Era o verão de 2013 e eu fui de férias com minha namorada pra Mar del Plata.
A gente fez amizade com um grupo de pessoas e, entre todos, se destacava a Miranda: tímida, pequenininha, morena linda, uma bunda muito boa, e bem quietinha. Tímida demais.
Eu sabia que não podia tentar pegar ela com a minha namorada por perto, mas no meio da conversa em grupo, mencionei coisas do meu trabalho e todo mundo pediu o Facebook do meu negócio. Vi a Miranda anotando e fiquei na esperança de que ela me chamasse, nem que fosse só pra dar um oi.
Dois meses depois, recebo a solicitação e uma mensagem. Ela queria encomendar um dos meus trabalhos e tirar umas dúvidas. Cumprimentei ela surpreso e falei que me impressionava como ela era fluente pra conversar, sendo tão tímida na vida real.
Depois de algumas semanas, enquanto a gente falava sobre o pedido que ela fez e acertava os detalhes, fui fazendo piadas e tentando quebrar o gelo.
Fiz uma piada sobre uma torta de chocolate (não sabia que você gostava de tortas. Tenho várias amigas tortas).
Ela não entendeu a referência, disse que na cidade dela essa palavra não tem duplo sentido, e quando expliquei o que era, ela falou que gostava de homens.
"Gosta muito?", perguntei.
"Pois é. Acho que até demais. Mas não tenho nenhum agora", ela respondeu. Me surpreendi dela se soltar, então comecei a sugerir apresentar amigos e tal, até que toquei no assunto do sexo, e como ela se virava sozinha.
Aos poucos, consegui insinuar que pra se aliviar, ela podia ficar com um cara que tem namorada, porque os infiéis são discretos. Ela disse que nunca quis fazer isso porque sentia pena da namorada, mas que talvez um dia faria.
Eu pensei: "Essa mina se faz de tímida, mas por dentro ferve de fantasias. Tenho que comer ela."
Os dias foram passando e eu já não falava de trabalho com ela. Pedia pra ela contar as fantasias dela. Pedia pra contar detalhes íntimos.
Contei o que gosto de fazer na cama, e como seria se eu estivesse com uma amante nova.
Fiz todo um... relato pelo WhatsApp e ela aguentou ouvir. Deixei passar uns minutos e perguntei:
Gostou? Ela disse que sim.
Se tocou? "Pois é", ela respondeu.
Então falei na lata que, se ela se tocou pensando em mim, eu ia realizar aquilo pra ela.
Combinamos e um dia fui na casa dela.Cheguei e ela tava de calcinha preta e uma camiseta. Entrei e acompanhei ela até o apartamento dela, e não toquei nela até a gente entrar e ela fechar a porta. Falei "oi" de novo e meti um beijão na boca dela. Ela pirou, ficou doida. Abracei ela e comecei a passar a mão em tudo, enfiando a mão por baixo da roupa. Fui levando ela pro sofá enquanto tirava minha roupa.
Não tinha passado 45 segundos, e sem falar nada, transando pra caralho, eu já tava pelado e ela também, e sem nem deitar direito, assim de quatro, virei ela e meti de uma vez.
Ela deu um gritão, mas não de dor; tava super molhada e pronta. Meti uma senhora foda assim, e ela se apoiou um pouco no sofá pra aguentar mais. Gritava que dava cãibra, mas ao mesmo tempo, isso me deixava louco.
Depois de um bom tempo, tirei ela de dentro, e ela conseguiu tirar o tênis e a legging que tava no tornozelo. Aí fomos pro quarto dela, e eu sentei. Ela ajoelhou na hora pra mamar, e parecia que tava com sede de pica. Chupou e amassou aquela porra como poucas vezes fizeram, e quando ela achou que eu ia gozar, erro meu, coloquei ela de quatro e comi ela. Ela gritou de novo. De vez em quando pedia desculpa por gritar, mas eu adorava que ela gritasse.
Passamos por várias posições e as horas passavam. Não parávamos de foder.
Numa hora ela fala: "Faz tempo que não consigo, eu te falei que dói, mas quero tentar pelo cuzinho."
Ela tinha vaselina e tudo, preparei ela, enfiei os dedos com vaselina enquanto comia ela por baixo, e quando o cuzinho tava dilatado, comecei a entrar devagar, bem devagar. Quando a cabeça entrou, perguntei se tava bem, e ela disse que sim, aí falei que ia ficar parado, que ela tinha que se mexer, pra não doer.
Ela começou a se mexer, e entrava cada vez mais. Em algum momento entrou tudo, e ela continuou se movendo. Depois já entrava e saía tudo, e ela continuava se mexendo.
Sem tirar de dentro, deitei de barriga pra cima, e ela ficou de costas pra mim, e ficou montando na minha pica com a bunda por uns trinta minutos. Até eu estar perto de gozar.
Ela saiu, e pra Meu espanto, ela começou a me chupar de novo. Mandei ela chupar minhas bolas e gozei na cara toda dela. Tinham passado umas 3 horas, a gente tomou banho, comeu alguma coisa, e quando eu tava indo embora, ela disse que eu podia ir comer ela sempre que quisesse. E por isso, desde então, a gente virou amantes, e isso é só o começo da história.
