Quando o irmão Pedro se preparou para entrar em casa, não pôde evitar notar aquele detalhe na saia da minha mãe, que, embora provocasse um verdadeiro espetáculo, também despertava uma curiosidade safada.
O pobre homem, pelo que pude perceber de relance, estava de olhos arregalados, observando o balanço inocente da minha mãe; aquela calcinha se ajustava tão gostosamente à sua bunda grande.
Minha tia, por sua vez, ao notar a situação, não interveio de forma alguma, não disse nada à minha coitada da mãe. Pelo contrário, tão pervertida e com sua inclinação exibicionista, garantiu durante toda a tarde um espetáculo digno de algumas punhetas.
Uma vez na sala de jantar, nos divertimos conversando com ele sobre sua vida, seus hábitos, seus sonhos, seus ressentimentos, entre outras coisas. Assim, descobri que ele era um homem viúvo, sem filhos, com sonhos frustrados e muito solitário; ele ganha a vida consertando defeitos aqui e ali, onde quer que o contratem.
Entre risadas e momentos engraçados, chegou um ponto na conversa em que minha mãe, tão educada, perguntou se ele queria tomar café e comer pão.
Ele aceitou com prazer e foi imediatamente para a cozinha preparar. No entanto, quando ela se levantou, o detalhe em sua saia ainda não havia desaparecido — ela ainda a trazia levantada, deixando-nos perplexos com sua bunda incrível moldada naquele tecido de algodão branco (parece que grudou em algo, mas no quê?).
Minha mãe, sorridente e alheia a tudo isso, foi se mexendo com aquele seu bumbum enorme, com aquela inocência tão característica dela, fazendo com que o pobre irmão ficasse embasbacado por alguns segundos diante daquele balanço. MAS, muito nervoso e tentando disfarçar, ele logo desviou o olhar de volta para nós.
Meu primo, diante do ocorrido, se levantou, olhou para mim com cumplicidade e foi atrás dela.
Por outro lado:
"Desde quando você trabalha com encanamento?", perguntou minha tia.
"Desde que tenho a idade dele", disse ele, olhando para mim.
"Ahhh, entendo", disse ela, surpresa. "Agora entendo a razão daqueles", apontou com o dedo indicador para os braços musculosos do irmão. Hahaha – ele exclamou – isso aqui é fruto de muito trabalho, não foi nada fácil conseguir
Minha tia às vezes mordia o lábio enquanto observava a musculatura dele
Sabe... – ela falou com um tom constrangedor – ultimamente a lâmpada desse lugar tem dado problema
A lâmpada? – mas que mentira – pensei
Pedro ficou olhando nos olhos dela e depois levantou a vista para o foco
Acha que tem conserto?
– Hahaha – mas é claro! Deixa eu tirar
Enquanto eles ficavam de flerte, eu decidi ver o que estava acontecendo na cozinha
Quando me aproximei, fiquei maravilhado com o rabão empinado da minha mãe, que balançava de um lado pro outro enquanto ela tentava encontrar os ingredientes (minha mãe estava de quatro, com suas lindas coxas nuas)
Meu primo, quando cruzou o olhar comigo, sorriu mostrando mais uma vez suas presas de selvagem e seus olhos de louco.
Ai – não encontro! Onde será que coloquei o açúcar?
