Belén, minha melhor amiga (2ª parte)

Este relato es la continuación directa de:
http://www.poringa.net/posts/relatos/2935629/Belen-mi-mejor-amiga-1ra-parte.html

Acordamos os dois juntos. De repente. O telefone estava tocando. Na loucura da noite anterior, nenhum de nós tinha colocado despertador ou alarme. Os venezuelanos estavam nos esperando lá embaixo.

Juntei minhas roupas, me vesti rápido e saí para meu quarto. Banho, troca de roupa e esperar ela chegar no lobby.

Como toda boa mulher, ela demorou. Bati um papo com o pessoal da segurança, verificando se estava tudo em ordem.

Belén desceu quase meia hora depois, me cumprimentou como se nada tivesse acontecido e subiu na caminhonete com os venezuelanos. Meu trabalho, pelo menos naquele dia, era em Caracas.

Terminei cedo e um pouco depois do meio-dia já estava no hotel, no meu quarto e, pela primeira vez, com tempo pra pensar que porra tinha acontecido.

Como já disse, não era a primeira vez que a gente trepava com a Belén. Já tinha rolado antes, mas nós dois éramos uns caras inexperientes. O negócio de ontem à noite tinha sido foda e o que mais me preocupava era como íamos ficar. Belén não é uma foda de uma noite. É uma das poucas pessoas que conheço desde sempre!

Meu celular tocou. Era a Belu, avisando que estava no quarto dela e queria me ver pra conversar.

Bati na porta dela e ela abriu na hora, estava vestida com a roupa de campo, calça cargo, camisa e sapatos de trabalho… mas até isso ficava bem nela.

A gente se beijou e ela disse que queria tomar um banho, que estava cheia de terra da inspeção nos poços, e que naquela noite queria sair pra uma balada.

Expliquei que a situação em Caracas não tava pra sair de noite e, meio contrariada, ela aceitou, mas disse que de qualquer jeito eu desse um jeito pra irmos no dia seguinte. Depois disso, pediu pra eu esperar no meu quarto, que ela ia pra lá e que eu não esquecesse de falar pro concierge nos acordar no outro dia.

Fui pro meu quarto, tomei um banho rápido, vesti um shorts e uma camiseta de academia. Esperei umas meia hora, talvez um pouco mais. Já estava super ansioso.
Quando bateram na porta, eu tava explodindo, mas esperei uns segundos pra abrir, fingindo desinteresse. Depois percebi que a Belu me conhecia desde sempre e, mesmo que não conhecesse, bastava saber que sou homem.

Abri a porta e fiquei sem ar de novo. Belén tava vestida com um vestido curto, justo, cabelo preso, bem maquiada, meia-calça preta e sandália de salto fino preta. A única coisa que consegui perguntar foi se ela sempre andava com aquela roupa na mala, e ela disse que tinha comprado voltando dos poços.

A gente se beijou enquanto ia pra cama. Sentei na cama e a Belu começou a brincar, levantando o vestido. A meia-calça tava presa numa cinta-liga e dava pra ver uma calcinha fio-dental minúscula. Eu já tava durasso. Levantei, fiquei atrás dela e comecei a passar a mão na bunda, nas pernas e nos peitos. Ela esfregava minha rola por cima da calça. Continuamos nos beijando, desabotoei o vestido dela e ela tirou, deixando cair no chão, acompanhando com as mãos.

A vista era espetacular. O sutiã de renda preta era totalmente transparente, assim como a frente da calcinha fio-dental. Ela pediu pra eu sentar, ajoelhou entre minhas pernas, me deitou pra trás e tirou minha calça.

A rola saltou pra cima quando ela puxou a calça. Belu segurou e começou a lamber e bater uma bem devagar por uns segundos, até enfiar a cabeça na boca e chupar com força, enquanto com as mãos acariciava minhas bolas. Tava nas nuvens. Ela continuou chupando, batendo uma e me esfregando por uns minutos. De repente, parou, deitou de bruços na cama, levantou a bunda e disse que agora era a vez dela.

