilidade todo meu pau, parecia uma experiente.
Eu estava endemoniado, precisava sentir mais prazer como aquele agora, agarrei sua cabeça com minhas mãos.
- Se prepara, mãe
Ela sabia no que eu Referi e sorri como pude com meu pau na boca dela, enfiei minha vara de carne até o fundo e puxei de volta, fios de saliva se desprendendo dali, uma e outra vez entrava naquela cavidade e saía, comecei a penetrar com força e rapidez, minha mãe só tinha a boca aberta recebendo até a garganta, era tão prazeroso e úmido. Tirei por completo e dei batidinhas no rosto dela com meu pau, ela só gozava em saborear, botava a língua pra fora toda vez que meu pau se aproximava do rosto, meus desejos iam além disso, queria mais, queria desfrutar dessa mulher tremenda com um corpaço, queria penetrá-la agora mesmo.
- Te quiero foder, mãe, não aguento mais – Ela me olhou e não disse nada
Fiz um gesto para que se levantasse e ela obedeceu, levei minhas mãos para trás da sua bunda e a levantei, minha mãe rapidamente envolveu minhas pernas ao redor da minha cintura para se segurar, na verdade não pesava nada, mas a dor nas minhas pernas e braços ficou presente da fratura da qual eu estava me recuperando, a carreguei e a fiz sentar na mesa da cozinha, bem ao lado de onde estava preparando seu bolo. Ainda estava de avental, desfiz o mais rápido que pude as tiras que tinha nas costas e tirei logo, diante dos meus olhos apareceram seus magníficos seios, apalpei com uma mão um peito, apertava e beliscava seu mamilo, com a outra agarrei meu pau e o direcionei à sua vagina, ela suspirou ao sentir o toque que provoquei, estar tão perto fazia sentir o calor que emanava de sua boceta. Fui passando a ponta da minha glande ao longo de sua fenda, mal minha glande roçou seu clitóris, provocou em minha mãe uma corrente de prazer que fez tremer suas pernas.
- Siiiii, que gostooo!!!! - Gemeu com delicadeza minha mãe
São tão macios seus lábios vaginais, passava toda a extensão do meu tronco fazendo com que se encharcassem com seus fluidos. Ela estava com a cabeça para trás e os olhos revirados, só gemendo. Direcionei meu pau à sua entrei e ao fazer isso minha glande desliza imediatamente na sua fenda, comecei a empurrar e cada toque era incrível, as paredes da sua vagina se abriam diante de mim e me abraçavam, aquela calor que sentia era impressionante, não tinha mais volta, minha mãe está de pernas abertas esperando que eu encha sua bucetinha, me enchi de energia e investi com meu pau todo fazendo ele entrar por completo, os dois gememos nessa união entre mãe e filho, mas o gemido dela foi muito mais forte do que o normal e me assustou.
- Tá bem, mãe? - pergunto
Ela balança a cabeça, era óbvio que custava um pouco alguém invadir sua vagina depois de tanto tempo, então puxei meu pau e ao fazer isso sinto uma sensação que adoro, cada movimento que faço é um caminho para o paraíso, tirei até deixar só minha glande dentro da sua xoxota, então voltei à carga de novo e enfiei meu pau todo até o fundo, ao fazer isso minhas bolas batem na sua bunda que provocou outra onda de prazer mas dessa vez nos dois. Peguei suas pernas e coloquei nos meus ombros, me agarrei na sua cintura e começo a entrar e sair da sua buceta, vendo a beleza do seu rosto soltando gemidos cada vez que meu pau entra no fundo da sua fenda. Penetro devagar para poder aproveitar mais o momento. Nessa hora me atrevo a beijá-la, que por sinal não recusa, sentir aqueles lábios carnudos pintados de um vermelho forte era um momento único, nossas línguas se entrelaçavam enquanto a penetrava.
Me afastei tanto que meu pau saiu da sua cavidade com uns fios de fluidos, peguei minha mãe pelos quadris e a fiz descer da mesa e imediatamente a viro me entregando aquele bundão enorme à minha disposição, me agacho até ficar com o rosto de novo na sua bunda e começo a lamber seu ânus.
- Aih filho, não pensei que você me daria tanto prazer – enfio minha língua um pouco dentro do seu buraco – Você vai me fazer gozar!!!
