@Lady_GodivaII, @pervberto, @mimilau, @lomorocha, aqui vai uma continuação da orgia literária que a gente protagonizou. Chegou a hora de nomear os personagens. E vamos ver quem pega a luva...
Carne, suor, pele, gemidos, músculos tensos, buracos abertos, paus duros. Numa bagunça de cinco, a gente se mistura numa dança só de sexo. Tô dentro dela, mas ao mesmo tempo tô dentro de todo mundo. Os sexos deles me penetram, me comem, fuck you, sou um com eles e o prazer, meu prazer, nosso tesão sobe pra estratosfera dos meus sentidos. Eu explodo, uma e várias vezes em mil orgasmos mentais e físicos. Me derramo em litros de porra em cima da gente em cachoeiras de gozo.
Tesão fervendo de cinco que não conseguem parar de se chupar, se comer, se penetrar, se lamber...
Decidimos deixar o quarto completamente escuro, igual àqueles "quartos escuros" de lugares de encontro. Mal consigo enxergar alguma coisa no meio da escuridão total. Sinto as vozes deles, as peles, os suores. Tá quente aqui dentro. O ambiente arde entre nossos beijos. Sinto uma língua entrando na minha boca e outra que se enfia fundo no meu cu.
- Trouxe uma vizinha que tava nos espiando. - disse há horas a Lomorocha nas minhas costas, me fazendo pular e sair de dentro do cu da Lady_GodivaII pra me virar e ver o que ela tava fazendo. E sim, ela tava parada nua na porta de entrada do quarto com uma mulher na mão, como se fosse uma menina prestes a entrar no primeiro dia de escola. De roupa caseira, ela olhava extasiada o espetáculo dos nossos corpos nus.
- Vi vocês ontem à noite, moro do outro lado da rua. Me chamo Mimilau. - conseguiu falar entre os dentes, sorrindo.
- Bem-vinda ao nosso templo dos prazeres, dama requintada. - disse Pervberto, levantando do sofá e estendendo a mão pra fazer ela entrar.
- Aqui, obsceno é essa roupa que cobre sua beleza. - completou, puxando a camiseta pra cima pra tirar. Mimilau se deixou levar e, aos poucos, foi... despindo seu corpo das roupas até ficar completamente nua como nós.
Lady_Godivall a guiou até a cama, deixando o lugar do centro e se deitou de barriga pra cima sem dizer nada.
Pode ter sido a novidade, o estranho e luxurioso da situação ou qualquer outro motivo, mas sem trocar palavras, nos atiramos como hienas famintas sobre aquele corpo que se juntava à nossa orgia literária.
Acho que foi a Lomorocha quem apagou a luz. Não posso afirmar. Depois se passaram minutos, ou horas, ou dias. Também não sei.
Gemidos, salivas, fluxos e porra. Respirações sufocadas, gritos e sussurros. Súplicas e ordens se sucedem na mais absoluta escuridão entre nossos corpos que gozam.
Espero que isso nunca acabe, que o tempo finalmente pare. Entrando e saindo da buceta de alguma das nossas amigas enquanto sinto mãos e línguas percorrerem meu corpo, tenho certeza que dessa vez vamos conseguir.
Carne, suor, pele, gemidos, músculos tensos, buracos abertos, paus duros. Numa bagunça de cinco, a gente se mistura numa dança só de sexo. Tô dentro dela, mas ao mesmo tempo tô dentro de todo mundo. Os sexos deles me penetram, me comem, fuck you, sou um com eles e o prazer, meu prazer, nosso tesão sobe pra estratosfera dos meus sentidos. Eu explodo, uma e várias vezes em mil orgasmos mentais e físicos. Me derramo em litros de porra em cima da gente em cachoeiras de gozo.
Tesão fervendo de cinco que não conseguem parar de se chupar, se comer, se penetrar, se lamber...
Decidimos deixar o quarto completamente escuro, igual àqueles "quartos escuros" de lugares de encontro. Mal consigo enxergar alguma coisa no meio da escuridão total. Sinto as vozes deles, as peles, os suores. Tá quente aqui dentro. O ambiente arde entre nossos beijos. Sinto uma língua entrando na minha boca e outra que se enfia fundo no meu cu.
- Trouxe uma vizinha que tava nos espiando. - disse há horas a Lomorocha nas minhas costas, me fazendo pular e sair de dentro do cu da Lady_GodivaII pra me virar e ver o que ela tava fazendo. E sim, ela tava parada nua na porta de entrada do quarto com uma mulher na mão, como se fosse uma menina prestes a entrar no primeiro dia de escola. De roupa caseira, ela olhava extasiada o espetáculo dos nossos corpos nus.
- Vi vocês ontem à noite, moro do outro lado da rua. Me chamo Mimilau. - conseguiu falar entre os dentes, sorrindo.
- Bem-vinda ao nosso templo dos prazeres, dama requintada. - disse Pervberto, levantando do sofá e estendendo a mão pra fazer ela entrar.
- Aqui, obsceno é essa roupa que cobre sua beleza. - completou, puxando a camiseta pra cima pra tirar. Mimilau se deixou levar e, aos poucos, foi... despindo seu corpo das roupas até ficar completamente nua como nós.
Lady_Godivall a guiou até a cama, deixando o lugar do centro e se deitou de barriga pra cima sem dizer nada.
Pode ter sido a novidade, o estranho e luxurioso da situação ou qualquer outro motivo, mas sem trocar palavras, nos atiramos como hienas famintas sobre aquele corpo que se juntava à nossa orgia literária.
Acho que foi a Lomorocha quem apagou a luz. Não posso afirmar. Depois se passaram minutos, ou horas, ou dias. Também não sei.
Gemidos, salivas, fluxos e porra. Respirações sufocadas, gritos e sussurros. Súplicas e ordens se sucedem na mais absoluta escuridão entre nossos corpos que gozam.
Espero que isso nunca acabe, que o tempo finalmente pare. Entrando e saindo da buceta de alguma das nossas amigas enquanto sinto mãos e línguas percorrerem meu corpo, tenho certeza que dessa vez vamos conseguir.
12 comentários - Tengo ganas (VII). Las cosas por su nombre.
Excelente!!! No puedo dejar de imaginar cada palabra... @Lomorocha quiere darme el pie?
Espero no lo tomes a mal pero prefería los relatos cuando las "cosas" no eran por su nombre y daba lugar a la fantasía. Eso lo hacía muy erótico. Al usar los nombres en mi mente paso de lo erótico a lo pronográfico y eso no tiene nada de malo en si mismo pero me gustaba más cuando no era tan gráfico .
Gracias por compartir.
Se agradece ! Pronto me verán ! 🙏 🙏
Dale 😄 😄