Férias em Cancún

TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESTA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHAR COM A COMUNIDADE PORINGUEIRAJá tava no aeroporto pronto pra embarcar pra Cancún, numa viagem de relax, mas principalmente pra clarear a mente. Era a segunda vez que isso acontecia comigo, e dessa vez queria resolver longe de gente conhecida. Mergulhar, pegar um sol, curtir a tranquilidade, buscar aquele espaço livre que todo mundo precisa. Quando fomos embarcar no avião, reparei na bucetada que tinha: era tudo casal, exceto uma família de quatro pessoas — os pais, um filho de uns 18 anos e uma filha de uns 20, que não pareciam muito animados. O resto era, na maioria, casais que não chegavam aos 30. O restante era casais que já tinham passado dos 40, e eu, viajando sozinho. Quando entrei no avião, foi que me senti mais deslocado.

A viagem era longa, então levei minha música e uns livros. Sentei numa fileira de três lugares, do lado de um casal de recém-casados. Fiquei na janela. Quando chegaram, me cumprimentaram e falaram os nomes deles, e eu tive que dizer o meu. Em segundos, já sabia que era a lua de mel deles e um monte de outras coisas. Eu respondia só com monossílabos. Não queria dar abertura pra conversar com ninguém. Quando colocaram os avisos de apertar os cintos, aproveitei pra colocar os fones de ouvido e ouvir música, e botei os óculos escuros pra luz não me incomodar e poder observar de boa.

Depois que decolamos, o pessoal relaxou e começou a conversar, sozinhos ou interagindo com outros passageiros. Abaixei o volume da música quase tudo, porque gosto de observar as pessoas. Enquanto olhava, fui percebendo que, pelo menos os passageiros perto de mim, estavam em lua de mel ou viagem de aniversário. Pelo que via, parecia um voo idílico; os únicos que não se encaixavam ali eram o casal com os filhos e eu. Pra não me alongar nessa parte, chegamos, nos pegaram e nos levaram pro hotel. hotel.
Nem todo mundo do voo ia pro mesmo lugar, mas a grande maioria sim. Quando cheguei no hotel, encontrei um baita auê na recepção. É que tinham chegado mais voos de outros lugares e o pessoal também tava esperando pra ganhar quarto. Minha única preocupação naquela hora era que tivesse uma cama grande, porque ia ficar muitos dias ali e não ia curtir nada uma caminha pequena. Por isso que eu insisti com a agência quando contratei a viagem, e mesmo tendo me garantido que não teria problema, eu não confiava muito.

Quando entrei no quarto, não conseguia acreditar: era um quartzão e a cama, maior que a minha. Aquilo me relaxou. Deitei na cama pra sentir como era, e só posso dizer que era confortável pra caralho. Vi na mesinha de cabeceira um folheto de informações e dei uma olhada. Era mais que um hotel. Não tinha imaginado assim. Bar na praia, Bar na piscina, Café bar, Campo de golfe, Academia, Quadra de tênis, Sala de jogos, Spa, Snack bar. 4 piscinas… um monte de atividades, e as que mais me interessavam eram mergulho e visitas a lugares arqueológicos. Tudo tava incluso no preço, menos as excursões e o mergulho.

A primeira coisa que fiz foi descer pra me informar sobre horários, lugares de mergulho… me informaram superbem, o pessoal, pelo que eu tava vendo, era muito atencioso. Me inscrevi pra mergulhar no dia seguinte, não quis esperar. A hora do jantar tava chegando, fui tomar um banho e me trocar. Desci pra jantar cedo, minha intenção era deitar rápido e estar descansado pro dia seguinte. Escolhi o buffet pra jantar. Naquela hora tinha pouca gente, e de quem tava lá, ninguém me lembrava do voo. Comi rápido e fui embora.

