Voltei pro meu quarto e encontrei a Mili tirando a roupa, ela se inclinou completamente de costas pra mim, toda aquela bunda enorme ainda brilhava com meu gozo. As nádegas carnudas dela me davam uma vista espetacular, fiquei com vontade de meter de novo, parecia um convite... mas percebi que ela queria pegar o lençol que tava no chão. Ela se cobriu com o lençol e se assustou ao me ver na porta, olhando pra ela... talvez quisesse me reprovar alguma coisa, mas só conseguiu dizer...
Acho que preciso de um banho... falou com timidez.
Era óbvio, não ia pra faculdade com o cheiro do meu esperma na bunda redonda e nas coxas bem torneadas dela.
Claro... falei e deixei ela passar pra tomar banho.
Tentei afastar qualquer lembrança do que aconteceu, porque me dava vontade de entrar no chuveiro, embora duvidasse que a Mili, agora menos excitada, me deixasse botar essa ideia em prática. Pouco depois ela entrou no meu quarto coberta com meu roupão...
Não tinha outra coisa pra vestir, espero que não se importe... falou envergonhada.
Não se preocupa, fica melhor em você do que em mim... respondi.
Um sorriso tímido dela me animou a pensar que as coisas podiam voltar ao normal. Um silêncio desconfortável reinou entre nós de novo. Entendi que ela queria um pouco de espaço pra se trocar. Eu tinha visto ela nua e numa pose super sugestiva, mas sem álcool no sangue e sem a coceira nas partes íntimas que tinha antes, com certeza se sentiria mais envergonhada. Então saí com a desculpa de preparar o café da manhã pra ela.
Depois de tomar café, chegamos na universidade e apresentamos nosso relatório, não sabíamos que tínhamos que defendê-lo, então não preparamos nada porque passamos o tempo todo envolvidos na iniciação anal da Mili. Apresentamos o trabalho como deu, imaginem como foi ruim; depois de beber muito vinho e possuir a bunda da Mili, eu não conseguia me concentrar muito e ela tava tão distraída quanto eu. O professor nos deu uma nota ruim...
No fim da aula, o bicho pegou. a briga; ela me jogou a culpa do nosso fracasso acadêmico, mesmo que a gente fosse bem nos outros relatórios, me responsabilizou se eu reprovasse... eu sabia que a raiva dela não era tanto pelo curso, mas pela perfuração que fiz naquele rabão enorme dela... Tentei acalmá-la, mas não consegui muito... terminamos brigados, sorte que naquela semana não tinha relatório pra apresentar, mesmo assim a gente ia se ver na aula. Não tava a fim de oferecer paz e ela também não parecia querer me dar...
Ela evitou me olhar ou me cumprimentar, assim como eu evitei olhar ou falar com Javier. Senti um pouco de remorso, era estranho cumprimentá-lo depois que me deliciei com as nádegas da namorada dele...
— Como você tá?... — ouvi alguém me chamar, quando virei notei que era Javier.
— Ah... mais ou menos... — respondi sem ânimo.
— Mili me contou tudo... — ele replicou sério.
— Merda...! — sabia, Milagros tinha confessado pra ele... bom, faz tempo que não brigo com ninguém, parece que hoje volto pro clube da luta... — pensei, esperando o primeiro soco do recém-cuck...
— É mesmo?... — respondi incrédulo.
— Sim... — ele disse pensativo e completou: — não se preocupa, você sabe o quanto chata a Mili pode ser...
— O quê?... — perguntei sem entender.
— Você sabe, quando ela é reprovada fica insuportável... mas já vai passar...
— Ahhh... — exclamei com certo alívio.
Parece que Mili não tinha contado a história completa pra ele, porque senão a briga do século ia rolar no pátio da faculdade.
— Por sua culpa vou ter que chamar minha amiga de novo... te contei daquela que chupa rola como uma profissional, além disso tem uns peitões enormes... — ele disse zombeteiro.
— O quê? Com a Mili não basta?... — perguntei.
