Rompendo o cu da Mili (19)

Enquanto eu comia a Mili no carro, desativei o alarme pra não fazer barulho, as travas da porta estavam destravadas, qualquer um podia entrar… aquele professor que não aguentava nada, que por menos expulsava aluno da sala, se me pegasse com meu pau enfiado na buceta da Mili, fácil a gente era expulso.

Já tava quase na frente do carro, ele se aproximava colocando as mãos na altura dos olhos, igual as pessoas fazem pra espiar dentro de um carro com vidro escuro… esse filho da puta voyeur, deve ter visto o carro balançando e desconfiou do que tava rolando, quer bisbilhotar de certeza… desgraçado… pensei, enquanto virava o rosto, pelo menos pra ele não ver minha cara, nem a da Mili que tava enterrada no banco.

- Ei… o que cê tá fazendo aí?...

Merda… fomos descobertos… mas não, quando virei o rosto pra não ser visto pelo professor, notei que do outro lado vinha outra pessoa… que susto… mais gente?, outro professor?... não, era um segurança… ao ouvir a voz dele, a Mili reagiu, levantou a cabeça e tentou falar alguma coisa, eu coloquei a mão na boca dela pra calar a boca.

- Sou o professor Rodriguez, esse carro tá no estacionamento do decano… disse se desculpando o professor que tinha sido pego tentando espiar dentro de um carro alheio.

Porra… com a pressa de ir pra apresentação, estacionamos em qualquer lugar e logo na porra da vaga do decano, távamos ferrados de vez. A Mili bufava e soluçava ao perceber a situação. Não dava pra fazer nada, só ficar parados feito estátuas, se a gente se mexesse o carro balançava e entregava a gente.

- Tá bom, o decano não veio hoje… mas deixa eu ficar de guarda pra ver de quem é o carro e dar a multa certinha… disse o segurança todo solícito.

- Ok… deixo com você… falou o professor e voltou pro carro dele.

Enquanto eu ouvia o carro do professor se afastando, o segurança ficou rondando o carro de longe, esperando ver o dono chegar pra encher o saco por ter estacionado errado.

- Por que esse filho da puta não vai embora?... Mili murmurava nervosa, sentia meu gozo escorrendo do cu dela e se espalhando pelas coxas dela.

- Já calma… eu falava pra acalmar ela, mas no fundo eu sabia que logo mais alunos e professores iam sair e a gente ia ficar ainda mais exposto.

Dentro do nosso karma, demos sorte que o rádio do vigia tocou, com certeza pediram apoio dele, porque ele foi saindo devagar, de vez em quando virando pra olhar… finalmente, pensei, respirando aliviado.

- Ai Dany!… por que essas coisas acontecem com a gente?... Mili reclamava.

- Sei não, mas não tem tempo, a gente tem que se trocar… falei, não dava pra ficar teorizando.

Peguei uns panos que meu velho deixava atrás do banco pra limpar os vidros, me limpei com eles, mas a atrapalhada da Mili, na pressa, se limpou na barra da própria blusa, sujando ela… e de novo ia ficar perfumada com o cheiro do meu leite.

Pra mim era fácil, enfiava o pau na calça e pronto… mas a Mili… tinha a meia-calça rasgada e esticada, a blusa manchada de gozo mal cobria porque ela arregaçou pra não mostrar a mancha… com tudo isso, ela não podia sair do carro assim. Só restou se espremer entre os bancos pra passar pra frente, enquanto eu saía rápido e ia pro banco do motorista.

Mili, desesperada, via a meia-calça rasgada, mostrando toda a intimidade dela, mas isso a gente resolvia depois, agora era fugir da faculdade… mas… ouvi umas batidas no vidro… porra… de novo… virei pra ver… e era o vigia que tinha voltado… não dava pra abaixar o vidro porque ele ia ver o show inteiro da buceta da Mili exposta. Ela só segurava o rosto vermelho de vergonha, quase chorando.

- Aluno, vi você entrar, por favor abaixe o vidro e se identifique… o vigia falava do lado do carro.

- Me dá um minuto… falei, enquanto procurava algo pra cobrir a Mili.

Lembrei que meu pai guardava os documentos do carro num envelope grande no porta-luvas. Peguei e coloquei nele. Mili sentou sobre as pernas dela, cobrindo a buceta. Quando se sentiu coberta, sorriu aliviada. Abaixei o vidro e era o mesmo segurança que, semanas antes, babou nas curvas da Mili quando a viu saindo depois que eu comi ela no banheiro e rasguei a blusa dela.

