Tudo parecia estar se ajeitando. Naquele fim de semana, a Mili ia conversar com o Javier, ou melhor, terminar o relacionamento com ele. A gente continuaria se vendo escondido enquanto os boatos do término se acalmavam. Com as provas e depois, saindo de férias, a fofoca ia se diluindo... como eu disse, tudo parecia estar indo de vento em popa... mas...
Geralmente, uma semana antes das provas de fim de ano, a faculdade organizava um campeonato de futsal masculino, talvez pra galera aliviar a tensão fisicamente antes das provas acadêmicas... mas naquele fim de semana não ia ter só tensão esportiva, mas também emocional...
Teve uma época em que eu não perdia esses campeonatos. Depois de uma viagem pra terra de um tio, e por causa de uma lesão, digamos que eu me aposentei do futebol. Deixei de lado as AMIZADES esportivas, talvez por isso não me tornei muito amigo do Javier, já que ele era presença garantida nos jogos de futsal todo fim de semana em qualquer quadra da universidade.
Então, me preparei pra ir pra faculdade me divertir um pouco vendo meus amigos lutando pelo troféu do campeonato. Também, em parte, queria ver se a Mili ia cumprir a promessa que me fez de terminar com o Javier... só que ela tinha feito outra promessa muito antes...
Cheguei na faculdade perto do meio-dia, a primeira rodada já tinha acabado, o time do Javier tinha se classificado pras oitavas de final. Parabenizei ele por isso, ele e uns amigos que a gente tinha em comum. Longe de ver ele com o astral baixo, notei ele com um vigor meio incomum, com uma vontade de levar logo de uma vez aquele troféu... e não era o único troféu que ele esperava receber...
Pensei que talvez a Mili não tinha querido terminar com ele durante a parada esportiva, talvez no final do campeonato ela ia dar a estocada final.
Bom, talvez não seja hoje. Se o Javier não ganhar o campeonato, ele vai ficar deprimido, ainda mais se a Mili largar ele. Não me importaria se a Mili deixasse as coisas pra amanhã... sim, que deixasse o O ânimo do Javier vai se recuperar, porque no fim das contas o time dele não é tão bom assim pra ganhar o torneio… pensei comigo.
Eu tava num clima otimista, o que contrastava com a cara de pessimista que a Mili tinha quando a encontrei andando pelos corredores da faculdade.
— Oi… falei e quis dar um beijo nela, mas me segurei, podia ter algum curioso por perto.
— Oi… respondeu com um sorriso meio forçado.
— Por que você tá assim?… perguntei estranhando, e insisti meio vitorioso… terminou com ele?
— Sim… terminei… disse ainda com cara de pesar.
— Não me diga que tá se arrependendo de ter feito isso… falei irritado.
— Não é isso… é que… se eu contar, você vai ficar puto…
— Não, se você não contar, é que vou ficar puto… respondi sério.
— Tá bom…
Sentamos nas escadas, e então ela me contou o que rolou:
A Mili tinha terminado com o Javier na noite anterior. O ego ferido do Javier não ia deixar ela ir tão fácil assim. Depois de passar um tempão atrás da Mili, cortejando ela, e em poucos meses ela dar um pé na bunda… é algo difícil de engolir… talvez nem tanto pra ele, porque como eu disse, ele satisfazia os instintos sexuais com outras, e acho que não tinha muito carinho pela Mili. Ela era mais o troféu dele, a grande conquista que ele exibia pros amigos, e por quem era invejado por muitos.
Então acho que o que doeu no Javier não foi o coração, mas sim a cabeça… ele pensou mais nos comentários, geralmente maldosos, que essas situações geram, principalmente entre os amigos… palavras pesadas como que talvez largaram ele por brocha, por gozar rápido, por não saber satisfazer uma mulher daquelas… como cê vê, a situação dá margem pra esses comentários e outros mais criativos e venenosos.
Tudo isso já era de se esperar, imaginei que o Javier tentaria mil e uma artimanhas pra continuar com a Mili, pelo menos até o fim do ciclo, as Férias… foi assim que ele fez… mas ela não aceitou… só no final da conversa, que acabou parecendo mais uma negociação, é que eles acertaram os termos da separação…
Não iam contar sobre a separação até depois das finais. Nas férias, a fofoca já teria morrido, e no próximo ciclo, o caso deles já era história velha, assim Javier protegia o orgulho dele. Além disso, ele prometeu não fazer nenhum comentário vingativo ou maldoso sobre ela e as intimidades deles. Até aí tudo bem… o problema foi uma promessa antiga que ela tinha que cumprir…
Lá pela metade do ciclo, teve um campeonato de futsal. Mili, como namorada do Javier, foi torcer por ele, mas tomou um baita de um fora quando viu o time dele ser amassado e goleado. Aquilo gerou zoeira de vários colegas, e ela até entrou na brincadeira também.
Já na intimidade, depois daquele dia trágico pra ele, Javier tentou pelo menos sair ganhando entre os lençóis. Talvez pra esquecer o mau momento da vergonhosa derrota esportiva, ele buscou no sexo abafar aqueles tempos ruins… mas não era só sexo comum que ele queria, era sexo anal.
Inaugurar aquele rabão da Mili com certeza faria todo o resto ficar em segundo plano. Além disso, basicamente por causa dessa fantasia ele provavelmente começou o relacionamento com ela. Mili sempre tinha negado essa possibilidade por medo e outras coisas… e naquela noite ela continuou negando… ainda mais prevendo que Javier ia descontar toda a raiva no cu virgem dela… só que ela falou isso de outro jeito…
— Cê acha que merece esse presente depois de ter perdido daquele jeito? — Mili provocou ele naquela ocasião.
— Então quer dizer que se tivesse ganhado o campeonato, você teria deixado eu meter no teu cu? — respondeu Javier, meio puto.
— Sim, nesse caso eu acho que seria uma recompensa justa… — respondeu Mili, meio aliviada por manter o pau do Javier longe do buraquinho apertado dela.
— Cê vai ver… o próximo campeonato eu vou ganhar… e essa sua bunda vai ser minha. mió... respondeu confiante Javier.
- Já vamos ver... respondeu Mili em tom de deboche.
- Vamos apostar?...
- Tá bom... concordou Mili, confiante de que aquilo nunca ia rolar.
- Mas vamos... você não vai se arrepender... insistiu Javier.
- Não...
- Me promete?...
- Tá bom... eu prometo... sentenciou Mili naquela época.
Na noite anterior, Javier fez ela lembrar da promessa. Era óbvio que ele queria levar alguma lembrança, realizar aquela fantasia que com o término se tornaria impossível... e o fato é que Mili aceitou, pra não prolongar mais aquela discussão que botava fim no relacionamento, além de que ela tinha certeza que o time do Javier era uma merda.
Mas Javier não era burro, ele moveu mundos e fundos pra reforçar o time dele... e conseguiu, prometeu desde cervejas até arrumar encontros com as amigas experientes dele. O time do Javier tinha classificado ganhando de goleada. Enquanto a gente conversava na escada, o time dele tava passando o rodo em outro rival e indo pras quartas de final.
- Ei, mas não seja idiota... mesmo se ele ganhar, você não vai cumprir essa promessa... a menos que você queira... falei irritado.
- Não, claro que não quero cumprir essa promessa... cê me acha o quê?, uma qualquer?... só de pensar me dá... não terminei a frase, mas fiz uma careta de nojo.
- Então... qual é o problema?... não cumpre o que prometeu, inventa qualquer desculpa e pronto... que ele fique puto, que diferença faz?...
- É que tenho medo dele reagir mal e...
- Se ele encostar em você, eu mato ele... falei instintivamente, imaginando que Javier poderia bater ou tentar forçar Mili a cumprir a promessa.
Ela me olhou surpresa, meio assustada no começo, mas depois com carinho ao perceber que eu tava disposto a protegê-la como devia. Ela acariciou minha bochecha, me roubou um beijo que acalmou um pouco meu ânimo exaltado... A gente se separou ao ouvir uns passos...
- Danny... é que não é Só isso… ela me disse, ainda confusa.
- O quê? Você prometeu algo mais pra ele?...
- Não, idiota, é que como eu não vou cumprir o que prometi, ele pode dizer que também não vai cumprir o que prometeu… sei lá… pode espalhar boatos sobre mim… sobre a intimidade que a gente teve um dia… ou inventar qualquer besteira e me fazer passar por uma puta… Entendeu?...
- Sim, mas quem vai acreditar nele? Todo mundo sabe como ele é fofoqueiro, além disso, iam perceber que ele tá falando por dor de cotovelo…
- Mesmo assim, os boatos deixam marcas…
- Mas essas coisas, no fim das contas, o pessoal esquece…
- Pra você é fácil porque é homem. Se você termina com sua namorada e pouco tempo depois aparece com outra mina, seus amigos te parabenizam, te celebram como um Don Juan… agora, se uma mulher termina com o parceiro e logo aparece com outro cara, todo mundo a chama de vagabunda, de menina fácil, até as suas próprias amigas te olham com desconfiança, acham que você pode roubar o namorado delas…
Não pude contestar aquilo, era uma realidade, algo machista — as reações não só dos homens, mas das próprias mulheres quando veem que uma amiga largou o namorado por outro…
Se naqueles dias alguém me visse com a Mili, com certeza me parabenizariam, alguns me pagariam umas cervejas, pediriam pra eu contar como foi, os comentários sobre mim seriam benignos na maior parte… mas sobre ela… diriam que é uma puta… entre outras pérolas… e ainda mais se o Javier, por despeito, soltasse alguma coisa, e com a boca mole que ele tinha. Se ele me contava sem vergonha as aventuras dele com as amigas, já imaginava o que poderia dizer da Mili…
- Você tem razão… bom, acho melhor você ir pra sua casa, eu vejo como resolvo isso, qualquer coisa te ligo…
- Você não vai brigar com ele… ela disse, assustada.
Pra ser sincero, eu gostaria de ameaçá-lo, e se isso não funcionasse, dar uns sopapos… mas calma… sei que isso só pioraria as coisas.
- Então o que você vai fazer?...