— Bom, a Mili não gosta de me fazer oral... você sabe, algumas mulheres acham que é humilhante... besteira dela...
Olhei pra ele estranho, porque lembrei da mamada espetacular que a Mili me deu dias antes, não precisei falar nada, ela mesma engoliu meu pau com vontade... parece que também recebi os carinhos dos lábios da Mili no meu pau antes do Javier... foi a esse ponto que chegou a excitação da Mili, ela esqueceu das suas convicções sobre sexo oral, sucumbindo ao prazer e à gratidão pelo pau que desvirginou o cu dela...
Além disso, quando a Milagros fica enjoada, prefiro arrumar outra... replicou Javier, notando meu silêncio e tentando justificar a infidelidade dele.
Não podia reclamar muito porque eu mesmo fui infiel à minha namorada, seduzido pelas curvas da Mili. Javier se afastou, dizendo que se eu quisesse, podia me passar o número da amiga dele.
Naquela semana, ao sair com minha namorada, tive que disfarçar a cara de culpa. Ela me notou distraído, me desculpei dizendo que tinha muito trabalho na faculdade... e ela acreditou. Porra... por que tanto remorso? Na minha vida toda é a primeira vez que fui infiel, e duvido que vou repetir isso... falei comigo mesmo, tentando calar minha consciência, mas não demoraria muito pra tropeçar na mesma pedra de novo.
A semana terminou e vi a Mili na aula de novo, outra vez tínhamos que fazer um relatório, seria o último do ciclo... já não podíamos nos evitar. Combinamos de fazer o trabalho sábado à tarde, na faculdade. Não mencionei nada de ir pra minha casa ou pra dela, não acho que ela teria aceitado... além disso, o tratamento dela comigo era frio... ela também não suspeitava que cairia de novo numa infidelidade...
Nos encontramos na sala de computação da faculdade. Mili veio com uma calça branca apertada, notei o rebuliço que causou no corredor, todos os homens babando ao vê-la passar. Depois perceberia que a calça dela não tinha bolsos na parte de trás, somado à cor clara, quase translúcida da calça, dava pra praticamente ver toda a bunda suculenta dela. Cheguei a pensar que ela não estava de calcinha, depois descobriria que a micro fio dental branca tinha se perdido entre as nádegas generosas dela.
Tentei me concentrar no trabalho, o tratamento indiferente dela não me dava espaço pra outra coisa, no entanto, por momentos sonhava acordado, lembrava do que tinha acontecido duas semanas atrás ou de como a vi de costas minutos antes, com aquela calça branca sugestiva, que não deixava muito para a imaginação.
Chegou a hora de fechar a sala de informática e a gente não tinha terminado o relatório. O cara que administrava a sala nos conhecia, então deixou a gente ficar mais alguns minutos. Mesmo assim, não conseguimos finalizar o trabalho. Ao sair do centro de informática, percebemos que a faculdade estava praticamente deserta...
Precisamos apresentar o relatório na segunda, só nos resta o domingo... falei.
O que a gente faz?... perguntou secamente.
Sei lá, vamos para sua casa... sugeri.
Não, um vírus matou meu computador e não arrumei ainda... respondeu de má vontade.
Então vamos para minha casa... falei.
Isso seria bom para você... disse desconfiada.
Quer terminar o relatório ou não?... perguntei sério.
Mas você quer ir para sua casa trabalhar ou o quê?... respondeu com certa raiva.
O que você quer dizer?... respondi irritado.
Nem pense que vai se aproveitar de novo de...
Não se faça de sonsa, que eu não sou o único culpado... respondi friamente.
Ela não disse nada, só recebi um tapa estrondoso que me deixou gelado, não soube o que fazer, estava puto mas não ia bater nela. Pensei em outra coisa para me vingar, abracei ela com força e beijei. Mili não reagiu, por uns instantes cheguei a sentir que ela correspondia, mas depois veio o empurra-empurra, ela se afastou bruscamente, parecia furiosa mas parecia ter gostado do beijo que roubei, pelo menos foi o que achei até ela me dar outro tapa.
