Marcos tem 18 anos e foi pra cidade começar a faculdade. Na cidade dele não tem ensino superior, então ele foi morar na casa dos tios.
O tio é irmão de verdade da mãe do Marcos. Eles não têm filhos e aceitaram felizes a companhia do sobrinho. O tio sempre teve um carinho muito especial pelo garoto, e desde pequeno ele passava temporadas com eles. O tio tem 65 anos, aposentado há dez anos por causa de um acidente de trabalho que deixou a perna dele ruim. Ele precisa usar uma muleta. A situação causou uma depressão forte nele, e ele não é nem sombra do que era. Mas continua de boa com o garoto. Eles saem juntos pra tomar umas cervejas, ver o time local de basquete, e às vezes Marcos acompanha ele na pescaria, que é um dos hobbies do tio. Vicente, que é o nome dele, também adora jogar cartas num bar perto de casa com os amigos, onde passa bastante tempo.
A tia, Marina, é mais nova, tem 55. Ela é pequenininha, tem um corpo bonito, gosta muito de se arrumar, é vaidosa. Rosto bonito, com uns olhos lindos cor de mel. Ela costuma se vestir quase como uma jovenzinha, roupa justa, saia meio curta... Como é magrinha, pode usar isso. Também tem um carinho especial pelo sobrinho do marido. O fato de não ter filhos faz ela colocar todo esse amor maternal nele, e sempre gostou quando ele ficava com eles. Agora que ele está morando de vez em casa durante o curso, ela está feliz e cuida dele com todo cuidado.
Mas além desse carinho de família desde pequeno, Marcos sempre sentiu uma atração especial pela tia Marina. Sempre viu algo mais nela, se sentiu atraído por ela como mulher. Já com dez anos, ficava muito feliz quando ela abraçava ele e, como quem não quer nada, aproveitando que ainda era criança, se apertava bem contra os peitinhos duros da tia.
Agora Na casa dela, ele fica dando umas olhadas cheias de desejo, mais ou menos disfarçadas, que ela percebe bem, mas não liga. Essa paquera natural dela e o carinho especial que sentem um pelo outro fazem com que ela fique à vontade e não se preocupe em esconder as coxas quando senta no sofá de pernas cruzadas na frente do sobrinho, ou quando o roupão de casa abre mais do que devia, sem sutiã. Os peitos, por serem pequenos, ficam firmes e bem retinhos. No silêncio da noite, na cama dele, Marcos bate umas quantas punhetas pensando neles.
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Neste sábado, Marcos saiu tarde com uns amigos. Ele é responsável e não costuma se meter em bagunça, mas hoje, sem perceber, exagerou. Começaram a beber e, como não tá acostumado, a bebedeira foi completa.
Já são meia-noite e batem na porta de casa. A tia vai abrir, tava vendo TV e esperando o sobrinho, nunca dorme sem ele chegar. O tio já tá dormindo há um tempão.
Dois amigos trazem o Marcos, segurando ele. Ele mal consegue andar ou falar, só balbucia. Os amigos, meio sem graça, entregam o garoto pra tia.
— A senhora, ele exagerou um pouco, desculpa.
Eles vão embora rápido, não querem confusão. A Marina segura o sobrinho como dá e leva ele pro banheiro, porque já imagina o que vai rolar. E é isso, Marcos começa a ter umas ânsias violentas, e a tia não tem tempo de levantar a tampa do vaso. O garoto vomita pra caralho em cima da pia, ainda bem que não cagou no chão.
O sobrinho sujou a roupa sem conseguir evitar. Também tá meio sujo, certeza que caiu no chão na rua. Ela senta ele e, como pode, tira a roupa e os sapatos, deixando ele pelado, e mete ele no chuveiro. O garoto praticamente não percebe nada.
— Bom... — ela fala — acho que é como quando ele tinha dez anos. anos...
Mas o garoto já tem 18 anos e exibe um membro espetacular. Mesmo em repouso, a tia percebe que é uma boa piroca.
- Caralho, quando estiver dura, deve ser digna de ver. Que pauzão que você tem, filho, que sorte daquela que tiver isso dentro dela...
A tia faz esses comentários em voz baixa, como se fosse para si mesma, certa de que o garoto, com a baita bebedeira, nem percebe nada. Ela o lava com cuidado, mas com esforço, já que ele cambaleia e ela precisa segurá-lo. Bem ensaboado, passa a esponja por todo o corpo do garoto, incluindo os genitais. O pênis do jovem, com o atrito e também por causa do álcool ingerido, está começando a ficar meio duro.
- Melhor terminar, senão além de vomitar pela boca, ele acaba gozando também, não me surpreenderia com essa bebedeira.
Ela o seca com a toalha e, abraçando-o bem pela cintura para segurá-lo, leva-o até a cama, onde o deixa cair, sem que ele reaja ou perceba nada do que está acontecendo. Para que ele não fique nu, a tia pega uma cueca e, com esforço, coloca nele. Agora sim, dormindo e mais relaxado, a ereção está completa. A tia fica bem impressionada.
- Porra, nunca vi nada igual. Quem dera seu tio tivesse tudo isso...
Ela vai para a cama, se sente meio estranha, mas feliz. Deita-se dando uma olhada no marido, que ronca tranquilamente.
- E esse, como sempre, sem perceber nada.
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Na manhã seguinte, Marcos acorda tarde, com uma baita dor de cabeça. Depois de se lavar e se vestir, vai tomar café. A tia o vê chegando e sorri com satisfação.
- E aí, como você está, filho?
- Minha cabeça tá doendo muito, tia.
- Que bebedeira que você pegou, isso não é normal em você. Melhor seus pais não ficarem sabendo.
- É. Desculpa, tia, não vai acontecer de novo. Não lembro de nada.
- Bom, seus amigos te trouxeram. Você vomitou, tive que te dar um banho e te deitar.
- Pois não me lembro, tia. E você me deixou pelado?... Que vergonha.
- Filho, não vou me assustar agora na minha idade… hahaha.
- Tá bom, tá bom, tia… Não me fala mais, que tô morrendo de vergonha…
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É domingo e Marcos e o tio foram pro rio perto daí, pescar. Marcos não curte muito esse hobby, mas faz pra agradar ele. Às vezes leva um livro e lê pra passar o tempo.
Agora tão sentados, de olho nas varas de pescar.
- E como é que cê tá com as minas, sobrinho? Agora parece que é fácil, diferente dos meus tempos, que era impossível pegar alguém.
- Bom, depende, tio. Não é tão fácil, cê pensa. Muito flerte, muita palhaçada, mas não pense que elas se entregam fácil.
- É, imagino. Além disso, as mulheres na sua idade são meio bobas, metidas. Começam a perceber o poder dos encantos delas, os homens correm atrás e elas se acham as rainhas de Sabá. Ficam orgulhosas e às vezes até esnobes.
- É, acho que sim, tio.
Vem um longo silêncio, os olhos perdidos na água.
- Sabe, Marcos? O ideal pra um garoto da sua idade, que tá começando a provar os prazeres femininos, é se soltar com uma mulher madura. Se você tiver essa sorte, nunca despreza, aproveita, porque vai ser sortudo.
- E o que as milf têm de bom, tio?
- Justamente isso, que são milf. Mulheres já com experiência, que já viveram. Sabem o que querem, sabem ser carinhosas e femininas, apaixonadas. E principalmente, pra um garoto como você, a vantagem de foder no pelo, não precisa se preocupar com aquele rolê de camisinha.
- Vou levar em conta, tio.
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Será que o conselho do tio foi uma premonição? A vida tem muitas voltas e surpresas, e Marcos não imaginava que a madura que o tio recomendava tava bem pertinho.
É inverno e Marcos foi Peguei uma gripe forte pra caralho.
- Esse teu costume de fazer esporte correndo na rua com esse tempo – a tia repreende ele –, viu, pegou um resfriado daqueles.
