Muito boa tarde, amantes dos contos! Tô seguindo com essa série que tá chegando ao fim, espero que vocês curtam!
Se você acabou de entrar ou quer reler os capítulos anteriores, é só clicar aqui!Parte 1http://www.poringa.net/posts/relatos/2935526/Chantaje-familiar-Prima-Wanda.htmlParte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/2935938/Chantaje-Familiar-II-Mi-querida-tia.htmlParte 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/2936908/Chantaje-Familiar-III-De-visitante.htmlGerardo estacionou o carro na frente de uma casa aparentemente particular, de fachada imponente, com arbustos grandes no jardim da frente.
Minha tia, o namorado dela e eu descemos do carro, indo em direção ao portão de ferro da casa.
— É como você imaginou. — Disse Gerardo andando ao meu lado. — Obviamente não tem uma placa gigante escrito "PORNO" na rua, é tudo muito rigoroso e censurado.
Depois de falar isso, ele abriu o portão, deixou minha tia entrar primeiro, depois eu, e fechou atrás de nós. Era um escritório com uma mesa grande onde estava sentada uma loira de óculos, bem focada no monitor do computador, ela levantou os olhos.
— Gera! — Ela se levantou, Gerardo foi até ela, se abraçaram e trocaram um beijo amigável. — Como você tá?
— Bem, Juli, bem. Vim por causa da cena que o Gustavo tinha me falado. — Ele se virou para nós. — Minha namorada, Jessi, você já conhece, e meu sobrinho, Agustín.
— Beleza? — Me aproximei da secretária e dei um beijo nela.
— Vai começar? — Ela me perguntou, me olhando de cima a baixo.
— Hum... — Gaguejei.
— Não, não. — Minha tia sorriu. — Gerardo só trouxe ele pra conhecer um pouco disso.
Olhei pra minha tia com um ar de desprezo, e ela sorriu toda faceira.
— Ahh... — A loira sorriu. — Porque eu tava vendo ele bem dotado... — Ela riu. — Venham por aqui... — Ela abriu uma porta.
Dessa vez, Gerardo entrou primeiro, seguido pela minha tia e eu por último. A secretária, que ficou na porta, me deu uma piscadela, e eu devolvi antes de entrar.
— Que tarados são todos aqui. — Pensei.
Atrás da porta, um corredor largo se abria, com três portas fechadas de cada lado, e no fundo uma sala de estar espetacular na nossa frente, com vários sofás, uma mesa de centro enorme, lareira, um tapete de pele bem grande, um bar com banquetas altas, duas TVs de LCD e janelões enormes que davam pra um pátio bem cuidado, com uma piscina linda e um conjunto completo de móveis de jardim. ao redor dela.
—Usei a palavra: buceta da lora, que doideira isso… — murmurei.
De um corredor que se abria do outro lado da sala, chegou um cara meio gordo e baixinho, de camisa e boné.
—E aí, Gerardito! — Cumprimentou o loiro com afeto.
—O que tá pegando, Gus? — Deu um tapinha nas costas dele. — Preparou tudo pra cena?
—Tá sim, sua parceira já tá te esperando, montei toda a iluminação, o equipamento já tá pronto… — Olhou por cima do ombro do Gerardo. — Quem são teus acompanhantes?
—Essa é minha mina, Jessi. — Estendeu a mão pra minha tia se adiantar.
—Ahh, sim, gostosa como sempre. — Beijou ela.
Eu fui me aproximando.
—E esse aqui é meu sobrinho, vim mostrar pra ele como é a parada aqui, haha.
—Ahh… ele não é de menor, né? — Perguntou meio sério.
—Não, fica tranquilo, tenho dezoito. — Respondi.
—Ahh, beleza, não queria ter treta, hahaha. — Riu. — Passem por aqui.
O cara nos guiou por um corredor meio estreito e entramos num quarto bem espaçoso, com uns sofás e uma cama de casal no meio, as câmeras montadas, cadeiras e uns caras de camiseta preta conversando e analisando uma câmera grande de mão. Num dos sofás, tinha uma loira peituda maquiada e uma morena de pele pálida com uma tatuagem de manga no braço, ambas cobertas por roupões, a loira de branco e a segunda de rosa.
—Beleza, meninas, se posicionem. — Disse Gustavo se ajeitando na cadeira. — Vocês vão ficar brincando com as almofadas quando o Gerardo entrar pra dar bronca pelo barulho que tão fazendo, aí… — Consultou um roteiro que tinha na mão. — Vocês falam que ele não manda em vocês e tal, aí tocam no pau dele, abrem o cinto, ambas ajoelham e esperam instruções. — Largou o roteiro de lado. — Ahh… E como é véspera de Natal, não esqueçam o gorrinho de Natal, meninas. Pronto? Ação!