Idiota... gritou com o que me pareceu uma raiva ou pudor fingido.
Depois, sem me deixar responder, entrou apressada no banheiro feminino que estava a poucos metros de nós. Hesitei uns segundos, mas com a raiva que tava não ia deixar as coisas assim. Entrei também no banheiro feminino.
Encontrei ela na frente da pia, se olhando no grande espelho do banheiro.
O que O que você está fazendo aqui?... perguntei, surpresa.
Isso... eu disse, e novamente a abracei e beijei.
Houve menos resistência que da primeira vez, cheguei a sentir sua língua, seus braços pareciam querer envolver meu pescoço, mas ela se afastou de novo e minha bochecha ardeu com outro tapa.
Quando virei o rosto para olhá-la, ela me encarou de um jeito estranho; pensei que fosse me bater de novo, mas ela agarrou meu pescoço e foi ela mesma quem me beijou, num beijo lascivo, mas estranho. Dessa vez fui eu quem a afastei; agora havia paixão no brilho dos seus olhos negros. Seu peito empinado subia e descia com a adrenalina que aquela situação gerava... vendo seu rosto ansioso e seus melões médios indo e vindo, pensei: "Por que não?"... Peguei sua blusa e, num movimento rápido, puxei, arrebentando todos os botões e deixando seus seios à mostra... me joguei sobre eles, arrancando seu sutiã e devorando seus bicos...
Ahhh... ela gemeu, surpresa.
Mili respirava ofegante, acariciou meu cabelo, mas suas mãos preferiram procurar na minha calça; fiz o mesmo com a dela. Ela pegou minha piroca dura entre os dedos, e eu puxava como podia sua calça apertada e a pequena peça que parecia ser sua calcinha. Minha calça caiu no chão por conta própria enquanto Mili não parava de bater uma punheta pro meu pau.
Parei de acariciar seus seios e a beijei de novo; quando me afastei, vi desejo nos olhos dela... não disse nada, bruscamente a fiz virar, me dar as costas. Quando Mili entendeu o que eu queria, não ofereceu resistência, só se agarrou nas bordas da pia, esperando que eu a dominasse.
De costas pra mim, com a calça e a calcinha mal passando da virilha, me enfiei entre suas curvas redondas, minha piroca dura, como se guiada, se posicionou na entrada do cu dela. Levantei o olhar e a vi pelo espelho; uma expressão de ansiedade estava estampada no rosto dela.
Vai... ela sussurrou, super excitada.
Simplesmente fui enfiando minha piroca, que no começo não entrou, mas fui empurrando e ela, por sua vez... Ela inclinou as costas, fazendo a bunda dela pressionar contra meu pau, até que finalmente conseguiu entrar...
Ohhhhh... ela gemeu, enquanto parecia tremer de prazer.
Na boca aberta dela, um gesto doce de dor. Recuperada do impacto inicial, Mili continuou empurrando pra trás, enquanto eu segurava sua cintura fina e investia pra frente. Nessa luta estranha, fui enfiando centímetro por centímetro meu pau nela. Parecia que ia desmaiar, mas continuava empurrando aquela bunda enorme em minha direção, só assim acalmaria aquela coceira anal que agora tinha, que a dominava, sabia todo o prazer que aquilo podia lhe proporcionar.
Os olhos de Mili lacrimejavam, não sabia se de alegria por ser novamente fodida pelo cu ou de dor porque dessa vez não tinha creme pra nos ajudar... até que finalmente enfiou tudo lá dentro, baixou a cabeça, parecia estar curtindo ter todo o meu pau dentro do buraquinho apertado dela, preenchendo ela...
Uhmmm... Ufff... eu ouvia a respiração ofegante dela.
As mãos dela se agarravam com força na pia, e as minhas não soltavam a cinturinha dela... qualquer um que entrasse no banheiro naquele momento podia pensar que era um estupro: Eu pressionando ela contra a pia e ela com a blusa rasgada, o sutiã arrebentado, os peitos de fora, a calça arriada até a metade, minhas mãos cravadas na cintura dela e claro... meu pau abrindo aquelas nádegas gordas...