Obviamente começou a bronca, expliquei a pressa da exposição, mesmo assim ele quis reter minha carteirinha de estudante. Foi aí que a Mili interveio, o segurança reconheceu ela, ficou nervoso lembrando das formas dela, então suavizou o tom e só avisou pra não repetirmos. Saímos correndo pra casa dela, tirei minha camisa e ela vestiu por cima, entrou em casa coberta e eu fiquei só de regata.

No dia seguinte, Mili e eu íamos encontrar a Vane na prova. Mili, sabendo disso, nessa competição feminina, vestiu uma blusa branca decotada com um sutiã preto que transparecia um pouco, uma saia escocesa vermelha e preta soltinha, na altura entre a buceta e os joelhos, e uma calcinha preta… me fez lembrar a imagem que fantasiei na garagem da casa dela quando a ouvi falar mimada com o pai… quando quis vê-la vestida de colegial e comer ela selvagem como uma lolita…

Já a Vane não usou roupa provocante como na festa, mas também não voltou às roupas recatadas… digamos que, pra disfarçar os visuais expostos na casa do Guille, escolheu uma vestimenta intermediária, tipo pra ninguém falar que se vestiu assim pra chamar minha atenção, mas que era parte da mudança de visual… dessa vez usava jeans apertados, se antes cobria com blusas ou casacos longos, agora tava na altura da cintura, deixando à mostra a bunda bem feita dela…

Mais de um, ao entrar na sala, se surpreendeu gostosamente ao vê-la de costas… óbvio que eu, como homem, olhei mais de uma vez, mas tinha a vigilância da Mili por perto, então tentava olhar disfarçado. E bom, como vocês imaginam, Mili odiava a Vane, porque ela tentou roubar o boy dela, porque a insultou e desprezou… se estivessem sozinhas Facilmente se pegavam pelos cabelos de novo.

Por sorte, o bom do Guille tentava manter a Vane longe da gente, conversava com ela pra distrair, mas não impedia que a Vane me mandasse olhares safados que irritavam a Mili… era isso que a Vane queria, provocar ela como quem diz que ainda não tinha acabado… que podia roubar o homem dela.

Pra nossa sorte, o povo tava mais preocupado com as provas, alguns olhares trocamos eu e a Mili lembrando o incidente na festa, talvez algum comentário, mas não passou disso… uns conhecidos perguntaram sobre o inchaço na minha bochecha e tive que inventar um acidente no banheiro (que em parte era verdade, sem entrar em detalhes escabrosos e escandalosos).

O bom era que o Javier tava mais atrasado nos estudos e não dividíamos matérias. Só quem viu ele me disse na brincadeira que parecia que o Javier tinha tentado beijar um caminhão e o caminhão atropelou ele (o caminhão tinha meu nome na placa)… se minha cara tava meio inchada, imagino como tava a dele.

Durante a prova, a Vane virava pra me olhar safada e até piscava o olho de vez em quando… essa bruxa provocadora… A Mili, ao perceber, mandava uns olhares furiosos… depois me diria algo que parecia ensinado pelo pai militar dela: O que é meu, é meu e não divido!… eu fazia sinal pra Mili se acalmar e continuar a prova, faltava meia hora pra acabar… mas…

- Vocês aí… o que tão fazendo? Me entreguem as provas… disse o professor severo atrás de mim.

Fodeu… o professor achou que a gente tava colando. Não deu pra reclamar muito, porque já tava de olho na gente há um tempão por sermos tão bagunceiros no curso. Ele nos tirou da sala enquanto o Guille olhava preocupado e a insidiosa da Vane sorria debochada… essa maldita…

Deixou um vigia tomando conta da sala, enquanto nos levava pro escritório dele. Pediu pra gente esperar ali até o fim da prova, depois a gente conversava sobre as punições… nos deixou sentados na mesa dele e… Volto ao salão, de mau humor, amaldiçoando minha sorte... assim que ela se afastou, começaram as desculpas:

- Desculpa, Dany... é minha culpa... aquela cadela... me tira do sério... disse entre envergonhada e excitada.

- Você caiu no jogo dela e já viu onde estamos... falei resignado.

- Fiquei com ciúmes, porque vi como você olhava pra ela antes da prova... disse Mili se levantando.

- Lá vem você com isso, não confia em mim? Uma coisa é eu olhar, outra é eu desejar... expliquei.

