Olá, amig@s do poringa.net:
Aqui vai mais um post das minhas histórias nunca contadas.
Hoje apresento minha ex-sogra.
Julia é uma mulher muito gostosa, tem 54 anos, muito bem vividos.
Viúva há um ano.
Com minha parceira, decidimos morar na casa dela. Enquanto reformávamos a nossa e, de quebra, não a deixávamos sozinha.
Sempre nos demos bem.
Mas com a convivência, rolou uns atritos entre nós. Principalmente entre minha sogra e eu.
Os barulhos do quarto, porque eu e minha parceira transávamos pra caralho.
E muitas vezes ela nos pegou em umas posições complicadas.
Vivia me dando bronca quando eu entrava no banheiro. Por costume ou esquecimento, eu deixava a cortina do chuveiro aberta, e se ela entrava, me via pelado me lavando.
Depois de 6 meses morando lá, minha parceira foi internada pra operar pedra na vesícula.
Quando cheguei da oficina, estava sozinho em casa. Como de costume, peguei minha roupa e fui pro banheiro tomar uma ducha e depois cozinhar pra quando minha sogra chegasse do hospital.
Eu estava me banhando e, de repente, ela chegou.
Como de costume, entrou no banheiro e eu com a cortina aberta.
ELA: Mas de novo a mesma coisa com você, rapaz....
Custa fechar a cortina?....
Faz de propósito?....
Mil desculpas, não me toquei, respondi, e fechei a cortina na hora.
Ela sempre me dá bronca, mas não tira os olhos do meu pau. A putinha.
Cozinhei enquanto ela me contava tudo sobre a filha. Estava tudo bem e que no dia seguinte operariam ela.
Eu respondi que amanhã iria vê-la cedo, igual hoje.
ELA: Ok.... Você precisa ir ao banheiro?
Vou tomar uma ducha enquanto a comida está no fogo, tá?
EU: Não, tô de boa, valeu.
Toma banho tranquila, que a comida ainda vai demorar.
Enquanto arrumava a mesa e com a comida pronta.
Ela saiu com o roupão de sempre e sentou na mesa.
Enquanto comíamos, ela voltou com o assunto do banheiro.
ELA: Vamos ficar vários dias só nós dois em casa. Tem que evitar aquela parada do banheiro como hoje.
Não quero ser chata, mas sou viúva há um ano e não tô a fim de ver um cara pelado na minha casa.
Pelo bem da minha filha e da estadia dela aqui, temos que evitar problemas.
Eu quero que a gente se dê bem, mas isso me tira do sério.
EU: Cê tem razão, mas quero que saiba que não faço de propósito.
É só falta de costume.
Nunca ia te faltar com respeito.
Eu gosto muito dela e cê sabe disso, e respeito tudo que cê me fala.
Prometo que não vai acontecer de novo.
ELA: É a primeira vez que vejo a pica de um cara que não é meu marido.
E pra evitar problemas com minha filha, te peço: tem mais cuidado.
Se coloca no meu lugar, o que seria se eu andasse pelada pela casa?
Sei que sou uma coroa e não causaria efeito nenhum, mas com certeza cê não ia gostar.
Só de imaginar ela pelada, já tava subindo a pica.
EU: Sogra, cê diz que é uma coroa...
Além disso, não ando pelado pela casa. Só esqueci de fechar a maldita cortina direito.
ELA: Vejo vocês o dia inteiro se pegando na minha frente.
Se tocar e te ver no pelo, não, querido, isso é *its too much*.
EU: Cê tem razão, peço desculpas de novo.
Por outro lado, não me importaria de te ver pelada.
E por outro lado, que problema ela pode ter com a filha por minha causa?
E antes que eu terminasse de falar, ela me interrompeu.
ELA: Não te incomodaria? Se eu me despir aqui mesmo?
Com sua parceira não estando aqui?
EU: Não... é sua casa e cê pode andar como quiser.