Até que Mili levantou o rosto e me viu pelo espelho... parecia possuída, tinha a mesma expressão de loucura passional que vi dias atrás no meu quarto...
O que você tá esperando?... foi o que ela cobrou em voz baixa.
Não precisou dizer mais nada, comecei a montar nela, com dificuldade e ouvindo os gemidos dela, eu segurava os meus... também sentia um pouco de dor ao perfurar aquele cu apertado dela. O esfíncter dela apertava meu pau, parecia não querer soltar. Aos poucos, as penetradas foram ficando mais gostosas, eu curtia o atrito do meu membro contra o buraquinho dela... ela também...
Uhhhh... uhmmm... ohhhh... eu ouvia ela gemer satisfeita
Uma das mãos dela soltou a pia e foi pros peitos inchados, ela mesma começou a apertá-los enquanto aguentava minhas estocadas contra a bunda empinada dela. Minha virilha batia nas nádegas redondas dela, fazendo aquele barulho gostoso que ecoava no banheiro inteiro...
A Mili se inclinava, tentando fazer meu pau entrar melhor, deixando a bunda dela dar passagem pra penetrações mais fundas. A cabeça dela praticamente encostada de lado no espelho, um cotovelo apoiado na junção entre a pia e a parede, enquanto a mão livre não parava de acariciar os peitos que balançavam a cada investida do meu pau no cu dela, que já tava bem molinho.
Aiiii... eu devo estar louca... uhmmm... ela gritou.
Por quê?... perguntei ofegante, sem parar de meter.
Uhmmm... porque eu gosto demais... ohhh... respondeu, virando um pouco e olhando direto nos meus olhos.
Isso me excitou ainda mais, agora minhas metidas eram mais fortes e rápidas. Ela se apoiou de novo no espelho, aguentando e curtindo meu vigor. O espelho embaçou com o suor dela, com o hálito dos gemidos que cada vez eram mais seguidos...
Uhhh... você vai me mataaar... ahhhh... ela exclamou, quase explodindo de prazer.
Tomaaa... gritei, castigando o cu dela com mais vontade.
Pouco depois, enchi o cu dela com meu semen quente, o tesão que isso causou se espalhou pelo corpo inteiro dela, virando um orgasmo prolongado... A Mili apoiou os cotovelos na pia, respirando com dificuldade. Eu não parava de pressionar meu pau contra a bunda enorme dela, esperando meu pinto parar de cuspir o que pareciam litros e litros de esperma...
Fiquei tão vidrado em observar as reações dela pelo espelho que nem me dei tempo de admirar a bunda poderosa dela: com meu pau partindo ela ao meio, as nádegas carnudas espremidas contra minha virilha, as formas redondas terminando harmoniosamente na cintura fina... meu pau foi murchando enquanto eu admirava aquela visão. Curvas gostosas...
Depois me afastei, a Mili ainda estava apoiada na pia, se recuperando de toda a agitação que o orgasmo satisfatório dela causou... eu dei uns passos pra trás e apreciei aquele rabão bronzeado dela, o cuzinho vermelho dela escorrendo meu gozo, sujando a calça dela... Ela se virou, me olhou satisfeita e, com a calça do jeito que tava, veio na minha direção. Não ligou pro chão sujo ou pra calça branca... simplesmente se ajoelhou e engoliu minha rola meio dura... limpando, lambendo e relambendo cada gota de porra...
Menos agitado, eu suspirava satisfeito com os carinhos que os lábios e a língua dela davam na minha rola também vermelha...
Finalmente, a Mili apoiou a cabeça na minha virilha, os braços dela envolvendo minhas pernas, parecia cansada, depois da foda violenta que eu dei nela, acho que devia entender. Ela quem pediu com aquelas palmadas repetidas... me justifiquei, depois pensei: além disso, os dois curtiram... espero que ela não me culpe pelo que aconteceu de novo... parece que leu meus pensamentos:
Agora, o que a gente vai fazer?... ela perguntou em voz baixa da posição dela
Não respondi, porque também não sabia a resposta... A Mili, com cara de aflição, me olhou de baixo, com os lábios vermelhos ainda melados do meu gozo.
