Parte 2Ainda confuso, decidi ligar o computador pra tentar me distrair do que tinha acontecido. A primeira coisa que fiz, assim que ligou, foi entrar no Facebook de novo pra ver as novidades. Quando comecei a explorar, vi que uma nova solicitação de amizade apareceu do nada.
Era de uma garota mais ou menos da minha idade, uns 17 ou 18 anos, muito gostosa e sexy, com corpo atlético, cabelo castanho, peitões enormes e um par de bundas imensas, mas bem desenhadas. Resumindo, era uma deusa igual às modelos, com uns 1,70 de altura, talvez um pouco mais.
"Mas quem é essa beleza?" — pensei — "De onde será que saiu?" Na hora, entrei no Facebook dela pra ver as fotos, mas infelizmente só tinha a foto do perfil, que além de mostrar o corpo descrito, ela usava óculos escuros cobrindo o rosto, que já dava pra ver que era fino; numa pose extremamente sexy, me deu um tesão do caralho.
No meio da incerteza, suspeitando que fosse uma farsa, já que não tinha nenhum amigo em comum comigo, aliás nem a 10 amigos ela chegava, aceitei. Mas minha mente já tava preparada pra levar um golpe, uma enganação feita com certeza por aqueles infelizes, os mesmos que se aproveitam da minha hospitalidade pra espionar minha mãe.
"Mas que mulher! Quem será?"
O nome dela no Face era Fátima.
"Será que é o nome real?" — me perguntei — "Que diferença faz? Logo vou conversar com ela e saber tudo."
No dia seguinte
— Meu coração já acordou — MUUUACK — minha linda mãe me deu um beijão na testa enquanto eu ainda tava cochilando.
— Que tal se hoje você for correr comigo? — ela disse, cheia de alegria.
— Não, mãe, hoje não tô a fim de sair, quero comer e depois jogar.
— Mmmm... Tá bom, meu coração, outro dia a gente sai, mas lembra que você precisa se exercitar de vez em quando, não pode engordar nem ficar doente.
— Sim, mãe.
— Tchau, coração.
Assim que ela virou as costas, olhei de novo pra aquela bunda enorme. Dessa vez ela tava usando uma calça de moletom azul marinho bem larga e um moletom. jogo. Vi como ela se mexia, vi o rebolado de cada bunda em câmera lenta, tão hipnótico
PAAAARA! CARALHO! É MINHA MÃE! — falei pra mim mesmo enquanto mordia o travesseiro
Assim que acordei de vez, desci, tomei café, tomei banho e fiquei jogando por horas até que de repente alguém entrou no meu quarto
— Tô vendo que você tá bem, meu filho — disse minha mãe — e bem viciado, hein
Assim que ouvi a voz dela, me virei
— Fica tranquilo, filho, tô bem. Só queria avisar que cheguei e que vou ficar na mini academia, rsrs
— Tá bom, mãe, lembra de aquecer bem antes de começar
— Claro, filho. Bom, se precisar de algo, me avisa
— Valeu — respondiA ideiaAssim que ela fechou a porta, uma ideia excitante me veio à cabeça: e se eu descobrir até onde vai a "inocência" da minha mãe?
— Oi, filho, precisa de alguma coisa? — ela perguntou, ofegante e suada do exercício.
Ela estava fazendo spinning na bicicleta a toda velocidade.
— Na verdade, vim te oferecer minha ajuda, hehe — falei, excitado.
— Sua ajuda? Me cairia muito bem, hahaha.
— Mas me diz, filho, será que você sabe usar essas máquinas melhor do que eu? Se passa o dia todo jogando, hahaha.
— Ah, mãe, você não sabe de nada — falei. — Na internet a gente descobre tudo: métodos melhores, máquinas melhores, rotinas melhores, hehe.
— Sério? — ela parou de repente.
— Juro, mãe — falei, impressionado com a descrença dela.
— Sim, mas primeiro termina seu exercício.
— Tá bom, meu filho — disse ela, alegre.
