Minha prima, a água e os lábios dela

Tinha tido a melhor noite da minha vida, tinha perdido a virgindade com a minha prima, que de repente tinha virado a musa inspiradora de todas as minhas punhetas*

*Antes de começar o relato, recomendo ler as prequelas, que você pode encontrar no meu perfil ou neste link:http://www.poringa.net/posts/relatos/2938221/Mi-prima-la-piscina-su-bra-y-su-tanga.htmlEu tava morrendo de curiosidade pra saber como as coisas iam amanhecer, tipo, eu me sentia um picolé de chuchu e planejava levar minha vida como se nada tivesse acontecido, mas não fazia ideia de como minha prima ia reagir depois daquela foda da noite anterior. Tudo ia se esclarecer quando de manhã minha prima batesse na minha porta pra me chamar pra descer e tomar café.

Quando finalmente chegou a hora, não teve batida na porta, não. Kristina abriu a porta do meu quarto e veio direto pra minha cama. Tentei fingir que tava dormindo, mas minha atuação não colou.

— Vem tomar café, sei que você tá acordado.

Disse Kristina com um sorriso enquanto sentava na beira da minha cama.

— Tudo bem... Prima?

Chamei ela assim de novo, meio pra marcar a diferença entre a nossa trepada e a relação de família.

— Sim, tudo bem, Vladimir.

Respondeu Kristina enquanto soltava um sorriso e se aproximava do meu corpo pra me dar um beijo apaixonado. Minha ereção matinal, que antes era só uma reação natural ao frio da manhã, tinha virado uma adaga fervendo que cutucava minha prima na cintura e ameaçava penetrar ela, o lençol e meu pijama, se precisasse.

— Shhh... calma.

Disse minha prima enquanto pegava no meu pau por cima do lençol, a grossura das camadas de pano fazia Kristina mal conseguir segurar ele.

— Agora não, você tem que ir pra escola.

— Um rapidinho. Quero estar dentro de você, Kristina.

Falou a besta dentro de mim, enquanto mexia a pélvis de um jeito que o aperto da minha prima masturbava meu cacete. Sem soltar meu pau, minha prima se aproximou de novo e falou:

— Essa tarde não tenho aula na faculdade, então quando você voltar da escola, a gente pode passar um tempo na piscina.

Eu concordei com a cabeça, enquanto minha prima soltava meu pau e saía do quarto. A gente tinha um encontro. Ela e eu, de tarde na piscina. Minha cabeça não parava de pensar em tudo que a gente ia fazer. Saí da cama, tomei café e fui. Fui pro colégio com minhas irmãs, tudo na velocidade de um raio, como se pensar que fazer as coisas mais rápido faria o tempo passar mais rápido também.

O dia no colégio passou sem maiores problemas, lento, mas sem problemas, claro, se a gente ignorar como problema o fato de que mais de uma vez tive que esconder as ereções que me dava ao lembrar do que eu e minha prima tínhamos planejado pra aquela tarde.

Cheguei em casa e almocei na companhia das minhas irmãs e da Kristina, durante o almoço fui pego de surpresa quando minha prima estendeu o convite pra piscina pras minhas irmãs também, não perdi um segundo e lancei um olhar de reprovação pra ela, ao que ela respondeu com um sorriso safado e uma piscadela. Não sei o que a Kris tinha em mente, mas se envolvesse minhas irmãs, já não tava gostando.

Finalmente chegou a hora marcada, hora de ir pra piscina, dessa vez as primeiras a se jogar foram minhas irmãs, atrás delas fui eu, que tava de sunga preta, e por último a Kristina, que de novo vestia o conjunto verde sensual que tinha começado toda minha loucura.

Igual da última vez, as pernas morenas dela contrastavam com a cor da sunga apertada, a racha marcava impunemente na virilha dela e a auréola do peito direito dela tava praticamente de fora.

Durante o tempo na piscina, tentava decifrar as intenções da minha prima, até cogitei que talvez esse fosse o plano dela o tempo todo, passar uma tarde de primos, e só. Talvez algo na minha mente tivesse desregulado de um jeito que tudo me parecia um convite sexual.

Tentei manter distância das brincadeiras que minhas irmãs tinham com a Kristina, elas saíam da piscina e se jogavam de volta, se viravam, corriam, se perseguiam, e eu, por outro lado, só flutuava, nadava, enfim, me fazia de besta esperando meu momento.

Numa dessas brincadeiras, minha prima chegou perto de mim e, num movimento rápido que minhas irmãs não conseguiram ver, me agarrou pela virilha. — Você não vai brincar com a gente?

No começo, fiquei surpreso com a jogada ousada dela, mas depois balancei a cabeça, trocando a surpresa por decepção ao me sentir enganado pelo convite que minha prima tinha me feito de manhã.

— Paciência.

