Hoje tenho 38, estamos no verão e nessa época sempre me lembro de uns anos atrás, quando a gente morava em Buenos Aires e vinha passar janeiro inteiro em Mar del Plata. Eu adorava porque na casa ao lado da nossa vinha uma prima da minha mãe com a irmã dela e o marido, e na frente vinham outros primos e primas, então os verões eram uma patota. Mas o bom mesmo era do lado: as primas da minha velha, Ana e Luci. A Luci era casada desde que me lembro, mas a Ana sempre foi solteira. Durante vários verões, eu adorava olhar a bunda das primas dos meus pais. A que mais me atraía era a da Ana. Como toda família descendente de italianos, as gurias eram "bem tanoas": percheronas, peitudas e caderudas. Não eram magricelas nem gordas, mas tinham corpo marcado, quadril pra agarrar e uns peitões bons. Era o meu tipo preferido, o da Ana e da Luci. Então, nos verões, eu batia uma lembrando dos peitos das minhas tias, principalmente os da Ana, que usava sutiãs mais armados e eles ficavam mais empinados. Além disso, ela era a mais parceira comigo naqueles verões, a que me mimava, me levava nos fliperamas. Quando eu queria ir mais fundo no mar e meus pais não deixavam, ela entrava comigo e essas besteiras. Ao sair da água, os bicos dos peitos dela endureciam, e aquilo me fascinava porque era material certo pra punheta. O fundo da minha casa dava no fundo da casa delas, e com a cerca viva no meio, dava pra espiar ou passar. Aí um dia (verão de 97, eu com 18 e ela com 42), descobri as calcinhas dela penduradas e começaram as bronhas com as calcinhas, além das imagens mentais. De noite, tentava olhar pela janela do quarto dela pra ver se via alguma coisa, mas as venezianas não deixavam. Então, um dia que elas não estavam, com uma chave de fenda, aumentei um pouco mais a fresta e mal dava pra ver um pedacinho, mas foi o suficiente pra uma noite ver ela se trocando e ver os peitos dela diretamente e uma das calcinhas com que eu batia uma, vestida nela. Bicos e auréolas do caralho. Belas tetas, na hora só tirei a roupa e comecei a bater uma com o pouco que via. Gozei em 30 segundos, sujei a parede e voltei pra casa super assustado, excitado, mas feliz. Toda vez que dava, tentava espiar ela e bater uma, mas era punheta garantida todo dia, seja com as calcinhas no varal ou com a imagem do dia na praia. Aquele verão eu tava muito afim dela, os hormônios a mil. Um dia a gente entrou na água e, brincando, um peito escapou dela. Eu fiquei vermelho e ela riu e disse: "é só um peito", e continuou como se nada. Por Deus, ver um peito dentro da maiô e o outro pra fora pendurado me deixou louco, e mais ainda quando ela pegou e colocou pra dentro e ajeitou os dois. Tava de pau duro, puta que pariu... muito excitado. Quando chegamos em casa, entrei no chuveiro e a primeira coisa que fiz foi bater uma. Meus pais foram comprar e visitar uns amigos no centro naquela tarde, e eu falei na hora que não queria ir. Ia bater umas quantas vezes que desse. Sem eu saber, quando eles saíram, pediram pras minhas tias pra "dar uma olhada em mim", coisa que eu não sabia. Já tinha batido duas e pouco depois comecei a terceira pensando naquele peito que vi na água com o mamilo duro. Nas duas ou três vezes que consegui ver ela sem jeito pela fresta da janela, tava tão excitado e tão viciado que não ouvi barulho em casa até baterem na porta. Não sabia onde me esconder e ouvi a tia Ana me chamando. Como pude, vesti o short, ajeitei o pau pra cima e abri a porta. Ana perguntou se eu tava bem e o que tava fazendo. Falei que tava no banheiro, me embananei e comecei a gaguejar. Ela riu e, muito rápida, passou a mão no meu pau e sentiu a ereção. O medo tomou conta, fiquei mais vermelho ainda e a primeira coisa que me veio à cabeça foi falar: "Por favor, não conta pros meus pais..." quase chorando. Ana, séria, disse: "Vai pra dentro que vamos conversar. Sei muito bem o que você tá fazendo e sei Que é que você tá olhando pela minha janela, ou você acha que eu não vi que a janela tem uma marca?" com cara de brava. Juro que nessa hora a pica encolheu tanto que eu nem sentia ela, quase chorando, cagado de medo sem saber o que tava rolando. Ela sentou no sofá grande e eu no da frente (daqueles de uma pessoa só) e continuou… "Seus pais me pediram pra ficar de olho em você, foram embora e eu cheguei perto, vi tudo fechado, pensei que você tinha escapado e te vi pela janela lateral, você tava no sofá fazendo aquilo, no que você tava pensando?"