Com certeza está lá no fundo, tia, procura mais pra dentro
Em seguida, minha mãe se esticou tanto que meteu metade do corpo nos armários de baixo; naquela posição, suas nádegas redondas e carnudas estavam tão impressionantes que eu fiquei excitado na hora, pois sua saia estava levantada! Deixando a gente apreciar assim uma bunda tão abençoadamente perfeita, só com sua calcinha fina e delicada de algodão, que estava sendo devorada pela sua xotinha
Enquanto eu continuava ansioso assistindo o espetáculo, meu primo pegou no meu ombro, me mostrou o açucareiro e deu uma gargalhada
Mas que desgraçado! Hahaha – respondi
Primo – ele sussurrou – não vai embora, ainda falta você ver uma surpresa
Surpresa? – me perguntei
Não está aqui, filho! – disse minha mãe resignada
Hmmm... Espera! Acho que vi por aqui – ele falou, fingindo inocência –
Quando minha mãe virou a cabeça, o infeliz fingiu um descuido e “sem querer” tropeçou na sua linda perna, que estava esticada pelo chão
Ahhh! – ele fingiu gritar ao mesmo tempo que tropeçava" MAS quando caiu, conseguiu se segurar no bumbum majestoso da minha mãe — que astuto — pensei, PORÉM NÃO PAROU POR AÍ, o desgraçado com aquele movimento repentino conseguiu puxar um pouco a saia dela, deixando a gente ver o início da sua xota e as suas nádegas
— Ai! — gritou assustada
— Ahh! — gritou meu primo
— Tudo bem? — perguntou olhando pra ele preocupada
Ele continuava segurando o bumbumão dela — Sim, tia, desculpa, não vi seu casaco — disse enquanto fingia sentir dor
— Não se preocupa, Toño, foi um acidente
— E você? — ela tava falando de mim — para de ficar aí babando e ajuda seu primo
Da minha parte, foi difícil parar de olhar pra ela, porque ela tava tão gostosa assim
— Sim, mãe, já vou — falei
Assim que terminei de ajudar eles, minha mãe decidiu ficar com ele pra garantir que tudo tivesse certo
Dessa forma, voltei pra sala de jantar MAS quando cheguei, outra surpresa me esperava
O irmão Pedro tava em cima da cadeira tentando tirar a lâmpada enquanto minha tia segurava ele com as duas mãos pra evitar que caísse, mas ela tava segurando as nádegas dele! De modo que o rosto lindo e maquiado dela tava a centímetros do volume dele
— Me segura forte pra eu não cair — disse Pedro
— Sim — não vou te soltar — ela falou com um sorriso provocante
— Esses com suas sacanagens! — me limitei a dizer, quando me aproximei o suficiente, eles notaram minha presença e imediatamente minha tia tirou as mãos dele
Uma vez na minha cadeira, eles, principalmente o irmão, tavam tão nervosos que até gotas de suor escorriam pela testa dele
— Olha — disse Pedro — essa lâmpada não tem motivo pra estar com defeito, porque…
O irmão Pedro tava "explicando" uma bobagem
— Então não tem nada de errado?
— Não — respondeu Pedro
— Bom, bom, então tem que colocar de novo — ela sorriu com malícia
Enquanto eu observava as manhas da minha tia que adora provocar, de repente ouvi
— O café ainda não tá pronto? — perguntou Pedro quebrando o silêncio
— Não sei, mas vou ver — falei
Enquanto me aproximava da cozinha ouvi risadas constantes
O que será que estão fazendo agora? - me perguntei
Minha mãe continuava no chão com seus saltos altos e pernas flexionadas e juntas, com a saia levantada — suas coxas assim pareciam impressionantes — e, além disso, com aquela camiseta que conseguia destacar seus seios grandes e firmes, ela parecia ainda mais desejável. (Ela estava bem na frente do meu primo gordinho, que também estava no chão.) Divertidos, eles se lambuzavam de açúcar por todo o corpo. Minha mãe, por um lado, esfregava as bochechas rechonchudas dele, enquanto ele bagunçava o cabelo dela ao mesmo tempo que espalhava o açúcar. Estavam tão entretidos que nem perceberam minha presença.
Enquanto eu os observava, esperando que um deles se virasse para me olhar, percebi que meu primo se aventurou e, com um punhado de açúcar, tocou o abdômen da minha mãe, conseguindo cobrir todo o umbigo.
"Hahahaha!" — minha mãe gargalhou. "PARA! AÍ NÃO!" — ela gritou.
Erro grave, devo reconhecer, pois agora meu primo sabia que minha mãe tinha cócegas.
"Onde não? Aqui?" — ele tocou de novo.
"Hahahaha, para, TOÑO!"
Minha mãe, diante dos dedos provocadores do meu primo, começou a se contorcer de alegria pelo chão, fazendo com que, por um lado, seus seios tão firmes e espetaculares balançassem com a agressividade de suas contrações e, por outro, que sua saia, depois de se arrastar pelo chão, se levantasse completamente, deixando-nos ver por inteiro suas coxas nuas, assim como metade de sua calcinha.
