Eva finalmente chega em casa depois da noite mais difícil da sua vida e só tem um dia de descanso antes de voltar ao trabalho, sem saber o que pode esperar por ela lá, vindo de seus colegas.
+ Nos vemos segunda, Evita. Te daria um beijo, mas no momento sua boca me dá nojo; disse o velho cínico.
+ Que você sonhe com os anjinhos.
Peguei minha bolsa e meu casaco e saí do carro. Rapidamente coloquei o casaco. Eram 7 da manhã e algum vizinho poderia me ver naquele estado. Só esperava que o Rubén estivesse dormindo para não me ver aparecendo naquele visual e cheirando a puta barata.
Andei até a entrada do prédio quase correndo e ouvi o velho de merda ir embora. Estava livre. Pelo menos até segunda. Cuspi o preservativo e entrei rápido no prédio.
Eram 7 da manhã. Teria que me apressar, mas provavelmente meu marido estaria dormindo e eu poderia tomar um banho para que ele não suspeitasse do que havia acontecido.
Chamei o elevador rezando para não encontrar nenhum vizinho. Por sorte não tinha ninguém dentro. Quando me vi refletida no espelho, não podia sentir mais vergonha de mim mesma.
Toda minha maquiagem borrada, o batom mal deixava algum resto. No meu cabelo havia vestígios da gozada do Mario que eu nem sabia que estavam lá. Abri meu casaco para me ver e a imagem de puta barata não era menos precisa do que a que eu teria há pouco no distrito industrial. O vestido cheio de manchas do presentinho do Mario. Com marcas de suor. E meu cheiro era uma mistura de tudo um pouco.
O elevador parou no meu andar. Antes de abrir a porta de casa, tirei os sapatos para não acordar meu marido nem meu filho. Entrei em casa e, por sorte, estavam dormindo. Fechei a porta com cuidado. Deixei meu casaco e minha bolsa no cabideiro do corredor e os sapatos no chão. Ali mesmo tirei o vestido. No estado em que estava, era melhor meu marido me pegar pelada do que com o vestido vestido. Coloquei na máquina de lavar para eliminar testes. Mais tarde eu colocaria.
Fui direto para o banheiro, precisava de um bom banho. Tinha medo que a água acordasse meu marido, mas era algo que eu tinha que fazer. Entrei e deixei a água quente me relaxar. Que delícia! Era o que eu precisava. Enquanto me limpava com a esponja, as lembranças dessa noite vinham à minha cabeça. Era estranho, mas depois de tudo que aconteceu, algo estava acontecendo comigo. Me excitava pensar em como me trataram. Lembrar como meus colegas me apalparam na boate. O que eu fiz para o Mário no banheiro… e o Luís… isso foi pior. Mas mesmo assim, não sei porquê, mas me excitava.
Quando percebi, me surpreendi apertando um dos meus mamilos enquanto esfregava a esponja na minha bucetinha. Percebi que com tudo que eu tinha feito, não tinha transado. Nenhum deles tinha enfiado o pau em mim. Talvez fosse isso que estava acontecendo. Eu tinha dado prazer a vários homens, e quase a uma mulher, mas eu não tinha fodido.
Será que meu corpo estava me traindo? Será que minha buceta estava mandando mais que minha cabeça? Ou será que eu estava virando uma tarada sexual? Parei de pensar no meu estado emocional quando já tinha três dedos dentro de mim e, apoiada contra o box do chuveiro, me masturbava como uma louca. Não demorei muito para gozar como uma puta no cio. Agora sim, estava pronta para ir dormir.
Terminei de lavar bem o cabelo, escovei os dentes três vezes para tirar todos os sabores que tinham passado por lá e saí com uma toalha em direção ao nosso quarto. Lá estava ele. Meu marido, o pobre corno. Ele não merecia isso. Era a melhor pessoa que eu tinha conhecido na minha vida. Por que eu tinha feito aquilo? Se eu não tivesse caído nas tentações do Mário, nada disso teria acontecido. Como seria minha vida no trabalho agora? Me deitei na cama ao lado do meu marido. Ele me notou e perguntou meio sonolento:
+ Tudo bem, amor?
- Tudo, amor, cansada. Dorme que é cedo; e dei um beijinho nos lábios dele.
Me virei e ele me abraçou fazendo a típica conchinha. Por que sou tão puta? Fui dormir com essa pergunta na cabeça.
Quando acordei, já era hora do almoço. Minha cabeça doía da ressaca, mas tentei disfarçar pra o Rubén não perceber.
"Como foi a noite, safada?" ele disse, sem saber o quanto acertou com esse apelido.
"Foi bem, normal, sabe como é... aquele jantar de empresa de todo ano", tentei diminuir a importância.
"Pois é, mas você chegou bem mais tarde que nos outros anos", ele respondeu.
"É... eu e algumas colegas acabamos conversando, bebendo e esperamos o metrô abrir", menti em cada palavra que saiu da minha boca.
"Tá certa, amor. Às vezes tem que desligar mesmo. No próximo final de semana sou eu que vou sair, hein!" ele falou rindo.
O dia passou como qualquer outro. Exceto que minha cabeça não parava de pensar no que aconteceu e, principalmente, no que me esperava a partir de agora.
Quando chegou a noite, eu estava com muito tesão de novo. Procurei meu marido e acabamos transando como há muito tempo não fazíamos.
"O que foi, gata? Tá bem safadinha. Ficou com tesão ontem à noite?" ele perguntou... Se você soubesse, amor...
Acordei com o despertador do celular. Não tinha dormido muito por causa dos nervos. E agora estava pior. Troquei meu café matinal por um chá de erva-doce. Tinha que encarar a situação. Deixei meu filho na creche e fui trabalhar.
As primeiras horas foram normais. Naquele dia eu dividia o turno na padaria com a Nuria. A chefe da seção de panaderia.
A Nuria tinha 26 anos. Era uma garota muito bonita de rosto, morena de olhos castanhos, meio cheinha, sem chegar a ser gorda. Uns peitos um pouco maiores que os meus atuais, graças a esse excesso de peso, e uma bunda à altura. As más línguas diziam que ela era lésbica. Isso e trabalhar na padaria fizeram com que ela carregasse o apelido de sapatão nas costas. A verdade é que ninguém conhecia namorada dela, mas pra mim isso não importava nem um pouco. Ela era uma garota muito simpática e eu me dava super bem com ela, mesmo ela sendo minha chefe. direta.
+ Cadê você na outra noite? Sumiu.
- Por aí, dançando. Fui pra casa cedo; não quis dar detalhes pra não estragar tudo.
+ Te vi toda grudada no Mario. O que foi, ele conseguiu o que tá querendo há tanto tempo?; disse ela rindo baixinho.
- Ah, para de ser boba. Que coisa, hein. É só que tem que deixar ele feliz. Ele é o encarregado; falei brincando.
Não aguentava mais a dúvida se o Luis estava na loja. Então passei na frutaria e vi que só a Yolanda estava lá.
Yolanda era uma frutera colombiana de uns 35 anos, colega do Luis, que tinha nojo dele assim como eu. Tinha o corpo típico de colombiana de novela. Peitão e bunda empinada. Por isso o apelido dela era "a melões". Lá quase todo mundo tinha um. Quando os caras não inventavam, era a foxy da Elena que cuidava de dar o apelado. A outra frutera, que trabalharia hoje à tarde, chamam de "a peritas". Dá pra imaginar o porquê.
- Oi Yoli, tá sozinha hoje?; perguntei pra me certificar.
+ Sim, amor. Melhor sozinha que mal acompanhada. Né?; ela me respondeu.
- Pois é; disse sorrindo pela graça e pela tranquilidade que isso me dava.
Já mais tranquila, sabendo que o Luis não me incomodaria hoje, continuei trabalhando com a Nuria. O dia estava bem calmo e a Nuria me mandou fazer um pequeno inventário do que tínhamos no estoque enquanto ela atendia na padaria.
Tava nisso, contando caixas no estoque gelado, quando senti umas mãos me abraçando pela cintura.
+ Oi, gostosa; era o Mario, a voz e o cheiro dele eram fáceis de reconhecer.
- Oi, Mario; disse seca.
+ Como tá minha putinha hoje?; tava claro que ele não ia deixar passar o que aconteceu naquela noite.
- Psiu! Alguém pode ouvir; falei quase sussurrando. +Aqui não tem nenhuma putinha; o moleque repetiu de novo.
-O que você quer, Mário? O que foi, a Elena não te dá mais bola?; respondi com deboche.
+ Por que você diz isso?; ele disse, soltando minha cintura.
-Você deve saber.
+ O que foi, tá com ciúmes? Lembro que é você que é casada; ele disse, me dando um golpe baixo.
-Pois é por isso. Melhor a gente esquecer o que aconteceu.
+Eu não consigo esquecer. E você também não, né, safadinha; ele disse, me agarrando de novo, dessa vez pelos peitos.
-Para, Mário. Aqui não, podem nos ver; falei assustada, com medo de alguém entrar.
+ Já esqueceu quem manda aqui?; ele disse, desabotoando minha blusa.
-Por favor, Mário, para. Vão nos pegar…
+Vem; ele ordenou.
Segui ele até uma porta no depósito que ficava sempre trancada. Ele tirou uma chave e abriu. Era uma espécie de quartinho do lixo, que só tinha uns dois baldes e umas caixas de papelão dobradas. Acendeu a luz, que era só uma lâmpada fraca, e fechou a porta com a gente lá dentro.
+Aqui ninguém vai nos ver; disse Mário.
-O que você quer, Mário? Já falei que a gente tem que esquecer o que aconteceu.
+Agora não vem fazer de esposa direitinha. Naquela noite você me mostrou a gostosa, e é ela que eu quero ver de agora em diante; ele disse, terminando de desabotoar minha blusa. Por sorte eu sempre usava uma camiseta por baixo pra não deixar o sutiã transparente.
-Eu estava bêbada, não leva a sério. Por favor, deixa isso pra lá; tentei convencê-lo.
+Bom, se o problema é esse, eu tenho a solução; ele disse, tirando um baseado do bolso da camisa.
-Você tá louco? Quer que a gente seja demitido?
+Aqui ninguém vai descobrir; ele disse, acendendo. Vem cá, quero ver esses peitos enquanto fumo isso", disse ele, soprando a fumaça na minha cara.
Não me pergunte por quê. Dizer que foi porque a erva me deixou chapada seria besteira. Mas fiz o que ele pediu. Tirei a blusa, depois a camiseta e por último deixei meu sutiã cair no chão.
"Hmmm, que visão linda. Isso que é vida. Fumar um baseado com esses melões na minha frente. E ainda dizem que o trabalho é duro."
