PELAS BOAS OU PELAS MÁS
Mauro e Lídia estão casados há 20 anos. Ela é uma mulher muito trabalhadora, simpática e educada. Além disso, é muito gostosa, com um corpo espetacular. O cabelo loiro e os olhos verdes só completam o pacote. Também é carinhosa e totalmente fiel. A mulher perfeita.
Sei que muitos leitores devem estar com inveja do Mauro, e se perguntando sobre o que é a história.
Pois vou contar. Ela tem um único defeito. A educação sexual dela foi tão rígida que ela é incapaz de curtir o sexo, de tomar a iniciativa e de participar ativamente. Nesses 20 anos, foram raras as vezes que Mauro conseguiu terminar uma relação satisfeito, e ela dificilmente chega ao orgasmo. E pra piorar, depois do sexo ela se sentia culpada, como se tivesse feito algo sujo.
E no entanto, Mauro tinha certeza de que no fundo ela era muito fogosa. Que ele nunca tinha encontrado a chave pra ela se soltar. E isso o deixava muito mal.
Com o tempo, e por causa de todas essas questões, as relações foram ficando mais espaçadas. Hoje eles transam umas duas vezes por semana, e pra Mauro não é suficiente, como vocês podem imaginar.
Ele já estava resignado a que tudo continuasse assim, até aquela noite.
Eles estavam prestes a começar a jantar, quando a campainha tocou. Mauro olhou o relógio. Eram 21h.
— Quem pode ser a essa hora? — perguntou Lídia, enquanto secava as mãos.
— Eu vou — disse Mauro, levantando-se da mesa com toda calma.
Ele saiu da sala de jantar e foi até a porta. Ouviu-se um diálogo em voz baixa, e a porta da frente se fechou.
Lídia continuou com os preparativos do jantar, quando, ao se virar, viu o marido ladeado por dois caras jovens, de no máximo 25 anos, morenos, vestidos com jeans, camisetas e um daqueles bonés irritantes típicos de gangues urbanas. Um tinha quase um metro e noventa, e o outro era mais baixinho.
— Quem são, querido? — conseguiu perguntar Lídia, antes que um dos caras, o mais alto que estava à esquerda do marido, exibisse O revólver com que ele apontava para o marido dela pelas costas. Ela ficou pálida e sentiu as pernas bambas.
— Quietinha, nem pense em gritar, porque meu dedo é muito leve — disse o rapaz sorrindo.
— Fica calma, Lídia — conseguiu dizer o marido dela antes de levar um tapa na nuca do outro jovem, que o calou na hora.
— Não falamos pra você falar. Silêncio se quiser continuar vivo — disse o mais baixo, com um tom de ameaça que fez Lídia tremer.
— Pelo amor de Deus, não nos machuquem. Levem o que quiserem — disse Lídia quase chorando.
— Não se preocupa. A gente tem um serviço na área e precisa de um lugar pra ficar até avisarem a gente pra ir. Pode demorar um tempo e não podemos ficar na rua chamando atenção, então vamos ficar aqui, aproveitando a hospitalidade da casa. Agora fecha essa boquinha e fala quando a gente perguntar, combinado? — disse novamente o mais baixo. E Lídia calou a boca.
— Arranja algo pra amarrar eles — disse o mais alto, e o outro rapidamente entrou na casa, percorrendo os cômodos, e voltou com corda e fita adesiva. Rapidamente, sentou Mauro numa das cadeiras da sala de jantar e o amarrou com as cordas. Depois se aproximou de Lídia e, pegando-a pela cintura, sentou-a numa cadeira do outro lado da mesa, ficando de frente para o marido, e a amarrou do mesmo jeito. Nenhum dos dois conseguia se mexer, muito menos pensavam em gritar ou fazer algo que pudesse irritar aqueles bandidos.
— Olha, Brian — disse o mais alto —, eles iam jantar. Tô com fome, e você?
— Claro, Largo. Faz umas boas horas que a gente não come nada.
— Então, o que a gente tá esperando?
Os dois guardaram as armas na cintura e começaram a trazer a comida que já estava pronta pra mesa, e depois sentaram pra comer como se estivessem na casa deles.
Mauro e Lídia se olhavam em silêncio, tentando se dar força e adivinhar quais eram as intenções daqueles caras.
Enquanto comiam, foram se soltando. conversando sobre as coisas deles, sem que muitas vezes Mauro e Lidia os entendessem por causa da linguagem que usavam. Palavras que para eles não faziam sentido e que mostravam a marginalidade a que pertenciam.
— A comida tá boa, senhora. Imagino que a senhora quem fez, disse Brian. Lidia ficou calada. O jovem aproximou a faca do rosto da mulher.
— Quando eu falo com você, você me responde, beleza?, disse ameaçando cortá-la.
— Sim, senhor. A comida fui eu que fiz, disse Lidia apressada.
— Meu nome é Brian, não senhor, entendeu?
— Sim, Brian.
— E você deve estar muito orgulhoso da sua mulher, né? Cozinha bem, é educada… Disse Largo, virando-se para Mauro.
— Sim. A verdade é que tô muito satisfeito com ela.
— Quanto tempo de casados?
— 20 anos.
— Que legal. E me diz, Mauro: Na cama ela é tão boa quanto na cozinha?, disse Brian sorrindo.
— Isso é coisa íntima, interferiu Lidia, e na mesma hora um tapa a desajeitou.
— Falei com você?, disse Brian irritado.
— Não, Brian, disse Lidia quase chorando.
Brian se virou para Mauro, esperando a resposta.
— Sim, Brian, ela é muito boa também, disse Mauro tentando evitar que continuassem a usar violência contra ele e a mulher.
— E o que ela mais gosta?, continuou perguntando Brian.
— Não entendi, disse Mauro desconfortável.
— Fácil. Ela gosta de chupar, de ser montada, de dar o cu, gosta de montar em você, enfim, me entendeu, né?
Uns segundos de silêncio onde os dois se olharam.
— A verdade é que ela gosta de tudo. Não tem nenhuma preferência especial.
