Faço uma breve introdução pra quem não leu a primeira parte.
Meu nome é Moni, tenho 27 anos, moro em Merlo, San Luis.
Vivo com meu parceiro Dani, que é viajante. Aproveitando a ausência dele, depois de ter dado mole pra uns caras, Ale e Gaby, aproveitei pra marcar com eles numa segunda à noite. Churrasco, vinho, vodka e um pouco de baseado, e muita, mas muita vontade, fizeram a gente acabar jogando strip poker com prendas. Depois que eles me fizeram gozar intensamente com a boca, devolvi o favor tomando toda a porra que me deram. Só pra constar, os dois paus eram muito parecidos, pareciam gêmeos, e o gosto se misturou, então não consegui diferenciar nada.
Continuo.
Geralmente, quando eu fodo e chego em casa ou me masturbo, relaxo muito e costumo cair no sono.
A questão é que num momento abro os olhos, estava coberta com um cobertor no sofá, tinha uma luz acesa na cozinha, então enxergava pouco. Me situei no que tinha rolado, lembrei do joguinho, dos paus lindos e gêmeos deles, e pensei que ainda não tinha dado pra esses caras! Liguei a luz da sala, coloquei minha calcinha branca, fiquei meio envergonhada de estar pelada sozinha na sala de uma casa alheia, calcei minhas sandálias, fui ao banheiro, fiz um xixi eterno e me olhei no espelho (totalmente destruída, maquiagem e cara). Lavei um pouco o rosto e uma mecha do lado da orelha que tava cheia de leite. Fui pra sala, peguei meu celular, eram 4h20, ou seja, tinha dormido umas 2 horas. Vi que tinha uma mensagem das 12 da noite do meu namorado: "Te amo, minha rainha, dorme bem". Pensei: "Você não faz ideia da soneca gostosa e relaxada que eu tirei, com porra na cara, no cabelo e, bom, agora não na boca, mas no estômago." Fui na geladeira, peguei uns gelos e fiz um bom smirnoff com laranja. Fiquei pensando em como acordá-lo. O mais fácil era ir pro quarto do Gaby, que era minha primeira vítima, e começar a chupar o pau dele. Enquanto pensava, vi o baseado, dei uns 3 tragos bons, e depois de uns 25 minutos tava recolocada. Claro, quando fumei umas... horas antes não tinha puxado tanta fumaça, e dois baseados tinham batido, mas não tanto. Como quase não fumo, e faz mais tempo ainda que não fumo, tava meio deslocada e comecei a pensar. E a verdade é que percebi que não tava a fim de ficar de bobeira, queria ação. Então levantei do sofá e, com o que sobrou do drink, fui pra um dos quartos. Vejo uma cama de casal e um corpo pelado. Me aproximo e era a Gaby, perfeito, era exatamente o que eu queria. Ela tava dormindo de barriga pra cima. Fiquei olhando como ele era lindo, me deu uma ternura. Fiquei admirando a cock linda dele. Peguei dois cubinhos de gelo que tinha no copo, coloquei na boca, agarrei a cock dele dormindo e meti na boca. Fiquei um tempinho assim.
A luz do abajur acende.
Gaby - Moni, meu amor.
Bárbaro, ele tinha acordado. Continuei assim por um tempinho e senti na minha boca a cock dele acordando, misturada com os gelinhos. Sensação maravilhosa, uma cock acordando na sua boca. Desci pelo tronco, dei uma chupada foda nos ovos dele. Tava adorando a sensibilidade que o baseado me dava, parecia que eu podia ficar horas chupando, lambendo e descobrindo novos jeitos de brincar com a língua. Subo em cima da cara dele e desço pra continuar o que tava fazendo. Ele tira minha calcinha e começa a passar a língua em mim.
Gaby - Moni, mal te toquei e você já tá molhada, que gostosa que você é, bebê.
Eu sentia cada movimento da língua dele com uma intensidade única.
