Agora, com o festival do chamamé, lembrei de uma vez, anos atrás, que uma gatinha me levou pra casa dela.
Era uma noite que os Nocheros estavam tocando, umas 2h da manhã, eu tava lá desde as 22h, morrendo de fome e sem um puto porque gastei tudo em bebida.
Pra minha sorte, uma mina bonitinha de rosto chega perto de mim, com uma regatinha curta que deixava o umbigo de fora, e fala: "Te compro um cachorro-quente se você me der um beijo."
"Milagre divino", pensei. Era um dois por um.
Eu ri, falei que tava meio tonto e que a gente fosse pra um lugar com menos gente pra eu pagar o trato.
Achei que ela se aproveitou do meu estado, me mandou esperar um pouco e disse que voltava pra me buscar.
Meio frustrado, preparei um fernandito. Quando tava servindo a coca, olhei pro lado e, pela entrada do pessoal, vi que a gostosa tava toda agarradinha com outro cara num grupo meio grande.
Senti um vazio, uma agonia. "Perdeu o cachorro-quente", minha cabeça repetia.
Já tinha bebido metade do fernet quando sinto alguém puxar meu braço. "Peraí!" gritei — meu fernet.
"Ah, desculpa, vem, vem rápido", ela respondeu.
Não tava entendendo porra nenhuma do que tava rolando, aí ela me tirou do anfiteatro, falou que precisava ir pra casa dela, que ficava a umas quadras, e que tava com medo de ir sozinha. Eu nem conhecia ela, mas supus que assim ia poder cobrar o cachorro-quente.
Acompanhei ela por duas quadras, todo cagado de medo das motos, entramos na casa dela, ela fechou a porta apressada e me beijou com tudo. Me agarrou pela nuca, me beijou com força e eu automaticamente apertei ela contra mim, peguei carinho, a gente brincava com a língua, ela lambia minhas bochechas, me puxava pra perto dela e me arrastava pela casa. Na hora, esqueci de tudo, ela era uma mina gostosa e me apaixonou com a atitude dela. Ficamos uns dez minutos sem desgrudar a boca.
Num momento, ela fala que adorou, eu olhei pra boca dela e beijei de novo, agarrei as bundas dela, eram redondinhas e gordinhas, sentei ela na mesa enquanto apoiava e beijava o pescoço dela. A gente tava muito excitado, ela respirava forte e meu pau Estava prestes a estourar a calça.
Levantei a camiseta dela, respirei desde os peitos dela até o pescoço enquanto ela tirava o sutiã. Eu a adorava, tava apegado.
Terminamos de nos despir em cima da mesa da sala de jantar dela, coloquei as perninhas dela no ombro enquanto nos olhávamos e fui enfiando devagar, eu não tinha camisinha, naquele dia tinha perdido, foi uma das melhores coisas, senti aos poucos os líquidos dela se acenderem na cabeça e a temperatura mudar, era quente e macio. Aos poucos fui amassando ela contra a mesa enquanto os gemidos dela aumentavam, eu tava quase gozando, dava pra ver na minha cara, então ela parou e disse: "não seja sem graça". Ela queria que eu jogasse ela no chão. Levantei ela naquela posição, ela se prendeu na minha cintura enquanto eu pulava e enfiava, depois de um tempo parei, peguei a cabeça dela e levei até uma bancada da cozinha, ali meti com tudo, ela gritava, gritava e pedia pra eu gozar tudo dentro, gritava que não ligava, que eu enchesse a pussy de porra, ela agarrava minhas nádegas enquanto mordia o lábio, eu puxava o cabelo dela e metia forte contra a mesa.
Ela já exausta pediu pra eu gozar. Puxei o cabelo dela pra trás, deitamos no chão, coloquei ela por cima de mim, chupei os peitos dela por um tempo, puxei o corpo dela pra perto enquanto com um dedo saboreava o buraquinho da bunda dela. Olhei pra ela e dei um tapinha na bunda como se fosse pra ela cavalgar, mas ela tava cansada, dava pra ver na carinha de destruída dela, então comecei a arrebentar a pussy dela e com os sucos vaginais e o cuzinho dilatado enfiei um dedo, com o grito abafado dela não aguentei mais e gozei dentro dela.
Ficamos descansando no chão por um tempinho, ela tava meio dormindo.
Sentei ela mais ou menos e enfiei meu pau meio dormindo dentro da boca dela, ela foi acordando aos poucos, no começo lambia a cabeça do meu pau com carinho até que meu pênis ficou duro e eu gozei de novo.
Nos vestimos e ela pediu pra eu ir embora porque já tinha ficado tarde, o festival tava quase acabando e ela tava com medo dos pais dela chegarem. Antes de ir, perguntei por que não voltava comigo, aí ela respondeu que o namorado dela acha que ela foi dormir. Fiquei confuso com a surpresa do namorado, voltei pros meus amigos, tinha esquecido de tudo, até da fome, fiquei estranho naquele dia, mas QUE TRANSA GOSTOSA.
Noites no baile eu via ela, mas nunca conseguimos conversar de novo, ela continua com o namorado, tenho ela no face e no snap, tomara que se repita.
