De vacaciones con mi Hermana menor 10

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Já não sabia mais se era porque nessa idade a gente aguenta tudo que vem, por tesão ou por seguir aquela máxima "o que não tem remédio, remediado está", mas a perspectiva diária de alcançar um novo nível de depravação sexual naquele círculo íntimo já não me surpreendia tanto. Mas as poluções noturnas, causadas em grande parte por aquele sonho mais digno de um filme do David Lynch do que de um servidor, continuavam me preocupando. Tenho quase certeza de que foram as sugestões da minha irmã pra experimentar coisas novas, entendendo por coisas novas eu comer o Manu, que me fizeram ter aquele sonho, e embora fosse verdade que eu tinha gozado pra caralho, tenho que confessar que não via graça nenhuma em desvirgar o cu do vizinho, coisa que eu precisava contar pra Laura o mais rápido possível, caso o plano daquela manhã ou de algum outro dia incluísse essa possibilidade.

Passei uns bons 20 minutos me espreguiçando de vez e colocando os dois pés no chão pra encarar mais um dia de férias. Bem na hora que ia fazer meu café da manhã, ouvi os vizinhos chegando no chalé, e quando terminei o último gole do meu achocolatado, já ouvia eles chapinhando e gritando na piscina junto com minha irmã. Me troquei, peguei a toalha e desci pra me juntar a eles.

Dava pra ver que meus pais iam demorar pra chegar, porque a primeira coisa que vi ao me aproximar da piscina foram os biquínis da Alicia e da Laura fora d'água, na beira, formando uma natureza-morta bonita com a sunga do Manu. Pelo visto, tinham decidido nadar pelados, e eu resolvi não quebrar aquele momento mágico pulando na água depois de dar bom dia e tirar a minha já dentro da piscina. A primeira coisa que fiz foi ir até a Alicia e dar um beijo na boca dela, longo e molhado, sentindo bem o corpo nu dela contra o meu, o que reavivou a ereção que as carícias da minha irmã tinham me causado logo que acordei.

Assim passamos a primeira hora da manhã, na piscina, brincando. com uma bola, fazendo guerras em duplas, com as meninas montadas nos ombros dos caras, a gente sentindo as bucetinhas depiladas delas molhadas, quem sabe se por algo mais do que pela água escorrendo nas nucas, nos respingando, sempre roçando nossos corpos, às vezes até sem querer. Em algumas ocasiões, senti um roçar sem intenção com o Manu, ou um virava e batia debaixo d'água com a pica em alguma parte do outro, ou a gente colidia também debaixo d'água ao tentar pegar a bola. Decidi não dar importância, afinal, aquilo não passava de um jogo, a gente já tinha se visto pelados várias vezes, já tínhamos batido punheta juntos alguma vez, cada um na sua, claro, até as duas picas tinham ficado praticamente em contato, separadas só por uma camada fininha de pele, a que separava a xota e o cu da Laura e da Alicia. Tinha certeza de que desses jogos a gente não ia passar.
Aos poucos fui esquecendo o assunto, o roçar constante com a Laura e a Alicia e a própria visão dos dois corpos delas como deus as trouxe ao mundo era mais que suficiente para me abstrair de toda preocupação. A cada apalpada, sentia uma vontade incontrolável de foder qualquer uma das duas ali mesmo, dentro d'água, mas tenho que confessar que esse jogo de aquecimento constante, de carícias e de algumas lambidas naqueles dois monumentos da natureza, tinha seu charme, nós quatro estávamos nas alturas, mas mantínhamos as aparências, por assim dizer. Mas estava claro que alguém tinha que ceder diante de tanta carne exposta, e esse foi o Manu, que, esquecendo tudo por um momento, se colocou atrás da minha irmã, pronto para enfiar por trás, não dava pra precisar em qual buraco da Laura o vizinho queria se acomodar, mas ela, depois de uns segundos de predisposição a ser fodida ali mesmo, se separou do Manu e se aproximou da Alicia para sussurrar algo no ouvido dela. A excitação que eu tinha no momento nem me fez sentir certo medo do que O que as garotas estavam tramando.