"Hahahaha, por favor, Toñito, para agora! Eu te imploro! Farei o que você pedir!"
"O que eu pedir, hein?" — ele continuou distribuindo seus dedos por todas as costelas dela, sem conseguir evitar que os seios da minha mãe, com tanto balanço, os tocassem.
"Jura que para?"
"Tá bom! Ahhh!" — eu juurooo.
Meu primo, com um sorriso perverso, inesperadamente olhou para mim (com uns olhos que me fizeram entender duas coisas: que ele estava louco e que minha mãe estava caindo no jogo) e, não sem antes dar outra esfregada geral no corpo dela, a soltou.
Minha mãe, ainda com toda a agitação do... Naquele momento, com seu flaquito todo lambuzado na sua testa suada, suas bochechas coradas, sua camiseta desarrumada e sua saia bem levantada, ela virou a cabeça me olhando.
— Filho! — exclamou.
Eu, para não constrangê-la, disse:
— O que é tudo isso? Por que tem tanto açúcar no chão?
— Isso? — Minha mãe olhou em volta. — Isso é culpa do seu primo — esboçou um sorriso.
— Minha culpa? Hahaha — Toño deu uma gargalhada.
— Bom, filho, me ajuda a levantar — disse com uma respiração muito mais tranquila.
Em seguida, levantei os dois. Minha mãe estava uma verdadeira bagunça: tinha o cabelo despenteado, o ombro desnudo, a saia dobrada... enfim, parecia selvagem, mas muito sexy assim.
— Vim buscar o café, mãe.
— É verdade, o café! — disse.
Imediatamente, ela pegou as xícaras cheias, botou um pouco de açúcar, se arrumou como pôde, colocou as xícaras num prato grande e levou para eles.
Ela saiu primeiro da cozinha, com muito cuidado para não derramar.
Depois, eu, sem tirar os olhos da sua saia — que, embora agora não estivesse mais com aquela dobra, estava MUITO curta (imagino que pela pressa) —, olhava embasbacado para suas espetaculares coxas, seguidas das rechonchudas e muito bem formadas nádegas brancas. Parecia que ela não estava de calcinha! Mas como? Lembrando rapidamente o que aconteceu, quase de maneira instantânea, soube que, depois daquele puxão na sua saia, sem querer, a calcinha veio junto, de modo que parte das suas nádegas ficaram nuas e muito visíveis. QUE LOUCURA!
Enquanto olhava com um tesão impressionante para minha mãe e fantasiava em tocá-las, meu primo puxou meu ombro e se aproximou do meu ouvido para sussurrar:
— Isso é incrível, primo. Minha tia vale mesmo a pena, hahaha. Se você gosta do que está vendo, espera um pouco porque agora vem o melhor, hein.
No meio do caminho, nós três ficamos de boca aberta quando vimos minha tia tentando colocar o foco, com Pedro bem atrás dela. O irmão recebia constantes beijos das suas nádegas, sem dar nem chance de respirar. E digo RECEBIA mesmo. porque a vadia da minha tia, curvando suas pernas magníficas e levantando bastante sua bunda, esfregava tudo na cara do Pedro
Ela continuou assim até que nos olhou e imediatamente desceu com a ajuda do Pedro
"Finalmente os cafés!" — a muito promíscua ousou dizer
Minha mãe, por sua parte, estava tão alheia e corada pelo que viu que, sem querer, derramou um pouco de café sobre mim, meu primo e o chão
"Ahhh! QUE QUENTE!" — dissemos quase em uníssono
"Desculpe, meus filhos!" — virou-se muito nervosa
"Ahhhh!" — meu primo não para de gritar, exagerando a dor
"Está bem? O que foi?" — imediatamente, com as mãos, começou a secar o café da roupa dele; seus movimentos desajeitados percorreram primeiro os ombros, braços; ela se agachou e continuou com a barriga, limpando completamente até tocar rapidamente no short dele, alcançando com isso a roçar no pau dele, que de onde eu olhava parecia ereto.