Fiquei atrás dela, tirei a calcinha fio-dental e comecei a passar a língua nos lábios, subindo até a bunda. Ela se agarrava nos lençóis e ronronava. Passei um tempão chupando a buceta dela direto até começar a meter dois dedos. Ela tava muito molhada e os dedos deslizavam dentro da pussy quente dela. Ela apertava os peitos e massageava eles. Eu me levantei, sem parar de mexer os dedos dentro dela e procurando a bunda dela com minha língua. Ela continuava de bruços com a bunda levantada e eu perdia meus dedos na úmida e morna escuridão da buceta dela, enquanto minha língua começava a abrir caminho pelo cu fechado dela. Belén começou a gemer mais forte e de repente ficou tensa. Eu continuei trabalhando a pussy dela, mas a tensão expulsou minha língua do tesouro traseiro dela.

Belén se virou e eu me coloquei entre as pernas dela, ela guiou meu pau com as mãos até colocar na entrada da pussy dela. Os sucos lubrificaram a entrada, em dois segundos eu tinha todo o meu pau dentro dela e comecei a me mover devagar. Belu olhava nos meus olhos e dizia que gostava do meu pau e gostava de ter ele dentro dela.

Conforme íamos encontrando o ritmo mútuo, começamos a aumentar a intensidade das metidas até que a posição não nos permitiu continuar mais. Belén ficou de quatro e eu enfiei de imediato. Ela ergueu o corpo até colocar as costas grudadas no meu peito e retomamos de onde tínhamos parado na posição anterior.

O barulho das nádegas dela batendo contra minha pélvis era notório, mas nenhum de nós dois queria parar. Belu parou de falar e começou a respirar mais e mais rápido, até que veio o novo orgasmo dela.

Ela abaixou de novo até o colchão e eu aproveitei pra aumentar a força das metidas. Ela, que ainda tava gozando, começou a gritar contra o travesseiro e eu comecei a sentir que tava perto de gozar. Quando senti que não aguentava mais, saí da pussy dela e comecei a bater punheta. Enchi a bunda dela de porra, ela passou a mão, espalhando tudo pela bunda dela. Nós deitamos na cama e ficamos lá uns minutos, tentando recuperar o fôlego. Depois de uns dez minutos ela se levantou e me disse que ia tomar banho. Eu disse que Ela estava comigo, toda melada de dormir de conchinha comigo.

Ela tirou a roupa que ainda tinha e os sapatos, e entrou no chuveiro. Eu entrei atrás e comecei a ensaboar as costas dela. Ela colocou as mãos para trás e ensaboou minha pica e minhas bolas, mas logo parou e começou a se enxaguar. Eu fiz o mesmo, saímos, nos secamos. A Belu abriu meu armário e vestiu uma camisa minha, e eu fiquei só de cueca. A ideia era pedir algo para comer no quarto.

Ela queria comer sushi, e eu achei uma boa, até porque é uma comida pra comer depois de transar.

Enquanto esperávamos a comida, ela sentou na cama e disse que queria conversar um pouco sobre “tudo isso”. Em seguida, me olhou nos olhos e, com uma firmeza tremenda, disse que estava adorando, mas que, apesar de me amar pra caralho, não estava disposta a largar a família dela. Essas eram as regras, e que, se eu estivesse de boa com isso, ela topava continuar essa parada em Buenos Aires. Ela disse algo sobre o que não quis pedir esclarecimento na hora, falou que “isso” estava precisando muito.

Sentei do lado dela e, em dois segundos, percebi que minha posição em relação a toda essa situação era exatamente a mesma.

A gente se deu um beijo longo, e fomos interrompidos pela janta, que tinha chegado.

(continua)

0 comentários - Belén, minha melhor amiga (2ª parte)