Enquanto ela pedalava com força, eu fingi que estava distraído, como se procurasse algo; ela me olhava curiosa, mas sem parar de pedalar. Procurei perto de alguns aparelhos até me colocar bem atrás dela. Ajoelhei e peguei um haltere bem leve; quando o tinha nas mãos, comecei a fazer repetições, mas sem desgrudar o olhar daquelas bundonas vibrantes e espetaculares. Vê-las com aquele rebolado me dava um tesão danado, só aumentava minha vontade de tocá-las, de senti-las. Puta merda! Até numa pequena fantasia me vi puxando aquela legging para baixo e, na hora, saborear toda aquela bunda espetacular sem parar.
Enquanto eu alucinava, ela não parava de pedalar, cada vez mais forte, cada vez com mais energia, causando umas flexões de bunda tão sensuais que precisei fechar os olhos por uns segundos para evitar uma ereção que denunciasse minhas intenções. Quando abri os olhos de novo, quase infartei com o que vi: a legging dela estava descendo a cada flexão! De modo que o início da calcinha branca dela, uma fina e pequena com detalhes elegantes, estava visível! Mas a legging não parou por aí! Continuou descendo até deixar... em evidência o início das suas nádegas gordas e brancas; de novo pude apreciar aquele monumento com cada um dos seus detalhes que o tornavam irresistível, suas pintinhas, sua cor, sua forma, seu tamanho! até seu doce aroma! de repente! e sem saber por quê, ela levantou aquele rabão do assento, mas sem tirar os pés dos pedais e começou a sprinter com uma velocidade digna de uma atleta
Uau! Se olhar aquele rabão perfeito e vibrante já me enlouquecia, agora ver as nádegas empinadas e em movimento com a legging daquele jeito quase me deu um infarto!
Ela levantou pra me provocar? Será que é verdade? Ou foi só parte do exercício? – me perguntei angustiado
Ela, divertida, me disse:
Aiiii meu filho, me ajuda com a legging hahaha!, que ela tá descendo! – riu divertida, mas sem parar de rebolá-las!
Na hora eu ajudei, mesmo que tenha sido difícil manter a calma, controlar meus dedos e não passar a mão descaradamente
Pronto, mãe... – falei enquanto limpava o suor da minha testa
Valeu, meu filho, você é tão fofo – riu divertida
Como ela continuava se exercitando, depois de 5 minutos, desceu de novo!
Ahhh!, ela gritou – de novo!
Filho? – perguntou me olhando meio diferente, os olhos safados e o sorriso naquele momento me excitou demais – podia jurar que ela tava me provocando!
Dessa vez, mesmo tentando de verdade, não consegui controlar meus impulsos e, sem perceber, minhas mãos apertavam aquelas nádegas deliciosas! Foi a melhor sensação! Estavam duras mas macias, tão suaves e enormes! Quando meus dedos brincavam com o tecido da calcinha dela, e as pontas dos meus dedos agora tocavam a pele nua, minha mãe parou de repente
Assustado e arrependido, na hora parei e recuei
Aiii, já tô cansada! – exclamou, mas muito obrigada, meu filho – me disse com um sorriso – continuamos outro dia, hehe
Si... sim, mãe, sabe que sempre vou estar disposto a te ajudar –
Ela, sorrindo, concordou com a cabeça
De novo no meu quarto, fiquei pensando e muito Surpreso, não conseguia acreditar que minha mãe ia levantar aquela rabuda; no fundo, eu tava transbordando de tesão pela quantidade de cenários que podia criar pra me aproveitar dela e descobrir se ela me provocava de propósito ou se era pura inocência.
Mais tarde naquele mesmo dia.
– Gente, que tal a gente marcar uns rachas na praia de novo? – escrevi no chat do grupo.
– Ramiro – pode contar comigo, irmão, mas não sejam sacanas e dessa vez deixem eu jogar primeiro hahaha.
– Sim – escrevi – é justo.
Luis – Beleza, campeão, a gente se vê amanhã cedo, certo?
– Que horas cedo? – perguntei.
– Umas 9 ou 10.
– Valeu, mas não falem, hein – falei.
Em seguida, fui me desconectar, mas antes de sair recebi um caloroso e surpreendente “oi” da Fatima.
Uau, isso eu não esperava, ela falando comigo, mas que sortudo sou hahaha, primeiro me manda solicitação e agora puxa conversa.
– Oi – respondi – te conheço? Se não, de onde você é? E se sim, me explica porque sou esquecido hahaha.
Escrevi isso pra deixar claro que era brincadeira (supus que fosse uma zoação daqueles chatos).
