La primera vez con mi amigo (relato gay)

Oi, queria contar pra vocês o que rolou com meu amigo uns dias atrás.
Primeiro vou falar como a gente é cada um, e depois parto pra história.

Eu tenho 1,84m e peso 81kg, corpo definido pela academia, cabelo preto, olhos castanhos e pele branca. Me acho bonitão e tenho um jeito forte, às vezes bem egocêntrico.
Meu amigo (vamos chamar de Tomas, mesmo não sendo o nome real) é mais alto que eu, com quase 1,90m e uns 78kg, também atlético porque pratica esporte, e igual a mim tem cabelo escuro e olhos castanhos. A pele lisa dele fica bronzeada o ano todo, melhorando no verão. Também é bonitão e é daqueles caras que são sempre positivos.

Era um dia de muito calor, mais de 30° na sombra e sem um pingo de brisa. Eu tava sozinho em casa, meus pais de férias e meus irmãos na deles. Já enjoado da solidão, chamei o Tomi pra piscina. Lá pelas 14:30 tocaram a campainha e era ele, todo suado por causa da viagem no ônibus lotado. Depois de um tempo xingando o serviço público, ele se trocou na minha frente, já que não tinha ninguém em casa. Até aquele dia, eu nunca tinha reparado no corpo do meu amigo. Peladão na minha frente, eu olhava boquiaberto pro físico que o Tomas tem. Numa dessas, escuto:
— Fala viado, para de olhar minha bunda, ou você gostou de mim?
Se ele soubesse o que eu tava pensando na hora, haha.

Já trocados, fomos direto pra piscina. Nadamos um pouco e depois fomos pegar sol nas espreguiçadeiras. Aproveitando que estávamos sozinhos, me deitei de bruços e abaixei meu short pra pegar um bronzeado completo, sem marcas. Meu amigo passou atrás de mim, zoando que minha bunda era grande. A gente continuou zoando um pouco, até que eu falo:
— Quer ver o que mais eu tenho grande?
— Não tem coragem de mostrar essa piranha, haha — ele respondeu.

E como eu não ia ficar pra trás, nem por orgulho nem porque não tinha o que mostrar, me virei de barriga pra cima, exibindo toda minha rola e minhas bolas pro sol. Meu Meu amigo e eu continuamos zoando sem dar mais bola pro assunto, enquanto a gente conversava, o papo foi pras minas. Contei as coisas novas que fiz com a Agustina (minha namorada) e ele me falou que tinha se engraçado com uma loira bem voluptuosa. Toda essa conversa me deixou meio excitado e a pika tava começando a inchar na frente do meu amigo. Pra sair da situação, me joguei de uma vez na piscina sem pensar, e ele veio atrás. Começamos a brincar, jogando água um no outro, e no meio da zoeira acabamos nos pegando. Consegui ficar atrás dele e, mesmo sem encostar de verdade, minha pika meio dura roçava no corpo dele. Pra escapar do meu aperto, ele pegou nas minhas bolas.

— Eeeepaaa, o que cê tá fazendo??? — falei.
— Hahaha, cê gostou, viado, sai daqui.

Nenhum dos dois tinha tido experiência com outros caras, mesmo eu sendo bi. Já com outras intenções, ofereci pra ele continuar tocando se quisesse, segurando minhas bolas por baixo da água cristalina. No segundo seguinte, ele começou a se aproximar de mim com um sorriso safado no rosto; quando chegou do meu lado, agarrou minha nuca com as duas mãos e me deu um puta beijo. Surpreso com a atitude dele, só fiz acompanhar, enrolando nossas línguas, quando de repente sinto a mão dele descendo pelas minhas costas e parando na minha bunda, enquanto ele sussurrava:

— Faz tempo que quero provar essa bunda.

Meus olhos deviam estar arregalados de surpresa com as palavras dele, nunca tinha dado em cima de mim, ou pelo menos eu achava. Continuando os beijos, comecei a descer minha mão até a virilha dele, que já mostrava sinais de tesão com a pika dura. Fui tocando ele enquanto ele abaixava o short, ficando os dois completamente pelados debaixo d'água.