Tirei meu rosto das suas Olho as nádegas dela e vejo o bolo ao lado, uma ideia me vem à cabeça, não sei se vai funcionar ou se ela vai gostar, mas preciso tentar. Pego com o dedo uma boa porção do recheio que estava no bolo e levo até a bunda da minha mãe, afasto com uma mão uma das nádegas, deixando à vista seu cuzinho, então passo toda a crema por cima e ao redor do seu ânus, deixando-o cheio de creme. Ela sente o frio da crema e suspira, afasto com as duas mãos suas nádegas enormes e começo a lamber e chupar seu cu, minha língua passava por todo lado sem deixar nenhum vestígio de creme, então pego outro pedaço maior de creme e enfio dentro do seu buraco, minha mãe começa a gemer com a pequena penetração no seu delicado rabo, enfio dois dedos fazendo-os entrar e sair, mamãe estava morrendo de prazer, mantive a penetração até que seu cu não fazia tanta pressão e enfiei um terceiro dedo, era incrível como ela recebia. Então me levanto e passo meu pau por toda sua buceta para juntar seus fluidos e coloco a ponta no seu ânus, ela ao sentir esse toque abriu os olhos e se assustou.
- Shhh, calma – eu disse enquanto levava minha mão até sua buceta para acariciar seu clitóris
- Mas filho.... Mmmmm – ela gemeu ao sentir minha mão no seu clitóris – É... que.... nun...ca antes Ahhhh …. me fize... fizeram por …. o cu
O quê? Não podia acreditar, meu pai nunca tinha comido o cu da minha mãe, mesmo ela tendo uma bunda tão gostosa que dá vontade de partir. Não conseguia assimilar que minha mãe era virgem de cu.
- Não se preocupa, não vai doer, te prometo, depois você vai sentir como é gostoso transar por aí – acrescento
Minha mãe não diz nada, só se agarra mais na mesa, leva uma mão ao seu peito e aperta seu mamilo enquanto eu estou tocando seu clitóris inchado, peguei a base do meu pau e direcionei novamente ao seu cu, podia sentir o quão quente estava sua entrada, quase gozei, fiz um pouco de pressão e sua O cu abriu um pouco, deixando parte da minha glande entrar. Olhei para minha mãe e ela estava de olhos fechados, tentando se concentrar no prazer da sua boceta. Empurrei mais um pouco e entrou mais um pedaço. Era muito difícil entrar naquele buraco. Seu cu me apertava de um jeito muito forte e ao mesmo tempo prazeroso, sentia muito melhor que a boceta dela. Entrei centímetro por centímetro até deixar meu pau enterrado até a metade. Minha mãe soltou um gemido de dor e prazer ao mesmo tempo, tentando aguentar o que seu cu estava sentindo. Fiquei parado por alguns minutos para seu cu se adaptar. Depois de esperar um pouco, a pressão no cu dela diminuiu e foi se acostumando ao novo invasor. Inclinei-me até ficar perto do pescoço dela e disse:
- Tá preparada, mãe? - acrescentei bem perto da orelha dela.
- Siiim, meu amor, enche o cu da sua mãe - com a respiração ofegante.
Não hesitei nem um segundo. Comecei a beijar seu pescoço enquanto enfiava meu pau devagar. Seu cu cedia como podia, abrindo caminho. De novo começou a me apertar e parei. Juntei um pouco de saliva e passei na beirada do cu dela e no meu pau. Tentei entrar mais um pouco e dessa vez deslizou com mais facilidade. Minha mãe não parava de gemer. Dei um último empurrão e meu pau entrou completamente no seu delicioso cu. Ainda não conseguia acreditar. Enfiei toda minha virilidade no ânus dela. Minhas bolas tocaram na vagina, tinha minha mãe toda empalada. Comecei a meter e tirar devagar. Levei minhas mãos até seus peitões e os apertei enquanto enfiava meu pau por trás. Minha mãe não aguentou ficar tanto tempo em pé e foi caindo no chão. Eu a acompanhei sem abandonar seu cu. Minha mãe colocou o rosto contra o chão da cozinha enquanto empinava a bunda para eu foder como quisesse. Cada movimento que fazia dentro dela era incrível, indescritível. Como seu cu abraçava meu pau enquanto eu enfiava até o fundo para depois... Puxei completamente e voltei à carga. Olhei para sua bunda e a imagem era uma obra de arte, suas tremendas nádegas em forma de coração eram divididas pelo meu tronco que saía e entrava naquele buraco tão apertado. Tirei toda minha pica do seu cu e pude testemunhar a coisa mais linda que já vi na vida: seu cuzinho que até pouco tempo era virgem agora estava bem aberto. Queria arrombar seu cu o máximo possível, peguei o saco que tinha o creme do bolo e joguei em cima do seu ânus, uma parte entrou e o resto ficou na entrada do seu rabo, levei minha pica até lá e enfiei de novo, o creme servia de lubrificante, enfiava e puxava completamente para admirar toda hora como seu cu ficava aberto. Minha mãe estava no céu, não sabia se tinha desmaiado ou o quê, os olhos revirados e a boca aberta gemendo como uma louca, percebi na hora que ela estava tendo outro orgasmo, fluidos saíam da buceta tremenda encharcando toda minha perna. Peguei minha pica e enfiei até o fundo da sua vagina que entrava fácil com a ajuda dos seus líquidos, tirei e meti no seu cu, e assim ia penetrando, uma investida em cada buraco, alternando.