Não sei... foi minha resposta sincera.
Acho que preciso de um banho... falou com timidez.
Era óbvio, não ia pra faculdade com o cheiro do meu esperma na bunda redonda e nas coxas bem torneadas dela.
Claro... falei e deixei ela passar pra tomar banho.
Tentei afastar qualquer lembrança do que aconteceu, porque me dava vontade de entrar no chuveiro, embora duvidasse que a Mili, agora menos excitada, me deixasse botar essa ideia em prática. Pouco depois ela entrou no meu quarto coberta com meu roupão...
Não tinha outra coisa pra vestir, espero que não se importe... falou envergonhada.
Não se preocupa, fica melhor em você do que em mim... respondi.
Um sorriso tímido dela me animou a pensar que as coisas podiam voltar ao normal. Um silêncio desconfortável reinou entre nós de novo. Entendi que ela queria um pouco de espaço pra se trocar. Eu tinha visto ela nua e numa pose super sugestiva, mas sem álcool no sangue e sem a coceira nas partes íntimas que tinha antes, com certeza se sentiria mais envergonhada. Então saí com a desculpa de preparar o café da manhã pra ela.
Depois de tomar café, chegamos na universidade e apresentamos nosso relatório, não sabíamos que tínhamos que defendê-lo, então não preparamos nada porque passamos o tempo todo envolvidos na iniciação anal da Mili. Apresentamos o trabalho como deu, imaginem como foi ruim; depois de beber muito vinho e possuir a bunda da Mili, eu não conseguia me concentrar muito e ela tava tão distraída quanto eu. O professor nos deu uma nota ruim...
No fim da aula, o bicho pegou. a briga; ela me jogou a culpa do nosso fracasso acadêmico, mesmo que a gente fosse bem nos outros relatórios, me responsabilizou se eu reprovasse... eu sabia que a raiva dela não era tanto pelo curso, mas pela perfuração que fiz naquele rabão enorme dela... Tentei acalmá-la, mas não consegui muito... terminamos brigados, sorte que naquela semana não tinha relatório pra apresentar, mesmo assim a gente ia se ver na aula. Não tava a fim de oferecer paz e ela também não parecia querer me dar...
Ela evitou me olhar ou me cumprimentar, assim como eu evitei olhar ou falar com Javier. Senti um pouco de remorso, era estranho cumprimentá-lo depois que me deliciei com as nádegas da namorada dele...
— Como você tá?... — ouvi alguém me chamar, quando virei notei que era Javier.
— Ah... mais ou menos... — respondi sem ânimo.
— Mili me contou tudo... — ele replicou sério.
— Merda...! — sabia, Milagros tinha confessado pra ele... bom, faz tempo que não brigo com ninguém, parece que hoje volto pro clube da luta... — pensei, esperando o primeiro soco do recém-cuck...
— É mesmo?... — respondi incrédulo.
— Sim... — ele disse pensativo e completou: — não se preocupa, você sabe o quanto chata a Mili pode ser...
— O quê?... — perguntei sem entender.
— Você sabe, quando ela é reprovada fica insuportável... mas já vai passar...
— Ahhh... — exclamei com certo alívio.
Parece que Mili não tinha contado a história completa pra ele, porque senão a briga do século ia rolar no pátio da faculdade.
— Por sua culpa vou ter que chamar minha amiga de novo... te contei daquela que chupa rola como uma profissional, além disso tem uns peitões enormes... — ele disse zombeteiro.
— O quê? Com a Mili não basta?... — perguntei.
— Bom, a Mili não gosta de me fazer oral... você sabe, algumas mulheres acham que é humilhante... besteira dela...