"Você gosta? Ou gosta mais dos da Elena?", perguntei, provocando.
"Pra falar a verdade, os da Elena são mais empinados", ele respondeu.
"É o que o silicone faz. O que foi, você já viu os dela?"
"Pode ser... mas com certeza os seus balançam mais."
"Não sei. Pergunta pra ela", disse, com ciúmes.
"Já sei como os dela balançam. Melhor me mostrar como os seus fazem."
"O quê?", perguntei, surpresa.
"Que balance. Tô com vontade de ver esses melões balançando enquanto fumo esse beck", disse ele, soprando a fumaça na minha cara de novo.
Não sei o que esse moleque tinha sobre mim. Acabei fazendo o que ele pediu. Comecei a pular com meus peitos ao ar. Enquanto isso, ele ria e curtia seu baseado.
"Hmm! Não dói ter eles tão grandes?"
"Um pouco", respondi, continuando a pular.
"Vamos, põe as mãos atrás da nuca e pula mais forte."
Fiz o que ele pediu e comecei a pular com mais ímpeto.
"Mais, mais. Vamos, até onde você consegue."
Comecei a me sentir ridícula. Mas obedeci. Pegando impulso e pulando com todas as minhas forças.
"Hahahahaha!" Não sei se era o efeito da erva ou meu espetáculo, mas ele estava se cagando de rir de mim.
"Posso parar agora?", pedi.
"Hmmm? Abaixa a calça enquanto pula e eu penso", disse o filho da puta.
Fiz o que ele pediu para seu entretenimento. Como pude. Desabotoei as calças e as abaixei até as coxas. Dali pra baixo, elas desceram sozinhas até os pés com meus pulinhos.
+ E essa calcinha de véia? Prefiro os fio-dental como o da janta.
- Não esperava que ninguém fosse me ver assim; falei enquanto continuava pulando.
+Vale, para agora; ele disse, se aproximando de mim.
Me agarrou pela bunda e me beijou na boca. Bom, na verdade nos beijamos. De novo eu estava rendida aos pés daquele garotão. Ele puxou minha calcinha pra cima, deixando ela como um fio-dental enfiado na minha bunda.
+Assim você tá melhor.
-Como você quiser; falei rendida por aquele beijo.
+Ajoelha.
Eu sabia o que aquilo significava. Então me ajoelhei e esperei ele tirar o pau pra fora pra depois enfiar na minha boca e saborear como se não tivesse comido há dias. Deixei ele dentro da minha boca até crescer tanto que não consegui mais manter tudo dentro. Me dediquei então a chupar da melhor maneira que sabia. Lambendo desde a cabecinha até as bolas e depois enfiando ele inteiro até fazer cócegas na minha garganta.
Quando ele cansou, disse:
+Vou te dar o que faltou naquela noite, putinha.
Me pegou pelos mamilos e me levou puxando por eles até uma das lixeiras. Me fez dobrar, apoiando meu peito na tampa, deixando minha bunda exposta.
De uma puxada, ele abaixou minha calcinha até os joelhos e começou a passar a mão desde minha buceta até meu cu. Assim várias vezes, pro meu prazer.
+Hmm, por onde enfio isso aqui?; disse passando a ponta do pau dele do mesmo jeito que antes passava a mão.
-Me fode na buceta, por favor; pedi submissamente.
+Bom, por ser a primeira vez, vou cumprir seu desejo. Mas amanhã venha preparada pra eu te arrombar o cu.
-O que você quiser, Mario; falei sem pensar no que me esperaria amanhã.
Ele não encheu linguiça e enfiou de uma vez. Por sorte eu estava encharcada. Começou uma bombada suave que aos poucos foi acelerando. Tive que me segurar na lixeira pra não cair com as investidas. que me dava.
+Levanta. Assim não vejo como suas tetas balançam.
Ergui meu peito, deixando só minha barriga apoiada no balde, para que ele pudesse curtir vendo minhas tetonas se mexendo no ritmo das suas enfiadas.
Eu sentia que ia gozar a qualquer momento. E ainda não sei por que, eu disse:
- Tô quase gozando. Posso?
+ Hahaha! Assim que eu gosto, putinha, pedindo permissão pro seu senhor. Como se pede?
- Por favor, meu senhor, me dá permissão pra gozar?; disse entre gemidos.
+ Pode, gostosa.
E como se ele tivesse apertado um botão, tive o orgasmo mais gostoso da minha vida. Minhas pernas falharam e, se não fosse por ele continuar metendo na minha buceta, eu teria caído no chão.
Ele aguentou mais alguns minutos. E quando eu já estava quase lá de novo, me dei conta de que ele não podia gozar dentro.
- Não goza dentro, por favor. Não tomo pílula nem nada.
+ Como se pedem as coisas?; eu já tinha dito "por favor", o que ele queria… ah, claro…
- Meu senhor, eu suplico que não goze dentro da minha buceta pra não me deixar grávida de novo.
+ Hahaha! Você aprende muito rápido. E onde você quer que eu goze, gostosa?
- Onde o senhor quiser; disse à beira de outro orgasmo.
Naquele momento, ele tirou o pau da minha buceta e disse:
+ Então vai ser no seu cu, assim você vai sentir ele molhadinho o resto do dia.
Ele tirou da minha buceta, pra minha infelicidade, e depois de se masturbar um pouco, gozou na minha bunda, enchendo tudo de porra grossa. Chegou a me sujar até as pernas. Ele puxou minha calcinha e colocou de volta como se fosse um fio dental.
+ Limpa. Uma coisa é você ficar com a calcinha suja, outra é sujar minha cueca.
Me ajoelhei, com ele ainda de calça abaixada, e limpei com minha boca. Quando ele achou que estava bem limpo, guardou o pau e, abrindo a porta, disse:
+ Agora com certeza você trabalha mais relaxada, hehe!; e foi embora, me deixando ajoelhada ali.
Me vesti o mais rápido que pude. Sem me limpar, como ele tinha mandado. Não sei por que continuei obedecendo… obedecendo, se estava claro que ele tava brincando comigo. E com certeza teria comido a rabuda da Elena naquela noite. Saí e voltei pra padaria. A Nuria já devia estar sentindo minha falta.
Quando cheguei, ela tava atendendo uma mulher. Quando terminou, me disse:
+ Onde você tinha se metido?
– Desculpa, Neri, aquele chato do Mario ficou me enchendo, "faz isso, faz aquilo"... não tava mentindo.
+ É que se você não dá bola, ele fica emburrado, vai ter que ser mais carinhosa com ele – ela falou rindo.
– É, deve ser isso.
+ Aliás, o Victor veio aqui, disse pra você ir procurar ele pra subir no escritório do Alfredo, que tinham que assinar algo sobre as roupas.
– Victor? – perguntei estranhada.
+ É, sei lá. Pergunta pra ele. O Alfredo não tá agora, vem à tarde.
O Alfredo era o gerente da loja e o Victor era muito amigo dele. Às vezes ele se achava no direito de agir como encarregado quando o Alfredo não tava.
– Bom, então se não te atrapalhar, vou agora – falei, pedindo permissão pra me ausentar de novo.
+ Vai, tranquila. Tá bem calmo hoje.
Fiquei dando voltas pela loja procurando o Victor, quando esbarrei no Carlos, que me disse:
+ O Victor tá te procurando.
– E eu tô procurando ele – respondi.
+ Ele tá lá em cima, vamos que eu também tenho que subir.
Subimos os dois pro escritório e lá tava o Victor sentado na cadeira do Alfredo.
+ Oi, Evita. Tudo bem a ressaca? – o Victor me cumprimentou.
– Tudo – respondi secamente, não queria lembrar o que aconteceu na boate com eles dois e o Luis.
– O que é que eu tenho que assinar? – perguntei, querendo sair dali o mais rápido possível.
+ Não, assinar não precisa. É pra te avisar que você tem que mudar algumas coisas no seu uniforme.
– Como assim? – perguntei confusa.
+ É, olha só. Segundo as normas da empresa, tem coisas que você não tá fazendo certo.
– Do que você tá falando? – falei irritada e preocupada.
+ Pois é, por exemplo, a gente notou que debaixo da camisa do uniforme você tá usando uma camiseta sua. E isso não pode.
– Mas que bobagem É essa. Quase todas nós usamos. A camisa é branca e fica transparente; eu disse, me justificando.
+ Tá bom, mas é o uniforme da empresa e você tem que seguir as regras; ele disse, fazendo de chefe o babaca.
- E as outras garotas? Todas nós vamos ter que ficar mostrando o sutiã.
+ Do resto não se preocupe. Você se preocupe em colocar um sutiã bonito; Carlos disse, tirando sarro de mim.
- Não sei do que vocês estão falando, mas estão passando dos limites; eu disse, irritada.
+ Pois não fica feio. Olha só se você acha que o único que vai se divertir aqui vai ser o Mario.
Será que esses dois também sabiam da boate? É bem possível, por isso se comportaram assim comigo junto com o Luis. Tinha que confirmar antes de mandá-los pra merda.
- Do que você está falando?
+ Pois é, se tem uma puta na loja, temos que aproveitar todos; respondeu Carlos.
+ Claro, ou a gente come todo mundo ou a puta vai pro rio! HAHAHA!; disse Victor.
- Vão se foder. Eu não sou nenhuma puta.
+ Não é o que o Luis me contou.
Aquilo foi uma sentença. Se eles estavam sabendo do Mario, e do Luis, eu estava em sérios problemas.
- O que, o que tem com o Luis?; gaguejei de nervosa.
+ Pra você o que eu vou contar, puta de rua; estava claro, eles sabiam de tudo.
- O Luis me chantageou. É um porco. Vocês têm que me ajudar; eu disse, tentando colocá-los do meu lado.
+ Já, já, sabemos o que o Luis fez com você. Quer ver quem você acha que passou as fotos? Hahaha!
Estava claro. Foi algum deles que tirou minhas fotos no banheiro. Longe de me ajudar, esses filhos da puta queriam se aproveitar da situação.
- O que vocês querem?; perguntei. Com a esperança de que com um "trabalhinho" me deixassem em paz.
+ Já te dissemos, que você seja a puta do supermercado; sentenciou Victor.
- Por favor, não façam isso comigo. Faço o que vocês pedirem agora mesmo e apagam as fotos.
+ Hahaha! Não, não. Preferimos ter você todo dia pra brincar com você como a gente quiser.
+ E pra você ir se adequando à sua novo cargo na empresa. Nós nos demos ao trabalho de arrumar um uniforme mais adequado pra você; disse Carlos.
- O quê?; perguntei.
+ É verdade; disse Victor levantando da cadeira e pegando algo do armário do escritório.