Com minha tia, sentamos num dos sofás atrás das câmeras, as meninas colocaram o gorrinho vermelho e branco com um pompom na ponta e subiram. na cama, elas usavam shortinhos e regatas coladas no corpo. A loira tava um absurdo, parecia que os peitos iam explodir por baixo da regata, e a morena tinha uma bunda do caralho. Elas começaram a brigar com os travesseiros e a gritar.
— Tem certeza que quer assistir, tia? — perguntei, olhando pra ela. — Se não, te acompanho lá fora…
— Não, sobrinho, tá de boa. De vez em quando eu venho ver as cenas do Gera.
Gerardo entrou em cena, com uma calça jeans azul, cinto marrom e uma camisa xadrez.
A gente foi vendo a cena se desenrolar, onde elas discutiam com o Gerardo e saíam da cama. Chegou a hora em que elas acariciavam a pica do namorado da minha tia por cima da calça e se ajoelhavam na frente dele.
— Muito bem, corta! — gritou o Gustavo. — Perfeito. Agora o Lucas vai pegar a câmera em primeira pessoa e filmar a Nati e a Flor chupando o Gerardito. Depois a gente muda pras câmeras 3 e 5, pegando de lado quando elas subirem na cama. Tá bom? — O produtor desceu da cadeira. — Se animem e voltem daqui a 10 minutos.
Gerardo fez um sinal com a cabeça pra gente e saiu do quarto. Minha tia seguiu ele, e eu fui atrás.
Entramos num quarto que era o camarim do Gerardo. Quando entrou, ele pediu pra minha tia buscar gelo, que não tinha ali, e ela foi até o balcão da sala.
— Então, Agus, isso aqui agora é o que a gente chama de motivação. — Ele explicou, sentando no sofá do camarim. — Pode até parecer mentira, mas é difícil manter o boneco bem duro com as suas colegas de trabalho. Por isso que a minha parceira, sua tia, tem que me motivar na hora que eu coloco o brinquedo em cena.
— Ah, caralho, não sabia disso.
— Como muitas outras coisas que hoje não vou te contar. É um trampo danado, coisa de trabalho. Bom… — Ele ficou de frente pra mim. — Já sei que sua tia te dá tesão…
— Hã, não… — falei nervoso. — Você deve ter se enganado.
— Fala sério, mano, eu percebo. Lá na cozinha, cê acha que eu não vi?
— Desculpa, não quis passar do ponto…
— Relaxa, parceiro. — Ele disse. Dando um tapinha no meu ombro. — Como um bom parente que seria seu, vou te dar um belo espetáculo. — Disse ele, olhando para a porta aberta e sussurrando pra mim. — Ela obviamente não vai querer me provocar na sua frente, então você vai se esconder atrás desse sofá e ver como sua tia me chupa a pica.
Uma leve onda de calor subiu pelo meu corpo.
— Vai, se enfia aí que ela já vem. — Disse ele, me fazendo levantar e puxando o sofá.
Me enfiei atrás, e como o sofá estava num canto, me acomodei sem muito esforço.
— Aqui está o gelo, meu amor… — Minha tia deu pra ele, beijando-o. — E o Agus?
— Mandei ele dar uma volta no quintal e fazer amizade com as meninas, falei que você tinha que me provocar e era particular.
— Ia te pedir pra falar exatamente isso… — Ela se aproximou e enfiou a mão dentro da calça jeans dele. — Não sabe a vontade que tô de chupar essa sua pica…
Minha tia se ajoelhou na frente dele e desabotoou o cinto, abaixou a calça jeans e a pica enorme do Gerardo ficou à mostra, bem feita, cheia de veias e com a cabeça grossa. Jessy se deliciou com ela, enfiando na boca e começando a balançar a cabeça devagar.
Aquela cena, que eu via de trás do sofá como dava, fez minha pica ficar dura na hora, então eu tirei ela pra fora e comecei a bater uma punheta numa posição bem difícil.
A pica do Gerardo ficou ainda mais dura, um pedaço enorme, tanto que minha tia não conseguia enfiar inteira na boca, mas mesmo assim saboreava, se engasgando, porque ela é uma puta cabeçuda de respeito. Os fios de saliva escorriam pingando até dentro do decote dela. Gerardo tava adorando a boca da minha tia, empurrava a cabeça dela com força e ela não reclamava. Jessy tirou a pica da boca e começou a lamber os ovos dele, e isso fez o namorado soltar um gemido macho de prazer.
Quando eu tava no ponto mais alto da minha punheta, bateram na porta, e por reflexo guardei o pau na calça e fiquei todo encolhido atrás do sofá.
— Gerardo. — Uma voz feminina veio do corredor. — Já tá na hora de Grava, se liga.
Minha tia se levantou e o Gerardo beijou ela com muita paixão, deu um tapão na bunda dela e saiu pela porta. Antes de sair, a Jessy enfiou a mão dentro do short, na virilha dela, e tirou ela molhada e viscosa, tinha se molhado toda como uma gostosa, e pra me esquentar mais começou a se curtir e a lamber a própria mão, limpou ela na perna nua e saiu pro corredor.