NO ENTANTO, quando minha mãe sentiu o contato com aquela besta, vi em seu rosto o primeiro sinal de fraqueza, a primeira mostra de sua transformação! Pois ela, nervosa e vermelha como um tomate, não se limitou a passar a mão uma única vez sobre aquele pau só coberto pelaquela peça, mas fez isso umas 6 vezes! As primeiras vezes com cuidado e rapidez, as últimas mais devagar!
"Mas o que há com ela?" Por outro lado, enquanto ela fazia isso, percebi que o rosto do meu primo denotava um prazer e um morbido requintado — mas que inveja!
E de repente, graças a Deus ou aos anjos, ela me olhou com aquela expressão perdida, pegou-me pelas laterais das pernas e começou a sacudir minhas coxas para depois, finalmente, alcançar meu pau! Que estava quase explodindo. Ela demorou o seu tempo "secando", até me olhando direto nos olhos por momentos — tinha um olhar novo, tão diferente do habitual.
Até que de repente ela falou:
"Pronto" — disse com um tom estranho — "já estão como novos" — desenhou-se um sorriso em seu rosto
"Nossa, mas que loucura acabou de acontecer!" — pensei eu disse.
Minha tia, por sua vez, com minha mãe ainda naquela posição, já que ela estava limpando o café do chão, aproveitou para pegar o celular e tirar uma foto em que eu apostaria que seu rabão com certeza dominava o enquadramento principal.
Mas o que você tá fazendo?
Momentos depois, minha mãe se levantou e distribuiu as xícaras pela mesa toda e, sem mais, começamos a conversar e rir até escurecer, até que Pedro se dignou a sair de casa. NO ENTANTO, quando ele já estava indo embora, no momento em que estava dentro do carro, esse veículo nojento não ligou.
Vamos, liga! Liga! — gritava frustrado.
Era inútil, porque o carro só dava uns chiados engasgados.
Liga, seu pedaço de lata velha!
Calma — disse minha mãe — tranquilo, homem, ele não vai ligar.
Tem que ligar, ou como é que eu vou embora?
Eu disse pra você se acalmar. Por que você não fica aqui hoje à noite e amanhã cedo leva no mecânico?
Sério que eu posso? — perguntou surpreso.
Claro! — disse minha mãe, sorridente.
No entanto, aquela noite traria acontecimentos que transformariam aquele sorriso alegre.
O pobre homem, pelo que pude perceber de relance, estava de olhos arregalados, observando o balanço inocente da minha mãe; aquela calcinha se ajustava tão gostosamente à sua bunda grande.
Minha tia, por sua vez, ao notar a situação, não interveio de forma alguma, não disse nada à minha coitada da mãe. Pelo contrário, tão pervertida e com sua inclinação exibicionista, garantiu durante toda a tarde um espetáculo digno de algumas punhetas.
Uma vez na sala de jantar, nos divertimos conversando com ele sobre sua vida, seus hábitos, seus sonhos, seus ressentimentos, entre outras coisas. Assim, descobri que ele era um homem viúvo, sem filhos, com sonhos frustrados e muito solitário; ele ganha a vida consertando defeitos aqui e ali, onde quer que o contratem.
Entre risadas e momentos engraçados, chegou um ponto na conversa em que minha mãe, tão educada, perguntou se ele queria tomar café e comer pão.
Ele aceitou com prazer e foi imediatamente para a cozinha preparar. No entanto, quando ela se levantou, o detalhe em sua saia ainda não havia desaparecido — ela ainda a trazia levantada, deixando-nos perplexos com sua bunda incrível moldada naquele tecido de algodão branco (parece que grudou em algo, mas no quê?).
Minha mãe, sorridente e alheia a tudo isso, foi se mexendo com aquele seu bumbum enorme, com aquela inocência tão característica dela, fazendo com que o pobre irmão ficasse embasbacado por alguns segundos diante daquele balanço. MAS, muito nervoso e tentando disfarçar, ele logo desviou o olhar de volta para nós.
Meu primo, diante do ocorrido, se levantou, olhou para mim com cumplicidade e foi atrás dela.
Por outro lado:
"Desde quando você trabalha com encanamento?", perguntou minha tia.
"Desde que tenho a idade dele", disse ele, olhando para mim.