- Então... eu... você me deseja?... disse provocativamente, se inclinando pra eu ver os peitos dela.

- Como coelho no cio... respondi, me perdendo entre os melões e o decote.

- Agora?... ela disse, apoiando a barriga na mesa.

- Você é louca?... falei surpreso, quase fomos pegos por descuido, mas isso era suicídio.

- Me prova o quanto me deseja... pediu feito uma menina mimada.

Agora eu não via só os peitões dela, mas a saia levantada revelando a bunda generosa... fiquei acariciando e apertando aquilo, bestão, a calcinha minúscula tinha sumido entre aqueles cachetes enormes... ela tava ficando excitada e, no delírio, fez o último pedido...

- Se me ama... vai fazer aqui e agora... disse toda arrepiada.

Era uma chantagem sentimental que eu não aceitaria em outras circunstâncias, mas essa mulher me tinha enfeitiçado, tarado até o limite... pensando mais com a cabeça de baixo do que com a de cima. Por um momento hesitei, mas virei pra ver as nádegas macias e gordas enquanto as acariciava.

Pra minha má sorte, atrás da Mili tinha um espelho e eu via completamente os glúteos enormes dela, entre os quais sumia uma calcinha fina... um pouco mais abaixo, onde terminava a bunda rechonchuda, começavam as ligas sexy da calcinha que, por sua vez, prendiam as pernas bem torneadas, que estavam entrelaçadas e se tensionavam a cada carícia, ainda mais quando eu puxava a fio dental e enfiava na buceta molhada... eu Não aguentava mais ver aquela cena. Minha pica queria rasgar minha calça…

- Ai não… Dany, não, não… eu só tava brincando, só queria saber se você faria mesmo… – ela falava se contorcendo.

Mas já era tarde, eu tinha despertado meus instintos mais primitivos… ela negava com as palavras o que o corpo dela pedia aos berros: queria ser comida como uma puta, queria se sentir segura de que o homem dela só perdia a cabeça por ela… ela tinha jogado as cartas dela pra me provocar e fazer eu provar meu amor, mas o joguinho e o capricho dela escaparam do controle e iam acabar no cu dela…

- Não Dany… chega… pelo amor de Deus não… vão nos… ouuuu…. Uhmmm… – gemeu sentindo minha pica entrar fácil na buceta molhada dela.

Ela tinha virado minha fantasia nos últimos dias: comer ela de uniforme escolar encostada num móvel, igual uma colegial mimada no escritório do diretor… dessa vez eu ia castigar ela por ser uma puta provocadora que não mede as consequências do ciúme e da chantagem…

- Você é louco… uhmmm… para… não… ahhh… – reclamava enquanto a bunda gordinha dela quicava entre meu corpo e o móvel.

Com as palavras ela resistia, mas o corpo esperava por mim, as mãos firmes na borda do móvel, quase arranhando, aguentando minhas estocadas… eu montava nela segurando a barra da saia dela como rédea e de vez em quando puxava as ligas da calcinha dela do meu jeito… minha pica se deliciava com a buceta dela, mas não por muito tempo… Mili teve um espasmo violento e contraiu o corpo, satisfeita… tanto tempo sem meter na buceta dela que já tava super sensível…

- Ohhh… ufff… – exclamou satisfeita.

Mas eu ainda tava no gás… obcecado em fazer tudo que pudesse com ela naquela roupa de lolita… esperei uns instantes ela se recuperar… tirei minha pica ensopada da buceta dela. Ela tentou se levantar pra dar aquela limpada de sempre no meu pau… mas não deixei, com as mãos mantive a cintura dela pressionada contra o móvel… ela era minha escrava até eu ficar satisfeito. Que… Dany, já chega… só mais isso… para aí… só isso… ela me repreendeu, ainda ofegante.

- Você não vai se livrar tão fácil… eu disse, ela me provocou, quase me chantageou, agora aguenta.

Não dei chance pra ela reclamar mais… apontei meu pau pro cu dela, que se contraiu pra não me deixar entrar. Me inclinei sobre ela, puxei o cabelo dela pra ela saber quem mandava naquela foda e depois beijei o pescoço dela… isso a desarmou por uns instantes, que aproveitei pra enfiar meu pau até o fundo…

- Auuu… Por que você é assim?... sabe que não… uhmmm… gemeu ela, novamente submissa.

- Você começou… me justifiquei, começando a montar nela, dessa vez pelo cu.

