Meu problema moral (parte 2)

Parte 2Ainda confuso, decidi ligar o computador pra tentar me distrair do que tinha acontecido. A primeira coisa que fiz, assim que ligou, foi entrar no Facebook de novo pra ver as novidades. Quando comecei a explorar, vi que uma nova solicitação de amizade apareceu do nada.

Era de uma garota mais ou menos da minha idade, uns 17 ou 18 anos, muito gostosa e sexy, com corpo atlético, cabelo castanho, peitões enormes e um par de bundas imensas, mas bem desenhadas. Resumindo, era uma deusa igual às modelos, com uns 1,70 de altura, talvez um pouco mais.

"Mas quem é essa beleza?" — me perguntei — "De onde será que saiu?" Na mesma hora, entrei no Facebook dela pra ver as fotos, mas infelizmente só tinha a de perfil, que além de mostrar o corpo descrito, ela usava óculos escuros cobrindo o rosto, que já dava pra ver que era fino; numa pose extremamente sexy, me deixou louco de tesão.

No meio da dúvida, suspeitando que fosse uma farsa — já que não tinha nenhum amigo em comum comigo, aliás, nem a 10 amigos ela chegava —, aceitei a solicitação. Mesmo assim, minha mente já tava preparada pra levar um golpe, algo armado com certeza por aqueles infelizes, os mesmos que se aproveitam da minha hospitalidade pra espionar minha mãe.

Mas que mulher! Quem será?

O nome dela no Face era Fátima.

"Será que é o nome real?" — me perguntei — "Que diferença faz?" Logo vou conversar com ela e descobrir tudo.

No dia seguinte

— Meu coração já acordou — MUUUACK — minha linda mãe me deu um beijão na testa enquanto eu ainda tava cochilando.
— Que tal se hoje você for correr comigo? — ela disse, cheia de alegria.
— Não, mãe, hoje não tô a fim de sair, quero comer e depois jogar.
— Mmm... Tá bom, meu coração, outro dia a gente vai. Mas lembra que você precisa se exercitar de vez em quando, não pode engordar nem ficar doente.
— Sim, mãe.
— Tchau, coração.

Assim que ela se virou, olhei de novo pra aquela bundona. Dessa vez ela tava de calça legging azul marinho bem larguinha e um moletom. jogo. Vi como ela se mexia, vi o rebolado de cada bunda em câmera lenta, tão hipnótico
PAAAARA! CARALHO! É MINHA MÃE! — falei pra mim mesmo enquanto mordia o travesseiro

Assim que acordei de vez, desci, tomei café, tomei banho e fiquei horas jogando até que de repente alguém entrou no meu quarto
— Tô vendo que você tá bem, meu filho — disse minha mãe — e bem viciado, hein

Assim que ouvi a voz dela, me virei
— Calma, filho, tô bem, só queria avisar que já cheguei e que vou ficar na mini academia, hehe
— Beleza, mãe, lembra de aquecer bem antes de começar
— Claro, filho. Bom, se precisar de algo, me avisa
— Valeu — respondiA ideiaAssim que ela fechou a porta, uma ideia meio excitante me veio à cabeça: e se eu descobrir até onde vai a "inocência" da minha mãe?

— Oi, filho, precisa de alguma coisa? — ela perguntou, ofegante e suada do exercício.

Ela tava fazendo spinning na bicicleta a toda velocidade.

— Na verdade, vim te oferecer minha ajuda, hehe — falei, excitado.

— Sua ajuda? Me cairia muito bem, hahaha. Mas me diz, filho, será que você sabe usar essas máquinas melhor do que eu? Se passa o dia todo jogando, kkkk.

— Ah, mãe, você não sabe de nada — falei. — Na internet a gente descobre tudo: métodos melhores, máquinas melhores, rotinas melhores, hehe.

— Sério? — ela parou de repente.

— Juro, mãe — falei, impressionado com a descrença dela.

— Sim, mas primeiro termina teu exercício.

— Tá bom, meu filho — disse ela, alegre.

Enquanto ela pedalava com força, eu fingi que tava procurando alguma coisa, distraído; ela me olhava curiosa, mas sem parar de pedalar. Procurei perto de alguns aparelhos até me colocar bem atrás dela. Ajoelhei e peguei um haltere bem leve; quando tava com ele nas mãos, comecei a fazer repetições, mas sem tirar os olhos daquelas bundonas vibrantes e espetaculares. Ver elas com aquele rebolado me dava um tesão danado, só aumentava minha vontade de pegar, de sentir aquela bunda. Puta merda! Até tive uma pequena fantasia de puxar aquela legging pra baixo e sair chupando aquele cuzão espetacular sem parar.

