jugando a las Cartas termine enfiestada

Olá, essa é minha primeira história sobre algo que me aconteceu há uns dois anos. Espero críticas boas e construtivas, e que vocês curtam. Tem duas partes, essa é a primeira.

Olá a todos e todas, recentemente realizei uma das minhas fantasias. Pra quem não me conhece, vou contar: tenho 27 anos, moro em Merlo, San Luis, e tô morando junto com meu namorado. Me considero uma garota normal, não sou modelo, mas tenho meu charme. Meu namorado é viajante, então passo bastante tempo sozinha. Ele tira muita vantagem dessa situação, já que, por ser viajante, conhece muitos lugares e mulheres. Me reconheço como corna, já peguei umas mensagens de texto aqui e ali, não falamos sobre o assunto. Ele é homem e fraco. Pra mim, sobram os aposentados, que por enquanto eu deixo passar, e algum turista no verão, porque o pessoal da cidade, bom, já sabe: cidade pequena, inferno grande. Bem, vou direto ao ponto da minha história. Aproveitando que meu namorado tava em Santa Fé por dois dias, vendo uns clientes, eu tinha de olho em dois caras de uns 30 e poucos anos que alugavam uma cabana perto da minha casa, com um físico muito bom.

A primeira coisa que pensei: físico bom, dois numa cabana, lógico que é casal gay. Mas resolvi investigar um pouco a movimentação desses caras. Vi eles no domingo pela primeira vez, e na segunda de manhã fui até onde eles estavam. Aí, feito uma adolescente, comecei a espiar esses caras pela cerca de ligustrina. A cerca tem um metro e meio de altura. Um deles tava tomando sol, meu Deus, tinha uns abdominais bem definidos, parecendo ravioli, e uns braços enormes. O outro tava na piscina com uma cerveja, parecia muito gostoso com o cabelo molhado. Feito uma idiota, tentando ver melhor e ouvir o que eles falavam, enfiei o pé numa raiz meio solta, tropecei e acabei me espetando nos galhos, gritando e caindo no chão. Os caras se aproximaram da cerca, eu morrendo de vergonha (pensando que eles tinham percebido que eu tava espiando), sentia meu rosto explodindo de vermelho. Tão vermelha que tava. O cara que tava tomando sol (Alejandro) me pergunta: "Tá bem? Precisando de ajuda?" Eu, muda (acontece quando fico nervosa). "Se machucou?", ele fala. Aí eu reajo: "Não, só doi um pouco", falei. Tava com a perna cheia de ralados, eu tava de short rosa. Gabriel chega abrindo o portão do jardim e fala: "Entra, linda, e limpa esses ralados, senão vai infeccionar". Levanto e vou... limpo numa torneira perto da piscina.