Com o mesmo ar de mistério e sem dizer uma palavra, as duas foram até a borda pegar seus biquínis, vestiram e saíram da piscina. Andaram só alguns metros até um canto do jardim onde uns arbustos as escondiam da visão perfeita que a área da piscina dava para os vizinhos, e ficaram peladas de novo. Manu e eu nos olhamos e decidimos fazer o mesmo. Tínhamos que tomar cuidado para sair da piscina de sunga, porque, como eu disse, qualquer vizinho curioso, embora não pudesse ver o que rolava dentro da piscina, tinha uma visão perfeita quando a gente saía. Fomos para o mesmo canto que as garotas escolheram, tiramos a sunga de novo e deitamos ao lado delas.

- O que vocês estão bolando? - perguntei.

- Já vão ver - respondeu a Alicia, sorrindo.

A vizinha levantou um pouco minha irmã, que estava deitada, deixando ela apoiada nos cotovelos na grama, abriu as pernas dela e se posicionou entre elas de quatro. Delicioso, tínhamos na nossa frente a Alicia mostrando a bunda e a bucetinha por trás enquanto fazia um oral na Laura, que não demorou a começar a se acariciar os peitos, beliscando os mamilos de vez em quando, o que era meio difícil porque ela precisava manter pelo menos um cotovelo no chão para não cair. Não consegui me segurar e me aproximei para tentar lamber a bunda da vizinha, mas assim que ela sentiu minha língua no cu dela, me afastou com a mão.

- Vocês têm que esperar - minha irmã conseguiu dizer entre suspiros.

Porra, que merda as duas estavam tramando? Assim continuaram por um bom tempo, então não tive escolha a não ser começar a me masturbar vendo aquela cena. Vi que o Manu também estava se punhetando, olhando as nossas irmãs se pegando, alheias aos dois espectadores. Num momento, minha irmã se levantou como pôde, enquanto a Alicia continuava de quatro. mesma posição. Laura então se posicionou na altura da bunda da vizinha e começou a chupá-la, a enfiar a língua naquele buraquinho preto que minutos antes eu tentava saborear. Alternava as lambidas entre o cu e a buceta da Alicia, cuja respiração começou a acelerar, enquanto com uma das mãos ela se acariciava o sexo. De repente, as duas explodiram num orgasmo que quase as fez cair no gramado. Elas se levantaram, se abraçaram, se beijaram e foi minha irmã quem perguntou:

- Quem vai foder a gente agora, suas vadias?

Eu e o Manu levantamos antes mesmo dela terminar a pergunta pra nos jogar em cima delas, mas a Alicia nos parou no seco.

- Só tem uma condição - disse ela.

Já tava esperando o pior.

- Só pode ser um de vocês dois.
- Vocês têm que continuar se masturbando. E quem gozar primeiro, vai ser o perdedor, e o outro vai fazer com a gente o que quiser - decretou minha irmã.

Eu e o Manu nos olhamos sorrindo, sem problema, diminuímos o ritmo do sobe-e-desce e fomos esperar.

- Vale, aceitamos - falamos os dois ao mesmo tempo.

- Acho que vocês não entenderam. Claro, vocês acham que podem ficar aí, batendo uma em câmera lenta até amanhã se for preciso - reclamou a Laura.

- O que vocês têm que fazer - disse a Alicia -, é se masturbar um ao outro, assim não tem trapaça.

Ficamos chocados.

- Não olhem pra gente assim - disse minha irmã -, a gente vai continuar com a nossa aqui, pra inspirar vocês.

Continuávamos chocados. Pensei em ceder os louros direto pro Manu, mas a vontade de comer aquelas duas putinhas me cegava. Esperei um pouco antes de abrir a boca, caso o Manu também me cedesse o lugar, mas ele parecia pensar o mesmo que eu.

- Então, o que é? Vão se decidir? - perguntou minha irmãzinha com sarcasmo. As duas vadias deviam estar se divertindo pra caralho às nossas custas.

- Buceta, irmãzinha, não me fode... - protestou o vizinho.

