Sou Testemunha de Jehová e moro na Venezuela, sou solteira, tenho 25 anos e nunca estive com um homem porque venho de uma família muito conservadora que exalta todos os princípios familiares, sendo alguns deles que uma mulher não deve fazer sexo antes do casamento e que é preciso casar preferencialmente com um homem que esteja no caminho de Deus. Na rua, os homens sempre costumam me dizer que sou bonita, me elogiam, porque realmente não tenho um físico ruim. Tive dois namorados da mesma religião a que pertenço, mas não passei com eles de simples beijos na boca e, além disso, não gostei deles o suficiente para me arriscar a mais. Quando saio na rua e vejo um homem que gosto muito, tento observá-lo sem que me vejam, detalho ele de cima a baixo, suspiro, o imagino nu e meu coração começa a acelerar, me deixando meio nervosa ou descontrolada por dentro. Cabe destacar que sou branca, de cabelo loiro, olhos esverdeados, magra e um pouco alta, e os tipos de homens que me encantam são os negros ou morenos, mas os bem escuros, que sejam altos e de corpo atlético. Acho que minha fixação por homens negros vem do fato de que, há algum tempo, por curiosidade, vi um ator e modelo negro em traje de banho (olha, havia homens de todas as raças nesse desfile: brancos, asiáticos, loiros, etc.), mas o que mais me chamou a atenção foi o negro, principalmente porque dava pra ver que ele tinha um pênis grande e uma bunda avantajada e bem delineada. Esse desfile vi por acaso na TV e estava sozinha em casa. Bom, isso me excitou tanto que quase imediatamente fui pro meu quarto e liguei meu laptop para buscar na internet fotos e vídeos de homens negros nus. Encontrei de tudo, desde páginas gays etc.; mas procurando e procurando, encontrei páginas de homens heterossexuais. Quando vi aqueles homens negros divinos nus, me deu uma excitação imensa, na hora minhas calcinhas ficaram encharcadas de lubrificação, fiquei super excitada e minha buceta estava no ponto total. babosa, comecei a me masturbar por um bom tempo até gozar uma grande quantidade de porra bem quentinha. Para me aliviar sexualmente, eu sempre via pornô interracial para imaginar que era eu quem estava apanhando forte e assim me excitar e me masturbar gostoso. Bom, acabei ficando meio viciada nisso, olha, mas só quando precisava me aliviar de vez em quando, também não era uma doida que fazia isso toda hora. Vocês sabem que a roupa das testemunhas de Jeová costuma ser saias longas até o tornozelo, blusas que não mostram nada, tipo quase uma freira. Geralmente a gente sai pra pregar de casa em casa nas comunidades 2 dias por semana na comunidade onde a gente mora, aí eu visitava casas onde às vezes me atendiam homens simpáticos de shorts (vocês sabem como os homens que moram em quebrada ficam em casa), eu dava uma olhada neles como se diz por aí, mas bem discretamente porque além de ter que cuidar as aparências, eu sempre andava com uma irmã da igreja. Um dia me escolheram como parte do grupo que ia apoiar no trabalho de pregação numa comunidade nova no litoral de Aragua, especificamente em zonas perto de Choroní (uma praia), como se sabe nessas áreas abundam homens de pele negra, altos, atléticos, raça africana quase na totalidade e eu me sentia meio com medo de explorar novos territórios onde me sentia totalmente vulnerável a cair na tentação sexual, já que ia ficar num lugar onde ia ver negros de todo tipo e temia que minha atitude me entregasse. Estando lá em Choroní, a gente ficou todo mundo numa casa, chegamos, nos organizamos, nos reunimos, combinamos como íamos sair pra pregar, as zonas que visitaríamos, com quem cada um ia, etc.; a noite inteira não fiz nada além de sonhar e fantasiar com homens que tinha visto quando cheguei na cidade, eram uns três que me pareceram muito gatos. No dia seguinte a gente levantou cedo, tomou café da manhã e eu que estava morrendo de nervoso, fomos pra rua a Pregar, estava muito calor e eu suava bastante. Durante o trabalho de pregação, visitamos várias casas e vi vários monumentos negros bem construídos, como sempre tinha desejado. Quando era minha vez de falar, tentava me concentrar em outra coisa para não entregar o nervosismo, mas acho que meu olhar para eles me traía em alguns