A gente tava na sala do professor, que podia entrar a qualquer momento, a porta de novo sem tranca e a gente nem ligava… vivíamos nossa sexualidade no limite, que karma nada… aquela bunda merecia ser violentada com tudo, aquele pseudo-vestido de colegial tinha levado minha taradice ao extremo.

- Ohhh ufff… bufava a Mili, aguentando minhas investidas, evitando gemer pra não ser ouvida lá fora, sabia que eu não ia embora sem me satisfazer e ela se preparava pra aproveitar também.

Imagina a cena que o professor ia encontrar se entrasse: os alunos dele copulando feito coelhos em cima da mesa… Mili, que com certeza era parte das fantasias do professor, estava com a saia na cintura, a calcinha fio dental de lado, a calcinha puxada, a bunda gorda sendo martelada pela minha virilha, o cu empalado pelo meu pau com tudo… e ela com o cabelo bagunçado e uma expressão tarada de satisfação…

- Ohmmm… sou sua mulher, né?... ela disse, me olhando entre extasiada e romântica.

- Sim… só você é minha mulher… e minha putinha… respondi, e vi ela sorrir satisfeita com minha resposta selvagem, que afastava os fantasmas de ciúme que a Vane tinha plantado nela desde a festa.

Num outro momento de tesão, a Mili virou e me olhou besta com a força que eu tava castigando o cu dela… viu uma imagem atrás da gente, se arrepiou pensando que era o Professor... mas ele percebeu que era o espelho... a curiosidade falou mais alto e ele se esticou um pouco mais pra ver melhor... nos viu quase de lado, a bunda enorme dela balançando com meu vigor, quicando, ele percebeu meu pau entrando e saindo do cu dela...

- Que bucetão eu tenho!... ouuu... e você tá me arrombando!... uhmmm... murmurou surpresa, com certeza ao se ver no espelho em outras situações não percebia o tesão que as formas carnudas dela inspiravam, agora ver a bunda quicando enchia ela de alegria.

- Cala a boca!, vão nos ouvir... avisei.

- Vou calar, mas continua por favor... continua... ohhhh... dizia gemendo agora baixinho.

Com aquela imagem selvagem do castigo anal, com o esfíncter criminosamente saciado, recuperei a excitação que perdi levemente ao pensar que o professor estava atrás... o único atrás era eu, bombando o cu dela com ferocidade... tanto que Mili não demorou muito pra chegar ao segundo orgasmo e eu ao primeiro...

- Ahhhh.... Ohhhh.... exclamou finalmente tapando a boca.

Num último esforço, enfiei meu pau o mais fundo que pude, as nádegas inchadas dela terminaram espremidas contra minha virilha, enquanto meu pau metralhava o interior dela com rajadas de porra que faziam a espinha dela se contrair. Depois ela se deixou cair satisfeita no móvel. Eu bufava feliz por ter realizado minha fantasia às custas de Mili e do escritório do professor... mas como nunca temos sorte...

A campainha da faculdade tocou, a que indicava a troca de horário e, nesse caso, que a prova tinha acabado... merda... o professor já ia chegar pra dar uma bronca, se nos encontrasse assim não só nos reprovavam, nos expulsavam da facul... como dizem, depois da farra vem a ressaca...

Mili se contraiu toda, apertando as nádegas e meu pau... auuu caralho... tava moendo meu pênis... tive que dar um tapa na bunda avantajada dela pra ela relaxar. Olhei em volta, não tinha nada pra limpar, só provas, relatórios e atas de notas... Porra...

Até que avistei numa estante um rolo de papel toalha... mas tava meio longe… não dava pra tirar a pica porque íamos sujar tudo: a calcinha dela, a saia, o chão, a mesa, os documentos… Fiz sinal pra Mili pra gente se mover junto… parecíamos de novo dois cachorros grudados depois de cruzar, caminhamos até o papel como um trenzinho… até que…

A porta rangeu ao abrir… gelados como estátuas, só viramos a cabeça pra ver quem nos descobriu dessa vez: o vigia?, o professor? ou pior, o decano ou o reitor… mas de novo vimos um rosto descomposto, decepcionado e puto… que merda de sorte a sua…

- De novo vocês… por acaso são cachorros?… disse Vane furiosa, saindo rápido e batendo a porta.

- Invejosa… murmurou Mili num tom revanchista, triunfante, quase feliz por ela ter nos pego assim pra mostrar que eu era a única mulher dela.

- Com certeza vai atrás do professor… falei pra Mili, trazendo ela de volta à realidade.

