A galera da academia tinha combinado de tomar o vermute no dia 24. Fomos pro bar de um colega do gym. Quando cheguei já tinha vários colegas, entre eles meus amigos Javi e a mulher dele, Mayte, recepcionista da academia com quem eu transo muito. Ela tava muito gostosa com um vestido de algodão, cinza com listras mais claras, até a metade da coxa. Tava usando umas botas altas acima do joelho muito sexy e uma meia-calça transparente. Tudo junto fazia a Mayte parecer muito sensual.
O bar foi enchendo aos poucos. Mayte aproveitou e começou a tocar no meu pau, e eu correspondi acariciando a bunda dela. Quando o bar já tava lotado e a gente mal conseguia se mexer, Mayte se posicionou bem na minha frente, de cara pro marido, mas com a bunda bem colada no meu pau. A putinha ficou rebolando e deixou meu pau duríssimo.
Mayte se virou e chegou perto do meu ouvido pra dizer que tava com muito tesão e me esperava na área dos banheiros. Depois de dizer pro marido que ia mijar, ela foi pros banheiros junto com duas amigas cúmplices. Alguns minutos depois, eu fui pros banheiros.
Mayte me pegou pela mão e entramos nos banheiros, onde as amigas estavam. Uma saiu de uma das duas cabines e a gente entrou. Nos beijamos e acariciei todo o corpo dela, percebendo que ela não tava de sutiã. Mayte levantou o vestido até a cintura, deixando eu ver as coxas lindas dela e o fio dental branco por baixo daquela meia-calça brilhante. Ela se virou e a bunda dela tava uma delícia com a meia-calça, então minhas mãos rapidinho agarram aquela raba pra acariciar. Mayte virou a cabeça e a gente começou a se beijar. Também beijava o pescoço dela e mordia as orelhas.
Me ajoelhei e, além de acariciar a bunda dela, comecei a morder de leve. Rasguei a meia-calça na região da buceta. Meti meu dedão no buraco, tirei o fio dental de lado e comecei a masturbar ela, enquanto continuava mordiscando a bunda.
Virei ela, deixando a xota dela na frente da minha boca. Joguei o fio dental pro lado e comecei a lamber a... Clitóris. Com a outra mão continuei acariciando a bunda dela. Quando senti o clitóris bem molhado, comecei a chupar a buceta. Mayte soltou a saia, que cobriu minha cabeça. Continuei chupando a buceta e Mayte colocou as mãos na minha cabeça coberta, apertando contra a buceta dela. Eu estava a mil, chupando aquela buceta molhada por baixo do vestido.
Quando Mayte estava prestes a gozar, ela pediu para parar porque queria gozar com meu pau dentro. Levantei, tirei a calça e a cueca e coloquei a camisinha. Sentei na privada e Mayte sentou em cima de mim, enfiando meu pau na buceta. Enquanto fudíamos, nos beijávamos e eu acariciava suas pernas lindas e macias. Mayte se movia rapidamente. Ela tinha as mãos em volta do meu pescoço e, quando gozou, eu senti porque ela apertou forte, cravando as unhas nele. Depois de gozar, Mayte diminuiu a velocidade dos movimentos, mas meu pau continuava a ponto de explodir.
Mayte se levantou e alargou o buraco das meias. Sentou em mim de novo, agora enfiando meu pau no cu. Continuamos nos beijando enquanto ela rebolava para sentir bem meu pau.
Mayte se levantou de novo. Deu as costas para mim e sentou novamente com meu pau no cu dela. Inclinou o corpo para trás para se encaixar bem em mim. Voltamos a nos beijar e agarrei seus peitinhos. Desci minhas mãos pelo vestido até o final. Meti minhas mãos por baixo do vestido e, enquanto uma mão acariciava uma de suas coxas grossas, a outra subiu até chegar na buceta dela. Aproveitando o buraco das meias, enfiei a mão por cima do thong e a masturbei enquanto a enrabava.
Tirei meu dedo bem molhado da buceta dela e Mayte o chupou. Mayte se inclinou para frente até apoiar as mãos na porta. Começou a se mover mais rápido e não diminuiu a velocidade até que eu gozasse dentro daquele delicioso cu. Ela começou a se mover bem devagar com meu pau cheio de porra dentro da camisinha.
Mayte se ajoelhou e chupou meu pau com a camisinha ainda. Depois tirou e com a língua deixou meu pau bem limpo. Me vesti e voltamos com o resto da galera.
Depois de comer alguma coisa, fomos para mais uns bares. Já estava de noite quando saímos do último. Fomos nos despedindo e desejando boa noite e feliz Natal. O marido da Mayte tinha ido embora mais cedo, e eu ia levar ela pra casa. Assim que entramos no carro, não aguentei e voltei a acariciar as pernas dela. Eu estava dirigindo quando a Mayte levantou a saia e disse pra eu olhar. Fiquei a mil vendo aquelas pernas longas com o rasgo na meia e aquele fio dental branco. Quando parei no sinal, minha mão subiu pela perna até chegar na sua buceta, onde enfiei um dedo e a masturbei até o sinal ficar verde.
