Olá, é meu primeiro relato de algo que rolou comigo uns anos atrás. Espero críticas boas e construtivas, e que vocês curtam. Tem duas partes, essa é a primeira.
Olá a todos e todas, faz pouco tempo que realizei uma das minhas fantasias. Pra quem não me conhece, vou contar: tenho 27 anos, moro em Merlo, San Luis, e tô morando junto com meu namorado. Me considero uma garota normal, não sou modelo, mas tenho meu charme. Meu namorado é viajante, então passo bastante tempo sozinha. Ele tira muita vantagem dessa situação, já que, por ser viajante, conhece muitos lugares e mulheres. Me reconheço como corna, já peguei umas mensagens de texto aqui e ali, não falamos sobre o assunto. Ele é homem e fraco. Pra mim, sobram os aposentados, que por enquanto eu deixo passar, e algum turista no verão, porque o pessoal da cidade, bom, já sabe: cidade pequena, meio que povoado, no fim é um inferno grande. Bom, vou direto ao ponto da minha história. Aproveitando que meu namorado tava em Santa Fé por dois dias, vendo uns clientes, eu tinha de olho em dois caras de uns 30 e poucos anos que alugavam uma cabana perto da minha casa, com um físico muito bom.
A primeira coisa que pensei: físico bom, os dois numa cabana, lógico que era um casal gay. Mas resolvi investigar um pouco a movimentação desses caras. Vi eles no domingo pela primeira vez, e na segunda de manhã fui até onde eles estavam. Aí, feito uma adolescente, comecei a espiar esses caras pela cerca de ligustro. A cerca de ligustro que fazia a divisa tinha um metro e meio. Um deles tava tomando sol, meu Deus, tinha uns abdominais bem definidos, parecendo raviolis, e uns braços enormes. O outro tava na piscina com uma cerveja, parecia muito gostoso com o cabelo molhado. Como uma idiota, tentando ver melhor e ouvir o que eles falavam, enfiei o pé numa raiz meio solta, tropecei e acabei me espetando nos galhos, gritando por causa dos galhos e caída no chão. Os caras se aproximaram da cerca, eu morrendo de vergonha (pensando que eles tinham percebido que eu tava espiando), sentia meu rosto explodindo de vermelho. tão vermelha que ela tava. O cara que tava tomando sol (Alejandro) me pergunta: "cê tá bem? preciso de ajuda?" eu mudei (acontece quando fico nervosa), "se machucou?", ele fala. Aí eu reajo: "não, não dói muito", falei. Tava com a perna cheia de raspões, eu tava de short rosa. Gabriel chega abrindo o portão do jardim e me fala: "entra, linda, e limpa esses raspões, senão vai infeccionar". Levanto e vou... me limpo numa torneira perto da piscina.
Ale - "Sou Alejandro e esse é meu irmãozinho Gabriel, e você?"
Eu - "Moni, Mônica"
Ale - "O que cê tava fazendo na cerca? Como foi parar aí?"
Eu - (a primeira coisa que veio na cabeça) "Um dinheiro voou pra dentro da ligustrina e eu tropecei num galho"
Gaby - "Limpa direitinho, olha que sou médico, bom, futuro médico" (agora que olhava, dava pra ver que eram irmãos, os dois tinham um shape foda, o Gaby mais bonito de rosto, o Ale mais musculoso) "só falta a residência"
Gaby - "Deixa eu dar uma olhada na sua perna"
Ale - "Quer uma cerveja?"
Eu - "ehhh" pensando como era cedo e que tinha uns trampos pra resolver no banco, não respondo, fico com o "ehhh" (de dúvida)
Ale - "Fala, cê não deve por ter quebrado a cerca" olho pra cerca, só tinha uns galhos caídos. Rio.
Gaby enquanto se faz de preocupado olhando minha perna e toca meu tornozelo
Gaby - "Dói?"
Eu - "Não"
Sobe a mão pra panturrilha
Gaby - "Aqui?"
Eu - "Não"
Ale volta com uma garrafa de Corona
Gaby sobe a mão até o joelho
Gaby - "Aqui?"
E me olha nos olhos (meu deus, que olhos verdes tão lindos)
Eu - "Não"
Sobe mais a mão
Gaby - "E aqui?"
Eu - "Sim, um pouco" (ali tinha mais uns raspões)
Verdade, ele tinha uma mão grande e macia ao tocar. A brincadeira de médico com dois caras tão gostosos tava me esquentando.
Ale me passa a garrafa. Bebo um pouco, tava uma delícia, bem gelada.
Ale - "De onde cê é? Daqui?"
Eu - "Sim, e vocês?"