Esperei uns minutos e saí também, entrando no quarto bem antes de começarem a gravar. Sentei do lado da minha tia no sofá do fundo.
— Cadê você? Quase que fica de fora. — Minha tia sussurrou pra mim.
— Hmm… Me distraí olhando… o pátio, tá muito bonito. — Menti.
— E… Ação! — Gritou o produtor.
As minas, que estavam na posição que tinham terminado a primeira gravação, desabotoaram o cinto do Gerardo, baixaram a calça dele e lá estava, a pica bem dura do namorado da minha tia.
— Não sei se você sabe, mas tem uma parte chamada “A motivação dos atores”. — Minha tia falou.
— Sei sim, tia, o Gerardo me explicou.
Ela ficou quieta, talvez meio envergonhada, depois daquele boquete foda que fez.
As atrizes fingiram surpresa com o pauzão do ator, e começaram a chupar ele, dividiam entre si, batiam uma pra ele, uma chupava a pica e a outra as bolas enquanto esfregavam a buceta por cima da roupa. O Gerardo tava curtindo, ou talvez fingindo, mas com umas gostosas daquelas chupando ele, duvido que não tava gostando. Empurraram ele pra cama e tiraram a calça jeans dele de vez.
— A 3! — Gritou o Gustavo. — Já!
Começaram a tirar a roupa uma da outra, por baixo da regata tinham uns sutiãs bonitos, e os peitos da loira continuavam me deixando duro. O Gerardo apertava a bunda das duas enquanto elas continuavam chupando ele.
Bateu uma vontade de olhar pra minha tia, ela tava com as bochechas vermelhas, esquentando, e mordia o lábio de baixo disfarçadamente, quando a gente cruzou os olhares, virei rápido pra cena.
Tiraram a camiseta do Gerardo e Elas tiraram os sutiãs, insisto, os peitos da loira eram perfeitos, e os da branquinha eram menores, mas compensava com a bunda monstra que ela tinha. Depois de se livrar de todas as roupas, a primeira a subir na pica do Gerardo foi a morena, foi sentando devagar enquanto aquele pedaço de carne penetrava a pussy dela, a carinha de inocente dela refletiu um gesto excitante de prazer e os gemidos angelicais começaram a brotar de dentro dela. A loira, pela direita, beijava ela e chupava os peitos dela, metendo a mão na buceta dela também.
Senti minha tia suspirar e apertar um dos peitos dela, ficou bem evidente o tesão dela, então eu também não aguentei e comecei a esfregar a perna dela, ela para minha surpresa não disse nada, e diretamente colocou a mão em cima do meu volume.
A inocente morena começou a pular com mais ritmo em cima da pica do namorado da minha tia e isso deixou a Jessy tão excitada que ela começou a se esfregar por cima do short dela.
Elas trocaram de posições entre si e os peitões da loira começaram a pular no ritmo da foda, ela não gemia tão gostosa quanto a morena, mas mesmo assim me excitava ver uns peitos enormes pulando daquele jeito. A outra garota sentou em cima da cara do Gerardo e ele começou a chupar a buceta dela, voltaram aqueles gemidos angelicais que eu tanto amava.
Minha tia não aguentou mais e desabotoou um botão do meu jeans para poder enfiar a mão e tocar na minha pica. Eu joguei meu tronco para trás para facilitar ela me tocar e continuei vidrado na cena. Jessy começou a me punhetar freneticamente enquanto suspirava no meu ouvido.
Depois que o Gerardo comeu as duas de quatro, as garotas desceram da cama para se ajoelhar no chão e o namorado da minha tia se punhetou na frente delas, um cara filmava de baixo do queixo do Gerardo, fazendo a câmera em primeira pessoa. As minas esperavam a porra com a boca aberta, o ator gemeu e uma grande quantidade de sêmen foi direcionada pra Os rostos das atrizes. O vídeo fechou com um "Feliz Navidaaad" dito pelos dois gostosos enquanto trocavam a porra do Gerardo de boca em boca.
Quando o produtor cortou a cena, minha tia soltou rapidamente minha pica e se fez de desentendida. O Gerardo veio até nós e saímos do prédio depois de cumprimentar todo mundo.
— Putz, mandou bem demais nesse trio, Gera. — Falei pra ele no carro.
— É, verdade, são umas atrizes muito boas. — Ele disse, me olhando pelo retrovisor. — A da tatuagem tem vinte anos, vou te apresentar na próxima vez.
— Nossa, seria foda. — Respondi.
Minha tia ficou calada a viagem inteira, com certeza envergonhada por ter pegado na pica do sobrinho, efeito da tesão dela ao ver duas gostosas comendo o namorado dela.
Quando chegamos em casa, encontramos a Wanda deitada no sofá vendo TV, sem sutiã, mas não vimos nada porque ela se enrolou rápido num cobertor que tinha perto.
— Avisem quando vocês vão chegar, pô! — Gritou, subindo as escadas.
— Não precisa ficar pelada em casa, garota! — Minha tia gritou de baixo.