Ale - "Sou Alejandro e ele é meu irmãozinho Gabriel. Você é?"
Eu - "Moni, Mônica."
Ale - "O que cê tava fazendo na cerca? Como foi parar aí?"
Eu - (a primeira coisa que veio na cabeça) "Voou uma nota pra dentro da ligustrina e tropecei num galho."
Gaby - "Limpa direito, olha que sou médico, bom, futuro médico (agora que olhava dava pra ver que eram irmãos, os dois tinham um shape foda, o Gaby mais bonito de rosto, o Ale mais musculoso). Só falta a residência."
Gaby - "Deixa eu dar uma olhada na sua perna."
Ale - "Quer uma cerveja?"
Eu - "Ehh..." (pensando como era cedo e que tinha uns trampos pra resolver no banco, não respondo, fico com o "ehh" de dúvida).
Ale - "Fala sim, não deve nada por ter quebrado a cerca." Olho pra cerca, só tinha uns galhos caídos. Rio.
Gaby, enquanto isso, fazendo o preocupado, olhando minha perna e tocando meu tornozelo.
Gaby - "Dói aqui?"
Eu - "Não."
Sobe a mão pra panturrilha.
Gaby - "Aqui?"
Eu - "Não."
Ale volta com uma garrafa de Corona.
Gaby sobe a mão até o joelho.
Gaby - "Aqui?"
E me olha nos olhos (meu deus, que olhos verdes lindos).
Eu - "Não."
Sobe mais a mão.
Gaby - "E aqui?"
Eu - "Sim, um pouco" (ali tinha mais uns ralados).
Verdade, ele tinha uma mão grande e macia ao tocar. A brincadeira de médico com dois caras tão gostosos tava me esquentando.
Ale me passa a garrafa. Bebo um pouco, tava uma delícia, bem gelada.
Ale - "De onde cê é? Daqui?"
Eu - "Sim, e vocês?"
Gaby massageia minha coxa e vai subindo mais a mão.
Eu - "Já, já" (seguro a mão dele, pensando por dentro: "continuaaaaa").
Ale - "Somos de Martínez. Buenos Aires
Gaby — Acho que preciso te examinar melhor
Sorrio
Gaby — Sua pele é muito macia
Dou mais um gole e ela mergulha na água, tava bem quente) além de que o massagem tinha me excitado. Gaby me olha
Mais um gole +
Ale — E aí, como é por aqui na cidade?
Eu — Como é o quê?
Ale — O que rola? Qual bar tem movimento?
Eu — Tem uns bares perto da praça e umas baladas, mas são mais de caras
Ale — Ah, você fica entediada aqui?
Eu — Sim, mas sou casada, quer dizer, tô junto
Gaby — Que sorte que seu marido tem
Sorrio
Eu — Bom, preciso ir resolver uns tramites, gente. Meu marido viajou e deixou umas contas pra pagar (anzuelo.com)
Gaby — Que sacanagem, te deixou sozinha
Eu — Sim, volta amanhã (fazendo biquinho)
A cerveja me inspira, na verdade o vodka, o vinho, o daiquiri, digamos, o álcool
Gaby — Não quer vir hoje à noite? Vamos fazer um churrasquinho e você conta pra gente o que visitar em Merlo
Eu — Sim, bora. Que horas?
Gaby — Vem a partir das oito
Ale — Ah, achou a nota?
Eu — Não, deve ter voado
………………………………………………………….
Faço umas coisas no centro de Merlo com a perna meio arranhada. Moro a 7 quadras do centro, umas uma da tarde volto pra casa, como uma salada e me jogo na cama pra ver um filme (sou professora, em janeiro não faço nada e na segunda quinzena a gente ia pra Florianópolis com o Daniel, meu namorado). Fico pensando na mão da Gaby e no olhar dela e no corpo do Ale e me excito de novo imaginando eles. Levanto a camiseta e começo, sem perceber, a acariciar minha barriga e com a outra mão apalpo um dos meus peitos imaginando que são as mãos da Gaby. Fico assim um tempão e desabotoo o short, me acaricio por cima da calcinha e continuo, já apertando um pouco o mamilo (ele endurece muito fácil). Me acaricio como só eu sei, claro, bem devagar no começo, quase roçando a buceta e os lábios, cada vez mais rápido e intenso. Tava completamente encharcada (imaginava as picas desses caras). comendo elas, chupando as picas delas (as bocas delas me beijando por toda parte) ahhhh não aguentava mais, enfiei um dedo na pussy e com a outra mão lubrifiquei a booty (gosto de enfiar o dedinho um pouco) rapidamente gozei que nem uma louca. Apaguei e quando acordei já eram cinco da tarde, fui pintar, pinto quadros como hobby em Merlo, vendi alguns, tomei banho e me arrumei, não vou entrar em detalhes. Coloquei um conjunto branco bem sexy, a parte de baixo tipo calcinha fio dental com bastante renda e a de cima também com renda e bem transparente, vou contar que me considero de booty muito boa e peitos médios mais pra pequenos, mas com formato bonito, sou de pele branca (não branca igual peito) e cabelo preto, olhos castanhos e sorriso bonito (já me falaram) e na barriga gosto de deixar uma trilhinha de pelos. Tenho 1,64 e sou bem magrinha. Continuando, coloquei uma camiseta branca apertada e uma saia roxa bem curta sem ser exageradamente curta, desodorante e perfume. Liguei pro meu namorado, ele tava comendo, a gente conversou umas bobeiras, falei que ia na casa de uma amiga comer e ver meu afilhado (eu suspeitava que ele não tava sozinho, justamente de Santa Fé era a mina que eu tinha lido o texto). Partiu. Eram 9:30. Chego na cabana dos caras, bato palma e aparece o Ale. Ale - Boa noite, entra, a gente achou que talvez você não viesse. Eu - Boa, tô aqui. Dando um beijo nele. Gaby lá do fundo (eu não tava vendo) grita: você veio!! Ale - Gaby tá cuidando do churrasco, tô ensinando ele. Se metendo na parada. Ale - Vem, vem pro fundo. Gaby todo suado, já que tava fazendo o churrasco. Me cumprimenta jogando um beijo, tão lindo suado sem camisa. Ale fala umas merdas. Gaby - Fala sério, idiota, serve alguma coisa pra ela. Ale - Cerveja, vinho ou tenho vodka, gim, Speed, suco de laranja? Eu - Por enquanto vinho tinto tá bom. Gaby - Por enquanto... O churrasco foi bem gostoso, a gente conversou sobre tudo um pouco, Gaby e Ale. Vivian com os pais dela, a Ale tinha estudado marketing, ganava bem pra caralho pelo que dizia, e a Gaby, como eu contei antes, estudava medicina. A Ale tinha 33 e a Gaby 30. Dava pra ver que a Gaby era mais inteligente que a Ale, a Ale era meio bocó, mas divertida. Terminamos de comer, a Gaby foi tomar banho (eu tava morrendo de vontade de ir atrás dela), fiquei com a Ale.