- Não podemos deixar você ir com aquele vestido de putona do outro dia. Você tem que usar uniforme, mas esse vai ficar melhor que o que você tá usando; acrescentou, tirando um uniforme novo igual ao meu.
+ Vamos, experimenta. Vamos ver como fica em você; Carlos me indicou.
Peguei o uniforme com cara de poucos amigos e fiz menção de ir me trocar no vestiário.
+ Onde você acha que vai?
- Pro vestiário. Vocês não querem que eu vista?
+ E pra que você vai se embora? Faz aqui mesmo assim a gente vê a mercadoria; disse Victor.
Olhei pra eles e estava claro que não estavam brincando. Que tonta eu era se achava que ia ser tão simples. Pra que prolongar. Estava claro que me ver pelada não era o pior que ia me acontecer. Além do mais, já me tinham visto no banheiro. Comecei tirando a camisa.
+ Joga fora, colocando a roupa velha na sacola. Não vai mais precisar; disse Carlos.
Fiz o que ele pediu. Tirei as botas de trabalho pra poder tirar a calça. E por último tirei minha camiseta de baixo. Já estava só de calcinha e sutiã na frente daqueles dois porcos.
- Olha só, se é puta que até de calcinha ela enfia no cu; disse Carlos me olhando por trás.
+ Deixa ver. Dá uma volta; Victor me ordenou.
Assim fiz, deixando que contemplassem minha bunda. Espero que não desse pra notar a porra do Mario.
+ É verdade, é puta mesmo; declarou Victor.
+ A partir de amanhã, nada de calcinha de véia. Tanguinha pra alegrar os clientes; acrescentou.
+ E os funcionários também! Hahaha!; disse Carlos.
Não eram os primeiros a me dizer isso hoje...
+ Vamos, experimenta seu uniforme novo; Victor me ordenou.
Pegando a calça, percebi que era bem mais apertada que a que eu usava. As calças do uniforme são brancas, como a camisa, e isso não ajudaria a disfarçar nada da minha anatomia. Me Fui colocando e confirmei que era assim mesmo. Ficaram justos. Quase como uma segunda pele. Consegui abotoar com dificuldade. Quando os coloquei, percebi que ficaram um pouco curtos e mais baixos na cintura do que deveriam.
"Vira de costas pra gente ver como ficou", ordenou Victor da sua cadeira.
Obedeci e dei as costas.
"Muito bom. Agora se abaixa como se fosse pegar algo". Fiz o que ele pediu.
"Perfeito, exatamente como havíamos pensado. Com essa calcinha não vale muito, mas com um thong sexy vai valer a pena", disse Carlos enquanto eu continuava abaixada para eles.
"Sim, e tenta usar tangas de cores bonitas. Vamos ver se temos sorte e se fica transparente como o vestido do jantar", disse o porco do Victor.
"Como vocês mandarem", respondi submissa daquela posição.
"Vamos, a camisa", ordenou Victor, que estava no comando.
Me endireitei e peguei a camisa. Como era de se suspeitar, também era menor. Ao vestir, não tive muitos problemas, mas abotoar era outra história. A área dos meus peitos mal se unia. E quando consegui, ficou tão apertado que os espaços entre os botões ficaram abertos.
"Perfeita. Exatamente como a puta do supermercado deve se exibir", disse Carlos.
"Sim, mas está muito abotoada", disse Victor, levantando da cadeira.
Ele se aproximou de mim e desabotoou o último botão, dizendo:
"Assim está melhor. E pra você não ter a tentação de abotoar..."
Pegou uma tesoura da mesa e cortou aquele botão.
"Muito melhor, hehehe!", seu companheiro riu da ideia.
"Vamos, apoie as mãos na mesa e se abaixe", disse Victor.
Fiz o que ele pediu, ficando com meus peitos pendurados na direção de Victor e com minha bunda exposta para Carlos.
"Excelente. Deixa ver o necessário. Como está aí atrás?", perguntou a Carlos.
"Muito bem. Falta o thong, mas ela tem um cuzão".
"Tenho certeza que sua amiga sapatão vai adorar seu novo uniforme", disse Victor, referindo-se a Nuria.
"Hahaha! Com certeza ela vai te fazer catar migalhas de pão do chão o dia todo, hahaha! O idiota do Carlos ria. "Para terminar, põe isso que você nunca usa e é obrigatório no regulamento da empresa", ele disse, me entregando o lenço de pescoço e o gorro de padaria. É verdade que todas temos que usar o lenço no pescoço. E em cada seção temos um gorro, mas quase ninguém usa. É muito ridículo e o gerente da loja não se importa. Como não valia a pena discutir, eu coloquei. "Perfeito. Está ficando tarde e não queremos que a sapatão fique brava, então calça as botas. Que a gente depois calça as nossas junto com você. HAHAHA!", os dois riram. Calcei as botas e saí, fechando a porta do escritório. Quando entrei na loja, me senti super ridícula com essa roupa. Já ia chamar bastante atenção com essa roupa tão justa e o sutiã aparecendo. Além disso, tinha que usar o gorrinho e o lenço para dar um visual mais ridículo ainda. Fui direto para a padaria. Atrás do balcão ficaria mais coberta. Quando cheguei, ela estava com cara de brava. Mas ao me ver com essa roupa, seus olhos abriram que pareciam pratos. "E esse uniforme? Não ficou meio pequeno, não?", ela disse, tentando não rir. "É... é que me chamaram a atenção do pessoal por não estar com o uniforme completo." "Por isso o gorrinho e o lenço, né? Mas essa camisa ficou pequena, seus peitos vão pular para fora", ela disse, aludindo aos meus seios. "Não tinham outra e a minha estava suja. Melhor usar isso do que ser penalizada", inventei para me justificar. "Sim, isso sim. Bom, põe-se para trabalhar que você teve um dia que não fez nada", ela me disse. Ela tinha razão. Entre o Mario e esses dois, passei quase a manhã toda sem trabalhar na padaria. Pus-me a trabalhar. Meu novo uniforme não passava despercebido. As clientes me olhavam com cara de desaprovação. Mas os homens não se importavam. Até eram mais simpáticos. Principalmente os velhinhos que vêm comprar pão. "Me dá um quarto desses croissants de abaixo; um senhor me chamou. -Desses?; perguntei, agachada, apontando para eles. +Não, melhor aqueles pães de chocolate que você tem ali atrás; ele disse de novo. -Quantos quer?; perguntei, dando as costas. +Não, melhor deixa, minha mulher é diabética e não pode comer. Me dá só uma barra de pão; disse o velho que claramente estava me enrolando pra me ver bem. -Tome, senhor. +Muito obrigado, gata. Cuidado que sua blusa desabotoou; o veio me avisou. Que vergonha! Não sabia há quanto tempo estava assim. Certeza que por isso ele ficou me fazendo dar voltas. A Nuria ria baixinho. -Mas que sacana! Podia ter me avisado. + Hahaha! Mas com essa blusa você tá pedindo mesmo. -Mas pra isso você tá aí, que é a chefe. Pra eu não passar vergonha. +É por isso mesmo. Ah, assim com certeza as vendas aumentam, hehe!; disse rindo. +Vem cá, pega os sacos das barras que eu derrubei. -Você é muito desastrada, né?; falei, olhando como o chão estava cheio dos saquinhos onde colocamos o pão. +É que você me distrai; ela disse, rindo de novo. Parece que aqueles dois babacas tinham razão e no final a Nuria ia ser lésbica mesmo. Me agachei pra ir pegando e senti que ela não tirava os olhos da minha bunda. Certeza que dava pra ver minha calcinha. Decidi ficar pegando de joelhos, mas acho que me ver de quatro, andando pelo chão de saco em saco, foi um espetáculo ainda melhor pra minha chefe. A manhã tinha passado rápido e bem tranquila depois disso. Muitos olhares quentes de clientes e colegas, e algum comentário mais ousado. Quase dava pra dizer que fiquei um pouco excitada. Principalmente quando peguei a Nuria olhando meu decote lá de cima do banquinho, enquanto arrumava uns preços. Eu nunca tinha gostado de mulheres, mas sempre é um elogio perceber que você deixa alguém com tesão. Já estava quase no fim do meu turno quando o Víctor apareceu na padaria. +Evita; antes de ir, sobe lá em cima que tá faltando assinar uma coisa. -Tá bom; respondi secamente, quase sem olhar pra ele. Com certeza aquele filho da puta tinha mais alguma coisa pra me fazer antes que eu pudesse ir pra casa. +E me traz uma daquelas barrinhas de pão pequenininhas que você tem aí. Que hoje tenho que ficar pra almoçar aqui e me deu vontade; disse apontando para os colines. -Olha só, parece uma criança. Isso aí tá muito duro pra você. Vai quebrar seus dentes; disse a Nuria brincando. + Hehe! Não se preocupa, quanto mais duro melhor. Escolhe você que é a especialista; disse Victor pra Nuria. -Esse. Duro e grande, caso precise te dar na cabeça com ele; brincou a Nuria. +Perfeito. Sabia que você escolheria bem. Traz quando subir e depois eu pago; disse Victor. -Tá bom; falei de novo, pensando no que ele teria planejado pra mim. Nada de bom, com certeza. 20 minutos antes de acabar meu turno, a Nuria me disse pra subir pra não me atrasar pra ir embora. +Não esquece o coline. E já sabe, se ele ficar de babaquice, dá uma pancada na cabeça dele; ela dizia brincando. -Obrigada, Nuri; eu não tava a fim de brincadeiras… Subi com minhas coisas e o coline na mão pro escritório. Bati na porta e o Victor disse: + Quem é? -Sou a Eva. + Que Eva?; perguntou o imbecil. Não tinha mais ninguém com esse nome na loja. Com certeza ele queria me humilhar. Abri a porta sem mais nada. Lá dentro estavam Victor e seu fiel acompanhante Carlos. + O que você tá fazendo?; ele disse ao me ver dentro. -Você me disse pra subir. +Sim. Mas eu perguntei quem era e você não respondeu. -Eu respondi. Disse que era a Eva. +Mas é que você não é mais a Eva agora. Você é a putinha do super, não lembra? Era isso que aquele porco queria ouvir. +Vamos, sai e vamos tentar de novo. Olhei pra ele com cara de ódio. Ele fez um gesto com a mão pra eu sair. Decidi fazer logo pra acabar com isso e não chegar atrasada em casa. Fechei a porta e bati de novo. + Quem é?; perguntou com ironia. -Sou a Eva, a putinha do Super; disse pra minha própria humilhação. +Ah sim, você Estávamos esperando. Entra; disse o imbecil.
Entrei no escritório.
- Pego seu pãozinho. Aproveite; falei com nojo.
+ Não. É pra você; respondeu ele.