Ela me disse enquanto, habilmente, enfiava a mão por baixo da minha sunga e agarrava meu pau. Assim que foi liberado do envoltório da mão dela, começou a endurecer. Parece que eu não tinha interpretado errado, estava certo: minha prima queria a mesma coisa que eu, só teria que esperar um pouco mais para conseguir.

Pouco depois, minha prima juntou minhas irmãs e pediu que fossem para o quarto tomar banho para fazerem a lição de casa cedo. Sem reclamar muito, as meninas saíram da piscina e foram, não sem antes perguntar:

— Kris, você vai ficar mais um pouco?

— Sim, já vou subir, espero que até lá vocês já tenham tomado banho.

— E você, Vladimir?

— Eu também vou ficar, irmã.

Assim que respondi, as meninas seguiram em direção à casa, nos deixando finalmente sozinhos, eu e Kristina. Ela se aproximou devagar de mim assim que as meninas foram embora e, sem desviar o olhar um do outro, nos perdemos num beijo longo.

— Pensei que não íamos fazer nada.

— Tínhamos que distrair as meninas, imagina se viéssemos sozinhos e fôssemos descobertos.

Concordei, reconhecendo que Kristina tinha razão, tinha sido uma jogada esperta que meu tesão não tinha me deixado enxergar.

— Agora sim, temos tempo para o nosso momento.

Mal ela terminou de falar, minha prima, e eu me joguei nela feito um vampiro, demorando no pescoço dela. Devagar, fui descendo até beijar seus peitos, não precisei de muito esforço para expor uma auréola morena coroada por um mamilo duro. Eu lambia e chupava sem parar.

Com um movimento rápido das mãos, minha prima tirou minha sunga, me deixando completamente nu e com o pau duro, como se fosse o mastro de um navio.

Kristina também tirou o conjunto dela, e nós dois... Ficamos pelados. Pra ser sincero, fiquei surpreso. Esperava que rolasse algo com ela, mas não esperava esse nível de exposição, esperava algo discreto, algo disfarçado, mas ali estávamos, pelados, cegados pelo prazer, isolados do mundo enquanto nossas sungas flutuavam livres na piscina.

Minha prima pegou meu pau nas mãos dela e começou a me masturbar debaixo d'água. Eu tava curtindo pra caralho. Mas ficar tão exposto assim me fazia sentir observado.

— Vamos pra borda.

Disse Kristina enquanto a gente se aproximava da beira da piscina.

— Senta.

Ela ordenou enquanto eu, submisso, obedecia a tudo que ela pedia. Ali na borda, minha prima chegou tão perto de mim que a cabeça do meu pau apontava direto pro rosto dela, e eu sentia a respiração ofegante dela no meu pênis.

— Fecha os olhos.

Ela falou enquanto as mãos dela começaram a me masturbar devagarzinho. Cada vez eu sentia a respiração dela mais perto e mais rápida. De repente, a respiração dela virou um vapor quente, e então senti a cabeça do meu pau ser engolida pela cavidade molhada da boca dela. A cabeça do meu pau entrava até sentir o fundo da língua dela e saía até sentir a carne dos lábios dela.

Desobedeci ao pedido da minha prima e abri os olhos. A cena era de arrepiar. Kristina tinha meu pau nas mãos dela, a boca dela envolvia três quartos do meu pau, os lábios e a língua percorriam a extensão da minha vara, enquanto ela fechava os olhos como quem saboreia um prato delicioso.

Aí Kristina abriu os olhos e a gente se olhou fixo, o olhar dela não desgrudava do meu enquanto a língua dela lambia meu sexo desde a base das minhas bolas até a ponta da cabeça do meu pau, onde a língua dela serpenteava, causando uma sensação muito gostosa. Mas eu não conseguia me livrar da sensação de estar sendo observado, ou talvez fosse disso que se tratava tudo isso, talvez aí estivesse o tesão da situação: lidar com o medo de ser visto.

Minha prima continuava no que tava fazendo. dele, ele estava devorando minha pica com tanta paixão que se dava ao trabalho de percorrer cada uma das minhas veias inchadas, da base até a ponta, lugar onde com linguadas ele recolhia as gotas de líquido seminal que dali escorriam.

De repente, Kristina abriu bem a boca e, de forma lenta, foi engolindo todo o meu pedaço, queria engolir tudo, a grossura da minha cabeça impedia que os últimos centímetros da minha vara entrassem, porém, longe de desistir, minha prima tentava de novo.

Como se fosse uma questão de lubrificação, primeiro lambia toda a pica, cuspia, molhava, preparava, e tentava de novo, a segunda tentativa também falhou, minha glande não deixava ela cumprir o feito, mas então, com força e rapidez, tentou de novo e dessa vez conseguiu.

Um gemido forte saiu do fundo de mim, era uma sensação de puro prazer, somada à maravilha da imagem que acontecia diante de mim, toda a extensão da minha pica tinha entrado na boca da minha prima, que a cada segundo mostrava que o ar começava a faltar.