Ficamos com tanto tesão de novo que fomos pra um distrito industrial e estacionamos num lugar sem ninguém, nem luzes nas fábricas. Começamos a nos beijar, e logo a mão da Mayte agarrou meu pacote. Ela desabotoou minha calça e me masturbou. A Mayte se inclinou pra frente pra me dar um boquete. Comecei a acariciar seu cabelo, enquanto de vez em quando apertava sua cabeça contra mim pra enfiar meu pau inteiro na sua boca.
Recostei meu banco pra ter mais espaço com o volante, e a Mayte sentou em cima de mim. Voltamos a nos beijar e acariciei suas coxas grossas. Tirei a jaqueta dela pra poder acariciar seus peitos por cima do vestido. Voltei às pernas dela pra acariciá-las de novo. Fui subindo minhas mãos por suas pernas. Meti elas dentro do vestido e continuei subindo pela barriga até chegar nos seus peitos, que acariciei.
Levantei o vestido da Mayte e, quando seus peitos ficaram à mostra, ela pegou e tirou ele. A Mayte estava espetacular em cima de mim. Seus peitinhos foram rapidamente lambidos pela minha língua. A Mayte colocou uma camisinha em mim e, aproveitando o rasgo da meia de novo, sentou enfiando meu pau na sua buceta. Enquanto fudíamos, chupava seus peitos e acariciava suas coxas grossas. Me deixava a mil ver a Mayte com tão pouca roupa, se mexendo como uma louca com meu pau na sua buceta e suas peitos encharcados da minha saliva.
Mayte e eu nos beijávamos nos abraçando forte enquanto meu pau continuava entrando e saindo de sua boceta encharcada. Quando ela gozou, eu estava chupando seus peitos, e ela apertou minha cabeça contra seus seios com as mãos.
Meu pau mudou de buraco e entrou no cu da Mayte. Enquanto eu a comia por trás, Mayte beijava meu pescoço, o que me deixava ainda mais excitado. Ela pulava sem parar e eu sentia meu pau entrando e saindo de seu ânus dilatado. Quando eu estava prestes a gozar, avisei e ela então começou a fazer círculos com a bunda até que eu explodi dentro. Quando isso aconteceu, empurrei seus ombros para baixo, enfiando meu pau ainda mais fundo em seu cu. Isso fez Mayte soltar um grito meio de prazer, meio de dor.
Ficamos nos beijando um tempo, com meu pau ainda dentro de seu cu. Mayte voltou a se sentar no banco do carona. Tirou a camisinha e chupou meu pau para me limpar. Quando estava limpo, nos beijamos mais um pouco, enquanto eu acariciava seus peitos, antes de ela se vestir e eu a levar para casa.
O bar foi enchendo aos poucos. Mayte aproveitou e começou a tocar no meu pau, e eu correspondi acariciando a bunda dela. Quando o bar já tava lotado e a gente mal conseguia se mexer, Mayte se posicionou bem na minha frente, de cara pro marido, mas com a bunda bem colada no meu pau. A putinha ficou rebolando e deixou meu pau duríssimo.
Mayte se virou e chegou perto do meu ouvido pra dizer que tava com muito tesão e me esperava na área dos banheiros. Depois de dizer pro marido que ia mijar, ela foi pros banheiros junto com duas amigas cúmplices. Alguns minutos depois, eu fui pros banheiros.
Mayte me pegou pela mão e entramos nos banheiros, onde as amigas estavam. Uma saiu de uma das duas cabines e a gente entrou. Nos beijamos e acariciei todo o corpo dela, percebendo que ela não tava de sutiã. Mayte levantou o vestido até a cintura, deixando eu ver as coxas lindas dela e o fio dental branco por baixo daquela meia-calça brilhante. Ela se virou e a bunda dela tava uma delícia com a meia-calça, então minhas mãos rapidinho agarram aquela raba pra acariciar. Mayte virou a cabeça e a gente começou a se beijar. Também beijava o pescoço dela e mordia as orelhas.
Me ajoelhei e, além de acariciar a bunda dela, comecei a morder de leve. Rasguei a meia-calça na região da buceta. Meti meu dedão no buraco, tirei o fio dental de lado e comecei a masturbar ela, enquanto continuava mordiscando a bunda.
Virei ela, deixando a xota dela na frente da minha boca. Joguei o fio dental pro lado e comecei a lamber a... Clitóris. Com a outra mão continuei acariciando a bunda dela. Quando senti o clitóris bem molhado, comecei a chupar a buceta. Mayte soltou a saia, que cobriu minha cabeça. Continuei chupando a buceta e Mayte colocou as mãos na minha cabeça coberta, apertando contra a buceta dela. Eu estava a mil, chupando aquela buceta molhada por baixo do vestido.