+ Como está quase na hora do almoço e você deve estar com fome, pensamos em te dar comida; disse agora Carlos.
- Não estou com fome; falei pra eles.
+ Vem cá, bobinha, você tem que comer bem pra produzir porra pro seu bebê; disse Carlos de novo.
Como sabia que era absurdo discutir, fui levar o pãozinho à boca pra acabar com isso.
+ Nããão. Pela boca não, putinha. Você tem que comer pela buceta; disse agora Victor.
- O quê?; perguntei alucinada.
+ Não acho que você seja tão burra. Que enfie isso na sua buceta. Queremos ver como você fode com o pão que sua amiga sapatão escolheu pra você; esclareceu Victor.
Eu estava alucinando. Que mentes esses caras da loja têm. Cada um é mais pervertido que o outro. Sabendo que não tinha opção, abaixei minha calça com esforço.
+ Tira ela. Não vai querer que manche, é nova; disse Carlos.
Sem olhar pra ele, fiz o que ele pediu e, antecipando sua próxima ordem, tirei minha calcinha. Deixe tudo numa cadeira.
+ Eu diria pra você chupar antes de enfiar, como faz tão bem com os paus. Mas não queremos que ele perca "a ereção" hahaha!; disse Carlos fazendo o engraçadinho.
+ Abre bem as pernas e enfia devagarinho, queremos aproveitar a vista.
Olhando pros dois com cara de ódio. Abri minhas pernas e, de pé como estava, me preparei pra me violentar com aquele pedaço de pão duro. Antes de enfiar, fui acariciar minha buceta pra lubrificar um pouco, mas não precisava. Incompreensivelmente, estava encharcada. Coloquei a ponta do pãozinho na minha entrada e devagar fui enfiando na minha xoxota.
+ Como é que o pão da Nuria faz?; disse Victor.
+ Aposto que a sapatão hoje leva um pra casa pra fazer o mesmo que você, pensando nos seus peitos; disse Carlos zombando.
Essa imagem veio à minha cabeça. Nuria em casa, de pernas abertas, completamente nua, se fodendo com o Colin pensando em mim. Não sei o que deu em mim, mas me excitava pensar que podia ser verdade.
Quando percebi, estava metendo com vontade na minha buceta para o prazer dele. Enfiava e puxava o pão como se fosse um vibrador.
"Olha só como ela curte, a putinha", disse Carlos.
"Claro, ela faz de difícil, mas no fundo adora. O Luis já avisou", comentou Victor.
Esses dois estavam conluio com o Luis. Com certeza ele tinha contado cada coisa que me fez no pólo industrial. Isso não podia ser bom. Ele tinha aberto a mente deles para fazerem qualquer coisa comigo.
"Já chega de você curtir sozinha", disse Victor.
Victor se levantou da cadeira e se aproximou de mim. Agora tinha um de cada lado enquanto eu continuava metendo com o pão. Eles começaram a me apalpar. Carlos pegou meu peito direito e Victor o esquerdo.
Isso não ajudava a me acalmar. As mãos deles, junto com meu vibrador improvisado, estavam me deixando com muito tesão. Victor soltou meu peito e foi para minha bunda. Primeiro acariciando, depois se agachando na frente e abrindo ela com as mãos. Deixando meu cuzinho exposto aos olhos dele. Meu tesão só aumentava e, sem querer, eu tinha me curvado um pouco para frente para facilitar o acesso à minha bunda para aquele filho da puta.
Enquanto isso, Carlos tinha desabotoado minha blusa e soltado meu sutiã. Agora ele se divertia apertando meus peitos grandes. Inchados pelo leite acumulado da manhã toda. Não demorou para começar a sair jatos de leite dos meus mamilos para a diversão dele.
"Hahahaha! Olha como ela esguicha. Vou chamar ela de 'a ordenhada'! Hahaha!", dizia Carlos.
Mas Victor estava ocupado com minha bunda. Abrindo minhas nádegas com as mãos, começou a lamber meu buraquinho traseiro. Eles estavam me deixando louca de prazer, esses dois porcos. Eu continuava metendo com o pão num ritmo frenético. Não faltava muito para eu gozar quando Victor parou de trabalhar minha bunda, dizendo:
"É hora de te dar sua comida", e acompanhou com uma palmada sonora na minha bunda.
"Sim, que já estou a ponto de explodir; segundo Carlos.
+De joelhos, vadia; me ordenou Víctor.
O que fiz num instante, como uma mola. Eles abaixaram as calças e tiraram os paus quase sincronizados. Já estavam bem duros e eu, com o tesão que estava, não os fiz esperar. Fui primeiro na do Víctor, enfiando na boca e chupando como se fosse um picolé. Enquanto isso, com a mão, punhetava o Carlos para que não se sentisse abandonado.
+Assim mesmo, foxy, chupa; ele dizia.
Ele tinha uma rola longa e um pouco curvada para cima. Não era a mais bonita que já tinha visto, mas isso pouco importava. Mudei para a do Carlos, lambendo do tronco até a ponta para depois enfiar toda. Essa era menor. Entrava praticamente sem problemas. E durante tudo isso, eu continuava me fodendo com meu consolo improvisado. Estava a mil.
+Já chega. Vem aqui que eu vou foder essa boca; disse Víctor, me puxando pelo cabelo e me levando até sua rola.
Começou um vai e vem frenético na minha boca. Minha baba escorria, encharcando meus peitos que estavam para fora do sutiã, como Carlos os tinha deixado. Quase não conseguia respirar, mas pouco me importava, de tão excitada que estava. Ele tirou a rola e aproveitei para pegar ar. No instante seguinte, a do Carlos estava dentro, me fodendo de um jeito tão selvagem ou mais que seu companheiro.
+Me dá esse consolo, foxy, que já deu de curtir sozinha; disse o filho da puta do Víctor.
Tirei o consolo da minha buceta, para minha tristeza, e o entreguei como pude, já que Carlos não parou um segundo de enfiar na minha garganta.
+Caralho, como você deixou isso, Promíscua; ele disse ao ver.
+Abre bem a boca; me ordenou.
Como se tivessem combinado, Carlos parou de me foder, deixando sua rola dentro. Víctor enfiou o consolo na minha boca, fazendo com que eu a abrisse como nunca na vida.
+Você gosta, hein, foxy!; dizia Carlos.
Começaram a me foder pela boca. Um com a rola e outro com o brinquedo. Agora sim, eu estava engasgando, quase não conseguia respirar. Comecei a dar tapas nas pernas deles para que parassem, mas eles só se riam. Quando achei que ia vomitar, tiraram de mim. Enquanto tentava recuperar o fôlego, começaram a me dar tapas na cara com seus paus.
+Olha só, a putinha tá toda babada – disse Carlos.
+É hora de encher ela com outra coisa – falou Victor.
+Faz um sanduíche de rola nisso aqui – Victor me ordenou, colocando o pãozinho no meu decote.
Não entendia o que queriam conseguir com aquilo. Acho que só me humilhar ainda mais. A essa altura, já pouco me importava. Coloquei uma mão em cada teta, apertando aquele pedaço de pão encharcado de saliva e fluidos, e comecei a esfregá-las como se estivesse fazendo um sanduíchinho num pau.
+Olha como ela gosta do brinquedinho – Carlos zombou.
+Então que ela pegue esses dois, porque aquele aí não vai dar leitinho – disse Victor, batendo mais uma vez com o pau dele na minha cara.
+E não deixa cair o pão das suas tetonas – acrescentou Carlos.
Como pude, agarrei um pau com cada mão enquanto apertava meus peitos com os cotovelos para o pão não cair. Era uma posição desconforta para punhetá-los. Mas principalmente ridícula e humilhante. Fiquei assim uns cinco minutos, até que Victor gozou em abundância na minha cara, mas principalmente nos meus peitos. Carlos não demorou muito, mas esse mirou melhor na minha cara e a encheu com seu leitinho grosso.
Meus olhos estavam meio fechados por causa da gozada do Carlos. Só consegui perceber quando colocaram um pau na minha boca. Entendi que queriam que eu limpasse. Comecei a chupar para deixá-lo brilhando como já havia aprendido. Depois tiraram e foi a outra, acho que a do Carlos pelo tamanho, que entrou na minha boca para a limpeza. E durante tudo isso eu ainda segurava o pão com meus peitos.
+Bom trabalho, Evita – disse Carlos.
+Agora come seu pedacinho de pão com nosso leitinho. Você precisa ir bem alimentada para casa.
Esses filhos da puta não iam parar de me humilhar. Fui pegar o pãozinho com as mãos, mas ele caiu no chão. Tentei encontrá-lo tateando com as mãos, mas não achava, então entreabri os olhos. Vi o pedaço de pão coberto de porra entre minhas pernas. Peguei e levei à boca. Boca.
"Chupa essa rola como você chupava nossos paus", disse Carlos.
Quando olhei para eles, vi que Victor estava com o celular na mão. O filho da puta devia estar gravando.
"Vamos, puta, chupa!", Carlos exigiu novamente.
Chupei aquele pedaço de pão que se desfazia na minha boca por causa do estado em que estava.
"Até o fundo, faz um deep throat como você sabe", disse Carlos de novo.
Enfiei o máximo que pude até começar a ter ânsia.
"Agora pega a porra dos seus peitos com o pão e engole tudo", ordenou Victor.
Fiz o que foi exigido, enchendo o pão de sêmen e meus peitos de migalhas com baba. Coloquei de volta na boca e continuei chupando o que restava do pão.
"Até você comer tudo, a gente não vai embora, e já está ficando tarde", disse Victor.
Comecei a engolir o que estava na minha boca para tentar fazer o pão desaparecer de uma vez.
"E não esquece da porra, putinha", acrescentou Carlos.
Obedecendo, esfreguei o pão nos meus peitos e no rosto, tentando me limpar e acabar com aquilo. Repeti a mesma coisa mais algumas vezes até terminar de comer todo o pão. No meu rosto e nos meus peitos, ainda dava para sentir o sêmen daqueles dois. Mas eles pareciam não se importar.
"Vamos, gostosa, se apressa que já está muito tarde", disse Carlos.
Tentei me levantar, mas eles me seguraram.
"De quatro. E sai logo, porque tenho que fechar o escritório", disse Victor, jogando minhas calças e minhas botas para fora.
Chutando minha bunda, eles me levaram para o corredor. Carlos colocou minha calcinha no meu rosto.
"A gente se divertiu muito. Amanhã tem mais e melhor", disse Victor enquanto trancava a porta do escritório.
"Se veste rápido, antes que alguém apareça por aqui", disse Carlos enquanto desciam as escadas.