Ela serve café bem quente e o garoto vai deitar cedo. Mas a febre vai subindo. A tia dá uma olhada de vez em quando, mede a temperatura, cobre ele, com muito cuidado.
Já noite avançada, o sobrinho começa a tremer. A febre provoca um frio danado, com calafrios fortes. A tia joga mais um cobertor por cima. Fica do lado dele, sentada numa cadeira, vendo como o garoto evolui. Perto da meia-noite, a tia entra um instante no quarto do casal pra dizer ao marido que vai ficar no quarto do garoto, que quer vigiar como ele passa a noite, que não está tranquila. O marido, meio dormido como sempre, diz que tá bem. O quarto do garoto tem duas camas, então tudo parece normal.
Marina se deita na cama ao lado e levanta de vez em quando. Os calafrios do garoto não param. Então, num impulso de decisão, ela puxa os lençóis e cobertores e se mete na cama do garoto, que continua tremendo.
- Me dá um espaço, querido… Isso aí. Encosta em mim. Pronto, assim… Vê se pega um pouco de calor, você tá gelado. Gruda em mim, isso aí, imagina que é como quando você tinha oito anos e dormia comigo.
Os dois estão deitados de lado, frente a frente. Marina abraça o garoto, puxa ele contra ela, os corpos colados. Até pra dar mais calor, passa uma coxa por cima das dele. Ficam assim, os rostos também bem juntinhos, sentindo a respiração um do outro. O garoto agora cochila, já meio exausto, agradecendo o calor que a tia empresta.
Quase sem se mexer, passam umas duas horas. Os remédios antitérmicos que a tia deu fazem a febre do Marcos ir sumindo. Já aquecido e depois do sono reparador, o jovem volta à realidade e percebe a situação. Uffffffffffffffff, caralho. Tô aqui com minha tia, grudada em mim… O que eu faço?
Ele não sabe se afasta devagar dela, que dorme tranquilamente, e vai pra outra cama. Tá com vergonha, mas também tá muito gostoso do lado da mulher. Sente o calor dela, o perfume e o contato com a pele dela que é uma delícia, uma pele tão quentinha, tão macia. Então ele cria coragem e se aperta bem contra ela, abraçando ela pela cintura, com um pouco de medo dela acordar e, ao ver que já não tem mais febre, levantar.
A mulher tá de camisola bem leve e curta e, como é normal deitada, ela tá arregaçada até a cintura, onde Marcos tem o braço apoiado. Meio envalentado já, ele começa a mexer o braço devagar e enfia a mão por baixo da camisola, subindo pelas costas. A sensação que a pele da mulher passa, o calor dela, é uma delícia. Não tem pressa e também não quer fazer nada que possa incomodar ela. Tudo bem devagar, bem delicado. Deixa a mão nas costas, aberta, por um bom tempo. Depois desce até a cintura. Espera mais um pouco.
Agora já se atreve a mais. A mulher respira de forma calma, tranquila, se deixa fazer, dá pra ver que tá relaxada, meio sonolenta. Marcos aperta ela forte e sente a maciez do peito feminino no dele através do tecido das roupas de dormir. Mas por baixo não se atreve a encostar nela, porque tá com uma ereção do caralho, então mantém a bunda meio afastada.
Continuam assim, enquanto os minutos passam. O menino sobe e desce a mão pelas costas dela, e desce de novo até a cintura. Sabe bem que se descer mais vai encontrar a bunda nua da tia dele, ela nunca usa calcinha pra dormir, só a camisola leve.
- Se eu tocar na bunda dela, talvez ela não queira continuar e levante…
Mas o tempo passa nessa cumplicidade mútua e no fim Marcos se anima. Coloca a mão aberta sobre a bunda da mulher. Deixa parada, esperando a reação dela. Ela não diz nada, mas a respiração dela… muda, tá mais agitada.
- Acho que ela tá começando a acordar…
Agora sim, ele se aperta com o corpo inteiro contra a tia. A pica dura igual um poste se enfia por baixo do pano da camisola e pressiona forte contra a barriga da mulher. Do mesmo jeito que ela fez com a febre, agora é ele quem passa a coxa por cima das dela. A mulher é miúda e o garoto é forte, então o corpo da tia fica meio escondido pelo do sobrinho.
Mais um tempão curtindo esse contato mútuo. Depois ela empurra ele de leve pra se soltar.
- Acho que isso já era, a tia não quer mais. Que pena.
Marcos observa na penumbra a reação dela. Ela sentou na cama e, com um gesto bem natural, tirou a camisola pela cabeça, levantando os braços sem pressa, como se estivesse se deliciando naquele momento antes da nudez. O sobrinho olha empolgado. A tia faz um sinal pra ele se despir também, e o jovem obedece na hora, ficando pelado também.
Ela se deita de novo perto dele, mas sem se fundir no abraço de antes. Agora fica colada no lado dele, mas de barriga pra cima. Marcos não entende direito e espera. Ela pega a mão do garoto e leva até os peitos dela.
Simmmmmmm...! São os peitos da tia dele, os peitinhos miúdos que ele tanto desejou, que ela tantas vezes insinuou com a blusa ou o roupão meio desabotoado. Quanto leite o sobrinho já derramou pensando nesses peitos nas noites de insônia, batendo uma.
São peitos pequenos e ainda firmes. Com bicos bem salientes e grossos. Quando passa a mão neles, Marcos sente como eles endurecem e crescem mais. Nenhum dos dois fala nada, o silêncio parece ser o acordo mútuo. Embora o tio durma pesado, é bom ter cuidado.
Marcos massageia, aperta, acaricia sem pressa as tetas da mulher, por um tempão, sem se cansar dessa delícia. De novo, é ela quem decide o próximo passo. Pega na mão dela de novo e desliza pela barriga dela até chegar no púbis. Aí ela abre as pernas, oferecendo o fruto dela pro garoto. Dá a buceta dela, pra ele.
Marcos já sabia o que ia encontrar, aquele matinho macio de pelo. Sabia que a tia dele tinha a buceta peluda, porque muitas manhãs ela entrava assim no quarto pra acordar ele, só de camisola, e pela claridade da janela dava pra ver o triângulo de pelos. Sensação gostosa, sentir na mão os pelos crespos e macios da buceta feminina. Acaricia sem pressa, passando os dedos pela fenda molhada da mulher. Agora a respiração ofegante dela se mistura com um gemidinho de prazer, bem baixinho, mas contínuo. Marcos fala consigo mesmo de novo.
- Não acredito... Isso não pode ser verdade... Minha tia, com a vontade que eu tinha dela, tá deixando eu fazer de tudo... Será que ela vai deixar eu comer?
São as dúvidas de um jovem ainda inexperiente. Qualquer homem experiente saberia que uma mulher que chegou nesse ponto tá pronta pra tudo. Marcos se aproxima mais dela pra esfregar melhor e se levanta um pouquinho pra olhar também entre as pernas da tia. A buceta dela é bonita, carnuda, inchada, e o mais especial, entre os dois lábios aparece um pouco o clitóris grande, duro. O sobrinho massageia devagar o botãozinho do prazer. Ela aumenta a respiração ofegante.
Nova iniciativa da coroa. Agora ela pega ele pelo braço e puxa pra perto dela. A mulher finalmente fala bem baixinho, mas só uma palavra.
- Vem...
Marcos entende e com cuidado se coloca em cima da tia. Se apoia no cotovelo direito e nos joelhos, pra não jogar todo o peso dele nela, acha ela frágil, delicada, como um vaso valioso que pode quebrar. Ficar entre essas coxas que ele tanto desejou é algo excepcional. Ela abre o máximo que consegue e espera ansiosa a entrada do sobrinho, agora o macho dela.
Segura a própria pica com a mão esquerda e aponta pra Buceta peluda. Não que o garoto tenha transado muito, mas ele tem alguma experiência e já manja um pouco do assunto. Pra ele é fácil, um empurrão com a decisão certa, e o pau, embora grosso, desliza suave na cavidade molhada da tia dele, que tá dilatada e encharcada ao máximo. A mulher fala de novo, mais um monossílabo quase inaudível.