Quando Mayte estava prestes a gozar, ela pediu para parar porque queria gozar com meu pau dentro. Levantei, tirei a calça e a cueca e coloquei a camisinha. Sentei na privada e Mayte sentou em cima de mim, enfiando meu pau na buceta. Enquanto fudíamos, nos beijávamos e eu acariciava suas pernas lindas e macias. Mayte se movia rapidamente. Ela tinha as mãos em volta do meu pescoço e, quando gozou, eu senti porque ela apertou forte, cravando as unhas nele. Depois de gozar, Mayte diminuiu a velocidade dos movimentos, mas meu pau continuava a ponto de explodir.
Mayte se levantou e alargou o buraco das meias. Sentou em mim de novo, agora enfiando meu pau no cu. Continuamos nos beijando enquanto ela rebolava para sentir bem meu pau.
Mayte se levantou de novo. Deu as costas para mim e sentou novamente com meu pau no cu dela. Inclinou o corpo para trás para se encaixar bem em mim. Voltamos a nos beijar e agarrei seus peitinhos. Desci minhas mãos pelo vestido até o final. Meti minhas mãos por baixo do vestido e, enquanto uma mão acariciava uma de suas coxas grossas, a outra subiu até chegar na buceta dela. Aproveitando o buraco das meias, enfiei a mão por cima do thong e a masturbei enquanto a enrabava.
Tirei meu dedo bem molhado da buceta dela e Mayte o chupou. Mayte se inclinou para frente até apoiar as mãos na porta. Começou a se mover mais rápido e não diminuiu a velocidade até que eu gozasse dentro daquele delicioso cu. Ela começou a se mover bem devagar com meu pau cheio de porra dentro da camisinha.
Mayte se ajoelhou e chupou meu pau com a camisinha ainda. Depois tirou e com a língua deixou meu pau bem limpo. Me vesti e voltamos com o resto da galera.
Depois de comer alguma coisa, fomos para mais uns bares. Já estava de noite quando saímos do último. Fomos nos despedindo e desejando boa noite e feliz Natal. O marido da Mayte tinha ido embora mais cedo, e eu ia levar ela pra casa. Assim que entramos no carro, não aguentei e voltei a acariciar as pernas dela. Eu estava dirigindo quando a Mayte levantou a saia e disse pra eu olhar. Fiquei a mil vendo aquelas pernas longas com o rasgo na meia e aquele fio dental branco. Quando parei no sinal, minha mão subiu pela perna até chegar na sua buceta, onde enfiei um dedo e a masturbei até o sinal ficar verde.
Ficamos com tanto tesão de novo que fomos pra um distrito industrial e estacionamos num lugar sem ninguém, nem luzes nas fábricas. Começamos a nos beijar, e logo a mão da Mayte agarrou meu pacote. Ela desabotoou minha calça e me masturbou. A Mayte se inclinou pra frente pra me dar um boquete. Comecei a acariciar seu cabelo, enquanto de vez em quando apertava sua cabeça contra mim pra enfiar meu pau inteiro na sua boca.
Recostei meu banco pra ter mais espaço com o volante, e a Mayte sentou em cima de mim. Voltamos a nos beijar e acariciei suas coxas grossas. Tirei a jaqueta dela pra poder acariciar seus peitos por cima do vestido. Voltei às pernas dela pra acariciá-las de novo. Fui subindo minhas mãos por suas pernas. Meti elas dentro do vestido e continuei subindo pela barriga até chegar nos seus peitos, que acariciei.
Levantei o vestido da Mayte e, quando seus peitos ficaram à mostra, ela pegou e tirou ele. A Mayte estava espetacular em cima de mim. Seus peitinhos foram rapidamente lambidos pela minha língua. A Mayte colocou uma camisinha em mim e, aproveitando o rasgo da meia de novo, sentou enfiando meu pau na sua buceta. Enquanto fudíamos, chupava seus peitos e acariciava suas coxas grossas. Me deixava a mil ver a Mayte com tão pouca roupa, se mexendo como uma louca com meu pau na sua buceta e suas peitos encharcados da minha saliva.
Mayte e eu nos beijávamos nos abraçando forte enquanto meu pau continuava entrando e saindo de sua boceta encharcada. Quando ela gozou, eu estava chupando seus peitos, e ela apertou minha cabeça contra seus seios com as mãos.
Meu pau mudou de buraco e entrou no cu da Mayte. Enquanto eu a comia por trás, Mayte beijava meu pescoço, o que me deixava ainda mais excitado. Ela pulava sem parar e eu sentia meu pau entrando e saindo de seu ânus dilatado. Quando eu estava prestes a gozar, avisei e ela então começou a fazer círculos com a bunda até que eu explodi dentro. Quando isso aconteceu, empurrei seus ombros para baixo, enfiando meu pau ainda mais fundo em seu cu. Isso fez Mayte soltar um grito meio de prazer, meio de dor.
Ficamos nos beijando um tempo, com meu pau ainda dentro de seu cu. Mayte voltou a se sentar no banco do carona. Tirou a camisinha e chupou meu pau para me limpar. Quando estava limpo, nos beijamos mais um pouco, enquanto eu acariciava seus peitos, antes de ela se vestir e eu a levar para casa.
0 comentários - Vermut Antes do Natal de 2016