Enquanto isso, desci um pouco mais pro períneo, agarrei a cock dele e, meu deus, nunca tinha feito nada assim, mas desci mais e comecei a lamber o cu dele. Encharquei ele. Fiquei um bom tempo lambendo o cu e as bolas dele, colocava uma bola na boca de leve e brincava com a língua.
Gaby - Filha da puta, você vai me fazer gozar.
Parei o que tava fazendo, não queria que ele gozasse, queria sentir a cock dele. Agarrei ela com força, bem forte pra ele não gozar (uma vez eu tinha brincado com meu ex assim, chupava até o limite e apertava). pra não gozar,) vi que tinha uma gotinha de porra na pontinha da cabeça, e juntei com a porra que já tinha dentro de mim, passei a língua bem suave engolindo a gotinha de porra. Deixei ele continuar me chupando, use a palavra: pussy que na verdade eu tava super aproveitando, tinha a calcinha completamente encharcada. Depois de um tempo que dei pro Gaby pra ele baixar um pouco a vontade de gozar, subi na cock linda dele, finalmente podia aproveitar a cock bem dura dela, aiii que prazer sentir essa cock dentro, meu Deus como eu adorava sentir minha pussy cheia, eu quando tô por cima costumo me esfregar, esfreguei meu clitóris contra a pélvis dele, aiii já tava gozando de novo, Deus era maravilhoso, que intensidade, comecei a gritar totalmente descontrolada, lembro que o cara falava vai bebê, goza, vai goza. Fico abraçada nele com a cock dele dentro (sabia que se esperasse uns minutinhos podia continuar). A luz do quarto acende. Ale - moni, acho que você acordou todo o Merlo. Ele se aproxima e fica do lado do irmão com a cock dele totalmente dura, acaricio ela por um tempo e decido trocar de cock, subo em cima do Ale. Ale - viu como sabe qual cock é melhor. A verdade é que as sensações eram iguais, Gaby se levanta na cama pra eu chupar ele, Ale se mexia como dava e eu chupava o Gaby como dava. Em algum momento já esqueço do Gaby e começo a sentir que vou gozar de novo, é como se de repente você encontra nas suas sensações de onde vem o prazer e aponta seus movimentos pra lá, já não sabia se era mais intenso ou não que o anterior, aiii guys vocês vão me deixar louca aiii meu Deus (esclareço, não sou católica nem crente, mas durante os orgasmos sou mais crente que o papa) acho que o máximo que tinha tido numa noite tinham sido dois e tava com a impressão que ia ter mais que três. Ale me coloca de quatro, me penetra de novo com muita energia. Ale - que rabo mais lindo, nena. Gaby pega minha cabeça e me Enfia o pau na boca, literalmente, tô fodendo minha boca
Esses caras tavam me destruindo
Gaby sai e eu continuo com a Ale, sentia o pau dela tão fundo
Gaby aparece
Gaby — troca, Ale, agora é minha vez
Ela coloca bem devagar, foi gostosa a mudança de ritmo, e devagar, com a sensibilidade que eu tava, me deixava aproveitar mais intensamente o pau dela
De repente, sinto uma coisa viscosa no meu rabo, não entendi direito se tava dentro, não podia ser gozo, olho pra trás e vejo o Gaby jogando óleo de cozinha no meu rabo
Eu — o que cê tá fazendo?
