Zaira e Wanda Nara: Gostosas Demais

Zaira caminhava devagar em direção à casa da irmã Wanda, era um longo trajeto, uns três quilômetros em linha reta pela estrada principal daquele pequeno povoado afastado da cidade.

Era verão e fazia um calor danado, ninguém se surpreenderia com a leveza da roupa que ela usava, só uma blusa branca que deixava entrever o pequeno sutiã rosa, uma saia bege bem curta que mostrava suas belas pernas e deixava imaginar suas coxas durinhas, e tênis brancos que combinavam com a blusa.

Faltavam dois quilômetros pra chegar e ela tava exausta, o calor era demais e ainda faltavam umas duas horas pra anoitecer.

Nesse instante, um carro vermelho passa por ela e diminui a marcha, quando chega perto, dá uma buzinada.

Intrigada, ela para enquanto a janela se abre, e faz um aceno ao ver quem é o motorista.

— Oi, Zaira!
— Oi, Jakob! — respondeu a garota, indo na direção do rapaz, que ela conhecia bem, pois era amigo de Mauro, marido da irmã dela.
— Pra onde você vai com esse calor? Vai fritar!
— Vou na casa da Wan, ela me convidou.
— Vamos, te dou uma carona — disse Jakob, e abriu a porta do lado do passageiro.
— Não precisa, vou andando, valeu — recusou Zaira.

Depois de muita insistência, ela acabou aceitando o convite e entrou no carro, não queria fazer isso porque sabia que o cara tava de olho nela há um tempão, e já não sabia mais como explicar que não queria nada com ele.

Jakob ligou o carro e acelerou, isso aliviou Zaira, porque em alguns minutos estariam na casa da irmã e ela não teria que aturar as investidas insistentes do rapaz.

Mas quase chegando no destino, o cara acelerou o carro, Zaira olhou pra ele sem entender e, ao passar na frente da casa da irmã, gritou:
— É aqui! Para!
— Não — foi a única resposta que ela teve.

Zaira se arrependeu de ter aceitado, sabia que isso ia acontecer, Jakob ainda não tinha entendido que ela não queria nada com ele, bom, era a última vez. Uma vez que tentaria explicar pra ele, então respirou fundo e começou a falar.
— Olha.
— Quieta, não quero ouvir nada — interrompeu o garoto, seco.
— Se você acha que... — continuou Zaira.

— Quieta, eu disse! — gritou o rapaz, com uma ênfase que fez Zaira decidir não falar mais nada até as coisas se acalmarem.

Jakob girou o volante e o carro entrou num caminho abandonado, que dava num morro cheio de pinheiros. Ele se embrenhou ali e estacionou o carro.

Em seguida, tentou beijá-la. Ela virou o rosto e os lábios do rapaz tocaram a orelha dela, que ele lambeu com a língua num gesto obsceno.

A garota se irritou e começou a xingar Jakob, gritando que não ia sair com ele, que não gostava dele de jeito nenhum, que a levasse pra casa da irmã dela imediatamente.

A mão esquerda do garoto agarrou a blusa dela e puxou com tanta força que o tecido rasgou na altura do pescoço, deixando à mostra o sutiãzinho que ela usava.

— Cê tá louco? — gritou a jovem, mas a visão dos peitos escondidos debaixo do sutiã já tinha nublado a mente do rapaz, que se jogou em cima dela, esmagando-a com todo o peso.

Ela gritou, mas foi em vão. A mão direita de Jakob já tinha se enfiado por baixo da saia e apertava a coxa dela com força, enquanto a esquerda entrou por baixo da blusa rasgada e apalpava os peitos dela descaradamente.

Ela sentiu a língua do cara no rosto dela e gritou de novo. Com as mãozinhas, tentou empurrar o corpo dele, mas era impossível — ele era muitos centímetros mais alto que ela e os braços dele eram musculosos e fortes.

O jovem continuou com o que queria e apertou um peito com força, com tanta força que Zaira gritou de dor e a boca dela pareceu se desencaixar, ato que Jakob aproveitou pra enfiar a língua na boca dela.

Enojada, ela arranhou a bochecha esquerda dele, e o jovem soltou um uivo. Olhou pra ela com raiva e deu um tapa que virou o rosto dela.