— Que bom, disse Largo. Você é um sortudo. E ela te procura quando quer transar, ou é uma gelada que primeiro tem que esquentar pra ela engrenar?
Mauro olhou pra Lidia, como se pedisse ajuda, mas Lidia, assustada, não ousava falar.
— Ela tem seus dias. Às vezes é uma fera e outras você praticamente tem que forçar pra ela se soltar, disse em voz baixa.
— Isso é verdade, Lidia?, disse Largo.
— O quê?, perguntou Lidia, que parecia estar em outro mundo.
— Que se é É verdade o que seu marido conta, e não vou te perguntar de novo, disse ameaçador.
- Sim, é verdade.
- Olha só, Brian, onde encontramos uma ninfomaníaca. Pra ser sincero, com essa cara de freira, nunca imaginaria.
- O que acontece é que o marido deve ser meio devagar. Só de olhar pra ela, te digo que curte umas putaria e não tem frescura com nada, nem precisava perguntar, não é, Lídia?
- Não, Brian, não precisava.
- E com certeza todos os caras que você vê te deixam com tesão, não é?
Lídia olhou pro marido à beira do pânico.
- Bom, não é bem assim...
- Vamos, Lídia, você tá morrendo de vontade de dar pra uns caras como a gente, não tá?
- Bom, a verdade é que vocês são gostosos, mas sou uma mulher casada e fiel, disse Lídia tentando não irritar os ladrões.
- Mas me diz, Mauro, você é ciumento?, perguntou Largo.
- Não muito, disse Mauro.
- Qual é, se ela desse pra outro, você ficaria puto.
- Bom, sim, mas tentaria entender.
- Que maridão você tem, Lídia. Tem que cuidar bem dele, disse Largo rindo.
- Sim, ele é muito bom, respondeu Lídia.
- Bom, agora vamos te soltar pra você fazer um café bem gostoso, disse Brian, e dito isso, começou a desamarrá-la. Lídia, com os braços dormentes, se levantou e foi fazer o que pediram. A sala de jantar era integrada à cozinha, então ela ficava à vista de todos.
Silenciosamente, preparou o café, enquanto os caras não tiravam os olhos do corpo dela.
- Sabe, Brian, não consigo decidir se ela é gostosa ou não, e essa roupa não ajuda muito.
- É, realmente é difícil adivinhar. Me diz, Mauro, sua mulher sempre se veste de freira?
- Ela é muito recatada, disse Mauro. Lídia tremia. Estava usando um vestido abaixo dos joelhos e folgado, como costumava se vestir em casa. Realmente, nada das curvas dela podia ser visto, e até ali ela estava tranquila, porque sabia que nada mais longe de excitar esses caras poderia acontecer.
Largo se levantou e foi pro quarto do casal. Depois de um tempo, voltou. sorrindo.
Nem Mauro nem Lidia entenderam nada. Acharam que talvez ele estivesse procurando coisas de valor.
Serviu o café, que foi elogiado pelos dois rapazes.
- Desculpa, Mauro, por não deixarmos você jantar nem tomar o café, mas não queremos que pense que pode bancar o herói e nos force a te matar, disse Brian entre um gole e outro.
- Entendo, disse Mauro tentando se alinhar com os invasores.
Terminado o café, todos ficaram em silêncio.
- Bom, como parece que a noite vai ser longa, acho importante nos conhecermos melhor. Então, Lidia, em cima da cama do seu quarto deixei roupa pra você trocar. Queremos que seja uma boa anfitriã e alegre a noite pra gente.
Lidia ficou petrificada.
- Não, mas...
Um olhar de Brian, que ameaçou levantar da cadeira, foi o suficiente pra Lidia se calar.
- Vamos, Lidia, agrada as visitas, disse Largo suavemente. Pensa que, se a gente não ficar satisfeito, seu maridinho pode pagar as consequências.
Lidia baixou a cabeça e foi pro quarto.
Em cima da cama, uma calcinha fio-dental preta minúscula que o marido tinha dado há anos e que ela nunca tinha coragem de usar, e uma regata curta tipo top da mesma cor, justa no corpo e que não permitia usar sutiã. Também tinha sido presente do marido, e ela nunca tinha usado. Agora não tinha escapatória. Mas o que mais preocupava ela era o que viria depois. Quando esses animais vissem ela vestida assim, o final já se anunciava ruim pra ela e pro marido. Seus piores medos se confirmavam. Esses degenerados iam comer ela, com certeza. O marido não ia conseguir impedir.
Ela se trocou e, ao se olhar no espelho, corou com a imagem sensual que o vidro devolvia. Aquela não podia ser ela. Era uma imagem impactante. Ficou paralisada, sem coragem de sair do quarto.
- Lidia, a gente tá esperando, e seu marido já tá começando a ficar nervoso, disse Brian rindo.
Lentamente, ela saiu do quarto e caminhou até a sala de jantar.
Os Assim que a viram chegar, os caras começaram a elogiar ela com palavras de baixo calão.
- Caralho, que puta gostosa que você tem em casa, Mauro. Com certeza é uma ninfomaníaca, porque esse corpo só se consegue na base do sexo. Muito sexo, disse Brian assobiando de admiração.
- Verdade, Mauro. Não sei como você consegue satisfazer uma gostosa dessas. Parabéns mesmo. Eu não daria conta, disse Largo batendo palmas.
Mauro olhou pra ela e um brilho de raiva apareceu nos olhos dele.
- Valeu pelos elogios, ele conseguiu falar, enquanto sentia a garganta fechar.
Brian tirou o celular e começou a fotografar ela de todos os ângulos, e depois colocou uma música tropical. Quando a batida ecoou na sala, ele mandou Lídia dançar.
Lídia, parada no meio do cômodo, olhava pro marido, pros caras e, vermelha que nem um tomate, começou a se mexer devagar, sem conseguir evitar que os peitos balançassem gostoso.
Brian levantou e, pegando ela pela cintura, começou a rebolar junto, e a cada momento enfiava a piroca grossa dele na bunda dela, fazendo Lídia se afastar na hora. Largo se levantou e, se colocando na frente dela, fez um sanduíche, impedindo que ela escapasse. Agora ela sentia a pica do Brian na bunda e a do Largo na barriga, por causa da diferença de altura. As duas eram visivelmente grandes e grossas.