"Ahhh, entendo", disse ela, surpresa. "Agora entendo a razão daqueles", apontou com o dedo indicador para os braços musculosos do irmão. Hahaha – ele exclamou – isso aqui é fruto de muito trabalho, não foi nada fácil conseguir
Minha tia às vezes mordia o lábio enquanto observava a musculatura dele
Sabe... – ela falou com um tom constrangedor – ultimamente a lâmpada desse lugar tem dado problema
A lâmpada? – mas que mentira – pensei
Pedro ficou olhando nos olhos dela e depois levantou a vista para o foco
Acha que tem conserto?
– Hahaha – mas é claro! Deixa eu tirar
Enquanto eles ficavam de flerte, eu decidi ver o que estava acontecendo na cozinha
Quando me aproximei, fiquei maravilhado com o rabão empinado da minha mãe, que balançava de um lado pro outro enquanto ela tentava encontrar os ingredientes (minha mãe estava de quatro, com suas lindas coxas nuas)
Meu primo, quando cruzou o olhar comigo, sorriu mostrando mais uma vez suas presas de selvagem e seus olhos de louco.
Ai – não encontro! Onde será que coloquei o açúcar?
Com certeza está lá no fundo, tia, procura mais pra dentro
Em seguida, minha mãe se esticou tanto que meteu metade do corpo nos armários de baixo; naquela posição, suas nádegas redondas e carnudas estavam tão impressionantes que eu fiquei excitado na hora, pois sua saia estava levantada! Deixando a gente apreciar assim uma bunda tão abençoadamente perfeita, só com sua calcinha fina e delicada de algodão, que estava sendo devorada pela sua xotinha
Enquanto eu continuava ansioso assistindo o espetáculo, meu primo pegou no meu ombro, me mostrou o açucareiro e deu uma gargalhada
Mas que desgraçado! Hahaha – respondi
Primo – ele sussurrou – não vai embora, ainda falta você ver uma surpresa
Surpresa? – me perguntei
Não está aqui, filho! – disse minha mãe resignada
Hmmm... Espera! Acho que vi por aqui – ele falou, fingindo inocência –
Quando minha mãe virou a cabeça, o infeliz fingiu um descuido e “sem querer” tropeçou na sua linda perna, que estava esticada pelo chão
Ahhh! – ele fingiu gritar ao mesmo tempo que tropeçava" MAS quando caiu, conseguiu se segurar no bumbum majestoso da minha mãe — que astuto — pensei, PORÉM NÃO PAROU POR AÍ, o desgraçado com aquele movimento repentino conseguiu puxar um pouco a saia dela, deixando a gente ver o início da sua xota e as suas nádegas
— Ai! — gritou assustada
— Ahh! — gritou meu primo
— Tudo bem? — perguntou olhando pra ele preocupada
Ele continuava segurando o bumbumão dela — Sim, tia, desculpa, não vi seu casaco — disse enquanto fingia sentir dor
— Não se preocupa, Toño, foi um acidente
— E você? — ela tava falando de mim — para de ficar aí babando e ajuda seu primo
Da minha parte, foi difícil parar de olhar pra ela, porque ela tava tão gostosa assim
— Sim, mãe, já vou — falei
Assim que terminei de ajudar eles, minha mãe decidiu ficar com ele pra garantir que tudo tivesse certo
Dessa forma, voltei pra sala de jantar MAS quando cheguei, outra surpresa me esperava
O irmão Pedro tava em cima da cadeira tentando tirar a lâmpada enquanto minha tia segurava ele com as duas mãos pra evitar que caísse, mas ela tava segurando as nádegas dele! De modo que o rosto lindo e maquiado dela tava a centímetros do volume dele
— Me segura forte pra eu não cair — disse Pedro
— Sim — não vou te soltar — ela falou com um sorriso provocante
— Esses com suas sacanagens! — me limitei a dizer, quando me aproximei o suficiente, eles notaram minha presença e imediatamente minha tia tirou as mãos dele
Uma vez na minha cadeira, eles, principalmente o irmão, tavam tão nervosos que até gotas de suor escorriam pela testa dele
— Olha — disse Pedro — essa lâmpada não tem motivo pra estar com defeito, porque…
O irmão Pedro tava "explicando" uma bobagem
— Então não tem nada de errado?