Quem pode te dizer algo?
Não tem nada de errado em ver um corpo nu.
O corpo de uma mulher é lindo de se ver.
Ela deixou o roupão cair e mostrou um corpo sensual, só coberto por um conjunto bem sexy.
Meus olhos pularam igual desenho animado. animados.
ELA: e por isso, posso ter problema com a minha filha.
vou te explicar, gato... vejo que nem você nem a idiota da minha filha entenderam.
eu quis responder. mas ela me interrompeu.
se dirigindo a mim como uma gata no cio.
rastejou até minha cadeira.
ELA: não fala nada. vou te dizer o que está rolando.
meu marido foi meu primeiro homem. a única piroca que eu tive.
faz 5 anos que ele morreu e essa sua pica é a primeira que vejo em anos.
cê acha que não quero dar?
passou a mão de leve no volume da minha calça.
sem tirar os olhos, do que tinha na mão, soltou um botão e abaixou bem devagar o zíper.
na cara dela dava pra ver como mordia o lábio de baixo e passava a língua nos lábios.
a puta nem olhou na minha cara.
com a pica no meu cueca,
aproximou o rosto e cheirou o cheiro do que estava escondido.
com calma e aproveitando cada instante, puxou minha pica pra fora e cheirou de novo.
tocava e começou a bater uma punheta com muito cuidado. enquanto me dizia.
ELA: quando vi essa pica enorme, tão grossa e balançando enquanto você tomava banho, fiquei louca.
nunca vi uma igual a sua. a do meu marido nem se compara com isso.
e sem dar por 5 putos anos, o que você esperava?
além disso, você come minha filha que grita que nem uma vagabunda, o que esperavam?
ou achavam que eu era surda?......
EU: nossa, sogra, que mãos macias você tem......
imagino o que você passou...
mmm... mas beleza, tô disposto a resolver seu problema.
ela lambeu desde a base até a ponta.
aproveitando o momento sem pressa.
passando a língua bem suave, mas percorrendo ela toda.
enquanto ouvia como eu tava gostando.
Só parava pra olhar pra ela e voltar do começo.
Depois de um tempo, chupei ela, primeiro com cuidado e depois com mais energia.
Quis tirar a roupa dela, mas ela disse que não.
Esticando o braço, eu tocava a bunda redonda e grande dela.
Ela se ajeitou de um jeito que eu pudesse chegar onde queria.
Ela abafava os gemidos, engasgando com meu pau.
Mudando de posição, a gente se fundiu num gostoso 69.
ELA: mmm... que... gostoso você chupa... filho da puta...
não é à toa que minha filha não para de gritar quando você come ela.
mmm... você não sabe a inveja que eu tinha ouvindo ela gozar e eu me tocando no mesmo ritmo.
ha... ha... ha... que gostoso...
quero sentir esse pau bem enfiado dentro de mim.
eu não merecia sofrer o que minha filha me faz, né?
me diz que isso não é errado e que ela merece isso...
EU: não, sogrinha... isso não é errado... mmm...
com tudo que ela sofreu...
como eu lamento...
Coloquei ela de quatro no sofá.
Só puxei a fio dental dela e com meu pau na mão, percorri todo o comprimento do canal molhado dela.
Fazendo ela desejar antes de meter.
A pussy dela, recém-depilada.
Apertava minha porra, parecia pussy de novinha, bem fechada e apertada.
Essa pussy se molhava, lubrificando a passagem da minha porra.
Enquanto ela aguentava.
Com uns quantos estouros, ela gozou.
ELA: mmm... ai... filho da puta, devagar...
ha... ha... ha... mmm... ha... deus...
não... não para, por favor... tô no céu mmm...
ai... sim... assim mais... assim... mmm...
não aguento mais... ha... ha... ai...
que gostosa é ser comida por um animal igual você.
me faz gozar seguido, não acredito... mmm... cê é um filho da puta...