Passou um tempão nessa brincadeira, até os caras sentarem de novo. Lídia estava corada e, contra a vontade, excitada. Nunca tinha sido apalpada por dois homens ao mesmo tempo, e jamais tinha estado numa situação dessas, na frente de dois caras que podiam fazer o que quisessem com ela. Sentiu que tinha molhado a calcinha fio dental como nunca, e se sentia horrível por ter esses pensamentos sujos.
Brian levantou e rapidamente tapou a boca do Mauro com fita adesiva, impedindo ele de falar.
- O que você tá fazendo? Gritou Lídia, tentando se aproximar do marido, mas Brian cortou o caminho dela segurando o pescoço dela com uma mão enquanto... outra se meteu entre as pernas dela.
— Não vai acreditar, Largo, mas a putinha tá toda molhada.
Largo se levantou e a mão dele substituiu a do Brian, e puxando a calcinha fio dental, um dos dedos dele entrou na buceta dela. Lídia gritou ao se sentir violada.
— Cê tem razão, tá bem molhadinha — disse enquanto tapava a boca de Lídia com a mão livre, e o dedo dele continuava brincando com a xota da mulher. Lídia, chorando, ficou imóvel. Não podia fazer nada contra esses dois demônios.
— Olha aqui, Mauro, sem querer a gente esquentou a sua mulherzinha. Como é nossa responsabilidade, vamos aliviar ela. Não queremos que cê nos culpe de nada. E pra você ver que somos uns cavalheiros, vamos deixar você presente pra confirmar que ninguém forçou ela, além disso queremos você por perto caso sua mulherzinha tente algo ou se faça de difícil — disse Largo, deixando bem clara a ameaça, enquanto levantava Lídia no colo e a levava pro quarto. Brian pegou a cadeira onde Mauro estava amarrado e arrastou ela até o quarto. Lá, colocou ela num ângulo onde não perdia nenhum detalhe do que rolava.
Largo pegou os cabelos de Lídia e, puxando pra trás, tomou a boca dela, começando a enfiar a língua até a garganta. Lídia esperneava, mas não podia fazer nada contra aquele animal. Ela se cansava e, quando parava pra respirar, a mão do safado voltava a entrar na buceta dela, começando a resistência de novo. Depois de umas 3 ou 4 vezes, Lídia já não tinha mais forças e só conseguia choramingar enquanto o cara metia a mão à vontade, até que ele a deitou na cama e se deitou por cima dela. A mulher não podia fazer nada com aquela besta em cima do corpo dela. Além disso, tava com medo do que podia acontecer com eles se continuasse resistindo. As pernas dela abertas deixavam a pica do cara percorrer a xota dela através da roupa dos dois, enquanto as mãos dele amassavam os peitos dela e a boca dele a deixava sem ar. Ela sentia como se 10 homens estivessem dominando ela. O pior pesadelo dela tava se realizando. realidade. Iam estuprar ela. Mas ela se surpreendeu ao se sentir excitada em vez de assustada. Até esqueceu que o marido estava olhando e que, mesmo por isso, ela tinha que resistir. Simplesmente se entregou lentamente à luxúria dos caras.
Brian, que não perdia nenhum detalhe do encontro, começou a se despir rapidamente, ficando peladão e mostrando uma ereção assustadora. O pau dele estava duro como uma estaca. Largo olhou pra ele e piscou um olho. Depois se moveu pro lado enquanto continuava apalpando os peitos e a boca da mulher, deixando livres as pernas dela, que, diante dos acontecimentos, Lídia manteve abertas como se Largo ainda estivesse entre elas. Um braço de Largo agarrou uma delas, puxando-a pro lado dele, garantindo que ela não fosse fechá-las, e Brian subindo na cama, apoiou-se nos joelhos, puxou a calcinha melada da mulher e, sem mais, enfiou a cabeça do pau. Lídia, ao se sentir penetrada, ficou congelada. Tentou se afastar, mas o peso de Largo sobre ela não deixava ela se mexer, e Brian, seguro da vitória, simplesmente se deixou cair, enterrando tudo. Um gemido profundo saiu da mulher, mas já era inevitável. Tinham empalado ela de verdade. Agora foi um vai e vem sensual que Brian começou, enquanto Largo se afastava pra deixar os pombinhos se divertirem em paz. Foi a boca de Brian que agora tomou a boca de Lídia, e as mãos dele que dominaram os bicos duros e empinados dela.
Lídia nunca tinha se sentido possuída daquele jeito. Ela, que não tinha iniciativa pra sexo, tinha sido forçada a foder como um bicho com um desconhecido enquanto o marido observava tudo. Era muito doentio. Demais. Tanto que, sem perceber, começou a gozar como nunca tinha gozado.
— Ei, Largo, a putinha tá gozando — disse Brian rindo. — Espera aí que eu vou também, putinha — disse acelerando as estocadas pra começar a cuspir porra no fundo do corpo dela. Aquele líquido quente serviu pra aprofundar ainda mais o O orgasmo da mulher que ficou no final, totalmente escarrapachada.
Brian saiu de dentro do corpo dela e sentou na cama. Puxou Lidia até ele e mandou ela limpar bem a pica. Praticamente enfiou a pica na boca dela e ali ficou Lidia, de quatro, chupando aquela pica que tinha satisfeito ela como nunca antes. De olhos fechados, só chupava e chupava como se fosse uma boneca. Já não sabia mais quem era, onde estava, com quem. Era só um objeto sexual em carne viva que só queria dar e receber prazer. Tava se atualizando.
Depois de um tempo desse trabalho bucal, quando a pica de Brian começava a endurecer, Largo se posicionou atrás de Lidia e devagar começou a meter nela. A pica dele era um pouco mais comprida que a do Brian, então tinha certeza que a mulher ia sentir bem no fundo. Lidia gemeu de novo ao se sentir penetrada, mas continuou no boquete até sentir o corpo de Largo batendo no dela, e aí teve que apoiar as mãos bem na cama pra não cair com as estocadas do macho. Era um verdadeiro garanhão. Metia como uma locomotiva.