- Já vou pensar em algo… ou talvez nem precise fazer nada, quem sabe o time dele perca… Vou com você ou vai sozinha?...
- Não, vou ficar mais um pouco, tenho que encontrar uma amiga na biblioteca pra estudar, depois vou embora…
- Tá bom… então a gente se vê… me despedi e dei um beijo de amigo na bochecha dela pra não levantar suspeitas, só que meus lábios roçaram os dela, notei como ela ficou vermelha.
Fui andando até as quadras esportivas pra ver como tava o campeonato e se o time do Javier já tinha sido eliminado. Mas as notícias não eram boas, como comentei, o time dele passou pras quartas de final e o rival era um time que mal conseguiu se classificar… então ele podia facilmente avançar pras semifinais…
Enquanto isso, eu tramava como evitar a onda de ações e reações que podiam rolar se o Javier ganhasse o campeonato… pensei em me juntar a um dos times classificados, até porque eu tinha ido pra universidade de roupa esportiva… só que todos os times já estavam completos, e se tivesse alguma vaga, muitos iam duvidar em me dar, já que eu tava há um bom tempo longe dos campos esportivos.
E, de quebra, também seria meio suspeito eu insistir de qualquer jeito pra entrar num time. Até o Javier, que não é lá muito esperto, podia começar a desconfiar das minhas motivações, podia começar a ligar os pontos: minha amizade recente com a Mili, nossas madrugadas estudando, o término recente dela, meu interesse repentino por jogar futebol…
Só me restava esperar uma oportunidade, ou talvez fingir um acidente, um tropeço ou algo assim, cair em cima dele, machucá-lo… sei lá! Mas como fazer parecer algo casual? Como machucá-lo de um jeito que ele não jogasse?... eu matutava isso enquanto via o time do Javier se classificar pras semifinais. As semifinais e a final iam rolar no ginásio.
Porra!... E se eu oferecer uma bebida com um purgante forte pra eles?, todo mundo ia acabar no banheiro e não iam jogar… seria muito Chamativo e onde consigo um purgante assim? Que faça efeito rápido e que me deem sem receita médica...
Acho que é melhor eu machucar ele... não sei se funciona, afinal o time dele sem ele também pode ganhar e ele poderia pedir a recompensa... mas a Mili poderia argumentar que ele não esteve no time jogando a final... se der certo... pensei, vendo que não tinha mais opções.
Os times estavam aquecendo nas áreas auxiliares do campo principal do coliseu, por enquanto tinha pouca gente nas arquibancadas. Vi o Javier se separando dos amigos e indo para o banheiro, decidi segui-lo... é só questão de pisar no tornozelo dele de forma casual, não provocar uma torção, mas deixar ele dolorido o suficiente pra não jogar... estava quase alcançando ele, não me orgulhava do que ia fazer, era algo sujo... mas tinha que fazer alguma coisa...
Estava perto, ia pisar no tornozelo dele, ia machucar ele... só que o machucado foi outro...
- Ai caralho...
Javier virou instintivamente e eu também, ele se surpreendeu ao me ver atrás dele quase que na cola... mas chamou mais a atenção dele a pessoa que soltou o gemido... o machucado...
Era o goleiro do time do Guillermo, durante o aquecimento ele tinha levado uma bolada na CARA, melhor dizendo, no nariz, e pela força do chute estava sangrando pra caralho.
Nós nos aproximamos pra ajudar ele, parecia que ele tinha o septo desviado, o nariz começava a inchar... um colega que não era do time tinha sido o culpado pelo chute potente que quase deixou o goleiro do Guille sem olfato. Era óbvio que ele não ia conseguir continuar. O causador do problema, todo arrependido e entre reclamações, acompanhou o goleiro até o serviço médico da universidade.
- Ué, Guille... hahaha... que azar do caralho... ria o Javier vendo que o único time que poderia tirar o troféu dele tinha uma baixa no elenco.
- Porra... inscreve o Sergio como reforço... deixa ele jogar de goleiro pra gente... berrou o Guillermo.
- Não, ele já jogou pra outro time, e os reforços só podem ser jogadores que não tenham participado de nenhum time… um colega me explicou.
- Então chama o David… ele não participou…
- Sim, mas ele tá em casa, até ele chegar vai passar mais de meia hora e o jogo é em menos de 10 minutos… respondeu outro preocupado.
Eu ouvia a conversa me fazendo de desentendido, enquanto o Javier comemorava pra si mesmo a sorte dele…
- Se quiser, eu jogo no seu time… propus, como quem não quer nada, como quem faz um favor pra um amigo desesperado.
- Você?... respondeu o Javier ainda mais debochado.
- Danny, eu agradeço a oferta, mas faz tempo que a gente não te vê jogar futebol, e pelo que eu lembro você é meio-campista, não goleiro… disse o Guille incrédulo.
- É… mas, olha… na minha época no colégio eu jogava no gol e não ia mal… menti pra ele, era o único jeito de me aceitarem no time e tentar evitar que o Javier ganhasse o troféu.
- Tá bom… disse ele, e virando pra um dos colegas completou… dá a camisa de goleiro pra ele.
Eu tinha uns 5 minutos pra aquecer meus músculos esportivos enferrujados e lembrar o básico de como se posicionar num gol de futebol. O Javier, voltando do banheiro, sorridente, observava meu aquecimento desengonçado, meus reflexos dormentes… na próxima vez eu ia vê-lo no campo de futsal, no time adversário…
- Sorte… ele me disse, e completou com sarcasmo: você vai precisar.
Porra… em que enrascada eu me meti, posso passar vergonha na frente da faculdade, primeiro se eu tomar uma goleada horrível e segundo se a gente perder, a Mili não vai cumprir a promessa dela, vão começar os fofocas, vou ter decepcionado ela… mas já vou dar um jeito, pensei enquanto entrava no campo, atendendo ao chamado do juiz…
Durante o primeiro tempo não tive grandes problemas, umas intervenções atrapalhadas, mas que nos salvaram, além disso a defesa do time do Guille sabia que Eu não era um bom goleiro, então eles redobravam os esforços pra me ajudar… o problema é que o time do Javier também percebeu que eu era um improvisado no gol, e no segundo tempo eles iam atacar com tudo.
No intervalo, o Guille chegou perto de mim:
- Você é um bom amigo, valeu pela ajuda, aguenta mais um pouco, não se preocupa que se a gente passar pra final você não vai precisar jogar, antes do jogo começar a gente manda chamar o David… só por precaução…
Longe de me ofender, me senti aliviado, um jogo já bastava. Pra mim, aquela era a minha final e eu não podia perder…
Começou o segundo tempo e o time do Javier partiu pra cima do meu gol com tudo. Quase todo o meu time tava na nossa área defendendo, só sobrou o Guille pro contra-ataque…
Já nos primeiros minutos, meus reflexos tinham despertado, por causa da adrenalina das situações que eu tinha que evitar (os gols e as fofocas)… só teve um pequeno incidente que acabou em gol…
De repente, no coliseu, começaram a assobiar, como fazem quando tem mina gostosa… caralho! Quando é que o coliseu lotou? pensei primeiro e depois, homem que sou, fixei o olhar na direção onde todo mundo tava olhando uma garota bonita, de legging esportiva, porra!… Aquela roupa apertada não deixava nada pra imaginação!…
Maior foi minha surpresa ao descobrir que aquelas curvas eu conhecia, eram da Mili… De onde diabos ela tirou essa roupa?... tava me perguntando isso quando um chute de fora da área passou por cima da minha cabeça, me tirando do devaneio… Merda!… escapou…
O chute fez o travessão tremer, e numa reação tardia consegui pular e pegar o rebote com dificuldade… mas praticamente o coliseu inteiro tava mais ligado nas curvas monumentais da Mili, que agora se abaixava de um jeito criminoso, mostrando toda a bunda enorme dela…
Foi tanta a comoção e a bagunça que isso gerou no público, que os próprios jogadores, com curiosidade natural… Viraram pra ver... o time do Javier estava tão hipnotizado pelas carnes da Mili, que nem reclamaram que a bola tinha passado da linha do gol... afastei a bola do gol pra não levantar suspeitas, fiquei atordoado um momento pela posição sugestiva que a Mili tinha tomado... até que...
- Psiu... psiu... Danny... a bola... era o Guille querendo aproveitar a distração do rival.
Não pensei duas vezes, joguei a bola pra ele, ele recebeu perto do meio de campo, avançou sem problema, outro companheiro se juntou ao ataque. Quando o time rival percebeu, já estavam em desvantagem, o time todo deles tava no meu campo, um zagueiro deles tentou voltar, mas no final entre o Guille e o companheiro dele acabaram dominando o goleiro... foi fácil... Gol!
A Mili já tava sentada naquelas bundas enormes e juro que vi ela sorrindo pra mim... até acho que quase pulou da cadeira pra comemorar o gol que salvava ela da promessa... só que disfarçou... safada, acho que já tinha conseguido o que queria, tinha chamado a atenção necessária que permitiu a gente marcar... talvez por isso se vestiu assim... veio me dar uma mão pra salvar o cu dela... nosso rival perdia quando faltavam menos de 5 minutos pro fim do jogo.
O time do Javier foi pra cima do juiz, pra anular o gol, mas ele não cedeu, a bola tava em jogo, ele nunca parou a jogada... o gol era legítimo. Pra mim era bom que eles protestassem mais, porque assim queimavam mais tempo.
Porra, tenho que aguentar mais uns minutos... com mais confiança e com uma bela dama que com o olhar dela me incentivava, me dei ao luxo de brilhar um pouco, com umas defesas felinas. O rival perdia a cabeça, faltava um minuto, uma bola na lateral... Javier tava desesperado.
Veio o cruzamento da escanteio e Javier se jogou de cabeça pra cabecear. Eu ia pegar a bola mas fui empurrado pelos cotovelos do Javier e de novo a bola foi pro escanteio... Então cê gosta de jogar sujo, falei furioso com a pouca vergonha. Leal da ação, agora vamos ver...
A bola veio do escanteio de novo, e mais uma vez Javier se jogou como se sua vida dependesse disso... só que dessa vez eu pulei com o joelho erguido e os cotovelos abertos em legítima defesa.