Gaby — essa bundinha tá pedindo pau
Eu — não, por aí não, não gosto
(Era verdade, só duas vezes tinham feito na minha bundinha, a primeira com meu primeiro namorado, foi horrível, doeu só de colocar e não consegui continuar, e com meu namorado atual, que até entrou mas não curti nem um pouco)
Gaby — relaxa, moni, vai ver que cê vai gostar, olha, vou colocar um dedinho, se doer, tiro
Ele começou a massagear minhas nádegas encharcadas de óleo enquanto tinha o pau na minha buceta, depois começou a acariciar meu cuzinho com um dedo, lubrificando bem a área
Ele coloca a pontinha, me fazendo querer mais (eu mesma coloco um dedinho, adoro)
Ele mete um dedinho, o que me faz gritar de prazer, foi impressionante como entrou fácil, ele mexe
Algumas vezes lá dentro
Gaby — aii, bebê, que bundinha linda você tem, vai ver como vai gostar de sentir meu pau
Eu gemia de prazer, de repente mais um e também entrava fácil, eu gemia, me masturbava enquanto tinha o pau do Gaby dentro
Ale — puta, como você gosta
Gaby — que cu gostoso, vamos foder
Ale aproxima o pau da minha boca, eu chupo gemendo
Já perdi a conta dos dedos, tudo se desvanece, as sensações se fundem, eu tava gozando de novo, meu Deus, esse foi o mais forte dos orgasmos que já tive, queria o pau inteiro já na minha bundinha!!!!!
Gaby — tem 4 dedos, meu amor, que cu lindo que você tem
Sinto ele tirar da minha buceta e empurrar a Pau no meu cu ele mete devagar, eu sentia como aquele tronco deslizava dentro de mim, quase sem resistência já tinha ele todo lá dentro, verdade que eu adorava ter toda aquela pica no meu cuzinho apertado!
Gaby – viu puta como entrou toda sem doer?
Eu continuava me masturbando e de vez em quando chupando a pica do Ale, nunca tinham me comido o cu direito, era tão excitante, tão gostoso
Gaby – que cuzão, meu amor, hum que lindo!
Ficou assim um tempinho me macetando a bunda, eu não parava de gozar, eram tipo espasmos contínuos, pareciam pequenos orgasmos
Gaby – deus, bebê, como você gosta, me deixa louco, você não sabe como aperta minha pica esse cuzinho apertado
Ale – para Gaby, deixa comigo!!!
Gaby – espera, bobo, que esse cuzinho apertado eu ganhei.
Eu – pra mim tanto faz, contanto que não parem de me comer!!
Gaby me agarra, me coloca de quatro, tirando a pica
Gaby – vem Ale, deita aqui que vamos fazer ela provar duas picas ao mesmo tempo
Eu – Não (fracamente)
Ale deita, eu subo com um empurrãozinho do Gaby na pica do Ale
E Gaby me deita em cima do irmão, deixando meu cuzinho apertado livre pra pica dele.
AHHHHHHH, nãooooo, aiii meu deus que sensação tão estranha
Mistura de dor e prazer
Gaby – sim, amor, olha que puta que você é, tem duas picas dentro
Ale se mexia como podia e Gaby tava me comendo com muita intensidade
Eu não parava de gritar, tava absolutamente enlouquecida pelo prazer que essas duas picas estavam me dando
Gaby – vou encher teu cu de porra, puta minha
Eu – sim, meu amor, sim, me dá toda a porra, me dá tudo
(Claramente o baseado tinha me soltado)
Cada vez mais forte Gaby me fode
Gaby – vou rasgar esse teu cu, moni
Eu – me rasga, me rasga
Gaby – sim, cadelaaaaaaa
Grita enquanto goza dentro de mim
Eu – ahhhhhh meu amor, sim sim, me enche, me enche
Grito gozando com meu prazer e o prazer dele
E sinto a porra morna enchendo meu cuzinho apertado
Ale – quero essa bunda, amor
Gaby tira a pica de mim e coloca na minha boca pra eu limpar
Chupo devagar, ganhando mais umas gotinhas!
Ale se coloca atrás de mim e começa a pegar no meu Booty, eu troco meus dedos pelo `cock dele que antes tava na minha pussy.
Ale- sim, meu amor, é verdade que bum mais gostosa que você é
Ficamos assim um tempo, chega num ponto que minhas pernas não respondem e eu fico deitada
Sem conseguir me levantar, ale me levanta, coloca um travesseiro na minha barriga e fico com a tiny ass empinada.
