Isso aconteceu comigo uns dois anos atrás. Naquela tarde, tinha trabalhado bem e me deu vontade de comprar um par de sandálias pretas (bem de puta), do jeito que eu gosto. Voltando a pé, decidi me dar mais um agrado. Fui até uma loja de lingerie, onde vi na vitrine um lindo cinta-liga preto que vinha com meia e fio dental, bem sexy.
Senti uma sensação estranha, como se alguém estivesse me olhando, especialmente os peitos.
Entrei na loja e, ao me dirigir ao vendedor, pedi que me mostrasse as peças que eu tinha visto. Ele ficou me encarando bem fixo antes de atender meu pedido. Enquanto eu examinava a roupa e fazia perguntas sobre a compra e tal, ele não tirava os olhos de mim, respondendo meio vagamente. Senti a mesma coisa que na calçada. Quando de repente levantei a vista pra fazer outra pergunta, pude ver a cara dele e o que suas intenções escondiam, e ao se sentir descoberto, ele ficou meio vermelho e desviou o olhar pra rua.
Aproveitei pra dar uma olhada nele também. Um pouco mais alto que eu, tinha cabelo castanho curto, parecia ter uns vinte e oito anos e um corpo bem trabalhado. Os olhos castanhos dele continuavam olhando pro lado errado. Perguntei o nome dele; era Leonel. Escondendo um sorriso, decidi tirar o máximo proveito da situação. Falei pra ele me dar um sutiã do meu tamanho que combinasse com o conjunto e que eu levava tudo, mas que antes queria ir ao provador, com a desculpa de não ter certeza dos tamanhos. Ele fez um sinal de aprovação e, se desculpando pelo horário (já perto das sete da noite), fechou a loja. Imaginei que algo assim podia rolar.
Já dentro do provador, me despi completamente pra vestir toda a minha roupa nova, que, depois de várias olhadas no espelho de corpo inteiro, confirmei que ficava perfeita. E pra dar o toque final, tirei minhas sandálias da caixa e as coloquei, chamando o rapaz um segundo antes de terminar.
Quando cheguei perto da cortina, terminei de abri-la toda enquanto acabava de arrumar o corpete debaixo dos meus peitões enormes, ele não conseguiu segurar o fôlego ao me ver vestida assim.
— E aí, Leo, como é que tá?
— Ehh... eu... Bem, você tá muito gostosa.
— Deixa eu dar uma voltinha e você me fala como é que tá atrás, tá?
— Beleza... Ai, meu Deus do céu, que rabão!
— Queee? O que você disse?
— Que você é um tesão.
— Tô te agradando?
— Você vai me fazer explodir...
— Vamos ver...
Isso foi a última coisa que eu disse enquanto pegava a mão dele e fazia ele acariciar minha bunda, que depois ele terminou apertando. Ele olhou pra porta pra ter certeza de que tava fechada e na hora me meteu de volta no provador. Se agachou atrás de mim e começou a percorrer meu corpo com os lábios, dos pés até o pescoço, enquanto as mãos dele acariciavam minhas pernas, minha bunda e por último pararam as duas nos meus peitos, agarrando com a palma toda e apertando um pouco. Enquanto ele beijava meu pescoço sem tirar as mãos dos meus peitos, eu rodeava a cabeça dele com uma mão, e com a outra pegava o pau dele e estimulava devagar através da calça.
Uns segundos depois, já bem quentes os dois, ele me pegou pela mão e me levou por uma porta no fundo do lugar, e descendo uma escada a gente se encontrou num depósito meio vazio. Lá, entre a poeira e umas caixas vazias, ele arrumou um colchonete meio rasgado onde a gente parou e a coisa não demorou. Tirei o corpete deixando meus peitos caírem, que mostravam uns bicos grandes e rosados que revelavam toda a minha tesão, pra depois me ajoelhar e começar a abaixar o zíper da calça jeans dele. Descobri com espanto o volume enorme do membro dele, tão grande que fazia peso na cueca vencendo o elástico, até que eu tirei ele. Um pau comprido, grosso e bem formado brilhava na frente da minha cara, acompanhado por dois ovos grandes e vermelhos que, juntos, me prometeram uma foda de cinema. Só de ver... De toda aquela carne à minha disposição, me fez queimar de desejo, já que o órgão inteiro era uma tentação.