- Bem….
O gemido suave agora é mais longo, mais profundo. Ela fecha os olhos e abraça o garoto pelo pescoço, puxando ele. Ele começa um movimento de mete e tira que o leva a um prazer nunca sentido antes. O tio dele tinha razão, que diferença de transar com camisinha pra fazer igual agora, totalmente livre. Cada entrada e saída é mais gostosa. A mulher continua se molhando e a piroca chapinha nessa buceta molhada com a maior confiança.
- Porra… tô comendo minha tia….e ela é uma gostosa do caralho…
Sempre os pensamentos, sem coragem de falar. Os dois transam naquele silêncio imposto pela proximidade do tio, que embora nunca costume levantar da cama à noite, é preciso ter cuidado.
Marcos sente que algo tá rolando. Ela se agita, aperta ele com as pernas, abraça ele com mais força pelo pescoço. Levanta os quadris como pode pra se apertar mais. O sobrinho sente como a umidade dela aumenta. O gozo da coroa o garoto sente perfeitamente. Agora ele olha pra ela pela primeira vez desde que começou a foda, antes não tinha coragem. A tia tá realmente linda pra caralho com o orgasmo. Ela tem os olhos fechados e ele agradece, porque olhar ela de frente tão perto ia dar vergonha. É a primeira transa e por mais natural que queiram ver, tem um parentesco, mesmo que seja político.
Depois do orgasmo forte, ela abre um pouco os olhos, como se tivesse tonta. Relaxa os músculos antes tensos, dos braços e pernas. Agora Marcos se atreve a falar algo pra ela.
- Gozou, tia…?
- Gozei, amor. Termina você….
O jovem entende que ela tá desconfortável, com O marido no quarto ao lado. Então, como já faz um bom tempo que ele está se segurando o máximo que pode pra não gozar, ele só dá meia dúzia de metidas com força, e depois goza com toda a sua potência, castigando com o púbis o clitóris da tia. Na hora, um jato forte de porra, típico da juventude, acaba bem no fundo dela. A mulher sentiu perfeitamente a gozada do garoto dentro dela, espera um momento pra ele relaxar e depois dá uns tapinhas nas costas dele, incentivando ele a sair de cima. Marcos se deixa cair de lado, exausto e feliz. Ela se levanta ágil e o jovem ouve ela ir até o banheiro se lavar e depois seguir pro quarto do casal. O adultério foi consumado, assim, na mesma casa, do jeito mais discreto.
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Foi muito prazeroso pros dois, uma experiência deliciosa, e a tentação de estarem tão perto, tudo tão discreto, faz com que os dois queiram repetir... quem é que não gosta de um doce?
Então o próximo encontro rola na mesma manhã, mas já mais calmo, mais tranquilo, já sozinhos em casa, sem aquele medo, aquele silêncio forçado pela presença do outro. Nessa manhã, a coroa se solta.
É sábado e Marcos não tem aula, o que permite ele acordar mais tarde, e além disso, a febre da noite, junto com a foda inesperada, fazem ele ficar mais tempo na cama que o normal. O tio, sempre carinhoso, entrou pra perguntar como ele está. Depois saiu pra rua dar a caminhada de sempre pela área, acompanhado de algum amigo.
Pouco depois dele sair, a tia entra. Ela está com uma camisola diferente, um pouco mais ousada que a da noite, e continua sem calcinha, coisa que Marcos percebe na hora. Além disso, está mais arrumada, muito bem penteada, levemente maquiada, perfumada. Ela está realmente gostosa e o sobrinho se delicia olhando pra ela. A tia percebe e se move cheia de charme pelo quarto, arrumando algumas coisas. coisas, mas na verdade ela está se exibindo. Ela se abaixa e, com aquela camisola curta, insinua a bunda e, na frente, mostra parte dos peitos. Ninguém que olha para ela imagina que já tem 55 anos, pensa o garoto. Ela se senta de um lado da cama, com um gesto doce de mãe cuidadosa.
- E aí, querido? Dormiu bem? Já não está com febre?
Ela coloca a mão na testa dele para verificar a temperatura.
- Muito bem, já está normal. Talvez você tenha suado um pouco ontem à noite...
O comentário vem acompanhado de um gesto meio safado. Marcos se anima.
- Tia, você está realmente gostosa, adorei.
- Obrigada, amor. Mas espera um momento, que falta um acessório importante.
Ela sai do quarto do garoto por um instante e volta com sapatos de salto agulha. Erguida, elegante, agora está ainda mais espetacular. Depois de dar umas voltas pelo quarto, volta a se sentar na cama do jovem, numa postura ousada. Ela tem uma perna dobrada, em cima da cama, e o outro pé no chão. Um pouco aberta. Com a camisola curtinha subindo e os movimentos, aparece o triângulo peludo do púbis. Marcos olha para a entreperna dela. Ela percebe.
- Gostou, amor?
A tia quer que ele veja bem a intimidade dela. Agora ela abre totalmente as pernas e estica com as mãos a pele dos lados da buceta, que se abre, mostrando o interior, rosado e suculento.
- O que você acha, meu amor?
- Lindo, tia, principalmente o clitóris, é enorme...
- Sim, é grande e quando fico com tesão fica espetacular. Tenho que tomar cuidado quando uso roupa justa ou quando visto o biquíni, porque aparece.
O pau de Marcos vai ficando um pouco duro debaixo do lençol.
- Me diz... você gostou do que aconteceu ontem à noite?
- Muito, tia, muito... você me fez muito feliz. Mas não sei, fico meio sem graça, por causa do tio... Acho que não é certo.
- Não se preocupa, querido. Somos só homem e mulher, não pensa agora no teu tio, nem na tua mãe, ou no teu pai… Não temos consanguinidade, simplesmente a gente se precisa um pouquinho um do outro. Não acha?
O garoto acena que sim. Ela, enquanto fala suavemente, com uma voz bem melosa, afasta o lençol e pega no pau do homem, massageando devagar. Ele se deixa fazer, sem oferecer resistência nenhuma, claro.
— Você é muito homem, amor… Que viril você é, de verdade. Tô te excitando?
— Claro, tia, claro… ué… se você tá uma gostosa…
— Uffff, que alegria você me dá, céu. Gostosa eu, já com 55 anos. Bom, se você me vê assim, eu tô felizona, me lisonjeia. E quando você quer repetir o de ontem à noite, minha vida?
— Agora mesmo se você quiser, tia…
— Tô de acordo, meu amor, agora mesmo. Seu tio vai demorar um bom tempo pra voltar.
Ela faz de novo o gesto da noite: tirar a camisola devagar. Fica com os sapatos nos pés, segura de que o garoto gosta e que isso dá um toque de provocação. Marcos espera pra ver o que rola, sem saber bem o que fazer. Mas não precisa, é ela de novo quem decide. E se senta montada em cima dele, nua, aberta, gulosa, sem a tensão da madrugada. O rosto da mulher mostra bem o desejo dela, é uma cara de mulher safada, carente.
— Não se mexe, amor, deixa eu fazer…
A mulher agarra o pau duro, coloca ele na vertical e, de joelhos, guia até a entrada molhada dela. Tá muito quente. O sobrinho até sentiu umas gotas do mel escorrendo nas bolas dele. A tia se deixa cair agora e enfia o pau inteiro sem piscar. Orgulhosa do poder feminino dela, olha pro garoto com aquele sorriso de mulher no cio. Senta de vez, deixando o peso leve cair sobre o corpo do sobrinho. Totalmente empalada, não cabe mais, porque não tem mais o que enfiar. Marcos sente nessa posição a penetração funda, completa, o pau todo encaixado na buceta. até o fundo da sua querida tia. Ela não faz nada, ela manda, ela começa a se mexer devagar, roçando a buceta molhada contra o garoto.