Gaby massageia minha coxa e vai subindo mais a mão
Eu - "já, já" seguro a mão dele, pensando por dentro "continuaaaaa"
Ale - "Somos de Martínez Buenos Aires
Gaby — Acho que vou ter que te examinar mais
Eu sorrio
Gaby — Sua pele é muito macia
Dou mais um gole, Ale mergulha na água, tava bem quente) além de que o massagem me deixou excitada, Gaby me olha
Mais um gole +
Ale — E aí, como é por aqui na cidade?
Eu — Como é o quê?
Ale — O que rola? Que bar tem movimento?
Eu — Tem uns bares perto da praça e umas baladas, mas são mais de caras
Ale — Ah, você fica entediada aqui?
Eu — Sim, mas sou casada, quer dizer, tô junto
Gaby — Que sorte que seu marido tem
Eu sorrio
Eu — Bom, tenho que ir resolver uns tramites pequenos, meu marido viajou e me deixou umas contas pra pagar (anzuelo.com)
Gaby — Que sacanagem, te deixou sozinha
Eu — Sim, ele volta amanhã (fazendo biquinho)
A cerveja me inspira, na verdade o vodka, o vinho, o daiquiri, digamos o álcool
Gaby — Não quer vir hoje à noite? Vamos fazer um churrasquinho e você conta pra gente o que visitar em Merlo
Eu — SIM, bora, que horas?
Gaby — Vem a partir das oito
Ale — Ah, achou a nota?
Eu — Não, deve ter voado
………………………………………………………….
Faço umas coisas no centro de Merlo com a perna um pouco ralada, eu moro a 7 quadras do centro, lá pela uma volto pra casa, como uma salada, e me jogo na cama pra ver um filme (sou professora, em janeiro não faço nada e na segunda quinzena a gente ia com Daniel, meu namorado, pra Florianópolis). Penso na mão da Gaby e no olhar dela e no corpo do Ale e me excito de novo pensando neles, levanto a camiseta e começo, sem perceber, a acariciar minha barriga e com a outra mão apalpo um dos meus peitos imaginando que são as mãos da Gaby, fico assim um tempinho e desabotoo o short, me acaricio por cima da calcinha e continuo já apertando um pouco o mamilo (ele endurece muito fácil) me acaricio como só eu sei, claro, bem devagar no começo, quase roçando o clitóris e os lábios, cada vez mais rápido e intenso, tava completamente encharcada (imaginava as picas desses caras) comendo, chupando as picas delas (as bocas delas me beijando por todo lado) ahhhh não aguentava mais, enfiei um dedo na pussy e com a outra mão lubrifiquei a booty (gosto de enfiar o dedinho um pouco) rapidamente gozei igual uma louca. Apaguei e quando acordei já eram cinco da tarde, fui pintar, pinto quadros como hobby em Merlo, vendi um ou outro, tomei banho e me arrumei, não vou entrar em detalhes. Coloquei um conjunto branco bem sexy, a parte de baixo tipo calcinha fio dental com bastante renda e a de cima também com renda e bem transparente, vou contar que me considero de booty muito boa e peitos médios mais pra pequenos, mas com formato bonito, sou de pele branca (não branca igual peito) e cabelo preto, olhos castanhos e sorriso bonito (já me disseram) e na barriga gosto de deixar uma trilhinha de pelos. Tenho 1,64 e sou bem magrinha. Continuando, coloquei uma camiseta branca justa e uma saia roxa bem curta sem ser exageradamente curta, desodorante e perfume. Liguei pro meu namorado, ele tava comendo, conversamos umas banalidades, falei que ia na casa de uma amiga comer e ver meu afilhado (eu suspeitava que ele não tava sozinho, justamente de Santa Fé era a mina que eu tinha lido o texto). Partiu. Eram 9:30. Chego na cabana dos caras, bato palma e aparece o Ale. Ale - Boa noite, entra, achamos que talvez não viesse. Eu - Boa, tô aqui. Dando um beijo nele. Gaby lá do fundo (não dava pra ver) grita: "Você veio!!" Ale - Gaby tá cuidando do churrasco, tô ensinando ele. Se metendo na parada. Ale - Vem, vem pro fundo. Gaby todo suado, já que tava fazendo o churrasco. Me cumprimenta jogando um beijo, tão lindo suado sem camisa. Ale fala um monte de merda. Gaby - Fala, idiota, serve alguma coisa pra ela. Ale - Cerveja, vinho ou tenho vodka, gin, Speed, suco de laranja? Eu - Por enquanto vinho tinto tá bom. Gaby - Por enquanto... O churrasco foi bem gostoso, conversamos um pouco de tudo, Gaby e Ale. Vivian com os pais dela, a Ale tinha estudado marketing, ganava bem pra caramba pelo que dizia, e a Gaby, como eu contei antes, estudava medicina. A Ale tinha 33 e a Gaby 30. Dava pra ver que a Gaby era mais inteligente que a Ale, a Ale era meio bocó, mas divertida. Terminamos de comer, a Gaby foi tomar banho (eu tava morrendo de vontade de ir atrás dela), fiquei com a Ale.