Não aguentei mais e, depois de segurá-lo com uma mão, enfiei tudo na boca até a garganta, saboreando com a língua e acariciando com os lábios da cabeça até os ovos. Chupei como se fosse a última vez, lambendo cada pedaço e voltando a mamar, chupando sem parar. Ouvia gemidos e exclamações constantes, uma das melhores boquetas que já dei na vida. Continuei engolindo e chupando até a baba escorrer e o pau enorme dele ficar duro como pedra. Parei, ansiosa pra sentir aquele chupetaço arrombando meu cu. Comecei a desabotoar as ligas pra tirar a calcinha, depois prendi as ligas de volta nas meias e, como ele queria, me virei de lado no colchonete, levantando uma perna. Ele se deitou atrás de mim e lubrificou um pouco meu buraco, que ao contato com os dedos começou a se abrir aos poucos até mostrar o fundo escuro.
Segurou minha perna levantada com uma mão e logo senti meu esfíncter sendo forçado pela passagem daquela cabeçona, enquanto meu cuzinho apertado não parava de engolir devagar o resto daquele pau comprido que parecia não ter fim, até que finalmente os ovos dele encostaram na minha bunda, sentindo ele inteiro dentro de mim. A apertura do meu cu cedeu entre gemidos de dor. Tava tão duro e ele meteu tão fundo que pressionava o fundo, dando a impressão de que não ia sobrar espaço pra bombar, e foi isso mesmo.
Meu coração tava aceleradíssimo e eu quase sem fôlego de ansiedade, esperando ele começar, e nessa hora ele arrancou. No começo foi devagar, depois foi ficando mais e mais rápido e constante, mas nunca deixava de meter tudo até o limite. Aos poucos, minhas dores foram sumindo, dando lugar a um prazer que aumentava a cada entrada e saída daquele chupetaço. Eu continuava gemendo e aproveitando. À medida que o Leonel ia me comendo cada vez mais, sem parar, abrindo meu cu com o pauzão dele e soltando minha perna pra apertar meus peitos. Ficamos nessa até ele resolver mudar de posição. Ele se deitou de barriga pra cima, e eu sentei no pau dele de frente pra ele até enfiar tudo. Comecei a cavalgar devagar, curtindo as sensações que vinham lá do fundo do cu, que já tava tão excitada que só sentia um puta prazer. Tava queimando de tesão e meus movimentos foram ficando mais rápidos e fortes, fazendo a pica dele entrar no meu cu do mesmo jeito. Os gemidos dele ecoavam pelo depósito todo e, sem parar de aproveitar meu corpo, ele colocou as mãos na minha cintura pra marcar ainda mais as metidas brutais que o pau dele dava no meu cu já bem aberto. Eu, que já não aguentava mais de tanto tesão, peguei as mãos dele e levei pros meus peitos, que não paravam de subir e descer no ritmo da minha cintura, e depois que ele apalpou do jeito que quis, me inclinei um pouco pra frente pra ele chupar meus peitos. Com a maciez de quem cuida, mas a vontade de quem tá com tesão, ele mamou meus seios até meus bicos ficarem duros e vermelhos de tanto chupar. Enquanto eu continuava me mexendo feito louca, sentia a boca dele apertando e esticando eles, me esquentando ainda mais, querendo que ele arrancasse eles fora. Acho que já tinha passado um tempão nessa posição, quando pensei em mudar de novo. Esperei ele largar meus peitos pra eu também parar, e fiquei de quatro pra aproveitar ao máximo a porra do pauzão dele até o fim. O Léo também achou que assim ele podia me comer direito e gozar à vontade, o toque de ouro dessa foda espetacular.
Assim que eu abri o cu de novo, o Leonel me meteu pela terceira vez, com mais energia e gozando como nunca, enquanto na frente dele eu curtia e gemia de um prazer imenso. Os gemidos dele e as estocadas constantes do pau dentro do meu cu acabaram de me enlouquecer, a ponto de eu pedir por mais e mais forte. Agarrando com as duas mãos meus peitos, ele me deu o gosto e ficamos assim por um longo quarto de hora, onde minhas sensações foram maiores e meus gritos mais altos, abafando os dele. Logo comecei a sentir o resultado de uma trepada tão violenta e, alguns minutos depois, minha bunda pequena explodiu num intenso orgasmo anal que foi se espalhando por todo o meu corpo, me fazendo gozar cada centímetro do meu cu ocupado por aquela pica gigantesca.
Foram quase dois minutos sem parar de gemer e gritar, aproveitando como uma porca até que, no final, exausta, caí rendida no colchonete com um grande sorriso de prazer.