- Porra, que gostoso, céu.. Tô completamente cheia, que delícia, adoro isso.
Agora, assim, com o corpo reto, os peitos da mulher parecem maiores para Marcos. Eles ficam na cara dele quando ela se inclina pra frente e enfia eles na boca dele.
- Chupa meus peitos, céu… come meus bicos… isso, sim sim, isso é…
Com as mãos apoiadas no peito do sobrinho, a mulher mexe a bunda com estilo, pra trás, pra frente, em círculos. O jovem se sente cada vez mais molhado com os fluidos femininos. Ele sente perfeitamente o clitóris crescido, duro, roçando na pele dele, por cima do pau dele.
Ela para um pouco de vez em quando e se levanta sobre os joelhos, tirando o membro. Quer prolongar um pouco mais o delicioso momento. Quando faz isso, se inclina pra frente e dá ao jovem uma longa sequência de beijos intensos. Nesses breves descansos, eles conversam um pouco.
- Como eu tava precisando disso que você tá me dando, amor, tava tão carente…
- O teu marido não te satisfaz?
- Não. De jeito nenhum. Ele é um bom homem, me ama muito, mas não é um macho à minha altura. Faz muito tempo que não transamos.
- E você já foi infiel alguma outra vez?
- Então, não, nunca tive coragem, até agora com você. Mas se eu soubesse antes… hahahaha.
- Olha que você é putinha, tia…
- Você não sabe o quão vadia eu posso ser, vai descobrindo aos poucos, céu.
A tia desce de novo e enfia o falo de volta até as entranhas.
- Ummmmm… filho da puta, que gostoso você me dá, desgraçado…
- Acho, tia, que vou gozar. Não aguento mais.
- Tá bom, amor, vamos juntos, eu também tô perto. Mexe um pouco, isso… aperta meus peitos, assimiiiiiiii, assimiiiiiiiiiiiiii.. Enfia fundo, siiiiiim, mete tudo, todaaaaaa………..
-
Já tá bem enfiada, então o Marcos, pra agradar ela, empurra forte pra cima, levantando os quadris e erguendo a tia no ar, bem agarrado na cintura dela.
Agora não é como de madrugada, que o silêncio era obrigatório. Agora ela se solta de verdade, gemendo sem vergonha, enquanto o segundo orgasmo do dia vem agora sem freio. O Marcos já gozou dentro da mulher, mas ela continua se mexendo e gemendo por mais uns momentos, pra surpresa do sobrinho, que não conhecia orgasmos femininos tão intensos e longos.
- Meu tio tinha razão, com essa história de milf… que mulher…
Depois ela se deixa cair sobre o garoto, com o corpinho leve. O Marcos puxa o lençol pra cobrir os dois e deixa ela ali por um bom tempo. Ela pesa pouco e ele aguenta bem o contato gostoso da tia carinhosa. Apesar de ter gozado, ele ainda mantém o pau duro por um tempão, dentro da tia. Os dois bem relaxados, naquele contato íntimo e delicioso. Por fim, o pau amolece e sai de dentro da madura.
Ela, satisfeita, se senta.
- Vou pro banheiro, querido… Você me deixou com a buceta que não é brincadeira… Me deixa como nova, você não faz ideia do quanto eu precisava disso. Anda, levanta também, toma um banho e se veste pra quando seu tio chegar, estar tudo em ordem. Essa tarde, depois do almoço, ele vai jogar a partida de cartas dele. Quem sabe, a gente não aproveita pra fazer o terceiro… hahahaha.
Com uma risadinha safada, a mulher sai do quarto.
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Já fazem uns três meses, tempo em que os encontros íntimos entre tia e sobrinho rolaram sempre que tiveram chance. Agora é um novo domingo de pesca. Na beira do remanso do rio, o tio, sentado na cadeira de pescador, observa as varas, com aquele olhar infinito, cheio de paciência, dos pescadores. O Marcos, deitado na grama, a cabeça apoiada na mochila como travesseiro, olha pro céu vendo as nuvens passarem. Entre as copas das árvores do rio. Longos silêncios, coisa típica de pescador também.
No final, o tio fala.
— Como é que tá com a sua tia, Marcos?
— Bem, tio, bem. A tia sempre foi muito carinhosa comigo, tudo à disposição, a comida que eu gosto, minha roupa, etc. Tô muito à vontade com vocês.
Marcos respondeu com simplicidade e sinceridade, sem pensar em outra coisa além daquela resposta. Mas o tio insiste.
— Eu sei, eu sei... Bem por aí, por esse lado. Eu tô falando de outra coisa...
— Então me fala, tio.
— Tô falando da cama, querido sobrinho, da cama, se você se entende bem com sua tia na cama...
Marcos empalidece, emudece, engole seco. Não esperava por isso. Gagueja e se levanta meio assustado.
— Eh, eh, tio, isso... eh...
O tio o acalma com um olhar rápido e um sorriso leve.
— Calma, Marcos, calma, não tem problema. Eu sei disso há algumas semanas, sou limitado fisicamente, mas não de mente. Isso se percebe, os detalhes, a felicidade da minha mulher... Era fácil de imaginar.
Marcos não consegue articular palavra. O tio continua falando, mas com voz calma, sem se alterar, sem demonstrar nenhum tipo de irritação.
— Olha, Marcos. É muito triste um homem não conseguir satisfazer a mulher dele, e eu com sua tia já faz tempo que não dou conta, sou muito limitado nesse sentido. E te digo, nessa situação, não tem nada mais egoísta do que um marido que não cumpre e ainda obriga a mulher a ser fiel. É um contrassenso, deixar ela castigada, carente, frustrada. Não tem cabimento.
Segue o monólogo do tio, com pausas de silêncio.
— Então fiquei pensando nisso. Dói, claro que dói, ser corno e ainda por cima consentido. Mas pra mim vale mais a felicidade da minha esposa. E com certeza prefiro que você também seja feliz com ela, você é como um filho e quero o melhor pra você. Não ia gostar que ela Se eu tivesse um amante desconhecido, um homem que qualquer um sabe a condição dele e da rua, que poderia vir à tona. Aqui tudo fica em casa, ninguém desconfia.
- E veja bem, cheguei a essa conclusão, deixar vocês nessa relação sem interferir. Mas vou impor duas condições.
Marcos olha para o tio, esperando.
- Primeira, nunca vai contar pra ela que eu sei.
- Segunda, quero que trate ela como uma rainha, com o máximo de delicadeza, com o máximo de ternura. Que a faça muito feliz. Dê tudo o que ela pedir. Ela é muito sensível, merece um tratamento requintado, suave. Também na cama. Me promete que vai cumprir tudo isso?
O sobrinho está sobrecarregado, tenso. Nunca imaginaria essa confissão do tio. Mas no final, fala.
- Sim, tio, sim. Te prometo.
- Obrigado, filho, sei bem que vai cumprir. Depois dessa conversa, nunca mais vamos falar desse assunto.
Marcos deixa a cabeça cair sobre a mochila e fecha os olhos. No final, um sono doce o pega e, meio adormecido, pensa que, embora o tio tenha um pouco de razão, não tem toda a razão.
- Que curioso, tantos anos casados e o tio não descobriu a mulher que tem em casa. A tia não é exatamente como meu tio diz. Ela sabe ser muito sensível e suave, mas gosta de mais coisas. É muito mulher. Tenho certeza de que, aos poucos, vai querer sexo forte e eu vou ter que dar porrada nela, com o tempo...
Ele finalmente adormece e entra num sonho erótico. Sonha que está sozinho com a tia, vestida com lingerie fina e salto alto. Estão na sala de casa, ela de pé, dobrada sobre o sofá com a bunda exposta, enquanto ele, por trás, a sodomiza sem piedade, dando fortes tapas nas nádegas já vermelhas. A mulher grita descontrolada, mas pede mais e mais...
