
Para atualizar vocês, ou seja, deixá-los por dentro de algo que ficou pra trás, neste caso específico, a fofoca da minha irmãzinha, é que tô fazendo esse post.
Já não resta nada, bah, muito pouco, daquela ninfa que eu descrevia nos meus contos anteriores.
Claro, a essência dela continua a mesma, ou seja, ela continua leve e volúvel, se deixando seduzir na hora, sem resistir, sem esforço nem complicação pros caras que chegam nela, continua igualzinha, do mesmo jeito fácil de sempre.
Porém, o que mudou completamente foi o seu aspecto físico, ela se desenvolveu, talvez de forma exagerada para alguns, ficou voluptuosa ao extremo.
Assim como nossa mãe, ela, minha irmã, não quer passar despercebida, parece que isso tá no sangue das mulheres da família, e causa escândalo em qualquer lugar. Um que lembro bem vívido foi no camping dos funcionários municipais na cidade cordobesa de Cosquín, que é de acesso livre e gratuito pros afiliados ao sindicato. E na piscina do mesmo, ela armou um show que, no final, foi um sucesso absoluto.

Passamos um fim de semana em família, meu pai, minha mãe, minha irmã e eu. Nesse caso, ela chamava mais atenção do que minha mãe, e isso já era dizer muito. O que acontecia é que esta última (minha mãe) estava sendo vigiada por mim, seu primogênito e objeto do seu desejo enfeitiçado. Chegamos na sexta à noite, ou seja, nos acomodamos como deu, e fomos dormir, cansados da viagem.
Minha irmã, assim que acordou lá pela metade da manhã, foi direto para o banheiro, praticamente do jeito que se deitou, quase nua, no traje de Eva.

O rebuliço que ela causou foi fenomenal, e ela, sem se abalar, ainda tirava tempo e liberdade pra que algum "campista" tirasse uma foto dela e ela fizesse uma pose sensual. Nós, o resto da família, nem sabíamos da bagunça que tinha rolado por culpa da minha irmã exibicionista.

Saiam os afiliados do sindicato, pra fotografar ela, imortalizar aquele momento, e ela feliz, dando vazão à vontade de mostrar a buceta em público pra sentir prazer sexual. Com a futilidade da sua tanga, insignificante no corpo volumoso dela, era uma miséria de pano, insuficiente pra esconder o que precisava, a peça não tinha o básico pra cobrir o mínimo.

Apesar do quão curioso aquilo era, com certeza alguém se incomodou e rapidamente os responsáveis do local se aproximaram. Mandaram ela, educadamente, colocar a parte de cima do biquíni (textual, foi isso que disseram pra ela), por causa das restrições do regulamento do espaço público.

Então, minha irmã deu ouvidos a eles, voltou pro nosso bangalô e se arrumou do jeito que achou certo. Pouco depois, tava usando um top, por baixo um sutiã, calçou saltos altos e meia, tudo combinando com uma calcinha de banho ou de lycra, tão minúscula e ridícula que era uma provocação.

No entanto, aquilo foi aceito pela equipe responsável do local, mesmo assim depois de se exibir um tempo assim vestida pelos arredores, ao voltar pro nosso lugar, que a gente tinha alugado, ela voltava a se exibir sem roupa..

Mas isso não foi tudo, a história começa aqui, era fevereiro, perto das festas de carnaval e pra celebrar o "Rei Momo". Ele foi chamando um por um os responsáveis do lugar, com palavras, argumentos e pedidos pra que fizessem ou deixassem de fazer alguma coisa, ou seja, realizar uma espécie de desfile e a escolha da rainha do carnaval da "Colônia Municipal".

Os responsáveis pelo local aceitaram, com uma única condição: a moderação. Que ela ajuste ou diminua tudo o que for considerado excessivo. Claro, ela concordou.

Mas o que aconteceu ali foi o oposto total, uma putaria sem limites, não teve nenhum freio nas paixões descontroladas, teve licença pra libertinagem no jeito de agir e de fazer. Ela toda era uma atitude desrespeitosa com a lei, a ética ou a moral, o exemplo de quem abusa da própria liberdade ferindo a dos outros.

Terminou como vocês imaginam, sendo a vencedora do concurso que ela mesma organizou e eleita a "Rainha dos trabalhadores municipais".

Ela se tornou uma celebridade naquele verão, claro que nunca mais teve um concurso parecido, ou seja, ela ficou marcada na história do camping.

Nenhum funcionário municipal que esteve presente naquele evento vai esquecer aquelas férias, nem a minha irmãzinha.

De qualquer forma, sinto falta da imagem da minha irmãzinha de antes, da sua mudança física, ela aparentava uma inocência, uma ingenuidade que hoje em dia já não demonstra mais.

Lembro das tardes que passávamos juntos, quando ela obedecia cada ordem, cada instrução que eu dava como se fosse uma palavra sagrada.

Fazia tudo o que me vinha à cabeça, realizava todos os meus desejos, minhas exigências, mesmo que fossem as mais absurdas.



75 comentários - Minha irmãzinha cresceu e ficou gostosa
Saludos desde San Juan Argentina.