Nessa posição, Largo começou a brincar com o cu dela. Usava o esperma do Brian pra lubrificar o buraquinho virgem e enfiar primeiro um dedo e depois dois, enquanto a mulher gemia e reclamava, mas com a pica na boca não podia fazer muito. Quando ficou satisfeito com o trabalho, se afastou e fez um sinal pro Brian, que também se levantou. Rápido, Largo se deitou na cama e, trazendo Lidia que não entendia o que tava rolando, mandou ela sentar na pica dele. Lidia colocou uma perna de cada lado do macho, pegou aquela pica dura e furiosa e encaixou na entrada da buceta dela, pra depois se deixar cair e se empalar até o fundo. Depois de enfiada, Largo puxou ela pra frente, tomando de novo os peitos e a boca dela, e deixou o caminho livre pro parceiro, que nem lerdo nem preguiçoso, se posicionou atrás da A mulher e sua ferramenta dura arrombaram o cu dela, enfiando a cabeça, enquanto Lidia gritava desesperada, mas os gritos foram calados pela boca do Largo. Lidia tava desesperada. Tavam sodomizando ela. Ela, que sempre tinha se negado. Dois desconhecidos iam rasgar o cu dela na frente do marido. Imaginou a cena e um novo orgasmo varreu ela por completo, deixando ela semi-inconsciente. E foi no pior momento. Quando ela se soltou, o Brian enfiou tudo que tinha. Até o fundo.
- Ahh, tô dentro dessa puta até as bolas, que prazer, que bunda apertada que essa vadiazinha tem, falou Brian, começando uma metida violenta.
- Calma, Brian, que eu também quero provar, devagar, não rasga ela, falou Largo, que tinha ficado parado pra facilitar a sodomização e agora começava a foder ela de novo devagar.
Lidia, enquanto isso, ia de orgasmo em orgasmo. Sentia que ia morrer. Ninguém podia gozar tanto sem morrer. Ensinaram ela que tudo isso era sujo, e agora descobria que gostava e que gozava como uma puta. Não, como uma puta não. Como um trem carregado de vagabundas. Olhava pro marido amarrado e amordaçado, ali perto dela, e nem assim conseguia disfarçar o tesão que a situação dava.
Passaram vários minutos até que, finalmente, Brian gozou dentro dela. Desmontou e deu a rola pra ela chupar, enquanto Largo saía de debaixo da mulher, se posicionou na bunda dela e, aproveitando o buraco que a pica do Brian tinha deixado, meteu a dele também até o fundo do cu da Lidia. Depois de alguns minutos, ele também encheu o cu dela com todo o esperma.
Os três ficaram exaustos em cima da cama. Lidia, acabada, dormiu quase na hora, enquanto os caras comentavam o que tinha rolado.
Uma hora depois, acordaram ela de novo e continuaram metendo em todos os buracos. Largo gozou na boca dela e obrigou ela a tomar todo o sêmen. Brian gozou na cara e nos peitos dela. Os dois, depois de dar tudo que tinham, Tomaram banho um por um. Quando já estavam vestidos, uma mensagem chegou no celular dos bandidos.
— Bom, agradecemos a hospitalidade, mas infelizmente temos que ir. Espera 15 minutos e solta seu marido. Não antes, porque juro que voltamos. Entendeu, gostosa?
— Sim, entendi.
Os caras juntaram as coisas e foram embora do mesmo jeito que chegaram.
Lídia olhou pro marido, tentando decifrar o olhar dele. A expressão era impossível de ler.
Depois de 15 minutos, ela se aproximou, tirou a mordaça e o soltou. Mauro ficou sentado, como se estivesse derrotado.
Lídia tentou fazer ele se recuperar.
— Mauro, meu amor, já passou, temos que esquecer o que aconteceu. Me forçaram a fazer aquilo, e eu fiz com medo de nos matarem — ela se justificou.
— Minha vida — respondeu Mauro depois de um tempo —, não mente. Te obrigaram, é verdade, mas você gozou igual uma puta. Nunca te vi sentir tanto prazer no sexo quanto com esses dois filhos da puta. Desde o começo, você tava morrendo de vontade de ser comida pelos dois, eu percebi.
— Não, meu amor, não é verdade, olha…
— Já chega de falar. Sabe o que realmente me incomoda?
— O quê?
— É que você não é assim comigo na cama. Só isso. Não ligo pro que você fez com eles. O que me dói é que você nunca fez isso comigo, mesmo eu te amando e a gente sendo casado há anos.
— Me perdoa, meu amor, juro que tudo vai mudar.
— Como vai mudar?
— Se a gente esquecer o que aconteceu hoje, te garanto que vou ser outra mulher. Na cama, vou ser tudo que você quiser. Vou te enlouquecer e te deslumbrar, pode ter certeza.
EPÍLOGO
Uns dias depois, Mauro estava sentado num bar tomando um café.
— Oi, Mauro, como é que tá?
— Tudo bem, maravilha.
— E sua esposa?
— Melhor do que nunca. Aqui está o dinheiro combinado — disse, entregando um envelope pra cada um dos caras.
— Beleza, valeu. Embora me dê uma sensação estranha cobrar por algo tão gostoso. Sem ofensa, mas sua mulher é uma puta de verdade.
— Pois é, agora ela se soltou. Vocês não têm ideia de como ela tá. Quando tô em casa, passo o tempo todo… Pelado, disse ele sorrindo.
- Então o investimento valeu a pena.
- Valeu, galera. Obrigado.
- Beleza, vamos deixar vocês, mas lembra: se precisar de algum ajuste, tamo aí. Pra sua mina, claro – disse Brian, rindo.
- Vou levar em conta, mas espero não precisar de vocês de novo.
Os caras foram embora e Mauro terminou o café, levantou e foi pra casa. Tava ficando difícil viver com uma mulher que acabou de descobrir que curte um sexo pesado.