Enquanto isso, Leonel me agarrou pela cintura, me bombando de um jeito tão brutal que pensei que ia me rasgar toda. Tentei me levantar como dava quando ouvi um grito que me deixou de boca aberta e olhos arregalados. Ele aumentou um pouco o ritmo por alguns segundos e depois me deu uma estocada final até o fundo do meu cu, que apertou com força o final. Naquele instante, um jorro grosso e quente de porra me inundou até as tripas, seguido de mais três empurrões que cuspiram algumas gotinhas, fazendo barulhinhos lá dentro enquanto ele não parava de me bombar.
Meu coração acelerou e eu fiquei sem fôlego; não podia acreditar que, depois de ter gozado assim, ele ainda quisesse continuar. Ele tirou a pica de dentro e pediu pra eu chupar um pouco. Tremendo, peguei com a mão e chupei por uns minutos até que ela ficou ainda mais vermelha e dura do que antes. Imediatamente ele me penetrou pela quarta vez, deslizando pra dentro e pra fora aquela porra de pau uma e outra vez. Ele me comeu pelo cu sem parar por uns longos minutos até que, de repente, tirou de novo e se colocou na minha frente, se masturbando. Instintivamente, me ajoelhei. Uma cabeça grossa e bem vermelha Apontava diretamente, prestes a explodir na minha cara. Entre gritos e gemidos, ele se masturbou até que grandes gotas de porra caíram no meu rosto e sobre meus peitos. Com os olhos fechados e a boca aberta, tateei aquela massa enorme de carne dura, e Leo enfiou tudo até minha garganta, deixando que eu engolisse o resto. Com a cara e a bunda cheias de sêmen, continuei chupando ele sem parar de olhar como ele sorria.
Ele me deu a mão para me ajudar a levantar, e enquanto ele se vestia, eu desabotoava as ligas de novo para colocar a calcinha, que sujei com tudo que escorria da minha bunda aberta e vermelha. Depois de apertar tudo de novo, limpei a cara e os peitos, vesti o sutiã e o segui até o escritório para pegar minhas roupas. Nossa pequena aventura consumiu uma hora a mais do que o previsto, então achei melhor ir embora logo. Leonel, com um sorrisão de prazer, concordou comigo que valeu muito a pena, e combinamos de nos ver no sábado seguinte, no mesmo horário. Resolvido o mais importante, ele me deu de presente toda a roupa íntima que eu estava usando. Me acompanhou até a porta e, como despedida, dei um beijo na boca dele.
Senti uma sensação estranha, como se alguém estivesse me olhando, especialmente os peitos.
Entrei na loja e, ao me dirigir ao vendedor, pedi que me mostrasse as peças que eu tinha visto. Ele ficou me encarando bem fixo antes de atender meu pedido. Enquanto eu examinava a roupa e fazia perguntas sobre a compra e tal, ele não tirava os olhos de mim, respondendo meio vagamente. Senti a mesma coisa que na calçada. Quando de repente levantei a vista pra fazer outra pergunta, pude ver a cara dele e o que suas intenções escondiam, e ao se sentir descoberto, ele ficou meio vermelho e desviou o olhar pra rua.
Aproveitei pra dar uma olhada nele também. Um pouco mais alto que eu, tinha cabelo castanho curto, parecia ter uns vinte e oito anos e um corpo bem trabalhado. Os olhos castanhos dele continuavam olhando pro lado errado. Perguntei o nome dele; era Leonel. Escondendo um sorriso, decidi tirar o máximo proveito da situação. Falei pra ele me dar um sutiã do meu tamanho que combinasse com o conjunto e que eu levava tudo, mas que antes queria ir ao provador, com a desculpa de não ter certeza dos tamanhos. Ele fez um sinal de aprovação e, se desculpando pelo horário (já perto das sete da noite), fechou a loja. Imaginei que algo assim podia rolar.
Já dentro do provador, me despi completamente pra vestir toda a minha roupa nova, que, depois de várias olhadas no espelho de corpo inteiro, confirmei que ficava perfeita. E pra dar o toque final, tirei minhas sandálias da caixa e as coloquei, chamando o rapaz um segundo antes de terminar.
Quando cheguei perto da cortina, terminei de abri-la toda enquanto acabava de arrumar o corpete debaixo dos meus peitões enormes, ele não conseguiu segurar o fôlego ao me ver vestida assim.
— E aí, Leo, como é que tá?
— Ehh... eu... Bem, você tá muito gostosa.
— Deixa eu dar uma voltinha e você me fala como é que tá atrás, tá?
— Beleza... Ai, meu Deus do céu, que rabão!
— Queee? O que você disse?