– Mmm, na verdade não te conheço, nunca te vi, mas pelo seu jeito atraente e físico achei que você fosse gente boa – ela escreveu.
Surpreso, demorei pra responder.
Naquele momento, decidi ser mais ousado e sem vergonha, porque lembrando do meu histórico, era muito improvável que aquela mulher fosse real, já que sempre fracasso na hora de paquerar, pois sou reprimido por uma mulher, a Yasmín, o amor da minha vida.
– Claro, Fati, sou muito gente boa, principalmente com quem se veste como você.
– Se vestir como eu? – ela perguntou.
– Sim, com essas calcinhas justinhas e decotes hahaha – você é muito gostosa, hein (tava me referindo à única foto de perfil dela).
– Hahaha – ela respondeu – então você gosta, hein.
– Sim, você tá muito gata assim, sua bunda parece uma delícia e seus peitos muito suculentos, se tivesse aqui, espremia tudo até sair leite.
– Hahahaha, mas que atrevido você é, hein hahaha, eu te mando solicitação pra ser legal e você se mostra um tarado. - hahaha, bem, sou um pervertido mas sincero, só a verdade vai sair dos meus dedos
Hahahaha, enfim- ele escreveu- gostei de te cumprimentar, garoto safado, depois a gente conversa, ah! Mas antes de ir, vou te deixar um presentinho jijiji.
Pra minha surpresa, ele me mandou uma foto daquela rabona grande e firme, apertada numa calcinha grande mas que não dava conta de esconder as bundonas enormes dele
Uau, mas que rabo, que nalgas majestosas!- falei surpreso- são muito grandes e perfeitas hahaha e ainda tem pintinhas iguais às da minha… e naquele momento tão repentino, numa velocidade vertiginosa, liguei todos os acontecimentos…
Será que é a foto do…? Não acredito, até esses bastardos têm limites- falei bem preocupado, mas ainda mais excitado do que antes
Besteira!- falei- com certeza é uma coincidência
-boa noite, bebê- ela me escreveu
Ainda com aquela onda de calor avassaladora no meu estômago, em vez de parar com aquilo, resolvi ir na onda, afinal, o que de pior poderia acontecer?
Logo depois de me deitar, tive um sonho muito estranho, um onde minhas maiores fantasias sexuais se manifestaram. Nele, minha mãe foi a protagonista, seguida pelos meus amigos.
Minha mãe, tão adorável e inocente, apareceu na minha frente vestida com roupas tradicionais, ou seja, primeiro com suas saias longas e depois com suas calças de moletom folgadas, isso sim, sempre mantendo seu sorriso caloroso, um materno e transbordando de amor. Diante disso, me aproximei dela para abraçá-la e dar o carinho que um bom filho deve à sua mãe, então dei o melhor abraço dos meus sonhos, um caloroso onde ambos mostrávamos o quanto nos amávamos… até que de repente! a cena se transformou:
Minha mãe, a vários metros de mim, agora estava de costas; ela, empinando a bunda, começou a abaixar a calça de moletom devagar e com muita sensualidade; aquela rabona ela balançava desesperadamente para tirar a roupa. Quando ela notou minha presença, virou a cabeça e imediatamente sorriu pra mim, mostrando assim seus dentes incríveis brancos e um olhar penetrante por sua sensualidade. No entanto, de repente ela puxou sua calça legging para cima de uma vez, a expressão do teu rosto mudou para uma debochada e ela começou a andar com muito descaramento; rebolando seu monumento incrível, a cada flexão a calça ficava menor e mais apertada até se transformar numa legging rosa idêntica à da Fátima, a que ela tem na foto de perfil, mas obviamente mais preenchida — uau! Mas que deusa que tem aqui.
Impulsionado pelo tesão extremo, corri desesperado em direção àquele vai e vem, mas bem antes de agarrá-la, levei um tranco, como se tivesse batido num muro. Quando levantei a vista, vi o Ramiro maior do que o normal, como se fosse um gigante; assustado, olhei pra minha mãe buscando proteção.