Mauro e Lídia estão casados há 20 anos. Ela é uma mulher muito trabalhadora, simpática e educada. Além disso, é muito gostosa, com um corpo espetacular. O cabelo loiro e os olhos verdes só completam o pacote. Também é carinhosa e totalmente fiel. A mulher perfeita.
Sei que muitos leitores devem estar com inveja do Mauro, e se perguntando sobre o que é a história.
Pois vou contar. Ela tem um único defeito. A educação sexual dela foi tão rígida que ela é incapaz de curtir o sexo, de tomar a iniciativa e de participar ativamente. Nesses 20 anos, foram raras as vezes que Mauro conseguiu terminar uma relação satisfeito, e ela dificilmente chega ao orgasmo. E pra piorar, depois do sexo ela se sentia culpada, como se tivesse feito algo sujo.
E no entanto, Mauro tinha certeza de que no fundo ela era muito fogosa. Que ele nunca tinha encontrado a chave pra ela se soltar. E isso o deixava muito mal.
Com o tempo, e por causa de todas essas questões, as relações foram ficando mais espaçadas. Hoje eles transam umas duas vezes por semana, e pra Mauro não é suficiente, como vocês podem imaginar.
Ele já estava resignado a que tudo continuasse assim, até aquela noite.
Eles estavam prestes a começar a jantar, quando a campainha tocou. Mauro olhou o relógio. Eram 21h.
— Quem pode ser a essa hora? — perguntou Lídia, enquanto secava as mãos.
— Eu vou — disse Mauro, levantando-se da mesa com toda calma.
Ele saiu da sala de jantar e foi até a porta. Ouviu-se um diálogo em voz baixa, e a porta da frente se fechou.
Lídia continuou com os preparativos do jantar, quando, ao se virar, viu o marido ladeado por dois caras jovens, de no máximo 25 anos, morenos, vestidos com jeans, camisetas e um daqueles bonés irritantes típicos de gangues urbanas. Um tinha quase um metro e noventa, e o outro era mais baixinho.
— Quem são, querido? — conseguiu perguntar Lídia, antes que um dos caras, o mais alto que estava à esquerda do marido, exibisse O revólver com que ele apontava para o marido dela pelas costas. Ela ficou pálida e sentiu as pernas bambas.
— Quietinha, nem pense em gritar, porque meu dedo é muito leve — disse o rapaz sorrindo.
— Fica calma, Lídia — conseguiu dizer o marido dela antes de levar um tapa na nuca do outro jovem, que o calou na hora.
— Não falamos pra você falar. Silêncio se quiser continuar vivo — disse o mais baixo, com um tom de ameaça que fez Lídia tremer.
— Pelo amor de Deus, não nos machuquem. Levem o que quiserem — disse Lídia quase chorando.
— Não se preocupa. A gente tem um serviço na área e precisa de um lugar pra ficar até avisarem a gente pra ir. Pode demorar um tempo e não podemos ficar na rua chamando atenção, então vamos ficar aqui, aproveitando a hospitalidade da casa. Agora fecha essa boquinha e fala quando a gente perguntar, combinado? — disse novamente o mais baixo. E Lídia calou a boca.
— Arranja algo pra amarrar eles — disse o mais alto, e o outro rapidamente entrou na casa, percorrendo os cômodos, e voltou com corda e fita adesiva. Rapidamente, sentou Mauro numa das cadeiras da sala de jantar e o amarrou com as cordas. Depois se aproximou de Lídia e, pegando-a pela cintura, sentou-a numa cadeira do outro lado da mesa, ficando de frente para o marido, e a amarrou do mesmo jeito. Nenhum dos dois conseguia se mexer, muito menos pensavam em gritar ou fazer algo que pudesse irritar aqueles bandidos.
— Olha, Brian — disse o mais alto —, eles iam jantar. Tô com fome, e você?
— Claro, Largo. Faz umas boas horas que a gente não come nada.
— Então, o que a gente tá esperando?
Os dois guardaram as armas na cintura e começaram a trazer a comida que já estava pronta pra mesa, e depois sentaram pra comer como se estivessem na casa deles.
Mauro e Lídia se olhavam em silêncio, tentando se dar força e adivinhar quais eram as intenções daqueles caras.
Enquanto comiam, foram se soltando. conversando sobre as coisas deles, sem que muitas vezes Mauro e Lidia os entendessem por causa da linguagem que usavam. Palavras que para eles não faziam sentido e que mostravam a marginalidade a que pertenciam.
— A comida tá boa, senhora. Imagino que a senhora quem fez, disse Brian. Lidia ficou calada. O jovem aproximou a faca do rosto da mulher.
— Quando eu falo com você, você me responde, beleza?, disse ameaçando cortá-la.
— Sim, senhor. A comida fui eu que fiz, disse Lidia apressada.
— Meu nome é Brian, não senhor, entendeu?
— Sim, Brian.
— E você deve estar muito orgulhoso da sua mulher, né? Cozinha bem, é educada… Disse Largo, virando-se para Mauro.
— Sim. A verdade é que tô muito satisfeito com ela.
— Quanto tempo de casados?
— 20 anos.
— Que legal. E me diz, Mauro: Na cama ela é tão boa quanto na cozinha?, disse Brian sorrindo.
— Isso é coisa íntima, interferiu Lidia, e na mesma hora um tapa a desajeitou.
— Falei com você?, disse Brian irritado.
— Não, Brian, disse Lidia quase chorando.
Brian se virou para Mauro, esperando a resposta.
— Sim, Brian, ela é muito boa também, disse Mauro tentando evitar que continuassem a usar violência contra ele e a mulher.
— E o que ela mais gosta?, continuou perguntando Brian.
— Não entendi, disse Mauro desconfortável.
— Fácil. Ela gosta de chupar, de ser montada, de dar o cu, gosta de montar em você, enfim, me entendeu, né?
Uns segundos de silêncio onde os dois se olharam.
— A verdade é que ela gosta de tudo. Não tem nenhuma preferência especial.
