Sou Testemunha de Jeová e moro na Venezuela, sou solteira, tenho 25 anos e nunca estive com um homem porque venho de uma família muito conservadora que exalta todos os princípios familiares, sendo alguns deles: que uma mulher não deve fazer sexo antes do casamento e que é melhor casar com um homem que esteja no caminho de Deus. Na rua, os homens sempre falam que sou bonita, na verdade me elogiam, porque não tenho um físico ruim. Já tive dois namorados da mesma religião que a minha, mas não passei com eles de uns beijinhos na boca e, além disso, não gostei o suficiente deles pra me arriscar a mais. Quando saio na rua e vejo um homem que me atrai muito, tento olhar pra ele sem ser notada, examino ele de cima a baixo, suspiro, imagino ele pelado e meu coração começa a acelerar, fico meio nervosa ou descontrolada por dentro. Vale destacar que sou branca, loira, olhos esverdeados, magra e um pouco alta, e o tipo de homem que me encanta são os negros ou morenos, mas os bem escurinhos, que sejam altos e de corpo atlético. Acho que minha fixação por homens negros vem de um tempo atrás, quando por curiosidade vi um ator e modelo negro de sunga (olha, tinha homens de todas as raças no desfile: brancos, asiáticos, loiros, etc.), mas o que mais chamou minha atenção foi o negro, principalmente porque marcava um pauzão e uma bunda grande e bem definida. Esse desfile eu vi por acaso na TV e estava sozinha em casa. Bom, aquilo me excitou tanto que quase na hora fui pro meu quarto e liguei meu laptop pra procurar na internet fotos e vídeos de homens negros pelados. Encontrei de tudo, desde páginas gays etc.; mas procurando, procurando, achei páginas de homens héteros. Quando vi aqueles homens negros divinos pelados, senti uma excitação imensa, na hora minha calcinha ficou encharcada de lubrificação, tava super quente e minha buceta tava toda molhada na hora. babosa, comecei a me masturbar por um bom tempo até gozar uma boa quantidade de leitinho quentinho. Pra me aliviar sexualmente, sempre via pornô interracial pra imaginar que era eu que tava levando porrada e assim ficar excitada e me masturbar gostoso. Bom, no fim, fiquei meio viciada nisso, olha, mas só quando precisava me aliviar de vez em quando, também não era uma doida que fazia toda hora. Vocês sabem que a roupa das Testemunhas de Jeová costuma ser saia longa até o tornozelo, blusas que não mostram nada, quase igual uma freira. Geralmente a gente sai pra pregar de casa em casa nas comunidades dois dias por semana, na comunidade onde a gente mora. Aí eu visitava casas onde às vezes era atendida por homens simpáticos de bermuda (vocês sabem como os homens andam em casa nos bairros), eu dava uma olhada neles, como dizem por aí, mas bem discretamente porque, além de ter que manter as aparências, sempre tava com uma irmã da igreja. Um dia me escolheram pra fazer parte da comitiva que ia apoiar o trabalho de pregação numa comunidade nova no litoral de Aragua, especificamente em áreas perto de Choroní (uma praia). Como se sabe, nessas áreas tem muito homem de pele preta, altos, atléticos, raça africana quase que totalmente, e eu me sentia meio com medo de explorar novos territórios onde me sentia totalmente vulnerável a cair na tentação sexual, já que ia estar num lugar onde ia ver negros de todo tipo e temia que minha atitude me entregasse. Estando lá em Choroní, ficamos todos e todas numa casa, chegamos, nos organizamos, nos reunimos, combinamos como íamos sair pra pregar, as áreas que visitaríamos, com quem cada um ia, etc. A noite toda não fiz nada além de sonhar e fantasiar com homens que tinha visto na minha chegada à cidade, eram uns três que achei muito gostosos. No dia seguinte, acordamos cedo, tomamos café da manhã e eu, morrendo de nervoso, fomos pra rua. Pregar, tava um calorão e eu suava pra