Ale- um pouquinho mais, meu amor, que vou deixar todo meu cum pra você
Começa a me comer mais forte, eu agarro meus peitos
Ale- sim, bebê, assim, assim
E de repente tira o cock do meu Booty e mete na minha boca, soltando um jato de cum na minha boquinha
Ale- engole, minha vida, engole!
Eu- siiiummm
Literalmente encheu minha boca, dessa vez consegui sentir o gosto do cum, era salgado e viscoso, realmente amei o cum dele.
Eu tava virada numa slut
Fico exausta no meio dos meus 2 homens que estavam acariciando minhas costas
Gaby’- Moni, você é espetacular
Ale- Quem diria que Merlo escondia essa slut tão gostosa
Acordei às 3 da tarde entre meus 2 machos
Encontrei minha calcinha rasgada, não lembro quando arrancaram, deixei de lembrança pra eles, deixei meu número de telefone num papel (eles iam embora em 2 dias pra Mendoza e viajavam pro sul pela ruta 40 por quase um mês) e meu namorado chegava de noite, então até outro momento da minha vida, impossível vê-los de novo
Vou pra casa com uma cara, andando com uma ardência na tiny ass, tinham destruído meu cu (pensando que boba, devia ter tomado banho lá) por sorte às 4pm em Merlo rola a sesta, então é quase impossível cruzar com alguém, chego em casa. Fico largada na cama e sinto o carro do meu namorado entrando na garagem, olho o celular, tinha uma mensagem dizendo que um cliente cancelou e ele chegava mais cedo, voei pro chuveiro. Graças a deus tinha acordado, senão ia dar uma merda.. Por três dias senti meu Booty pulsando da foda que tinham me dado. De noite recebo uma mensagem que dizia agendado, saudações, teu namorado
Tenho que dizer que, se alguma mina ler esse relato, se anime a experimentar com duas rolas, nem que seja uma vez na vida
Depois conto pra vocês um reencontro que tive com a Gaby em Buenos Aires, Ale, coisa que eu não sabia, ela tava recasada!
Meu nome é Moni, tenho 27 anos, moro em Merlo, San Luis.
Vivo com meu parceiro Dani, que é viajante. Aproveitando a ausência dele, depois de ter dado mole pra uns caras, Ale e Gaby, aproveitei pra marcar com eles numa segunda à noite. Churrasco, vinho, vodka e um pouco de baseado, e muita, mas muita vontade, fizeram a gente acabar jogando strip poker com prendas. Depois que eles me fizeram gozar intensamente com a boca, devolvi o favor tomando toda a porra que me deram. Só pra constar, os dois paus eram muito parecidos, pareciam gêmeos, e o gosto se misturou, então não consegui diferenciar nada.
Continuo.
Geralmente, quando eu fodo e chego em casa ou me masturbo, relaxo muito e costumo cair no sono.
A questão é que num momento abro os olhos, estava coberta com um cobertor no sofá, tinha uma luz acesa na cozinha, então enxergava pouco. Me situei no que tinha rolado, lembrei do joguinho, dos paus lindos e gêmeos deles, e pensei que ainda não tinha dado pra esses caras! Liguei a luz da sala, coloquei minha calcinha branca, fiquei meio envergonhada de estar pelada sozinha na sala de uma casa alheia, calcei minhas sandálias, fui ao banheiro, fiz um xixi eterno e me olhei no espelho (totalmente destruída, maquiagem e cara). Lavei um pouco o rosto e uma mecha do lado da orelha que tava cheia de leite. Fui pra sala, peguei meu celular, eram 4h20, ou seja, tinha dormido umas 2 horas. Vi que tinha uma mensagem das 12 da noite do meu namorado: "Te amo, minha rainha, dorme bem". Pensei: "Você não faz ideia da soneca gostosa e relaxada que eu tirei, com porra na cara, no cabelo e, bom, agora não na boca, mas no estômago." Fui na geladeira, peguei uns gelos e fiz um bom smirnoff com laranja. Fiquei pensando em como acordá-lo. O mais fácil era ir pro quarto do Gaby, que era minha primeira vítima, e começar a chupar o pau dele. Enquanto pensava, vi o baseado, dei uns 3 tragos bons, e depois de uns 25 minutos tava recolocada. Claro, quando fumei umas... horas antes não tinha puxado tanta fumaça, e dois baseados tinham batido, mas não tanto. Como quase não fumo, e faz mais tempo ainda que não fumo, tava meio deslocada e comecei a pensar. E a verdade é que percebi que não tava a fim de ficar de bobeira, queria ação. Então levantei do sofá e, com o que sobrou do drink, fui pra um dos quartos. Vejo uma cama de casal e um corpo pelado. Me aproximo e era a Gaby, perfeito, era exatamente o que eu queria. Ela tava dormindo de barriga pra cima. Fiquei olhando como ele era lindo, me deu uma ternura. Fiquei admirando a cock linda dele. Peguei dois cubinhos de gelo que tinha no copo, coloquei na boca, agarrei a cock dele dormindo e meti na boca. Fiquei um tempinho assim.