- Não, não vou te foder, a menos que o Javi bata uma pra você e você pra ele. ele faz com que ele goze antes.
Manu e eu nos olhamos com resignação, e vendo que íamos entrar na dela, as duas minas ficaram empolgadas com a ideia.

- Aceitamos com uma condição - falei. - A gente faz, mas vocês se comprometem a fazer o mesmo, passando por qualquer prova que a gente inventar.

As duas continuaram rindo, toparam a condição imposta e sentaram na grama na nossa frente, a uns dois metros de distância, ambas de pernas abertas, e começaram a se masturbar uma à outra.

- Podem começar quando quiserem - disse a Alicia.

Eu tinha o Manu sentado à minha esquerda. Sem hesitar, peguei na pica dele, pronto para impor um ritmo que fizesse ele gozar rápido. Ele fez o mesmo com a minha. Como eu tinha os braços mais longos, tivemos que mudar de posição: ele segurava a minha e eu segurava a dele, passando meu braço por cima do dele. Era estranho, estava segurando firme uma pica que não era a minha, sentia as veias, a aspereza e o toque frio depois de ter passado pela piscina de um pau que não era o meu, mas não era uma sensação desagradável. Antes de começar, puxei o prepúcio dele para baixo e subi umas cinco ou seis vezes bem devagar, só pra garantir que não teria problemas em imprimir uma velocidade devastadora segundos depois. Manu fez o mesmo comigo. Era uma situação bizarra, mas não deixava de ser prazerosa.

- No três - avisei.

- Um...
... dois...
... e três!

Me entreguei à visão que tinha na frente, as duas minas mostrando as bucetas completamente abertas, escondidas sob uma camada de dedos que iam e vinham, e comecei a masturbar o Manu com rapidez e firmeza. Ele fazia o mesmo comigo. Desde o começo, achei que seria eu quem aguentaria mais, mas naquela hora fiquei na dúvida. Sentia a mão do vizinho subir e descer na minha pica a toda velocidade, também com força, mas não o suficiente para machucar. Vendo que ou eu me ligava um pouco ou ia acabar sendo só testemunha... de como o Manu comia as nossas irmãs, comecei a aumentar o percurso da minha mão pela buceta do vizinho, cada vez que minha mão descia por aquele músculo nodoso e duro, ia até o fim, até que a glande dele não pudesse ficar mais exposta e até minha mão bater nos ovos dele, tudo na maior velocidade que eu conseguia. Laura e Alicia assistiam excitadas à cena, e decidiram nos envolver mais, chegando perto o suficiente para ficarem ao alcance das mãos. Mas nossas mãos estavam ocupadas agora, uma apoiada na grama e a outra masturbando o outro de forma frenética. A velocidade dos dois tinha diminuído um pouco, os dois estávamos com os braços cansados. Ou eu fazia algo para o vizinho gozar, ou era eu quem ia banhar nossas irmãs com um belo jato de porra. E então me veio a ideia. De repente, soltei o pau dele, agarrei com a mão direita e comecei de novo com mais velocidade. A mão que agora estava livre deslizou por baixo do Manu, levantei ele alguns centímetros e meu dedo indicador foi direto no cu dele, que consegui penetrar sem muita dificuldade. E foi questão de segundos até um grito anunciar a gozada iminente dele. Um potente jato de esperma saiu disparado do pau dele, direto na barriga da minha irmã. Continuei até ele soltar a última gota, e sentindo que seria questão de segundos para eu gozar também, me joguei para trás, tirei a mão de debaixo dele e me soltei da mão dele. Fiquei deitado um momento e fechei os olhos para me recuperar. Quando os abri, um instante depois, vi a Alicia recolhendo o esperma da barriga e da buceta da Laura com a boca.

- Você é um filho da puta - disse o Manu tentando recuperar o fôlego e mostrando um sorriso fraco.

- Relaxa, que essas vão pagar por isso - falei baixinho como desculpa, devolvendo o gesto.

- Parece que temos um vencedor - disse a Laura animada, imitando a voz da apresentadora de um programa de TV.