O clima ficou meio tenso, mas tudo passou uma hora depois, quando sentamos pra jantar.
— Aqui o Luciano falou que vai ficar na casa de uma amiga pra jantar, e que depois vai sair. — Disse minha tia.
Estávamos todos sentados à mesa, quase pelados, como essa família costumava ficar. Mas dessa vez a Wanda estava vestida com um sutiã semi transparente, onde dava pra ver os bicos dos peitos, e com uma tanga preta bem enfiada na bunda, destacando as nádegas redondas. Minha tia não falou nada, mas também não ficou com cara de satisfeita. Levantamos a mesa juntos e notei que o Gerardo tinha uma ereção fraca por baixo da cueca justa. Quando fui pegar uma panela na mesa pra levar pra cozinha, ele me segurou.
— Sobe pro meu quarto, quero te propor uma coisa. — Disse, subindo as escadas.
Com estranheza e curiosidade, larguei a panela na pia e subi correndo. Bati na porta e ele abriu.
—Pode entrar, vai. — Disse, fechando a porta assim que eu entrei no quarto.
Ele se aproximou de mim.
—Eu, Agus, da outra vez, no dia que você veio… — Falava meio nervoso e excitado. — No dia que você veio, aquela tarde eu comi sua tia, ouviu, né?
—Difícil não ouvir, ela gritava que nem uma gostosa.
—Exato… — Sorriu. — Bom… Além dos gritos dela, eu ouvi… — Fez gestos com as mãos, como se as palavras não saíssem. — Outros gritos, os gritos da sua prima, os gemidos dela…
—S-Sim… — Concordei, nervoso.
—Você comeu ela, não mente pra mim, eu sei, eu ouvi.
—Sim… — Baixei o olhar. — Comi ela, mas não conta pra ninguém…
—Muito bem! Não… — Disse, batendo no meu ombro. — Fica tranquilo, campeão, isso morre aqui, queria te propor um trato.
—Qual?
—Bom… você deve ter visto como sua prima tá vestida lá embaixo, tudo aparecendo… olha como eu tô de pau duro. — Disse apertando o volume por baixo da cueca. — Essa putinha só quer que eu coma ela desde que cheguei, ela bate umas punhetas do caralho com a porta aberta quando só eu tô em casa, fica me espiando quando troco de roupa ou tomo banho e vive olhando pro meu pau quando eu tô só de cueca…
—E o que eu ganho com isso?
—Você tá morrendo de vontade de comer sua tia, e não mente pra mim, mano, porque eu vi vocês se pegando no sofá ali. — Sorriu. — Isso me fez gozar na hora, não as meninas de boca aberta.
—Desculpa… é… — Não sabia o que dizer.
—Então hoje à noite, enquanto você come sua querida tia que te deixa louco, eu vou comer a putinha da sua prima, porque ela já deixou minha pica dura que nem ferro, desse jeito uma grita, a outra grita e ninguém ouve nada, fechou?
—Você-é-um-cara-foda-cara. — Falei assim, estendendo a mão.
—Vamos nessa, parceiro, você também! — Disse saindo do quarto quase pulando.
Pra acelerar as coisas, resolvi procurar minha priminha e contar o que a gente tinha combinado com o Gerardo, não tudo, claro.
Entrei no quarto dela e ela sorriu.
—E aí, priminho… Vai Dormir comigo? — Ela parecia excitada.
— Hoje não… Vem pra cá. — Falei, sentando na cama.
— Por que tanto mistério? — Ela acariciava meu torso nu.
— O Gerardo descobriu que eu te comi.
A cara dela mudou completamente, igual naquela vez que peguei ela se masturbando pela primeira vez.
— Ah não… Ele vai contar pra minha mãe e ela vai me mandar pra merda… — Ela levou as mãos ao rosto. — Como ele descobriu?
— Porque na vez que te comi, você gritou que nem uma gostosa. — Falei, quase rindo.
— E daí… se você é um animal, um bruto…
— Mas você gosta.
— Não é brincadeira, idiota, vai dar uma merda danada e não sei pra onde vou.
— Ele não vai contar.
— Que porra você sabe? A puta da mãe…
— Porque ele quer te comer também.
Ela corou na hora.
— Como?!
— É, com essa roupa que você tá usando, deixou ele durasso, ele me falou, então quer subir e te comer na sua cama.
— A puta da mãe parece um sonho, ter essa pica na minha mão… Não tá me zoando, né?
— Não, burra, é verdade, ele me falou quando me chamou pra cá.
— Mas e como a gente vai fazer? Se minha mãe é super ciumenta, a puta.
— Deixa, já tenho tudo planejado. — Falei, levantando. — Vamos nos reunir em família pra ver um filme na sala, e aí você vai ver que vai dar tudo certo.
— Juro, mano, tô nervosa pra caralho. — Ela disse, me seguindo.
— Mais uma coisa… — Falei, segurando ela pela cintura. — Uma chupadinha não cairia mal agora, hein…CONTINUA...