momentos. Como ficamos um mês e meio fazendo aquele trabalho de pregação naquela área e todos convivíamos juntos, eu quase não tinha privacidade. Por isso, era impossível aliviar toda aquela vontade de me masturbar depois de ver tantos homens divinos. Como dizem por aí, eu estava super carregada e no limite. Ai, Deus, faltavam duas semanas para irmos embora e terminar o trabalho de pregação. Um dia, indo pregar, minha companheira, uma irmã mais velha que eu, me disse que tinha que me deixar sozinha porque precisava correr para casa esperar uns irmãos que estavam a caminho e devia preparar uma recepção com outras irmãs. Mas como o trabalho não podia parar nem ser abandonado, ela me disse para continuar sozinha. Eu disse que estava tudo bem, mas por dentro estava super nervosa, porque dessa vez teria que enfrentar a situação sozinha. Continuei sozinha com minha sombrinha para me proteger do sol forte que estava. Bati e bati em uma porta até que, por uma janela, me disseram: "Já vou, estou me banhando, já vou". Esperei. Eram aproximadamente 8h30 da manhã. Durante toda minha estadia ali, pude notar que, nesse horário, na maioria das casas, estavam os filhos sozinhos, donas de casa cuidando do lar, ou ninguém. Bom, esperei e esperei, e quando quase ia embora, abriram a porta. Era um rapaz de uns 19 anos, alto, cerca de 1,87m, uns 85kg, corpo super atlético e negro, cabelo crespo, e um pouco peludo no peito, braços e pernas, com feições de durão e rude, e barba raspada no rosto. Tudo isso pude verificar porque o rapaz saiu para me atender um pouco agitado, encharcado de água e com uma toalha na cintura. Ele me disse que se... Eu estava tomando banho e pensei que fosse alguém que tinha combinado de trazer algo naquela hora. No fim, me apresentei, expliquei quem era e perguntei se podia falar sobre a palavra de Deus, etc. Ele me olhou de baixo pra cima, meio com desejo, e perguntou se eu estava sozinha. Eu disse que sim, e ele perguntou se eu queria entrar, pra ele ter tempo de se secar e vestir alguma roupa. Eu entrei, sentei e esperei ele voltar. Ele estava sozinho em casa e tinha uma TV ligada com um DVD de bailoterapia. Pouco depois, ele disse que a mãe dele tinha deixado tocando. Daí ele saiu vestindo um short daqueles curtos que os caras usam em casa, mas ainda cobria com a toalha. Ele sentou na minha frente e eu comentei que a casa dele era muito bonita e grande. Depois me apresentei mais formalmente, falei meu nome, perguntei o nome dele, idade, o que fazia, etc. Aí comecei a pregar. Ele me ouvia, me encarando com aqueles olhos negros penetrantes, e perguntou por que todas da minha religião tinham que andar tão cobertas, com saias tão longas e blusas que cobriam tanto. Eu expliquei. Ele disse que, se eu quisesse, podia desabotoar um pouco a blusa e subir um pouco a saia pra pegar um fresco, porque eu estava suando em gotas. E que ele não ligava pra isso, que eu não pensasse que ele ia estranhar, porque ele entenderia super bem. Eu obedeci porque realmente estava suando muito, acho que por nervosismo e o calorão que fazia. Daí ele perguntou se eu queria algo pra beber, um refresco. Eu aceitei, e ele trouxe um copo com refrigerante bem gelado, com gelo. Tomei vários goles e continuei pregando. Notei que ele tava olhando meus peitos, agora mais à mostra, e um pouco da minha perna. De repente, ele me surpreendeu perguntando se eu gostava de andar tão coberta tendo um corpo tão bonito. Eu expliquei de novo, toda nervosa. Ele disse "ah, ok", mas meio incrédulo. Aí ele... Levantei para levar o copo e pude ver que o safadão estava super ereto e sei que ele sabia que dava pra notar, mas ele ficou de boa. Depois ele voltou e se sentou de novo. Eu disse que ia ler uma passagem bíblica e perguntei se ele queria ler, ele disse que tudo bem. Enquanto lia, eu ficava olhando ele detalhadamente. Notei que ele estava de pernas abertas e aquele shorts curto subiu, dando pra ver aquele pauzão. Aí ele virou pra mim pra dizer até onde tinha lido e acho que percebeu que eu tava olhando fixamente pra região de baixo dele. Imediatamente eu olhei nos olhos dele e respondi. Quando ele terminou de ler, interrompeu minha explicação pra ver o vídeo de bailoterapia que a mãe dele tinha, deu