Foi tamanho o impulso que Javier levou que, ao colidir comigo, a cara dele bateu no meu cotovelo, e as costelas no meu joelho levantado. Eu caí de pé, mas torto, torci o tornozelo... mesmo assim não soltei a bola... já Javier caiu com estardalhaço, segurando o rosto e fazendo um teatro que convenceu o juiz... pênalti...
— Porra... meu tornozelo!... é a ironia do destino, por querer torcer o tornozelo do Javier pra ele não jogar, acabei torcendo o meu.
Meus companheiros foram pra cima do juiz, eu mancava... mas ele não ia mudar de ideia, era pênalti. Eu tinha ultrapassado a área pequena (zona segura pros goleiros) na minha loucura de pegar a bola e supostamente tinha machucado o jogador do outro time.
Guille, preocupado, me olhava... se ofereceu pra defender o pênalti, pedindo substituição pra mim... não aceitei, e o juiz também não aceitaria.
Obviamente dolorido, mas com um sorriso de orelha a orelha, Javier pegou a bola... acho que ele já imaginava o final do jogo: ele marcava o pênalti, a gente ia pra prorrogação, comigo todo quebrado, o time do Guille não aguentava e ele ia pra final, onde teria um adversário mais fraco que o nosso time...
Na cara dele dava pra ver que ele já tava saboreando tudo aquilo... eu andava de um lado pro outro, dolorido, esperando ele colocar a bola... tentava andar reto, mas não conseguia... algumas caretas de dor cruzaram meu rosto.
Lá longe, uma expressão de preocupação da Mili, senti que era mais pelo meu estado do que pelo resultado daquele jogo. Dos meus lados, via rostos preocupados, meus companheiros baixavam a cabeça, já davam tudo por perdido... só o Guille ainda tinha um pouco de fé em mim... ou pelo menos fingia bem... e na minha frente, o sorriso quase triunfante do Javier... já era. Imaginava atrás da Mili… partindo aquela bunda que só eu tinha provado… e eu queria que ficasse assim…
Colocou a bola no lugar, eu me posicionei com dificuldade, intuía que ele ia chutar pro meu lado direito, porque era ali que meu tornozelo tava lesionado, praticamente apoiado num pé só, decidido a me jogar na bola… o apito soou…
Javier partiu pra bola… fez a "paradinha", ou seja, parou antes de chutar, e com isso, por reflexo e inércia, eu me joguei pra um lado… e com o gol vazio… ele deu um chute forte… Puta que pariu! Como eu caí nessa?... me lamentava dolorido no chão, quando ouvi o travessão tremer.
- Ohhh… ouvi o murmúrio no ginásio.
Olhei pro outro lado do gol, que ainda vibrava, a bola deu um rebote forte que foi quase até o meio-campo, de novo o Guille correu igual um louco atrás dela, enquanto Javier se ajoelhava na minha frente segurando a cabeça… ele tinha feito quase tudo certo, só no final, por pura ansiedade, tinha estourado a bola no travessão…
Do outro lado do campo, Guille selava, com o segundo gol dele, a sorte da partida… não dava mais tempo… vencemos por 2 a 0.
Todos os companheiros dele vieram me abraçar como se tivéssemos ganhado a final. No meio da multidão, procurei a Mili… ela tinha sumido… igual o Javier… Porra! Acho que ele quer cobrar a aposta dele de qualquer jeito…
Se ele encostar nela, eu mato ele, não importa, vou dar uma surra com um pé só, vou fazer o "grou" do Karate Kid, pensava puto da vida…
Andando com dificuldade, ia saindo do ginásio pra procurar ele e acertar as contas… mas vi que o time do Javier tinha se juntado de um lado, e ele no meio. Todo mundo reclamando do jeito idiota que ele desperdiçou o pênalti… falaram que de qualquer jeito iam cobrar o que prometeram, porque por culpa dele tinham perdido…
Me senti meio mal pelo Javier, mas aliviado que meu relação com a Mili continuou de boa, agora que ela já tava totalmente desligada dele.
Não consegui dar mais um passo, meu tornozelo tava doendo pra caralho. Sentei nas arquibancadas, os parceiros do Javier me passaram um saco de gelo e um comprimido pra dor, ataduras e essas paradas que eles sempre carregam por precaução…
Procurei pra todo lado, não via a Mili. Ela tinha sumido, talvez pressentindo uma reação fudida do Javier, talvez aliviada, foi trocar aquela roupa chamativa e depois voltava…
Como não tinha nada melhor pra fazer, esperei…
Já ia começar o jogo da final e nada dela… bom, vou ver o jogo e ligar pra ela mais tarde, falei comigo mesmo quando senti uma porrada me cutucando… Merda… deve ser o filho do zelador, aquele moleque do demônio tem mania de encher o saco.
Por entre as tábuas que formam as arquibancadas do velho ginásio, têm umas frestas, por onde aquele pivete costumava cutucar o pessoal com palito… já tinha levado vários cascudos, mas mesmo assim insistia na putaria… eu não ia aturar essa porra.
Menos dolorido, mas ainda mancando, contornei as arquibancadas por baixo. O espaço era usado como depósito: colchonetes, redes, bolas, etc., tudo empilhado lá. Encontrei a porta desse depósito meio aberta… Moleque do diabo, agora você vai ver… pensei em pegar o pivete no flagra enquanto enchia o saco dos outros… mas quem se fodeu fui eu.
Assim que minha mão tocou a moldura da porta, foi agarrada e puxada pra dentro… de repente, me vi naquele lugar meio escuro. Tava desorientado, quase sem equilíbrio por causa da rapidez da parada, minha vista ainda não tinha se acostumado com a pouca luz que passava por entre os bancos.
Meu primeiro pensamento foi que um moleque não podia ter me puxado daquele jeito, talvez era alguém querendo uma revanche… é, capaz que era o Javier querendo acertar as contas com quem tirou a chance dele de pegar a buceta da Mili, ou talvez por causa da A treta que a Mili fez foi se dar conta de que eu era o motivo pelo qual ela terminou com ele…
Todos esses pensamentos passaram rapidinho pela minha cabeça enquanto eu recuperava o equilíbrio e, instintivamente, me colocava em guarda com os punhos... já que ele era o corno, podia dar a vantagem do primeiro golpe... e foi o que aconteceu... levei o primeiro soco... só que não foi como eu esperava...
Ainda feito um morcego, tentava decifrar no escuro a localização do meu agressor, quando me pegaram pela gola e me puxaram de novo, os braços dela envolveram meu pescoço numa chave estranha... o peito dela bateu no meu... e os lábios dela tocaram os meus com tudo... Quê? O Javier virou gay?...
Não, nada disso, não era ele... pela safadeza estampada, por aquela paixão que os beijos dela irradiavam, era ela... sim, era a Mili...
Meus reflexos atrapalhados tentaram confirmar que era ela, minhas mãos seguraram sua cintura fina e, claro, deslizaram pelas suas cadeiras maravilhosas... sim, era ela, aquela voluptuosidade só podia ser dela... percorri com gosto todas as suas curvas redondinhas, ela não reclamava, só me beijava com mais tesão...
Era uma delícia explorar ela com o tato, a roupa que ela usava, aquela malha de aeróbica de parar o coração, era praticamente a segunda pele dela, se moldava certinho nas curvas, dava pra sentir ela...
- Não acredito que você fez isso por mim... ela sussurrou no meu ouvido com carinho, quase nas nuvens por causa dos beijos.
- Por você, eu faria isso e muito mais...
Minha visão, agora acostumada com a penumbra, finalmente via o rosto grato da Mili... só o sorriso dela já iluminava aquele lugar.
- Não acredito que você se vestiu assim pra distrair eles...
- Kkkk...
- Como você sabia o que tava rolando?...
Entrei no coliseu pra ver como as coisas estavam, no primeiro tempo te vi se esforçando pra não perder, pensei em dar uma força, por sorte encontrei a Erica, pedi emprestada a roupa de academia dela e no intervalo me troquei.
- Mas como é que você entrou aqui?
Quando o jogo terminou e todo mundo tava distraído, fui no banheiro me trocar e no caminho vi a porta meio aberta, entrei por curiosidade… e aí me deu na telha de te procurar… demorei, mas por sorte te encontrei.
Mas você não falou nada sobre como essa roupa fica em mim… cê gostou? — perguntou feito uma menina mimada, mesmo me devorando com o olhar, ela queria ouvir da minha boca.
- Fica fenomenal em você… falei e beijei ela com mais safadeza.
Minhas mãos, no instinto, foram passeando pelas bundonas dela até terminar praticamente dentro daquela fenda que separava os dois peidões… ela, toda excitada, correspondia com a língua aos meus amassos…
Mas, como foi que você se inclinou? Queria ver de novo… falei, alimentando minha pira, que nem precisava de muito, porque meu pau tava durasso.
Ela se afastou de mim, sacando minha intenção, os olhos dela brilharam de ansiedade, quase de alegria, ao sentir onde essa brincadeira ia dar… Não importava que em cima da gente tivesse um mar de gente, protegidos pelas tábuas das arquibancadas, a gente podia soltar os instintos.
Foi mais ou menos assim… — disse Mili, sensual, enquanto a bagunça lá fora aumentava, a final ia começar.
Mili foi se inclinando devagar, me deixando saborear em todo esplendor as curvas gostosas do corpo dela. Com as pernas meio abertas e as costas curvadas, empinando aquele rabo suculento, me deixou sem fôlego…
Porra!! Tudo aquilo era meu!… pensei, sem acreditar na magnitude dos atributos físicos que Mili tava me mostrando. Ela me olhava da posição dela, sorria de um jeito provocante, de vez em quando mordia os lábios, talvez de ansiedade.
Me deu uma espécie de ataque de ansiedade, igual um moleque que vai transar pela primeira vez, a pira que a posição da Mili causava era insuportável… e eu não aguentei…
Avancei nela, não foi difícil abaixar meu calção esportivo e com meu pau em riste, apontava meu caminho, ela se surpreendeu com a veemência com que me adiantei, não conseguiu se mexer. Quando quis reagir, minhas mãos já tinham despido suas bundas enormes. Só um fiozinho do que parecia ser sua calcinha minúscula se interpunha entre meu pau e suas intimidades.