Se você acabou de entrar ou quer reler os capítulos anteriores, é só clicar aqui!Parte 1http://www.poringa.net/posts/relatos/2935526/Chantaje-familiar-Prima-Wanda.htmlParte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/2935938/Chantaje-Familiar-II-Mi-querida-tia.htmlParte 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/2936908/Chantaje-Familiar-III-De-visitante.htmlGerardo estacionou o carro na frente de uma casa aparentemente particular, de fachada imponente, com arbustos grandes no jardim da frente.
Minha tia, o namorado dela e eu descemos do carro, indo em direção ao portão de ferro da casa.
— É como você imaginou. — Disse Gerardo andando ao meu lado. — Obviamente não tem uma placa gigante escrito "PORNO" na rua, é tudo muito rigoroso e censurado.
Depois de falar isso, ele abriu o portão, deixou minha tia entrar primeiro, depois eu, e fechou atrás de nós. Era um escritório com uma mesa grande onde estava sentada uma loira de óculos, bem focada no monitor do computador, ela levantou os olhos.
— Gera! — Ela se levantou, Gerardo foi até ela, se abraçaram e trocaram um beijo amigável. — Como você tá?
— Bem, Juli, bem. Vim por causa da cena que o Gustavo tinha me falado. — Ele se virou para nós. — Minha namorada, Jessi, você já conhece, e meu sobrinho, Agustín.
— Beleza? — Me aproximei da secretária e dei um beijo nela.
— Vai começar? — Ela me perguntou, me olhando de cima a baixo.
— Hum... — Gaguejei.
— Não, não. — Minha tia sorriu. — Gerardo só trouxe ele pra conhecer um pouco disso.
Olhei pra minha tia com um ar de desprezo, e ela sorriu toda faceira.
— Ahh... — A loira sorriu. — Porque eu tava vendo ele bem dotado... — Ela riu. — Venham por aqui... — Ela abriu uma porta.
Dessa vez, Gerardo entrou primeiro, seguido pela minha tia e eu por último. A secretária, que ficou na porta, me deu uma piscadela, e eu devolvi antes de entrar.
— Que tarados são todos aqui. — Pensei.
Atrás da porta, um corredor largo se abria, com três portas fechadas de cada lado, e no fundo uma sala de estar espetacular na nossa frente, com vários sofás, uma mesa de centro enorme, lareira, um tapete de pele bem grande, um bar com banquetas altas, duas TVs de LCD e janelões enormes que davam pra um pátio bem cuidado, com uma piscina linda e um conjunto completo de móveis de jardim. ao redor dela.
—Usei a palavra: buceta da lora, que doideira isso… — murmurei.
De um corredor que se abria do outro lado da sala, chegou um cara meio gordo e baixinho, de camisa e boné.
—E aí, Gerardito! — Cumprimentou o loiro com afeto.
—O que tá pegando, Gus? — Deu um tapinha nas costas dele. — Preparou tudo pra cena?
—Tá sim, sua parceira já tá te esperando, montei toda a iluminação, o equipamento já tá pronto… — Olhou por cima do ombro do Gerardo. — Quem são teus acompanhantes?
—Essa é minha mina, Jessi. — Estendeu a mão pra minha tia se adiantar.
—Ahh, sim, gostosa como sempre. — Beijou ela.
Eu fui me aproximando.
—E esse aqui é meu sobrinho, vim mostrar pra ele como é a parada aqui, haha.
—Ahh… ele não é de menor, né? — Perguntou meio sério.
—Não, fica tranquilo, tenho dezoito. — Respondi.
—Ahh, beleza, não queria ter treta, hahaha. — Riu. — Passem por aqui.
O cara nos guiou por um corredor meio estreito e entramos num quarto bem espaçoso, com uns sofás e uma cama de casal no meio, as câmeras montadas, cadeiras e uns caras de camiseta preta conversando e analisando uma câmera grande de mão. Num dos sofás, tinha uma loira peituda maquiada e uma morena de pele pálida com uma tatuagem de manga no braço, ambas cobertas por roupões, a loira de branco e a segunda de rosa.
—Beleza, meninas, se posicionem. — Disse Gustavo se ajeitando na cadeira. — Vocês vão ficar brincando com as almofadas quando o Gerardo entrar pra dar bronca pelo barulho que tão fazendo, aí… — Consultou um roteiro que tinha na mão. — Vocês falam que ele não manda em vocês e tal, aí tocam no pau dele, abrem o cinto, ambas ajoelham e esperam instruções. — Largou o roteiro de lado. — Ahh… E como é véspera de Natal, não esqueçam o gorrinho de Natal, meninas. Pronto? Ação!
Com minha tia, sentamos num dos sofás atrás das câmeras, as meninas colocaram o gorrinho vermelho e branco com um pompom na ponta e subiram. na cama, elas usavam shortinhos e regatas coladas no corpo. A loira tava um absurdo, parecia que os peitos iam explodir por baixo da regata, e a morena tinha uma bunda do caralho. Elas começaram a brigar com os travesseiros e a gritar.