Assim que olhei pra ela, levei outro susto: ela estava de costas pro meu amigo Luis; ela com um sorriso de satisfação no rosto, um de gata no cio, com as bochechas e a testa coradas, e as feições expressando um prazer sem igual; estava levemente curvada com aquela lycra bem no meio das coxas, recebendo o melhor beijo grego da vida dela. Luis devorava sem parar a bunda dela, como se fosse o último pedaço de torta de amora do mundo. Tanta força e empenho ele colocou naquilo que minha mãe, sem parar de gemer que nem um bicho, começou a gozar com uma força digna só daquela fantasia. Ela se contraía uma vez e outra, dobrava a cintura, fazia vibrar as coxas nuas, o suor escorria pela testa corada sem parar. Mesmo assim, enquanto ela continuava gritando no êxtase dela, o Ramiro, ainda mantendo aqueles dois metros de altura, se aproximou e enfiou de uma vez uma pica imensa e branca na boca inteira dela.
Por sua vez, o Ramiro começou os movimentos pélvicos com muita força e velocidade, sem nenhum respeito. Aquele falo inexplicavelmente entrava e saía num ritmo acelerado, percorria desde a cabeça até o tronco inteiro, batendo a cada investida as bolas dele no queixo dela. da minha mãe. Minha mãe, diante de tamanha façanha, olhava pra ele com olhos cheios de tesão, sem parar de chupar; o esforço era tanto que as bochechas dela se contraíam a cada sugada. Ela chupava com muita paixão e desespero.
Mas que cena intensa, hein! Uau! Um devorava a bunda gostosa dela, enquanto o outro alimentava ela com o pau dele.
Assim que me dei conta de tudo aquilo, ainda excitado mas também puto, decidi encarar eles. MAS NÃO SE ENGANEM, não fiz por ver eles assim com a minha mãe, como se fosse uma puta qualquer querendo mais, mas sim porque eles estavam me olhando com deboche — e olha que eu odeio esse tipo de gente!
Enquanto me aproximava deles, meu tamanho e minha musculatura aumentavam, eu ficava mais forte e mais feroz. Então, puxei o Ramiro de uma vez e chutei o Luis longe, os dois caídos se esfregando nos paus machucados.
Minha mãe, agora completamente pelada e muito surpresa, cobriu a boca com as mãos enquanto assistia a tudo.
Olhei pra ela e falei: se prepara, mamãe, porque agora é sua vez de ser castigada, hahaha. Eu ria com maldade e cheio de tesão.
Mas aí acordei daquele sonho bem na hora em que minha mão ia tocar nela.
Era de uma garota mais ou menos da minha idade, uns 17 ou 18 anos, muito gostosa e sexy, com corpo atlético, cabelo castanho, peitões enormes e um par de bundas imensas, mas bem desenhadas. Resumindo, era uma deusa igual às modelos, com uns 1,70 de altura, talvez um pouco mais.
"Mas quem é essa beleza?" — pensei — "De onde será que saiu?" Na hora, entrei no Facebook dela pra ver as fotos, mas infelizmente só tinha a foto do perfil, que além de mostrar o corpo descrito, ela usava óculos escuros cobrindo o rosto, que já dava pra ver que era fino; numa pose extremamente sexy, me deu um tesão do caralho.
No meio da incerteza, suspeitando que fosse uma farsa, já que não tinha nenhum amigo em comum comigo, aliás nem a 10 amigos ela chegava, aceitei. Mas minha mente já tava preparada pra levar um golpe, uma enganação feita com certeza por aqueles infelizes, os mesmos que se aproveitam da minha hospitalidade pra espionar minha mãe.
"Mas que mulher! Quem será?"
O nome dela no Face era Fátima.
"Será que é o nome real?" — me perguntei — "Que diferença faz? Logo vou conversar com ela e saber tudo."
No dia seguinte
— Meu coração já acordou — MUUUACK — minha linda mãe me deu um beijão na testa enquanto eu ainda tava cochilando.
— Que tal se hoje você for correr comigo? — ela disse, cheia de alegria.
— Não, mãe, hoje não tô a fim de sair, quero comer e depois jogar.
— Mmmm... Tá bom, meu coração, outro dia a gente sai, mas lembra que você precisa se exercitar de vez em quando, não pode engordar nem ficar doente.
— Sim, mãe.
— Tchau, coração.