— Que você é um tesão.
— Tô te agradando?
— Você vai me fazer explodir...
— Vamos ver...
Isso foi a última coisa que eu disse enquanto pegava a mão dele e fazia ele acariciar minha bunda, que depois ele terminou apertando. Ele olhou pra porta pra ter certeza de que tava fechada e na hora me meteu de volta no provador. Se agachou atrás de mim e começou a percorrer meu corpo com os lábios, dos pés até o pescoço, enquanto as mãos dele acariciavam minhas pernas, minha bunda e por último pararam as duas nos meus peitos, agarrando com a palma toda e apertando um pouco. Enquanto ele beijava meu pescoço sem tirar as mãos dos meus peitos, eu rodeava a cabeça dele com uma mão, e com a outra pegava o pau dele e estimulava devagar através da calça.
Uns segundos depois, já bem quentes os dois, ele me pegou pela mão e me levou por uma porta no fundo do lugar, e descendo uma escada a gente se encontrou num depósito meio vazio. Lá, entre a poeira e umas caixas vazias, ele arrumou um colchonete meio rasgado onde a gente parou e a coisa não demorou. Tirei o corpete deixando meus peitos caírem, que mostravam uns bicos grandes e rosados que revelavam toda a minha tesão, pra depois me ajoelhar e começar a abaixar o zíper da calça jeans dele. Descobri com espanto o volume enorme do membro dele, tão grande que fazia peso na cueca vencendo o elástico, até que eu tirei ele. Um pau comprido, grosso e bem formado brilhava na frente da minha cara, acompanhado por dois ovos grandes e vermelhos que, juntos, me prometeram uma foda de cinema. Só de ver... De toda aquela carne à minha disposição, me fez queimar de desejo, já que o órgão inteiro era uma tentação.
Não aguentei mais e, depois de segurá-lo com uma mão, enfiei tudo na boca até a garganta, saboreando com a língua e acariciando com os lábios da cabeça até os ovos. Chupei como se fosse a última vez, lambendo cada pedaço e voltando a mamar, chupando sem parar. Ouvia gemidos e exclamações constantes, uma das melhores boquetas que já dei na vida. Continuei engolindo e chupando até a baba escorrer e o pau enorme dele ficar duro como pedra. Parei, ansiosa pra sentir aquele chupetaço arrombando meu cu. Comecei a desabotoar as ligas pra tirar a calcinha, depois prendi as ligas de volta nas meias e, como ele queria, me virei de lado no colchonete, levantando uma perna. Ele se deitou atrás de mim e lubrificou um pouco meu buraco, que ao contato com os dedos começou a se abrir aos poucos até mostrar o fundo escuro.
Segurou minha perna levantada com uma mão e logo senti meu esfíncter sendo forçado pela passagem daquela cabeçona, enquanto meu cuzinho apertado não parava de engolir devagar o resto daquele pau comprido que parecia não ter fim, até que finalmente os ovos dele encostaram na minha bunda, sentindo ele inteiro dentro de mim. A apertura do meu cu cedeu entre gemidos de dor. Tava tão duro e ele meteu tão fundo que pressionava o fundo, dando a impressão de que não ia sobrar espaço pra bombar, e foi isso mesmo.
Meu coração tava aceleradíssimo e eu quase sem fôlego de ansiedade, esperando ele começar, e nessa hora ele arrancou. No começo foi devagar, depois foi ficando mais e mais rápido e constante, mas nunca deixava de meter tudo até o limite. Aos poucos, minhas dores foram sumindo, dando lugar a um prazer que aumentava a cada entrada e saída daquele chupetaço. Eu continuava gemendo e aproveitando. À medida que o Leonel ia me comendo cada vez mais, sem parar, abrindo meu cu com o pauzão dele e soltando minha perna pra apertar meus peitos. Ficamos nessa até ele resolver mudar de posição. Ele se deitou de barriga pra cima, e eu sentei no pau dele de frente pra ele até enfiar tudo. Comecei a cavalgar devagar, curtindo as sensações que vinham lá do fundo do cu, que já tava tão excitada que só sentia um puta prazer. Tava queimando de tesão e meus movimentos foram ficando mais rápidos e fortes, fazendo a pica dele entrar no meu cu do mesmo jeito. Os gemidos dele ecoavam pelo depósito todo e, sem parar de aproveitar meu corpo, ele colocou as mãos na minha cintura pra marcar ainda mais as metidas brutais que o pau dele dava no meu cu já bem aberto. Eu, que já não aguentava mais de tanto tesão, peguei as mãos dele e levei pros meus peitos, que não paravam de subir e descer no ritmo da minha cintura, e depois que ele apalpou do jeito que quis, me inclinei um pouco pra frente pra ele chupar meus peitos. Com a maciez de quem cuida, mas a vontade de quem tá com tesão, ele mamou meus seios até meus bicos ficarem duros e vermelhos de tanto chupar. Enquanto eu continuava me mexendo feito louca, sentia a boca dele apertando e esticando eles, me esquentando ainda mais, querendo que ele arrancasse eles fora. Acho que já tinha passado um tempão nessa posição, quando pensei em mudar de novo. Esperei ele largar meus peitos pra eu também parar, e fiquei de quatro pra aproveitar ao máximo a porra do pauzão dele até o fim. O Léo também achou que assim ele podia me comer direito e gozar à vontade, o toque de ouro dessa foda espetacular.