caralho. Durante a pregação, a gente visitou várias casas e eu vi vários negões monumentais, com um porte físico foda, do jeito que eu sempre desejei. Quando chegava minha vez de falar, tentava me concentrar em outra coisa pra não entregar meu nervosismo, mas acho que meu olhar pra eles me denunciava em alguns momentos. Como a gente passou um mês e meio fazendo esse trabalho de pregação naquela área e todo mundo convivia junto, eu não tinha quase nenhuma privacidade, então era impossível aliviar toda aquela vontade de me masturbar depois de ver tantos homens divinos. Como dizem por aí, eu tava super carregada e no ponto, ai meu Deus. Faltavam duas semanas pra gente ir embora e terminar o trabalho de pregação, e um dia, indo pregar, minha companheira, uma irmã mais velha que eu, me disse que precisava me deixar sozinha porque tinha que correr pra casa pra esperar uns irmãos que estavam chegando e precisava fazer uma recepção com outras irmãs. Mas como o trabalho não podia parar nem ser abandonado, ela falou pra eu continuar sozinha. Eu disse que tudo bem, mas por dentro tava super nervosa porque dessa vez eu ia ter que encarar a situação sozinha. Segui sozinha com minha sombrinha pra me proteger do sol forte que tava batendo. Bati e bati numa porta até que de uma janela me disseram: "já vou, tô tomando banho, já vou". Eu esperei, eram umas 8h30 da manhã. Durante toda a minha estadia ali, pude notar que nesse horário, na maioria das casas, só estavam os filhos sozinhos ou donas de casa cuidando do lar, ou ninguém. Bom, eu esperei e esperei, e quando já ia embora, abriram a porta. Era um moleque de uns 19 anos, alto, com uns 1,87m, uns 85kg, corpo super atlético e negro, cabelo duro e meio peludo no peito, braços e pernas, com cara de malvado e bruto, e barba feita no rosto. Tudo isso eu pude ver porque o moleque saiu pra me atender meio ofegante, ensopado de água e com uma toalha na cintura. Ele me disse que se Tava tomando banho e pensei que era alguém que tinha combinado de trazer algo pra ele naquele horário. No fim, fui lá, me apresentei, expliquei quem era, perguntei se podia falar sobre a palavra de Deus e tal. Ele me olhou de baixo pra cima, meio com um olhar de desejo, me perguntou se eu tava sozinha. Eu disse que sim, e ele falou se eu queria entrar, pra dar tempo dele se secar e vestir alguma roupa. Entrei, sentei e esperei ele voltar. Ele tava sozinho em casa, tinha uma TV ligada com um DVD tocando um CD de dança. Pouco depois, ele disse que a mãe dele tinha deixado aquilo ligado. Daí ele saiu, vestindo um short daqueles curtos que os caras usam em casa, mas ainda coberto pela toalha. Sentou na minha frente, e eu falei que a casa dele era muito bonita e grande. Depois me apresentei de um jeito mais formal, falei meu nome, perguntei o nome dele, a idade, o que fazia, etc. Comecei a pregar, ele me ouvia me encarando com aqueles olhos pretos penetrantes e me perguntou por que todas nós dessa religião temos que andar tão cobertas, com saias tão compridas e blusas que escondem tudo. Expliquei, e ele disse que se eu quisesse, podia desabotoar um pouco a blusa e levantar um pouco a saia pra pegar um fresco, porque eu tava suando em bicas, e que ele não ligava pra isso, que eu não pensasse que ele ia estranhar, porque ele entenderia de boa. Eu obedeci, porque tava suando demais mesmo, acho que era nervoso e o calorão que tava fazendo. Daí ele perguntou se eu queria beber algo gelado, eu falei que sim, e ele foi pegar um copo com refrigerante bem gelado, cheio de gelo. Tomei vários goles e continuei pregando. Notei que ele tava olhando pros meus peitos, agora mais à mostra, e um pouco da minha perna. Depois de um tempo, ele me surpreendeu, perguntando se eu gostava de andar tão coberta tendo um corpo tão gostoso. Expliquei de novo, meio nervosa, e ele falou "ah, ok", mas com um tom de incredulidade. Depois ele... Levantei pra levar o copo e pude ver que o sem vergonha tava durasso, super ereto, e sei que ele sabia que tava na cara, mas ele agiu como se nada. Depois voltou e sentou de novo, eu falei que ia ler um trecho da Bíblia e perguntei se ele queria ler, ele disse que tudo bem. Enquanto lia, eu só ficava olhando ele com detalhe, notei que ele tava com as pernas abertas e aquele shortinho subindo, deixando ver aquele pauzão. Aí ele virou pra mim pra perguntar até onde eu lia, e acho que percebeu que eu tava olhando fixamente pra baixo. Eu olhei pra ele na hora e respondi. Depois que terminou de ler, ele interrompeu o que eu tava explicando pra ver um vídeo da mãe dele de dança, colocou pra rodar e riu, falando que a mãe usa aquilo pra aprender a dançar e fazer exercício. Eu me aproximei pra ver porque ele mandou eu ir pra lá, e vi um instrutor ensinando a dançar salsa. Ele perguntou se eu sabia dançar, eu falei que não. Perguntei se ele sabia, e ele disse que sim, dançou na minha frente e falou que quando eu quisesse, ele podia me ensinar (e olha que ele dança muito bem). Eu me senti lisonjeada e meio intimidada, fiquei vermelha kkkkk... Ele disse: "Quer ficar de pé e praticar com o vídeo? Vai ver que não é difícil, eu vou te ajudando." Eu aceitei, dei uns passos, mas tava difícil acompanhar o vídeo. Ele ria, e eu fiquei com mais vergonha ainda. Mas ele falou pra eu não me sentir mal, que era normal errar, e que pra ele me ajudar melhor, eu precisava relaxar e subir mais a saia pra ele conseguir ver melhor meus movimentos. Assim eu fiz, subi a saia enrolando na cintura, ficou tipo uma minissaia. Quando ele olhou minhas pernas brancas e bem torneadas, disse que eu tinha umas pernas lindas, que era um pecado esconder tanto. Eu ri, e na hora ele colocou o vídeo de novo e eu continuei tentando aprender. Depois eu parei o vídeo e falei que a mãe dele podia ficar brava, e que era melhor eu ir embora porque com certeza ele... Eu tinha algo pra fazer e eu tava interrompendo ele, aí ele respondeu, quase sem me deixar falar, que a mãe dele só voltava de noite e que o primo, o outro morador da casa, também ia voltar, mas mais do que isso, ele queria que eu não fosse embora. Dava pra perceber pelas ereções constantes dele o quanto eu o deixava excitado. Depois, continuei praticando os passos que o vídeo mostrava enquanto ele me corrigia. Ele se aproximou, me pegou como se fossemos dançar, me apertou contra o corpo dele — eu chegava mais ou menos na altura do peito dele, de tão alto que era. Ele praticou um passo de merengue comigo e falava: "calma, mexe este, não, agora não mexe assim, espera". Percebeu que eu tava nervosa demais e disse bem suave: "você tem que soltar esses nervos, escuta a música e se deixa levar, seja você mesma". Depois, tirou as sandálias dele e mandou eu tirar meus sapatos pra eu pisar em cima dos pés dele, assim ele me guiava melhor nos passos da dança. Os pés enormes dele — ele calçava 46 e eu 39, imaginem. Ele me apertou contra o corpo, levou minha mão esquerda pra parte de trás da cabeça dele e a outra mão pro final da coluna, onde começa os glúteos — que por sinal eram grandes, do jeito que eu gosto, bem másculos. Ele explicava enquanto dançávamos, meu rosto encostado no peito dele, bem definido, musculoso, ele respirava acelerado, enquanto eu também sentia aquele pênis enorme que queria sair disparado pra dentro da minha buceta e só era contido por aquele shortinho curto e, imagino, pela cueca dele. Aquele roçamento corporal me fez suar ainda mais, tanto que minha blusa já tava transparente de tão molhada, e minha buceta nem se fala. Ele fingia que não percebia essas coisas pra não me deixar mais envergonhada do que eu já tava, e acho que não se atrevia a dar o próximo passo porque