Puxei de lado sua pequena tanga, então ela colocou a mão entre meu pau e seus lábios vaginais… talvez com medo do inesperado e do louco do meu agir… mas não era isso…
— Você ganhou o jogo… merece o prêmio máximo… disse com malícia, apontando com um dos dedos para seu cu apertado.
Ao ver minha reação surpresa, ela sorria com luxúria. Em seguida, suas mãos afastaram suas bundas volumosas para que eu pudesse enxergar melhor seu ânus enrugado. Nessa altura, eu já não sabia para quem era o prêmio, para mim ou para ela, já que era evidente que o sexo anal era uma recompensa também para seu apetite sexual…
Apesar do meu impulso inicial, agora meio atordoado com as iniciativas da Mili, eu não conseguia reagir, então ela foi recuando. Assim, atrapalhada pela excitação e sem querer, meu pau foi escorregando pelo buraco dela… não quis me mexer nem ajudá-la, gostava de vê-la se desesperar, angustiada por ser penetrada por trás… pensar que semanas antes eu não dava muito crédito ao que o sexo anal podia provocar nela, e agora ela tinha se viciado nesse prazer…
Tanta foi a insistência dela que, por fim, meu pau foi acertando o esfíncter dela… aliviada daquela cócega, foi relaxando, saboreando a fricção que a cabeça do meu pau fazia no ânus enrugado dela… mas não era suficiente, ela empurrava e empurrava para enfiar mais meu pau, mas os movimentos dela eram difíceis e ela não conseguia ser penetrada com a rapidez que a excitação exigia…
Eu curtia observá-la, vendo a calcinha apertada dela mal cobrindo o pubis molhado, com as bundas colossais abertas de par em par, o rosto dela cheio de desejo e Acendido pelo esforço que ela fazia…
Notando que eu não a ajudaria a enfiar meu pau e não querendo me implorar pra fazer isso, com certeza por medo de ser ouvida por alguém sobre nós (nas arquibancadas), Mili não aguentou mais, simplesmente se levantou um pouco e passou uma das mãos até segurar meu pau com firmeza, e ela mesma foi me puxando e empurrando a bunda… ela mesma foi enfiando meu pau…
- Uhmmm… foi soltando suspiros quentes de alívio ao sentir meu pau enchendo o cu dela.
A cada pedaço que entrava naquele rabo guloso, ela fechava os olhos e abria a boquinha numa careta de dor às vezes e de prazer em outras, como se estivesse saboreando cada pedaço de carne que ia se enfiando…
- Vamos… Por favor!… Me ajuda!… ela disse implorando, quase chorando.
Eu sorri ao ver ela tão submissa… eu sempre era quem começava as ações, só no cinema ela tinha proposto fazer, mas dessa vez ela praticamente tinha metido meu pau duro no buraquinho dela, uma mina fazer isso é excitante pra caralho.
Não fiz ela sofrer mais… enfiei selvagemente meu pau inteiro.
- Ahhhh… ela gritou como um berro enquanto se contorcia de prazer, depois completou virando, com o rosto febril, quase possuída pela luxúria: Obrigadaaa…
Agora sim eu quis retribuir sexualmente a ajuda que ela me deu durante o jogo… peguei ela pela cintura como minha égua, massageei as nádegas volumosas dela e comecei a montar ela com força…
- Ohhh… uhmmm… ohhh… eu ouvia os gemidos altos dela que, felizmente, não eram ouvidos lá fora por causa dos gritos esportivos das arquibancadas.
O melhor que eu podia fazer em agradecimento a ela era castigar a buceta dela analmente pra satisfazer toda a morbidez dela, todo o apetite sexual recém-descoberto, e também pra aliviar a tensão das últimas horas por causa daquela aposta que eu tinha com o Javier.
- Isso, assim… mais… mais… mais… implorava Mili, cambaleando com a malha apertada. de cócoras sobre os joelhos.
Ela tava com os cotovelos apoiados nos joelhos, aguentando minhas investidas, tentando manter o equilíbrio e ao mesmo tempo deixar a bunda enorme dela na posição certa pra ser metida com força, só que não aguentou muito e teve que apoiar as palmas das mãos no chão sujo, sem parar de gritar e gemer que nem uma louca.
- Continua por favor continua... arrebenta meu cu assim... assim... ahhh...
As nádegas dela vibravam com cada empurrão meu, igual as tábuas das arquibancadas a cada jogada no campo esportivo. Ensopados de suor, a gente resistia a cair de cansaço, na verdade aumentava o ritmo.
A Mili quis soltar os peitos dela, que pulavam sem jeito, meio presos pelo top esportivo pequeno. Com uma mão, ela conseguiu libertar os melões, que agora tremiam nus à vontade.
Mas nessa ação, ela parou de se apoiar no chão com as mãos, e por causa da veemência com que eu metia na bunda dela, ela perdeu o equilíbrio. Quase caiu de cara e, na queda, me puxou junto. Assim, tropecei uns passos, com meu pau no cu dela e a calça apertada só nos joelhos.
Até que no caminho desequilibrado dela, ela encontrou um cano de metal que servia de coluna pras arquibancadas do ginásio. Foi ali que ela conseguiu apoiar as mãos e levantar as costas parcialmente. Mas, por causa do impulso que eu vinha, não consegui me equilibrar e, com toda a minha inércia, fui me chocar com ela...
- Ai ai ai... você rachou meu cu... auuuu... gritava a Mili, dolorida.
Parecia verdade, meu tropeço foi amortecido pelas nádegas da Mili, meu próprio peso fez meu pau se cravar criminalmente no cu dela, abrindo a bunda suculenta dela de par em par, empurrando o peito dela contra o metal frio que agora separava os peitos inchados dela.
- Ai minha bunda... se lamentava a Mili, quase soluçando.
Assim, com o peito esmagado contra o cano de aço e as costas meio inclinadas, a Mili se recuperava daquele choque... mas eu Me chocou a posição imponente dela: com as nádegas redondas esfregando na minha virilha, a roupa justa mal cobrindo a buceta, a cintura fina, as costas suadas, o cabelo brilhante e as mãos agarradas na coluna... parecia uma escrava esperando o castigo... e eu ia dar a ela...
- Aii... auu... espera, ainda dói... não seja bruto... auu... ela reclamava.
Eu não tava nem aí, tava de novo com o tesão a mil, com aquela ansiedade de quem transa pela primeira vez. Minhas mãos agarradas na cintura dela e meu pau enfiando gostoso no cuzinho dela, as nádegas gordas quicando em mim e ela sem escapatória... só restava aguentar...
- Já chega, Danny... ouuuu... mais devagar... Aiiii... Uhmmmm...
- Viu? Sabia que você ia gostar...
- Aiiii... sim... mas mais suave... uhmmmm... ela gemia meio dolorida.
Nada de mais devagar, pensei, e continuei castigando o cu dela sem pena... as nádegas volumosas vibravam como arquibancada com gente pulando.
- Que rabo gostoso você tem... exclamei maravilhado olhando praquele bundão fenomenal.
- Ohhh... sim, sim, é seu... faz o que quiser com ele... Destrói ele... uhmmm... mas não para... continua por favor... goza em mim... Ahhhh...
Aumentei o ritmo de um jeito infernal, e assim nossas intimidades queimavam, um calor do capeta, que dava um prazer doido... Chegou num ponto que ela, mesmo naquela posição apertada, começou a empurrar o corpo escultural contra o meu, me provocando pra caralho... louca de luxúria e tesão.
- Ahhhh... ooohhh... ahhhh... o prazer era tão forte que a Mili já não conseguia falar nada.
- Ufff... enquanto meu pau jorrava porra violenta no cu apertado dela.
A Mili transmitia pro cano de metal, com o corpo tremendo e duro às vezes, todo o prazer e os espasmos que cada jato de esperma causava nela.
Aos poucos, fomos caindo de lado num colchonete de ginástica. Exaustos, mas satisfeitos, suados, doloridos pelo esforço… mas ainda com vontade de trocar carícias…
Eu ainda estava atrás dela, colado com meu pau ainda murchando dentro dela… abraçando ela por trás, acariciando os peitos dela que ainda pulsavam, dando uns beijos carinhosos que não podíamos prolongar porque ainda não tínhamos recuperado o fôlego.
— Ohhh… Ouviu-se um rugido nas arquibancadas acima de nós, depois vaias e outros impropérios.
— Você não se saiu tão mal… disse Mili sorrindo.
— Hahaha… acho que tão vaiando e reclamando porque a gente terminou nosso show… falei brincando.
Mas não era por isso… no meio da confusão lá em cima, consegui ouvir que, aparentemente, no campo de esportes, a bola de futebol que eles estavam usando tinha murchado, e os organizadores do campeonato não tinham outra reserva por perto.
Até que um infeliz, nas arquibancadas, bem em cima da gente, teve a grande ideia, ou ideiazinha — pra mim era um tremendo idiota… enfim, o cara sugeriu que pegassem uma do depósito…
Mili e eu nos olhamos gelados… Porra… agora o problema não era só o Javier nos descobrir, mas o ginásio inteiro…
Porra… cala a boca, seu imbecil… pensei em voz alta.
— Tomara que não escutem ele… disse Mili, tremendo.
Mas o cara parecia obstinado em nos ferrar e gritava cada vez mais alto, se oferecendo pra buscar uma bola no depósito — o que ele não imaginava era que ia nos encontrar pelados, eu e a Mili.
Mas aquele tom de voz me era familiar… Merda… era a voz dele… era ele…
— É a voz do Javier… disse Mili, assustada.
Não sei se é instinto, sexto sentido, se ele pressentiu que a gente tava botando chifre nele bem debaixo do nariz dele… que a gente tava celebrando sexualmente a derrota dele… ou sei lá… o fato é que em poucos minutos ou segundos, Javier ia entrar no depósito… dessa vez eu não conseguiria segurar ele, porque com certeza não entraria sozinho… Agora sim parecia que não tinha escapatória, o segredo da nossa relação ia virar público… e na frente de uma galera lotada nas arquibancadas… que merda!...