A cada cinco estocadas, ela gozava igual uma puta.
Queria tirar a roupa dela, mas ela não queria, insegura com o corpo.
Não entendia por que, se ela era toda gostosa.
Puxando ela pelos cabelos, levei pro sofá.
EU: agora é tua vez de montar, mamãe
Ela só pegou meu pau e sentou sozinha, começou a cavalgar.
Se mexia bem devagar e foi aumentando o ritmo aos poucos.
Parecia que lia minha mente.
Transávamos como se não fosse a primeira vez.
desenfreado enquanto a buceta da minha sogra subia e descia, ficando bem enfiada.
eu tocava nos peitos dela, na bunda dela.
passava a mão nela toda e ela delirava.
como antes, toda vez que meu pau batia no fundo. a dor fazia ela gozar igual uma louca.
os orgasmos dela já eram incontáveis.
de novo, ela desabou sobre mim num orgasmo gostoso.
Deitada de barriga pra baixo no sofá, recuperando o fôlego.
Minha amada sogra já não aguentava mais.
Deitada com aquela bundinha pequena empinada, me tentava ainda mais.
Não queria parar de foder ela.
Eu voltei a penetrar ela.
Meu pau entrava e saía percorrendo aquela buceta gostosa e lubrificada.
ELA: Ai... neném... você é insaciável, me dá um respiro. De onde você tira tanta energia?
Deus, você é sempre assim?...
EU: Sim, sogrinha, sou sempre assim quando tenho uma deusa como você.
Vou compensar todo esse sofrimento.
Só me deixa cuidar disso...
Enquanto ela curtia minha fodida, meus dedos brincavam com o cuzinho apertado dela.
Lubrificando com saliva.
Quando aquele buraquinho apertado foi penetrado pelo meu dedo,
ela se sentiu duplamente penetrada.
Sabendo o que vinha.
Cuspindo na mão, lubrificou mais a bundinha dela e levou meu pau até o cuzinho dela,
aquilo foi a glória.
Meu pau abrindo cada músculo anal da minha querida sogrinha.
ELA: Mmm... ufs... devagar... ai... ufs...
Ai... ai... ai... ufs... a...
Assim devagar você tá arrombando meu cu, ai...
Mmm... você tá me destruindo...
Mas... como adoro essa queimação...
Mmm... ai... dói mas eu gosto... mmm...
Ha... ha... ha... sim, enche meu cu de porra... mmm...
EU: Mmm... calma, sogrinha, esse cu vou aproveitar bem...
Tá tão apertado que eu adoro...
Adoro o quão puta você é...
Que delícia você curtir pelo cu, mamãe...
Por mais de 20 minutos fodi aquele cu e aproveitei como um louco
até esvaziar toda minha porra naquele cu maravilhoso.
Ela gozava ao sentir o cuzinho arrombado e recebendo a porra quente e esperada do genro dela.
Gemia como uma puta... no ritmo dos meus gemidos.
O bum faminto dela derramava meu leite.
Depois daquele dia, a gente transava toda hora.
Tivemos 7 dias até a alta da filha dela. E a gente aproveitou pra caralho.
Ela já se animava a deixar eu tirar fotos dela dando e ficar pelada sem preconceito.
Ela se sentiu livre de novo. A gente se dava super bem e ela não ligava se deixava a cortina aberta ou fechada.
Ela dava um jeito de ficar a sós com o genro e curtir o que mais gostava.
Minha parceira nunca descobriu nada.
Fomos amantes por um bom tempo até ela casar de novo.
Mas isso é outra história.
CONTINUA......
PS: Espero que tenham gostado.
Deixem pontos e não esqueçam de comentar, claro, na boa, e vou responder os comentários.
ATÉ A PRÓXIMA
Maury-só-eu
Aqui vai mais um post das minhas histórias nunca contadas.
Hoje apresento minha ex-sogra.