— Que bom, disse Largo. Você é um sortudo. E ela te procura quando quer transar, ou é uma gelada que primeiro tem que esquentar pra ela engrenar?
Mauro olhou pra Lidia, como se pedisse ajuda, mas Lidia, assustada, não ousava falar.
— Ela tem seus dias. Às vezes é uma fera e outras você praticamente tem que forçar pra ela se soltar, disse em voz baixa.
— Isso é verdade, Lidia?, disse Largo.
— O quê?, perguntou Lidia, que parecia estar em outro mundo.
— Que se é É verdade o que seu marido conta, e não vou te perguntar de novo, disse ameaçador.
- Sim, é verdade.
- Olha só, Brian, onde encontramos uma ninfomaníaca. Pra ser sincero, com essa cara de freira, nunca imaginaria.
- O que acontece é que o marido deve ser meio devagar. Só de olhar pra ela, te digo que curte umas putaria e não tem frescura com nada, nem precisava perguntar, não é, Lídia?
- Não, Brian, não precisava.
- E com certeza todos os caras que você vê te deixam com tesão, não é?
Lídia olhou pro marido à beira do pânico.
- Bom, não é bem assim...
- Vamos, Lídia, você tá morrendo de vontade de dar pra uns caras como a gente, não tá?
- Bom, a verdade é que vocês são gostosos, mas sou uma mulher casada e fiel, disse Lídia tentando não irritar os ladrões.
- Mas me diz, Mauro, você é ciumento?, perguntou Largo.
- Não muito, disse Mauro.
- Qual é, se ela desse pra outro, você ficaria puto.
- Bom, sim, mas tentaria entender.
- Que maridão você tem, Lídia. Tem que cuidar bem dele, disse Largo rindo.
- Sim, ele é muito bom, respondeu Lídia.
- Bom, agora vamos te soltar pra você fazer um café bem gostoso, disse Brian, e dito isso, começou a desamarrá-la. Lídia, com os braços dormentes, se levantou e foi fazer o que pediram. A sala de jantar era integrada à cozinha, então ela ficava à vista de todos.
Silenciosamente, preparou o café, enquanto os caras não tiravam os olhos do corpo dela.
- Sabe, Brian, não consigo decidir se ela é gostosa ou não, e essa roupa não ajuda muito.
- É, realmente é difícil adivinhar. Me diz, Mauro, sua mulher sempre se veste de freira?
- Ela é muito recatada, disse Mauro. Lídia tremia. Estava usando um vestido abaixo dos joelhos e folgado, como costumava se vestir em casa. Realmente, nada das curvas dela podia ser visto, e até ali ela estava tranquila, porque sabia que nada mais longe de excitar esses caras poderia acontecer.
Largo se levantou e foi pro quarto do casal. Depois de um tempo, voltou. sorrindo.
Nem Mauro nem Lidia entenderam nada. Acharam que talvez ele estivesse procurando coisas de valor.
Serviu o café, que foi elogiado pelos dois rapazes.
- Desculpa, Mauro, por não deixarmos você jantar nem tomar o café, mas não queremos que pense que pode bancar o herói e nos force a te matar, disse Brian entre um gole e outro.
- Entendo, disse Mauro tentando se alinhar com os invasores.
Terminado o café, todos ficaram em silêncio.
- Bom, como parece que a noite vai ser longa, acho importante nos conhecermos melhor. Então, Lidia, em cima da cama do seu quarto deixei roupa pra você trocar. Queremos que seja uma boa anfitriã e alegre a noite pra gente.
Lidia ficou petrificada.
- Não, mas...
Um olhar de Brian, que ameaçou levantar da cadeira, foi o suficiente pra Lidia se calar.
- Vamos, Lidia, agrada as visitas, disse Largo suavemente. Pensa que, se a gente não ficar satisfeito, seu maridinho pode pagar as consequências.
Lidia baixou a cabeça e foi pro quarto.
Em cima da cama, uma calcinha fio-dental preta minúscula que o marido tinha dado há anos e que ela nunca tinha coragem de usar, e uma regata curta tipo top da mesma cor, justa no corpo e que não permitia usar sutiã. Também tinha sido presente do marido, e ela nunca tinha usado. Agora não tinha escapatória. Mas o que mais preocupava ela era o que viria depois. Quando esses animais vissem ela vestida assim, o final já se anunciava ruim pra ela e pro marido. Seus piores medos se confirmavam. Esses degenerados iam comer ela, com certeza. O marido não ia conseguir impedir.
Ela se trocou e, ao se olhar no espelho, corou com a imagem sensual que o vidro devolvia. Aquela não podia ser ela. Era uma imagem impactante. Ficou paralisada, sem coragem de sair do quarto.
- Lidia, a gente tá esperando, e seu marido já tá começando a ficar nervoso, disse Brian rindo.
Lentamente, ela saiu do quarto e caminhou até a sala de jantar.
Os Assim que a viram chegar, os caras começaram a elogiar ela com palavras de baixo calão.
- Caralho, que puta gostosa que você tem em casa, Mauro. Com certeza é uma ninfomaníaca, porque esse corpo só se consegue na base do sexo. Muito sexo, disse Brian assobiando de admiração.
- Verdade, Mauro. Não sei como você consegue satisfazer uma gostosa dessas. Parabéns mesmo. Eu não daria conta, disse Largo batendo palmas.
Mauro olhou pra ela e um brilho de raiva apareceu nos olhos dele.
- Valeu pelos elogios, ele conseguiu falar, enquanto sentia a garganta fechar.
Brian tirou o celular e começou a fotografar ela de todos os ângulos, e depois colocou uma música tropical. Quando a batida ecoou na sala, ele mandou Lídia dançar.
Lídia, parada no meio do cômodo, olhava pro marido, pros caras e, vermelha que nem um tomate, começou a se mexer devagar, sem conseguir evitar que os peitos balançassem gostoso.
Brian levantou e, pegando ela pela cintura, começou a rebolar junto, e a cada momento enfiava a piroca grossa dele na bunda dela, fazendo Lídia se afastar na hora. Largo se levantou e, se colocando na frente dela, fez um sanduíche, impedindo que ela escapasse. Agora ela sentia a pica do Brian na bunda e a do Largo na barriga, por causa da diferença de altura. As duas eram visivelmente grandes e grossas.