Continua...
Geralmente, uma semana antes das provas de fim de ano, a faculdade organizava um campeonato de futsal masculino, talvez pra galera aliviar a tensão fisicamente antes das provas acadêmicas... mas naquele fim de semana não ia ter só tensão esportiva, mas também emocional...
Teve uma época em que eu não perdia esses campeonatos. Depois de uma viagem pra terra de um tio, e por causa de uma lesão, digamos que eu me aposentei do futebol. Deixei de lado as AMIZADES esportivas, talvez por isso não me tornei muito amigo do Javier, já que ele era presença garantida nos jogos de futsal todo fim de semana em qualquer quadra da universidade.
Então, me preparei pra ir pra faculdade me divertir um pouco vendo meus amigos lutando pelo troféu do campeonato. Também, em parte, queria ver se a Mili ia cumprir a promessa que me fez de terminar com o Javier... só que ela tinha feito outra promessa muito antes...
Cheguei na faculdade perto do meio-dia, a primeira rodada já tinha acabado, o time do Javier tinha se classificado pras oitavas de final. Parabenizei ele por isso, ele e uns amigos que a gente tinha em comum. Longe de ver ele com o astral baixo, notei ele com um vigor meio incomum, com uma vontade de levar logo de uma vez aquele troféu... e não era o único troféu que ele esperava receber...
Pensei que talvez a Mili não tinha querido terminar com ele durante a parada esportiva, talvez no final do campeonato ela ia dar a estocada final.
Bom, talvez não seja hoje. Se o Javier não ganhar o campeonato, ele vai ficar deprimido, ainda mais se a Mili largar ele. Não me importaria se a Mili deixasse as coisas pra amanhã... sim, que deixasse o O ânimo do Javier vai se recuperar, porque no fim das contas o time dele não é tão bom assim pra ganhar o torneio… pensei comigo.
Eu tava num clima otimista, o que contrastava com a cara de pessimista que a Mili tinha quando a encontrei andando pelos corredores da faculdade.
— Oi… falei e quis dar um beijo nela, mas me segurei, podia ter algum curioso por perto.
— Oi… respondeu com um sorriso meio forçado.
— Por que você tá assim?… perguntei estranhando, e insisti meio vitorioso… terminou com ele?
— Sim… terminei… disse ainda com cara de pesar.
— Não me diga que tá se arrependendo de ter feito isso… falei irritado.
— Não é isso… é que… se eu contar, você vai ficar puto…
— Não, se você não contar, é que vou ficar puto… respondi sério.
— Tá bom…
Sentamos nas escadas, e então ela me contou o que rolou:
A Mili tinha terminado com o Javier na noite anterior. O ego ferido do Javier não ia deixar ela ir tão fácil assim. Depois de passar um tempão atrás da Mili, cortejando ela, e em poucos meses ela dar um pé na bunda… é algo difícil de engolir… talvez nem tanto pra ele, porque como eu disse, ele satisfazia os instintos sexuais com outras, e acho que não tinha muito carinho pela Mili. Ela era mais o troféu dele, a grande conquista que ele exibia pros amigos, e por quem era invejado por muitos.
Então acho que o que doeu no Javier não foi o coração, mas sim a cabeça… ele pensou mais nos comentários, geralmente maldosos, que essas situações geram, principalmente entre os amigos… palavras pesadas como que talvez largaram ele por brocha, por gozar rápido, por não saber satisfazer uma mulher daquelas… como cê vê, a situação dá margem pra esses comentários e outros mais criativos e venenosos.
Tudo isso já era de se esperar, imaginei que o Javier tentaria mil e uma artimanhas pra continuar com a Mili, pelo menos até o fim do ciclo, as Férias… foi assim que ele fez… mas ela não aceitou… só no final da conversa, que acabou parecendo mais uma negociação, é que eles acertaram os termos da separação…
Não iam contar sobre a separação até depois das finais. Nas férias, a fofoca já teria morrido, e no próximo ciclo, o caso deles já era história velha, assim Javier protegia o orgulho dele. Além disso, ele prometeu não fazer nenhum comentário vingativo ou maldoso sobre ela e as intimidades deles. Até aí tudo bem… o problema foi uma promessa antiga que ela tinha que cumprir…
Lá pela metade do ciclo, teve um campeonato de futsal. Mili, como namorada do Javier, foi torcer por ele, mas tomou um baita de um fora quando viu o time dele ser amassado e goleado. Aquilo gerou zoeira de vários colegas, e ela até entrou na brincadeira também.
Já na intimidade, depois daquele dia trágico pra ele, Javier tentou pelo menos sair ganhando entre os lençóis. Talvez pra esquecer o mau momento da vergonhosa derrota esportiva, ele buscou no sexo abafar aqueles tempos ruins… mas não era só sexo comum que ele queria, era sexo anal.
Inaugurar aquele rabão da Mili com certeza faria todo o resto ficar em segundo plano. Além disso, basicamente por causa dessa fantasia ele provavelmente começou o relacionamento com ela. Mili sempre tinha negado essa possibilidade por medo e outras coisas… e naquela noite ela continuou negando… ainda mais prevendo que Javier ia descontar toda a raiva no cu virgem dela… só que ela falou isso de outro jeito…
— Cê acha que merece esse presente depois de ter perdido daquele jeito? — Mili provocou ele naquela ocasião.
— Então quer dizer que se tivesse ganhado o campeonato, você teria deixado eu meter no teu cu? — respondeu Javier, meio puto.
— Sim, nesse caso eu acho que seria uma recompensa justa… — respondeu Mili, meio aliviada por manter o pau do Javier longe do buraquinho apertado dela.
— Cê vai ver… o próximo campeonato eu vou ganhar… e essa sua bunda vai ser minha. mió... respondeu confiante Javier.
- Já vamos ver... respondeu Mili em tom de deboche.
- Vamos apostar?...
- Tá bom... concordou Mili, confiante de que aquilo nunca ia rolar.
- Mas vamos... você não vai se arrepender... insistiu Javier.
- Não...
- Me promete?...
- Tá bom... eu prometo... sentenciou Mili naquela época.
Na noite anterior, Javier fez ela lembrar da promessa. Era óbvio que ele queria levar alguma lembrança, realizar aquela fantasia que com o término se tornaria impossível... e o fato é que Mili aceitou, pra não prolongar mais aquela discussão que botava fim no relacionamento, além de que ela tinha certeza que o time do Javier era uma merda.
Mas Javier não era burro, ele moveu mundos e fundos pra reforçar o time dele... e conseguiu, prometeu desde cervejas até arrumar encontros com as amigas experientes dele. O time do Javier tinha classificado ganhando de goleada. Enquanto a gente conversava na escada, o time dele tava passando o rodo em outro rival e indo pras quartas de final.
- Ei, mas não seja idiota... mesmo se ele ganhar, você não vai cumprir essa promessa... a menos que você queira... falei irritado.
- Não, claro que não quero cumprir essa promessa... cê me acha o quê?, uma qualquer?... só de pensar me dá... não terminei a frase, mas fiz uma careta de nojo.
- Então... qual é o problema?... não cumpre o que prometeu, inventa qualquer desculpa e pronto... que ele fique puto, que diferença faz?...
- É que tenho medo dele reagir mal e...
- Se ele encostar em você, eu mato ele... falei instintivamente, imaginando que Javier poderia bater ou tentar forçar Mili a cumprir a promessa.
Ela me olhou surpresa, meio assustada no começo, mas depois com carinho ao perceber que eu tava disposto a protegê-la como devia. Ela acariciou minha bochecha, me roubou um beijo que acalmou um pouco meu ânimo exaltado... A gente se separou ao ouvir uns passos...
- Danny... é que não é Só isso… ela me disse, ainda confusa.
- O quê? Você prometeu algo mais pra ele?...
- Não, idiota, é que como eu não vou cumprir o que prometi, ele pode dizer que também não vai cumprir o que prometeu… sei lá… pode espalhar boatos sobre mim… sobre a intimidade que a gente teve um dia… ou inventar qualquer besteira e me fazer passar por uma puta… Entendeu?...
- Sim, mas quem vai acreditar nele? Todo mundo sabe como ele é fofoqueiro, além disso, iam perceber que ele tá falando por dor de cotovelo…
- Mesmo assim, os boatos deixam marcas…
- Mas essas coisas, no fim das contas, o pessoal esquece…
- Pra você é fácil porque é homem. Se você termina com sua namorada e pouco tempo depois aparece com outra mina, seus amigos te parabenizam, te celebram como um Don Juan… agora, se uma mulher termina com o parceiro e logo aparece com outro cara, todo mundo a chama de vagabunda, de menina fácil, até as suas próprias amigas te olham com desconfiança, acham que você pode roubar o namorado delas…
Não pude contestar aquilo, era uma realidade, algo machista — as reações não só dos homens, mas das próprias mulheres quando veem que uma amiga largou o namorado por outro…
Se naqueles dias alguém me visse com a Mili, com certeza me parabenizariam, alguns me pagariam umas cervejas, pediriam pra eu contar como foi, os comentários sobre mim seriam benignos na maior parte… mas sobre ela… diriam que é uma puta… entre outras pérolas… e ainda mais se o Javier, por despeito, soltasse alguma coisa, e com a boca mole que ele tinha. Se ele me contava sem vergonha as aventuras dele com as amigas, já imaginava o que poderia dizer da Mili…
- Você tem razão… bom, acho melhor você ir pra sua casa, eu vejo como resolvo isso, qualquer coisa te ligo…
- Você não vai brigar com ele… ela disse, assustada.
Pra ser sincero, eu gostaria de ameaçá-lo, e se isso não funcionasse, dar uns sopapos… mas calma… sei que isso só pioraria as coisas.
- Então o que você vai fazer?...
- Já vou pensar em algo… ou talvez nem precise fazer nada, quem sabe o time dele perca… Vou com você ou vai sozinha?...