Será que os sonhos são muitas vezes premonitórios do que vai acontecer depois?
O tio é irmão de verdade da mãe do Marcos. Eles não têm filhos e aceitaram felizes a companhia do sobrinho. O tio sempre teve um carinho muito especial pelo garoto, e desde pequeno ele passava temporadas com eles. O tio tem 65 anos, aposentado há dez anos por causa de um acidente de trabalho que deixou a perna dele ruim. Ele precisa usar uma muleta. A situação causou uma depressão forte nele, e ele não é nem sombra do que era. Mas continua de boa com o garoto. Eles saem juntos pra tomar umas cervejas, ver o time local de basquete, e às vezes Marcos acompanha ele na pescaria, que é um dos hobbies do tio. Vicente, que é o nome dele, também adora jogar cartas num bar perto de casa com os amigos, onde passa bastante tempo.
A tia, Marina, é mais nova, tem 55. Ela é pequenininha, tem um corpo bonito, gosta muito de se arrumar, é vaidosa. Rosto bonito, com uns olhos lindos cor de mel. Ela costuma se vestir quase como uma jovenzinha, roupa justa, saia meio curta... Como é magrinha, pode usar isso. Também tem um carinho especial pelo sobrinho do marido. O fato de não ter filhos faz ela colocar todo esse amor maternal nele, e sempre gostou quando ele ficava com eles. Agora que ele está morando de vez em casa durante o curso, ela está feliz e cuida dele com todo cuidado.
Mas além desse carinho de família desde pequeno, Marcos sempre sentiu uma atração especial pela tia Marina. Sempre viu algo mais nela, se sentiu atraído por ela como mulher. Já com dez anos, ficava muito feliz quando ela abraçava ele e, como quem não quer nada, aproveitando que ainda era criança, se apertava bem contra os peitinhos duros da tia.
Agora Na casa dela, ele fica dando umas olhadas cheias de desejo, mais ou menos disfarçadas, que ela percebe bem, mas não liga. Essa paquera natural dela e o carinho especial que sentem um pelo outro fazem com que ela fique à vontade e não se preocupe em esconder as coxas quando senta no sofá de pernas cruzadas na frente do sobrinho, ou quando o roupão de casa abre mais do que devia, sem sutiã. Os peitos, por serem pequenos, ficam firmes e bem retinhos. No silêncio da noite, na cama dele, Marcos bate umas quantas punhetas pensando neles.
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Neste sábado, Marcos saiu tarde com uns amigos. Ele é responsável e não costuma se meter em bagunça, mas hoje, sem perceber, exagerou. Começaram a beber e, como não tá acostumado, a bebedeira foi completa.
Já são meia-noite e batem na porta de casa. A tia vai abrir, tava vendo TV e esperando o sobrinho, nunca dorme sem ele chegar. O tio já tá dormindo há um tempão.
Dois amigos trazem o Marcos, segurando ele. Ele mal consegue andar ou falar, só balbucia. Os amigos, meio sem graça, entregam o garoto pra tia.
— A senhora, ele exagerou um pouco, desculpa.
Eles vão embora rápido, não querem confusão. A Marina segura o sobrinho como dá e leva ele pro banheiro, porque já imagina o que vai rolar. E é isso, Marcos começa a ter umas ânsias violentas, e a tia não tem tempo de levantar a tampa do vaso. O garoto vomita pra caralho em cima da pia, ainda bem que não cagou no chão.
O sobrinho sujou a roupa sem conseguir evitar. Também tá meio sujo, certeza que caiu no chão na rua. Ela senta ele e, como pode, tira a roupa e os sapatos, deixando ele pelado, e mete ele no chuveiro. O garoto praticamente não percebe nada.
— Bom... — ela fala — acho que é como quando ele tinha dez anos. anos...
Mas o garoto já tem 18 anos e exibe um membro espetacular. Mesmo em repouso, a tia percebe que é uma boa piroca.
- Caralho, quando estiver dura, deve ser digna de ver. Que pauzão que você tem, filho, que sorte daquela que tiver isso dentro dela...
A tia faz esses comentários em voz baixa, como se fosse para si mesma, certa de que o garoto, com a baita bebedeira, nem percebe nada. Ela o lava com cuidado, mas com esforço, já que ele cambaleia e ela precisa segurá-lo. Bem ensaboado, passa a esponja por todo o corpo do garoto, incluindo os genitais. O pênis do jovem, com o atrito e também por causa do álcool ingerido, está começando a ficar meio duro.
- Melhor terminar, senão além de vomitar pela boca, ele acaba gozando também, não me surpreenderia com essa bebedeira.
Ela o seca com a toalha e, abraçando-o bem pela cintura para segurá-lo, leva-o até a cama, onde o deixa cair, sem que ele reaja ou perceba nada do que está acontecendo. Para que ele não fique nu, a tia pega uma cueca e, com esforço, coloca nele. Agora sim, dormindo e mais relaxado, a ereção está completa. A tia fica bem impressionada.
- Porra, nunca vi nada igual. Quem dera seu tio tivesse tudo isso...
Ela vai para a cama, se sente meio estranha, mas feliz. Deita-se dando uma olhada no marido, que ronca tranquilamente.
- E esse, como sempre, sem perceber nada.
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Na manhã seguinte, Marcos acorda tarde, com uma baita dor de cabeça. Depois de se lavar e se vestir, vai tomar café. A tia o vê chegando e sorri com satisfação.
- E aí, como você está, filho?
- Minha cabeça tá doendo muito, tia.
- Que bebedeira que você pegou, isso não é normal em você. Melhor seus pais não ficarem sabendo.
- É. Desculpa, tia, não vai acontecer de novo. Não lembro de nada.
- Bom, seus amigos te trouxeram. Você vomitou, tive que te dar um banho e te deitar.
- Pois não me lembro, tia. E você me deixou pelado?... Que vergonha.
- Filho, não vou me assustar agora na minha idade… hahaha.
- Tá bom, tá bom, tia… Não me fala mais, que tô morrendo de vergonha…
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É domingo e Marcos e o tio foram pro rio perto daí, pescar. Marcos não curte muito esse hobby, mas faz pra agradar ele. Às vezes leva um livro e lê pra passar o tempo.
Agora tão sentados, de olho nas varas de pescar.
- E como é que cê tá com as minas, sobrinho? Agora parece que é fácil, diferente dos meus tempos, que era impossível pegar alguém.
- Bom, depende, tio. Não é tão fácil, cê pensa. Muito flerte, muita palhaçada, mas não pense que elas se entregam fácil.
- É, imagino. Além disso, as mulheres na sua idade são meio bobas, metidas. Começam a perceber o poder dos encantos delas, os homens correm atrás e elas se acham as rainhas de Sabá. Ficam orgulhosas e às vezes até esnobes.
- É, acho que sim, tio.
Vem um longo silêncio, os olhos perdidos na água.
- Sabe, Marcos? O ideal pra um garoto da sua idade, que tá começando a provar os prazeres femininos, é se soltar com uma mulher madura. Se você tiver essa sorte, nunca despreza, aproveita, porque vai ser sortudo.
- E o que as milf têm de bom, tio?
- Justamente isso, que são milf. Mulheres já com experiência, que já viveram. Sabem o que querem, sabem ser carinhosas e femininas, apaixonadas. E principalmente, pra um garoto como você, a vantagem de foder no pelo, não precisa se preocupar com aquele rolê de camisinha.
- Vou levar em conta, tio.
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Será que o conselho do tio foi uma premonição? A vida tem muitas voltas e surpresas, e Marcos não imaginava que a madura que o tio recomendava tava bem pertinho.
É inverno e Marcos foi Peguei uma gripe forte pra caralho.
- Esse teu costume de fazer esporte correndo na rua com esse tempo – a tia repreende ele –, viu, pegou um resfriado daqueles.
Ela serve café bem quente e o garoto vai deitar cedo. Mas a febre vai subindo. A tia dá uma olhada de vez em quando, mede a temperatura, cobre ele, com muito cuidado.