Me deixaram lá de quatro, pelada, cheia de porra e pão, com o único lugar para ir trancado. Só me restava me vestir rápido e rezar para que ninguém aparecesse.
Continua...
+ Nos vemos segunda, Evita. Te daria um beijo, mas no momento sua boca me dá nojo; disse o velho cínico.
+ Que você sonhe com os anjinhos.
Peguei minha bolsa e meu casaco e saí do carro. Rapidamente coloquei o casaco. Eram 7 da manhã e algum vizinho poderia me ver naquele estado. Só esperava que o Rubén estivesse dormindo para não me ver aparecendo naquele visual e cheirando a puta barata.
Andei até a entrada do prédio quase correndo e ouvi o velho de merda ir embora. Estava livre. Pelo menos até segunda. Cuspi o preservativo e entrei rápido no prédio.
Eram 7 da manhã. Teria que me apressar, mas provavelmente meu marido estaria dormindo e eu poderia tomar um banho para que ele não suspeitasse do que havia acontecido.
Chamei o elevador rezando para não encontrar nenhum vizinho. Por sorte não tinha ninguém dentro. Quando me vi refletida no espelho, não podia sentir mais vergonha de mim mesma.
Toda minha maquiagem borrada, o batom mal deixava algum resto. No meu cabelo havia vestígios da gozada do Mario que eu nem sabia que estavam lá. Abri meu casaco para me ver e a imagem de puta barata não era menos precisa do que a que eu teria há pouco no distrito industrial. O vestido cheio de manchas do presentinho do Mario. Com marcas de suor. E meu cheiro era uma mistura de tudo um pouco.
O elevador parou no meu andar. Antes de abrir a porta de casa, tirei os sapatos para não acordar meu marido nem meu filho. Entrei em casa e, por sorte, estavam dormindo. Fechei a porta com cuidado. Deixei meu casaco e minha bolsa no cabideiro do corredor e os sapatos no chão. Ali mesmo tirei o vestido. No estado em que estava, era melhor meu marido me pegar pelada do que com o vestido vestido. Coloquei na máquina de lavar para eliminar testes. Mais tarde eu colocaria.
Fui direto para o banheiro, precisava de um bom banho. Tinha medo que a água acordasse meu marido, mas era algo que eu tinha que fazer. Entrei e deixei a água quente me relaxar. Que delícia! Era o que eu precisava. Enquanto me limpava com a esponja, as lembranças dessa noite vinham à minha cabeça. Era estranho, mas depois de tudo que aconteceu, algo estava acontecendo comigo. Me excitava pensar em como me trataram. Lembrar como meus colegas me apalparam na boate. O que eu fiz para o Mário no banheiro… e o Luís… isso foi pior. Mas mesmo assim, não sei porquê, mas me excitava.
Quando percebi, me surpreendi apertando um dos meus mamilos enquanto esfregava a esponja na minha bucetinha. Percebi que com tudo que eu tinha feito, não tinha transado. Nenhum deles tinha enfiado o pau em mim. Talvez fosse isso que estava acontecendo. Eu tinha dado prazer a vários homens, e quase a uma mulher, mas eu não tinha fodido.
Será que meu corpo estava me traindo? Será que minha buceta estava mandando mais que minha cabeça? Ou será que eu estava virando uma tarada sexual? Parei de pensar no meu estado emocional quando já tinha três dedos dentro de mim e, apoiada contra o box do chuveiro, me masturbava como uma louca. Não demorei muito para gozar como uma puta no cio. Agora sim, estava pronta para ir dormir.
Terminei de lavar bem o cabelo, escovei os dentes três vezes para tirar todos os sabores que tinham passado por lá e saí com uma toalha em direção ao nosso quarto. Lá estava ele. Meu marido, o pobre corno. Ele não merecia isso. Era a melhor pessoa que eu tinha conhecido na minha vida. Por que eu tinha feito aquilo? Se eu não tivesse caído nas tentações do Mário, nada disso teria acontecido. Como seria minha vida no trabalho agora? Me deitei na cama ao lado do meu marido. Ele me notou e perguntou meio sonolento:
+ Tudo bem, amor?
- Tudo, amor, cansada. Dorme que é cedo; e dei um beijinho nos lábios dele.
Me virei e ele me abraçou fazendo a típica conchinha. Por que sou tão puta? Fui dormir com essa pergunta na cabeça.
Quando acordei, já era hora do almoço. Minha cabeça doía da ressaca, mas tentei disfarçar pra o Rubén não perceber.
"Como foi a noite, safada?" ele disse, sem saber o quanto acertou com esse apelido.
"Foi bem, normal, sabe como é... aquele jantar de empresa de todo ano", tentei diminuir a importância.
"Pois é, mas você chegou bem mais tarde que nos outros anos", ele respondeu.
"É... eu e algumas colegas acabamos conversando, bebendo e esperamos o metrô abrir", menti em cada palavra que saiu da minha boca.
"Tá certa, amor. Às vezes tem que desligar mesmo. No próximo final de semana sou eu que vou sair, hein!" ele falou rindo.
O dia passou como qualquer outro. Exceto que minha cabeça não parava de pensar no que aconteceu e, principalmente, no que me esperava a partir de agora.
Quando chegou a noite, eu estava com muito tesão de novo. Procurei meu marido e acabamos transando como há muito tempo não fazíamos.
"O que foi, gata? Tá bem safadinha. Ficou com tesão ontem à noite?" ele perguntou... Se você soubesse, amor...
Acordei com o despertador do celular. Não tinha dormido muito por causa dos nervos. E agora estava pior. Troquei meu café matinal por um chá de erva-doce. Tinha que encarar a situação. Deixei meu filho na creche e fui trabalhar.
As primeiras horas foram normais. Naquele dia eu dividia o turno na padaria com a Nuria. A chefe da seção de panaderia.
A Nuria tinha 26 anos. Era uma garota muito bonita de rosto, morena de olhos castanhos, meio cheinha, sem chegar a ser gorda. Uns peitos um pouco maiores que os meus atuais, graças a esse excesso de peso, e uma bunda à altura. As más línguas diziam que ela era lésbica. Isso e trabalhar na padaria fizeram com que ela carregasse o apelido de sapatão nas costas. A verdade é que ninguém conhecia namorada dela, mas pra mim isso não importava nem um pouco. Ela era uma garota muito simpática e eu me dava super bem com ela, mesmo ela sendo minha chefe. direta.
+ Cadê você na outra noite? Sumiu.
- Por aí, dançando. Fui pra casa cedo; não quis dar detalhes pra não estragar tudo.
+ Te vi toda grudada no Mario. O que foi, ele conseguiu o que tá querendo há tanto tempo?; disse ela rindo baixinho.
- Ah, para de ser boba. Que coisa, hein. É só que tem que deixar ele feliz. Ele é o encarregado; falei brincando.
Não aguentava mais a dúvida se o Luis estava na loja. Então passei na frutaria e vi que só a Yolanda estava lá.
Yolanda era uma frutera colombiana de uns 35 anos, colega do Luis, que tinha nojo dele assim como eu. Tinha o corpo típico de colombiana de novela. Peitão e bunda empinada. Por isso o apelido dela era "a melões". Lá quase todo mundo tinha um. Quando os caras não inventavam, era a foxy da Elena que cuidava de dar o apelado. A outra frutera, que trabalharia hoje à tarde, chamam de "a peritas". Dá pra imaginar o porquê.
- Oi Yoli, tá sozinha hoje?; perguntei pra me certificar.
+ Sim, amor. Melhor sozinha que mal acompanhada. Né?; ela me respondeu.
- Pois é; disse sorrindo pela graça e pela tranquilidade que isso me dava.
Já mais tranquila, sabendo que o Luis não me incomodaria hoje, continuei trabalhando com a Nuria. O dia estava bem calmo e a Nuria me mandou fazer um pequeno inventário do que tínhamos no estoque enquanto ela atendia na padaria.
Tava nisso, contando caixas no estoque gelado, quando senti umas mãos me abraçando pela cintura.
+ Oi, gostosa; era o Mario, a voz e o cheiro dele eram fáceis de reconhecer.
- Oi, Mario; disse seca.
+ Como tá minha putinha hoje?; tava claro que ele não ia deixar passar o que aconteceu naquela noite.
- Psiu! Alguém pode ouvir; falei quase sussurrando. +Aqui não tem nenhuma putinha; o moleque repetiu de novo.
-O que você quer, Mário? O que foi, a Elena não te dá mais bola?; respondi com deboche.
+ Por que você diz isso?; ele disse, soltando minha cintura.
-Você deve saber.
+ O que foi, tá com ciúmes? Lembro que é você que é casada; ele disse, me dando um golpe baixo.
-Pois é por isso. Melhor a gente esquecer o que aconteceu.
+Eu não consigo esquecer. E você também não, né, safadinha; ele disse, me agarrando de novo, dessa vez pelos peitos.
-Para, Mário. Aqui não, podem nos ver; falei assustada, com medo de alguém entrar.
+ Já esqueceu quem manda aqui?; ele disse, desabotoando minha blusa.
-Por favor, Mário, para. Vão nos pegar…
+Vem; ele ordenou.
Segui ele até uma porta no depósito que ficava sempre trancada. Ele tirou uma chave e abriu. Era uma espécie de quartinho do lixo, que só tinha uns dois baldes e umas caixas de papelão dobradas. Acendeu a luz, que era só uma lâmpada fraca, e fechou a porta com a gente lá dentro.
+Aqui ninguém vai nos ver; disse Mário.
-O que você quer, Mário? Já falei que a gente tem que esquecer o que aconteceu.
+Agora não vem fazer de esposa direitinha. Naquela noite você me mostrou a gostosa, e é ela que eu quero ver de agora em diante; ele disse, terminando de desabotoar minha blusa. Por sorte eu sempre usava uma camiseta por baixo pra não deixar o sutiã transparente.
-Eu estava bêbada, não leva a sério. Por favor, deixa isso pra lá; tentei convencê-lo.
+Bom, se o problema é esse, eu tenho a solução; ele disse, tirando um baseado do bolso da camisa.
-Você tá louco? Quer que a gente seja demitido?
+Aqui ninguém vai descobrir; ele disse, acendendo. Vem cá, quero ver esses peitos enquanto fumo isso", disse ele, soprando a fumaça na minha cara.
Não me pergunte por quê. Dizer que foi porque a erva me deixou chapada seria besteira. Mas fiz o que ele pediu. Tirei a blusa, depois a camiseta e por último deixei meu sutiã cair no chão.
"Hmmm, que visão linda. Isso que é vida. Fumar um baseado com esses melões na minha frente. E ainda dizem que o trabalho é duro."
"Você gosta? Ou gosta mais dos da Elena?", perguntei, provocando.