- Não, vou ficar mais um pouco, tenho que encontrar uma amiga na biblioteca pra estudar, depois vou embora…
- Tá bom… então a gente se vê… me despedi e dei um beijo de amigo na bochecha dela pra não levantar suspeitas, só que meus lábios roçaram os dela, notei como ela ficou vermelha.
Fui andando até as quadras esportivas pra ver como tava o campeonato e se o time do Javier já tinha sido eliminado. Mas as notícias não eram boas, como comentei, o time dele passou pras quartas de final e o rival era um time que mal conseguiu se classificar… então ele podia facilmente avançar pras semifinais…
Enquanto isso, eu tramava como evitar a onda de ações e reações que podiam rolar se o Javier ganhasse o campeonato… pensei em me juntar a um dos times classificados, até porque eu tinha ido pra universidade de roupa esportiva… só que todos os times já estavam completos, e se tivesse alguma vaga, muitos iam duvidar em me dar, já que eu tava há um bom tempo longe dos campos esportivos.
E, de quebra, também seria meio suspeito eu insistir de qualquer jeito pra entrar num time. Até o Javier, que não é lá muito esperto, podia começar a desconfiar das minhas motivações, podia começar a ligar os pontos: minha amizade recente com a Mili, nossas madrugadas estudando, o término recente dela, meu interesse repentino por jogar futebol…
Só me restava esperar uma oportunidade, ou talvez fingir um acidente, um tropeço ou algo assim, cair em cima dele, machucá-lo… sei lá! Mas como fazer parecer algo casual? Como machucá-lo de um jeito que ele não jogasse?... eu matutava isso enquanto via o time do Javier se classificar pras semifinais. As semifinais e a final iam rolar no ginásio.
Porra!... E se eu oferecer uma bebida com um purgante forte pra eles?, todo mundo ia acabar no banheiro e não iam jogar… seria muito Chamativo e onde consigo um purgante assim? Que faça efeito rápido e que me deem sem receita médica...
Acho que é melhor eu machucar ele... não sei se funciona, afinal o time dele sem ele também pode ganhar e ele poderia pedir a recompensa... mas a Mili poderia argumentar que ele não esteve no time jogando a final... se der certo... pensei, vendo que não tinha mais opções.
Os times estavam aquecendo nas áreas auxiliares do campo principal do coliseu, por enquanto tinha pouca gente nas arquibancadas. Vi o Javier se separando dos amigos e indo para o banheiro, decidi segui-lo... é só questão de pisar no tornozelo dele de forma casual, não provocar uma torção, mas deixar ele dolorido o suficiente pra não jogar... estava quase alcançando ele, não me orgulhava do que ia fazer, era algo sujo... mas tinha que fazer alguma coisa...
Estava perto, ia pisar no tornozelo dele, ia machucar ele... só que o machucado foi outro...
- Ai caralho...
Javier virou instintivamente e eu também, ele se surpreendeu ao me ver atrás dele quase que na cola... mas chamou mais a atenção dele a pessoa que soltou o gemido... o machucado...
Era o goleiro do time do Guillermo, durante o aquecimento ele tinha levado uma bolada na CARA, melhor dizendo, no nariz, e pela força do chute estava sangrando pra caralho.
Nós nos aproximamos pra ajudar ele, parecia que ele tinha o septo desviado, o nariz começava a inchar... um colega que não era do time tinha sido o culpado pelo chute potente que quase deixou o goleiro do Guille sem olfato. Era óbvio que ele não ia conseguir continuar. O causador do problema, todo arrependido e entre reclamações, acompanhou o goleiro até o serviço médico da universidade.
- Ué, Guille... hahaha... que azar do caralho... ria o Javier vendo que o único time que poderia tirar o troféu dele tinha uma baixa no elenco.
- Porra... inscreve o Sergio como reforço... deixa ele jogar de goleiro pra gente... berrou o Guillermo.
- Não, ele já jogou pra outro time, e os reforços só podem ser jogadores que não tenham participado de nenhum time… um colega me explicou.
- Então chama o David… ele não participou…
- Sim, mas ele tá em casa, até ele chegar vai passar mais de meia hora e o jogo é em menos de 10 minutos… respondeu outro preocupado.
Eu ouvia a conversa me fazendo de desentendido, enquanto o Javier comemorava pra si mesmo a sorte dele…
- Se quiser, eu jogo no seu time… propus, como quem não quer nada, como quem faz um favor pra um amigo desesperado.
- Você?... respondeu o Javier ainda mais debochado.
- Danny, eu agradeço a oferta, mas faz tempo que a gente não te vê jogar futebol, e pelo que eu lembro você é meio-campista, não goleiro… disse o Guille incrédulo.
- É… mas, olha… na minha época no colégio eu jogava no gol e não ia mal… menti pra ele, era o único jeito de me aceitarem no time e tentar evitar que o Javier ganhasse o troféu.
- Tá bom… disse ele, e virando pra um dos colegas completou… dá a camisa de goleiro pra ele.
Eu tinha uns 5 minutos pra aquecer meus músculos esportivos enferrujados e lembrar o básico de como se posicionar num gol de futebol. O Javier, voltando do banheiro, sorridente, observava meu aquecimento desengonçado, meus reflexos dormentes… na próxima vez eu ia vê-lo no campo de futsal, no time adversário…
- Sorte… ele me disse, e completou com sarcasmo: você vai precisar.
Porra… em que enrascada eu me meti, posso passar vergonha na frente da faculdade, primeiro se eu tomar uma goleada horrível e segundo se a gente perder, a Mili não vai cumprir a promessa dela, vão começar os fofocas, vou ter decepcionado ela… mas já vou dar um jeito, pensei enquanto entrava no campo, atendendo ao chamado do juiz…
Durante o primeiro tempo não tive grandes problemas, umas intervenções atrapalhadas, mas que nos salvaram, além disso a defesa do time do Guille sabia que Eu não era um bom goleiro, então eles redobravam os esforços pra me ajudar… o problema é que o time do Javier também percebeu que eu era um improvisado no gol, e no segundo tempo eles iam atacar com tudo.
No intervalo, o Guille chegou perto de mim:
- Você é um bom amigo, valeu pela ajuda, aguenta mais um pouco, não se preocupa que se a gente passar pra final você não vai precisar jogar, antes do jogo começar a gente manda chamar o David… só por precaução…
Longe de me ofender, me senti aliviado, um jogo já bastava. Pra mim, aquela era a minha final e eu não podia perder…
Começou o segundo tempo e o time do Javier partiu pra cima do meu gol com tudo. Quase todo o meu time tava na nossa área defendendo, só sobrou o Guille pro contra-ataque…
Já nos primeiros minutos, meus reflexos tinham despertado, por causa da adrenalina das situações que eu tinha que evitar (os gols e as fofocas)… só teve um pequeno incidente que acabou em gol…
De repente, no coliseu, começaram a assobiar, como fazem quando tem mina gostosa… caralho! Quando é que o coliseu lotou? pensei primeiro e depois, homem que sou, fixei o olhar na direção onde todo mundo tava olhando uma garota bonita, de legging esportiva, porra!… Aquela roupa apertada não deixava nada pra imaginação!…
Maior foi minha surpresa ao descobrir que aquelas curvas eu conhecia, eram da Mili… De onde diabos ela tirou essa roupa?... tava me perguntando isso quando um chute de fora da área passou por cima da minha cabeça, me tirando do devaneio… Merda!… escapou…
O chute fez o travessão tremer, e numa reação tardia consegui pular e pegar o rebote com dificuldade… mas praticamente o coliseu inteiro tava mais ligado nas curvas monumentais da Mili, que agora se abaixava de um jeito criminoso, mostrando toda a bunda enorme dela…
Foi tanta a comoção e a bagunça que isso gerou no público, que os próprios jogadores, com curiosidade natural… Viraram pra ver... o time do Javier estava tão hipnotizado pelas carnes da Mili, que nem reclamaram que a bola tinha passado da linha do gol... afastei a bola do gol pra não levantar suspeitas, fiquei atordoado um momento pela posição sugestiva que a Mili tinha tomado... até que...
- Psiu... psiu... Danny... a bola... era o Guille querendo aproveitar a distração do rival.
Não pensei duas vezes, joguei a bola pra ele, ele recebeu perto do meio de campo, avançou sem problema, outro companheiro se juntou ao ataque. Quando o time rival percebeu, já estavam em desvantagem, o time todo deles tava no meu campo, um zagueiro deles tentou voltar, mas no final entre o Guille e o companheiro dele acabaram dominando o goleiro... foi fácil... Gol!
A Mili já tava sentada naquelas bundas enormes e juro que vi ela sorrindo pra mim... até acho que quase pulou da cadeira pra comemorar o gol que salvava ela da promessa... só que disfarçou... safada, acho que já tinha conseguido o que queria, tinha chamado a atenção necessária que permitiu a gente marcar... talvez por isso se vestiu assim... veio me dar uma mão pra salvar o cu dela... nosso rival perdia quando faltavam menos de 5 minutos pro fim do jogo.
O time do Javier foi pra cima do juiz, pra anular o gol, mas ele não cedeu, a bola tava em jogo, ele nunca parou a jogada... o gol era legítimo. Pra mim era bom que eles protestassem mais, porque assim queimavam mais tempo.
Porra, tenho que aguentar mais uns minutos... com mais confiança e com uma bela dama que com o olhar dela me incentivava, me dei ao luxo de brilhar um pouco, com umas defesas felinas. O rival perdia a cabeça, faltava um minuto, uma bola na lateral... Javier tava desesperado.
Veio o cruzamento da escanteio e Javier se jogou de cabeça pra cabecear. Eu ia pegar a bola mas fui empurrado pelos cotovelos do Javier e de novo a bola foi pro escanteio... Então cê gosta de jogar sujo, falei furioso com a pouca vergonha. Leal da ação, agora vamos ver...
A bola veio do escanteio de novo, e mais uma vez Javier se jogou como se sua vida dependesse disso... só que dessa vez eu pulei com o joelho erguido e os cotovelos abertos em legítima defesa.