Ale – E aí, Moni, quer fumar?
Eu – Ehhhh, bora, vai (fazia anos que não fumava e nunca tinha fumado muito mesmo).
Ale – Tenho uma flor…
Tirou e bolou um baseado, a Gaby chegou.
Gaby – Ahhh, muito bom que me esperaram.
Fumamos, meio doidões por um tempo, ficamos de bobeira ouvindo as besteiras da Ale que de repente eram muito engraçadas. Fomos pra dentro preparar uns drinks. Eu preparei um vodka com laranja.
Eu – E se a gente jogar cartas?
Gaby – Bora, de quê?
Ale – Truco.
Eu – De três não rola, não é legal.
Ale – Casinha roubada.
Gaby – Cresce, Ale, cresce!
Eu – Pôquer!
Gaby – Sim, mas strip pôquer!
Silêncio.
Eu pensei em falar "sem noção", algo assim, mas na real tava afim, e tinha vindo pra me divertir, dar uma descontada no meu namorado.
Eu – Bora.
Rapidamente a Ale trouxe as cartas de pôquer.
Eu – Pôquer normal, nada de Holden ou coisa estranha, o pôquer de sempre.
Gaby – Vamos fazer assim, você, Moni, sem sapatos, então a gente tem 4 peças cada um, e 5 fichas valem uma peça. Pra ficar mais divertido, as fichas que você ganha não contam, então você sempre tem 5.
Nos acomodamos na sala, eu tava numa poltrona, a Ale no sofá e a Gaby numa cadeira, em volta de uma mesinha de centro vermelha.
A Gaby distribuiu as cartas. Eu comecei com um par de três de ouros, uma ficha. A Ale colocou mais 2 fichas, todo mundo pagou. Descartei três cartas, a Ale 1 e a Gaby 3. Peguei mais um três (trinca). A Ale colocou mais 2 fichas, a Gaby pagou e eu também. A Ale tinha um par duplo e a Gaby um par de ases (fora as sandálias). Segunda rodada, tirei mais 2 fichas delas com um par de damas. Terceira rodada, tive o prazer de ver as duas sem camisa com outra trinca.
Ale – Meu Deus, que bunda que você tem, Moni.
Eu – (batendo na minha bunda) Booty) viu!
Mme, tenho que perder, tiro meu short sabendo como explodir meu melhor atributo, tiro ele de costas pra eles e bem devagarinho, vejo como uma barraca de arma no short do Gaby.
Próxima rodada com um full, os dois ficam de slip, meu deus que gostoso, ia me comer, com um par de ases pendia a camiseta e o slip dele, o Ale, além do torso e abdômen lindos que tinha, tinha uma rola média puxando pra grande.
Gaby – Bom, pra que o Ale não fique de fora, continua jogando pelado se perder, tem que cumprir uma peça.
Eu perco e o Ale de novo, fico só de calcinha.
Gaby – Como peça pro Ale, você tem que comer a boca da Moni.
O Ale se aproxima de mim completamente pelado e começa a me beijar, vai comer minha boca, nossas línguas se cruzavam, o Ale beijava muito bem, eu já sentia como me molhava e sinto a rola do Ale começando a crescer, tava com vontade de meter a mão.
Gaby – Ei, não se empolguem que o jogo continua.
Gaby distribui, perde o Gaby, o Ale não entrou.
Eu – Siim, tira a cueca.
Gaby – Às ordens, minha rainha.
Eram picas gêmeas, tão parecidas, não sei se eu conseguiria diferenciar de olhos fechados.
Eu – São iguais.
Ale – A minha é maior.
Gaby – Puff.
Próxima rodada, o Gaby distribui, só devolvo uma 1, aposto na sequência.
Tudo evidentemente, estávamos os três carregados.
Ale – Dois pares.
Gaby – Perna de ases.
Eu abaixo minha humilde sequência.
Eu – Dois homens lindos pra cumprir minha peça.
Eu – Gaby, vem, quero provar sua boca, você, Ale, chupa meus peitos.
Aii, entre os beijos gostosos que o Gaby me dava com aquela boca tão sensual e o Ale que tava comendo muito bem meus peitos, já tava não só quente, mas super quente, tinha os dois bicos duros como pedra, o Ale, dava pra ver que sabia usar muito bem a boca e a língua, bem devagar tinha começado a se aproximar cada vez mais do mamilo, roçava com a língua e depois diretamente enfiou metade do peito na boca, aii, enquanto eu beijava o irmão dele.
Gaby – Para, continuar.