play e riu, dizendo que a mãe colocava pra aprender a dançar e fazer exercício. Eu me aproximei pra ver porque ele pediu, e vi que passava um treinador ensinando a dançar salsa. Ele perguntou se eu sabia dançar e eu disse que não. Perguntei se ele sabia e ele disse que sim, dançou na minha frente e falou que quando eu quisesse ele podia me ensinar (ele dança muito bem, na verdade). Fiquei satisfeita e um pouco intimidada, fiquei toda vermelha hahaha… Ele disse: "Se quiser, levanta e pratica com o vídeo pra ver que não é difícil, vou te ajudando". Aceitei, dei uns passos, tava difícil acompanhar o vídeo, ele ria e eu fiquei mais sem graça ainda. Mas ele disse pra eu não me sentir mal, que era normal errar, e que pra ele me ajudar melhor eu devia relaxar e subir mais a saia pra ele ver melhor meus movimentos. Fiz isso, enrolei a saia na cintura, ficou mais ou menos como uma minissaia. Ele, ao ver minhas pernas brancas e bem torneadas, disse que eu tinha pernas muito lindas, era um pecado cobrir tanto. Eu ri e logo ele deu play no vídeo de novo e continuei tentando aprender. Depois interrompi o vídeo e falei que a mãe dele podia ficar chateada e que era melhor eu ir, porque com certeza ele... Eu tinha algo pra fazer e eu estava atrapalhando, ao que ele respondeu quase sem me deixar falar que a mãe dele só voltaria à noite e que o primo, que era o outro morador da casa, também só voltaria mais tarde. Mas mais do que isso, o que ele queria era que eu não fosse embora - dava pra notar pelas ereções constantes o quanto eu o deixava excitado. Continuei praticando os passos que o vídeo indicava enquanto ele me corrigia. Ele se aproximou, me agarrou como se fôssemos dançar e me apertou contra o corpo dele - eu chegava mais ou menos na altura do peito dele, de tão alto que era. Ele praticou um passo de merengue comigo e ficava dizendo: "Já vai, mexe esse... não, assim não, espera". Percebeu que eu estava muito nervosa e disse bem suavemente: "Tem que soltar esses nervos, escuta a música e se deixa levar, seja você mesma". Depois tirou as chinelas e pediu que eu tirasse os sapatos para que eu colocasse meus pés em cima dos dele, assim ele me guiava melhor nos passos de dança. Os pés dele eram enormes - ele calçava 46 e eu 39, imaginem. Ele me apertou contra o corpo, levou minha mão esquerda para a parte de trás da cabeça dele e a outra mão para o final da coluna, onde começam os glúteos - que por sinal eram grandes, do jeito que eu gosto, bem masculinos. Ele explicava enquanto dançávamos, meu rosto sobre o peito bem definido e musculoso dele. Ele respirava acelerado, enquanto eu também sentia aquele pênis enorme que queria disparar na minha buceta, sendo contido só pelo shorts curto e, imagino, pela cueca por baixo. Esse atrito corporal me fez suar ainda mais, tanto que minha blusa já estava transparente de tão molhada, e minha buceta então, nem se fala. Ele fingia não perceber essas coisas para eu não ficar mais constrangida do que já estava, e acho que ele não ousava dar outro passo por não saber como eu iria reagir. Depois, com um meio sorriso, ele disse: "Você ainda tá meio nervosa, se deixa levar e relaxa, amiga". Eu respondi com um sorriso corado: "Vou tentar, amigo, é que... não estou acostumada, ele me disse "tá tudo bem, não se preocupa e pratica esse tipo de dança que ele vai te mostrar nessa parte do vídeo". Era uma música tipo reggaeton, ele me disse "isso vai te servir pra soltar a cintura e toda essa área porque você é muito dura, tem dificuldade pra se soltar". Comecei a seguir os movimentos do vídeo, que eram extremamente sensuais pra mim, e ele foi me explicando como se fosse meu professor.
Depois ele se colocou atrás de mim e me disse pra fazer todos os movimentos do vídeo, mas dessa vez com ele atrás de mim, como se fosse meu parceiro de dança. Tentei fazer assim e ele falou "já vai, você tem que subir totalmente a saia pra que eu possa ver exatamente seu movimento e pra que ela não atrapalhe tanto ao roçar no meu corpo". Aí comecei a rebolando como no vídeo, ele me disse pra levantar minhas mãos como se estivesse agarrando a nuca dele, enquanto ele me agarrava o quadril em movimentos circulares. Só me cobria da cintura pra baixo minha calcinha branca.