A gente fez amizade com um grupo de pessoas e, entre todos, se destacava a Miranda: tímida, pequenininha, morena linda, uma bunda muito boa, e bem quietinha. Tímida demais.
Eu sabia que não podia tentar pegar ela com a minha namorada por perto, mas no meio da conversa em grupo, mencionei coisas do meu trabalho e todo mundo pediu o Facebook do meu negócio. Vi a Miranda anotando e fiquei na esperança de que ela me chamasse, nem que fosse só pra dar um oi.
Dois meses depois, recebo a solicitação e uma mensagem. Ela queria encomendar um dos meus trabalhos e tirar umas dúvidas. Cumprimentei ela surpreso e falei que me impressionava como ela era fluente pra conversar, sendo tão tímida na vida real.
Depois de algumas semanas, enquanto a gente falava sobre o pedido que ela fez e acertava os detalhes, fui fazendo piadas e tentando quebrar o gelo.
Fiz uma piada sobre uma torta de chocolate (não sabia que você gostava de tortas. Tenho várias amigas tortas).
Ela não entendeu a referência, disse que na cidade dela essa palavra não tem duplo sentido, e quando expliquei o que era, ela falou que gostava de homens.
"Gosta muito?", perguntei.
"Pois é. Acho que até demais. Mas não tenho nenhum agora", ela respondeu. Me surpreendi dela se soltar, então comecei a sugerir apresentar amigos e tal, até que toquei no assunto do sexo, e como ela se virava sozinha.
Aos poucos, consegui insinuar que pra se aliviar, ela podia ficar com um cara que tem namorada, porque os infiéis são discretos. Ela disse que nunca quis fazer isso porque sentia pena da namorada, mas que talvez um dia faria.
Eu pensei: "Essa mina se faz de tímida, mas por dentro ferve de fantasias. Tenho que comer ela."
Os dias foram passando e eu já não falava de trabalho com ela. Pedia pra ela contar as fantasias dela. Pedia pra contar detalhes íntimos.
Contei o que gosto de fazer na cama, e como seria se eu estivesse com uma amante nova.
Fiz todo um... relato pelo WhatsApp e ela aguentou ouvir. Deixei passar uns minutos e perguntei:
Gostou? Ela disse que sim.
Se tocou? "Pois é", ela respondeu.
Então falei na lata que, se ela se tocou pensando em mim, eu ia realizar aquilo pra ela.
Combinamos e um dia fui na casa dela.Cheguei e ela tava de calcinha preta e uma camiseta. Entrei e acompanhei ela até o apartamento dela, e não toquei nela até a gente entrar e ela fechar a porta. Falei "oi" de novo e meti um beijão na boca dela. Ela pirou, ficou doida. Abracei ela e comecei a passar a mão em tudo, enfiando a mão por baixo da roupa. Fui levando ela pro sofá enquanto tirava minha roupa.
Não tinha passado 45 segundos, e sem falar nada, transando pra caralho, eu já tava pelado e ela também, e sem nem deitar direito, assim de quatro, virei ela e meti de uma vez.
Ela deu um gritão, mas não de dor; tava super molhada e pronta. Meti uma senhora foda assim, e ela se apoiou um pouco no sofá pra aguentar mais. Gritava que dava cãibra, mas ao mesmo tempo, isso me deixava louco.
Depois de um bom tempo, tirei ela de dentro, e ela conseguiu tirar o tênis e a legging que tava no tornozelo. Aí fomos pro quarto dela, e eu sentei. Ela ajoelhou na hora pra mamar, e parecia que tava com sede de pica. Chupou e amassou aquela porra como poucas vezes fizeram, e quando ela achou que eu ia gozar, erro meu, coloquei ela de quatro e comi ela. Ela gritou de novo. De vez em quando pedia desculpa por gritar, mas eu adorava que ela gritasse.
Passamos por várias posições e as horas passavam. Não parávamos de foder.
Numa hora ela fala: "Faz tempo que não consigo, eu te falei que dói, mas quero tentar pelo cuzinho."
Ela tinha vaselina e tudo, preparei ela, enfiei os dedos com vaselina enquanto comia ela por baixo, e quando o cuzinho tava dilatado, comecei a entrar devagar, bem devagar. Quando a cabeça entrou, perguntei se tava bem, e ela disse que sim, aí falei que ia ficar parado, que ela tinha que se mexer, pra não doer.
Ela começou a se mexer, e entrava cada vez mais. Em algum momento entrou tudo, e ela continuou se movendo. Depois já entrava e saía tudo, e ela continuava se mexendo.
Sem tirar de dentro, deitei de barriga pra cima, e ela ficou de costas pra mim, e ficou montando na minha pica com a bunda por uns trinta minutos. Até eu estar perto de gozar.
Ela saiu, e pra Meu espanto, ela começou a me chupar de novo. Mandei ela chupar minhas bolas e gozei na cara toda dela. Tinham passado umas 3 horas, a gente tomou banho, comeu alguma coisa, e quando eu tava indo embora, ela disse que eu podia ir comer ela sempre que quisesse. E por isso, desde então, a gente virou amantes, e isso é só o começo da história.
11 comentários - Toda a verdade sobre a Miranda
luego me paso por los tuyos, veo que escribís. muchas gracias!
Ella no quiere amantes actualmente, pero todo puede ser