… Eu tava cagado de medo, o coração saindo pela boca, minha cabeça explodindo pensando na merda que ia dar, e ela continua "Vou te dizer no que você tava pensando… nas minhas tetas que você viu hoje na água… ou não? Fala, me diz!!!" Eu não falava nada, só olhava pra baixo, morrendo de medo. Ela, com cara de nada, me fala… "Me olha quando eu falo com você, me olha". Do jeito que deu, olhei nos olhos dela como quem implora clemência, e ela sorri e me diz "Nachito, sabe que eu te apoio em tudo, sabe que você é meu sobrinho favorito e que tudo que você pedir eu faço pra te mimar, quer ver meus peitos? Quer uma calcinha minha pra bater uma? Por que você não me fala, Ti… me dá ou Ti me acontece isso…" Eu não acreditava no que tava ouvindo, a Ti Ana era gente boa, mas isso nunca imaginei, nunca vi chegar, a gostosa sabia que eu espiava ela, sabia que eu olhava as calcinhas dela no varal e tinha me visto há um tempo batendo duas e ainda tava me falando na cara. Na hora ela levantou a camiseta e disse "Olha elas, olha bem, mas cuidado! Não pode tocar, só olhar…" Timidamente olhei, ela levantou e chegou perto de mim e colocou elas na minha cara. "Subiu, né?" ela disse, não sabia o que falar, ela repetiu "Nachito, se eu te pergunto alguma coisa, me responde, porque se a gente tá fazendo isso é porque eu te quero e quero te dar todos os gostos… subiu sim ou não", eu falei que sim e ela "Então, tira a calça, senta e bate uma boa punheta olhando pras minhas tetas, você curte e eu curto, nós dois A gente se ajudava, mas antes de gozar você me avisa…
Ela sentou na poltrona grande, eu continuava na outra, e ela tirou os peitos pra fora do sutiã, os dois, juntava eles, mexia nos bicos, mas sem tirar os olhos da minha pica. Quando eu tava quase gozando, avisei, e ela pediu pra eu não fazer isso, mandou eu levantar e ir até ela. Ela enfiou os peitos de volta, mas abriu um pouco o sutiã e disse: “deixa comigo, assim eu te ensino como gosto que você deixe a porra…” Agarrou minha pica com uma mão e com a outra puxou o sutiã, gozei um pouco num peito, depois no outro, e repetiu até não sair mais nada.
Ela abaixou a blusa e mandou eu sentar, e eu obedeci. Ela sorriu pra mim e disse: “esse é nosso segredo, eu não conto pros seus pais e você não fala nada pra ninguém. Sei que você é esperto e vai bater muita punheta, então a Tia Ana vai te ajudar, mas boca fechada, sim?”. Aí eu entendi tudo e soube que ia ser um verão incrível, e concordei.
“A Tia Ana adora que você deixe a porra dentro do sutiã, nos dois peitinhos, ainda mais se depois eu tiver que sair pra fazer compras.”
Aquele verão foi foda. Toda vez que dava pra ir na casa dela ou quando eu tava sozinho na minha, eu dava um jeito de avisar, e ela vinha ou mandava eu ir. Ela tirava os peitos pra fora, me masturbava ou eu me masturbava, e eu deixava a porra dentro do sutiã dela. Mas nunca me deixava tocar nela, o único contato era minha pica com os peitos na hora de gozar.
O negócio é que as punhetas com os peitos dela naquele verão foram inesquecíveis… A coisa continuou e melhorou nos verões seguintes, mas isso é história pra outro relato… Espero que tenham curtido tanto quanto eu.
Ela sentou na poltrona grande, eu continuava na outra, e ela tirou os peitos pra fora do sutiã, os dois, juntava eles, mexia nos bicos, mas sem tirar os olhos da minha pica. Quando eu tava quase gozando, avisei, e ela pediu pra eu não fazer isso, mandou eu levantar e ir até ela. Ela enfiou os peitos de volta, mas abriu um pouco o sutiã e disse: “deixa comigo, assim eu te ensino como gosto que você deixe a porra…” Agarrou minha pica com uma mão e com a outra puxou o sutiã, gozei um pouco num peito, depois no outro, e repetiu até não sair mais nada.
Ela abaixou a blusa e mandou eu sentar, e eu obedeci. Ela sorriu pra mim e disse: “esse é nosso segredo, eu não conto pros seus pais e você não fala nada pra ninguém. Sei que você é esperto e vai bater muita punheta, então a Tia Ana vai te ajudar, mas boca fechada, sim?”. Aí eu entendi tudo e soube que ia ser um verão incrível, e concordei.
“A Tia Ana adora que você deixe a porra dentro do sutiã, nos dois peitinhos, ainda mais se depois eu tiver que sair pra fazer compras.”
Aquele verão foi foda. Toda vez que dava pra ir na casa dela ou quando eu tava sozinho na minha, eu dava um jeito de avisar, e ela vinha ou mandava eu ir. Ela tirava os peitos pra fora, me masturbava ou eu me masturbava, e eu deixava a porra dentro do sutiã dela. Mas nunca me deixava tocar nela, o único contato era minha pica com os peitos na hora de gozar.
O negócio é que as punhetas com os peitos dela naquele verão foram inesquecíveis… A coisa continuou e melhorou nos verões seguintes, mas isso é história pra outro relato… Espero que tenham curtido tanto quanto eu.
9 comentários - Pajas de verano con la tia.
Si quieres te enseño mi post