A garota começou a chorar, pela dor do golpe, mas ainda mais porque... Estava pressentindo o que vinha por aí, implorou pra ele deixá-la, pediu pra sair do carro.
Jakob pareceu reagir, se afastou dela e saiu do carro, andou alguns passos e ficou olhando uma árvore enquanto pensava no que fazer. Zaira ficou dentro do carro e ajeitou a roupa o melhor que pôde, a bochecha ardia do tapa e ela se olhou no retrovisor com medo de ter um hematoma, mas só estava bem vermelha.

O garoto entrou no carro e ela não disse nada, achando que tinha acabado, mas não foi assim. Ele partiu pra cima dela de novo, com mais violência que antes. Num puxão, rasgou a blusa e, sem parar, arrancou o sutiã. Os peitos brancos apareceram, com dois lindos bicos como cerejas.

A saia também voou e Jakob tocou a parte íntima por cima da calcinha fio-dental, da mesma cor do sutiã. A garota infeliz apertou as coxas com força, tentando evitar o contato com a intimidade, mas a mão já estava lá e um dedo esfregou forte o clitóris dela, causando uma dor forte.

Um caminhão passou perto e a garota pediu ajuda com todas as forças. Pra calar a boca dela, o cara enfiou um soco embaixo do abdômen que a dobrou e fez ela abrir a boca, procurando ar desesperadamente.

As lágrimas escorreram pelo rosto dela. Ela já não conseguia reagir de medo de levar mais porradas, e ele tirou a calcinha dela. A virilha cheia de pelos crespos apareceu na frente dele, e ele levou a mão pra lá.

— P-por favor! Não! — gritou ela.
— Vamos, você sabe que gosta — respondeu ele — faz tempo que você vem me rejeitando, mas chega.
— Não! Me deixa. Me deixa!

O garoto pegou o braço da jovem e torceu pra trás com dor. Zaira gritou de novo.
— Quero que você me peça pra te comer, implora pra eu meter, vamos!

Zaira não quis fazer, mas Jakob torceu o braço dela ainda mais e a dor ficou insuportável. Não teve jeito, ela aceitou.
— Fa-faz isso comigo. — disse ela. apenas sem voz.
–Como? –perguntou o jovem enquanto dobrava mais a mão dela.
–Ah! Me faz! Me faz um love!
–Love? ha! que menina tão ingênua, eu não quero te fazer love, quero te foder! implora pra eu te foder!
–Fo-fode-me! não me machuca mais, por favor!
Então ele se ajoelhou entre as pernas dela, com o pau duro, bem preparado pro que vinha e a penetrou sem mais, causando uma dor enorme.
–Ah! Ah! devagar! devagar! tá me machucando!
Mas o garoto a penetrou com força, bombando intensamente enquanto com as duas mãos segurava as nádegas da garota, que gritava a cada estocada frenética, que ficaram mais fortes nos momentos finais do ato.
Com medo de que ele gozasse dentro dela, a garota gritou:
–Ah! Não! Tira! dentro não, pelo amor de Deus! Ahh!
–Uh! Sim, vai receber todo meu gozo dentro da sua buceta apertada!
–Não! Tira!
–Uh uh uh. então chupa ele e recebe todo meu gozo na sua boca.
–Não. ah! isso não.
–Então tudo dentro. uh uh uh uh.
–T-Tá bom. ah! Vou fazer! Vou fazer!

O garoto parou e tirou o pau dela, e aproximou ele do rosto lindo dela, ela tentou evitar, mas ele lembrou que gozaria dentro dela e a engravidaria, então ela decidiu aceitar, esticando a língua timidamente.
Jakob segurou a cabeça dela com as duas mãos e enfiou o pênis até o fundo, quase fazendo ela vomitar, ficou uns cinco minutos assim, tirando e enfiando o pau na boca dela.

–Agora me dá sua mão e faz uma boa punheta pra mim.

Zaira pegou o pau dele com as duas mãos e começou a mover pra cima e pra baixo, preferia isso a ter que engolir o esperma daquele cara, chorava de indignação, raiva e dor, mas queria sair dali o mais rápido possível, então se esforçou pra fazer o cara gozar.

Ele finalmente gozou, espirrou no rosto da moça e parte do pescoço dela, o esperma quente escorreu até chegar nos peitos dela, isso deu um nojo indescritível na garota, que se sentiu aliviada achando que tudo tinha acabado, mas não foi assim. Ainda faltava muito mais.