No dia seguinte já tava pronto pra ir mergulhar, tava hiperativo. Vinham com a gente dois monitores e uma monitora. Um tradutor de inglês e um de alemão. Quando chegamos no catamarã, eles iam explicando as coisas, eu vacilei sabe-tudo e como já sabia mergulhar, tinha o certificado, me achei o tal. Mas explicaram mais coisas que eu ignorava, e aí aconteceu o que aconteceu. O dia foi muito melhor do que eu pensei e muito mais bonito. Só aquele momento já tinha valido a viagem. Mas nem tudo podia ser perfeito. O sol naquelas latitudes pega forte pra caralho e, mesmo eu já estando moreno, me fez muito mal, entre outras coisas porque não passei o protetor que tinham recomendado. Fiquei meio mal, nada grave, mas o médico recomendou que eu ficasse uns dois dias de boa no hotel. Antes de descer pra praia, e mesmo pensando em pegar um guarda-sol, passei meio pote de protetor solar. Também perguntei se tinha alguma área de nudismo e me disseram que não. Quando desci, mudei de ideia e resolvi ficar na piscina mesmo. Peguei uma espreguiçadeira na sombra, coloquei a música e os óculos escuros. Percebi que tanto os garçons quanto as garçonetes eram bem dotados fisicamente e muito simpáticos. Mas o que mais me chamou a atenção foi o flerte que algumas mulheres tinham com eles, principalmente com dois mulatos e um negão. E eles se deixavam querer, e com aquele jeito doce de falar, ainda mais. Achei engraçado. A piscina começou a encher e vi gente que veio comigo no voo. Eles tinham se inscrito nuns atividades que iam rolar dentro da piscina. Eu continuei observando, e as espanholas usavam uns biquínis mais comportados que as outras mulheres que estavam lá. Mais ainda, um marido tirou uma onda com a mulher por causa disso, e o olhar dela foi devastador, porque ele baixou a cabeça como quem pede desculpa. Eles se sentaram nas espreguiçadeiras mais perto de mim. E ouvi uma meia discussão em que ela reclamava do que ele tinha dito, mas quando ele ia falar algo, ela disse que ele ia se foder, que depois não reclamasse. Era um casal bonito, por volta dos 30 anos. Ela se levantou e foi embora. Ele percebeu que eu tinha ouvido a discussão e se virou. de me justificar comigo. Eu dei de ombros e falei que esses problemas eu não tinha. Ele, como se fôssemos amigos de infância — e vi que isso acontecia com muita gente — me contou que estavam juntos desde os 18 anos e tinham acabado de casar, que ele se chamava Félix e ela Elena, e que tinham 28 anos. Eu olhava pra ele tipo… “Que porra você tá me contando, se eu tô pouco me lixando”. Depois de meia hora, a mulher apareceu. Vi que ela tava com um biquíni bem pequeno, devia ter 1,65, mas com as sandálias de salto alto que usava, parecia bem mais alta. Era magra, cabelo curto, estilo masculino. Os peitos dela eram médios, mas empinados, e a boca parecia uma delícia com aqueles lábios grossos. O marido ainda não tinha visto ela, porque tava de costas, mas eu já tava vendo todo mundo olhando pra ela. Não era nada demais, até que ela chegou perto e, quando o marido olhou pra ela, ela deu uma volta e aí eu entendi por que todo mundo tava de olho. Por trás, o biquíni era uma tanguinha que se enfiava entre as nádegas, mostrando uma bunda quase perfeita, bem branquinha — que tesão que me deu. Quando ela se virou, falou pro marido: “Você gosta mais desse modelito que acabei de comprar?” O marido só balançou a cabeça que sim. Pensei comigo: “olha só os recém-casados”.

Em alguns momentos, vendo a agitação na piscina, com a música, eu sentia que as mulheres competiam pra ver quem era a mais provocante. Mas dava pra ver que os monitores já tavam mais que acostumados. Umas duas horas depois, levantei e fui pro bar da piscina. Tomei um suco natural tamanho XXL. Fiz amizade com o barman e, quando ele soube que eu tinha ido sozinho, começou a me contar as fofocas do pessoal que costumava ir lá, principalmente das milf. Isso não queria dizer que todas fossem atrás da mesma coisa.