Longe de ajudá-la, comecei a mover minha vara dentro da boca dela, o que a fez engasgar, e quando finalmente ela tirou minha barra de carne da boca, fios incontáveis de saliva ligavam minha glande ao fundo da garganta dela, minha pica brilhava por causa da saliva da minha prima, que, depois de se recompor, começou a chupar meu pau de novo.

Minha prima tirou meu pau da boca e começou a masturbá-lo com as mãos enquanto minha glande ficava colada nos lábios dela como um beijo. Dessa vez, ela me masturbou com tanta velocidade que eu sentia que ia sair faísca do meu falo, porém, o que saiu foi um jorro grosso de esperma viscoso. Com muita habilidade, minha prima abriu a boca e o líquido espesso foi parar direto na boca dela, a esse jorro se seguiram mais dois, que também se acumularam na boca dela, o último jorro, mais fraco, caiu parte na boca e parte nos lábios, formando uma fina linha branca escorrendo. Os cantos da boca dela.

O líquido branco quase enchia a boca da minha prima, que de um gole só, como pra não sentir o gosto, sumiu com tudo. Da minha rola já mole escorriam pequenas porções de porra que caíam na piscina, mas eu não tava nem aí, tinha outras prioridades naquele momento.

Eu tava meio em choque, por dois motivos. Primeiro, por ver o quão puta minha prima podia ser. Segundo, finalmente tinha descoberto por que me sentia observado o tempo todo. Seu Carlos, o vizinho misterioso do bairro, da varanda da casa dele tinha sido testemunha de luxo da putaria entre eu e minha prima.

O homem olhava pra gente sem vergonha nenhuma, com a rola murcha cheia de cabelo branco de fora e um fio de porra escorrendo da ponta da glande.

— Que foi? Teve um infarto?

Perguntou minha prima zoando. Eu tava paralisado, olhei em silêncio pra ela e quando virei pra onde Seu Carlos tava, ele tinha sumido.

— Não, fica tranquila, não foi nada.

Falei enquanto mergulhava e acompanhava minha prima de volta pra dentro da piscina. Nadei até minha sunga e quando ia vestir, minha prima me segurou e tentou me dar um beijo, mas eu afastei.

— Não quer um beijo com gosto de porra?

Disse ela brincando. Não consegui evitar de rir. Kristina me abraçou e falou no meu ouvido.

— Um favor paga o outro, Vladimir, agora é sua vez de fazer algo por mim.

Não curti nada o tom que minha prima usou, o favor que ela ia pedir não parecia nada de sexo.

— Amanhã, meu namorado vai vir aqui.

— Ele já veio na outra noite e você não precisou me pedir nada. Não vejo problema.

— Talvez eu não tenha sido clara o suficiente, ele vai vir dormir aqui.

Não consegui evitar de olhar feio pra Kristina, não gostava nada de ela querer meter um estranho dentro de casa. Sem se afastar do meu ouvido, minha prima falou de novo:

— Sabe bem que te convém me ajudar, não vai querer que a família descubra que você abusou de mim. —Abus... que cê tá dizendo?
—Pra quem cê acha que vão dar crédito, Vladimir?

Disse minha prima enquanto baixava minha cabeça num gesto de derrota.

—Amanhã, quando as minas forem dormir, vou fazer ele entrar. Valeu, 'primo'.

Disse minha prima enquanto me beijava a bochecha, pra depois pegar a roupa de banho dela, vestir, sair da piscina e sumir rebolando a bunda provocativamente.

Tava oficial. Tudo tinha ido pro caralho. Minha prima tinha me usado pra me chantagear, e pra piorar, aquele maluco do seu Carlos tinha nos visto enquanto minha prima me chupava. Pela primeira vez na semana, desejei que nada daquilo tivesse acontecido.

Mas a fera logo tomou conta de mim de novo, e me fez pensar que a presença do namorado da Kristina na noite seguinte, longe de ser um problema, podia acabar virando uma verdadeira aventura. Era eu quem tava no controle da situação, mesmo que não parecesse.

O único problema que eu não parecia conseguir resolver era o do vizinho, não sabia como fazer pra também ficar no comando. Mas o tempo, como sempre que eu me deixava levar pelo instinto, jogou a meu favor.Minha prima, a água e os lábios dela---------- Essa foi a minha sexta história na série sobre minha prima, mas a primeira fora da categoria de fetiche. Espero que tenham gostado. Ficaria muito feliz e me motivaria pra caralho a continuar escrevendo minhas experiências se eu recebesse suas opiniões, críticas e sugestões, sejam positivas ou negativas. - vladimirtrach@outlook.com

4 comentários - Minha prima, a água e os lábios dela

wow man,que excelente relato utilizas una jerga muy buena lo unico que quisiera saber es si ¿esta historia es real? no importa que no lo sea pero es curiosidad
Quzzaq +1
Leídos los seis al hilo! muy excitantes! todos mis puntos de hoy son para tus relatos.
Muchas gracias, me pone contento que te hayan gustado tanto.