Continuei dançando assim e, quando no vídeo diziam pra descer rebolando circularmente, ele se agachava um pouco pra ficar na minha altura e descer comigo. O pauzão dele duro e as mãos na minha cintura me deixaram com muito tesão. Depois, ao ficarmos eretos de novo, o vídeo indicava que tinha que subir as mãos enquanto dávamos passos tipo marchando. Ele guiou minhas mãos pra cima e depois deslizou elas até minha cintura, abaixou a cabeça e me disse que ia tirar minha camisa por fora pra eu ficar mais confortável. Ele tirou, continuamos praticando.
Ele se afastou um momento e disse "já volto, vou buscar umas coisas, mas continua, não demoro muito". Voltou com um óleo aromático e falou "continua dançando enquanto eu te faço uma massagem no ombro, você está muito tensa". Eu disse "ok". Aí ele mesmo desabotoou um pouco mais minha blusa, afastou as alças do sutiã pra não atrapalharem a massagem e começou a me massagear de um jeito muito gostoso e suave. Notei que o membro dele estava mais marcado, me pareceu que ele tinha tirado a cueca por baixo. Ele me segurou um pouco mais abaixo do umbigo, me apertou mais contra o corpo dele e voltamos a repetir os movimentos de quadril. Depois ele me disse para virar de frente para dançarmos cara a cara. Assim fizemos, com a perna dele enfiada na minha entreperna, roçando na minha buceta que esbarrava no pau dele – já tão ereto que dava pra ver tentando sair do short, mas eu fingia que não percebia. Ele quase me levantou do chão, então me disse para virar de costas com as mãos pra cima, sem movê-las, e me apertou contra o corpo de novo, dizendo: "Não sei, mas acho que você tem uma tensão nessa área toda", tocando de forma circular a parte da minha barriga perto da vagina. Imediatamente, meus pelos ficaram todos arrepiados e minhas perninhas tremeram de excitação. Ele disse: "Viu? Por isso que falo. Você fica tremendo e com reações estranhas toda vez que eu roço sua cintura, barriga ou bunda. Sabendo que é normal, porque estamos dançando. Vamos ver o que fazemos pra isso passar".
Foi aí que ele meteu a mão direita dentro da minha calcinha. Eu dei um pulo e gemí, e ele falou: "Quieta, calma". Depois, agarrou meus peitos com a outra mão, quase me levantando do chão para me apertar mais contra ele. Então começou a enfiar os dedos na minha buceta, toda peluda, e se surpreendeu com aquele matagal que sentiu na mão. Ele perguntou: "Desde quando você não se depila?" Eu disse: "Nunca". Ele ficou ainda mais surpreso com a quantidade de lubrificação e perguntou: "Deus, por que não me disse desde o começo que estava tão excitada?" E eu respondi: "É que me custa ser assim com um homem". Ele disse: "Entendo, te deixei sofrendo, valeu". Depois falou: "Sério, você não gozou sem eu perceber? Por isso suava tanto". Eu disse: "Acho que não gozei". Tudo isso enquanto ele continuava me tocando suavemente na buceta e me tirava a blusa, depois o sutiã, deixando meus peitos à mostra para massageá-los. Então começou a acelerar e a me dizer: "Vamos, mami, goza. Quero ver você gozar, faz isso". Imediatamente... comecei a gemer e a apertar minhas mãos nos braços dele. Quase instantaneamente, acabei gritando de prazer. Depois, me viro rapidamente, eu já estava exausta, ele começou a me beijar e a tirar o laço que eu tinha no cabelo, me tirou a saia, baixou minha calcinha super encharcada de lubrificação natural, me deixou peladinha, voltou a tocar minha buceta no meu clitóris, me acendi novamente gemendo acelerada. Ele me perguntou se eu era virgem porque via minha vagina muito fechada, eu disse que sim, e ele, surpreso e dando risada, me disse: "se não fosse porque estou vendo, não acreditaria que você ainda é virgem nessa idade". Depois ele falou: "Vem, vou te mostrar o que vamos fazer para não doer tanto por ser a primeira vez. Vou chupar sua buceta para você esquentar e ficar mais excitada, e assim não vai doer tanto. Lubrificante não vou passar porque você já está encharcada com seu próprio mel". Em seguida, me pegou no colo, me levou até o sofá, me deitou lá e, colocando minha buceta na cara dele, começou a chupar. Sua língua morna passava por toda ela, ele chupava meu clitóris, eu comecei a gemer e gritar, ele colocou a mão na minha boca para eu não fazer tanto barulho. Aquilo foi indescritível e muito prazeroso, sueimei, cravei as unhas no sofá, bem, fiquei