Nessa conversa, percebi que eu não era a pior pessoa do mundo. Tinha bastante gente igual a mim. Eu me sentia livre, tinha pânico de ter que compartilhar. O resto do pessoal e mais nada. Respeito muito quem consegue, mas eu me via incapaz. Voltei pra minha espreguiçadeira e, quando o casalzinho chegou, eles baixaram o tom da conversa. Coloquei os fones de novo, mas não liguei. Ela estava toda molhada e se secava um pouco. Ele reclamava, mas de um jeito pouco convincente, do biquíni que ela usava, que mostrava tudo... quando ele terminou de falar, ela disse pra ele não se preocupar, que quando subisse trocaria de roupa e à tarde colocaria um dos outros.

Uma mulher do complexo hoteleiro veio até mim pra me informar e me convencer a ir a um jantar temático, que depois teria uma festa também. O único requisito era levar alguma roupa branca. A mulher era uma gostosa e foi fácil me convencer. Depois ela foi falar com o casal também. Foi quando percebi que a mulher me olhava descaradamente, mas eu não quis nem olhar pra ela, pelo menos sem os óculos. Quando a moça do hotel foi embora, passaram dois homens e olharam ela de cima a baixo. O marido, de novo de um jeito pouco convincente, reclamou, e ela, como única resposta, disse pensando que eu não ouviria por estar ouvindo música... “Pois é, não vou chamar tanta atenção assim quando o cara ali nem me olhou uma vez.” O marido não disse nada e eu não mexi um músculo.

Depois de um tempo, levantei, disse tchau e fui comer alguma coisa. Depois subi pro quarto e tirei um cochilo. Se tinha festa à noite, não queria passar ela bocejando. Quando acordei do cochilo, desci de novo pra piscina, mas fui direto pro bar. Como não tinha quase ninguém, comecei a conversar com o mesmo garçom, que por sinal se chamava Juan Diego. Tentei me informar sobre a festa da noite. Ele me incentivou a ir, disse que com certeza eu ia me divertir e me avisou que o pessoal exagerava na bebida, que como era de graça, o povo bebia mais.

Enquanto a gente conversava, começou a aparecer mais gente e, entre eles, meu... novo "grande amigo" Félix, digo isso porque foi só me ver e já veio na minha direção. Sentou do meu lado, em cinco minutos já sabia que ele era de Ávila, não vou dizer a cidade exata. Eu tava achando ele muito bem, imaginei que tinha comido uma buceta e tava o cara todo felizão. Ele me contou de novo que passavam a vida inteira juntos, ele e a mulher… eu só balançava a cabeça, torcendo pra ele ir embora. Também me disse que nunca tinham saído da cidade deles, muito menos pro exterior… já tava me enchendo o saco. Aí, dessa vez, a mulher apareceu, era verdade que tinha tirado aquele biquíni, mas veio com outro praticamente igual, branco, que deixava os mamilos escuros dela transparentes, deviam ser quase pretos.

Quando o Félix chegou, me apresentou, mas em vez de dar dois beijos, apertei a mão dela e notei que ela ficou sem graça. Ela pediu uma bebida exótica com álcool. Me fez praticamente um interrogatório, até que perguntou por que eu tava sozinho. Pra não ser mal-educado e pra eles me deixarem em paz, falei… "Passei um ano meio complicado e terminei com minha última namorada, então vim mergulhar, relaxar e clarear a mente" — menos essa última parte, no resto eu menti. Achei que com isso a conversa acabava e eles iam embora, mas como eu tava enganado. Ela perguntou de novo e dessa vez foi bem ousada, porque quis saber por que eu terminei com a minha namorada. Aí chegou a hora de não ser tão educado.