Já noite avançada, o sobrinho começa a tremer. A febre provoca um frio danado, com calafrios fortes. A tia joga mais um cobertor por cima. Fica do lado dele, sentada numa cadeira, vendo como o garoto evolui. Perto da meia-noite, a tia entra um instante no quarto do casal pra dizer ao marido que vai ficar no quarto do garoto, que quer vigiar como ele passa a noite, que não está tranquila. O marido, meio dormido como sempre, diz que tá bem. O quarto do garoto tem duas camas, então tudo parece normal.
Marina se deita na cama ao lado e levanta de vez em quando. Os calafrios do garoto não param. Então, num impulso de decisão, ela puxa os lençóis e cobertores e se mete na cama do garoto, que continua tremendo.
- Me dá um espaço, querido… Isso aí. Encosta em mim. Pronto, assim… Vê se pega um pouco de calor, você tá gelado. Gruda em mim, isso aí, imagina que é como quando você tinha oito anos e dormia comigo.
Os dois estão deitados de lado, frente a frente. Marina abraça o garoto, puxa ele contra ela, os corpos colados. Até pra dar mais calor, passa uma coxa por cima das dele. Ficam assim, os rostos também bem juntinhos, sentindo a respiração um do outro. O garoto agora cochila, já meio exausto, agradecendo o calor que a tia empresta.
Quase sem se mexer, passam umas duas horas. Os remédios antitérmicos que a tia deu fazem a febre do Marcos ir sumindo. Já aquecido e depois do sono reparador, o jovem volta à realidade e percebe a situação. Uffffffffffffffff, caralho. Tô aqui com minha tia, grudada em mim… O que eu faço?
Ele não sabe se afasta devagar dela, que dorme tranquilamente, e vai pra outra cama. Tá com vergonha, mas também tá muito gostoso do lado da mulher. Sente o calor dela, o perfume e o contato com a pele dela que é uma delícia, uma pele tão quentinha, tão macia. Então ele cria coragem e se aperta bem contra ela, abraçando ela pela cintura, com um pouco de medo dela acordar e, ao ver que já não tem mais febre, levantar.
A mulher tá de camisola bem leve e curta e, como é normal deitada, ela tá arregaçada até a cintura, onde Marcos tem o braço apoiado. Meio envalentado já, ele começa a mexer o braço devagar e enfia a mão por baixo da camisola, subindo pelas costas. A sensação que a pele da mulher passa, o calor dela, é uma delícia. Não tem pressa e também não quer fazer nada que possa incomodar ela. Tudo bem devagar, bem delicado. Deixa a mão nas costas, aberta, por um bom tempo. Depois desce até a cintura. Espera mais um pouco.
Agora já se atreve a mais. A mulher respira de forma calma, tranquila, se deixa fazer, dá pra ver que tá relaxada, meio sonolenta. Marcos aperta ela forte e sente a maciez do peito feminino no dele através do tecido das roupas de dormir. Mas por baixo não se atreve a encostar nela, porque tá com uma ereção do caralho, então mantém a bunda meio afastada.
Continuam assim, enquanto os minutos passam. O menino sobe e desce a mão pelas costas dela, e desce de novo até a cintura. Sabe bem que se descer mais vai encontrar a bunda nua da tia dele, ela nunca usa calcinha pra dormir, só a camisola leve.
- Se eu tocar na bunda dela, talvez ela não queira continuar e levante…
Mas o tempo passa nessa cumplicidade mútua e no fim Marcos se anima. Coloca a mão aberta sobre a bunda da mulher. Deixa parada, esperando a reação dela. Ela não diz nada, mas a respiração dela… muda, tá mais agitada.
- Acho que ela tá começando a acordar…
Agora sim, ele se aperta com o corpo inteiro contra a tia. A pica dura igual um poste se enfia por baixo do pano da camisola e pressiona forte contra a barriga da mulher. Do mesmo jeito que ela fez com a febre, agora é ele quem passa a coxa por cima das dela. A mulher é miúda e o garoto é forte, então o corpo da tia fica meio escondido pelo do sobrinho.
Mais um tempão curtindo esse contato mútuo. Depois ela empurra ele de leve pra se soltar.
- Acho que isso já era, a tia não quer mais. Que pena.
Marcos observa na penumbra a reação dela. Ela sentou na cama e, com um gesto bem natural, tirou a camisola pela cabeça, levantando os braços sem pressa, como se estivesse se deliciando naquele momento antes da nudez. O sobrinho olha empolgado. A tia faz um sinal pra ele se despir também, e o jovem obedece na hora, ficando pelado também.
Ela se deita de novo perto dele, mas sem se fundir no abraço de antes. Agora fica colada no lado dele, mas de barriga pra cima. Marcos não entende direito e espera. Ela pega a mão do garoto e leva até os peitos dela.
Simmmmmmm...! São os peitos da tia dele, os peitinhos miúdos que ele tanto desejou, que ela tantas vezes insinuou com a blusa ou o roupão meio desabotoado. Quanto leite o sobrinho já derramou pensando nesses peitos nas noites de insônia, batendo uma.
São peitos pequenos e ainda firmes. Com bicos bem salientes e grossos. Quando passa a mão neles, Marcos sente como eles endurecem e crescem mais. Nenhum dos dois fala nada, o silêncio parece ser o acordo mútuo. Embora o tio durma pesado, é bom ter cuidado.
Marcos massageia, aperta, acaricia sem pressa as tetas da mulher, por um tempão, sem se cansar dessa delícia. De novo, é ela quem decide o próximo passo. Pega na mão dela de novo e desliza pela barriga dela até chegar no púbis. Aí ela abre as pernas, oferecendo o fruto dela pro garoto. Dá a buceta dela, pra ele.
Marcos já sabia o que ia encontrar, aquele matinho macio de pelo. Sabia que a tia dele tinha a buceta peluda, porque muitas manhãs ela entrava assim no quarto pra acordar ele, só de camisola, e pela claridade da janela dava pra ver o triângulo de pelos. Sensação gostosa, sentir na mão os pelos crespos e macios da buceta feminina. Acaricia sem pressa, passando os dedos pela fenda molhada da mulher. Agora a respiração ofegante dela se mistura com um gemidinho de prazer, bem baixinho, mas contínuo. Marcos fala consigo mesmo de novo.
- Não acredito... Isso não pode ser verdade... Minha tia, com a vontade que eu tinha dela, tá deixando eu fazer de tudo... Será que ela vai deixar eu comer?
São as dúvidas de um jovem ainda inexperiente. Qualquer homem experiente saberia que uma mulher que chegou nesse ponto tá pronta pra tudo. Marcos se aproxima mais dela pra esfregar melhor e se levanta um pouquinho pra olhar também entre as pernas da tia. A buceta dela é bonita, carnuda, inchada, e o mais especial, entre os dois lábios aparece um pouco o clitóris grande, duro. O sobrinho massageia devagar o botãozinho do prazer. Ela aumenta a respiração ofegante.
Nova iniciativa da coroa. Agora ela pega ele pelo braço e puxa pra perto dela. A mulher finalmente fala bem baixinho, mas só uma palavra.
- Vem...
Marcos entende e com cuidado se coloca em cima da tia. Se apoia no cotovelo direito e nos joelhos, pra não jogar todo o peso dele nela, acha ela frágil, delicada, como um vaso valioso que pode quebrar. Ficar entre essas coxas que ele tanto desejou é algo excepcional. Ela abre o máximo que consegue e espera ansiosa a entrada do sobrinho, agora o macho dela.
Segura a própria pica com a mão esquerda e aponta pra Buceta peluda. Não que o garoto tenha transado muito, mas ele tem alguma experiência e já manja um pouco do assunto. Pra ele é fácil, um empurrão com a decisão certa, e o pau, embora grosso, desliza suave na cavidade molhada da tia dele, que tá dilatada e encharcada ao máximo. A mulher fala de novo, mais um monossílabo quase inaudível.