A luz do abajur acende.
Gaby - Moni, meu amor.
Bárbaro, ele tinha acordado. Continuei assim por um tempinho e senti na minha boca a cock dele acordando, misturada com os gelinhos. Sensação maravilhosa, uma cock acordando na sua boca. Desci pelo tronco, dei uma chupada foda nos ovos dele. Tava adorando a sensibilidade que o baseado me dava, parecia que eu podia ficar horas chupando, lambendo e descobrindo novos jeitos de brincar com a língua. Subo em cima da cara dele e desço pra continuar o que tava fazendo. Ele tira minha calcinha e começa a passar a língua em mim.
Gaby - Moni, mal te toquei e você já tá molhada, que gostosa que você é, bebê.
Eu sentia cada movimento da língua dele com uma intensidade única.
Enquanto isso, desci um pouco mais pro períneo, agarrei a cock dele e, meu deus, nunca tinha feito nada assim, mas desci mais e comecei a lamber o cu dele. Encharquei ele. Fiquei um bom tempo lambendo o cu e as bolas dele, colocava uma bola na boca de leve e brincava com a língua.
Gaby - Filha da puta, você vai me fazer gozar.
Parei o que tava fazendo, não queria que ele gozasse, queria sentir a cock dele. Agarrei ela com força, bem forte pra ele não gozar (uma vez eu tinha brincado com meu ex assim, chupava até o limite e apertava). pra não gozar,) vi que tinha uma gotinha de porra na pontinha da cabeça, e juntei com a porra que já tinha dentro de mim, passei a língua bem suave engolindo a gotinha de porra. Deixei ele continuar me chupando, use a palavra: pussy que na verdade eu tava super aproveitando, tinha a calcinha completamente encharcada. Depois de um tempo que dei pro Gaby pra ele baixar um pouco a vontade de gozar, subi na cock linda dele, finalmente podia aproveitar a cock bem dura dela, aiii que prazer sentir essa cock dentro, meu Deus como eu adorava sentir minha pussy cheia, eu quando tô por cima costumo me esfregar, esfreguei meu clitóris contra a pélvis dele, aiii já tava gozando de novo, Deus era maravilhoso, que intensidade, comecei a gritar totalmente descontrolada, lembro que o cara falava vai bebê, goza, vai goza. Fico abraçada nele com a cock dele dentro (sabia que se esperasse uns minutinhos podia continuar). A luz do quarto acende. Ale - moni, acho que você acordou todo o Merlo. Ele se aproxima e fica do lado do irmão com a cock dele totalmente dura, acaricio ela por um tempo e decido trocar de cock, subo em cima do Ale. Ale - viu como sabe qual cock é melhor. A verdade é que as sensações eram iguais, Gaby se levanta na cama pra eu chupar ele, Ale se mexia como dava e eu chupava o Gaby como dava. Em algum momento já esqueço do Gaby e começo a sentir que vou gozar de novo, é como se de repente você encontra nas suas sensações de onde vem o prazer e aponta seus movimentos pra lá, já não sabia se era mais intenso ou não que o anterior, aiii guys vocês vão me deixar louca aiii meu Deus (esclareço, não sou católica nem crente, mas durante os orgasmos sou mais crente que o papa) acho que o máximo que tinha tido numa noite tinham sido dois e tava com a impressão que ia ter mais que três. Ale me coloca de quatro, me penetra de novo com muita energia. Ale - que rabo mais lindo, nena. Gaby pega minha cabeça e me Enfia o pau na boca, literalmente, tô fodendo minha boca