"Pra falar a verdade, os da Elena são mais empinados", ele respondeu.
"É o que o silicone faz. O que foi, você já viu os dela?"
"Pode ser... mas com certeza os seus balançam mais."
"Não sei. Pergunta pra ela", disse, com ciúmes.
"Já sei como os dela balançam. Melhor me mostrar como os seus fazem."
"O quê?", perguntei, surpresa.
"Que balance. Tô com vontade de ver esses melões balançando enquanto fumo esse beck", disse ele, soprando a fumaça na minha cara de novo.
Não sei o que esse moleque tinha sobre mim. Acabei fazendo o que ele pediu. Comecei a pular com meus peitos ao ar. Enquanto isso, ele ria e curtia seu baseado.
"Hmm! Não dói ter eles tão grandes?"
"Um pouco", respondi, continuando a pular.
"Vamos, põe as mãos atrás da nuca e pula mais forte."
Fiz o que ele pediu e comecei a pular com mais ímpeto.
"Mais, mais. Vamos, até onde você consegue."
Comecei a me sentir ridícula. Mas obedeci. Pegando impulso e pulando com todas as minhas forças.
"Hahahahaha!" Não sei se era o efeito da erva ou meu espetáculo, mas ele estava se cagando de rir de mim.
"Posso parar agora?", pedi.
"Hmmm? Abaixa a calça enquanto pula e eu penso", disse o filho da puta.
Fiz o que ele pediu para seu entretenimento. Como pude. Desabotoei as calças e as abaixei até as coxas. Dali pra baixo, elas desceram sozinhas até os pés com meus pulinhos.
+ E essa calcinha de véia? Prefiro os fio-dental como o da janta.
- Não esperava que ninguém fosse me ver assim; falei enquanto continuava pulando.
+Vale, para agora; ele disse, se aproximando de mim.
Me agarrou pela bunda e me beijou na boca. Bom, na verdade nos beijamos. De novo eu estava rendida aos pés daquele garotão. Ele puxou minha calcinha pra cima, deixando ela como um fio-dental enfiado na minha bunda.
+Assim você tá melhor.
-Como você quiser; falei rendida por aquele beijo.
+Ajoelha.
Eu sabia o que aquilo significava. Então me ajoelhei e esperei ele tirar o pau pra fora pra depois enfiar na minha boca e saborear como se não tivesse comido há dias. Deixei ele dentro da minha boca até crescer tanto que não consegui mais manter tudo dentro. Me dediquei então a chupar da melhor maneira que sabia. Lambendo desde a cabecinha até as bolas e depois enfiando ele inteiro até fazer cócegas na minha garganta.
Quando ele cansou, disse:
+Vou te dar o que faltou naquela noite, putinha.
Me pegou pelos mamilos e me levou puxando por eles até uma das lixeiras. Me fez dobrar, apoiando meu peito na tampa, deixando minha bunda exposta.
De uma puxada, ele abaixou minha calcinha até os joelhos e começou a passar a mão desde minha buceta até meu cu. Assim várias vezes, pro meu prazer.
+Hmm, por onde enfio isso aqui?; disse passando a ponta do pau dele do mesmo jeito que antes passava a mão.
-Me fode na buceta, por favor; pedi submissamente.
+Bom, por ser a primeira vez, vou cumprir seu desejo. Mas amanhã venha preparada pra eu te arrombar o cu.
-O que você quiser, Mario; falei sem pensar no que me esperaria amanhã.
Ele não encheu linguiça e enfiou de uma vez. Por sorte eu estava encharcada. Começou uma bombada suave que aos poucos foi acelerando. Tive que me segurar na lixeira pra não cair com as investidas. que me dava.
+Levanta. Assim não vejo como suas tetas balançam.
Ergui meu peito, deixando só minha barriga apoiada no balde, para que ele pudesse curtir vendo minhas tetonas se mexendo no ritmo das suas enfiadas.
Eu sentia que ia gozar a qualquer momento. E ainda não sei por que, eu disse:
- Tô quase gozando. Posso?
+ Hahaha! Assim que eu gosto, putinha, pedindo permissão pro seu senhor. Como se pede?
- Por favor, meu senhor, me dá permissão pra gozar?; disse entre gemidos.
+ Pode, gostosa.
E como se ele tivesse apertado um botão, tive o orgasmo mais gostoso da minha vida. Minhas pernas falharam e, se não fosse por ele continuar metendo na minha buceta, eu teria caído no chão.
Ele aguentou mais alguns minutos. E quando eu já estava quase lá de novo, me dei conta de que ele não podia gozar dentro.
- Não goza dentro, por favor. Não tomo pílula nem nada.
+ Como se pedem as coisas?; eu já tinha dito "por favor", o que ele queria… ah, claro…
- Meu senhor, eu suplico que não goze dentro da minha buceta pra não me deixar grávida de novo.
+ Hahaha! Você aprende muito rápido. E onde você quer que eu goze, gostosa?
- Onde o senhor quiser; disse à beira de outro orgasmo.
Naquele momento, ele tirou o pau da minha buceta e disse:
+ Então vai ser no seu cu, assim você vai sentir ele molhadinho o resto do dia.
Ele tirou da minha buceta, pra minha infelicidade, e depois de se masturbar um pouco, gozou na minha bunda, enchendo tudo de porra grossa. Chegou a me sujar até as pernas. Ele puxou minha calcinha e colocou de volta como se fosse um fio dental.
+ Limpa. Uma coisa é você ficar com a calcinha suja, outra é sujar minha cueca.
Me ajoelhei, com ele ainda de calça abaixada, e limpei com minha boca. Quando ele achou que estava bem limpo, guardou o pau e, abrindo a porta, disse:
+ Agora com certeza você trabalha mais relaxada, hehe!; e foi embora, me deixando ajoelhada ali.
Me vesti o mais rápido que pude. Sem me limpar, como ele tinha mandado. Não sei por que continuei obedecendo… obedecendo, se estava claro que ele tava brincando comigo. E com certeza teria comido a rabuda da Elena naquela noite. Saí e voltei pra padaria. A Nuria já devia estar sentindo minha falta.
Quando cheguei, ela tava atendendo uma mulher. Quando terminou, me disse:
+ Onde você tinha se metido?
– Desculpa, Neri, aquele chato do Mario ficou me enchendo, "faz isso, faz aquilo"... não tava mentindo.
+ É que se você não dá bola, ele fica emburrado, vai ter que ser mais carinhosa com ele – ela falou rindo.
– É, deve ser isso.
+ Aliás, o Victor veio aqui, disse pra você ir procurar ele pra subir no escritório do Alfredo, que tinham que assinar algo sobre as roupas.
– Victor? – perguntei estranhada.
+ É, sei lá. Pergunta pra ele. O Alfredo não tá agora, vem à tarde.
O Alfredo era o gerente da loja e o Victor era muito amigo dele. Às vezes ele se achava no direito de agir como encarregado quando o Alfredo não tava.
– Bom, então se não te atrapalhar, vou agora – falei, pedindo permissão pra me ausentar de novo.
+ Vai, tranquila. Tá bem calmo hoje.
Fiquei dando voltas pela loja procurando o Victor, quando esbarrei no Carlos, que me disse:
+ O Victor tá te procurando.
– E eu tô procurando ele – respondi.
+ Ele tá lá em cima, vamos que eu também tenho que subir.
Subimos os dois pro escritório e lá tava o Victor sentado na cadeira do Alfredo.
+ Oi, Evita. Tudo bem a ressaca? – o Victor me cumprimentou.
– Tudo – respondi secamente, não queria lembrar o que aconteceu na boate com eles dois e o Luis.
– O que é que eu tenho que assinar? – perguntei, querendo sair dali o mais rápido possível.
+ Não, assinar não precisa. É pra te avisar que você tem que mudar algumas coisas no seu uniforme.
– Como assim? – perguntei confusa.
+ É, olha só. Segundo as normas da empresa, tem coisas que você não tá fazendo certo.
– Do que você tá falando? – falei irritada e preocupada.
+ Pois é, por exemplo, a gente notou que debaixo da camisa do uniforme você tá usando uma camiseta sua. E isso não pode.
– Mas que bobagem É essa. Quase todas nós usamos. A camisa é branca e fica transparente; eu disse, me justificando.
+ Tá bom, mas é o uniforme da empresa e você tem que seguir as regras; ele disse, fazendo de chefe o babaca.
- E as outras garotas? Todas nós vamos ter que ficar mostrando o sutiã.
+ Do resto não se preocupe. Você se preocupe em colocar um sutiã bonito; Carlos disse, tirando sarro de mim.
- Não sei do que vocês estão falando, mas estão passando dos limites; eu disse, irritada.
+ Pois não fica feio. Olha só se você acha que o único que vai se divertir aqui vai ser o Mario.
Será que esses dois também sabiam da boate? É bem possível, por isso se comportaram assim comigo junto com o Luis. Tinha que confirmar antes de mandá-los pra merda.
- Do que você está falando?
+ Pois é, se tem uma puta na loja, temos que aproveitar todos; respondeu Carlos.
+ Claro, ou a gente come todo mundo ou a puta vai pro rio! HAHAHA!; disse Victor.
- Vão se foder. Eu não sou nenhuma puta.
+ Não é o que o Luis me contou.
Aquilo foi uma sentença. Se eles estavam sabendo do Mario, e do Luis, eu estava em sérios problemas.
- O que, o que tem com o Luis?; gaguejei de nervosa.
+ Pra você o que eu vou contar, puta de rua; estava claro, eles sabiam de tudo.
- O Luis me chantageou. É um porco. Vocês têm que me ajudar; eu disse, tentando colocá-los do meu lado.
+ Já, já, sabemos o que o Luis fez com você. Quer ver quem você acha que passou as fotos? Hahaha!
Estava claro. Foi algum deles que tirou minhas fotos no banheiro. Longe de me ajudar, esses filhos da puta queriam se aproveitar da situação.
- O que vocês querem?; perguntei. Com a esperança de que com um "trabalhinho" me deixassem em paz.
+ Já te dissemos, que você seja a puta do supermercado; sentenciou Victor.
- Por favor, não façam isso comigo. Faço o que vocês pedirem agora mesmo e apagam as fotos.
+ Hahaha! Não, não. Preferimos ter você todo dia pra brincar com você como a gente quiser.
+ E pra você ir se adequando à sua novo cargo na empresa. Nós nos demos ao trabalho de arrumar um uniforme mais adequado pra você; disse Carlos.
- O quê?; perguntei.
+ É verdade; disse Victor levantando da cadeira e pegando algo do armário do escritório.
- Não podemos deixar você ir com aquele vestido de putona do outro dia. Você tem que usar uniforme, mas esse vai ficar melhor que o que você tá usando; acrescentou, tirando um uniforme novo igual ao meu.