Foi tamanho o impulso que Javier levou que, ao colidir comigo, a cara dele bateu no meu cotovelo, e as costelas no meu joelho levantado. Eu caí de pé, mas torto, torci o tornozelo... mesmo assim não soltei a bola... já Javier caiu com estardalhaço, segurando o rosto e fazendo um teatro que convenceu o juiz... pênalti...
— Porra... meu tornozelo!... é a ironia do destino, por querer torcer o tornozelo do Javier pra ele não jogar, acabei torcendo o meu.
Meus companheiros foram pra cima do juiz, eu mancava... mas ele não ia mudar de ideia, era pênalti. Eu tinha ultrapassado a área pequena (zona segura pros goleiros) na minha loucura de pegar a bola e supostamente tinha machucado o jogador do outro time.
Guille, preocupado, me olhava... se ofereceu pra defender o pênalti, pedindo substituição pra mim... não aceitei, e o juiz também não aceitaria.
Obviamente dolorido, mas com um sorriso de orelha a orelha, Javier pegou a bola... acho que ele já imaginava o final do jogo: ele marcava o pênalti, a gente ia pra prorrogação, comigo todo quebrado, o time do Guille não aguentava e ele ia pra final, onde teria um adversário mais fraco que o nosso time...
Na cara dele dava pra ver que ele já tava saboreando tudo aquilo... eu andava de um lado pro outro, dolorido, esperando ele colocar a bola... tentava andar reto, mas não conseguia... algumas caretas de dor cruzaram meu rosto.
Lá longe, uma expressão de preocupação da Mili, senti que era mais pelo meu estado do que pelo resultado daquele jogo. Dos meus lados, via rostos preocupados, meus companheiros baixavam a cabeça, já davam tudo por perdido... só o Guille ainda tinha um pouco de fé em mim... ou pelo menos fingia bem... e na minha frente, o sorriso quase triunfante do Javier... já era. Imaginava atrás da Mili… partindo aquela bunda que só eu tinha provado… e eu queria que ficasse assim…
Colocou a bola no lugar, eu me posicionei com dificuldade, intuía que ele ia chutar pro meu lado direito, porque era ali que meu tornozelo tava lesionado, praticamente apoiado num pé só, decidido a me jogar na bola… o apito soou…
Javier partiu pra bola… fez a "paradinha", ou seja, parou antes de chutar, e com isso, por reflexo e inércia, eu me joguei pra um lado… e com o gol vazio… ele deu um chute forte… Puta que pariu! Como eu caí nessa?... me lamentava dolorido no chão, quando ouvi o travessão tremer.
- Ohhh… ouvi o murmúrio no ginásio.
Olhei pro outro lado do gol, que ainda vibrava, a bola deu um rebote forte que foi quase até o meio-campo, de novo o Guille correu igual um louco atrás dela, enquanto Javier se ajoelhava na minha frente segurando a cabeça… ele tinha feito quase tudo certo, só no final, por pura ansiedade, tinha estourado a bola no travessão…
Do outro lado do campo, Guille selava, com o segundo gol dele, a sorte da partida… não dava mais tempo… vencemos por 2 a 0.
Todos os companheiros dele vieram me abraçar como se tivéssemos ganhado a final. No meio da multidão, procurei a Mili… ela tinha sumido… igual o Javier… Porra! Acho que ele quer cobrar a aposta dele de qualquer jeito…
Se ele encostar nela, eu mato ele, não importa, vou dar uma surra com um pé só, vou fazer o "grou" do Karate Kid, pensava puto da vida…
Andando com dificuldade, ia saindo do ginásio pra procurar ele e acertar as contas… mas vi que o time do Javier tinha se juntado de um lado, e ele no meio. Todo mundo reclamando do jeito idiota que ele desperdiçou o pênalti… falaram que de qualquer jeito iam cobrar o que prometeram, porque por culpa dele tinham perdido…
Me senti meio mal pelo Javier, mas aliviado que meu relação com a Mili continuou de boa, agora que ela já tava totalmente desligada dele.
Não consegui dar mais um passo, meu tornozelo tava doendo pra caralho. Sentei nas arquibancadas, os parceiros do Javier me passaram um saco de gelo e um comprimido pra dor, ataduras e essas paradas que eles sempre carregam por precaução…
Procurei pra todo lado, não via a Mili. Ela tinha sumido, talvez pressentindo uma reação fudida do Javier, talvez aliviada, foi trocar aquela roupa chamativa e depois voltava…
Como não tinha nada melhor pra fazer, esperei…
Já ia começar o jogo da final e nada dela… bom, vou ver o jogo e ligar pra ela mais tarde, falei comigo mesmo quando senti uma porrada me cutucando… Merda… deve ser o filho do zelador, aquele moleque do demônio tem mania de encher o saco.
Por entre as tábuas que formam as arquibancadas do velho ginásio, têm umas frestas, por onde aquele pivete costumava cutucar o pessoal com palito… já tinha levado vários cascudos, mas mesmo assim insistia na putaria… eu não ia aturar essa porra.
Menos dolorido, mas ainda mancando, contornei as arquibancadas por baixo. O espaço era usado como depósito: colchonetes, redes, bolas, etc., tudo empilhado lá. Encontrei a porta desse depósito meio aberta… Moleque do diabo, agora você vai ver… pensei em pegar o pivete no flagra enquanto enchia o saco dos outros… mas quem se fodeu fui eu.
Assim que minha mão tocou a moldura da porta, foi agarrada e puxada pra dentro… de repente, me vi naquele lugar meio escuro. Tava desorientado, quase sem equilíbrio por causa da rapidez da parada, minha vista ainda não tinha se acostumado com a pouca luz que passava por entre os bancos.
Meu primeiro pensamento foi que um moleque não podia ter me puxado daquele jeito, talvez era alguém querendo uma revanche… é, capaz que era o Javier querendo acertar as contas com quem tirou a chance dele de pegar a buceta da Mili, ou talvez por causa da A treta que a Mili fez foi se dar conta de que eu era o motivo pelo qual ela terminou com ele…
Todos esses pensamentos passaram rapidinho pela minha cabeça enquanto eu recuperava o equilíbrio e, instintivamente, me colocava em guarda com os punhos... já que ele era o corno, podia dar a vantagem do primeiro golpe... e foi o que aconteceu... levei o primeiro soco... só que não foi como eu esperava...
Ainda feito um morcego, tentava decifrar no escuro a localização do meu agressor, quando me pegaram pela gola e me puxaram de novo, os braços dela envolveram meu pescoço numa chave estranha... o peito dela bateu no meu... e os lábios dela tocaram os meus com tudo... Quê? O Javier virou gay?...
Não, nada disso, não era ele... pela safadeza estampada, por aquela paixão que os beijos dela irradiavam, era ela... sim, era a Mili...
Meus reflexos atrapalhados tentaram confirmar que era ela, minhas mãos seguraram sua cintura fina e, claro, deslizaram pelas suas cadeiras maravilhosas... sim, era ela, aquela voluptuosidade só podia ser dela... percorri com gosto todas as suas curvas redondinhas, ela não reclamava, só me beijava com mais tesão...
Era uma delícia explorar ela com o tato, a roupa que ela usava, aquela malha de aeróbica de parar o coração, era praticamente a segunda pele dela, se moldava certinho nas curvas, dava pra sentir ela...
- Não acredito que você fez isso por mim... ela sussurrou no meu ouvido com carinho, quase nas nuvens por causa dos beijos.
- Por você, eu faria isso e muito mais...
Minha visão, agora acostumada com a penumbra, finalmente via o rosto grato da Mili... só o sorriso dela já iluminava aquele lugar.
- Não acredito que você se vestiu assim pra distrair eles...
- Kkkk...
- Como você sabia o que tava rolando?...
Entrei no coliseu pra ver como as coisas estavam, no primeiro tempo te vi se esforçando pra não perder, pensei em dar uma força, por sorte encontrei a Erica, pedi emprestada a roupa de academia dela e no intervalo me troquei.
- Mas como é que você entrou aqui?
Quando o jogo terminou e todo mundo tava distraído, fui no banheiro me trocar e no caminho vi a porta meio aberta, entrei por curiosidade… e aí me deu na telha de te procurar… demorei, mas por sorte te encontrei.
Mas você não falou nada sobre como essa roupa fica em mim… cê gostou? — perguntou feito uma menina mimada, mesmo me devorando com o olhar, ela queria ouvir da minha boca.
- Fica fenomenal em você… falei e beijei ela com mais safadeza.
Minhas mãos, no instinto, foram passeando pelas bundonas dela até terminar praticamente dentro daquela fenda que separava os dois peidões… ela, toda excitada, correspondia com a língua aos meus amassos…
Mas, como foi que você se inclinou? Queria ver de novo… falei, alimentando minha pira, que nem precisava de muito, porque meu pau tava durasso.
Ela se afastou de mim, sacando minha intenção, os olhos dela brilharam de ansiedade, quase de alegria, ao sentir onde essa brincadeira ia dar… Não importava que em cima da gente tivesse um mar de gente, protegidos pelas tábuas das arquibancadas, a gente podia soltar os instintos.
Foi mais ou menos assim… — disse Mili, sensual, enquanto a bagunça lá fora aumentava, a final ia começar.
Mili foi se inclinando devagar, me deixando saborear em todo esplendor as curvas gostosas do corpo dela. Com as pernas meio abertas e as costas curvadas, empinando aquele rabo suculento, me deixou sem fôlego…
Porra!! Tudo aquilo era meu!… pensei, sem acreditar na magnitude dos atributos físicos que Mili tava me mostrando. Ela me olhava da posição dela, sorria de um jeito provocante, de vez em quando mordia os lábios, talvez de ansiedade.
Me deu uma espécie de ataque de ansiedade, igual um moleque que vai transar pela primeira vez, a pira que a posição da Mili causava era insuportável… e eu não aguentei…
Avancei nela, não foi difícil abaixar meu calção esportivo e com meu pau em riste, apontava meu caminho, ela se surpreendeu com a veemência com que me adiantei, não conseguiu se mexer. Quando quis reagir, minhas mãos já tinham despido suas bundas enormes. Só um fiozinho do que parecia ser sua calcinha minúscula se interpunha entre meu pau e suas intimidades.