Olhei pra ele estranho, porque lembrei da mamada espetacular que a Mili me deu dias antes, não precisei falar nada, ela mesma engoliu meu pau com vontade... parece que também recebi os carinhos dos lábios da Mili no meu pau antes do Javier... foi a esse ponto que chegou a excitação da Mili, ela esqueceu das suas convicções sobre sexo oral, sucumbindo ao prazer e à gratidão pelo pau que desvirginou o cu dela...
Além disso, quando a Milagros fica enjoada, prefiro arrumar outra... replicou Javier, notando meu silêncio e tentando justificar a infidelidade dele.
Não podia reclamar muito porque eu mesmo fui infiel à minha namorada, seduzido pelas curvas da Mili. Javier se afastou, dizendo que se eu quisesse, podia me passar o número da amiga dele.
Naquela semana, ao sair com minha namorada, tive que disfarçar a cara de culpa. Ela me notou distraído, me desculpei dizendo que tinha muito trabalho na faculdade... e ela acreditou. Porra... por que tanto remorso? Na minha vida toda é a primeira vez que fui infiel, e duvido que vou repetir isso... falei comigo mesmo, tentando calar minha consciência, mas não demoraria muito pra tropeçar na mesma pedra de novo.
A semana terminou e vi a Mili na aula de novo, outra vez tínhamos que fazer um relatório, seria o último do ciclo... já não podíamos nos evitar. Combinamos de fazer o trabalho sábado à tarde, na faculdade. Não mencionei nada de ir pra minha casa ou pra dela, não acho que ela teria aceitado... além disso, o tratamento dela comigo era frio... ela também não suspeitava que cairia de novo numa infidelidade...
Nos encontramos na sala de computação da faculdade. Mili veio com uma calça branca apertada, notei o rebuliço que causou no corredor, todos os homens babando ao vê-la passar. Depois perceberia que a calça dela não tinha bolsos na parte de trás, somado à cor clara, quase translúcida da calça, dava pra praticamente ver toda a bunda suculenta dela. Cheguei a pensar que ela não estava de calcinha, depois descobriria que a micro fio dental branca tinha se perdido entre as nádegas generosas dela.
Tentei me concentrar no trabalho, o tratamento indiferente dela não me dava espaço pra outra coisa, no entanto, por momentos sonhava acordado, lembrava do que tinha acontecido duas semanas atrás ou de como a vi de costas minutos antes, com aquela calça branca sugestiva, que não deixava muito para a imaginação.
Chegou a hora de fechar a sala de informática e a gente não tinha terminado o relatório. O cara que administrava a sala nos conhecia, então deixou a gente ficar mais alguns minutos. Mesmo assim, não conseguimos finalizar o trabalho. Ao sair do centro de informática, percebemos que a faculdade estava praticamente deserta...
Precisamos apresentar o relatório na segunda, só nos resta o domingo... falei.
O que a gente faz?... perguntou secamente.
Sei lá, vamos para sua casa... sugeri.
Não, um vírus matou meu computador e não arrumei ainda... respondeu de má vontade.
Então vamos para minha casa... falei.
Isso seria bom para você... disse desconfiada.
Quer terminar o relatório ou não?... perguntei sério.
Mas você quer ir para sua casa trabalhar ou o quê?... respondeu com certa raiva.
O que você quer dizer?... respondi irritado.
Nem pense que vai se aproveitar de novo de...
Não se faça de sonsa, que eu não sou o único culpado... respondi friamente.
Ela não disse nada, só recebi um tapa estrondoso que me deixou gelado, não soube o que fazer, estava puto mas não ia bater nela. Pensei em outra coisa para me vingar, abracei ela com força e beijei. Mili não reagiu, por uns instantes cheguei a sentir que ela correspondia, mas depois veio o empurra-empurra, ela se afastou bruscamente, parecia furiosa mas parecia ter gostado do beijo que roubei, pelo menos foi o que achei até ela me dar outro tapa.
Idiota... gritou com o que me pareceu uma raiva ou pudor fingido.
Depois, sem me deixar responder, entrou apressada no banheiro feminino que estava a poucos metros de nós. Hesitei uns segundos, mas com a raiva que tava não ia deixar as coisas assim. Entrei também no banheiro feminino.