"Olha, é que eu não acredito em casal pra vida toda. Acho que a variedade é que dá o gosto. Por que não experimentar outras coisas? Ninguém é propriedade de ninguém." Os dois ficaram me olhando, e ele começou um discurso sobre relacionamento, era só o que me faltava, mas nem precisei cortar ele, porque foi a Elena que mandou ele calar a boca, e ele fechou o bico na hora. Tava claro quem mandava naquele casal. Mas vendo que eles não iam embora, me desculpei, falei que ia dar um mergulho e fui. Depois vi ela nadando e, quando saiu da água, a visão foi… espetacular, dava pra ver tudo através da roupa. Mas rapidamente apaguei a imagem da minha mente, tava conseguindo, tava me comportando muito bem.
Teve uma coisa que de repente me chamou a atenção e foi algo que o Félix disse, algo como que a gente tinha a mesma idade e eu não falei que ele tava errado, mas mais porque eu ouvia ele, mas não prestava atenção. Quando cheguei no meu quarto, coloquei uma calça e uma camisa branca. Quando desci, na hora certa, me enganei de lugar e tive que ficar perguntando. Quando cheguei no local, me perguntaram o nome porque tinham distribuído a galera do jeito que queriam. Não curti muito a ideia, mas, pra ser sincero, que diferença fazia se eu não conhecia ninguém.

As mesas eram de 10 pessoas e, pelo que dava pra ver, tinha show durante o jantar. Chegamos numa mesa que só tinha dois lugares vagos. As outras oito pessoas eram quatro casais entre 40 e 50 anos. Quando ouvi eles falando, não entendia nada, eram alemães. Que divertido ia ser meu jantar, pensei e falei alto… “Quem me colocou aqui se cagou de vergonha, será que tenho cara de alemão?” e de repente um dos casais começa a rir sem conseguir se segurar. Fiquei olhando pra eles e ele fala que são argentinos, que ele se chama Matías e a mulher dele Valentina. Foi um alívio. Ele era grandão que nem eu e forte, dava pra ver que era um homem de personalidade. Ela era o que costumam chamar de uma verdadeira gostosa, pelo menos de rosto. Durante o jantar, parte da conversa foi mais ou menos assim, embora eu não tenha colocado os sotaques argentinos…

MATÍAS - A gente veio comemorar nossos vinte anos de casados.
EU - Vinte? E ainda não se cansaram? (Não sei como falei uma merda dessas)
VALENTINA - Hahaha, é o que eu digo.
MATÍAS - Isso quem devia dizer sou eu, hahaha.
EU - Bom, bom, não briguem logo hoje, hahaha…
MATÍAS - Respeitando o espaço de cada um, com sinceridade, respeito e muita cumplicidade, dá pra levar de boa. (Isso ele falou com (muita solenidade)
EU – Vê, isso é o que mais me assusta. Que não respeitem aquele espaço que cada um deve ter livre de intromissões. Além disso… bom, essa história de fidelidade eterna, não sei se é por causa da idade, mas acho que seria difícil pra mim.

MATIAS – Hahaha, como todo mundo.

VALENTINA – Tudo tem que ter um equilíbrio, o segredo é encontrar ele.

Valentina se desculpou e se levantou pra ir ao banheiro. Ela tava usando uma calça branca, que deixava a bunda dela estupenda e o resto do corpo bem definido, dava pra ver que os dois se cuidavam muito fisicamente. Não quis deixar transparecer, mas…

MATIAS – Vê, assim como você ficou olhando a bunda da Valentina, eu, se visse uma bunda igual, faria exatamente a mesma coisa. A diferença é que minha mulher não ia se incomodar nem ficar com ciúmes. Do mesmo jeito que, se ela olhar pra um homem gostoso, eu entenderia.

EU – Desculpa, não quis… desculpa mesmo. (Falei meio nervoso)

MATIAS – Não se desculpa, cara, olhar não é pecado. Diferente seria se você passasse dos limites com ela.

EU – Sério, não foi minha intenção. Mas não consegui evitar.

MATIAS – Hahaha, sério, não tem problema nenhum.

Nisso, a Valentina chegou, e eu, não sei por quê, continuei me desculpando de mil maneiras, mas calei a boca na hora que ela chegou.

VALENTINA – O que tá dando tanta risada?

EU – Nada, besteiras.