louca. Depois ele se levantou, abaixou o shorts, e pulou para fora aquele pênis enorme de uns 21 cm e uns 5 cm de grossura, era imenso, fiquei abismada e disse que aquilo não ia caber em mim. Ele respondeu: "Claro que vai, mami, pouco a pouco vai entrando. Mas agora preciso que você ponha na boca, vamos". E assim eu fui metendo pouco a pouco na boca, me engasgava com aquela rola enorme e pensava como diabos aquilo ia caber na minha vagina. Bom, continuei e continuei chupando até conseguir meter metade, ele disse: "Mami, não tenha medo, ele pode entrar mais porque tanto na boca quanto na vagina e no ânus há músculos que, ao dilatarem, aumentam de tamanho e podem dar entrada a pênis tão grandes quanto o meu". Segui seus conselhos e ele tinha razão, consegui engolir um pouco mais, embora com muito esforço. Depois ele me... Dei um beijo de língua por um tempo enquanto ele metia o dedo na minha buceta, estávamos tão concentrados e meus gemidos também contribuíram para não ouvirmos a porta da rua quando o primo dele, de uns 24 anos, entrou. Mas o primo, ao ouvir meus gemidos, pensou que algo ruim estava acontecendo, então entrou devagar. Ao verificar bem e perceber que a gente estava transando, o primo decide ficar quieto, espiando por um momento, fica excitado e decide voltar para trancar a porta com chave, para garantir, porque ele já está pensando em se juntar a nós e formar um trio. Ele fica mais um pouco olhando e depois decide tirar a roupa para nos surpreender e se integrar na hora, o que ele faz pouco depois, quando o primo estava prestes a me penetrar, chega o primo peladão, que acabou de entrar e nos surpreende, e eu me levanto e ficamos olhando para ele. Ele nos diz, em questão de segundos, que quer me comer e que se não aceitarmos, ele arma um escândalo e conta para a tia dele quando ela voltar do trabalho. Por isso, aceitamos, e fiquei com mais medo ainda porque aquele era outro monstro enorme, era um negro um pouco mais alto do que o que já estava me penetrando, mas esse era mais musculoso e com outro pau enorme e grosso. Nunca imaginei que minha primeira vez seria assim, com dois negros enormes que me desvirginariam. Ele e o primo conversaram e combinaram como iam me penetrar: o que acabara de chegar queria me penetrar analmente, e o outro disse que eu era virgem e que era melhor, enquanto um me penetrava vaginalmente, o outro me botava para mamar. E foi assim que fizeram: quando um começou a me penetrar, senti que a buceta ia explodir, Deus, que dor e prazer ao mesmo tempo. Soltei um grito de dor tão gostoso, que ele me disse para morder um pano enquanto eu ia pegando o gosto. O outro teve que esperar um bom tempo até eu pegar o gosto para poder começar a chupá-lo, enquanto eu fazia uma punheta com uma das mãos e acariciava ele. Rapidamente, o que me penetrava... Ela disse ao outro que pegasse uma toalla para não manchar o sofá de sangue, já que estava saindo um pouquinho de sangue. Depois comecei a sentir uma ardência que me fazia chorar de dor e prazer, e ele me disse: "Calma, isso é normal e vai passar". O outro primo, que entrou por último, ficou quieto, ansioso para me enfiar e me tocando por todos os lados. Depois de um bom tempo me penetrando devagar e eu não sentindo tanta dor, ele começou a meter cada vez mais forte, e eu a gemer e gritar como uma louca, mas dessa vez não fazia barulho porque estava chupando o que chegou por último enquanto ele agarrava meus seios. Eu estava explodindo de felicidade. Depois de um longo tempo, ele parou de me penetrar para dar chance ao primo, que veio com tudo me dando bem duro. Esse me agarrou com menos delicadeza e enfiou aquele rolo de machete sem misericórdia nenhuma, e eu comecei a chupar o outro, que com carícias me perguntou como eu estava indo, e eu disse: "Bem com você", entrecortada e cansada. Ele disse: "Oi, gata, você tem que ir se preparando porque eu te quero e tenho que te penetrar analmente para te desvirginar completamente e você aprender como é". Eu disse que não, porque com certeza ia doer mais, e ele falou: "Calma, meu primo e eu vamos adaptando esse seu cu para ele ir engolindo nossas picas aos poucos". Passou um bom tempo, e então ele disse: "Agora é a sua vez por trás". Eles se levantaram, ele me colocou de quatro, meio agachada no sofá, e o primo pela frente sentou no braço do sofá