Esses caras tavam me destruindo
Gaby sai e eu continuo com a Ale, sentia o pau dela tão fundo
Gaby aparece
Gaby — troca, Ale, agora é minha vez
Ela coloca bem devagar, foi gostosa a mudança de ritmo, e devagar, com a sensibilidade que eu tava, me deixava aproveitar mais intensamente o pau dela
De repente, sinto uma coisa viscosa no meu rabo, não entendi direito se tava dentro, não podia ser gozo, olho pra trás e vejo o Gaby jogando óleo de cozinha no meu rabo
Eu — o que cê tá fazendo?
Gaby — essa bundinha tá pedindo pau
Eu — não, por aí não, não gosto
(Era verdade, só duas vezes tinham feito na minha bundinha, a primeira com meu primeiro namorado, foi horrível, doeu só de colocar e não consegui continuar, e com meu namorado atual, que até entrou mas não curti nem um pouco)
Gaby — relaxa, moni, vai ver que cê vai gostar, olha, vou colocar um dedinho, se doer, tiro
Ele começou a massagear minhas nádegas encharcadas de óleo enquanto tinha o pau na minha buceta, depois começou a acariciar meu cuzinho com um dedo, lubrificando bem a área
Ele coloca a pontinha, me fazendo querer mais (eu mesma coloco um dedinho, adoro)
Ele mete um dedinho, o que me faz gritar de prazer, foi impressionante como entrou fácil, ele mexe
Algumas vezes lá dentro
Gaby — aii, bebê, que bundinha linda você tem, vai ver como vai gostar de sentir meu pau
Eu gemia de prazer, de repente mais um e também entrava fácil, eu gemia, me masturbava enquanto tinha o pau do Gaby dentro
Ale — puta, como você gosta
Gaby — que cu gostoso, vamos foder
Ale aproxima o pau da minha boca, eu chupo gemendo
Já perdi a conta dos dedos, tudo se desvanece, as sensações se fundem, eu tava gozando de novo, meu Deus, esse foi o mais forte dos orgasmos que já tive, queria o pau inteiro já na minha bundinha!!!!!
Gaby — tem 4 dedos, meu amor, que cu lindo que você tem
Sinto ele tirar da minha buceta e empurrar a Pau no meu cu ele mete devagar, eu sentia como aquele tronco deslizava dentro de mim, quase sem resistência já tinha ele todo lá dentro, verdade que eu adorava ter toda aquela pica no meu cuzinho apertado!
Gaby – viu puta como entrou toda sem doer?
Eu continuava me masturbando e de vez em quando chupando a pica do Ale, nunca tinham me comido o cu direito, era tão excitante, tão gostoso
Gaby – que cuzão, meu amor, hum que lindo!
Ficou assim um tempinho me macetando a bunda, eu não parava de gozar, eram tipo espasmos contínuos, pareciam pequenos orgasmos
Gaby – deus, bebê, como você gosta, me deixa louco, você não sabe como aperta minha pica esse cuzinho apertado
Ale – para Gaby, deixa comigo!!!
Gaby – espera, bobo, que esse cuzinho apertado eu ganhei.
Eu – pra mim tanto faz, contanto que não parem de me comer!!