- Bem….
O gemido suave agora é mais longo, mais profundo. Ela fecha os olhos e abraça o garoto pelo pescoço, puxando ele. Ele começa um movimento de mete e tira que o leva a um prazer nunca sentido antes. O tio dele tinha razão, que diferença de transar com camisinha pra fazer igual agora, totalmente livre. Cada entrada e saída é mais gostosa. A mulher continua se molhando e a piroca chapinha nessa buceta molhada com a maior confiança.
- Porra… tô comendo minha tia….e ela é uma gostosa do caralho…
Sempre os pensamentos, sem coragem de falar. Os dois transam naquele silêncio imposto pela proximidade do tio, que embora nunca costume levantar da cama à noite, é preciso ter cuidado.
Marcos sente que algo tá rolando. Ela se agita, aperta ele com as pernas, abraça ele com mais força pelo pescoço. Levanta os quadris como pode pra se apertar mais. O sobrinho sente como a umidade dela aumenta. O gozo da coroa o garoto sente perfeitamente. Agora ele olha pra ela pela primeira vez desde que começou a foda, antes não tinha coragem. A tia tá realmente linda pra caralho com o orgasmo. Ela tem os olhos fechados e ele agradece, porque olhar ela de frente tão perto ia dar vergonha. É a primeira transa e por mais natural que queiram ver, tem um parentesco, mesmo que seja político.
Depois do orgasmo forte, ela abre um pouco os olhos, como se tivesse tonta. Relaxa os músculos antes tensos, dos braços e pernas. Agora Marcos se atreve a falar algo pra ela.
- Gozou, tia…?
- Gozei, amor. Termina você….
O jovem entende que ela tá desconfortável, com O marido no quarto ao lado. Então, como já faz um bom tempo que ele está se segurando o máximo que pode pra não gozar, ele só dá meia dúzia de metidas com força, e depois goza com toda a sua potência, castigando com o púbis o clitóris da tia. Na hora, um jato forte de porra, típico da juventude, acaba bem no fundo dela. A mulher sentiu perfeitamente a gozada do garoto dentro dela, espera um momento pra ele relaxar e depois dá uns tapinhas nas costas dele, incentivando ele a sair de cima. Marcos se deixa cair de lado, exausto e feliz. Ela se levanta ágil e o jovem ouve ela ir até o banheiro se lavar e depois seguir pro quarto do casal. O adultério foi consumado, assim, na mesma casa, do jeito mais discreto.
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Foi muito prazeroso pros dois, uma experiência deliciosa, e a tentação de estarem tão perto, tudo tão discreto, faz com que os dois queiram repetir... quem é que não gosta de um doce?
Então o próximo encontro rola na mesma manhã, mas já mais calmo, mais tranquilo, já sozinhos em casa, sem aquele medo, aquele silêncio forçado pela presença do outro. Nessa manhã, a coroa se solta.
É sábado e Marcos não tem aula, o que permite ele acordar mais tarde, e além disso, a febre da noite, junto com a foda inesperada, fazem ele ficar mais tempo na cama que o normal. O tio, sempre carinhoso, entrou pra perguntar como ele está. Depois saiu pra rua dar a caminhada de sempre pela área, acompanhado de algum amigo.
Pouco depois dele sair, a tia entra. Ela está com uma camisola diferente, um pouco mais ousada que a da noite, e continua sem calcinha, coisa que Marcos percebe na hora. Além disso, está mais arrumada, muito bem penteada, levemente maquiada, perfumada. Ela está realmente gostosa e o sobrinho se delicia olhando pra ela. A tia percebe e se move cheia de charme pelo quarto, arrumando algumas coisas. coisas, mas na verdade ela está se exibindo. Ela se abaixa e, com aquela camisola curta, insinua a bunda e, na frente, mostra parte dos peitos. Ninguém que olha para ela imagina que já tem 55 anos, pensa o garoto. Ela se senta de um lado da cama, com um gesto doce de mãe cuidadosa.
- E aí, querido? Dormiu bem? Já não está com febre?
Ela coloca a mão na testa dele para verificar a temperatura.
- Muito bem, já está normal. Talvez você tenha suado um pouco ontem à noite...
O comentário vem acompanhado de um gesto meio safado. Marcos se anima.
- Tia, você está realmente gostosa, adorei.
- Obrigada, amor. Mas espera um momento, que falta um acessório importante.
Ela sai do quarto do garoto por um instante e volta com sapatos de salto agulha. Erguida, elegante, agora está ainda mais espetacular. Depois de dar umas voltas pelo quarto, volta a se sentar na cama do jovem, numa postura ousada. Ela tem uma perna dobrada, em cima da cama, e o outro pé no chão. Um pouco aberta. Com a camisola curtinha subindo e os movimentos, aparece o triângulo peludo do púbis. Marcos olha para a entreperna dela. Ela percebe.
- Gostou, amor?
A tia quer que ele veja bem a intimidade dela. Agora ela abre totalmente as pernas e estica com as mãos a pele dos lados da buceta, que se abre, mostrando o interior, rosado e suculento.
- O que você acha, meu amor?
- Lindo, tia, principalmente o clitóris, é enorme...
- Sim, é grande e quando fico com tesão fica espetacular. Tenho que tomar cuidado quando uso roupa justa ou quando visto o biquíni, porque aparece.
O pau de Marcos vai ficando um pouco duro debaixo do lençol.
- Me diz... você gostou do que aconteceu ontem à noite?
- Muito, tia, muito... você me fez muito feliz. Mas não sei, fico meio sem graça, por causa do tio... Acho que não é certo.
- Não se preocupa, querido. Somos só homem e mulher, não pensa agora no teu tio, nem na tua mãe, ou no teu pai… Não temos consanguinidade, simplesmente a gente se precisa um pouquinho um do outro. Não acha?
O garoto acena que sim. Ela, enquanto fala suavemente, com uma voz bem melosa, afasta o lençol e pega no pau do homem, massageando devagar. Ele se deixa fazer, sem oferecer resistência nenhuma, claro.
— Você é muito homem, amor… Que viril você é, de verdade. Tô te excitando?
— Claro, tia, claro… ué… se você tá uma gostosa…
— Uffff, que alegria você me dá, céu. Gostosa eu, já com 55 anos. Bom, se você me vê assim, eu tô felizona, me lisonjeia. E quando você quer repetir o de ontem à noite, minha vida?
— Agora mesmo se você quiser, tia…
— Tô de acordo, meu amor, agora mesmo. Seu tio vai demorar um bom tempo pra voltar.
Ela faz de novo o gesto da noite: tirar a camisola devagar. Fica com os sapatos nos pés, segura de que o garoto gosta e que isso dá um toque de provocação. Marcos espera pra ver o que rola, sem saber bem o que fazer. Mas não precisa, é ela de novo quem decide. E se senta montada em cima dele, nua, aberta, gulosa, sem a tensão da madrugada. O rosto da mulher mostra bem o desejo dela, é uma cara de mulher safada, carente.
— Não se mexe, amor, deixa eu fazer…
A mulher agarra o pau duro, coloca ele na vertical e, de joelhos, guia até a entrada molhada dela. Tá muito quente. O sobrinho até sentiu umas gotas do mel escorrendo nas bolas dele. A tia se deixa cair agora e enfia o pau inteiro sem piscar. Orgulhosa do poder feminino dela, olha pro garoto com aquele sorriso de mulher no cio. Senta de vez, deixando o peso leve cair sobre o corpo do sobrinho. Totalmente empalada, não cabe mais, porque não tem mais o que enfiar. Marcos sente nessa posição a penetração funda, completa, o pau todo encaixado na buceta. até o fundo da sua querida tia. Ela não faz nada, ela manda, ela começa a se mexer devagar, roçando a buceta molhada contra o garoto.
- Porra, que gostoso, céu.. Tô completamente cheia, que delícia, adoro isso.