com as pernas abertas para que eu fosse chupando ele. O que me penetrou por trás primeiro deu uma chupada no meu cu que me fez revirar de prazer. Depois que me deixou bem dilatada e aberta, foi enfiando devagar, quase como quando me penetrou na vagina, mas dessa vez a dor era mais forte. Enquanto ele massageava meu clitóris, bem, o prazer aumentou. Que delícia tão gostosa! Comecei a gritar e imediatamente o primo dele me... Ele enfiou o pau pra me calar, que delícia que foi. Depois trocaram e de novo senti aquele outro pau enorme me penetrando violentamente. Ele, me dando rápido com seus três dedos que entrava e saía constantemente da minha buceta, me fez gozar numa explosão de líquido, mas dessa vez em menor quantidade e menos grosso. E o negro que eu tinha ido "pregar" me disse: "Uau, você é multiorgásmica". Eu perguntei: "Por quê?" Ele respondeu: "Porque não faz muito tempo que você gozou e já voltou a gozar de novo, que maravilha". Depois de ter gozado, primeiro um gozou na minha boca e o outro entre meus seios. Depois de tudo, já era tarde da tarde, tipo duas horas, e eles me disseram: "Com certeza estão te procurando". Eu disse que sim, e um deles falou: "Se quiser, foda-se, pega uma toalha, toma um banho e se arruma. Depois a gente te acompanha perto de onde você tá ficando pra não suspeitarem de nada. E você, se quiser, diz que se perdeu e aí foi ajudar uma senhora doente". Bom, foi o que fiz, e mesmo que os irmãos com quem eu estava hospedada não tenham ficado muito satisfeitos com minha resposta, deixem-me dizer que não me descobriram e valeu a pena o risco que corri ao passar esse tempão com aqueles monumentos de homens negros, que nunca vão sair das minhas mais gratas lembranças.
Depois ele se colocou atrás de mim e me disse pra fazer todos os movimentos do vídeo, mas dessa vez com ele atrás de mim, como se fosse meu parceiro de dança. Tentei fazer assim e ele falou "já vai, você tem que subir totalmente a saia pra que eu possa ver exatamente seu movimento e pra que ela não atrapalhe tanto ao roçar no meu corpo". Aí comecei a rebolando como no vídeo, ele me disse pra levantar minhas mãos como se estivesse agarrando a nuca dele, enquanto ele me agarrava o quadril em movimentos circulares. Só me cobria da cintura pra baixo minha calcinha branca.
Continuei dançando assim e, quando no vídeo diziam pra descer rebolando circularmente, ele se agachava um pouco pra ficar na minha altura e descer comigo. O pauzão dele duro e as mãos na minha cintura me deixaram com muito tesão. Depois, ao ficarmos eretos de novo, o vídeo indicava que tinha que subir as mãos enquanto dávamos passos tipo marchando. Ele guiou minhas mãos pra cima e depois deslizou elas até minha cintura, abaixou a cabeça e me disse que ia tirar minha camisa por fora pra eu ficar mais confortável. Ele tirou, continuamos praticando.
Ele se afastou um momento e disse "já volto, vou buscar umas coisas, mas continua, não demoro muito". Voltou com um óleo aromático e falou "continua dançando enquanto eu te faço uma massagem no ombro, você está muito tensa". Eu disse "ok". Aí ele mesmo desabotoou um pouco mais minha blusa, afastou as alças do sutiã pra não atrapalharem a massagem e começou a me massagear de um jeito muito gostoso e suave. Notei que o membro dele estava mais marcado, me pareceu que ele tinha tirado a cueca por baixo. Ele me segurou um pouco mais abaixo do umbigo, me apertou mais contra o corpo dele e voltamos a repetir os movimentos de quadril. Depois ele me disse para virar de frente para dançarmos cara a cara. Assim fizemos, com a perna dele enfiada na minha entreperna, roçando na minha buceta que esbarrava no pau dele – já tão ereto que dava pra ver tentando sair do short, mas eu fingia que não percebia. Ele quase me levantou do chão, então me disse para virar de costas com as mãos pra cima, sem movê-las, e me apertou contra o corpo de novo, dizendo: "Não sei, mas acho que você tem uma tensão nessa área toda", tocando de forma circular a parte da minha barriga perto da vagina. Imediatamente, meus pelos ficaram todos arrepiados e minhas perninhas tremeram de excitação. Ele disse: "Viu? Por isso que falo. Você fica tremendo e com reações estranhas toda vez que eu roço sua cintura, barriga ou bunda. Sabendo que é normal, porque estamos dançando. Vamos ver o que fazemos pra isso passar".