Era uma noite que os Nocheros estavam tocando, umas 2h da manhã, eu tava lá desde as 22h, morrendo de fome e sem um puto porque gastei tudo em bebida.
Pra minha sorte, uma mina bonitinha de rosto chega perto de mim, com uma regatinha curta que deixava o umbigo de fora, e fala: "Te compro um cachorro-quente se você me der um beijo."
"Milagre divino", pensei. Era um dois por um.
Eu ri, falei que tava meio tonto e que a gente fosse pra um lugar com menos gente pra eu pagar o trato.
Achei que ela se aproveitou do meu estado, me mandou esperar um pouco e disse que voltava pra me buscar.
Meio frustrado, preparei um fernandito. Quando tava servindo a coca, olhei pro lado e, pela entrada do pessoal, vi que a gostosa tava toda agarradinha com outro cara num grupo meio grande.
Senti um vazio, uma agonia. "Perdeu o cachorro-quente", minha cabeça repetia.
Já tinha bebido metade do fernet quando sinto alguém puxar meu braço. "Peraí!" gritei — meu fernet.
"Ah, desculpa, vem, vem rápido", ela respondeu.
Não tava entendendo porra nenhuma do que tava rolando, aí ela me tirou do anfiteatro, falou que precisava ir pra casa dela, que ficava a umas quadras, e que tava com medo de ir sozinha. Eu nem conhecia ela, mas supus que assim ia poder cobrar o cachorro-quente.
Acompanhei ela por duas quadras, todo cagado de medo das motos, entramos na casa dela, ela fechou a porta apressada e me beijou com tudo. Me agarrou pela nuca, me beijou com força e eu automaticamente apertei ela contra mim, peguei carinho, a gente brincava com a língua, ela lambia minhas bochechas, me puxava pra perto dela e me arrastava pela casa. Na hora, esqueci de tudo, ela era uma mina gostosa e me apaixonou com a atitude dela. Ficamos uns dez minutos sem desgrudar a boca.
Num momento, ela fala que adorou, eu olhei pra boca dela e beijei de novo, agarrei as bundas dela, eram redondinhas e gordinhas, sentei ela na mesa enquanto apoiava e beijava o pescoço dela. A gente tava muito excitado, ela respirava forte e meu pau Estava prestes a estourar a calça.
Levantei a camiseta dela, respirei desde os peitos dela até o pescoço enquanto ela tirava o sutiã. Eu a adorava, tava apegado.
Terminamos de nos despir em cima da mesa da sala de jantar dela, coloquei as perninhas dela no ombro enquanto nos olhávamos e fui enfiando devagar, eu não tinha camisinha, naquele dia tinha perdido, foi uma das melhores coisas, senti aos poucos os líquidos dela se acenderem na cabeça e a temperatura mudar, era quente e macio. Aos poucos fui amassando ela contra a mesa enquanto os gemidos dela aumentavam, eu tava quase gozando, dava pra ver na minha cara, então ela parou e disse: "não seja sem graça". Ela queria que eu jogasse ela no chão. Levantei ela naquela posição, ela se prendeu na minha cintura enquanto eu pulava e enfiava, depois de um tempo parei, peguei a cabeça dela e levei até uma bancada da cozinha, ali meti com tudo, ela gritava, gritava e pedia pra eu gozar tudo dentro, gritava que não ligava, que eu enchesse a pussy de porra, ela agarrava minhas nádegas enquanto mordia o lábio, eu puxava o cabelo dela e metia forte contra a mesa.
Ela já exausta pediu pra eu gozar. Puxei o cabelo dela pra trás, deitamos no chão, coloquei ela por cima de mim, chupei os peitos dela por um tempo, puxei o corpo dela pra perto enquanto com um dedo saboreava o buraquinho da bunda dela. Olhei pra ela e dei um tapinha na bunda como se fosse pra ela cavalgar, mas ela tava cansada, dava pra ver na carinha de destruída dela, então comecei a arrebentar a pussy dela e com os sucos vaginais e o cuzinho dilatado enfiei um dedo, com o grito abafado dela não aguentei mais e gozei dentro dela.
Ficamos descansando no chão por um tempinho, ela tava meio dormindo.
Sentei ela mais ou menos e enfiei meu pau meio dormindo dentro da boca dela, ela foi acordando aos poucos, no começo lambia a cabeça do meu pau com carinho até que meu pênis ficou duro e eu gozei de novo.
Nos vestimos e ela pediu pra eu ir embora porque já tinha ficado tarde, o festival tava quase acabando e ela tava com medo dos pais dela chegarem. Antes de ir, perguntei por que não voltava comigo, aí ela respondeu que o namorado dela acha que ela foi dormir. Fiquei confuso com a surpresa do namorado, voltei pros meus amigos, tinha esquecido de tudo, até da fome, fiquei estranho naquele dia, mas QUE TRANSA GOSTOSA.
Noites no baile eu via ela, mas nunca conseguimos conversar de novo, ela continua com o namorado, tenho ela no face e no snap, tomara que se repita.
2 comentários - Chamamé