MATIAS – A gente tava falando da sua bunda.

VALENTINA – Da minha bunda?

MATIAS – Como ele ficou olhando pra ela, eu falei que não ficava com ciúmes. Desde que ele não passasse dos limites com você.

VALENTINA – Desde que ele não dissesse que é feia…

MATIAS – Bom, não sei, porque ele não fez nenhum comentário.

EU – Fico feliz que vocês levam isso tão bem. Sério, fico feliz. (Cortei o assunto)

Começou um show, ousado, sensual, mas não escandaloso. Durante esse tempo, ficou um silêncio total. Quando terminou, a festa começou de verdade: música, bebida e, depois de um tempo, o que o Juan Diego falou, bagunça total. Abriram umas portas de vidro que davam acesso a uma área com jardim. Eu tava claro, ia ficar um tempinho e vazar, porque como não tava afim de pegar ninguém, ia embora logo. Em outras circunstâncias seria diferente.
Fui no banheiro e tinha um monte de gente esperando, tanto no masculino quanto no feminino. Mas um funcionário do hotel me indicou outros banheiros e falou que, na área do jardim, os perto da piscina iam estar mais vazios com certeza. Fui pra lá e era verdade, tavam vazios. Quando terminei e ia saindo, reparei na vista da praia e do mar, com o brilho da lua cheia, dava até pra tirar uma foto. De repente, ouço uns barulhos. Espio e vejo claramente um dos garçons mulato socando uma das minas jovens que tava em lua de mel. Fiz um pouco de barulho quando me posicionei melhor e ela ficou me olhando, nem se abalou, fazia pouco tempo que na mesma situação eu já taria participando.
Sinto alguém apoiar nos meus ombros e me diz… “Pô, a menina, como ela se diverte e como ela se manda bem” era a Valentina. Aí ela colocou uma mão na minha frente e começou a acariciar meu peito, sem parar de olhar o casal por cima do meu ombro. Isso fazia eu ouvir a respiração dela e como ia acelerando. Já tava pronto pra vazar, quando a Valentina desceu a mão até meu pacote e tocou meu pau por cima da calça. Exclamou… “Caralho, que porra de pau grande, não tem nada a invejar daquele” ninguém imagina o quanto me custou, mas sem dar tempo pra nada falei… seu marido me caiu muito bem, desculpa, e fui embora.
Via os casais curtindo a noite e isso era muito bom, mas minha viagem era de relax, tranquilidade e pra clarear as ideias. Então decidi me retirar, como se diz, sem fazer muito barulho. Quando ia saindo, uma das alemãs me pegou, de todas que tavam na minha mesa a mais grandona. Loira, peitão, alta igual eu, forte e uns 50 anos. Não conseguia entender ela, só sabia que tinha exagerado nas bebidas e que por Os gestos dela, como ela me agarrava, queria dançar. Eu cedi pra depois ela me deixar em paz. Enquanto fazia isso, vi o Matías e a Valentina conversando, com cara séria. Quando olhei de novo pouco depois, já não estavam mais. Me desculpei como pude com a alemã e me mandei.
No caminho pro meu quarto, fui rindo da situação com a alemã, tinha sido engraçado, e além disso não teve "perigo" nenhum porque ela não era meu tipo, não me atraía nada. Já tava perto dos elevadores, quando alguém me dá uns tapinhas leves no ombro, me viro e é o Matías, que queria falar comigo se desse. A primeira coisa que veio na minha cabeça, pela seriedade dele, era que a mulher dele não tivesse contado uma "história" e me comprometesse. Como não tava com sono nenhum e o Matías me caiu bem desde o começo, falei que sim e fomos pra uma das varandas que tinha pra tomar algo. A conversa foi bem longa, mas muito direta da parte dos dois.
Era óbvio que ele sabia o que tinha rolado e a verdade. Porque ele tentou me explicar que eram um casal swinger, mas tava com dificuldade de se explicar. Então eu me adiantei, falei que sabia do que ele tava falando e que já tinha tido experiências desse tipo, que não era um mundo novo pra mim. Isso deixou ele meio sem reação, porque ele perguntou…
— É que você não gostou da Valéria?
— Pelo contrário, ela é uma mulherão, em outras circunstâncias…
— Então o que aconteceu?
— Olha, vim nessa viagem pra me afastar de tudo isso e tentar descobrir se tá certo ou não, se é normal ou não…
— Você é muito novo. Me permite falar com você pela experiência dos meus 45 anos?
— Claro, fique à vontade.
— A gente já tem 10 anos sendo swinger, mas não pense que foi pra salvar nosso casamento, foi pra quebrar a rotina, que é o maior inimigo de um casal. Tem que ter muita confiança e amor no seu parceiro, isso é fundamental. Não é pra buscar comparação, mas sim a variedade de estilos e formas de fazer as coisas, algo que a nova técnica depois favorece a O casal. Por isso a Valéria e eu temos uma comunicação plena e aberta. Temos umas regras entre nós e quando um diz "até aqui" ou "não", o outro respeita. Tem que ver isso como um jogo divertido, pra se divertir e ponto final. Depois vem a moral, que é algo muito particular de cada um, suas crenças, seus valores, são eles que têm que definir a sua. Não os meus valores, as minhas crenças. (Foi bem mais longo, mas isso é um resumo do que lembro)
— Cê não é psicólogo, não? Kkkkk
— Kkkkk… Não, nada a ver, só minha experiência.
— E uma pergunta, se não quiser responder, tudo bem… Cê não sente "vergonha" de ver sua mulher…?
— É o que eu te falei, CONFIANÇA. Eu só de te ver já sabia que ela ia gostar de você. Sabia que ela ia atrás de você. Que eu não ia ver, mas depois ela ia me contar com todos os detalhes e ia ser o nosso momento. E… Por quê? Porque eu não posso dar tudo que ela quer.