Deus, que tortura isso de parar
Apostei tudo com um par de 2 querendo perder
Gaby e Ale - Bombacha bombacha
Bem devagar, querendo que aquelas duas picas endurecessem de novo, vou abaixando a bombacha mostrando toda minha tiny ass
Ale - Que cuzinho gostoso que você tem, Moni
Gaby - Abre um pouquinho, vai
Faço a vontade delas, abro meus glúteos mostrando meu buraquinho
Já brincando um pouco, vendo que elas estavam a fim
Eu - Continuamos com você, sensual)
Gaby perde e eu
Ale pegando a camiseta dela disse - Moni, vou vendar seus olhos e você tem que adivinhar quem tá te beijando (ufa, beijos, eu já queria outra coisa)
Ela me venda com a camiseta azul escura, então não via nada. Ale me leva até o sofá, sinto uma mão que eu conhecia muito bem começando a acariciar minhas pernas. De repente, mais uma mão se junta na minha barriga, se aproximando cada vez mais da minha pussy, que começa a ficar molhada de novo. E sinto uma mão que abre meus lábios e brinca lá dentro, sem entrar na porta.
Gaby - Uuuh, olha que molhadinha que você tá, bebê
Gaby - Humm, tô aqui, tenho que provar
Ale - Não fala, senão ela vai adivinhar
Sinto um hálito bem quente inundando minha pussy, uma língua que roça a parte de fora, uma boca que começa a chupar meu peito. Deus, que delícia. A boca de baixo (acho que é a Gaby) tá me provocando, me fazendo desejar. É tão suave, faz que vai comer minha buceta toda e para no final, fica chupando um lábio, depois o outro.
Eu - Aii, vai, filha da puta, chupa ela
Risadas
Chega um ponto que eu pego a cabeça dela e mergulho na minha pussy, aquela boca começa com a língua a chupar meu clitóris. Uff, vai, falo, continua. Sinto uma mão que me levanta e coloca um travesseiro embaixo, fico com a pussy mais levantada, mais exposta. Ela me coloca na borda do travesseiro, sinto mais uma boca que se junta, chupando minha bunda, e a outra bem em cima, focada no clitóris. Não acredito, duas bocas pra mim. Aii, incríveis o que vocês tão fazendo fazendo esses caras... aiii meu deus siiiim
O que tá chupando minha bunda tá enfiando um dedo na minha bunda e outro na... usa a palavra: buceta aaaaaaayyy siii acabei, caras, acabei mais rápido.
Evidentemente cheguei a um orgasmo incrível, nunca na minha vida tinha tido 2 bocas ao meu serviço e tão boas
Tô quase tirando a camiseta
Gaby – não, para, bebê, você tem que adivinhar quem tava chupando sua buceta?
Eu – verdade, não tinha prestado atenção, achava que era ele e digo isso, você, Gaby
Ale – NÃOOOOO você perdeu outra peça
Gaby – bom, já que perdeu, agora vai ter que reconhecer com sua boca de quem é cada pau
Sentaram no sofá, me colocaram de joelhos no meio, encontrei
com cada uma das minhas mãos 2 picas bem duras, fui pela da esquerda, comecei com a língua a percorrê-la, parando no prepúcio um pouquinho, assim 3 ou 3 vezes, com a outra mão acariciava as bolas da direita, enfiei a que tava lambendo na boca, a ponta, enquanto com a língua percorria, sinto o líquido pré-seminal na minha boca e um suspiro de prazer (indubitavelmente Ale), me viro, vou pra direita com minha boca, continuo masturbando o Ale, dou o mesmo tratamento, mas incluindo as bolas que eu como suavemente, lambia desde as bolas até a ponta. Fico no meio
Eu – caras, já sei quem é quem, tiro a venda, quero ver vocês aproveitando.
Gaby – faz o que quiser, meu amor.
Atraio eles pra minha boca, fazendo eles ficarem de pé, tento enfiar os dois paus na boca, verdade que quase consigo, era meio desconfortável, então continuo chupando um tempo um, um tempo o outro, as caras deles são um poema, tão curtindo muito minha chupada, o que me excita. Começo com mais profundidade a chupá-los, me concentro no
Gaby um tempo, enquanto chupo ele, pego nos ovos dele, minha língua
não para, uso ela enquanto tenho ele dentro da boca, sinto que fica mais duro, que começa a pulsar,
Gaby – meu amor, siiiim asiiii ahhh, devagar, devagar
Bem devagar com minha boca sinto que enche minha boca de porra morna, me inunda, escorre pelo canto da boca, continuo até ele parar de jorrar porra.
Bem vadia, olho pra ele que tá se masturbando e mostro minha boquinha cheia de porra e ele jorra um jato de porra quente na minha cara e outro na boca.
Enquanto me fala que vadia, que sou putinha.
Eu nunca tinha ficado com 2 caras e geralmente não deixava meu namorado gozar na minha boca, mas não sei se foi o baseado, a traição dele, a vodka, tudo junto que eu curti como uma putinha que gozassem na minha boca.
Como uma boa garota, engoli toda a porra que tinham me dado, olhei pra eles e mostrei minha boca sem nenhuma gotinha de porra……continua.