A gente se apressou pra pegar o papel, nos limpamos o mais rápido que deu… mas o quarto tava cheirando a meu gozo e aos sucos da Mili. A sala parecia mais uma cela, só tinha janelas no alto, que abri como pude pra arejar o ambiente… Mili tirou um perfume da bolsa e borrifou, quase fumigou a sala, pra tirar o cheiro de sexo de motel que tava no ar.

Pouco depois o professor chegou, demorou porque depois da prova um tal de Guille fez um monte de perguntas e segurou ele um tempão. Esse Guille salvou a gente várias vezes. Acho que o Guille já desconfiava do que a gente fazia e do que a Vane queria fazer quando saiu da sala antes da prova acabar, então segurou o professor o máximo que pôde.

Claro que o professor deu uma bronca na gente, mas foi engraçado porque ele não parava de espirrar, já que a Mili exagerou no perfume e ativou a alergia dele… Depois ameaçou chamar nossos pais, mas o que segurou ele foi perceber que nossas provas não eram iguais, ou seja, a gente não tinha colado… aí ele deu um sermão sobre casais e relacionamentos, que isso não pode atrapalhar nos estudos. vida universitária… a Mili gostou mais da última parte, de reconhecerem que a gente era casal… enfim, coisas de mulher…

De vez em quando eu via os olhos dela escapando pro decote da Mili, senti um ciúme, mas a gente tava nas mãos do professor… No fim, ele deixou a gente ir sem anular a prova… pedimos desculpas pelo ocorrido e vazamos. Assim que saímos da sala, percebemos que quase não tinha aluno na faculdade.

Saímos aliviados, fácil que a gente tava aprovado com o que já tinha avançado até tirarem a prova. Passamos pelo estacionamento e vimos um carro esportivo… já tinha visto ele antes, de repente saiu de dentro uma figura conhecida… Era a Vane, parecia que tava esperando a gente pra falar alguma coisa, xingar ou sei lá o que passava na cabeça quente dela de ver a gente trepando de novo…

A Mili não deixou ela falar nada, simplesmente me puxou pelo braço, me espremeu contra a parede e me deu um beijo apaixonado, quase sexual. De canto de olho vi a Vane, vermelha de raiva, não aguentou mais, entrou no carro e foi embora… maldosamente pensei: pensar que com a Vane eu podia ter aquele carro… mas preferia ter uma mina com uma boa carroceria e um desempenho foda como a Mili.

Essa era uma guerra de foda terrível, que não ia acabar bem… o pior é que eu tava no meio e sabia que ia piorar. A Mili tinha vencido a batalha, mas eu intuía que a Vane, pra ganhar a guerra, faria o impensável. Acho que a Mili tava confiante porque a Vane não tinha contado nada do que viu até agora… era brincar com fogo continuar provocando ela… mas não importava, naquela noite a Mili tava feliz.

Ela me pegou pela mão e em cada esquina que dava vontade, me beijava, e a gente saiu como casal da universidade. Também na viagem pra casa dela, ela me encheu de beijos, carícias, etc., se mostrava apaixonada e eu não tava achando ruim, me sentia bem. Voltei pra casa e meu pai perguntou como foi, ficou satisfeito que eu passei. Depois perguntou pela Viví, não quis dar detalhes, só falei que esse relacionamento já era.

Fui pro meu quarto com a lembrança da minha ex, que jeito do meu pai de acabar com meu bom humor e me trazer memórias. Vivi sempre foi orgulhosa, uma vez me disse que a única coisa que nunca, mas nunca (assim mesmo, enfatizou) perdoaria era a infidelidade… e bem, eu pequei nisso, duvidava que ela fosse me ligar de novo… mas naquele momento meu telefone tocou… será que chamei ela com a mente? Mas o que eu diria?

- Alô?... Quem é?... perguntei curioso, porque aquele número não me era familiar.

- Não reconhece minha voz?... ela disse sedutora, e como eu não respondi, ela completou: sou… a Vane…

Meu corpo gelou, lembrei da insinuação dela na festa, do tapa no banheiro depois de me ver com a Mili, da indignação pelo meu suposto desprezo, do medo de que ela fofocasse tudo, do que viu no escritório do professor, da provocação da Mili no estacionamento… ela tinha toda a informação e os motivos necessários para nos afundar em fofocas, mas não tinha feito isso até agora… por quê? O que ela estava planejando?...