— Tem certeza que quer assistir, tia? — perguntei, olhando pra ela. — Se não, te acompanho lá fora…
— Não, sobrinho, tá de boa. De vez em quando eu venho ver as cenas do Gera.
Gerardo entrou em cena, com uma calça jeans azul, cinto marrom e uma camisa xadrez.
A gente foi vendo a cena se desenrolar, onde elas discutiam com o Gerardo e saíam da cama. Chegou a hora em que elas acariciavam a pica do namorado da minha tia por cima da calça e se ajoelhavam na frente dele.
— Muito bem, corta! — gritou o Gustavo. — Perfeito. Agora o Lucas vai pegar a câmera em primeira pessoa e filmar a Nati e a Flor chupando o Gerardito. Depois a gente muda pras câmeras 3 e 5, pegando de lado quando elas subirem na cama. Tá bom? — O produtor desceu da cadeira. — Se animem e voltem daqui a 10 minutos.
Gerardo fez um sinal com a cabeça pra gente e saiu do quarto. Minha tia seguiu ele, e eu fui atrás.
Entramos num quarto que era o camarim do Gerardo. Quando entrou, ele pediu pra minha tia buscar gelo, que não tinha ali, e ela foi até o balcão da sala.
— Então, Agus, isso aqui agora é o que a gente chama de motivação. — Ele explicou, sentando no sofá do camarim. — Pode até parecer mentira, mas é difícil manter o boneco bem duro com as suas colegas de trabalho. Por isso que a minha parceira, sua tia, tem que me motivar na hora que eu coloco o brinquedo em cena.
— Ah, caralho, não sabia disso.
— Como muitas outras coisas que hoje não vou te contar. É um trampo danado, coisa de trabalho. Bom… — Ele ficou de frente pra mim. — Já sei que sua tia te dá tesão…
— Hã, não… — falei nervoso. — Você deve ter se enganado.
— Fala sério, mano, eu percebo. Lá na cozinha, cê acha que eu não vi?
— Desculpa, não quis passar do ponto…
— Relaxa, parceiro. — Ele disse. Dando um tapinha no meu ombro. — Como um bom parente que seria seu, vou te dar um belo espetáculo. — Disse ele, olhando para a porta aberta e sussurrando pra mim. — Ela obviamente não vai querer me provocar na sua frente, então você vai se esconder atrás desse sofá e ver como sua tia me chupa a pica.
Uma leve onda de calor subiu pelo meu corpo.
— Vai, se enfia aí que ela já vem. — Disse ele, me fazendo levantar e puxando o sofá.
Me enfiei atrás, e como o sofá estava num canto, me acomodei sem muito esforço.
— Aqui está o gelo, meu amor… — Minha tia deu pra ele, beijando-o. — E o Agus?
— Mandei ele dar uma volta no quintal e fazer amizade com as meninas, falei que você tinha que me provocar e era particular.
— Ia te pedir pra falar exatamente isso… — Ela se aproximou e enfiou a mão dentro da calça jeans dele. — Não sabe a vontade que tô de chupar essa sua pica…
Minha tia se ajoelhou na frente dele e desabotoou o cinto, abaixou a calça jeans e a pica enorme do Gerardo ficou à mostra, bem feita, cheia de veias e com a cabeça grossa. Jessy se deliciou com ela, enfiando na boca e começando a balançar a cabeça devagar.
Aquela cena, que eu via de trás do sofá como dava, fez minha pica ficar dura na hora, então eu tirei ela pra fora e comecei a bater uma punheta numa posição bem difícil.
A pica do Gerardo ficou ainda mais dura, um pedaço enorme, tanto que minha tia não conseguia enfiar inteira na boca, mas mesmo assim saboreava, se engasgando, porque ela é uma puta cabeçuda de respeito. Os fios de saliva escorriam pingando até dentro do decote dela. Gerardo tava adorando a boca da minha tia, empurrava a cabeça dela com força e ela não reclamava. Jessy tirou a pica da boca e começou a lamber os ovos dele, e isso fez o namorado soltar um gemido macho de prazer.
Quando eu tava no ponto mais alto da minha punheta, bateram na porta, e por reflexo guardei o pau na calça e fiquei todo encolhido atrás do sofá.
— Gerardo. — Uma voz feminina veio do corredor. — Já tá na hora de Grava, se liga.
Minha tia se levantou e o Gerardo beijou ela com muita paixão, deu um tapão na bunda dela e saiu pela porta. Antes de sair, a Jessy enfiou a mão dentro do short, na virilha dela, e tirou ela molhada e viscosa, tinha se molhado toda como uma gostosa, e pra me esquentar mais começou a se curtir e a lamber a própria mão, limpou ela na perna nua e saiu pro corredor.
Esperei uns minutos e saí também, entrando no quarto bem antes de começarem a gravar. Sentei do lado da minha tia no sofá do fundo.