Ale – E aí, Moni, quer fumar?
Eu – Ehhhh, bora, dale (fazia anos que não fumava e nunca tinha fumado muito).
Ale – Tenho uma flor...
Tirou e bolou um baseado, a Gaby chegou.
Gaby – Ahhh, muito bom, me esperaram.
Fumamos, meio doidões por um tempo, ficamos de bobeira ouvindo as merdas da Ale que de repente eram muito engraçadas. Fomos pra dentro preparar uns drinques. Eu fiz um vodka com laranja.
Eu – E se a gente jogar cartas?
Gaby – Bora, o quê?
Ale – Truco.
Eu – De três não rola, não é legal.
Ale – Casinha roubada.
Gaby – Cresce, Ale, cresce!
Eu – Pôquer!
Gaby – Sim, mas strip pôquer!
Silêncio.
Eu pensei em falar "sem noção", algo assim, mas a verdade é que tava afim, e tinha vindo pra me divertir e dar uma descontada no meu namorado.
Eu – Bora.
Rapidamente a Ale trouxe as cartas de pôquer.
Eu – Pôquer normal, nada de Holden ou coisa estranha, o pôquer de sempre.
Gaby – Faz assim, você, Moni, sem sapatos, então a gente tem 4 peças cada um, e 5 fichas valem uma peça. Pra ficar mais divertido, as fichas que você ganha não contam, então você sempre tem 5.
A gente se acomodou na sala, eu tava numa poltrona, a Ale no sofá e a Gaby numa cadeira, em volta de uma mesinha de centro vermelha.
A Gaby distribuiu as cartas. Eu comecei com um par de três de ouros, uma ficha. A Ale botou mais 2 fichas, todo mundo pagou. Descartei três cartas, a Ale 1 e a Gaby 3. Peguei mais um três (trinca). A Ale botou mais 2 fichas, a Gaby pagou e eu também. A Ale tinha um duplo par e a Gaby um par de ases (fora as sandálias). Segunda rodada, tirei mais 2 fichas delas com um par de damas. Terceira rodada, tive o prazer de ver as duas sem camisa com outra trinca.
Ale – Meu Deus, que bunda você tem, Moni.
Eu – (batendo na minha bunda) Booty) viu!
Mme toca perder, tirei meu short sabendo que ia explodir meu melhor atributo, tirei ele de costas pra eles e bem devagarinho, vi como uma barraca de arma no short do Gaby.
Próxima rodada com um full, os dois ficam de slip, meu deus que gostoso, ia me comer, com um par de ases pendia a camiseta e o slip dele. Ale, além do torso e abdômen lindos que tinha, tinha uma rola média puxando pra grande.
Gaby – Bom, pra Ale não ficar de fora, continua jogando pelado se perder, tem que cumprir uma prenda.
Eu perdi e o Ale de novo, fiquei só de calcinha.
Gaby – Como prenda pro Ale, você tem que comer a boca da Moni.
Ale se aproxima de mim completamente pelado e começa a me beijar, vai comer minha boca, nossas línguas se cruzavam, ele beijava muito bem, Ale. Eu já sentia que tava me molhando e sinto a rola do Ale começando a crescer, tava com vontade de meter a mão.
Gaby – Ehh, não se empolguem que o jogo continua.
Gaby distribui, perdeu Gaby, Ale não entrou.
Eu – Siiim, fora a cueca.
Gaby – Às ordens, minha rainha.
Eram picas gêmeas, tão parecidas, não sei se ia diferenciar elas de olhos fechados.
Eu – São iguais.
Ale – A minha é maior.
Gaby – Puff.
Próxima rodada, Gaby distribui, só devolvi um 1, me joguei na escalera, apostamos.
Tudo evidentemente, estávamos os três carregados.
Ale – Dois pares.
Gaby – Perna de ases.
Eu baixei minha humilde escalera.
Eu – Dois homens lindos pra cumprir minha prenda.
Eu – Gaby, vem, quero provar sua boca, você, Ale, chupa meus peitos.
Aii, entre os beijos bons que o Gaby me dava com aquela boca tão sensual e o Ale que tava comendo muito bem meus peitos, já tava não só quente, tava fervendo, tinha os dois bicos duros como pedra. Ale, dava pra ver que sabia usar muito bem a boca e a língua, bem devagar foi se aproximando cada vez mais do bico, roçava com a língua e depois meteu meio peito na boca, aii, enquanto eu beijava o irmão dele.