- Ah… sim, oi… a que devo sua ligação?... respondi depois de alguns segundos processando, já que antes ela tinha sido tão orgulhosa, desdenhosa, e agora estava me ligando.

- Você sabe o que eu quero… ela disse sem hesitar, como uma femme fatale.

- Na verdade, não… minhas anotações de aula?... falei ingenuamente, mas já desconfiava de algo.

- Não seja bobo… ela disse rindo com sarcasmo.

- Então o quê?... perguntei, me vinham muitas coisas que uma mulher magoada poderia pedir.

- Você sabe o que eu vi… e essas imagens não saem da minha cabeça… ela disse pensativa.

- E o que eu posso fazer?... perguntei, na real era problema dela, não meu, até que virou meu:

- Você, pode fazer muitas coisas… ela disse de forma maliciosa.

- Por exemplo?... retruquei, dando a entender que parasse de rodeios.

- Pode fazer comigo a mesma coisa… a mesma coisa que fez com ela… sentenciou a Vane provocativamente.

Se eu não estivesse sentado, teria caído… porra… essa garota estava descontrolada… a ponto de seu ego ferido ou sua curiosidade mórbida terem chegado. as cenas que viu… não podia acreditar… ela estava me pedindo pra desvirginar o cuzinho rosado dela, pra empalar aquela bunda branca e bem feita… fiquei perplexo, não conseguia acreditar.

- Perdão?... cê tá brincando ou o quê?… falei, não dá pra confiar em mulher despeitada, talvez só estivesse me testando ou até me gravando pra depois contar pra Mili.

- Não, eu não tô aqui pra joguinhos… disse firme, depois completou se fazendo de interessante: além disso, lembra que… eu vi um monte de coisa que na faculdade iam adorar saber… ia ser o fofoca do momento…

- Uau… espera… cê tá me ameaçando?.... falei surpreso, não podia acreditar que no capricho, vingança ou obsessão dela, ela tava me forçando a arrebentar o cu dela.

- Interpreta como quiser, essa semana tem prova e não quero distração… mas quero sua resposta antes de sábado à noite… disse determinada, a mandona.

- Calma aí… cê sabe que eu tô com a Mili… e que não posso fazer isso com ela… falei tentando fazê-la refletir, essas revanches e vinganças estavam passando dos limites do razoável.

- Esse é seu problema… disse irritada ao ouvir o nome da rival e só completou: tchauuu… se despediu debochando, sem me deixar responder.

Porra… me deixou pasmo, qualquer um ia agradecer uma mina pedindo pra desvirginar ela, mas te ameaçarem… por outro lado, com a Mili eu tava começando algo que podia ter futuro, uma garota que parecia ter tudo que eu queria: carinhosa, inteligente e, claro… uma puta na cama…

Assim como Javier tava de olho em mim, a Vane tava de olho na Mili… era uma revanche, uma competição entre as duas faculdades e no meio eu… ficava como um puto… como um bundão que tinha que satisfazer elas, mas com a Mili me sugando até o talo, duvidava que sobrasse energia pra Vane…

Eu tinha evitado ter namoradas na faculdade pra não me enroscar e atrapalhar meus estudos… mas isso era o cúmulo, uma loucura… além disso, o que me garantia que depois Saciar a Vane... que não dissesse nada que afetasse a Mili... e arrebentar a buceta da Vane também me daria motivos pra ela me ter nas mãos dela, e talvez no cu dela, quantas vezes quisesse... era complicado demais pra resolver sozinho...

Não podia contar pra Mili, da última vez que fui sincero sobre a festa na casa do Guille, acabei indo e piorando tudo. E contar pro meu velho seria pior, ele ainda não me perdoou por ter largado uma mina que ele achava perfeita pra mim (Viviana) por causa da Mili, que lembrava ele da minha aventura com uma prima de traços parecidos (Anita)... e o Javier, com quem eu tinha uma certa confiança nessas paradas de mulher, me odiava, claro, depois que arrebentei o cu da namorada dele e depois quebrei a cara dele...

Na real, pra manter meus rolos amorosos longe da faculdade, não tinha muitos amigos lá dentro... só conhecidos, grupos pra estudar ou pra farra e festa... mas não tinha o costume de contar minhas coisas pra ninguém, meus enroscos... só uma vez, numa bebedeira, alguém me ouviu e me de uns conselhos razoáveis...

- Oi, posso ir na sua casa pra conversar... falei, e ele topou.

Continua...

1 comentários - Rompendo o cu da Mili (19)