Assim que ela virou as costas, olhei de novo pra aquela bunda enorme. Dessa vez ela tava usando uma calça de moletom azul marinho bem larga e um moletom. jogo. Vi como ela se mexia, vi o rebolado de cada bunda em câmera lenta, tão hipnótico
PAAAARA! CARALHO! É MINHA MÃE! — falei pra mim mesmo enquanto mordia o travesseiro
Assim que acordei de vez, desci, tomei café, tomei banho e fiquei jogando por horas até que de repente alguém entrou no meu quarto
— Tô vendo que você tá bem, meu filho — disse minha mãe — e bem viciado, hein
Assim que ouvi a voz dela, me virei
— Fica tranquilo, filho, tô bem. Só queria avisar que cheguei e que vou ficar na mini academia, rsrs
— Tá bom, mãe, lembra de aquecer bem antes de começar
— Claro, filho. Bom, se precisar de algo, me avisa
— Valeu — respondiA ideiaAssim que ela fechou a porta, uma ideia excitante me veio à cabeça: e se eu descobrir até onde vai a "inocência" da minha mãe?
— Oi, filho, precisa de alguma coisa? — ela perguntou, ofegante e suada do exercício.
Ela estava fazendo spinning na bicicleta a toda velocidade.
— Na verdade, vim te oferecer minha ajuda, hehe — falei, excitado.
— Sua ajuda? Me cairia muito bem, hahaha.
— Mas me diz, filho, será que você sabe usar essas máquinas melhor do que eu? Se passa o dia todo jogando, hahaha.
— Ah, mãe, você não sabe de nada — falei. — Na internet a gente descobre tudo: métodos melhores, máquinas melhores, rotinas melhores, hehe.
— Sério? — ela parou de repente.
— Juro, mãe — falei, impressionado com a descrença dela.
— Sim, mas primeiro termina seu exercício.
— Tá bom, meu filho — disse ela, alegre.
Enquanto ela pedalava com força, eu fingi que estava distraído, como se procurasse algo; ela me olhava curiosa, mas sem parar de pedalar. Procurei perto de alguns aparelhos até me colocar bem atrás dela. Ajoelhei e peguei um haltere bem leve; quando o tinha nas mãos, comecei a fazer repetições, mas sem desgrudar o olhar daquelas bundonas vibrantes e espetaculares. Vê-las com aquele rebolado me dava um tesão danado, só aumentava minha vontade de tocá-las, de senti-las. Puta merda! Até numa pequena fantasia me vi puxando aquela legging para baixo e, na hora, saborear toda aquela bunda espetacular sem parar.
Enquanto eu alucinava, ela não parava de pedalar, cada vez mais forte, cada vez com mais energia, causando umas flexões de bunda tão sensuais que precisei fechar os olhos por uns segundos para evitar uma ereção que denunciasse minhas intenções. Quando abri os olhos de novo, quase infartei com o que vi: a legging dela estava descendo a cada flexão! De modo que o início da calcinha branca dela, uma fina e pequena com detalhes elegantes, estava visível! Mas a legging não parou por aí! Continuou descendo até deixar... em evidência o início das suas nádegas gordas e brancas; de novo pude apreciar aquele monumento com cada um dos seus detalhes que o tornavam irresistível, suas pintinhas, sua cor, sua forma, seu tamanho! até seu doce aroma! de repente! e sem saber por quê, ela levantou aquele rabão do assento, mas sem tirar os pés dos pedais e começou a sprinter com uma velocidade digna de uma atleta
Uau! Se olhar aquele rabão perfeito e vibrante já me enlouquecia, agora ver as nádegas empinadas e em movimento com a legging daquele jeito quase me deu um infarto!
Ela levantou pra me provocar? Será que é verdade? Ou foi só parte do exercício? – me perguntei angustiado
Ela, divertida, me disse:
Aiiii meu filho, me ajuda com a legging hahaha!, que ela tá descendo! – riu divertida, mas sem parar de rebolá-las!
Na hora eu ajudei, mesmo que tenha sido difícil manter a calma, controlar meus dedos e não passar a mão descaradamente
Pronto, mãe... – falei enquanto limpava o suor da minha testa
Valeu, meu filho, você é tão fofo – riu divertida
Como ela continuava se exercitando, depois de 5 minutos, desceu de novo!
Ahhh!, ela gritou – de novo!
Filho? – perguntou me olhando meio diferente, os olhos safados e o sorriso naquele momento me excitou demais – podia jurar que ela tava me provocando!