Gaby – Stop, continuar.
Deus, que tortura isso de parar
Apostei tudo com um par de 2 querendo perder
Gaby e Ale - Bombacha bombacha
Bem devagar, querendo que aquelas duas picas endurecessem de novo, eu baixo a bombacha mostrando toda a minha tiny ass
Ale - que cuzinho gostoso que você tem, Moni
Gaby - abre um pouquinho, vai
Eu dou o gosto, abro as nádegas mostrando meu buraquinho
Já brincando um pouco, vendo que eles estavam a fim
Eu - Continuamos com você, sensual)
Perde Gaby e eu
Ale pegando a camiseta dela disse - Moni, vou vendar seus olhos e você tem que adivinhar quem tá te beijando (ufa, beijos, eu já queria outra coisa)
Ela me venda com a camiseta azul escura, então não via nada. Ale me leva pro sofá, sinto uma mão começando a acariciar minhas pernas, uma mão que eu conhecia muito bem. De repente, outra mão se junta na minha barriga, se aproximando cada vez mais da minha pussy, que começa a ficar molhada de novo. E sinto uma mão que abre meus lábios e brinca lá dentro, sem entrar na porta.
Gaby - ayy, olha que molhadinha que você tá, bebê
Gaby - humm, tenho que provar isso
Ale - não fala, senão ela vai adivinhar
Sinto um hálito bem quente que inunda minha pussy, uma língua que roça a parte de fora, uma boca que começa a chupar meu peito, deusdeus que delícia. A boca de baixo (acho que é a Gaby) tá me provocando, me fazendo desejar, é tão suave, faz que vai comer toda a minha buceta e para no final, fica chupando um lábio, depois o outro
Eu - ayyy, vai, filha da puta, chupa ela
Risadas
Chega um ponto que eu pego a cabeça dela e mergulho na minha pussy, aquela boca começa com a língua a chupar meu clitóris, uff, vai, eu falo, continua. Sinto uma mão que me levanta e coloca um travesseiro embaixo, fico com a pussy mais levantada, mais exposta, me coloca na borda do travesseiro. Sinto mais uma boca que se junta, chupando minha bunda, e a outra bem em cima, focada no clitóris. Não acredito, duas bocas pra mim, ayyy, incríveis o que vocês tão fazendo fazendo esses caras... aiii deus siiiim
quem tá chupando minha bunda tá enfiando um dedo na minha bunda e outro na buceta aaaaaaayyy siii gozei, caralho, gozeeeei mais rápido.
evidentemente cheguei a um orgasmo incrível, nunca na minha vida tinha tido duas bocas ao meu serviço e tão boas.
tô tirando a camiseta
Gaby — não, para, bebê, você tem que adivinhar quem tava chupando sua buceta?
Eu — verdade, não tinha prestado atenção, achava que era ele e digo isso, você Gaby
Ale — NÃOOOOO perdeu outra peça
Gaby — bom, já que perdeu, agora vai ter que reconhecer com a boca de quem é cada pau