Olá a todos e todas, faz pouco tempo que realizei uma das minhas fantasias. Pra quem não me conhece, vou contar: tenho 27 anos, moro em Merlo, San Luis, e tô morando junto com meu namorado. Me considero uma garota normal, não sou modelo, mas tenho meu charme. Meu namorado é viajante, então passo bastante tempo sozinha. Ele tira muita vantagem dessa situação, já que, por ser viajante, conhece muitos lugares e mulheres. Me reconheço como corna, já peguei umas mensagens de texto aqui e ali, não falamos sobre o assunto. Ele é homem e fraco. Pra mim, sobram os aposentados, que por enquanto eu deixo passar, e algum turista no verão, porque o pessoal da cidade, bom, já sabe: cidade pequena, meio que povoado, no fim é um inferno grande. Bom, vou direto ao ponto da minha história. Aproveitando que meu namorado tava em Santa Fé por dois dias, vendo uns clientes, eu tinha de olho em dois caras de uns 30 e poucos anos que alugavam uma cabana perto da minha casa, com um físico muito bom.
A primeira coisa que pensei: físico bom, os dois numa cabana, lógico que era um casal gay. Mas resolvi investigar um pouco a movimentação desses caras. Vi eles no domingo pela primeira vez, e na segunda de manhã fui até onde eles estavam. Aí, feito uma adolescente, comecei a espiar esses caras pela cerca de ligustro. A cerca de ligustro que fazia a divisa tinha um metro e meio. Um deles tava tomando sol, meu Deus, tinha uns abdominais bem definidos, parecendo raviolis, e uns braços enormes. O outro tava na piscina com uma cerveja, parecia muito gostoso com o cabelo molhado. Como uma idiota, tentando ver melhor e ouvir o que eles falavam, enfiei o pé numa raiz meio solta, tropecei e acabei me espetando nos galhos, gritando por causa dos galhos e caída no chão. Os caras se aproximaram da cerca, eu morrendo de vergonha (pensando que eles tinham percebido que eu tava espiando), sentia meu rosto explodindo de vermelho. tão vermelha que ela tava. O cara que tava tomando sol (Alejandro) me pergunta: "cê tá bem? preciso de ajuda?" eu mudei (acontece quando fico nervosa), "se machucou?", ele fala. Aí eu reajo: "não, não dói muito", falei. Tava com a perna cheia de raspões, eu tava de short rosa. Gabriel chega abrindo o portão do jardim e me fala: "entra, linda, e limpa esses raspões, senão vai infeccionar". Levanto e vou... me limpo numa torneira perto da piscina.
Ale - "Sou Alejandro e esse é meu irmãozinho Gabriel, e você?"
Eu - "Moni, Mônica"
Ale - "O que cê tava fazendo na cerca? Como foi parar aí?"
Eu - (a primeira coisa que veio na cabeça) "Um dinheiro voou pra dentro da ligustrina e eu tropecei num galho"
Gaby - "Limpa direitinho, olha que sou médico, bom, futuro médico" (agora que olhava, dava pra ver que eram irmãos, os dois tinham um shape foda, o Gaby mais bonito de rosto, o Ale mais musculoso) "só falta a residência"
Gaby - "Deixa eu dar uma olhada na sua perna"
Ale - "Quer uma cerveja?"
Eu - "ehhh" pensando como era cedo e que tinha uns trampos pra resolver no banco, não respondo, fico com o "ehhh" (de dúvida)
Ale - "Fala, cê não deve por ter quebrado a cerca" olho pra cerca, só tinha uns galhos caídos. Rio.
Gaby enquanto se faz de preocupado olhando minha perna e toca meu tornozelo
Gaby - "Dói?"
Eu - "Não"
Sobe a mão pra panturrilha
Gaby - "Aqui?"
Eu - "Não"
Ale volta com uma garrafa de Corona
Gaby sobe a mão até o joelho
Gaby - "Aqui?"
E me olha nos olhos (meu deus, que olhos verdes tão lindos)
Eu - "Não"
Sobe mais a mão
Gaby - "E aqui?"
Eu - "Sim, um pouco" (ali tinha mais uns raspões)
Verdade, ele tinha uma mão grande e macia ao tocar. A brincadeira de médico com dois caras tão gostosos tava me esquentando.
Ale me passa a garrafa. Bebo um pouco, tava uma delícia, bem gelada.
Ale - "De onde cê é? Daqui?"
Eu - "Sim, e vocês?"
Gaby massageia minha coxa e vai subindo mais a mão
Eu - "já, já" seguro a mão dele, pensando por dentro "continuaaaaa"
Ale - "Somos de Martínez Buenos Aires
Gaby — Acho que vou ter que te examinar mais
Eu sorrio
Gaby — Sua pele é muito macia
Dou mais um gole, Ale mergulha na água, tava bem quente) além de que o massagem me deixou excitada, Gaby me olha
Mais um gole +
Ale — E aí, como é por aqui na cidade?