Dessa vez, mesmo tentando de verdade, não consegui controlar meus impulsos e, sem perceber, minhas mãos apertavam aquelas nádegas deliciosas! Foi a melhor sensação! Estavam duras mas macias, tão suaves e enormes! Quando meus dedos brincavam com o tecido da calcinha dela, e as pontas dos meus dedos agora tocavam a pele nua, minha mãe parou de repente
Assustado e arrependido, na hora parei e recuei
Aiii, já tô cansada! – exclamou, mas muito obrigada, meu filho – me disse com um sorriso – continuamos outro dia, hehe
Si... sim, mãe, sabe que sempre vou estar disposto a te ajudar –
Ela, sorrindo, concordou com a cabeça
De novo no meu quarto, fiquei pensando e muito Surpreso, não conseguia acreditar que minha mãe ia levantar aquela rabuda; no fundo, eu tava transbordando de tesão pela quantidade de cenários que podia criar pra me aproveitar dela e descobrir se ela me provocava de propósito ou se era pura inocência.
Mais tarde naquele mesmo dia.
– Gente, que tal a gente marcar uns rachas na praia de novo? – escrevi no chat do grupo.
– Ramiro – pode contar comigo, irmão, mas não sejam sacanas e dessa vez deixem eu jogar primeiro hahaha.
– Sim – escrevi – é justo.
Luis – Beleza, campeão, a gente se vê amanhã cedo, certo?
– Que horas cedo? – perguntei.
– Umas 9 ou 10.
– Valeu, mas não falem, hein – falei.
Em seguida, fui me desconectar, mas antes de sair recebi um caloroso e surpreendente “oi” da Fatima.
Uau, isso eu não esperava, ela falando comigo, mas que sortudo sou hahaha, primeiro me manda solicitação e agora puxa conversa.
– Oi – respondi – te conheço? Se não, de onde você é? E se sim, me explica porque sou esquecido hahaha.
Escrevi isso pra deixar claro que era brincadeira (supus que fosse uma zoação daqueles chatos).
– Mmm, na verdade não te conheço, nunca te vi, mas pelo seu jeito atraente e físico achei que você fosse gente boa – ela escreveu.
Surpreso, demorei pra responder.
Naquele momento, decidi ser mais ousado e sem vergonha, porque lembrando do meu histórico, era muito improvável que aquela mulher fosse real, já que sempre fracasso na hora de paquerar, pois sou reprimido por uma mulher, a Yasmín, o amor da minha vida.
– Claro, Fati, sou muito gente boa, principalmente com quem se veste como você.
– Se vestir como eu? – ela perguntou.
– Sim, com essas calcinhas justinhas e decotes hahaha – você é muito gostosa, hein (tava me referindo à única foto de perfil dela).
– Hahaha – ela respondeu – então você gosta, hein.
– Sim, você tá muito gata assim, sua bunda parece uma delícia e seus peitos muito suculentos, se tivesse aqui, espremia tudo até sair leite.
– Hahahaha, mas que atrevido você é, hein hahaha, eu te mando solicitação pra ser legal e você se mostra um tarado. - hahaha, bem, sou um pervertido mas sincero, só a verdade vai sair dos meus dedos
Hahahaha, enfim- ele escreveu- gostei de te cumprimentar, garoto safado, depois a gente conversa, ah! Mas antes de ir, vou te deixar um presentinho jijiji.
Pra minha surpresa, ele me mandou uma foto daquela rabona grande e firme, apertada numa calcinha grande mas que não dava conta de esconder as bundonas enormes dele
Uau, mas que rabo, que nalgas majestosas!- falei surpreso- são muito grandes e perfeitas hahaha e ainda tem pintinhas iguais às da minha… e naquele momento tão repentino, numa velocidade vertiginosa, liguei todos os acontecimentos…
Será que é a foto do…? Não acredito, até esses bastardos têm limites- falei bem preocupado, mas ainda mais excitado do que antes
Besteira!- falei- com certeza é uma coincidência
-boa noite, bebê- ela me escreveu
Ainda com aquela onda de calor avassaladora no meu estômago, em vez de parar com aquilo, resolvi ir na onda, afinal, o que de pior poderia acontecer?
Logo depois de me deitar, tive um sonho muito estranho, um onde minhas maiores fantasias sexuais se manifestaram. Nele, minha mãe foi a protagonista, seguida pelos meus amigos.