Passou um tempão nessa brincadeira, até os caras sentarem de novo. Lídia estava corada e, contra a vontade, excitada. Nunca tinha sido apalpada por dois homens ao mesmo tempo, e jamais tinha estado numa situação dessas, na frente de dois caras que podiam fazer o que quisessem com ela. Sentiu que tinha molhado a calcinha fio dental como nunca, e se sentia horrível por ter esses pensamentos sujos.
Brian levantou e rapidamente tapou a boca do Mauro com fita adesiva, impedindo ele de falar.
- O que você tá fazendo? Gritou Lídia, tentando se aproximar do marido, mas Brian cortou o caminho dela segurando o pescoço dela com uma mão enquanto... outra se meteu entre as pernas dela.
— Não vai acreditar, Largo, mas a putinha tá toda molhada.
Largo se levantou e a mão dele substituiu a do Brian, e puxando a calcinha fio dental, um dos dedos dele entrou na buceta dela. Lídia gritou ao se sentir violada.
— Cê tem razão, tá bem molhadinha — disse enquanto tapava a boca de Lídia com a mão livre, e o dedo dele continuava brincando com a xota da mulher. Lídia, chorando, ficou imóvel. Não podia fazer nada contra esses dois demônios.
— Olha aqui, Mauro, sem querer a gente esquentou a sua mulherzinha. Como é nossa responsabilidade, vamos aliviar ela. Não queremos que cê nos culpe de nada. E pra você ver que somos uns cavalheiros, vamos deixar você presente pra confirmar que ninguém forçou ela, além disso queremos você por perto caso sua mulherzinha tente algo ou se faça de difícil — disse Largo, deixando bem clara a ameaça, enquanto levantava Lídia no colo e a levava pro quarto. Brian pegou a cadeira onde Mauro estava amarrado e arrastou ela até o quarto. Lá, colocou ela num ângulo onde não perdia nenhum detalhe do que rolava.
Largo pegou os cabelos de Lídia e, puxando pra trás, tomou a boca dela, começando a enfiar a língua até a garganta. Lídia esperneava, mas não podia fazer nada contra aquele animal. Ela se cansava e, quando parava pra respirar, a mão do safado voltava a entrar na buceta dela, começando a resistência de novo. Depois de umas 3 ou 4 vezes, Lídia já não tinha mais forças e só conseguia choramingar enquanto o cara metia a mão à vontade, até que ele a deitou na cama e se deitou por cima dela. A mulher não podia fazer nada com aquela besta em cima do corpo dela. Além disso, tava com medo do que podia acontecer com eles se continuasse resistindo. As pernas dela abertas deixavam a pica do cara percorrer a xota dela através da roupa dos dois, enquanto as mãos dele amassavam os peitos dela e a boca dele a deixava sem ar. Ela sentia como se 10 homens estivessem dominando ela. O pior pesadelo dela tava se realizando. realidade. Iam estuprar ela. Mas ela se surpreendeu ao se sentir excitada em vez de assustada. Até esqueceu que o marido estava olhando e que, mesmo por isso, ela tinha que resistir. Simplesmente se entregou lentamente à luxúria dos caras.
Brian, que não perdia nenhum detalhe do encontro, começou a se despir rapidamente, ficando peladão e mostrando uma ereção assustadora. O pau dele estava duro como uma estaca. Largo olhou pra ele e piscou um olho. Depois se moveu pro lado enquanto continuava apalpando os peitos e a boca da mulher, deixando livres as pernas dela, que, diante dos acontecimentos, Lídia manteve abertas como se Largo ainda estivesse entre elas. Um braço de Largo agarrou uma delas, puxando-a pro lado dele, garantindo que ela não fosse fechá-las, e Brian subindo na cama, apoiou-se nos joelhos, puxou a calcinha melada da mulher e, sem mais, enfiou a cabeça do pau. Lídia, ao se sentir penetrada, ficou congelada. Tentou se afastar, mas o peso de Largo sobre ela não deixava ela se mexer, e Brian, seguro da vitória, simplesmente se deixou cair, enterrando tudo. Um gemido profundo saiu da mulher, mas já era inevitável. Tinham empalado ela de verdade. Agora foi um vai e vem sensual que Brian começou, enquanto Largo se afastava pra deixar os pombinhos se divertirem em paz. Foi a boca de Brian que agora tomou a boca de Lídia, e as mãos dele que dominaram os bicos duros e empinados dela.
Lídia nunca tinha se sentido possuída daquele jeito. Ela, que não tinha iniciativa pra sexo, tinha sido forçada a foder como um bicho com um desconhecido enquanto o marido observava tudo. Era muito doentio. Demais. Tanto que, sem perceber, começou a gozar como nunca tinha gozado.
— Ei, Largo, a putinha tá gozando — disse Brian rindo. — Espera aí que eu vou também, putinha — disse acelerando as estocadas pra começar a cuspir porra no fundo do corpo dela. Aquele líquido quente serviu pra aprofundar ainda mais o O orgasmo da mulher que ficou no final, totalmente escarrapachada.
Brian saiu de dentro do corpo dela e sentou na cama. Puxou Lidia até ele e mandou ela limpar bem a pica. Praticamente enfiou a pica na boca dela e ali ficou Lidia, de quatro, chupando aquela pica que tinha satisfeito ela como nunca antes. De olhos fechados, só chupava e chupava como se fosse uma boneca. Já não sabia mais quem era, onde estava, com quem. Era só um objeto sexual em carne viva que só queria dar e receber prazer. Tava se atualizando.
Depois de um tempo desse trabalho bucal, quando a pica de Brian começava a endurecer, Largo se posicionou atrás de Lidia e devagar começou a meter nela. A pica dele era um pouco mais comprida que a do Brian, então tinha certeza que a mulher ia sentir bem no fundo. Lidia gemeu de novo ao se sentir penetrada, mas continuou no boquete até sentir o corpo de Largo batendo no dela, e aí teve que apoiar as mãos bem na cama pra não cair com as estocadas do macho. Era um verdadeiro garanhão. Metia como uma locomotiva.