Eu — Como é o quê?
Ale — O que rola? Que bar tem movimento?
Eu — Tem uns bares perto da praça e umas baladas, mas são mais de caras
Ale — Ah, você fica entediada aqui?
Eu — Sim, mas sou casada, quer dizer, tô junto
Gaby — Que sorte que seu marido tem
Eu sorrio
Eu — Bom, tenho que ir resolver uns tramites pequenos, meu marido viajou e me deixou umas contas pra pagar (anzuelo.com)
Gaby — Que sacanagem, te deixou sozinha
Eu — Sim, ele volta amanhã (fazendo biquinho)
A cerveja me inspira, na verdade o vodka, o vinho, o daiquiri, digamos o álcool
Gaby — Não quer vir hoje à noite? Vamos fazer um churrasquinho e você conta pra gente o que visitar em Merlo
Eu — SIM, bora, que horas?
Gaby — Vem a partir das oito
Ale — Ah, achou a nota?
Eu — Não, deve ter voado
………………………………………………………….
Faço umas coisas no centro de Merlo com a perna um pouco ralada, eu moro a 7 quadras do centro, lá pela uma volto pra casa, como uma salada, e me jogo na cama pra ver um filme (sou professora, em janeiro não faço nada e na segunda quinzena a gente ia com Daniel, meu namorado, pra Florianópolis). Penso na mão da Gaby e no olhar dela e no corpo do Ale e me excito de novo pensando neles, levanto a camiseta e começo, sem perceber, a acariciar minha barriga e com a outra mão apalpo um dos meus peitos imaginando que são as mãos da Gaby, fico assim um tempinho e desabotoo o short, me acaricio por cima da calcinha e continuo já apertando um pouco o mamilo (ele endurece muito fácil) me acaricio como só eu sei, claro, bem devagar no começo, quase roçando o clitóris e os lábios, cada vez mais rápido e intenso, tava completamente encharcada (imaginava as picas desses caras) comendo, chupando as picas delas (as bocas delas me beijando por todo lado) ahhhh não aguentava mais, enfiei um dedo na pussy e com a outra mão lubrifiquei a booty (gosto de enfiar o dedinho um pouco) rapidamente gozei igual uma louca. Apaguei e quando acordei já eram cinco da tarde, fui pintar, pinto quadros como hobby em Merlo, vendi um ou outro, tomei banho e me arrumei, não vou entrar em detalhes. Coloquei um conjunto branco bem sexy, a parte de baixo tipo calcinha fio dental com bastante renda e a de cima também com renda e bem transparente, vou contar que me considero de booty muito boa e peitos médios mais pra pequenos, mas com formato bonito, sou de pele branca (não branca igual peito) e cabelo preto, olhos castanhos e sorriso bonito (já me disseram) e na barriga gosto de deixar uma trilhinha de pelos. Tenho 1,64 e sou bem magrinha. Continuando, coloquei uma camiseta branca justa e uma saia roxa bem curta sem ser exageradamente curta, desodorante e perfume. Liguei pro meu namorado, ele tava comendo, conversamos umas banalidades, falei que ia na casa de uma amiga comer e ver meu afilhado (eu suspeitava que ele não tava sozinho, justamente de Santa Fé era a mina que eu tinha lido o texto). Partiu. Eram 9:30. Chego na cabana dos caras, bato palma e aparece o Ale. Ale - Boa noite, entra, achamos que talvez não viesse. Eu - Boa, tô aqui. Dando um beijo nele. Gaby lá do fundo (não dava pra ver) grita: "Você veio!!" Ale - Gaby tá cuidando do churrasco, tô ensinando ele. Se metendo na parada. Ale - Vem, vem pro fundo. Gaby todo suado, já que tava fazendo o churrasco. Me cumprimenta jogando um beijo, tão lindo suado sem camisa. Ale fala um monte de merda. Gaby - Fala, idiota, serve alguma coisa pra ela. Ale - Cerveja, vinho ou tenho vodka, gin, Speed, suco de laranja? Eu - Por enquanto vinho tinto tá bom. Gaby - Por enquanto... O churrasco foi bem gostoso, conversamos um pouco de tudo, Gaby e Ale. Vivian com os pais dela, a Ale tinha estudado marketing, ganava bem pra caramba pelo que dizia, e a Gaby, como eu contei antes, estudava medicina. A Ale tinha 33 e a Gaby 30. Dava pra ver que a Gaby era mais inteligente que a Ale, a Ale era meio bocó, mas divertida. Terminamos de comer, a Gaby foi tomar banho (eu tava morrendo de vontade de ir atrás dela), fiquei com a Ale.
Ale – E aí, Moni, quer fumar?