não sabia como eu ia reagir. Daí, ele com um meio sorriso falou: "ainda tá nervosa? Se deixa levar e relaxa, amiga". Eu respondi com um sorriso vermelho: "vou tentar, amigo, é que... Não tô acostumada, ele falou "tá tranquilo, não se preocupa" e mandou eu praticar esse tipo de dança que ia me mostrar nessa parte do vídeo. Era uma música tipo reggaeton. Ele disse: "Isso vai te ajudar a soltar a cintura e toda essa área, porque você é muito dura, tem dificuldade pra se soltar". Comecei a seguir os movimentos do vídeo, que eram extremamente sensuais pra mim, e ele ia explicando como se fosse meu professor. Depois, ele se colocou atrás de mim e mandou eu fazer todos os movimentos do vídeo, mas dessa vez com ele atrás, como se fosse o par de dança. Tentei fazer isso, e ele falou: "Já vai, tem que levantar totalmente a saia pra eu conseguir ver exatamente seu movimento e pra não atrapalhar tanto quando roçar no meu corpo". Aí comecei a rebolar igual no vídeo, ele mandou eu levantar as mãos como se estivesse segurando a nuca dele, enquanto ele segurava minha cintura fazendo movimentos circulares. Eu só tava coberta da cintura pra baixo com minha calcinha branca. Continuei dançando assim, e quando no vídeo falavam pra descer rebolando em círculo, ele se abaixava um pouco pra ficar na minha altura e descer comigo. O pau enorme dele ereto e as mãos na cintura me deixaram super quente. Depois, quando ficamos de pé, no vídeo indicava que era pra levantar as mãos enquanto dava uns passos tipo marcha. Ele guiou minhas mãos pra cima e depois deslizou elas até minha cintura, abaixou a cabeça pra falar que ia tirar minha camisa por fora pra eu ficar mais confortável. Tirou. Continuamos praticando. Ele se afastou um momento e disse: "Já volto, vou pegar umas coisas, mas continua, não demoro". Voltou com um óleo aromático e falou: "Continua dançando enquanto eu te dou uma massagem no ombro, você tá muito tensa". Eu falei "ok". Aí ele mesmo desabotoou um pouco mais minha blusa, afastou as alças do sutiã pra não atrapalhar a massagem e começou a me massagear bem gostoso e suave. Notei que o pau dele ficou mais marcado, parecia que ele tinha tirado a cueca por dentro. Ele me segurou um pouco abaixo do umbigo, me apertou mais contra o corpo dele e a gente repetiu os movimentos de quadril. Depois ele falou pra eu me virar pra dançar de frente um pro outro, e a gente fez isso. A perna dele enfiada entre as minhas coxas, roçando minha buceta, que batia no pau dele, que já tava tão duro que dava pra ver tentando escapar do short dele, mas eu fingia que não tava percebendo. Ele quase me levantou do chão, e aí mandou eu me virar de novo, com as mãos pra cima, sem mexer, e me apertou contra o corpo dele de novo, falando: "Não sei, mas acho que você tem uma tensão nessa área toda", enquanto fazia círculos na região da minha buceta e barriga. Na hora, arrepiou até o último fio do meu corpo e minhas pernas tremeram de tesão. Ele disse: "Viu por que eu tô falando? Você fica toda tremendo e com reações estranhas toda vez que eu roço sua cintura, barriga ou bunda, sabendo que é normal porque a gente tá dançando. Vamos ver o que a gente faz pra isso passar." Aí ele enfiou a mão direita dentro da minha calcinha. Eu dei um pulo e gemi, e ele falou: "Quieta, calma." Depois pegou meus peitos com a outra mão, quase me levantando do chão pra me apertar mais contra ele. E começou a enfiar os dedos na minha buceta, toda cheia de pelo, e ele se surpreendeu com aquele matagal que sentiu na mão e perguntou: "Desde quando você não se depila?" Eu falei que nunca. Aí ele ficou mais surpreso ainda com a quantidade de lubrificação vaginal e perguntou: "Meu Deus, por que você não me falou desde o começo que tava com tanto tesão?" E eu disse: "Não, é que eu tenho dificuldade de ser assim com um