Puxei de lado sua pequena tanga, então ela colocou a mão entre meu pau e seus lábios vaginais… talvez com medo do inesperado e do louco do meu agir… mas não era isso…
— Você ganhou o jogo… merece o prêmio máximo… disse com malícia, apontando com um dos dedos para seu cu apertado.
Ao ver minha reação surpresa, ela sorria com luxúria. Em seguida, suas mãos afastaram suas bundas volumosas para que eu pudesse enxergar melhor seu ânus enrugado. Nessa altura, eu já não sabia para quem era o prêmio, para mim ou para ela, já que era evidente que o sexo anal era uma recompensa também para seu apetite sexual…
Apesar do meu impulso inicial, agora meio atordoado com as iniciativas da Mili, eu não conseguia reagir, então ela foi recuando. Assim, atrapalhada pela excitação e sem querer, meu pau foi escorregando pelo buraco dela… não quis me mexer nem ajudá-la, gostava de vê-la se desesperar, angustiada por ser penetrada por trás… pensar que semanas antes eu não dava muito crédito ao que o sexo anal podia provocar nela, e agora ela tinha se viciado nesse prazer…
Tanta foi a insistência dela que, por fim, meu pau foi acertando o esfíncter dela… aliviada daquela cócega, foi relaxando, saboreando a fricção que a cabeça do meu pau fazia no ânus enrugado dela… mas não era suficiente, ela empurrava e empurrava para enfiar mais meu pau, mas os movimentos dela eram difíceis e ela não conseguia ser penetrada com a rapidez que a excitação exigia…
Eu curtia observá-la, vendo a calcinha apertada dela mal cobrindo o pubis molhado, com as bundas colossais abertas de par em par, o rosto dela cheio de desejo e Acendido pelo esforço que ela fazia…
Notando que eu não a ajudaria a enfiar meu pau e não querendo me implorar pra fazer isso, com certeza por medo de ser ouvida por alguém sobre nós (nas arquibancadas), Mili não aguentou mais, simplesmente se levantou um pouco e passou uma das mãos até segurar meu pau com firmeza, e ela mesma foi me puxando e empurrando a bunda… ela mesma foi enfiando meu pau…
- Uhmmm… foi soltando suspiros quentes de alívio ao sentir meu pau enchendo o cu dela.
A cada pedaço que entrava naquele rabo guloso, ela fechava os olhos e abria a boquinha numa careta de dor às vezes e de prazer em outras, como se estivesse saboreando cada pedaço de carne que ia se enfiando…
- Vamos… Por favor!… Me ajuda!… ela disse implorando, quase chorando.
Eu sorri ao ver ela tão submissa… eu sempre era quem começava as ações, só no cinema ela tinha proposto fazer, mas dessa vez ela praticamente tinha metido meu pau duro no buraquinho dela, uma mina fazer isso é excitante pra caralho.
Não fiz ela sofrer mais… enfiei selvagemente meu pau inteiro.
- Ahhhh… ela gritou como um berro enquanto se contorcia de prazer, depois completou virando, com o rosto febril, quase possuída pela luxúria: Obrigadaaa…
Agora sim eu quis retribuir sexualmente a ajuda que ela me deu durante o jogo… peguei ela pela cintura como minha égua, massageei as nádegas volumosas dela e comecei a montar ela com força…
- Ohhh… uhmmm… ohhh… eu ouvia os gemidos altos dela que, felizmente, não eram ouvidos lá fora por causa dos gritos esportivos das arquibancadas.
O melhor que eu podia fazer em agradecimento a ela era castigar a buceta dela analmente pra satisfazer toda a morbidez dela, todo o apetite sexual recém-descoberto, e também pra aliviar a tensão das últimas horas por causa daquela aposta que eu tinha com o Javier.
- Isso, assim… mais… mais… mais… implorava Mili, cambaleando com a malha apertada. de cócoras sobre os joelhos.
Ela tava com os cotovelos apoiados nos joelhos, aguentando minhas investidas, tentando manter o equilíbrio e ao mesmo tempo deixar a bunda enorme dela na posição certa pra ser metida com força, só que não aguentou muito e teve que apoiar as palmas das mãos no chão sujo, sem parar de gritar e gemer que nem uma louca.
- Continua por favor continua... arrebenta meu cu assim... assim... ahhh...
As nádegas dela vibravam com cada empurrão meu, igual as tábuas das arquibancadas a cada jogada no campo esportivo. Ensopados de suor, a gente resistia a cair de cansaço, na verdade aumentava o ritmo.
A Mili quis soltar os peitos dela, que pulavam sem jeito, meio presos pelo top esportivo pequeno. Com uma mão, ela conseguiu libertar os melões, que agora tremiam nus à vontade.
Mas nessa ação, ela parou de se apoiar no chão com as mãos, e por causa da veemência com que eu metia na bunda dela, ela perdeu o equilíbrio. Quase caiu de cara e, na queda, me puxou junto. Assim, tropecei uns passos, com meu pau no cu dela e a calça apertada só nos joelhos.
Até que no caminho desequilibrado dela, ela encontrou um cano de metal que servia de coluna pras arquibancadas do ginásio. Foi ali que ela conseguiu apoiar as mãos e levantar as costas parcialmente. Mas, por causa do impulso que eu vinha, não consegui me equilibrar e, com toda a minha inércia, fui me chocar com ela...
- Ai ai ai... você rachou meu cu... auuuu... gritava a Mili, dolorida.
Parecia verdade, meu tropeço foi amortecido pelas nádegas da Mili, meu próprio peso fez meu pau se cravar criminalmente no cu dela, abrindo a bunda suculenta dela de par em par, empurrando o peito dela contra o metal frio que agora separava os peitos inchados dela.
- Ai minha bunda... se lamentava a Mili, quase soluçando.
Assim, com o peito esmagado contra o cano de aço e as costas meio inclinadas, a Mili se recuperava daquele choque... mas eu Me chocou a posição imponente dela: com as nádegas redondas esfregando na minha virilha, a roupa justa mal cobrindo a buceta, a cintura fina, as costas suadas, o cabelo brilhante e as mãos agarradas na coluna... parecia uma escrava esperando o castigo... e eu ia dar a ela...
- Aii... auu... espera, ainda dói... não seja bruto... auu... ela reclamava.
Eu não tava nem aí, tava de novo com o tesão a mil, com aquela ansiedade de quem transa pela primeira vez. Minhas mãos agarradas na cintura dela e meu pau enfiando gostoso no cuzinho dela, as nádegas gordas quicando em mim e ela sem escapatória... só restava aguentar...
- Já chega, Danny... ouuuu... mais devagar... Aiiii... Uhmmmm...
- Viu? Sabia que você ia gostar...
- Aiiii... sim... mas mais suave... uhmmmm... ela gemia meio dolorida.
Nada de mais devagar, pensei, e continuei castigando o cu dela sem pena... as nádegas volumosas vibravam como arquibancada com gente pulando.
- Que rabo gostoso você tem... exclamei maravilhado olhando praquele bundão fenomenal.
- Ohhh... sim, sim, é seu... faz o que quiser com ele... Destrói ele... uhmmm... mas não para... continua por favor... goza em mim... Ahhhh...
Aumentei o ritmo de um jeito infernal, e assim nossas intimidades queimavam, um calor do capeta, que dava um prazer doido... Chegou num ponto que ela, mesmo naquela posição apertada, começou a empurrar o corpo escultural contra o meu, me provocando pra caralho... louca de luxúria e tesão.
- Ahhhh... ooohhh... ahhhh... o prazer era tão forte que a Mili já não conseguia falar nada.
- Ufff... enquanto meu pau jorrava porra violenta no cu apertado dela.
A Mili transmitia pro cano de metal, com o corpo tremendo e duro às vezes, todo o prazer e os espasmos que cada jato de esperma causava nela.
Aos poucos, fomos caindo de lado num colchonete de ginástica. Exaustos, mas satisfeitos, suados, doloridos pelo esforço… mas ainda com vontade de trocar carícias…
Eu ainda estava atrás dela, colado com meu pau ainda murchando dentro dela… abraçando ela por trás, acariciando os peitos dela que ainda pulsavam, dando uns beijos carinhosos que não podíamos prolongar porque ainda não tínhamos recuperado o fôlego.
— Ohhh… Ouviu-se um rugido nas arquibancadas acima de nós, depois vaias e outros impropérios.
— Você não se saiu tão mal… disse Mili sorrindo.
— Hahaha… acho que tão vaiando e reclamando porque a gente terminou nosso show… falei brincando.
Mas não era por isso… no meio da confusão lá em cima, consegui ouvir que, aparentemente, no campo de esportes, a bola de futebol que eles estavam usando tinha murchado, e os organizadores do campeonato não tinham outra reserva por perto.
Até que um infeliz, nas arquibancadas, bem em cima da gente, teve a grande ideia, ou ideiazinha — pra mim era um tremendo idiota… enfim, o cara sugeriu que pegassem uma do depósito…
Mili e eu nos olhamos gelados… Porra… agora o problema não era só o Javier nos descobrir, mas o ginásio inteiro…
Porra… cala a boca, seu imbecil… pensei em voz alta.
— Tomara que não escutem ele… disse Mili, tremendo.
Mas o cara parecia obstinado em nos ferrar e gritava cada vez mais alto, se oferecendo pra buscar uma bola no depósito — o que ele não imaginava era que ia nos encontrar pelados, eu e a Mili.
Mas aquele tom de voz me era familiar… Merda… era a voz dele… era ele…
— É a voz do Javier… disse Mili, assustada.
Não sei se é instinto, sexto sentido, se ele pressentiu que a gente tava botando chifre nele bem debaixo do nariz dele… que a gente tava celebrando sexualmente a derrota dele… ou sei lá… o fato é que em poucos minutos ou segundos, Javier ia entrar no depósito… dessa vez eu não conseguiria segurar ele, porque com certeza não entraria sozinho… Agora sim parecia que não tinha escapatória, o segredo da nossa relação ia virar público… e na frente de uma galera lotada nas arquibancadas… que merda!...
Continua...
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