Eu – Ehhhh, bora, vai (fazia anos que não fumava e nunca tinha fumado muito mesmo).
Ale – Tenho uma flor…
Tirou e bolou um baseado, a Gaby chegou.
Gaby – Ahhh, muito bom que me esperaram.
Fumamos, meio doidões por um tempo, ficamos de bobeira ouvindo as besteiras da Ale que de repente eram muito engraçadas. Fomos pra dentro preparar uns drinks. Eu preparei um vodka com laranja.
Eu – E se a gente jogar cartas?
Gaby – Bora, de quê?
Ale – Truco.
Eu – De três não rola, não é legal.
Ale – Casinha roubada.
Gaby – Cresce, Ale, cresce!
Eu – Pôquer!
Gaby – Sim, mas strip pôquer!
Silêncio.
Eu pensei em falar "sem noção", algo assim, mas na real tava afim, e tinha vindo pra me divertir, dar uma descontada no meu namorado.
Eu – Bora.
Rapidamente a Ale trouxe as cartas de pôquer.
Eu – Pôquer normal, nada de Holden ou coisa estranha, o pôquer de sempre.
Gaby – Vamos fazer assim, você, Moni, sem sapatos, então a gente tem 4 peças cada um, e 5 fichas valem uma peça. Pra ficar mais divertido, as fichas que você ganha não contam, então você sempre tem 5.
Nos acomodamos na sala, eu tava numa poltrona, a Ale no sofá e a Gaby numa cadeira, em volta de uma mesinha de centro vermelha.
A Gaby distribuiu as cartas. Eu comecei com um par de três de ouros, uma ficha. A Ale colocou mais 2 fichas, todo mundo pagou. Descartei três cartas, a Ale 1 e a Gaby 3. Peguei mais um três (trinca). A Ale colocou mais 2 fichas, a Gaby pagou e eu também. A Ale tinha um par duplo e a Gaby um par de ases (fora as sandálias). Segunda rodada, tirei mais 2 fichas delas com um par de damas. Terceira rodada, tive o prazer de ver as duas sem camisa com outra trinca.
Ale – Meu Deus, que bunda que você tem, Moni.
Eu – (batendo na minha bunda) Booty) viu!
Mme, tenho que perder, tiro meu short sabendo como explodir meu melhor atributo, tiro ele de costas pra eles e bem devagarinho, vejo como uma barraca de arma no short do Gaby.
Próxima rodada com um full, os dois ficam de slip, meu deus que gostoso, ia me comer, com um par de ases pendia a camiseta e o slip dele, o Ale, além do torso e abdômen lindos que tinha, tinha uma rola média puxando pra grande.
Gaby – Bom, pra que o Ale não fique de fora, continua jogando pelado se perder, tem que cumprir uma peça.
Eu perco e o Ale de novo, fico só de calcinha.
Gaby – Como peça pro Ale, você tem que comer a boca da Moni.
O Ale se aproxima de mim completamente pelado e começa a me beijar, vai comer minha boca, nossas línguas se cruzavam, o Ale beijava muito bem, eu já sentia como me molhava e sinto a rola do Ale começando a crescer, tava com vontade de meter a mão.
Gaby – Ei, não se empolguem que o jogo continua.
Gaby distribui, perde o Gaby, o Ale não entrou.
Eu – Siim, tira a cueca.
Gaby – Às ordens, minha rainha.
Eram picas gêmeas, tão parecidas, não sei se eu conseguiria diferenciar de olhos fechados.
Eu – São iguais.
Ale – A minha é maior.
Gaby – Puff.
Próxima rodada, o Gaby distribui, só devolvo uma 1, aposto na sequência.
Tudo evidentemente, estávamos os três carregados.
Ale – Dois pares.
Gaby – Perna de ases.
Eu abaixo minha humilde sequência.
Eu – Dois homens lindos pra cumprir minha peça.
Eu – Gaby, vem, quero provar sua boca, você, Ale, chupa meus peitos.
Aii, entre os beijos gostosos que o Gaby me dava com aquela boca tão sensual e o Ale que tava comendo muito bem meus peitos, já tava não só quente, mas super quente, tinha os dois bicos duros como pedra, o Ale, dava pra ver que sabia usar muito bem a boca e a língua, bem devagar tinha começado a se aproximar cada vez mais do mamilo, roçava com a língua e depois diretamente enfiou metade do peito na boca, aii, enquanto eu beijava o irmão dele.
Gaby – Para, continuar.