Continuamos conversando um pouco mais e depois fui embora. Quando cheguei no meu quarto, coloquei uma música ambiente e demorei pra pegar no sono, não parava de pensar no que o Matías me disse. De manhã, quando acordei e enquanto me espreguiçava, tomava banho, já tinha tudo bem claro. Vai ter gente que entende meu estilo de vida, seja ele qual for, outros não vão entender, e ainda vai ter o grupo dos que tão nem aí. É impossível agradar todo mundo e é loucura, além de perda de tempo, tentar. Então viveria minha vida do meu jeito e sem tentar fazer o que os outros acham que é certo.

Desci pra tomar café da manhã e desci exultante. Enquanto comia, ficava olhando pra ver se via o Matías e a Valéria. Parei de esperar e fui pra piscina, quando vi o Matías saindo de outro restaurante, mas ele tava sozinho. Parei ele e falei que ia estar na piscina, caso quisessem ir, mas que, se preferissem a praia, também tava de boa. Ele me disse que a mulher dele tava dormindo, que tinha exagerado na bebida e que a culpa tinha sido minha, falou isso rindo. Na piscina, Félix e Elena começaram a se pegar de novo. Aí Matías chegou sozinho e ficou do meu lado. Tanto eu quanto ele ficamos de olho na Elena, claro, disfarçando, enquanto ela descia de novo de um jeito espetacular. Quase meio-dia e meia, Valéria apareceu. Se à noite eu já tinha achado ela uma tremenda gostosa, quando a vi chegar naquele biquíni que mostrava dois peitos fabulosos, grandes e empinados, com dois bicos bem marcados e um pareo amarrado na cintura, foi foda. Quando ela chegou e a gente se cumprimentou, o olhar dela tava cheio de safadeza, e quando ela tirou o pareo, pra mim foi brutal, dava pra ver a rachinha da buceta dela. Ela deve ter notado meu olhar grudado ali. Já tinha esquecido de tudo, meu "eu" voltou ao normal. Valentina pulou na água, e poucos minutos depois eu pulei também. Ficamos um tempão na água brincando, eu não sabia dela, mas eu tava a mil, pronto pra qualquer coisa. Como sempre nesses casos, eu saí depois dela, esperando a ereção não ficar tão na cara. Enquanto isso, fiquei apoiado na borda da piscina e via que Elena não parava de me olhar, dava pra ver que ela tava incomodada, imaginei que era porque toda a atenção tava na Valentina. Quando finalmente saí da água, a ereção tinha baixado, mas não completamente. Valentina sorriu ao me ver, e Elena não tirava os olhos de mim. Félix foi dar um mergulho e a mulher dele ficou deitada de bruços tomando sol. Não sabia se ela tava dormindo de verdade ou só de fofoca, mas tanto fazia. Enquanto ela passava creme, perguntei bem discreto pro Matías sobre os "gostos" da mulher dele, e ele, como se tivesse esperando essa pergunta, respondeu que eu teria que descobrir na hora. Valentina e eu continuamos na brincadeira, e a temperatura dos nossos olhares e comentários só aumentava. Valentina se levantou e chamou eu e o marido dela pra ir tomar alguma coisa. A gente levantou e foi, mas quando me toquei, não estávamos indo pra nenhum bar, e sim pro quarto dela. Fomos conversando como bons amigos. Mas tudo mudou quando chegamos no quarto. Quem entrou primeiro foi ela, depois eu e por último o Matías. Quando a porta bateu, ela se virou e me ofereceu a boca de um jeito safado. Nossas bocas se uniram num beijo sem freio. Nossas línguas se enfiaram na boca um do outro, como se estivessem brigando. Enquanto isso, Matías ficou atrás dela, soltou a parte de cima do biquíni e a de baixo. Em segundos, ela tava completamente pelada. Enquanto a gente continuava se beijando, Matías lambia as costas dela e eu percebi que ele tava passando a mão por trás, e ela soltou um gemido forte. Dava pra sentir o marido