sentei no sofá, me colocaram de joelhos no meio, encontrei
com cada mão dois paus bem duros, fui pro da esquerda, comecei com a língua a percorrer ele, parando no prepúcio um pouquinho, assim umas 3 ou 4 vezes, com a outra mão acariciava as bolas do da direita, meti na boca a ponta do que tava lambendo enquanto a língua percorria ele, sinto o líquido pré-seminal na minha boca e um suspiro de prazer (indubitavelmente do Ale), troquei, fui pro da direita com a boca, continuo masturbando o Ale, dei o mesmo tratamento mas incluindo as bolas que eu chupo de leve, lambia desde as bolas até a ponta. Fico no meio.

Eu — galera, já sei quem é quem, tiro a venda, quero ver vocês aproveitando.
Gaby — faz o que quiser, meu amor.

Puxo os dois pra minha boca fazendo eles ficarem de pé, tento meter os dois paus na boca, verdade que quase consigo, era meio desconfortável, então continuo chupando um pouco um, um pouco o outro, as caras deles são um poema, tão curtindo muito minha chupada, o que me excita. Começo a chupar mais fundo, me concentro no
Gaby um pouco, enquanto chupo ele, pego nas bolas dele, minha língua
não para, uso ela enquanto tenho ele dentro da boca, sinto que ele fica mais duro, começa a pulsar,
Gaby — meu amor, siiiim assimmm ahhh, devagar, devagar
bem devagar Com minha boca, sinto ele enchendo ela de porra morna, me inundando, escorrendo pelo canto da boca. Continuo até ele parar de jorrar porra.
Bem vadia, olho pra ele que tá se masturbando e mostro minha boquinha cheia de porra, e ele me joga um jato de porra quente na cara e outro na boca.
Enquanto me chama de vadia, diz que sou putinha.
Eu nunca tinha ficado com 2 caras e geralmente não deixava meu namorado gozar na minha boca, mas não sei se foi o baseado, a traição dele, a vodka, tudo junto, que fez eu curtir como uma putinha sendo gozada na boca.
Como uma boa garota, engoli toda a porra que tinham me dado, olhei pra eles e mostrei minha boca sem nenhuma gotinha de porra... continua...

15 comentários - jugando a las Cartas termine enfiestada

Guau. Que buen relato. Seguí contando por favor! 🙏
promet que en la Semana viene la segunda parte Muack
Tomi023 +1
Me calento mucho tu relato! Espero con ansias la 2da parte.
gelan36 +1
Me dejaste al palo. Espero ansioso la continuación. Te dejo puntos.
Me hiciste imaginarte hermosa, como me calentaste. Te dejo 10 puntos.
No me podes dejar asi de duro bebe!! Espero la otra parte
muy bueno... pero redactalo mejor xd toda la historia excelente y como que te sentia muy exitada y acelerada cuando lo leia jajaj
es que revivirlo y escribirlo me exitaba mucho. gracias voy a mirar lo de la redaccion
besos
Isa te escribi por priv soy de cordoba cerca de donde vivis, me encantaria conocerte hermosaa!!!!! Te doy punto espero me respondas el priv corazon!!!!
Soy de Merlo, si querés hablame y vemos qué onda
Poly66
Excelente casi vecina .... van 10...