homem." E ele falou: "Entendo, te deixei sofrendo, né?" Depois disse: "Sério, você não gozou sem eu perceber? Por isso que você tava suando tanto." Eu falei: "Acho que não gozei não." Tudo isso enquanto ele continuava me dedando suavemente na buceta e tirava minha blusa, depois o sutiã, deixando meus peitos à mostra pra massagear eles. Aí ele começou a acelerar e falou: "Vai, mamãe, goza. Quero te ver gozar. Faz isso." Eu, na hora... Comecei a gemer e apertar minhas mãos nos braços dele. Quase na hora, gozei gritando de prazer. Depois me virei rápido, já estava exausta, ele começou a me beijar, tirou o laço que eu tinha no cabelo, tirou minha saia, baixou minha calcinha toda encharcada de lubrificação, me deixou peladinha, tocou minha buceta de novo no meu clitóris, me acendi de novo gemendo acelerado. Ele me perguntou se eu era virgem porque minha buceta parecia bem fechada, eu disse que sim, e ele, surpreso e dando risada, falou: "se não fosse porque tô vendo, não acreditaria que nessa idade você é virgem". Depois disse: "vem cá, o que vamos fazer pra não doer tanto na sua primeira vez: vou chupar sua buceta pra você ficar mais quente e excitada, e aí não dói tanto. Não vou passar lubrificante porque você já tá muito lubrificada com seu fluxo." Então me carregou, me levou pro sofá, me deitou lá e, colocando minha buceta na cara dele, começou a chupar. A língua morna dele passava por toda ela, sugava meu clitóris, eu comecei a gemer, a gritar, ele colocava a mão na minha boca pra eu não fazer tanto barulho. Aquilo foi indescritível e muito prazeroso, eu suava, fincava as unhas no sofá. Fiquei louca. Depois ele se levantou, baixou o short, e pulou de imediato aquele pênis enorme, uns 21cm de comprimento e uns 5cm de grossura, era imenso. Fiquei abismada e falei: "isso não vai caber em mim". Ele disse: "claro que vai, mami, aos poucos vai entrando, mas agora preciso que você coloque na boca. Vamos." E assim fui colocando aos poucos na boca. Engasgava com aquela pica enorme e pensava: "como diabos isso vai caber na minha buceta?" Continuei e continuei chupando até conseguir colocar até a metade. Ele disse: "mami, não tenha medo, ele pode entrar mais porque tanto na boca quanto na buceta e no cu existem músculos que, ao dilatarem, aumentam de tamanho e podem dar entrada a paus tão grandes quanto o meu." Segui os conselhos dele e ele tinha razão: consegui engolir um pouco mais, embora com muito esforço. Depois ele... Me deu um beijo de língua por um tempo enquanto enfiava o dedo na minha buceta, a gente tava tão concentrado e meus gemidos também ajudaram a não ouvir a porta da rua quando o primo dele, uns 24 anos, entrou. Mas o primo, ao ouvir meus gemidos, achou que algo ruim tava rolando, então entrou devagar. Quando viu direito e percebeu que a gente tava era transando, o primo decidiu ficar quieto espiando por um momento, ficou excitado e resolveu voltar pra passar a chave na porta pra trancar, porque ele já tava pensando em se juntar com a gente e formar um trio. Ele ficou mais um tempinho olhando e depois decidiu tirar a roupa pra nos surpreender e entrar de uma vez, o que fez logo depois, quando o primo dele tava prestes a me penetrar. Chega o primo pelado, que acabou de entrar, e nos surpreende. Eu levanto e a gente fica olhando pra ele. Ele diz, em questão de segundos, que quer me comer e que, se a gente não aceitar, ele vai fazer um escândalo e contar pra tia dele quando ela voltar do trabalho. Então a gente aceitou, e eu fiquei com mais medo ainda porque aquele era outro monstro enorme. Era um negão um pouquinho mais alto que o que já tava me penetrando, mas esse era mais musculoso e com outra piroca enorme e grossa. Nunca imaginei que minha primeira vez fosse ser assim, com dois negões enormes que iam me desvirgar. Ele e o primo conversaram e