Julia é uma mulher muito gostosa, tem 54 anos, muito bem vividos.
Viúva há um ano.
Com minha parceira, decidimos morar na casa dela. Enquanto reformávamos a nossa e, de quebra, não a deixávamos sozinha.
Sempre nos demos bem.
Mas com a convivência, rolou uns atritos entre nós. Principalmente entre minha sogra e eu.
Os barulhos do quarto, porque eu e minha parceira transávamos pra caralho.
E muitas vezes ela nos pegou em umas posições complicadas.
Vivia me dando bronca quando eu entrava no banheiro. Por costume ou esquecimento, eu deixava a cortina do chuveiro aberta, e se ela entrava, me via pelado me lavando.
Depois de 6 meses morando lá, minha parceira foi internada pra operar pedra na vesícula.
Quando cheguei da oficina, estava sozinho em casa. Como de costume, peguei minha roupa e fui pro banheiro tomar uma ducha e depois cozinhar pra quando minha sogra chegasse do hospital.
Eu estava me banhando e, de repente, ela chegou.
Como de costume, entrou no banheiro e eu com a cortina aberta.
ELA: Mas de novo a mesma coisa com você, rapaz....
Custa fechar a cortina?....
Faz de propósito?....
Mil desculpas, não me toquei, respondi, e fechei a cortina na hora.
Ela sempre me dá bronca, mas não tira os olhos do meu pau. A putinha.
Cozinhei enquanto ela me contava tudo sobre a filha. Estava tudo bem e que no dia seguinte operariam ela.
Eu respondi que amanhã iria vê-la cedo, igual hoje.
ELA: Ok.... Você precisa ir ao banheiro?
Vou tomar uma ducha enquanto a comida está no fogo, tá?
EU: Não, tô de boa, valeu.
Toma banho tranquila, que a comida ainda vai demorar.
Enquanto arrumava a mesa e com a comida pronta.
Ela saiu com o roupão de sempre e sentou na mesa.
Enquanto comíamos, ela voltou com o assunto do banheiro.
ELA: Vamos ficar vários dias só nós dois em casa. Tem que evitar aquela parada do banheiro como hoje.
Não quero ser chata, mas sou viúva há um ano e não tô a fim de ver um cara pelado na minha casa.
Pelo bem da minha filha e da estadia dela aqui, temos que evitar problemas.
Eu quero que a gente se dê bem, mas isso me tira do sério.
EU: Cê tem razão, mas quero que saiba que não faço de propósito.
É só falta de costume.
Nunca ia te faltar com respeito.
Eu gosto muito dela e cê sabe disso, e respeito tudo que cê me fala.
Prometo que não vai acontecer de novo.
ELA: É a primeira vez que vejo a pica de um cara que não é meu marido.
E pra evitar problemas com minha filha, te peço: tem mais cuidado.
Se coloca no meu lugar, o que seria se eu andasse pelada pela casa?
Sei que sou uma coroa e não causaria efeito nenhum, mas com certeza cê não ia gostar.
Só de imaginar ela pelada, já tava subindo a pica.
EU: Sogra, cê diz que é uma coroa...
Além disso, não ando pelado pela casa. Só esqueci de fechar a maldita cortina direito.
ELA: Vejo vocês o dia inteiro se pegando na minha frente.
Se tocar e te ver no pelo, não, querido, isso é *its too much*.
EU: Cê tem razão, peço desculpas de novo.
Por outro lado, não me importaria de te ver pelada.
E por outro lado, que problema ela pode ter com a filha por minha causa?
E antes que eu terminasse de falar, ela me interrompeu.
ELA: Não te incomodaria? Se eu me despir aqui mesmo?
Com sua parceira não estando aqui?
EU: Não... é sua casa e cê pode andar como quiser.
Quem pode te dizer algo?
Não tem nada de errado em ver um corpo nu.