— Cadê você? Quase que fica de fora. — Minha tia sussurrou pra mim.
— Hmm… Me distraí olhando… o pátio, tá muito bonito. — Menti.
— E… Ação! — Gritou o produtor.
As minas, que estavam na posição que tinham terminado a primeira gravação, desabotoaram o cinto do Gerardo, baixaram a calça dele e lá estava, a pica bem dura do namorado da minha tia.
— Não sei se você sabe, mas tem uma parte chamada “A motivação dos atores”. — Minha tia falou.
— Sei sim, tia, o Gerardo me explicou.
Ela ficou quieta, talvez meio envergonhada, depois daquele boquete foda que fez.
As atrizes fingiram surpresa com o pauzão do ator, e começaram a chupar ele, dividiam entre si, batiam uma pra ele, uma chupava a pica e a outra as bolas enquanto esfregavam a buceta por cima da roupa. O Gerardo tava curtindo, ou talvez fingindo, mas com umas gostosas daquelas chupando ele, duvido que não tava gostando. Empurraram ele pra cama e tiraram a calça jeans dele de vez.
— A 3! — Gritou o Gustavo. — Já!
Começaram a tirar a roupa uma da outra, por baixo da regata tinham uns sutiãs bonitos, e os peitos da loira continuavam me deixando duro. O Gerardo apertava a bunda das duas enquanto elas continuavam chupando ele.
Bateu uma vontade de olhar pra minha tia, ela tava com as bochechas vermelhas, esquentando, e mordia o lábio de baixo disfarçadamente, quando a gente cruzou os olhares, virei rápido pra cena.
Tiraram a camiseta do Gerardo e Elas tiraram os sutiãs, insisto, os peitos da loira eram perfeitos, e os da branquinha eram menores, mas compensava com a bunda monstra que ela tinha. Depois de se livrar de todas as roupas, a primeira a subir na pica do Gerardo foi a morena, foi sentando devagar enquanto aquele pedaço de carne penetrava a pussy dela, a carinha de inocente dela refletiu um gesto excitante de prazer e os gemidos angelicais começaram a brotar de dentro dela. A loira, pela direita, beijava ela e chupava os peitos dela, metendo a mão na buceta dela também.
Senti minha tia suspirar e apertar um dos peitos dela, ficou bem evidente o tesão dela, então eu também não aguentei e comecei a esfregar a perna dela, ela para minha surpresa não disse nada, e diretamente colocou a mão em cima do meu volume.
A inocente morena começou a pular com mais ritmo em cima da pica do namorado da minha tia e isso deixou a Jessy tão excitada que ela começou a se esfregar por cima do short dela.
Elas trocaram de posições entre si e os peitões da loira começaram a pular no ritmo da foda, ela não gemia tão gostosa quanto a morena, mas mesmo assim me excitava ver uns peitos enormes pulando daquele jeito. A outra garota sentou em cima da cara do Gerardo e ele começou a chupar a buceta dela, voltaram aqueles gemidos angelicais que eu tanto amava.
Minha tia não aguentou mais e desabotoou um botão do meu jeans para poder enfiar a mão e tocar na minha pica. Eu joguei meu tronco para trás para facilitar ela me tocar e continuei vidrado na cena. Jessy começou a me punhetar freneticamente enquanto suspirava no meu ouvido.
Depois que o Gerardo comeu as duas de quatro, as garotas desceram da cama para se ajoelhar no chão e o namorado da minha tia se punhetou na frente delas, um cara filmava de baixo do queixo do Gerardo, fazendo a câmera em primeira pessoa. As minas esperavam a porra com a boca aberta, o ator gemeu e uma grande quantidade de sêmen foi direcionada pra Os rostos das atrizes. O vídeo fechou com um "Feliz Navidaaad" dito pelos dois gostosos enquanto trocavam a porra do Gerardo de boca em boca.
Quando o produtor cortou a cena, minha tia soltou rapidamente minha pica e se fez de desentendida. O Gerardo veio até nós e saímos do prédio depois de cumprimentar todo mundo.
— Putz, mandou bem demais nesse trio, Gera. — Falei pra ele no carro.
— É, verdade, são umas atrizes muito boas. — Ele disse, me olhando pelo retrovisor. — A da tatuagem tem vinte anos, vou te apresentar na próxima vez.
— Nossa, seria foda. — Respondi.
Minha tia ficou calada a viagem inteira, com certeza envergonhada por ter pegado na pica do sobrinho, efeito da tesão dela ao ver duas gostosas comendo o namorado dela.
Quando chegamos em casa, encontramos a Wanda deitada no sofá vendo TV, sem sutiã, mas não vimos nada porque ela se enrolou rápido num cobertor que tinha perto.
— Avisem quando vocês vão chegar, pô! — Gritou, subindo as escadas.
— Não precisa ficar pelada em casa, garota! — Minha tia gritou de baixo.