mexendo a mão com força, porque fazia ela se remexer toda. Ela enfiou a mão dentro da minha sunga, apertando minha bunda com fúria. E eu me encostava nela, pra ela sentir o quanto eu tava excitado por causa dela. Ela me olhava com um desejo selvagem. Me olhando daquele jeito, passou a mão pra frente da minha sunga, enfiou os dedos lá dentro e agarrou meu pau, começando a fazer um movimento suave, mas apertando com força, como se não quisesse que eu escapasse. Meu pau tava pegando fogo, a temperatura era altíssima. Dava pra ver que ela tava fora de si, incontrolável, os bicos dos peitos dela estavam duríssimos. Não aguentei mais e me abaixei pra devorar eles, o que fez ela soltar outro gemido fabuloso. Subi de novo pra beijar ela com toda a vontade, mordendo também aqueles lábios maravilhosos. A excitação dela era tanta que enchia minha boca com o ar dela. Agora consegui tocar a buceta dela, que tava muito molhada. Matías tava agachado, chupando aquele rabo estupendo, e ela tava morrendo de prazer, a cara dela dizia tudo. Matías tirou minha mão e, numa posição quase acrobática, começou a chupar a buceta dela enquanto ela fazia uma punheta antológica em mim. De vez em quando, ela enchia a mão de saliva e pegava de novo no meu pau, batendo uma. Eu sentia que ela tava prestes a gozar e não me enganei, porque ela parou o Matías e disse que já tava bom, que agora era a vez da minha pica foder ela e ela disse… EU QUERO VOCÊ DENTRO DE MIM, NÃO IMPORTA ONDE, MAS ME ENCHE…! Matías se afastou e ela me levou pra cama. Nós deitamos e agora nos abraçávamos, nos apalpávamos e eu tocava a bucetinha dela com total liberdade e ela se contorcia de tesão. Até que ela me disse com uma voz desesperada que precisava que eu a penetrasse já. Quando eu ia fazer isso, ela mandou Matías deitar de barriga pra cima e eles ficaram na posição do 69, deixando a bunda e a bucetinha dela à minha disposição, era uma visão linda demais.
Não demorei nada pra meter na buceta dela, entrou superbem, quando ela sentiu tudo lá dentro, suspirava mais forte. De vez em quando ela se abaixava pra chupar a pica do marido, que era de um tamanho bem normal. Dava pra ver que ela tinha muita prática. Agora eu quis testar o cu dela e vi que meus dedos entravam com bastante facilidade, por isso que ela falou pra meter onde quisesse. Eu sentia o marido chupando a buceta dela, porque notei várias vezes uma lambida no tronco da minha pica.
E de repente ela parou de chupar a pica do marido e gozou entre gemidos altos, balançando a cabeça de um lado pro outro. E Matías soltou uns jatos no ar, que acertaram o cabelo dela. Ela se deixou cair sobre a boca do marido. Saiu e eu fiquei com a pica apontando pro teto, ela se ajoelhou de quatro e começou a chupar minha pica de um jeito desenfreado, Matías ficou atrás, pegou um pote branco e abriu, encheu os dedos e, mesmo sem ver, eu sabia que ele estava passando no cu dela, enquanto ela ronronava. De repente ele deu um beijo carinhoso numa das nádegas dela e ela parou de me chupar, se virou deixando a bunda virada pra mim. Me olhando como uma verdadeira fera, ela disse com voz excitada… “Agora quero que, como vocês dizem, me foda com força, que eu sinta você me rasgando…” Eu me aproximei dela e, quando estava prestes a meter, Matías fez um sinal pra eu esperar, quando fui reagir, ele estava Passando as mãos cheias de lubrificante no meu pau, depois de já ter tocado nela o bastante e com prazer pra ele, ele abriu as nádegas da mulher dele e eu, sem muita dificuldade, fui enfiando meu pau no cu dela. O marido se afastou e sentou numa cadeira baixa, nos olhando e vendo a mulher dele me pedindo pra meter mais forte.