Na hora, a pika dele ficou dura entre meus dedos curiosos. Minha cabeça tava a mil e eu queria fazer de tudo com meu amigo. A pika dele tem uns 18 ou 19cm x 4 ou 5cm. Enquanto eu continuava batendo uma pra ele, ele começou a fazer círculos no meu cu com uma mão, enquanto com a outra... Eu afastei meus peitos pra facilitar o serviço. Depois de um tempinho de beijos e amassos, saímos da piscina e, sem nos secar, fomos direto pro meu quarto.
Ele sentou na cadeira do computador e, abrindo as pernas, me convidou pra chupar ele. Sem perder um segundo, me ajoelhei perto dele, comecei com uma punheta suave, depois dei uns beijinhos na cabeça da pica dele. Parecia um moleque com chupeta, tava tão tesuda que já não ligava mais que era meu amigo quem tava recebendo o boquete. Continuei chupando o tronco dele como se fosse um pirulito, saboreando as bolas.
– Mmmmm, que delícia como você chupa – meu amigo falava.
Depois de um tempinho chupando aquela pica linda, ele avisou que ia gozar, e como eu não queria que acabasse ali, parei de chupar, enquanto pegava as camisinhas e o lubrificante que uso com minha mina. Joguei uma caixa de camisinha pra ele enquanto eu me ajoelhava de quatro na cama. Sem dizer nada, ele se aproximou e me deu uma lambida dos ovos até meu buraquinho virgem, enquanto separava minhas nádegas e enfiava cada vez mais a língua dentro de mim, enquanto eu gemia baixinho. Era puro prazer.
– Eu sabia que essa bunda pequena ia ser minha.
– Toda sua agora – respondi com uma voz de puta.
Já tinha dois dedos dentro da bunda, quando ele colocou a pica na minha cara pra não broxar enquanto continuava me dilatando, dava pra ver que não era a primeira bunda que ele comia. Quando senti o terceiro dedo entrando, pedi pra ele me comer.
– VAI LOGO, METE!!!
Ele colocou a camisinha e começou a enfiar a cabeça da pica nas minhas entranhas, enquanto falava um monte de coisa, que eu tinha bunda de menina e que ia me foder todo dia. Cada centímetro que entrava no meu cu virgem era como se rasgasse todos os meus músculos, mas o tesão era tanto que eu não falava nada.
– Olha, toca. Tá toda dentro – enquanto eu levava minha mão até os ovos dele, que roçavam nos meus.
A dor era prazer a cada segundo que passava, Tomi ficava parado enquanto meu cu se moldava à pica dele. Depois Depois de alguns minutos, ele tirava uns centímetros e voltava pra dentro de mim. Meu cu já tava se acostumando e quase não sentia mais dor, comecei a soltar uns gemidinhos enquanto meu amigo acelerava os movimentos de mete e tira, cada vez mais rápidos.
— Cê gosta, putinha, sabia que ia gostar.
— Sss... iii... iii, me... ee amooo... ooo... — respondi entre gemidos.

Depois de um tempo me comendo de quatro, ele tirou de uma vez e me jogou de barriga pra cima, segurou meus tornozelos com força e colocou minhas pernas nos ombros dele, voltou a me comer com tudo enquanto esfregava minha rola e me batia uma punheta. Durou uns 15 minutos nessa posição, aí ele parou do meu lado, tirou a camisinha e deixou o pau dele na altura dos meus lábios.
— Quero que você engula todo o leite, putinha.
— Com comida não se brinca. — falei, piscando um olho.
— Que putinha gulosa você é. — respondeu ele, sorrindo.

Eu chupava como se fosse morrer se não fizesse isso. Tentava enfiar tudo na boca, mas quando batia na garganta, dava ânsia. Meus olhos estavam vidrados e algumas lágrimas caíam, mas eu não ia parar, queria meu prêmio. Continuei chupando enquanto olhava nos olhos dele, até que a respiração dele acelerou, o olhar pareceu se perder e o pau começou a pulsar entre meus lábios.
— AAAAHHHHH ENGole TUDO!!! — meu amigo gritou enquanto soltava todo o leite na minha boca.

Senti o esperma quente na língua, provei e tinha um gosto estranho, mas era gostoso. Sem engolir tudo, parei e dei um beijo nele, dividindo a porra gostosa.

Todos suados depois da foda que ele me deu, fomos pro banheiro nos beijando enquanto abríamos o chuveiro e ensaboávamos nossos corpos. Como eu ainda não tinha gozado, meu pau endureceu de novo. Com um olhar cúmplice, meu amigo se ajoelhou no chuveiro e começou a bater uma e chupar meu pau. Depois de um tempo, avisei que ia gozar e ele aumentou o ritmo da punheta, deixando o rosto na altura do meu membro. Com a A calentura que ela tava, começou a sair jato e mais jato de porra direto na cara dela. Quando parou de sair gozo do meu pau, o Tomi chupou até deixar limpinho. Quando terminou, ela se levantou e falou:
—Limpa minha cara, Benja.
Eu lambi todos os restos de porra da cara dela e a gente dividiu num beijo bem apaixonado. Terminamos de tomar banho e nos vestimos pra sair, já que essa era a ideia principal. Sem falar nada do que rolou, entramos no carro e fomos pra festa.


Espero que vocês tenham gostado.
Deixem nos comentários ou mandem privado se quiserem que eu conte outras histórias com meu amigo.

9 comentários - La primera vez con mi amigo (relato gay)

de lo mejor en realtos que lei en poringa!!! una genialidad 10 puntos!!!
Buen post, van cinco puntos, pero tan grande y primera vez ¿y tan poco dolor? ummmmmmmmm
Van cinco puntos
Me encanto ! Si te quedas sin amigos avísame ! Je
que buen relato! queremos mas historias... y fotos tuyas! jeje
ffll22
Tremendo relato como me calentó que ganas de chupar pija
Uh muy bueno que calentura me dio, mandame MP y contame mas por fa!
Me sucedió que un amigo se separó y vivís en mi casa estuvo como tres o cuatro meses sin tener sexo y se masturbaba siempre y yo le decía si lo ayudaba hasta que me dijo que si solo era sexo oral hasta que una vez me dijo te deseo pase las mejores noches