- Ahhhh!!! Ahhhh!!! Ahhh!!! - Minha mãe gritava quando enfiava fundo nos seus buracos - Você está me partindo, filhooo!
Eu já não aguentava mais, senti que ia gozar, então coloquei ambas as pernas ao lado da minha mãe como se estivesse montando nela e enfiei no seu cu, comecei a perfurar seu rabo o mais forte que podia, minha mãe já não tinha força, tinha gozado tantas vezes que nem sabia mais o que saía da sua buceta, ela estava quase deitando de bruços completamente mas não deixei, agarrei sua cintura e segurei assim para sua bunda não cair, tive que segurá-la com meus braços enquanto a penetrava, cada investida minha pelve batia na parte de cima do seu rabo produzindo um som tão erótico que era música para meus... ouvidos, senti que ia gozar, enfiei mais quatro vezes e enterrei até o fundo do seu cu e jorrei, jatos atrás de jatos saíam do meu pau enchendo o cu dela de porra, minha mãe gemeu o mais alto que pôde ao sentir seu ânus se enchendo e teve mais um orgasmo.
Fui soltando ela aos poucos, fazendo-a deitar no chão, ela estava de bruços com os seios comprimidos contra o piso, aparecendo pelas laterais por causa da pressão, olhei de novo pra sua bunda e dessa vez me pareceu maior que o normal, formando aquela curva tão volumosa e grande que fiquei excitado de novo, meu pau começou a recuperar por causa da visão tremenda que tinha na frente, e como eu estava em cima das pernas dela e meu pau na altura da bunda, abri o máximo que pude com a mão sua nádega esquerda e vi que seu ânus estava cheio de porra, guiei até seu buraquinho que estava transbordando de sêmen enquanto minha mãe estava deitada de bruços com as pernas juntas e eu em cima dela, fui enfiando, seu cu cedia facilmente, minha mãe ao sentir que a penetrava de novo soltou um gemido e levou uma mão até sua boceta, enquanto minha porra escorria até sua fenda ela foi passando no clitóris e por todos seus lábios grandes, dessa vez minha porra serviu de lubrificação enquanto a penetrava, embora não ajudasse muito porque minha mãe já tinha o cu bem aberto, meu pau foi entrando até a metade quando de repente...
*Riiiiing*
O interfone da casa tocou, os dois ficamos parados na hora, minha mãe com cara de pânico me olhou, eu com a excitação que estava nem entendia nada, meu pau estava metido até a metade no cu da mamãe quando olhei pro relógio da cozinha, reparei que marcava 13:20, o tempo passou tão rápido? Então lembrei que já era tarde, tinha combinado com meu melhor amigo Max que ele viria em casa e agora ele estava aí, a apenas uma porta de distância enquanto eu estava penetrando minha mãe e ambos nus no meio da sala. Continua....Desculpem pela demora na estreia deste capítulo, me mudei para outra província e estou sem internet por alguns dias e com o começo da faculdade fica complicado escrever. Se vocês gostaram, me avisem nos comentários e com muito prazer vou ler, me dão ânimo para continuar escrevendo.
10 comentários - Corpo Gostoso da Mamãe
Dale viejo!! Espero continuacion!!
PD: no arruines el final, incluyendo al amigo en la fiesta, oesas cosas de NTR..... Solo una opinion... (^_^) b
Estaria bueno, uno de padre e hija.... 🤘