— Não — respondeu Pedro
— Bom, bom, então tem que colocar de novo — ela sorriu com malícia
Enquanto eu observava as manhas da minha tia que adora provocar, de repente ouvi
— O café ainda não tá pronto? — perguntou Pedro quebrando o silêncio
— Não sei, mas vou ver — falei
Enquanto me aproximava da cozinha ouvi risadas constantes
O que será que estão fazendo agora? - me perguntei
Minha mãe continuava no chão com seus saltos altos e pernas flexionadas e juntas, com a saia levantada — suas coxas assim pareciam impressionantes — e, além disso, com aquela camiseta que conseguia destacar seus seios grandes e firmes, ela parecia ainda mais desejável. (Ela estava bem na frente do meu primo gordinho, que também estava no chão.) Divertidos, eles se lambuzavam de açúcar por todo o corpo. Minha mãe, por um lado, esfregava as bochechas rechonchudas dele, enquanto ele bagunçava o cabelo dela ao mesmo tempo que espalhava o açúcar. Estavam tão entretidos que nem perceberam minha presença.
Enquanto eu os observava, esperando que um deles se virasse para me olhar, percebi que meu primo se aventurou e, com um punhado de açúcar, tocou o abdômen da minha mãe, conseguindo cobrir todo o umbigo.
"Hahahaha!" — minha mãe gargalhou. "PARA! AÍ NÃO!" — ela gritou.
Erro grave, devo reconhecer, pois agora meu primo sabia que minha mãe tinha cócegas.
"Onde não? Aqui?" — ele tocou de novo.
"Hahahaha, para, TOÑO!"
Minha mãe, diante dos dedos provocadores do meu primo, começou a se contorcer de alegria pelo chão, fazendo com que, por um lado, seus seios tão firmes e espetaculares balançassem com a agressividade de suas contrações e, por outro, que sua saia, depois de se arrastar pelo chão, se levantasse completamente, deixando-nos ver por inteiro suas coxas nuas, assim como metade de sua calcinha.
"Hahahaha, por favor, Toñito, para agora! Eu te imploro! Farei o que você pedir!"
"O que eu pedir, hein?" — ele continuou distribuindo seus dedos por todas as costelas dela, sem conseguir evitar que os seios da minha mãe, com tanto balanço, os tocassem.
"Jura que para?"
"Tá bom! Ahhh!" — eu juurooo.
Meu primo, com um sorriso perverso, inesperadamente olhou para mim (com uns olhos que me fizeram entender duas coisas: que ele estava louco e que minha mãe estava caindo no jogo) e, não sem antes dar outra esfregada geral no corpo dela, a soltou.
Minha mãe, ainda com toda a agitação do... Naquele momento, com seu flaquito todo lambuzado na sua testa suada, suas bochechas coradas, sua camiseta desarrumada e sua saia bem levantada, ela virou a cabeça me olhando.
— Filho! — exclamou.
Eu, para não constrangê-la, disse:
— O que é tudo isso? Por que tem tanto açúcar no chão?
— Isso? — Minha mãe olhou em volta. — Isso é culpa do seu primo — esboçou um sorriso.
— Minha culpa? Hahaha — Toño deu uma gargalhada.
— Bom, filho, me ajuda a levantar — disse com uma respiração muito mais tranquila.
Em seguida, levantei os dois. Minha mãe estava uma verdadeira bagunça: tinha o cabelo despenteado, o ombro desnudo, a saia dobrada... enfim, parecia selvagem, mas muito sexy assim.
— Vim buscar o café, mãe.
— É verdade, o café! — disse.
Imediatamente, ela pegou as xícaras cheias, botou um pouco de açúcar, se arrumou como pôde, colocou as xícaras num prato grande e levou para eles.
Ela saiu primeiro da cozinha, com muito cuidado para não derramar.
Depois, eu, sem tirar os olhos da sua saia — que, embora agora não estivesse mais com aquela dobra, estava MUITO curta (imagino que pela pressa) —, olhava embasbacado para suas espetaculares coxas, seguidas das rechonchudas e muito bem formadas nádegas brancas. Parecia que ela não estava de calcinha! Mas como? Lembrando rapidamente o que aconteceu, quase de maneira instantânea, soube que, depois daquele puxão na sua saia, sem querer, a calcinha veio junto, de modo que parte das suas nádegas ficaram nuas e muito visíveis. QUE LOUCURA!
