Minha apresentação

Olá, todo mundo, me chamo Victoria, mas prefiro Vicky, pra ser sincera. Tenho 52 anos e encontrei essa página por acaso, procurando uma receita e sem querer acabei num conto erótico. E olha, me excita pra caralho. Depois de alguns dias, resolvi me animar e contar um pouco da minha vida, espero que vocês gostem. Embora hoje eu seja bem liberal e safada kkk, nem sempre foi assim. Foi com 30 anos que começou meu despertar, que depois vou contar. Pra vocês entenderem por que nessa idade, vou dar uma geral sobre mim. Moro numa cidade pequena da Espanha, tenho dois irmãos bem mais velhos que saíram de casa quando eu era pequena. Na escola, sempre fui a menina gordinha e de óculos, e mesmo que eu gostasse de algum garoto, eles nunca ligavam pra mim. Depois que terminei os estudos, comecei a trabalhar num asilo, e meus pais já estavam velhos também, minha mãe tava doente e não podia cuidar da casa. Assim, passei mais de dez anos entre velhinhos e, sinceramente, perdi o interesse e vivia uma vida de freira. Antes de começar minha história, vou me descrever. Não sou nenhuma gostosa, mas é assim que sou: morena, cabelo comprido e bem cacheado, olhos castanhos claros, boca grande com lábios finos e rosto redondo com um pouco de papada. Tenho 1,72m e peso 105 kg, sou uma mulher grande em todos os sentidos. Meu peito é tamanho 120 e copa G. Tenho auréolas bem grandes e mamilos pequenos que quase não aparecem no meio de tanta carne. Tenho uma bunda bem gorda que já me pregou algumas peças, que vou contar depois, e o resto dos quilos se espalha entre a barriga e as coxas. Bom, se quiserem saber mais de mim, é só perguntar nos comentários. Minha história começa no aniversário da minha mãe, com a visita de um dos meus irmãos, a esposa dele, uma filha de 19 anos chamada Rosa e o filho pequeno Alberto, que tinha 11 anos na época. Já tá mais crescidinho agora. A filha do meio tava estudando no exterior. Passamos o dia comendo fora e de tarde voltamos pra casa. pra comer a torta e passar um tempo em família, já que fazia mais de 5 anos que meu irmão não vinha em casa com a mulher e os filhos. Quando a noite chegou, meu irmão, a cunhada e meu sobrinho Alberto foram para um quarto dormir cedo, estavam cansados da viagem de carro. Eu e minha sobrinha ficamos na sala mais um tempinho conversando sobre assuntos bestas. Ela foi no banheiro e eu fui pro meu quarto arrumar a cama dela. Terminei, tirei a roupa e coloquei uma camisola rosa comprida e nada transparente. De velha, como minha sobrinha disse quando viu. Ela entrou enquanto eu me enfiava na cama. Começou a desfazer a mala enquanto me perguntava coisas sobre a cidade.

R – Tita Vicky, amanhã a gente podia sair você e eu pra uma balada e rebolar o esqueleto.

V – Aqui não tem nenhuma balada. Só tem o clube dos idosos. Falei meio rindo.

R – E o que você faz pra se divertir, tita?

V – Nada. Eu cuido de velhos no trabalho e depois dos seus avós em casa. Não tenho tempo pra mais nada.

R – Poxa, que merda. Eu queria sair pra dançar e ver uns caras gostosos.

V – Aqui só tem bruto e caipira sem cultura. Falei tentando cortar o assunto. Mas ela me olhou, agarrando a própria bunda com uma mão, e disse:

R – É isso que eu quero!!! Um brutamontes que me dê o que é meu.

V – E o que é seu?? Perguntei com cara de besta.

R – Titaaa!! Disse surpresa com minha inocência.

R – Umas boa pica. Falou colocando as mãos na frente dela, separando uns 30cm.

V – Cala a boca, menina. Que coisa, hein. Falei ficando vermelha, nunca tinha falado sobre esse assunto.

Teve um momento de silêncio e ela perguntou:

R – Você é virgem, tita??? Disse com um tom de surpresa.

V – Isso não é da sua conta.

R – Sério??? Disse ela, sabendo que minha recusa em responder só confirmava que nunca tinha estado com um homem.