Foi aí que ele meteu a mão direita dentro da minha calcinha. Eu dei um pulo e gemí, e ele falou: "Quieta, calma". Depois, agarrou meus peitos com a outra mão, quase me levantando do chão para me apertar mais contra ele. Então começou a enfiar os dedos na minha buceta, toda peluda, e se surpreendeu com aquele matagal que sentiu na mão. Ele perguntou: "Desde quando você não se depila?" Eu disse: "Nunca". Ele ficou ainda mais surpreso com a quantidade de lubrificação e perguntou: "Deus, por que não me disse desde o começo que estava tão excitada?" E eu respondi: "É que me custa ser assim com um homem". Ele disse: "Entendo, te deixei sofrendo, valeu". Depois falou: "Sério, você não gozou sem eu perceber? Por isso suava tanto". Eu disse: "Acho que não gozei". Tudo isso enquanto ele continuava me tocando suavemente na buceta e me tirava a blusa, depois o sutiã, deixando meus peitos à mostra para massageá-los. Então começou a acelerar e a me dizer: "Vamos, mami, goza. Quero ver você gozar, faz isso". Imediatamente... comecei a gemer e a apertar minhas mãos nos braços dele. Quase instantaneamente, acabei gritando de prazer. Depois, me viro rapidamente, eu já estava exausta, ele começou a me beijar e a tirar o laço que eu tinha no cabelo, me tirou a saia, baixou minha calcinha super encharcada de lubrificação natural, me deixou peladinha, voltou a tocar minha buceta no meu clitóris, me acendi novamente gemendo acelerada. Ele me perguntou se eu era virgem porque via minha vagina muito fechada, eu disse que sim, e ele, surpreso e dando risada, me disse: "se não fosse porque estou vendo, não acreditaria que você ainda é virgem nessa idade". Depois ele falou: "Vem, vou te mostrar o que vamos fazer para não doer tanto por ser a primeira vez. Vou chupar sua buceta para você esquentar e ficar mais excitada, e assim não vai doer tanto. Lubrificante não vou passar porque você já está encharcada com seu próprio mel". Em seguida, me pegou no colo, me levou até o sofá, me deitou lá e, colocando minha buceta na cara dele, começou a chupar. Sua língua morna passava por toda ela, ele chupava meu clitóris, eu comecei a gemer e gritar, ele colocou a mão na minha boca para eu não fazer tanto barulho. Aquilo foi indescritível e muito prazeroso, sueimei, cravei as unhas no sofá, bem, fiquei louca. Depois ele se levantou, abaixou o shorts, e pulou para fora aquele pênis enorme de uns 21 cm e uns 5 cm de grossura, era imenso, fiquei abismada e disse que aquilo não ia caber em mim. Ele respondeu: "Claro que vai, mami, pouco a pouco vai entrando. Mas agora preciso que você ponha na boca, vamos". E assim eu fui metendo pouco a pouco na boca, me engasgava com aquela rola enorme e pensava como diabos aquilo ia caber na minha vagina. Bom, continuei e continuei chupando até conseguir meter metade, ele disse: "Mami, não tenha medo, ele pode entrar mais porque tanto na boca quanto na vagina e no ânus há músculos que, ao dilatarem, aumentam de tamanho e podem dar entrada a pênis tão grandes quanto o meu". Segui seus conselhos e ele tinha razão, consegui engolir um pouco mais, embora com muito esforço. Depois ele me... Dei um beijo de língua por um tempo enquanto ele metia o dedo na minha buceta, estávamos tão concentrados e meus gemidos também contribuíram para não ouvirmos a porta da rua quando o primo dele, de uns 24 anos, entrou. Mas o primo, ao ouvir meus gemidos, pensou que algo ruim estava acontecendo, então entrou devagar. Ao verificar bem e perceber que a gente estava transando, o primo decide ficar quieto, espiando por um momento, fica excitado e decide voltar para trancar a porta com chave, para garantir, porque ele já está pensando em se juntar a nós e formar um trio. Ele fica mais um pouco olhando e depois decide tirar a roupa para nos surpreender e se integrar na hora, o que ele faz pouco depois, quando o primo estava prestes a me penetrar, chega o primo peladão, que acabou de entrar e nos surpreende, e eu me levanto e ficamos olhando para ele. Ele nos diz, em questão de segundos, que quer me comer e que se não aceitarmos, ele arma um escândalo e conta para a tia dele quando ela voltar do trabalho. Por isso, aceitamos, e fiquei com mais medo ainda porque aquele