O corpo de uma mulher é lindo de se ver.
Ela deixou o roupão cair e mostrou um corpo sensual, só coberto por um conjunto bem sexy.
Meus olhos pularam igual desenho animado. animados.
ELA: e por isso, posso ter problema com a minha filha.
vou te explicar, gato... vejo que nem você nem a idiota da minha filha entenderam.
eu quis responder. mas ela me interrompeu.
se dirigindo a mim como uma gata no cio.
rastejou até minha cadeira.
ELA: não fala nada. vou te dizer o que está rolando.
meu marido foi meu primeiro homem. a única piroca que eu tive.
faz 5 anos que ele morreu e essa sua pica é a primeira que vejo em anos.
cê acha que não quero dar?
passou a mão de leve no volume da minha calça.
sem tirar os olhos, do que tinha na mão, soltou um botão e abaixou bem devagar o zíper.
na cara dela dava pra ver como mordia o lábio de baixo e passava a língua nos lábios.
a puta nem olhou na minha cara.
com a pica no meu cueca,
aproximou o rosto e cheirou o cheiro do que estava escondido.
com calma e aproveitando cada instante, puxou minha pica pra fora e cheirou de novo.
tocava e começou a bater uma punheta com muito cuidado. enquanto me dizia.
ELA: quando vi essa pica enorme, tão grossa e balançando enquanto você tomava banho, fiquei louca.
nunca vi uma igual a sua. a do meu marido nem se compara com isso.
e sem dar por 5 putos anos, o que você esperava?
além disso, você come minha filha que grita que nem uma vagabunda, o que esperavam?
ou achavam que eu era surda?......
EU: nossa, sogra, que mãos macias você tem......
imagino o que você passou...
mmm... mas beleza, tô disposto a resolver seu problema.
ela lambeu desde a base até a ponta.
aproveitando o momento sem pressa.
passando a língua bem suave, mas percorrendo ela toda.
enquanto ouvia como eu tava gostando.
Só parava pra olhar pra ela e voltar do começo. Depois de um tempo, chupei ela, primeiro com cuidado e depois com mais energia.
Quis tirar a roupa dela, mas ela disse que não.
Esticando o braço, eu tocava a bunda redonda e grande dela.
Ela se ajeitou de um jeito que eu pudesse chegar onde queria.
Ela abafava os gemidos, engasgando com meu pau.
Mudando de posição, a gente se fundiu num gostoso 69.
ELA: mmm... que... gostoso você chupa... filho da puta...
não é à toa que minha filha não para de gritar quando você come ela.
mmm... você não sabe a inveja que eu tinha ouvindo ela gozar e eu me tocando no mesmo ritmo.
ha... ha... ha... que gostoso...
quero sentir esse pau bem enfiado dentro de mim.
eu não merecia sofrer o que minha filha me faz, né?
me diz que isso não é errado e que ela merece isso...
EU: não, sogrinha... isso não é errado... mmm...
com tudo que ela sofreu...
como eu lamento...
Coloquei ela de quatro no sofá.
Só puxei a fio dental dela e com meu pau na mão, percorri todo o comprimento do canal molhado dela. Fazendo ela desejar antes de meter.
A pussy dela, recém-depilada.
Apertava minha porra, parecia pussy de novinha, bem fechada e apertada.
Essa pussy se molhava, lubrificando a passagem da minha porra.
Enquanto ela aguentava.
Com uns quantos estouros, ela gozou.
ELA: mmm... ai... filho da puta, devagar...
ha... ha... ha... mmm... ha... deus...
não... não para, por favor... tô no céu mmm...
ai... sim... assim mais... assim... mmm...
não aguento mais... ha... ha... ai...
que gostosa é ser comida por um animal igual você.
me faz gozar seguido, não acredito... mmm... cê é um filho da puta...
A cada cinco estocadas, ela gozava igual uma puta.