Ela continuou perguntando: e isso, e aquilo. Ficou nessa uns dez minutos. E eu respondia que não. Ela me olhava surpresa e acho que ficou com pena. Chegou perto da minha cama com o celular e disse que ia me mostrar uma coisa, mas que ficaria entre nós duas, que Os pais dela não sabiam que ela tinha namorado. "Esse é meu namorado, tita", disse enquanto me mostrava uma foto dele sem camisa e de cueca. "Continua passando", falou, deixando o celular. A próxima foto era só da cueca marcando claramente que ele tava duro, a seguinte de perfil e já sem cueca, deixando ver o quanto era comprida e dura. Eu continuei passando as fotos...
R: "Cê gosta do meu namorado, tita?"
V: "É bonitinho", falei como se não tivesse interesse.
R: "Ele me deixa louca, e cê viu o tamanho da pica que ele tem? Eu bato uma sozinha pensando nela dentro de mim."
Eu não conseguia tirar os olhos do celular.
V: "É, sim... embora eu não entenda muito, é a primeira vez que vejo uma assim tão dura e ereta. Os velhos que eu cuido quando dou banho têm ela mole e enrugada."
R: "Haha, e o que cê sente ao ver essa?"
V: "A verdade, Rosa, é que tô nervosa e com calor, sem contar a vergonha de ser minha sobrinha quem me ensina essas coisas."
R: "Quem melhor que a família, tita? Além disso, sou experiente. Eu me toco desde os quinze."
A verdade é que eu achava que tinha uma sobrinha meio periguete. E voltei a pensar na pica do namorado dela, que não saía da minha cabeça, nem conseguia tirar os olhos do celular. Ela percebeu que eu não parava de olhar.
R: "Pra ser só bonitinho, cê não para de olhar pro meu namorado, tita", disse com um tom safado.
R: "Aposto que cê molhou a calcinha."
V: "Qual é, mulher, eu não faço essas coi..." falei, levando a mão até a calcinha por baixo da camisola. Mas quando toquei, tive que me calar. Minha sobrinha tinha razão, e tava molhada.
V: "Bom, pode ser que esteja um pouco", falei, corada e envergonhada.
R: "Não se preocupa, tita. Não é nada de mal, e eu vou te ensinar o que cê tem que fazer quando tiver com tesão. Primeiro, a roupa pra fora", disse enquanto tirava a tanga que usava, deixando à mostra a rachinha dela totalmente depilada e os peitinhos firmes, com os mamilos claramente excitados. Eu também fiquei nua. Mas em mim só dava pra ver pelo na ppk. "Cê tem que arrumar o jardim", ela me disse entre risadas. Risadas e surpresa ao ver tanto pelo. Isso fica pra outro dia, hoje vou te ensinar o mais fácil e você já vai praticando. Faz igual eu, falou enquanto sentava na cama e abria as pernas. Eu me coloquei na frente e abri as minhas. Primeiro, molhamos um dedo na boca e enchemos de saliva, depois passamos ele por toda a racha de cima a baixo até ficar molhada. Depois, com uma mão, separei os lábios da buceta e, com a outra, comecei a tocar o clitóris. Eu fazia o mesmo e sentia muito prazer.

V – Rosa? Falei sem parar de esfregar o clitóris.

R – O quê? Tá gostando? Disse ela entre gemidinhos.

V – Sim, muito, mas minhas pernas tão tremendo. Falei meio surpresa, sem saber se era normal.

R – Isso é sinal que cê tá indo bem. Agora mais rápido e sem parar.

E assim eu fiz. Me esfregava o mais rápido que conseguia, e em poucos minutos aconteceu algo que surpreendeu nós duas. Da minha buceta saiu um jato de água e fluidos vaginais que durou poucos segundos, mas o suficiente pra deixar a cama e minha sobrinha completamente ensopadas. Ela ficou paralisada e, na hora, caiu na risada.

R – Já tinha visto em vídeos pornô e tal. Mas nunca vi nem conheci nenhuma mina que gozasse desse jeito.

Ela foi pro chuveiro e eu fui trocar os lençóis. Depois fui tomar banho e, quando saí, ela já tava dormindo. E desde então comecei a me interessar por sexo e pelos prazeres que eu tinha evitado todos esses anos. Espero que tenha gostado e deixe seu comentário pra eu melhorar os próximos. Como não sei qual contar, quero que você escolha entre estes:

1 – Meu primeiro negão.
2 – Meu primeiro ménage.
3 – Com o filho do vizinho.

4 comentários - Minha apresentação

Buen relato vicky yo diría que los 3 mejor
empieza con el primeo y luego sigue con los otros, el comienzo es muy bueno
hola preciosa, mejor cronológicamente, así te conoceremos mejor. un beso