entraram num acordo sobre como iam me penetrar. O que acabou de chegar queria me penetrar analmente, e o outro disse que eu era virgem e que melhor, enquanto um me penetrava vaginalmente, o outro me fazia chupar. E foi assim que fizeram. Quando um começou a me penetrar, senti que minha buceta ia explodir, Deus, que dor e prazer ao mesmo tempo. Eu soltei um grito de dor tão gostoso que ele mandou eu morder um pano enquanto ia pegando o jeito. O outro teve que esperar um bom tempo até eu pegar o gosto pra poder começar a chupar ele, enquanto eu fazia uma punheta com uma das mãos e acariciava ele. Rapidamente, o que tava me penetrando... Disse pro outro pegar uma toalha pra não sujar o sofá de sangue, porque tava saindo um pouco de sangue, aí comecei a sentir uma ardidinha que me fazia chorar de dor e prazer, e ele falou: "fica tranquila, isso é normal e vai passar". O outro primo que entrou por último só ficava calado, ansioso pra meter e me apalpando toda. Depois de um tempão me penetrando devagar e eu não sentir tanta dor, ele começou a meter mais e mais forte, e eu gemendo e gritando que nem uma louca. Mas dessa vez eu não fazia barulho porque tava chupando o que chegou por último, enquanto ele me apertava os peitos. Tava explodindo de felicidade. Depois de um tempão, ele parou de me penetrar pra dar chance pro primo, que veio com tudo pra me dar duro pra caralho. Esse me pegou com menos delicadeza e enfiou aquele pauzão sem misericórdia nenhuma. E eu comecei a chupar o outro, que com carinho me perguntava como eu tava, e eu disse: "tô bem com você", meio sem fôlego e cansada. E ele falou: "ô, mami, você tem que se preparar porque eu quero e vou te penetrar analmente pra te desvirgar de vez e você aprender como é que se sente". Eu falei que não, porque com certeza ia doer mais, e ele disse: "fica tranquila que eu e meu primo vamos ir adaptando essa bunda pra ir engolindo aos poucos nossas picas". Passou um tempão, e aí ele falou: "agora é sua vez por trás". Eles se levantaram, ele me colocou de quatro, meio curvada no sofá, e o primo na frente sentou no braço do sofá de pernas abertas pra eu ir chupando. O que me penetrou por trás primeiro me deu uma chupada no cu que me fez revirar de prazer. Depois que deixou bem dilatado e aberto, foi enfiando devagar, quase igual quando penetrou na buceta, mas dessa vez a dor era mais forte. Enquanto ele massageava meu clitóris, o prazer aumentou. Que gostoso, que delícia. Comecei a gritar e na hora o primo dele... Enfiou o pau dele pra me calar, que delícia que foi. Depois eles trocaram e eu senti de novo aquela outra pica enorme me penetrando violentamente. Ele, me dedando rápido com três dedos que enfiava e tirava sem parar da minha buceta, me fez gozar numa explosão de fluido, mas dessa vez foi menos quantidade e mais ralo. E o negão que eu tinha ido pregar disse: "Uau, você é multiorgásmica". Eu perguntei: "Por quê?" Ele respondeu: "Porque não faz muito tempo que você terminou e já gozou de novo, que bom". Depois de eu ter gozado primeiro, um gozou na minha boca e o outro entre meus peitos. Depois de tudo, já era tarde pra caralho, umas duas da tarde, e eles falaram: "Com certeza tão te procurando". Eu disse que sim, e um deles disse: "Se quiser, vou te dar uma toalha, você toma um banho e se arruma. Depois te acompanhamos perto de onde você está ficando pra ninguém desconfiar de nada, e você, se quiser, fala que se perdeu e que ajudou uma senhora doente". Bom, foi o que eu fiz. E apesar dos irmãos com quem eu estava não terem ficado muito satisfeitos com minha resposta, deixa eu dizer que não me descobriram e valeu a pena o risco que corri ao passar aquele tempão com aqueles monumentos de homens negros, que jamais vão sair das minhas melhores lembranças.
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