+ Vamos, experimenta. Vamos ver como fica em você; Carlos me indicou.
Peguei o uniforme com cara de poucos amigos e fiz menção de ir me trocar no vestiário.
+ Onde você acha que vai?
- Pro vestiário. Vocês não querem que eu vista?
+ E pra que você vai se embora? Faz aqui mesmo assim a gente vê a mercadoria; disse Victor.
Olhei pra eles e estava claro que não estavam brincando. Que tonta eu era se achava que ia ser tão simples. Pra que prolongar. Estava claro que me ver pelada não era o pior que ia me acontecer. Além do mais, já me tinham visto no banheiro. Comecei tirando a camisa.
+ Joga fora, colocando a roupa velha na sacola. Não vai mais precisar; disse Carlos.
Fiz o que ele pediu. Tirei as botas de trabalho pra poder tirar a calça. E por último tirei minha camiseta de baixo. Já estava só de calcinha e sutiã na frente daqueles dois porcos.
- Olha só, se é puta que até de calcinha ela enfia no cu; disse Carlos me olhando por trás.
+ Deixa ver. Dá uma volta; Victor me ordenou.
Assim fiz, deixando que contemplassem minha bunda. Espero que não desse pra notar a porra do Mario.
+ É verdade, é puta mesmo; declarou Victor.
+ A partir de amanhã, nada de calcinha de véia. Tanguinha pra alegrar os clientes; acrescentou.
+ E os funcionários também! Hahaha!; disse Carlos.
Não eram os primeiros a me dizer isso hoje...
+ Vamos, experimenta seu uniforme novo; Victor me ordenou.
Pegando a calça, percebi que era bem mais apertada que a que eu usava. As calças do uniforme são brancas, como a camisa, e isso não ajudaria a disfarçar nada da minha anatomia. Me Fui colocando e confirmei que era assim mesmo. Ficaram justos. Quase como uma segunda pele. Consegui abotoar com dificuldade. Quando os coloquei, percebi que ficaram um pouco curtos e mais baixos na cintura do que deveriam.
"Vira de costas pra gente ver como ficou", ordenou Victor da sua cadeira.
Obedeci e dei as costas.
"Muito bom. Agora se abaixa como se fosse pegar algo". Fiz o que ele pediu.
"Perfeito, exatamente como havíamos pensado. Com essa calcinha não vale muito, mas com um thong sexy vai valer a pena", disse Carlos enquanto eu continuava abaixada para eles.
"Sim, e tenta usar tangas de cores bonitas. Vamos ver se temos sorte e se fica transparente como o vestido do jantar", disse o porco do Victor.
"Como vocês mandarem", respondi submissa daquela posição.
"Vamos, a camisa", ordenou Victor, que estava no comando.
Me endireitei e peguei a camisa. Como era de se suspeitar, também era menor. Ao vestir, não tive muitos problemas, mas abotoar era outra história. A área dos meus peitos mal se unia. E quando consegui, ficou tão apertado que os espaços entre os botões ficaram abertos.
"Perfeita. Exatamente como a puta do supermercado deve se exibir", disse Carlos.
"Sim, mas está muito abotoada", disse Victor, levantando da cadeira.
Ele se aproximou de mim e desabotoou o último botão, dizendo:
"Assim está melhor. E pra você não ter a tentação de abotoar..."
Pegou uma tesoura da mesa e cortou aquele botão.
"Muito melhor, hehehe!", seu companheiro riu da ideia.
"Vamos, apoie as mãos na mesa e se abaixe", disse Victor.
Fiz o que ele pediu, ficando com meus peitos pendurados na direção de Victor e com minha bunda exposta para Carlos.
"Excelente. Deixa ver o necessário. Como está aí atrás?", perguntou a Carlos.
"Muito bem. Falta o thong, mas ela tem um cuzão".
"Tenho certeza que sua amiga sapatão vai adorar seu novo uniforme", disse Victor, referindo-se a Nuria.
"Hahaha! Com certeza ela vai te fazer catar migalhas de pão do chão o dia todo, hahaha! O idiota do Carlos ria. "Para terminar, põe isso que você nunca usa e é obrigatório no regulamento da empresa", ele disse, me entregando o lenço de pescoço e o gorro de padaria. É verdade que todas temos que usar o lenço no pescoço. E em cada seção temos um gorro, mas quase ninguém usa. É muito ridículo e o gerente da loja não se importa. Como não valia a pena discutir, eu coloquei. "Perfeito. Está ficando tarde e não queremos que a sapatão fique brava, então calça as botas. Que a gente depois calça as nossas junto com você. HAHAHA!", os dois riram. Calcei as botas e saí, fechando a porta do escritório. Quando entrei na loja, me senti super ridícula com essa roupa. Já ia chamar bastante atenção com essa roupa tão justa e o sutiã aparecendo. Além disso, tinha que usar o gorrinho e o lenço para dar um visual mais ridículo ainda. Fui direto para a padaria. Atrás do balcão ficaria mais coberta. Quando cheguei, ela estava com cara de brava. Mas ao me ver com essa roupa, seus olhos abriram que pareciam pratos. "E esse uniforme? Não ficou meio pequeno, não?", ela disse, tentando não rir. "É... é que me chamaram a atenção do pessoal por não estar com o uniforme completo." "Por isso o gorrinho e o lenço, né? Mas essa camisa ficou pequena, seus peitos vão pular para fora", ela disse, aludindo aos meus seios. "Não tinham outra e a minha estava suja. Melhor usar isso do que ser penalizada", inventei para me justificar. "Sim, isso sim. Bom, põe-se para trabalhar que você teve um dia que não fez nada", ela me disse. Ela tinha razão. Entre o Mario e esses dois, passei quase a manhã toda sem trabalhar na padaria. Pus-me a trabalhar. Meu novo uniforme não passava despercebido. As clientes me olhavam com cara de desaprovação. Mas os homens não se importavam. Até eram mais simpáticos. Principalmente os velhinhos que vêm comprar pão. "Me dá um quarto desses croissants de abaixo; um senhor me chamou. -Desses?; perguntei, agachada, apontando para eles. +Não, melhor aqueles pães de chocolate que você tem ali atrás; ele disse de novo. -Quantos quer?; perguntei, dando as costas. +Não, melhor deixa, minha mulher é diabética e não pode comer. Me dá só uma barra de pão; disse o velho que claramente estava me enrolando pra me ver bem. -Tome, senhor. +Muito obrigado, gata. Cuidado que sua blusa desabotoou; o veio me avisou. Que vergonha! Não sabia há quanto tempo estava assim. Certeza que por isso ele ficou me fazendo dar voltas. A Nuria ria baixinho. -Mas que sacana! Podia ter me avisado. + Hahaha! Mas com essa blusa você tá pedindo mesmo. -Mas pra isso você tá aí, que é a chefe. Pra eu não passar vergonha. +É por isso mesmo. Ah, assim com certeza as vendas aumentam, hehe!; disse rindo. +Vem cá, pega os sacos das barras que eu derrubei. -Você é muito desastrada, né?; falei, olhando como o chão estava cheio dos saquinhos onde colocamos o pão. +É que você me distrai; ela disse, rindo de novo. Parece que aqueles dois babacas tinham razão e no final a Nuria ia ser lésbica mesmo. Me agachei pra ir pegando e senti que ela não tirava os olhos da minha bunda. Certeza que dava pra ver minha calcinha. Decidi ficar pegando de joelhos, mas acho que me ver de quatro, andando pelo chão de saco em saco, foi um espetáculo ainda melhor pra minha chefe. A manhã tinha passado rápido e bem tranquila depois disso. Muitos olhares quentes de clientes e colegas, e algum comentário mais ousado. Quase dava pra dizer que fiquei um pouco excitada. Principalmente quando peguei a Nuria olhando meu decote lá de cima do banquinho, enquanto arrumava uns preços. Eu nunca tinha gostado de mulheres, mas sempre é um elogio perceber que você deixa alguém com tesão. Já estava quase no fim do meu turno quando o Víctor apareceu na padaria. +Evita; antes de ir, sobe lá em cima que tá faltando assinar uma coisa. -Tá bom; respondi secamente, quase sem olhar pra ele. Com certeza aquele filho da puta tinha mais alguma coisa pra me fazer antes que eu pudesse ir pra casa. +E me traz uma daquelas barrinhas de pão pequenininhas que você tem aí. Que hoje tenho que ficar pra almoçar aqui e me deu vontade; disse apontando para os colines. -Olha só, parece uma criança. Isso aí tá muito duro pra você. Vai quebrar seus dentes; disse a Nuria brincando. + Hehe! Não se preocupa, quanto mais duro melhor. Escolhe você que é a especialista; disse Victor pra Nuria. -Esse. Duro e grande, caso precise te dar na cabeça com ele; brincou a Nuria. +Perfeito. Sabia que você escolheria bem. Traz quando subir e depois eu pago; disse Victor. -Tá bom; falei de novo, pensando no que ele teria planejado pra mim. Nada de bom, com certeza. 20 minutos antes de acabar meu turno, a Nuria me disse pra subir pra não me atrasar pra ir embora. +Não esquece o coline. E já sabe, se ele ficar de babaquice, dá uma pancada na cabeça dele; ela dizia brincando. -Obrigada, Nuri; eu não tava a fim de brincadeiras… Subi com minhas coisas e o coline na mão pro escritório. Bati na porta e o Victor disse: + Quem é? -Sou a Eva. + Que Eva?; perguntou o imbecil. Não tinha mais ninguém com esse nome na loja. Com certeza ele queria me humilhar. Abri a porta sem mais nada. Lá dentro estavam Victor e seu fiel acompanhante Carlos. + O que você tá fazendo?; ele disse ao me ver dentro. -Você me disse pra subir. +Sim. Mas eu perguntei quem era e você não respondeu. -Eu respondi. Disse que era a Eva. +Mas é que você não é mais a Eva agora. Você é a putinha do super, não lembra? Era isso que aquele porco queria ouvir. +Vamos, sai e vamos tentar de novo. Olhei pra ele com cara de ódio. Ele fez um gesto com a mão pra eu sair. Decidi fazer logo pra acabar com isso e não chegar atrasada em casa. Fechei a porta e bati de novo. + Quem é?; perguntou com ironia. -Sou a Eva, a putinha do Super; disse pra minha própria humilhação. +Ah sim, você Estávamos esperando. Entra; disse o imbecil.
Entrei no escritório.
- Pego seu pãozinho. Aproveite; falei com nojo.
+ Não. É pra você; respondeu ele.
+ Como está quase na hora do almoço e você deve estar com fome, pensamos em te dar comida; disse agora Carlos.