Nessa posição, Largo começou a brincar com o cu dela. Usava o esperma do Brian pra lubrificar o buraquinho virgem e enfiar primeiro um dedo e depois dois, enquanto a mulher gemia e reclamava, mas com a pica na boca não podia fazer muito. Quando ficou satisfeito com o trabalho, se afastou e fez um sinal pro Brian, que também se levantou. Rápido, Largo se deitou na cama e, trazendo Lidia que não entendia o que tava rolando, mandou ela sentar na pica dele. Lidia colocou uma perna de cada lado do macho, pegou aquela pica dura e furiosa e encaixou na entrada da buceta dela, pra depois se deixar cair e se empalar até o fundo. Depois de enfiada, Largo puxou ela pra frente, tomando de novo os peitos e a boca dela, e deixou o caminho livre pro parceiro, que nem lerdo nem preguiçoso, se posicionou atrás da A mulher e sua ferramenta dura arrombaram o cu dela, enfiando a cabeça, enquanto Lidia gritava desesperada, mas os gritos foram calados pela boca do Largo. Lidia tava desesperada. Tavam sodomizando ela. Ela, que sempre tinha se negado. Dois desconhecidos iam rasgar o cu dela na frente do marido. Imaginou a cena e um novo orgasmo varreu ela por completo, deixando ela semi-inconsciente. E foi no pior momento. Quando ela se soltou, o Brian enfiou tudo que tinha. Até o fundo.
- Ahh, tô dentro dessa puta até as bolas, que prazer, que bunda apertada que essa vadiazinha tem, falou Brian, começando uma metida violenta.
- Calma, Brian, que eu também quero provar, devagar, não rasga ela, falou Largo, que tinha ficado parado pra facilitar a sodomização e agora começava a foder ela de novo devagar.
Lidia, enquanto isso, ia de orgasmo em orgasmo. Sentia que ia morrer. Ninguém podia gozar tanto sem morrer. Ensinaram ela que tudo isso era sujo, e agora descobria que gostava e que gozava como uma puta. Não, como uma puta não. Como um trem carregado de vagabundas. Olhava pro marido amarrado e amordaçado, ali perto dela, e nem assim conseguia disfarçar o tesão que a situação dava.
Passaram vários minutos até que, finalmente, Brian gozou dentro dela. Desmontou e deu a rola pra ela chupar, enquanto Largo saía de debaixo da mulher, se posicionou na bunda dela e, aproveitando o buraco que a pica do Brian tinha deixado, meteu a dele também até o fundo do cu da Lidia. Depois de alguns minutos, ele também encheu o cu dela com todo o esperma.
Os três ficaram exaustos em cima da cama. Lidia, acabada, dormiu quase na hora, enquanto os caras comentavam o que tinha rolado.
Uma hora depois, acordaram ela de novo e continuaram metendo em todos os buracos. Largo gozou na boca dela e obrigou ela a tomar todo o sêmen. Brian gozou na cara e nos peitos dela. Os dois, depois de dar tudo que tinham, Tomaram banho um por um. Quando já estavam vestidos, uma mensagem chegou no celular dos bandidos.
— Bom, agradecemos a hospitalidade, mas infelizmente temos que ir. Espera 15 minutos e solta seu marido. Não antes, porque juro que voltamos. Entendeu, gostosa?
— Sim, entendi.
Os caras juntaram as coisas e foram embora do mesmo jeito que chegaram.
Lídia olhou pro marido, tentando decifrar o olhar dele. A expressão era impossível de ler.
Depois de 15 minutos, ela se aproximou, tirou a mordaça e o soltou. Mauro ficou sentado, como se estivesse derrotado.
Lídia tentou fazer ele se recuperar.
— Mauro, meu amor, já passou, temos que esquecer o que aconteceu. Me forçaram a fazer aquilo, e eu fiz com medo de nos matarem — ela se justificou.
— Minha vida — respondeu Mauro depois de um tempo —, não mente. Te obrigaram, é verdade, mas você gozou igual uma puta. Nunca te vi sentir tanto prazer no sexo quanto com esses dois filhos da puta. Desde o começo, você tava morrendo de vontade de ser comida pelos dois, eu percebi.
— Não, meu amor, não é verdade, olha…
— Já chega de falar. Sabe o que realmente me incomoda?
— O quê?
— É que você não é assim comigo na cama. Só isso. Não ligo pro que você fez com eles. O que me dói é que você nunca fez isso comigo, mesmo eu te amando e a gente sendo casado há anos.
— Me perdoa, meu amor, juro que tudo vai mudar.
— Como vai mudar?
— Se a gente esquecer o que aconteceu hoje, te garanto que vou ser outra mulher. Na cama, vou ser tudo que você quiser. Vou te enlouquecer e te deslumbrar, pode ter certeza.
EPÍLOGO
Uns dias depois, Mauro estava sentado num bar tomando um café.
— Oi, Mauro, como é que tá?
— Tudo bem, maravilha.
— E sua esposa?
— Melhor do que nunca. Aqui está o dinheiro combinado — disse, entregando um envelope pra cada um dos caras.
— Beleza, valeu. Embora me dê uma sensação estranha cobrar por algo tão gostoso. Sem ofensa, mas sua mulher é uma puta de verdade.
— Pois é, agora ela se soltou. Vocês não têm ideia de como ela tá. Quando tô em casa, passo o tempo todo… Pelado, disse ele sorrindo.
- Então o investimento valeu a pena.
- Valeu, galera. Obrigado.
- Beleza, vamos deixar vocês, mas lembra: se precisar de algum ajuste, tamo aí. Pra sua mina, claro – disse Brian, rindo.
- Vou levar em conta, mas espero não precisar de vocês de novo.
Os caras foram embora e Mauro terminou o café, levantou e foi pra casa. Tava ficando difícil viver com uma mulher que acabou de descobrir que curte um sexo pesado.
2 comentários - Na marra ou na base do amor