Agora, assim, com o corpo reto, os peitos da mulher parecem maiores para Marcos. Eles ficam na cara dele quando ela se inclina pra frente e enfia eles na boca dele.
- Chupa meus peitos, céu… come meus bicos… isso, sim sim, isso é…
Com as mãos apoiadas no peito do sobrinho, a mulher mexe a bunda com estilo, pra trás, pra frente, em círculos. O jovem se sente cada vez mais molhado com os fluidos femininos. Ele sente perfeitamente o clitóris crescido, duro, roçando na pele dele, por cima do pau dele.
Ela para um pouco de vez em quando e se levanta sobre os joelhos, tirando o membro. Quer prolongar um pouco mais o delicioso momento. Quando faz isso, se inclina pra frente e dá ao jovem uma longa sequência de beijos intensos. Nesses breves descansos, eles conversam um pouco.
- Como eu tava precisando disso que você tá me dando, amor, tava tão carente…
- O teu marido não te satisfaz?
- Não. De jeito nenhum. Ele é um bom homem, me ama muito, mas não é um macho à minha altura. Faz muito tempo que não transamos.
- E você já foi infiel alguma outra vez?
- Então, não, nunca tive coragem, até agora com você. Mas se eu soubesse antes… hahahaha.
- Olha que você é putinha, tia…
- Você não sabe o quão vadia eu posso ser, vai descobrindo aos poucos, céu.
A tia desce de novo e enfia o falo de volta até as entranhas.
- Ummmmm… filho da puta, que gostoso você me dá, desgraçado…
- Acho, tia, que vou gozar. Não aguento mais.
- Tá bom, amor, vamos juntos, eu também tô perto. Mexe um pouco, isso… aperta meus peitos, assimiiiiiiii, assimiiiiiiiiiiiiii.. Enfia fundo, siiiiiim, mete tudo, todaaaaaa………..
-
Já tá bem enfiada, então o Marcos, pra agradar ela, empurra forte pra cima, levantando os quadris e erguendo a tia no ar, bem agarrado na cintura dela.
Agora não é como de madrugada, que o silêncio era obrigatório. Agora ela se solta de verdade, gemendo sem vergonha, enquanto o segundo orgasmo do dia vem agora sem freio. O Marcos já gozou dentro da mulher, mas ela continua se mexendo e gemendo por mais uns momentos, pra surpresa do sobrinho, que não conhecia orgasmos femininos tão intensos e longos.
- Meu tio tinha razão, com essa história de milf… que mulher…
Depois ela se deixa cair sobre o garoto, com o corpinho leve. O Marcos puxa o lençol pra cobrir os dois e deixa ela ali por um bom tempo. Ela pesa pouco e ele aguenta bem o contato gostoso da tia carinhosa. Apesar de ter gozado, ele ainda mantém o pau duro por um tempão, dentro da tia. Os dois bem relaxados, naquele contato íntimo e delicioso. Por fim, o pau amolece e sai de dentro da madura.
Ela, satisfeita, se senta.
- Vou pro banheiro, querido… Você me deixou com a buceta que não é brincadeira… Me deixa como nova, você não faz ideia do quanto eu precisava disso. Anda, levanta também, toma um banho e se veste pra quando seu tio chegar, estar tudo em ordem. Essa tarde, depois do almoço, ele vai jogar a partida de cartas dele. Quem sabe, a gente não aproveita pra fazer o terceiro… hahahaha.
Com uma risadinha safada, a mulher sai do quarto.
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Já fazem uns três meses, tempo em que os encontros íntimos entre tia e sobrinho rolaram sempre que tiveram chance. Agora é um novo domingo de pesca. Na beira do remanso do rio, o tio, sentado na cadeira de pescador, observa as varas, com aquele olhar infinito, cheio de paciência, dos pescadores. O Marcos, deitado na grama, a cabeça apoiada na mochila como travesseiro, olha pro céu vendo as nuvens passarem. Entre as copas das árvores do rio. Longos silêncios, coisa típica de pescador também.
No final, o tio fala.
— Como é que tá com a sua tia, Marcos?
— Bem, tio, bem. A tia sempre foi muito carinhosa comigo, tudo à disposição, a comida que eu gosto, minha roupa, etc. Tô muito à vontade com vocês.
Marcos respondeu com simplicidade e sinceridade, sem pensar em outra coisa além daquela resposta. Mas o tio insiste.
— Eu sei, eu sei... Bem por aí, por esse lado. Eu tô falando de outra coisa...
— Então me fala, tio.
— Tô falando da cama, querido sobrinho, da cama, se você se entende bem com sua tia na cama...
Marcos empalidece, emudece, engole seco. Não esperava por isso. Gagueja e se levanta meio assustado.
— Eh, eh, tio, isso... eh...
O tio o acalma com um olhar rápido e um sorriso leve.
— Calma, Marcos, calma, não tem problema. Eu sei disso há algumas semanas, sou limitado fisicamente, mas não de mente. Isso se percebe, os detalhes, a felicidade da minha mulher... Era fácil de imaginar.
Marcos não consegue articular palavra. O tio continua falando, mas com voz calma, sem se alterar, sem demonstrar nenhum tipo de irritação.
— Olha, Marcos. É muito triste um homem não conseguir satisfazer a mulher dele, e eu com sua tia já faz tempo que não dou conta, sou muito limitado nesse sentido. E te digo, nessa situação, não tem nada mais egoísta do que um marido que não cumpre e ainda obriga a mulher a ser fiel. É um contrassenso, deixar ela castigada, carente, frustrada. Não tem cabimento.
Segue o monólogo do tio, com pausas de silêncio.
— Então fiquei pensando nisso. Dói, claro que dói, ser corno e ainda por cima consentido. Mas pra mim vale mais a felicidade da minha esposa. E com certeza prefiro que você também seja feliz com ela, você é como um filho e quero o melhor pra você. Não ia gostar que ela Se eu tivesse um amante desconhecido, um homem que qualquer um sabe a condição dele e da rua, que poderia vir à tona. Aqui tudo fica em casa, ninguém desconfia.
- E veja bem, cheguei a essa conclusão, deixar vocês nessa relação sem interferir. Mas vou impor duas condições.
Marcos olha para o tio, esperando.
- Primeira, nunca vai contar pra ela que eu sei.
- Segunda, quero que trate ela como uma rainha, com o máximo de delicadeza, com o máximo de ternura. Que a faça muito feliz. Dê tudo o que ela pedir. Ela é muito sensível, merece um tratamento requintado, suave. Também na cama. Me promete que vai cumprir tudo isso?
O sobrinho está sobrecarregado, tenso. Nunca imaginaria essa confissão do tio. Mas no final, fala.
- Sim, tio, sim. Te prometo.
- Obrigado, filho, sei bem que vai cumprir. Depois dessa conversa, nunca mais vamos falar desse assunto.
Marcos deixa a cabeça cair sobre a mochila e fecha os olhos. No final, um sono doce o pega e, meio adormecido, pensa que, embora o tio tenha um pouco de razão, não tem toda a razão.
- Que curioso, tantos anos casados e o tio não descobriu a mulher que tem em casa. A tia não é exatamente como meu tio diz. Ela sabe ser muito sensível e suave, mas gosta de mais coisas. É muito mulher. Tenho certeza de que, aos poucos, vai querer sexo forte e eu vou ter que dar porrada nela, com o tempo...
Ele finalmente adormece e entra num sonho erótico. Sonha que está sozinho com a tia, vestida com lingerie fina e salto alto. Estão na sala de casa, ela de pé, dobrada sobre o sofá com a bunda exposta, enquanto ele, por trás, a sodomiza sem piedade, dando fortes tapas nas nádegas já vermelhas. A mulher grita descontrolada, mas pede mais e mais...
Será que os sonhos são muitas vezes premonitórios do que vai acontecer depois?
1 comentários - Tia, que putinha você é…