era outro monstro enorme, era um negro um pouco mais alto do que o que já estava me penetrando, mas esse era mais musculoso e com outro pau enorme e grosso. Nunca imaginei que minha primeira vez seria assim, com dois negros enormes que me desvirginariam. Ele e o primo conversaram e combinaram como iam me penetrar: o que acabara de chegar queria me penetrar analmente, e o outro disse que eu era virgem e que era melhor, enquanto um me penetrava vaginalmente, o outro me botava para mamar. E foi assim que fizeram: quando um começou a me penetrar, senti que a buceta ia explodir, Deus, que dor e prazer ao mesmo tempo. Soltei um grito de dor tão gostoso, que ele me disse para morder um pano enquanto eu ia pegando o gosto. O outro teve que esperar um bom tempo até eu pegar o gosto para poder começar a chupá-lo, enquanto eu fazia uma punheta com uma das mãos e acariciava ele. Rapidamente, o que me penetrava... Ela disse ao outro que pegasse uma toalla para não manchar o sofá de sangue, já que estava saindo um pouquinho de sangue. Depois comecei a sentir uma ardência que me fazia chorar de dor e prazer, e ele me disse: "Calma, isso é normal e vai passar". O outro primo, que entrou por último, ficou quieto, ansioso para me enfiar e me tocando por todos os lados. Depois de um bom tempo me penetrando devagar e eu não sentindo tanta dor, ele começou a meter cada vez mais forte, e eu a gemer e gritar como uma louca, mas dessa vez não fazia barulho porque estava chupando o que chegou por último enquanto ele agarrava meus seios. Eu estava explodindo de felicidade. Depois de um longo tempo, ele parou de me penetrar para dar chance ao primo, que veio com tudo me dando bem duro. Esse me agarrou com menos delicadeza e enfiou aquele rolo de machete sem misericórdia nenhuma, e eu comecei a chupar o outro, que com carícias me perguntou como eu estava indo, e eu disse: "Bem com você", entrecortada e cansada. Ele disse: "Oi, gata, você tem que ir se preparando porque eu te quero e tenho que te penetrar analmente para te desvirginar completamente e você aprender como é". Eu disse que não, porque com certeza ia doer mais, e ele falou: "Calma, meu primo e eu vamos adaptando esse seu cu para ele ir engolindo nossas picas aos poucos". Passou um bom tempo, e então ele disse: "Agora é a sua vez por trás". Eles se levantaram, ele me colocou de quatro, meio agachada no sofá, e o primo pela frente sentou no braço do sofá com as pernas abertas para que eu fosse chupando ele. O que me penetrou por trás primeiro deu uma chupada no meu cu que me fez revirar de prazer. Depois que me deixou bem dilatada e aberta, foi enfiando devagar, quase como quando me penetrou na vagina, mas dessa vez a dor era mais forte. Enquanto ele massageava meu clitóris, bem, o prazer aumentou. Que delícia tão gostosa! Comecei a gritar e imediatamente o primo dele me... Ele enfiou o pau pra me calar, que delícia que foi. Depois trocaram e de novo senti aquele outro pau enorme me penetrando violentamente. Ele, me dando rápido com seus três dedos que entrava e saía constantemente da minha buceta, me fez gozar numa explosão de líquido, mas dessa vez em menor quantidade e menos grosso. E o negro que eu tinha ido "pregar" me disse: "Uau, você é multiorgásmica". Eu perguntei: "Por quê?" Ele respondeu: "Porque não faz muito tempo que você gozou e já voltou a gozar de novo, que maravilha". Depois de ter gozado, primeiro um gozou na minha boca e o outro entre meus seios. Depois de tudo, já era tarde da tarde, tipo duas horas, e eles me disseram: "Com certeza estão te procurando". Eu disse que sim, e um deles falou: "Se quiser, foda-se, pega uma toalha, toma um banho e se arruma. Depois a gente te acompanha perto de onde você tá ficando pra não suspeitarem de nada. E você, se quiser, diz que se perdeu e aí foi ajudar uma senhora doente". Bom, foi o que fiz, e mesmo que os irmãos com quem eu estava hospedada não tenham ficado muito satisfeitos com minha resposta, deixem-me dizer que não me descobriram e valeu a pena o risco que corri ao passar esse tempão com aqueles monumentos de homens negros, que nunca vão sair das minhas mais gratas lembranças.
3 comentários - Dois negros me desvirgaram com paus enormes