Queria tirar a roupa dela, mas ela não queria, insegura com o corpo.
Não entendia por que, se ela era toda gostosa.
Puxando ela pelos cabelos, levei pro sofá.
EU: agora é tua vez de montar, mamãe
Ela só pegou meu pau e sentou sozinha, começou a cavalgar.
Se mexia bem devagar e foi aumentando o ritmo aos poucos.
Parecia que lia minha mente.
Transávamos como se não fosse a primeira vez.
desenfreado enquanto a buceta da minha sogra subia e descia, ficando bem enfiada. eu tocava nos peitos dela, na bunda dela.
passava a mão nela toda e ela delirava.
como antes, toda vez que meu pau batia no fundo. a dor fazia ela gozar igual uma louca.
os orgasmos dela já eram incontáveis.
de novo, ela desabou sobre mim num orgasmo gostoso.
Deitada de barriga pra baixo no sofá, recuperando o fôlego. Minha amada sogra já não aguentava mais.
Deitada com aquela bundinha pequena empinada, me tentava ainda mais.
Não queria parar de foder ela.
Eu voltei a penetrar ela.
Meu pau entrava e saía percorrendo aquela buceta gostosa e lubrificada.
ELA: Ai... neném... você é insaciável, me dá um respiro. De onde você tira tanta energia?
Deus, você é sempre assim?...
EU: Sim, sogrinha, sou sempre assim quando tenho uma deusa como você.
Vou compensar todo esse sofrimento.
Só me deixa cuidar disso...
Enquanto ela curtia minha fodida, meus dedos brincavam com o cuzinho apertado dela.
Lubrificando com saliva.
Quando aquele buraquinho apertado foi penetrado pelo meu dedo,
ela se sentiu duplamente penetrada.
Sabendo o que vinha.
Cuspindo na mão, lubrificou mais a bundinha dela e levou meu pau até o cuzinho dela,
aquilo foi a glória.
Meu pau abrindo cada músculo anal da minha querida sogrinha.
ELA: Mmm... ufs... devagar... ai... ufs...
Ai... ai... ai... ufs... a...
Assim devagar você tá arrombando meu cu, ai...
Mmm... você tá me destruindo...
Mas... como adoro essa queimação...
Mmm... ai... dói mas eu gosto... mmm...
Ha... ha... ha... sim, enche meu cu de porra... mmm...
EU: Mmm... calma, sogrinha, esse cu vou aproveitar bem...
Tá tão apertado que eu adoro...
Adoro o quão puta você é...
Que delícia você curtir pelo cu, mamãe...
Por mais de 20 minutos fodi aquele cu e aproveitei como um louco
até esvaziar toda minha porra naquele cu maravilhoso.
Ela gozava ao sentir o cuzinho arrombado e recebendo a porra quente e esperada do genro dela.
Gemia como uma puta... no ritmo dos meus gemidos.
O bum faminto dela derramava meu leite. Depois daquele dia, a gente transava toda hora.
Tivemos 7 dias até a alta da filha dela. E a gente aproveitou pra caralho.
Ela já se animava a deixar eu tirar fotos dela dando e ficar pelada sem preconceito.
Ela se sentiu livre de novo. A gente se dava super bem e ela não ligava se deixava a cortina aberta ou fechada.
Ela dava um jeito de ficar a sós com o genro e curtir o que mais gostava.
Minha parceira nunca descobriu nada.
Fomos amantes por um bom tempo até ela casar de novo.
Mas isso é outra história.
CONTINUA......
PS: Espero que tenham gostado.
Deixem pontos e não esqueçam de comentar, claro, na boa, e vou responder os comentários.
ATÉ A PRÓXIMA
Maury-só-eu
18 comentários - Sexo com minha sogra, com fotos
no cambies nunca ( siempre con foto )
gracias por tu comentario
q ese es otro problemas jjajajaj
gracias por comentar .
espero poder seguir postiando mas gracias