- Você já sabe qual é o Prêmio", comentou a melosa Alicia enquanto as duas se aproximavam de nós. "Somos suas, pelo menos até a gente achar que o Manu se recuperou..."

Resignado, Manu se afastou só uns dois metros, com o único objetivo de se recuperar o mais rápido possível, curtindo a cena que as duas minas e eu não demoramos pra armar. A primeira que se jogou em cima de mim foi a Alicia, e por mais que eu tivesse morrendo de vontade de arrebentar as duas na base da pica, a primeira coisa que fiz foi beijar ela na boca, sentindo ela quente e molhada. Mal tinha passado uns segundos beijando aqueles lábios carnudos e macios, quando senti minha rola ser agarrada pela boca da Laura. Tive medo de que, com o tesão que eu tava e a fúria que minha irmã costumava chupar, eu gozasse sem aproveitar direito aqueles dois corpos, mas a língua da Laura dessa vez tava lenta.

Alicia se afastou de mim com o olhar vidrado, pra me deixar ver como minha irmãzinha se dedicava, como se o tempo não existisse, a percorrer com a língua cada milímetro do meu pau, devagar, sem pressa, algo que, junto com o silêncio reinante, só quebrado pelo canto de algum passarinho distante e pelos sons guturais quase imperceptíveis que escapavam dos lábios da Laura, me deixava louco. A vizinha me empurrou até eu ficar deitado na grama, sem que minha irmã parasse de ter a boca ocupada, e colocou as pernas de cada lado da minha cabeça. Ficou um instante de pé, exibindo a visão maravilhosa da sua entreperna; de baixo, eu conseguia ver a bucetinha dela cheia de gotinhas que denunciavam a excitação, e aquele rabo que pedia guerra aos berros, o mesmo que há poucos minutos eu não tinha conseguido nem acariciar. Ela não se fez de rogada; com a mesma calma que a Laura me dava um prazer enorme com a língua, a Alicia foi descendo o quadril bem devagar. Era inacreditável ver aquele corpo descendo lentamente, sentir o calor dela no rosto enquanto se aproximava centímetro por centímetro. Conforme eu ia descendo, ia acariciando a parte interna das coxas dela pra cima, até que minhas mãos encontraram a virilha dela, e foram se juntando até alcançar a buceta dela. Lá meus dedos se perderam, se enfiaram lá dentro, na boceta dela, no cu dela... quando minhas mãos passaram a agarrar as bundas firmes dela, como compensação pelo que ela tinha me proibido de fazer um tempo atrás, ela foi arqueando as costas pra trás e continuou descendo até praticamente plantar o corpo dela em cima da minha cara. Já não sabia mais se o calor que sentia vinha dela ou se era eu que tava queimando. Com o nariz praticamente dentro da bucetinha da Alicia, me deixei levar pelo cheiro gostoso e explorei com a língua. Senti como o cu dela se contraía e se dilatava ao contato com minha língua, que não parava de se mexer, também devagar, acompanhando os movimentos com que a Laura me chupava o pau. Fazia círculos, tentava enfiar a língua, dava lambidas longas que não esqueciam do períneo dela e da bucetinha dela enquanto minhas mãos brincavam com os peitos dela. Minha irmã se levantou um pouco e depois de me dar prazer com a boca, senti ela se jogar em cima de mim, o peso dos peitões enormes dela no meu pau, que ficou preso no meio. Com as mãos, ela ajeitou ele lá dentro e começou a me masturbar com os peitos, aumentando o ritmo que tinha começado, sabendo que eu já tava praticamente recuperado depois de passar pelas mãos da Manu. Eu fiz a mesma coisa, aumentei o ritmo e a intensidade com que minha língua explorava o interior da Alicia, que, entregue pelos gemidos dela, demorou pouco pra gozar na minha cara.