- Não estou com fome; falei pra eles.
+ Vem cá, bobinha, você tem que comer bem pra produzir porra pro seu bebê; disse Carlos de novo.
Como sabia que era absurdo discutir, fui levar o pãozinho à boca pra acabar com isso.
+ Nããão. Pela boca não, putinha. Você tem que comer pela buceta; disse agora Victor.
- O quê?; perguntei alucinada.
+ Não acho que você seja tão burra. Que enfie isso na sua buceta. Queremos ver como você fode com o pão que sua amiga sapatão escolheu pra você; esclareceu Victor.
Eu estava alucinando. Que mentes esses caras da loja têm. Cada um é mais pervertido que o outro. Sabendo que não tinha opção, abaixei minha calça com esforço.
+ Tira ela. Não vai querer que manche, é nova; disse Carlos.
Sem olhar pra ele, fiz o que ele pediu e, antecipando sua próxima ordem, tirei minha calcinha. Deixe tudo numa cadeira.
+ Eu diria pra você chupar antes de enfiar, como faz tão bem com os paus. Mas não queremos que ele perca "a ereção" hahaha!; disse Carlos fazendo o engraçadinho.
+ Abre bem as pernas e enfia devagarinho, queremos aproveitar a vista.
Olhando pros dois com cara de ódio. Abri minhas pernas e, de pé como estava, me preparei pra me violentar com aquele pedaço de pão duro. Antes de enfiar, fui acariciar minha buceta pra lubrificar um pouco, mas não precisava. Incompreensivelmente, estava encharcada. Coloquei a ponta do pãozinho na minha entrada e devagar fui enfiando na minha xoxota.
+ Como é que o pão da Nuria faz?; disse Victor.
+ Aposto que a sapatão hoje leva um pra casa pra fazer o mesmo que você, pensando nos seus peitos; disse Carlos zombando.
Essa imagem veio à minha cabeça. Nuria em casa, de pernas abertas, completamente nua, se fodendo com o Colin pensando em mim. Não sei o que deu em mim, mas me excitava pensar que podia ser verdade.
Quando percebi, estava metendo com vontade na minha buceta para o prazer dele. Enfiava e puxava o pão como se fosse um vibrador.
"Olha só como ela curte, a putinha", disse Carlos.
"Claro, ela faz de difícil, mas no fundo adora. O Luis já avisou", comentou Victor.
Esses dois estavam conluio com o Luis. Com certeza ele tinha contado cada coisa que me fez no pólo industrial. Isso não podia ser bom. Ele tinha aberto a mente deles para fazerem qualquer coisa comigo.
"Já chega de você curtir sozinha", disse Victor.
Victor se levantou da cadeira e se aproximou de mim. Agora tinha um de cada lado enquanto eu continuava metendo com o pão. Eles começaram a me apalpar. Carlos pegou meu peito direito e Victor o esquerdo.
Isso não ajudava a me acalmar. As mãos deles, junto com meu vibrador improvisado, estavam me deixando com muito tesão. Victor soltou meu peito e foi para minha bunda. Primeiro acariciando, depois se agachando na frente e abrindo ela com as mãos. Deixando meu cuzinho exposto aos olhos dele. Meu tesão só aumentava e, sem querer, eu tinha me curvado um pouco para frente para facilitar o acesso à minha bunda para aquele filho da puta.
Enquanto isso, Carlos tinha desabotoado minha blusa e soltado meu sutiã. Agora ele se divertia apertando meus peitos grandes. Inchados pelo leite acumulado da manhã toda. Não demorou para começar a sair jatos de leite dos meus mamilos para a diversão dele.
"Hahahaha! Olha como ela esguicha. Vou chamar ela de 'a ordenhada'! Hahaha!", dizia Carlos.
Mas Victor estava ocupado com minha bunda. Abrindo minhas nádegas com as mãos, começou a lamber meu buraquinho traseiro. Eles estavam me deixando louca de prazer, esses dois porcos. Eu continuava metendo com o pão num ritmo frenético. Não faltava muito para eu gozar quando Victor parou de trabalhar minha bunda, dizendo:
"É hora de te dar sua comida", e acompanhou com uma palmada sonora na minha bunda.
"Sim, que já estou a ponto de explodir; segundo Carlos.
+De joelhos, vadia; me ordenou Víctor.
O que fiz num instante, como uma mola. Eles abaixaram as calças e tiraram os paus quase sincronizados. Já estavam bem duros e eu, com o tesão que estava, não os fiz esperar. Fui primeiro na do Víctor, enfiando na boca e chupando como se fosse um picolé. Enquanto isso, com a mão, punhetava o Carlos para que não se sentisse abandonado.
+Assim mesmo, foxy, chupa; ele dizia.
Ele tinha uma rola longa e um pouco curvada para cima. Não era a mais bonita que já tinha visto, mas isso pouco importava. Mudei para a do Carlos, lambendo do tronco até a ponta para depois enfiar toda. Essa era menor. Entrava praticamente sem problemas. E durante tudo isso, eu continuava me fodendo com meu consolo improvisado. Estava a mil.
+Já chega. Vem aqui que eu vou foder essa boca; disse Víctor, me puxando pelo cabelo e me levando até sua rola.
Começou um vai e vem frenético na minha boca. Minha baba escorria, encharcando meus peitos que estavam para fora do sutiã, como Carlos os tinha deixado. Quase não conseguia respirar, mas pouco me importava, de tão excitada que estava. Ele tirou a rola e aproveitei para pegar ar. No instante seguinte, a do Carlos estava dentro, me fodendo de um jeito tão selvagem ou mais que seu companheiro.
+Me dá esse consolo, foxy, que já deu de curtir sozinha; disse o filho da puta do Víctor.
Tirei o consolo da minha buceta, para minha tristeza, e o entreguei como pude, já que Carlos não parou um segundo de enfiar na minha garganta.
+Caralho, como você deixou isso, Promíscua; ele disse ao ver.
+Abre bem a boca; me ordenou.
Como se tivessem combinado, Carlos parou de me foder, deixando sua rola dentro. Víctor enfiou o consolo na minha boca, fazendo com que eu a abrisse como nunca na vida.
+Você gosta, hein, foxy!; dizia Carlos.
Começaram a me foder pela boca. Um com a rola e outro com o brinquedo. Agora sim, eu estava engasgando, quase não conseguia respirar. Comecei a dar tapas nas pernas deles para que parassem, mas eles só se riam. Quando achei que ia vomitar, tiraram de mim. Enquanto tentava recuperar o fôlego, começaram a me dar tapas na cara com seus paus.
+Olha só, a putinha tá toda babada – disse Carlos.
+É hora de encher ela com outra coisa – falou Victor.
+Faz um sanduíche de rola nisso aqui – Victor me ordenou, colocando o pãozinho no meu decote.
Não entendia o que queriam conseguir com aquilo. Acho que só me humilhar ainda mais. A essa altura, já pouco me importava. Coloquei uma mão em cada teta, apertando aquele pedaço de pão encharcado de saliva e fluidos, e comecei a esfregá-las como se estivesse fazendo um sanduíchinho num pau.
+Olha como ela gosta do brinquedinho – Carlos zombou.
+Então que ela pegue esses dois, porque aquele aí não vai dar leitinho – disse Victor, batendo mais uma vez com o pau dele na minha cara.
+E não deixa cair o pão das suas tetonas – acrescentou Carlos.
Como pude, agarrei um pau com cada mão enquanto apertava meus peitos com os cotovelos para o pão não cair. Era uma posição desconforta para punhetá-los. Mas principalmente ridícula e humilhante. Fiquei assim uns cinco minutos, até que Victor gozou em abundância na minha cara, mas principalmente nos meus peitos. Carlos não demorou muito, mas esse mirou melhor na minha cara e a encheu com seu leitinho grosso.
Meus olhos estavam meio fechados por causa da gozada do Carlos. Só consegui perceber quando colocaram um pau na minha boca. Entendi que queriam que eu limpasse. Comecei a chupar para deixá-lo brilhando como já havia aprendido. Depois tiraram e foi a outra, acho que a do Carlos pelo tamanho, que entrou na minha boca para a limpeza. E durante tudo isso eu ainda segurava o pão com meus peitos.
+Bom trabalho, Evita – disse Carlos.
+Agora come seu pedacinho de pão com nosso leitinho. Você precisa ir bem alimentada para casa.
Esses filhos da puta não iam parar de me humilhar. Fui pegar o pãozinho com as mãos, mas ele caiu no chão. Tentei encontrá-lo tateando com as mãos, mas não achava, então entreabri os olhos. Vi o pedaço de pão coberto de porra entre minhas pernas. Peguei e levei à boca. Boca.
"Chupa essa rola como você chupava nossos paus", disse Carlos.
Quando olhei para eles, vi que Victor estava com o celular na mão. O filho da puta devia estar gravando.
"Vamos, puta, chupa!", Carlos exigiu novamente.
Chupei aquele pedaço de pão que se desfazia na minha boca por causa do estado em que estava.
"Até o fundo, faz um deep throat como você sabe", disse Carlos de novo.
Enfiei o máximo que pude até começar a ter ânsia.
"Agora pega a porra dos seus peitos com o pão e engole tudo", ordenou Victor.
Fiz o que foi exigido, enchendo o pão de sêmen e meus peitos de migalhas com baba. Coloquei de volta na boca e continuei chupando o que restava do pão.
"Até você comer tudo, a gente não vai embora, e já está ficando tarde", disse Victor.
Comecei a engolir o que estava na minha boca para tentar fazer o pão desaparecer de uma vez.
"E não esquece da porra, putinha", acrescentou Carlos.
Obedecendo, esfreguei o pão nos meus peitos e no rosto, tentando me limpar e acabar com aquilo. Repeti a mesma coisa mais algumas vezes até terminar de comer todo o pão. No meu rosto e nos meus peitos, ainda dava para sentir o sêmen daqueles dois. Mas eles pareciam não se importar.
"Vamos, gostosa, se apressa que já está muito tarde", disse Carlos.
Tentei me levantar, mas eles me seguraram.
"De quatro. E sai logo, porque tenho que fechar o escritório", disse Victor, jogando minhas calças e minhas botas para fora.
Chutando minha bunda, eles me levaram para o corredor. Carlos colocou minha calcinha no meu rosto.
"A gente se divertiu muito. Amanhã tem mais e melhor", disse Victor enquanto trancava a porta do escritório.
"Se veste rápido, antes que alguém apareça por aqui", disse Carlos enquanto desciam as escadas.
Me deixaram lá de quatro, pelada, cheia de porra e pão, com o único lugar para ir trancado. Só me restava me vestir rápido e rezar para que ninguém aparecesse.
Continua...
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