Enquanto olhava com um tesão impressionante para minha mãe e fantasiava em tocá-las, meu primo puxou meu ombro e se aproximou do meu ouvido para sussurrar:
— Isso é incrível, primo. Minha tia vale mesmo a pena, hahaha. Se você gosta do que está vendo, espera um pouco porque agora vem o melhor, hein.
No meio do caminho, nós três ficamos de boca aberta quando vimos minha tia tentando colocar o foco, com Pedro bem atrás dela. O irmão recebia constantes beijos das suas nádegas, sem dar nem chance de respirar. E digo RECEBIA mesmo. porque a vadia da minha tia, curvando suas pernas magníficas e levantando bastante sua bunda, esfregava tudo na cara do Pedro
Ela continuou assim até que nos olhou e imediatamente desceu com a ajuda do Pedro
"Finalmente os cafés!" — a muito promíscua ousou dizer
Minha mãe, por sua parte, estava tão alheia e corada pelo que viu que, sem querer, derramou um pouco de café sobre mim, meu primo e o chão
"Ahhh! QUE QUENTE!" — dissemos quase em uníssono
"Desculpe, meus filhos!" — virou-se muito nervosa
"Ahhhh!" — meu primo não para de gritar, exagerando a dor
"Está bem? O que foi?" — imediatamente, com as mãos, começou a secar o café da roupa dele; seus movimentos desajeitados percorreram primeiro os ombros, braços; ela se agachou e continuou com a barriga, limpando completamente até tocar rapidamente no short dele, alcançando com isso a roçar no pau dele, que de onde eu olhava parecia ereto.
NO ENTANTO, quando minha mãe sentiu o contato com aquela besta, vi em seu rosto o primeiro sinal de fraqueza, a primeira mostra de sua transformação! Pois ela, nervosa e vermelha como um tomate, não se limitou a passar a mão uma única vez sobre aquele pau só coberto pelaquela peça, mas fez isso umas 6 vezes! As primeiras vezes com cuidado e rapidez, as últimas mais devagar!
"Mas o que há com ela?" Por outro lado, enquanto ela fazia isso, percebi que o rosto do meu primo denotava um prazer e um morbido requintado — mas que inveja!
E de repente, graças a Deus ou aos anjos, ela me olhou com aquela expressão perdida, pegou-me pelas laterais das pernas e começou a sacudir minhas coxas para depois, finalmente, alcançar meu pau! Que estava quase explodindo. Ela demorou o seu tempo "secando", até me olhando direto nos olhos por momentos — tinha um olhar novo, tão diferente do habitual.
Até que de repente ela falou:
"Pronto" — disse com um tom estranho — "já estão como novos" — desenhou-se um sorriso em seu rosto
"Nossa, mas que loucura acabou de acontecer!" — pensei eu disse.
Minha tia, por sua vez, com minha mãe ainda naquela posição, já que ela estava limpando o café do chão, aproveitou para pegar o celular e tirar uma foto em que eu apostaria que seu rabão com certeza dominava o enquadramento principal.
Mas o que você tá fazendo?
Momentos depois, minha mãe se levantou e distribuiu as xícaras pela mesa toda e, sem mais, começamos a conversar e rir até escurecer, até que Pedro se dignou a sair de casa. NO ENTANTO, quando ele já estava indo embora, no momento em que estava dentro do carro, esse veículo nojento não ligou.
Vamos, liga! Liga! — gritava frustrado.
Era inútil, porque o carro só dava uns chiados engasgados.
Liga, seu pedaço de lata velha!
Calma — disse minha mãe — tranquilo, homem, ele não vai ligar.
Tem que ligar, ou como é que eu vou embora?
Eu disse pra você se acalmar. Por que você não fica aqui hoje à noite e amanhã cedo leva no mecânico?
Sério que eu posso? — perguntou surpreso.
Claro! — disse minha mãe, sorridente.
No entanto, aquela noite traria acontecimentos que transformariam aquele sorriso alegre.
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