Encontrei ela na frente da pia, se olhando no grande espelho do banheiro.
O que O que você está fazendo aqui?... perguntei, surpresa.
Isso... eu disse, e novamente a abracei e beijei.
Houve menos resistência que da primeira vez, cheguei a sentir sua língua, seus braços pareciam querer envolver meu pescoço, mas ela se afastou de novo e minha bochecha ardeu com outro tapa.
Quando virei o rosto para olhá-la, ela me encarou de um jeito estranho; pensei que fosse me bater de novo, mas ela agarrou meu pescoço e foi ela mesma quem me beijou, num beijo lascivo, mas estranho. Dessa vez fui eu quem a afastei; agora havia paixão no brilho dos seus olhos negros. Seu peito empinado subia e descia com a adrenalina que aquela situação gerava... vendo seu rosto ansioso e seus melões médios indo e vindo, pensei: "Por que não?"... Peguei sua blusa e, num movimento rápido, puxei, arrebentando todos os botões e deixando seus seios à mostra... me joguei sobre eles, arrancando seu sutiã e devorando seus bicos...
Ahhh... ela gemeu, surpresa.
Mili respirava ofegante, acariciou meu cabelo, mas suas mãos preferiram procurar na minha calça; fiz o mesmo com a dela. Ela pegou minha piroca dura entre os dedos, e eu puxava como podia sua calça apertada e a pequena peça que parecia ser sua calcinha. Minha calça caiu no chão por conta própria enquanto Mili não parava de bater uma punheta pro meu pau.
Parei de acariciar seus seios e a beijei de novo; quando me afastei, vi desejo nos olhos dela... não disse nada, bruscamente a fiz virar, me dar as costas. Quando Mili entendeu o que eu queria, não ofereceu resistência, só se agarrou nas bordas da pia, esperando que eu a dominasse.
De costas pra mim, com a calça e a calcinha mal passando da virilha, me enfiei entre suas curvas redondas, minha piroca dura, como se guiada, se posicionou na entrada do cu dela. Levantei o olhar e a vi pelo espelho; uma expressão de ansiedade estava estampada no rosto dela.
Vai... ela sussurrou, super excitada.
Simplesmente fui enfiando minha piroca, que no começo não entrou, mas fui empurrando e ela, por sua vez... Ela inclinou as costas, fazendo a bunda dela pressionar contra meu pau, até que finalmente conseguiu entrar...
Ohhhhh... ela gemeu, enquanto parecia tremer de prazer.
Na boca aberta dela, um gesto doce de dor. Recuperada do impacto inicial, Mili continuou empurrando pra trás, enquanto eu segurava sua cintura fina e investia pra frente. Nessa luta estranha, fui enfiando centímetro por centímetro meu pau nela. Parecia que ia desmaiar, mas continuava empurrando aquela bunda enorme em minha direção, só assim acalmaria aquela coceira anal que agora tinha, que a dominava, sabia todo o prazer que aquilo podia lhe proporcionar.
Os olhos de Mili lacrimejavam, não sabia se de alegria por ser novamente fodida pelo cu ou de dor porque dessa vez não tinha creme pra nos ajudar... até que finalmente enfiou tudo lá dentro, baixou a cabeça, parecia estar curtindo ter todo o meu pau dentro do buraquinho apertado dela, preenchendo ela...
Uhmmm... Ufff... eu ouvia a respiração ofegante dela.
As mãos dela se agarravam com força na pia, e as minhas não soltavam a cinturinha dela... qualquer um que entrasse no banheiro naquele momento podia pensar que era um estupro: Eu pressionando ela contra a pia e ela com a blusa rasgada, o sutiã arrebentado, os peitos de fora, a calça arriada até a metade, minhas mãos cravadas na cintura dela e claro... meu pau abrindo aquelas nádegas gordas...
Até que Mili levantou o rosto e me viu pelo espelho... parecia possuída, tinha a mesma expressão de loucura passional que vi dias atrás no meu quarto...
O que você tá esperando?... foi o que ela cobrou em voz baixa.