Deus, que tortura isso de parar
Apostei tudo com um par de 2 querendo perder
Gaby e Ale - Bombacha bombacha
Bem devagar, querendo que aquelas duas picas endurecessem de novo, vou abaixando a bombacha mostrando toda minha tiny ass
Ale - Que cuzinho gostoso que você tem, Moni
Gaby - Abre um pouquinho, vai
Faço a vontade delas, abro meus glúteos mostrando meu buraquinho
Já brincando um pouco, vendo que elas estavam a fim
Eu - Continuamos com você, sensual)
Gaby perde e eu
Ale pegando a camiseta dela disse - Moni, vou vendar seus olhos e você tem que adivinhar quem tá te beijando (ufa, beijos, eu já queria outra coisa)
Ela me venda com a camiseta azul escura, então não via nada. Ale me leva até o sofá, sinto uma mão que eu conhecia muito bem começando a acariciar minhas pernas. De repente, mais uma mão se junta na minha barriga, se aproximando cada vez mais da minha pussy, que começa a ficar molhada de novo. E sinto uma mão que abre meus lábios e brinca lá dentro, sem entrar na porta.
Gaby - Uuuh, olha que molhadinha que você tá, bebê
Gaby - Humm, tô aqui, tenho que provar
Ale - Não fala, senão ela vai adivinhar
Sinto um hálito bem quente inundando minha pussy, uma língua que roça a parte de fora, uma boca que começa a chupar meu peito. Deus, que delícia. A boca de baixo (acho que é a Gaby) tá me provocando, me fazendo desejar. É tão suave, faz que vai comer minha buceta toda e para no final, fica chupando um lábio, depois o outro.
Eu - Aii, vai, filha da puta, chupa ela
Risadas
Chega um ponto que eu pego a cabeça dela e mergulho na minha pussy, aquela boca começa com a língua a chupar meu clitóris. Uff, vai, falo, continua. Sinto uma mão que me levanta e coloca um travesseiro embaixo, fico com a pussy mais levantada, mais exposta. Ela me coloca na borda do travesseiro, sinto mais uma boca que se junta, chupando minha bunda, e a outra bem em cima, focada no clitóris. Não acredito, duas bocas pra mim. Aii, incríveis o que vocês tão fazendo fazendo esses caras... aiii meu deus siiiim
O que tá chupando minha bunda tá enfiando um dedo na minha bunda e outro na... usa a palavra: buceta aaaaaaayyy siii acabei, caras, acabei mais rápido.
Evidentemente cheguei a um orgasmo incrível, nunca na minha vida tinha tido 2 bocas ao meu serviço e tão boas
Tô quase tirando a camiseta
Gaby – não, para, bebê, você tem que adivinhar quem tava chupando sua buceta?
Eu – verdade, não tinha prestado atenção, achava que era ele e digo isso, você, Gaby
Ale – NÃOOOOO você perdeu outra peça
Gaby – bom, já que perdeu, agora vai ter que reconhecer com sua boca de quem é cada pau
Sentaram no sofá, me colocaram de joelhos no meio, encontrei
com cada uma das minhas mãos 2 picas bem duras, fui pela da esquerda, comecei com a língua a percorrê-la, parando no prepúcio um pouquinho, assim 3 ou 3 vezes, com a outra mão acariciava as bolas da direita, enfiei a que tava lambendo na boca, a ponta, enquanto com a língua percorria, sinto o líquido pré-seminal na minha boca e um suspiro de prazer (indubitavelmente Ale), me viro, vou pra direita com minha boca, continuo masturbando o Ale, dou o mesmo tratamento, mas incluindo as bolas que eu como suavemente, lambia desde as bolas até a ponta. Fico no meio
Eu – caras, já sei quem é quem, tiro a venda, quero ver vocês aproveitando.
Gaby – faz o que quiser, meu amor.
Atraio eles pra minha boca, fazendo eles ficarem de pé, tento enfiar os dois paus na boca, verdade que quase consigo, era meio desconfortável, então continuo chupando um tempo um, um tempo o outro, as caras deles são um poema, tão curtindo muito minha chupada, o que me excita. Começo com mais profundidade a chupá-los, me concentro no
Gaby um tempo, enquanto chupo ele, pego nos ovos dele, minha língua
não para, uso ela enquanto tenho ele dentro da boca, sinto que fica mais duro, que começa a pulsar,
Gaby – meu amor, siiiim asiiii ahhh, devagar, devagar
Bem devagar com minha boca sinto que enche minha boca de porra morna, me inunda, escorre pelo canto da boca, continuo até ele parar de jorrar porra.
Bem vadia, olho pra ele que tá se masturbando e mostro minha boquinha cheia de porra e ele jorra um jato de porra quente na minha cara e outro na boca.
Enquanto me fala que vadia, que sou putinha.
Eu nunca tinha ficado com 2 caras e geralmente não deixava meu namorado gozar na minha boca, mas não sei se foi o baseado, a traição dele, a vodka, tudo junto que eu curti como uma putinha que gozassem na minha boca.
Como uma boa garota, engoli toda a porra que tinham me dado, olhei pra eles e mostrei minha boca sem nenhuma gotinha de porra……continua.
15 comentários - Jogando cartas, terminei na putaria
besos
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