Assim que eu abri o cu de novo, o Leonel me meteu pela terceira vez, com mais energia e gozando como nunca, enquanto na frente dele eu curtia e gemia de um prazer imenso. Os gemidos dele e as estocadas constantes do pau dentro do meu cu acabaram de me enlouquecer, a ponto de eu pedir por mais e mais forte. Agarrando com as duas mãos meus peitos, ele me deu o gosto e ficamos assim por um longo quarto de hora, onde minhas sensações foram maiores e meus gritos mais altos, abafando os dele. Logo comecei a sentir o resultado de uma trepada tão violenta e, alguns minutos depois, minha bunda pequena explodiu num intenso orgasmo anal que foi se espalhando por todo o meu corpo, me fazendo gozar cada centímetro do meu cu ocupado por aquela pica gigantesca.
Foram quase dois minutos sem parar de gemer e gritar, aproveitando como uma porca até que, no final, exausta, caí rendida no colchonete com um grande sorriso de prazer.
Enquanto isso, Leonel me agarrou pela cintura, me bombando de um jeito tão brutal que pensei que ia me rasgar toda. Tentei me levantar como dava quando ouvi um grito que me deixou de boca aberta e olhos arregalados. Ele aumentou um pouco o ritmo por alguns segundos e depois me deu uma estocada final até o fundo do meu cu, que apertou com força o final. Naquele instante, um jorro grosso e quente de porra me inundou até as tripas, seguido de mais três empurrões que cuspiram algumas gotinhas, fazendo barulhinhos lá dentro enquanto ele não parava de me bombar.
Meu coração acelerou e eu fiquei sem fôlego; não podia acreditar que, depois de ter gozado assim, ele ainda quisesse continuar. Ele tirou a pica de dentro e pediu pra eu chupar um pouco. Tremendo, peguei com a mão e chupei por uns minutos até que ela ficou ainda mais vermelha e dura do que antes. Imediatamente ele me penetrou pela quarta vez, deslizando pra dentro e pra fora aquela porra de pau uma e outra vez. Ele me comeu pelo cu sem parar por uns longos minutos até que, de repente, tirou de novo e se colocou na minha frente, se masturbando. Instintivamente, me ajoelhei. Uma cabeça grossa e bem vermelha Apontava diretamente, prestes a explodir na minha cara. Entre gritos e gemidos, ele se masturbou até que grandes gotas de porra caíram no meu rosto e sobre meus peitos. Com os olhos fechados e a boca aberta, tateei aquela massa enorme de carne dura, e Leo enfiou tudo até minha garganta, deixando que eu engolisse o resto. Com a cara e a bunda cheias de sêmen, continuei chupando ele sem parar de olhar como ele sorria.
Ele me deu a mão para me ajudar a levantar, e enquanto ele se vestia, eu desabotoava as ligas de novo para colocar a calcinha, que sujei com tudo que escorria da minha bunda aberta e vermelha. Depois de apertar tudo de novo, limpei a cara e os peitos, vesti o sutiã e o segui até o escritório para pegar minhas roupas. Nossa pequena aventura consumiu uma hora a mais do que o previsto, então achei melhor ir embora logo. Leonel, com um sorrisão de prazer, concordou comigo que valeu muito a pena, e combinamos de nos ver no sábado seguinte, no mesmo horário. Resolvido o mais importante, ele me deu de presente toda a roupa íntima que eu estava usando. Me acompanhou até a porta e, como despedida, dei um beijo na boca dele.
6 comentários - Fui fazer compras e fui comida
Excelente relato, me dejaste con una calentura de aquellas !!!
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
Muero de ganas de ver cómo te queda el portaligas precioso....