Minha mãe, tão adorável e inocente, apareceu na minha frente vestida com roupas tradicionais, ou seja, primeiro com suas saias longas e depois com suas calças de moletom folgadas, isso sim, sempre mantendo seu sorriso caloroso, um materno e transbordando de amor. Diante disso, me aproximei dela para abraçá-la e dar o carinho que um bom filho deve à sua mãe, então dei o melhor abraço dos meus sonhos, um caloroso onde ambos mostrávamos o quanto nos amávamos… até que de repente! a cena se transformou:
Minha mãe, a vários metros de mim, agora estava de costas; ela, empinando a bunda, começou a abaixar a calça de moletom devagar e com muita sensualidade; aquela rabona ela balançava desesperadamente para tirar a roupa. Quando ela notou minha presença, virou a cabeça e imediatamente sorriu pra mim, mostrando assim seus dentes incríveis brancos e um olhar penetrante por sua sensualidade. No entanto, de repente ela puxou sua calça legging para cima de uma vez, a expressão do teu rosto mudou para uma debochada e ela começou a andar com muito descaramento; rebolando seu monumento incrível, a cada flexão a calça ficava menor e mais apertada até se transformar numa legging rosa idêntica à da Fátima, a que ela tem na foto de perfil, mas obviamente mais preenchida — uau! Mas que deusa que tem aqui.
Impulsionado pelo tesão extremo, corri desesperado em direção àquele vai e vem, mas bem antes de agarrá-la, levei um tranco, como se tivesse batido num muro. Quando levantei a vista, vi o Ramiro maior do que o normal, como se fosse um gigante; assustado, olhei pra minha mãe buscando proteção.
Assim que olhei pra ela, levei outro susto: ela estava de costas pro meu amigo Luis; ela com um sorriso de satisfação no rosto, um de gata no cio, com as bochechas e a testa coradas, e as feições expressando um prazer sem igual; estava levemente curvada com aquela lycra bem no meio das coxas, recebendo o melhor beijo grego da vida dela. Luis devorava sem parar a bunda dela, como se fosse o último pedaço de torta de amora do mundo. Tanta força e empenho ele colocou naquilo que minha mãe, sem parar de gemer que nem um bicho, começou a gozar com uma força digna só daquela fantasia. Ela se contraía uma vez e outra, dobrava a cintura, fazia vibrar as coxas nuas, o suor escorria pela testa corada sem parar. Mesmo assim, enquanto ela continuava gritando no êxtase dela, o Ramiro, ainda mantendo aqueles dois metros de altura, se aproximou e enfiou de uma vez uma pica imensa e branca na boca inteira dela.
Por sua vez, o Ramiro começou os movimentos pélvicos com muita força e velocidade, sem nenhum respeito. Aquele falo inexplicavelmente entrava e saía num ritmo acelerado, percorria desde a cabeça até o tronco inteiro, batendo a cada investida as bolas dele no queixo dela. da minha mãe. Minha mãe, diante de tamanha façanha, olhava pra ele com olhos cheios de tesão, sem parar de chupar; o esforço era tanto que as bochechas dela se contraíam a cada sugada. Ela chupava com muita paixão e desespero.
Mas que cena intensa, hein! Uau! Um devorava a bunda gostosa dela, enquanto o outro alimentava ela com o pau dele.
Assim que me dei conta de tudo aquilo, ainda excitado mas também puto, decidi encarar eles. MAS NÃO SE ENGANEM, não fiz por ver eles assim com a minha mãe, como se fosse uma puta qualquer querendo mais, mas sim porque eles estavam me olhando com deboche — e olha que eu odeio esse tipo de gente!
Enquanto me aproximava deles, meu tamanho e minha musculatura aumentavam, eu ficava mais forte e mais feroz. Então, puxei o Ramiro de uma vez e chutei o Luis longe, os dois caídos se esfregando nos paus machucados.
Minha mãe, agora completamente pelada e muito surpresa, cobriu a boca com as mãos enquanto assistia a tudo.
Olhei pra ela e falei: se prepara, mamãe, porque agora é sua vez de ser castigada, hahaha. Eu ria com maldade e cheio de tesão.
Mas aí acordei daquele sonho bem na hora em que minha mão ia tocar nela.
1 comentários - Mi problema moral (parte 2)