Hazaña con mi amiga Daiana

Era um dia comum, igual a todos os outros, quando de repente recebi uma ligação em casa. Era uma amiga que conheço há muitos anos. Ela estava super pra baixo porque o namorado tinha terminado com ela e precisava desabafar com alguém. Como minha amiga é meio sem vergonha na cara, sugeri irmos a um cinema pornô do bairro. Ela topou na hora.

Me vesti do jeito que gosto quando tô afim: saia curta e levemente evasê, que quando eu andava, com o balanço da minha bunda grande e bem empinada, levantava um pouco. Uma blusa semitransparente com um sutiã igualmente transparente que deixava meus bicos aparecendo, abotoada no meio, mas eu sempre deixava um botão desabotoado pra mostrar o decote dos meus peitos médios e redondos. E umas sandálias de plataforma com salto fino e alto, que faziam minhas pernas parecerem mais longas e minha bunda mais empinada.

Passei pra buscá-la e fomos pra um shopping da região. Decidimos dar uma volta e olhar umas vitrines. Numa dessas, vimos uns caras que também estavam na mesma vibe: quatro rapazes altos, ombros largos e uma bunda boa.

Quando vi eles, imaginei tanta coisa... uma delas era como seria dar pra esses quatro caras. Eles nos olharam e falaram: "Por que tão sozinhas? Não queriam ter quatro machos como a gente?". A Daiana não gostou do comentário e fez cara de bunda. Finalmente chegou a hora de entrar no cinema. Sentamos nuns assentos no meio da sala, que tava quase vazia. Quando vimos que os quatro caras também tinham entrado, parecia que estavam procurando algo ou alguém. Quando nos acharam, sentaram bem atrás da gente.

Quando as luzes da sala se apagaram e o filme começou, senti alguém acariciando meu cabelo. Eu mexia a cabeça como se não gostasse, mas no fim acabei aceitando. De repente, vi um deles pular a cadeira do lado e sentar sem falar nada. Ele pegou minha mão... Mano, e levando ela pro meu pau, pude sentir um calhamaço enorme. Eu apertei com força, porque só de sentir um pau daquele tamanho me deu uma vontade louca de sentar nele. Ele se aproximou e, sussurrando no meu ouvido, disse:
— Desde que te vi, gostei da sua bunda e quero provar ela aqui mesmo.

Peguei a mão dele e levei até minha pussy. Quando o cara tocou minha calcinha fininha, sentiu como minha pussy já estava molhada e me perguntou:
— Por que você tá assim?
— Porque quero esse pauzão dentro de mim.

Tirando o pau da calça, pude confirmar o que imaginava: era um super pau grosso e grande. Eu acariciei ele com as mãos enquanto admirava, depois me abaixei um pouco e comecei a chupar. Quando me abaixei, minha amiga se virou pra olhar e disse:
— O que você tá fazendo?
— Não aguentei a vontade de dar um boquete nesse filho da puta que tem um pau lindo. Você devia fazer o mesmo e esquecer esse seu namorado.
— Como assim?

Quando os amigos que estavam na parte de trás viram o que a gente tava fazendo, levantaram. Dois foram pra minha amiga, o outro veio pra mim e, quando viu que eu tava chupando o pau do amigo dele, começou a acariciar minha bunda.

Nós dois, os caras e eu, nos deitamos no chão. Um deles começou a chupar minha pussy e o outro tirou minha blusa, baixou meu sutiã e ficou beliscando meus peitos.
— Quero que me comam rápido, porque tô muito tesuda — falei pra eles.

— Quero ver sua bunda na frente de todo mundo, quero que todos vejam como vou chupar seu cu e como vou arrebentar ele — respondeu um deles. Ele me fez ficar de frente pra tela onde tava passando o filme e, ajoelhado, abriu minhas nádegas e com a língua foi abrindo meu cu. Depois de um tempo me chupando a bunda, ele disse:
— Vou abrir seu cu, puta, pra todo mundo ver o quanto você é vagabunda e como essas nádegas gordas se mexem — e, se levantando na minha frente, enfiou o pau no meu cu. Eu, apoiando as mãos na tela, gritava de dor misturada com prazer enquanto... Tanto que o outro cara ficava olhando e segurando o próprio pau, e falava pro amigo: “Manda ver nessa puta, abre logo esse rabo que essa gostosa tem, deixa todo mundo ver como você arrebenta ela”.
Eu enfiei, ufff, que sensação gostosa quando entra na primeira vez… falei pra ele: “Foca pra gozar rápido”, e mandei: “Quero sentir essa porra no meu cu”. Na hora ele começou a bombar mais rápido, eu falava: “Enche meu cu de leite, meu amor…”. Ele meteu forte uns cinco minutos até gozar. Aí avisei o amigo que era a vez dele. Ele me disse: “Quer que todos os caras aqui vejam como teu cu abre?”. Olhei pra trás e vi onde minha amiga estava, com a luz do filme, ela deitada no chão de pernas pra cima, e um dos caras em cima dela pulando igual um cavalo solto. O outro cara estava ajoelhado na frente do rosto dela, e minha amiga chupando bem o pau dele. Chamei ela: “Daiana, vem aqui que esse par de vagabundos tá mais tarado que a gente e tão me comendo pelo cu”.

As luzes do cinema acenderam e, sinceramente, nem eu nem minha amiga ligamos pra galera nos ver peladas com uns paus enormes enfiados no cu e na buceta. O cinema não tava tão cheio, e a maioria era homem. Quando viram minha bunda enorme, falaram: “Nossa, mamãe, que rabo lindo!”, “Puta, tu tem uma bunda descomunal”, “Nunca vi uma bunda tão grande”, “Olha aquela outra puta no chão”, “Os peitos que ela tem pra chupar a noite inteira”.

Minha amiga levantou e veio na minha direção. Enquanto caminhava até o palco, um dos caras ia passando a mão na bunda dela com os dedos enfiados. Quando chegaram onde eu tava, ela também virou de costas pros outros homens e falou:
— Vamos, façam fila se quiserem comer esses dois rabos.
E na hora os homens tiraram as calças, com os paus na mão, fizeram uma fila e foram passando um por um.

Assim iam se revezando, bem gostoso. Lá dentro, as bolas deles batiam na minha bunda. Pra ser sincera, perdi a conta de quem era quem. Só conseguia reconhecer quando um chegava que era muito pauzudo, me fazia gritar, e eu ouvia eles rindo da situação. Tavam me matando e ao mesmo tempo eu amava. Eles iam se revezando e descansando, mas minha buceta recebia carne sem parar, sentia ela dilatada como nunca. Num certo ponto, só deixei eles fazerem o que quisessem, até que acabaram.
Já tinha perdido a noção de onde estava, e eles enfiavam os paus nos nossos cus. Quando terminaram, me senti desmaiando e me deitei no chão. Não conseguia nem dar um passo de tanta dor que sentia no meu cu, e minha amiga tava na mesma. Nos vestimos como deu e fomos pra casa.

5 comentários - Hazaña con mi amiga Daiana

Muy buen relato.
De solo imaginar mientras leia.
Me ubiece encantado ser uno de esos 4.
presentame a tu amiga y si queres hacemos un trio vos tu amiga y yo
joe_ql
si tu culo es el de tu avatar sos un bombon, una locura dilatartelo bien pero lubricarte bien para que no te duela, sino que lo disfrutes y tengas unos orgasmos anales.

que trolitas las dos 🤤