Eu me abaixei um pouco, fodendo ela de forma brutal e agarrando os mamilos dela, apertando no ritmo das minhas estocadas e descobrindo que ela não só não odiava, como adorava. Depois me levantei, segurando bem os quadris dela pra penetração ser o mais fundo possível. Agarrei o cabelo dela e dei uns puxões, e ela só pedia mais. Me abaixei de novo e fui direto pros mamilos dela, aproveitando pra sussurrar que amava o quanto ela era puta, que ia foder ela durante todas as férias, naquele cu, quando e onde ela quisesse. A única resposta que eu ouvia era um sonoro SIIIIIIIM... e gozamos os dois na sequência.

Já tinha passado da hora prevista, nos vestimos — bom, o pouco que tínhamos que vestir — e descemos pra almoçar. O acaso quis que sentássemos numa mesa perto de Félix e Elena. Ela nos encarava, tentando nos analisar. Ficamos sentados de um jeito que Matías ficava de costas pra eles, Valentina de lado e eu de frente. Eu via Elena de frente e o marido dela de perfil. Ela me olhava, no início disfarçadamente, mas depois sem vergonha nenhuma. Eles tinham trocado de roupa. Ela usava uma regatinha que destacava bem os peitos e uma saia jeans curta. Enquanto comíamos, ela foi ficando mais ousada, até abrindo as pernas como quem não quer nada, deixando ver a calcinha branca.

Eu achava que ninguém percebia, só eu. Mas a Valentina, rindo, sussurrou no meu ouvido: "A putinha da piscina tá toda molhada por você." Eu tentei fingir que não sabia do que ela tava falando, mas... Ela me disse de novo… “Até eu comeria ela sem problemas… ela é muito gostosa” ela e o Matías aproveitaram pra me contar naquele momento que eram bissexuais. Mas o que me excitou pra caralho foi quando a Valentina me propôs que a gente pegasse ela, eu sorri e ela disse vamos começar. Falei que achava uma boa ideia e começamos.
CONTINUA...
Aconselho e recomendo a toda pessoa que puder, que visite Cancún e o resto do México, terra maravilhosa, misteriosa e com um povo extraordinário.
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