A noite chegou e Zairita tinha sofrido todo tipo de vexames e humilhações, a mais nojenta quando gozou na boca dela e ela sentiu o esperma grosso descendo pela garganta, o que lhe deu ânsias fortes, a mais dolorosa quando ele penetrou o cu virgem dela, que a fez gritar de dor de partir o coração, a mais vergonhosa foi quando ele a obrigou a fazer um 69, porque apesar da dor e frustração que sentia, o contato da língua molhada na buceta dela provocou sensações estranhas que ela nunca tinha sentido.

Depois disso, Jakob ligou o carro e começou a voltar para a cidade, enquanto a garota soluçava desconsolada, pensando em como ia explicar para a família o que tinha acontecido.

Chegaram na casa da Wanda e Zaira estranhou quando o jovem desligou o carro e fez menção de descer, com medo de que ele quisesse abusar também da irmã dela, começou a pedir socorro aos gritos, mas ele bateu nela e a fez desmaiar.

Quando acordou, sentiu uma dor de cabeça forte, tudo girava e quando conseguiu focar a visão, desejou não ter conseguido.

Ela estava deitada na cama da irmã e uma pessoa estava apalpando ela descaradamente, tentou gritar mas estava amordaçada, procurou a irmã no quarto e encontrou ela deitada no chão, também nua, amordaçada e amarrada, sendo apalpada pelo Jakob?

Então ela olhou intrigada para descobrir quem estava apalpando ela, a surpresa foi maior ao ver que era o cunhado dela, Mauro, que estava tocando ela, olhou para ele com os olhos bem abertos, como se tentasse perguntar o que aquilo significava.

-Surpresa, hein? Não imaginava que seu cunhado te desejava tanto assim. -disse ele enquanto as mãos acariciavam as pernas macias dela.

A garota quis gritar com ele, questionar o que ele estava fazendo, mas um grito a fez se virar, era a irmã dela e ao vê-la, entendeu o porquê.

Jakob enfiava os dedos violentamente no cu da irmã dela, a cara da Wanda estava completamente vermelha, quis Ajudar, mas não tinha como se soltar, porque estava amarrada na cama.

— Você não sabe quanto te desejei. Não vamos esperar mais — disse Mauro — quero te comer — enquanto as mãos dele subiam, percorrendo todo o corpo indefeso de Zai.

Ele soltou as amarras da cama, mas não as do pulso dela, não queria arriscar. Ela se debateu, mas não adiantou nada. Ele sentou na cama e a pegou pela cintura, puxando os quadris dela contra a virilha dele. A vítima tentou resistir, mas o cunhado dela, o marido da irmã, queria estuprá-la.

Ele a penetrou por trás, rasgando ela de novo. Zaira se sacudia com força, tentando se livrar da dor que sentia no cu, mas a única coisa que conseguia era excitar ainda mais o estuprador com aqueles rebolados. Ela fechou os olhos, tentando pensar em outra coisa até aquilo passar. A dor era insuportável e, de repente, começou a sentir aquela sensação estranha na buceta. Sabia o que era. Alguém estava lambendo ela. Como da outra vez.

Tinha certeza de que Jakob estava passando a língua nela de novo e apertou ainda mais os olhos, mas estava ficando excitada de novo, e lágrimas de vergonha brotaram nos olhos dela. Tinha descoberto algo que a deixava louca e não conseguiu evitar soltar um gemido.

— Ah! Cê gosta, sua gostosa, hein? — ouviu a voz de Jakob.

Algo não estava certo. Ela ouviu o cara, mas sentia que ele estava lambendo ela, mas como era possível se ele estava usando a língua nela? Então abriu os olhos.

Jakob estava na cama, como ela pensava, mas não tão perto dela. Demorou um segundo para entender a situação, então percebeu que ele estava segurando a irmã dela, Wanda, pela bunda enquanto a penetrava de quatro, e a cabeça da irmã estava na intimidade dela.

Enquanto processava, um segundo tremor a sacudiu.

— Sim — sussurrou Mauro no ouvido dela — por que você acha que ela te convidou? Sua irmãzinha estava doida por você. Tanto quanto eu.

E enquanto Zaira observava Wanda, ela olhou nos olhos da irmã, sorrindo, enquanto a língua brincava com o clitóris dela. A garota não aguentou mais e o corpo dela se contorceu num orgasmo de prazer...
FIM.

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