A vizinha tava cada vez mais molhada, e num movimento que evitou que eu me afogasse nos fluidos dela, ela se jogou pra frente, tentando alcançar o pedaço de pau que escapava de entre os peitos da minha irmã. Dando uma última lambida na xota da Alicia, tirei ela de cima de mim e me levantei, deitei ela de barriga pra cima e pedi pra minha irmã se posicionar em cima dela, até fazer um 69. Não precisei falar o que elas tinham que fazer. tinham que fazer, suas línguas não demoraram a atacar a buceta uma da outra. Fiquei atrás da Laura, me deliciando por uns instantes vendo como a vizinha se desmanchava tentando acompanhar o ritmo que minha irmã imprimia na boceta dela, e me ajoelhei, guiando o pau em direção à entrada da xereca que parou de receber as atenções da língua da Alicia. Deslizei sem nenhuma dificuldade dentro da minha irmã, meu pau entrou de uma vez, arrancando dela um gemido longo de prazer que a fez descuidar por um momento da parceira. Assim que vi a cabeça dela abaixar de novo pra continuar explorando o interior da vizinha, comecei a bombar sem pressa mas sem parar, enfiando o pau o mais fundo que podia e tirando quase tudo pra recomeçar. Debaixo de mim, ouvia a Alicia gemer, minhas estocadas na Laura só aumentaram a velocidade da língua dela na buceta da vizinha. Instintivamente, ela tirou a língua pra lamber meu saco enquanto eu metia na minha irmãzinha. Era uma sensação brutal, o calor da boceta da Laura, a facilidade com que eu a fodia, junto com a sensação da língua da Alicia brincando com minhas bolas ou explorando meu cu. Levantei um pouco minha irmã, só o suficiente pra pegar com as mãos aqueles peitões, e comecei a beliscar os bicos dos peitos dela. Quanto mais eu a excitava, mais ela fazia pra excitar a vizinha, que, por sua vez, colocava sem preconceitos a boca e a língua pra me dar mais prazer. A vizinha tava gozando pela segunda vez e a Laura tava perto, então aproveitei pra minha irmãzinha gozar bem gostoso. Tirei o pau da boceta ardente dela e coloquei na entrada do cu. Senti como ela arqueou as costas enquanto o esfínter engolia meu piru centímetro por centímetro. Entrei até o fundo, e uma vez com tudo dentro, empurrei o máximo que pude e com pequenos movimentos recuava, tentando não deixar meu pau sair daquele cu lindo, pra começar a bombar num ritmo frenético. aquela foda que minha irmã teve um orgasmo brutal, desabando em cima da vizinha. As pernas dela tremeram e escorregaram para os dois lados da cara da Alicia, que desde que meu pau entrou pelo cu da Laura, não parou de dar carícias na buceta da minha irmãzinha com a boca. Eu me afastei pra trás vendo o cu que acabei de foder totalmente aberto, ainda não tinha contraído os músculos pra se fechar de novo, e com uma mão guiei a cabeça da Alicia, levantando ela pra dar umas lambidas antes de voltar ao estado normal. De todas as posições que eu tinha na cabeça pra foder aquelas duas vadias, decidi então foder o cu da vizinha dessa vez. Assim que pedi, ela se deitou na grama. Coloquei minha irmã bem em cima da Alicia, com as pernas abertas de cada lado da cabeça dela, que ficava enfiada debaixo dos buracos da Laura que eu acabara de explorar. Me ajoelhei entre as pernas da vizinha e comecei a bombar dentro da bucetinha dela enquanto ela agradecia o prazer que eu tava dando, mexendo a língua entre as coxas da minha irmã. Minhas mãos, enquanto isso, se perdiam nos peitos das duas garotas; comecei primeiro com os bicos da Alicia, beliscando eles, apertando bem entre os dedos até esticar cada peito pra cima, o máximo que dava. Mas pra minha irmãzinha os beliscões não eram suficientes. Sem parar a metida e tirada com a vizinha, me inclinei um pouco pra frente, só o bastante pra alcançar com a boca os peitões enormes da minha Laurinha. Na primeira mordida, ela pegou a calcinha do biquíni que tava jogada de lado e enfiou na boca, mordendo ela pra não soltar uns gritos que quebrariam qualquer objeto de vidro num raio de 10 quilômetros. Embora chupar um bom bico exija cuidado, já que tem que saber até onde a garota aguenta os dentes mordendo a carne, com minha irmã Sem limites.