Não precisou dizer mais nada, comecei a montar nela, com dificuldade e ouvindo os gemidos dela, eu segurava os meus... também sentia um pouco de dor ao perfurar aquele cu apertado dela. O esfíncter dela apertava meu pau, parecia não querer soltar. Aos poucos, as penetradas foram ficando mais gostosas, eu curtia o atrito do meu membro contra o buraquinho dela... ela também...
Uhhhh... uhmmm... ohhhh... eu ouvia ela gemer satisfeita
Uma das mãos dela soltou a pia e foi pros peitos inchados, ela mesma começou a apertá-los enquanto aguentava minhas estocadas contra a bunda empinada dela. Minha virilha batia nas nádegas redondas dela, fazendo aquele barulho gostoso que ecoava no banheiro inteiro...
A Mili se inclinava, tentando fazer meu pau entrar melhor, deixando a bunda dela dar passagem pra penetrações mais fundas. A cabeça dela praticamente encostada de lado no espelho, um cotovelo apoiado na junção entre a pia e a parede, enquanto a mão livre não parava de acariciar os peitos que balançavam a cada investida do meu pau no cu dela, que já tava bem molinho.
Aiiii... eu devo estar louca... uhmmm... ela gritou.
Por quê?... perguntei ofegante, sem parar de meter.
Uhmmm... porque eu gosto demais... ohhh... respondeu, virando um pouco e olhando direto nos meus olhos.
Isso me excitou ainda mais, agora minhas metidas eram mais fortes e rápidas. Ela se apoiou de novo no espelho, aguentando e curtindo meu vigor. O espelho embaçou com o suor dela, com o hálito dos gemidos que cada vez eram mais seguidos...
Uhhh... você vai me mataaar... ahhhh... ela exclamou, quase explodindo de prazer.
Tomaaa... gritei, castigando o cu dela com mais vontade.
Pouco depois, enchi o cu dela com meu semen quente, o tesão que isso causou se espalhou pelo corpo inteiro dela, virando um orgasmo prolongado... A Mili apoiou os cotovelos na pia, respirando com dificuldade. Eu não parava de pressionar meu pau contra a bunda enorme dela, esperando meu pinto parar de cuspir o que pareciam litros e litros de esperma...
Fiquei tão vidrado em observar as reações dela pelo espelho que nem me dei tempo de admirar a bunda poderosa dela: com meu pau partindo ela ao meio, as nádegas carnudas espremidas contra minha virilha, as formas redondas terminando harmoniosamente na cintura fina... meu pau foi murchando enquanto eu admirava aquela visão. Curvas gostosas...
Depois me afastei, a Mili ainda estava apoiada na pia, se recuperando de toda a agitação que o orgasmo satisfatório dela causou... eu dei uns passos pra trás e apreciei aquele rabão bronzeado dela, o cuzinho vermelho dela escorrendo meu gozo, sujando a calça dela... Ela se virou, me olhou satisfeita e, com a calça do jeito que tava, veio na minha direção. Não ligou pro chão sujo ou pra calça branca... simplesmente se ajoelhou e engoliu minha rola meio dura... limpando, lambendo e relambendo cada gota de porra...
Menos agitado, eu suspirava satisfeito com os carinhos que os lábios e a língua dela davam na minha rola também vermelha...
Finalmente, a Mili apoiou a cabeça na minha virilha, os braços dela envolvendo minhas pernas, parecia cansada, depois da foda violenta que eu dei nela, acho que devia entender. Ela quem pediu com aquelas palmadas repetidas... me justifiquei, depois pensei: além disso, os dois curtiram... espero que ela não me culpe pelo que aconteceu de novo... parece que leu meus pensamentos:
Agora, o que a gente vai fazer?... ela perguntou em voz baixa da posição dela
Não respondi, porque também não sabia a resposta... A Mili, com cara de aflição, me olhou de baixo, com os lábios vermelhos ainda melados do meu gozo.
Não sei... foi minha resposta sincera.
2 comentários - Rompendo o cu da mili (02)