Enquanto eu viajava, ela não parava de pedalar, cada vez mais forte, com mais energia, fazendo aquelas flexões de bunda tão sensuais que precisei fechar os olhos de vez em quando pra evitar uma ereção que entregasse minhas intenções. Quando abri os olhos de novo, quase infartei com o que vi: a legging dela tava descendo a cada flexão! O começo da calcinha branca dela, uma fina e pequena com detalhes elegantes, tava aparecendo! Mas a legging não parou por aí! Continuou descendo até deixar evidenciando o início das suas nádegas rechonchudas e brancas; pude apreciar novamente aquele monumento com cada detalhe que o tornava irresistível, suas pintinhas, sua cor, sua forma, seu tamanho! até seu doce aroma! de repente! e sem saber por quê, ela levantou aquele rabão do banco, mas sem tirar os pés dos pedais e começou a sprinter com uma velocidade digna de uma atleta. Uau! Se olhar praquele rabão perfeito e vibrante já me enlouquecia, agora ver as nádegas empinadas e em movimento com a legging daquele jeito quase me deu um infarto! Ela levantou pra me provocar? Será que é verdade? Ou foi só parte do exercício? — me perguntei angustiado. Ela, divertida, me disse: Uuuy, meu filho, me ajuda com a legging hahaha, tá descendo! — riu divertida, mas sem parar de rebolá-las! Imediatamente ajudei, embora tenha sido difícil manter a calma, controlar meus dedos e não passar a mão descaradamente. Pronto, mãe... — falei enquanto limpava o suor da testa. Obrigada, meu filho, você é tão fofo — riu divertida. Como continuava se exercitando, depois de 5 minutos, desceu de novo! Ahhh! — gritou — de novo! Filho? — perguntou me olhando de um jeito diferente, os olhos safados e o sorriso naquele momento me excitou demais — podia jurar que ela tava me provocando! Dessa vez, mesmo tentando de verdade, não consegui controlar meus impulsos e, sem perceber, minhas mãos passaram a mão naquelas nádegas deliciosas! Foi a melhor sensação! Estavam duras mas fofinhas, tão macias e enormes! Quando meus dedos brincavam com o tecido da calcinha dela, e as pontas dos meus dedos agora tocavam a pele nua, minha mãe parou de repente. Assustado e arrependido, parei na hora e recuei. Huuuy! Já tô cansada! — exclamou, mas muito obrigada, meu filho — disse com um sorriso — continuamos outro dia, hehe. S-sim, mãe, sabe que sempre vou estar disposto a te ajudar — Ela, sorrindo, concordou com a cabeça. De novo no meu quarto, fiquei pensando e muito Surpreso, não conseguia acreditar que minha mãe ia levantar aquela rabuda; no fundo, eu tava transbordando de excitação com a quantidade de cenários que podia criar pra me aproveitar dela e descobrir se ela tava me provocando de propósito ou se era pura inocência.

Mais tarde naquele mesmo dia.
- Galera, que tal a gente marcar uns rachas na praia de novo? - escrevi no chat do grupo.
- Ramiro - pode contar comigo, irmão, mas não sejam sacanas e dessa vez deixem eu jogar primeiro hahaha.
- Sim - escrevi - é justo.
Luis - Beleza, campeão, a gente se vê amanhã cedo, certo?
- Que horas? - perguntei.
- Umas 9 ou 10.
- Valeu, mas não falem, hein - falei.
Na sequência, fui me desconectar, mas antes recebi um caloroso e surpreendente "oi" da Fatima.
Uau, isso eu não esperava, ela falando comigo, mas que sortudo sou hahaha, primeiro me manda solicitação e agora puxa conversa.
- Oi - respondi - te conheço? Se não, de onde você é? E se sim, me explica porque sou esquecido hahaha.
Escrevi isso pra deixar claro que era brincadeira (supus que fosse uma zoação daqueles chatos).
- Mmm, na verdade não te conheço, nunca te vi, mas pelo seu jeito atraente e físico achei que você fosse gente boa - ela escreveu.
Surpreso, demorei pra responder.
Na hora, resolvi ser mais ousado e sem vergonha, porque lembrando do meu histórico, era muito improvável que aquela mulher fosse real, já que sempre fracasso na hora de paquerar, pois sou reprimido por uma mulher, a Yasmín, o amor da minha vida.
- Claro, Fati, sou muito gente boa, principalmente com quem se veste igual você.
- Se vestir igual eu? - ela perguntou.
- Sim, com essas calcinhas justinhas e decotes hahaha - você é muito gostosa, hein (tava falando da única foto de perfil dela).
- Hahaha - ela respondeu - então você gosta, hein?
- Sim, você é muito gata assim, sua bunda parece uma delícia e seus peitos muito suculentos, se tivesse aqui, esporrava tudo neles.
- Hahahaha mas que atrevido você é, hein hahaha, te mandei solicitação pra ser legal e você se revela um tarado. - hahaha, então, sou um pervertido mas sincero, só a verdade vai sair dos meus dedos
Hahahaha, enfim- ele escreveu- gostei de te conhecer, garoto safado, depois a gente conversa, ah! Mas antes de ir, vou te deixar um presentinho jijiji.
Pra minha surpresa, ele me mandou uma foto daquele rabão grande e fresco, apertado numa calcinha grande, mas não o suficiente pra esconder as enormes nádegas dele
Uau, mas que bunda, que rabão majestoso!- falei surpreso- são muito grandes e perfeitas hahaha e ainda tem pintinhas como as da minha… e naquele momento tão repentino, numa velocidade vertiginosa, liguei todos os acontecimentos…
Será que é a foto do…? Não acredito, até esses bastardos têm limites- falei muito preocupado, mas ainda mais excitado do que antes
Besteirada!- falei- com certeza é uma coincidência
-boa noite, bebê- ela me escreveu
Ainda com aquela onda de calor avassaladora no estômago, em vez de parar com aquilo, decidi ir na onda, afinal, o que poderia ser o pior que ia acontecer?