Comecei prendendo eles entre os dentes, e fui mordendo, devagar, cada vez apertando mais. Um pouco mais. Cada vez mais e mais. Laura gemia com a calcinha do biquíni na boca abafando os sons. Parei bem na hora que pensei que ia arrancar eles fora, mesmo sabendo que ela queria mais, faltava pouco pra outro orgasmo, mas eu queria que ela gozasse igual uma louca por causa do trabalho que a vizinha tava fazendo lá embaixo com a língua. Apesar de como eu tava ficando de tanto furar a buceta da Alicia, segurei os quadris dela, que ela mexia que nem uma desesperada, tirei ela de lá e agarrei pelos joelhos, levantando até o cu dela aparecer desafiador, todo encharcado dos fluidos dela. Minha irmã, sentada na cara dela, segurou pelos tornozelos, a vizinha já tava só com a parte de cima das costas no chão, com os rins no ar. Indo contra a ternura que eu tinha usado com ela logo depois de ganhar "a aposta", dessa vez não hesitei, e coloquei a ponta da pica bem na entrada do cu dela, empurrei com força. Na primeira enfiada, entrou até a metade, e arrancou da Alicia o enésimo orgasmo da manhã, que por sua vez virou um movimento furioso da língua que quase fez minha irmã cair no chão. Tirei com cuidado, pra voltar com tudo sem piedade. Minha pica entrava e saía rápido, até que chegou uma hora que encaixou dentro do cu da vizinha que nem uma luva, aí aproveitei pra meter até o fundo. Senti que em breve ia jorrar tudo nas duas vadias. Continuei bombando até sentir que não aguentava mais, que era questão de mais 7 ou 8 metidas pra banhar as duas garotas de porra. Tirei os joelhos da Alicia da minha irmã, que caíram no chão dos dois lados de mim, dei a última enfiada com violência, cravando a pica bem nas entranhas dela, agarrei a Laura pra ela deitar por cima da vizinha até fazer outro 69, e tirei ela de lá. Nessa, bem no momento em que um rio de porra levava a consciência dela. A gozada acertou em cheio a cara da minha irmã e a bunda e a buceta da vizinha durante o que me pareceu horas. E me deixei cair pra trás pra ver como minha irmã, com o rosto cheio de sêmen, recolhia com a língua da buceta e do cu da Alicia tudo o que não tinha acabado na cara dela. Quando terminou, levantou de cima da vizinha, procurou o rosto dela e, dando um beijo profundo e lento, dividiu a gozada com a vizinha, que recebeu ainda ofegante na boca.

Demorei um instante pra reparar no Manu, que não tinha perdido a chance de ver o espetáculo e, já recuperado de vez, se masturbava devagar, como se tivesse medo de gozar de novo e não poder aproveitar o corpo daquelas duas mulheres como eu tinha feito.

- Bom, agora acho que é minha vez, né? - disse ele com malícia.

As duas garotas, em cujas carinhas quase não sobrava mais resto de porra, se olharam.

- Dá uns minutos, que ainda não tô pronta pra te dar todo o trabalho que esse aqui nos deu - comentou a Alicia com certa ironia, apontando pra mim. Mas bem quando terminava a frase, minha irmã, levantando do chão e rebolando a cintura e a bunda como só ela sabe fazer, foi na direção do Manu, deitou do lado dele e, antes que o próprio Manu percebesse, já tinha o pau dele na boca.

- Não cansa ele demais, gostosa - disse a Alicia -, que eu também quero, mas daqui a pouquinho. Tá afim de um banho, Javi? - e antes que eu pudesse sequer dizer que era uma ideia foda naquele momento, ela se aproximou de mim e me beijou na boca, onde pude sentir o gosto da minha própria porra depois de passar pelos lábios da Laura. Nós dois vestimos o sungão e o biquíni e nos jogamos na água, deixando os outros dois na grama preparando, bem devagar, o que ia rolar daqui a alguns minutos.

Continua...

PRÓXIMO RELATO:
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3 comentários - De vacaciones con mi Hermana menor 10

Impresionante.. me parecio estar viendolo...quiero mas... van puntos +10
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