Gaby me agarra, me coloca de quatro, tirando a pica
Gaby – vem Ale, deita aqui que vamos fazer ela provar duas picas ao mesmo tempo
Eu – Não (fracamente)
Ale deita, eu subo com um empurrãozinho do Gaby na pica do Ale
E Gaby me deita em cima do irmão, deixando meu cuzinho apertado livre pra pica dele.
AHHHHHHH, nãooooo, aiii meu deus que sensação tão estranha
Mistura de dor e prazer
Gaby – sim, amor, olha que puta que você é, tem duas picas dentro
Ale se mexia como podia e Gaby tava me comendo com muita intensidade
Eu não parava de gritar, tava absolutamente enlouquecida pelo prazer que essas duas picas estavam me dando
Gaby – vou encher teu cu de porra, puta minha
Eu – sim, meu amor, sim, me dá toda a porra, me dá tudo
(Claramente o baseado tinha me soltado)
Cada vez mais forte Gaby me fode
Gaby – vou rasgar esse teu cu, moni
Eu – me rasga, me rasga
Gaby – sim, cadelaaaaaaa
Grita enquanto goza dentro de mim
Eu – ahhhhhh meu amor, sim sim, me enche, me enche
Grito gozando com meu prazer e o prazer dele
E sinto a porra morna enchendo meu cuzinho apertado
Ale – quero essa bunda, amor
Gaby tira a pica de mim e coloca na minha boca pra eu limpar
Chupo devagar, ganhando mais umas gotinhas!
Ale se coloca atrás de mim e começa a pegar no meu Booty, eu troco meus dedos pelo `cock dele que antes tava na minha pussy.
Ale- sim, meu amor, é verdade que bum mais gostosa que você é
Ficamos assim um tempo, chega num ponto que minhas pernas não respondem e eu fico deitada
Sem conseguir me levantar, ale me levanta, coloca um travesseiro na minha barriga e fico com a tiny ass empinada.
Ale- um pouquinho mais, meu amor, que vou deixar todo meu cum pra você
Começa a me comer mais forte, eu agarro meus peitos
Ale- sim, bebê, assim, assim
E de repente tira o cock do meu Booty e mete na minha boca, soltando um jato de cum na minha boquinha
Ale- engole, minha vida, engole!
Eu- siiiummm
Literalmente encheu minha boca, dessa vez consegui sentir o gosto do cum, era salgado e viscoso, realmente amei o cum dele.
Eu tava virada numa slut
Fico exausta no meio dos meus 2 homens que estavam acariciando minhas costas
Gaby’- Moni, você é espetacular
Ale- Quem diria que Merlo escondia essa slut tão gostosa
Acordei às 3 da tarde entre meus 2 machos
Encontrei minha calcinha rasgada, não lembro quando arrancaram, deixei de lembrança pra eles, deixei meu número de telefone num papel (eles iam embora em 2 dias pra Mendoza e viajavam pro sul pela ruta 40 por quase um mês) e meu namorado chegava de noite, então até outro momento da minha vida, impossível vê-los de novo
Vou pra casa com uma cara, andando com uma ardência na tiny ass, tinham destruído meu cu (pensando que boba, devia ter tomado banho lá) por sorte às 4pm em Merlo rola a sesta, então é quase impossível cruzar com alguém, chego em casa. Fico largada na cama e sinto o carro do meu namorado entrando na garagem, olho o celular, tinha uma mensagem dizendo que um cliente cancelou e ele chegava mais cedo, voei pro chuveiro. Graças a deus tinha acordado, senão ia dar uma merda.. Por três dias senti meu Booty pulsando da foda que tinham me dado. De noite recebo uma mensagem que dizia agendado, saudações, teu namorado
Tenho que dizer que, se alguma mina ler esse relato, se anime a experimentar com duas rolas, nem que seja uma vez na vida
Depois conto pra vocês um reencontro que tive com a Gaby em Buenos Aires, Ale, coisa que eu não sabia, ela tava recasada!
10 comentários - Jogando Cartas, Acabei na Fiesta Pt. 2
enlace de la primera parte
Bien caliente