Logo depois de me deitar, tive um sonho muito estranho, um onde minhas maiores fantasias sexuais se manifestaram. Nele, minha mãe foi a protagonista, seguida pelos meus amigos.
Minha mãe, tão adorável e inocente, apareceu na minha frente vestida com roupas tradicionais, ou seja, primeiro com suas saias longas e depois com suas calças esportivas folgadas, isso sim, sempre mantendo seu sorriso caloroso, um sorriso maternal e cheio de amor. Diante disso, me aproximei dela pra abraçá-la e dar o carinho que um bom filho deve dar à sua mãe, então dei o melhor abraço dos meus sonhos, um abraço caloroso onde ambos mostrávamos o quanto nos amávamos, até que de repente! a cena se transformou:
Minha mãe, a vários metros de mim, agora estava de costas; ela, empinando a bunda, começou a baixar a calça devagar e com muita sensualidade; aquele rabão balançava desesperadamente pra tirar a roupa. Quando ela notou minha presença, virou a cabeça e imediatamente sorriu pra mim, mostrando assim seus dentes incríveis brancos e um olhar penetrante por sua sensualidade. No entanto, de repente puxou sua calça de uma vez, a expressão do teu rosto mudou para uma zombeteira e começou a andar com muito descaramento; balançando seu monumento incrível, a cada flexão sua calça ficava menor e mais apertada até virar uma leggins rosa idêntica à da Fátima, a que ela tem na foto de perfil, mas obviamente mais preenchida — uau! Mas que deusa tem aqui.

Impulsionado pelo tesão extremo, corri desesperado em direção àquele vai e vem, mas bem antes de agarrá-lo levei um golpe, como se tivesse batido numa parede. Quando levantei a vista, vi o Ramiro maior que o normal, como se fosse um gigante; assustado, olhei pra minha mãe em busca de proteção.

Assim que olhei pra ela, levei outro susto: ela estava de costas pro meu amigo Luis; Ela com um sorriso de satisfação no rosto, uma cara de gata no cio, com as bochechas e a testa vermelhas, e as feições expressando um prazer sem igual; estava levemente curvada com aquela lycra bem no meio das coxas, recebendo o melhor beijo preto da vida dela. Luis devorava sem parar a bunda dela, como se fosse o último pedaço de torta de amora do mundo. Tanta força e dedicação ele colocou naquilo que minha mãe, sem parar de gemer igual um bicho, começou a gozar com uma força digna só daquela fantasia. Ela se contraía uma vez e outra, dobrava a cintura, fazia vibrar as coxas nuas, o suor escorria pela testa corada sem parar. Mesmo assim, enquanto ela continuava gritando no êxtase dela, o Ramiro, ainda mantendo aqueles dois metros de altura, se aproximou e enfiou de uma vez uma pica imensa e branca bem na boca dela.

Por sua vez, o Ramiro começou os movimentos pélvicos com muita força e velocidade, sem nenhum respeito. Aquele falo inexplicavelmente entrava e saía num ritmo acelerado, percorria desde a cabeça até o tronco inteiro, chegando a bater a cada investida as bolas dele contra o queixo dela. da minha mãe. Minha mãe, diante de tamanha façanha, olhava pra ele com olhos cheios de tesão, sem parar de chupar; o esforço era tanto que as bochechas dela se contraíam a cada sugada. Ela chupava com muita paixão e desespero.

Mas que cena intensa! Uau! Um devorava a bunda gostosa dela, enquanto o outro alimentava ela com o pau dele.

Assim que me toquei de tudo aquilo, ainda excitado mas também puto, decidi encarar eles. MAS NÃO SE ENGANEM, não fiz por ver eles assim com minha mãe, como se fosse uma puta qualquer querendo mais, mas sim porque eles estavam me olhando com deboche — e puta merda, eu odeio esse tipo de gente!

Enquanto me aproximava deles, meu tamanho e minha musculatura aumentavam, eu ficava mais forte e mais feroz. Então, de um puxão, peguei o Ramiro e, com um chute, derrubei o Luis. Eles, caídos, esfregavam os paus machucados.

Minha mãe, agora completamente nua e muito surpresa, cobriu a boca com as mãos enquanto assistia a todo o espetáculo.

Olhei pra ela e falei: se prepara, mamãe, porque agora é a sua vez de ser castigada, hahahaha. Eu ria com maldade e cheio de luxúria.

No entanto, acordei daquele sonho bem na hora em que minha mão estava prestes a tocar nela.

1 comentários - Meu problema moral (parte 2)