O clima ficou meio tenso, mas tudo passou uma hora depois, quando sentamos pra jantar.
— Aqui o Luciano falou que vai ficar na casa de uma amiga pra jantar, e que depois vai sair. — Disse minha tia.
Estávamos todos sentados à mesa, quase pelados, como essa família costumava ficar. Mas dessa vez a Wanda estava vestida com um sutiã semi transparente, onde dava pra ver os bicos dos peitos, e com uma tanga preta bem enfiada na bunda, destacando as nádegas redondas. Minha tia não falou nada, mas também não ficou com cara de satisfeita. Levantamos a mesa juntos e notei que o Gerardo tinha uma ereção fraca por baixo da cueca justa. Quando fui pegar uma panela na mesa pra levar pra cozinha, ele me segurou.
— Sobe pro meu quarto, quero te propor uma coisa. — Disse, subindo as escadas.
Com estranheza e curiosidade, larguei a panela na pia e subi correndo. Bati na porta e ele abriu.
—Pode entrar, vai. — Disse, fechando a porta assim que eu entrei no quarto.
Ele se aproximou de mim.
—Eu, Agus, da outra vez, no dia que você veio… — Falava meio nervoso e excitado. — No dia que você veio, aquela tarde eu comi sua tia, ouviu, né?
—Difícil não ouvir, ela gritava que nem uma gostosa.
—Exato… — Sorriu. — Bom… Além dos gritos dela, eu ouvi… — Fez gestos com as mãos, como se as palavras não saíssem. — Outros gritos, os gritos da sua prima, os gemidos dela…
—S-Sim… — Concordei, nervoso.
—Você comeu ela, não mente pra mim, eu sei, eu ouvi.
—Sim… — Baixei o olhar. — Comi ela, mas não conta pra ninguém…
—Muito bem! Não… — Disse, batendo no meu ombro. — Fica tranquilo, campeão, isso morre aqui, queria te propor um trato.
—Qual?
—Bom… você deve ter visto como sua prima tá vestida lá embaixo, tudo aparecendo… olha como eu tô de pau duro. — Disse apertando o volume por baixo da cueca. — Essa putinha só quer que eu coma ela desde que cheguei, ela bate umas punhetas do caralho com a porta aberta quando só eu tô em casa, fica me espiando quando troco de roupa ou tomo banho e vive olhando pro meu pau quando eu tô só de cueca…
—E o que eu ganho com isso?
—Você tá morrendo de vontade de comer sua tia, e não mente pra mim, mano, porque eu vi vocês se pegando no sofá ali. — Sorriu. — Isso me fez gozar na hora, não as meninas de boca aberta.
—Desculpa… é… — Não sabia o que dizer.
—Então hoje à noite, enquanto você come sua querida tia que te deixa louco, eu vou comer a putinha da sua prima, porque ela já deixou minha pica dura que nem ferro, desse jeito uma grita, a outra grita e ninguém ouve nada, fechou?
—Você-é-um-cara-foda-cara. — Falei assim, estendendo a mão.
—Vamos nessa, parceiro, você também! — Disse saindo do quarto quase pulando.
Pra acelerar as coisas, resolvi procurar minha priminha e contar o que a gente tinha combinado com o Gerardo, não tudo, claro.
Entrei no quarto dela e ela sorriu.
—E aí, priminho… Vai Dormir comigo? — Ela parecia excitada.
— Hoje não… Vem pra cá. — Falei, sentando na cama.
— Por que tanto mistério? — Ela acariciava meu torso nu.
— O Gerardo descobriu que eu te comi.
A cara dela mudou completamente, igual naquela vez que peguei ela se masturbando pela primeira vez.
— Ah não… Ele vai contar pra minha mãe e ela vai me mandar pra merda… — Ela levou as mãos ao rosto. — Como ele descobriu?
— Porque na vez que te comi, você gritou que nem uma gostosa. — Falei, quase rindo.
— E daí… se você é um animal, um bruto…
— Mas você gosta.
— Não é brincadeira, idiota, vai dar uma merda danada e não sei pra onde vou.
— Ele não vai contar.
— Que porra você sabe? A puta da mãe…
— Porque ele quer te comer também.
Ela corou na hora.
— Como?!
— É, com essa roupa que você tá usando, deixou ele durasso, ele me falou, então quer subir e te comer na sua cama.
— A puta da mãe parece um sonho, ter essa pica na minha mão… Não tá me zoando, né?
— Não, burra, é verdade, ele me falou quando me chamou pra cá.
— Mas e como a gente vai fazer? Se minha mãe é super ciumenta, a puta.
— Deixa, já tenho tudo planejado. — Falei, levantando. — Vamos nos reunir em família pra ver um filme na sala, e aí você vai ver que vai dar tudo certo.
— Juro, mano, tô nervosa pra caralho. — Ela disse, me seguindo.
— Mais uma coisa… — Falei, segurando ela pela cintura. — Uma chupadinha não cairia mal agora, hein…CONTINUA...
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